Skyscanner lanca buscador de passagens aéreas

skyscanner.jpg11/12/2013 - O Skyscanner, empresa internacional de busca de viagens acaba de lançar o aplicativo gratuito Buscador de Passagens Aéreas para o Mundial, um monitorador de preços que permite aos torcedores brasileiros saber o valor dos voos para acompanhar os jogos da nossa seleção. A ferramenta também ajuda os estrangeiros a encontrarem o valor dos voos domésticos dependendo de onde suas seleções irão jogar.

O comparador de passagens para o Mundial do buscador Skyscanner estima o custo dos voos para os torcedores de cada um dos 32 países que se qualificaram para a Copa do Mundo™. Já é possível conferir onde cada seleção vai jogar e evitar as enormes variações das tarifas aéreas, dependendo de qual posição na fase de grupos seu time for colocado.

Sobre o Skyscanner

Skyscanner é um site de busca on-line e mobile de passagens aéreas que oferece um serviço de busca gratuito, além de ser uma comparador on-line de preços para hotéis e aluguel de carros. Os aplicativos gratuitos do Skyscanner estão disponíveis para iPhone, iPad, Android, Windows Phone, BlackBerry e Windows 8.

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Cade ordena que Telefônica escolha entre Vivo e TIM

telefonica.jpg05/12/2013 - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a compra de parte das ações da Vivo pela Telefônica. Os papéis pertenciam à Portugal Telecom, e a compra faz com que a Telefônica se torne a única dona da operadora. O Cade, porém, impôs restrições que podem obrigar a empresa espanhola a mudar seus planos.

Os conselheiros identificaram potencial risco à concorrência, uma vez que Tim e Vivo competem no mercado de telecomunicações brasileiro e, como resultado da operação, uma empresa que já tem participação minoritária na Tim passaria a controlar sozinha a Vivo.

O Tribunal do Cade decidiu que o negócio só pode ser autorizado caso a Telefônica, controladora da Vivo, não mantenha qualquer posição financeira, direta ou indireta, na Tim Brasil. Alternativamente, a aquisição pode ser aprovada mediante ingresso de um novo sócio para a Vivo, com experiência no setor e sem participação em outra empresa de telefonia no Brasil em condições anteriores à operação. O objetivo é que haja um novo agente para compartilhar o controle da Vivo com a Telefônica.

"Há necessidade de uma compensação, visto que a presença da Telefônica na Telecom Itália, sem a presença de um sócio co-controlador independente na Vivo, favorece a coordenação entre concorrentes além de outros problemas concorrenciais na telefonia móvel, principal mercado de telecomunicações do Brasil", afirmou o conselheiro relator, Eduardo Pontual, ao julgar a operação. O órgão determinou um prazo para que uma das duas alternativas seja concretizada e a aquisição seja então aprovada.

O presidente da autarquia e relator do despacho, Vinicius Marques de Carvalho, destacou que não há qualquer previsão no TCD (Termo de Compromisso e Desempenho) que dê margem ao estreitamento dos laços entre os concorrentes, uma vez que "qualquer alteração na participação da Telefonica no capital social da Telecom Italia poderia comprometer o equilíbrio concorrencial do mercado". Também por descumprimento do TCD, em razão da contratação de empresa prestadora de serviço relacionada ao grupo Telefônica, a empresa Tim foi multada em R$ 1 milhão.

Os analistas, citados pela Reuters, disse que a decisão do Cade é grave e tem como objetivo punir a Telefônica por não notificar os reguladores. "Ou a Telecom Italia vende a TIM no Brasil, ou a Telefônica deve deixar a sua participação na Telecom Italia, disse o presidente do Cade, Vinicius Marques de Carvalho, segundo o Wall Street Journal.

Parece improvável, que a Telecom Italia venda a TIM Brasil, uma vez que tem insistido que a operadora brasileira é um ativo estratégico. Outra opção para Telefônica, é encontrar um parceiro para a Vivo e assim reduzir sua a participação a níveis anteriores a 2010, quando possuía metade dos ativos da operadora.

O Cade enfatizou que, qualquer novo parceiro da Vivo não será autorizado a possuir uma participação em outra operadora de telefonia móvel no Brasil. Isso parece descartar a Oi, a quarta maior operadora do país, que diz estar aberta a fazer fusões e aquisições no Brasil.

A Telefônica e Vivo estão analisando a extensão da decisão do Cade e farão um anúncio quando "considerarem oportuno", disse ambas as empresas em um comunicado conjunto, citado pela Reuters.


De acordo os últimos dados do GSMA Intelligence, a Vivo têm 76,6 milhões de assinantes, seguida pela TIM Brasil (72,9 milhões) e em seguida a Claro (67,4 milhões). A Oi tem cerca de 50 milhões de assinantes.

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TV por assinatura cresce 12,9% em um ano

04/12/2013 - Com 17,7 milhões de clientes, a base de assinantes dos serviços de TV paga cresceu 12,90% no período de outubro de 2012 a outubro de 2013. Considerando-se o número médio de 3,2 pessoas por domicílio divulgado pelo IBGE1, os Serviços de TV por Assinatura são distribuídos para aproximadamente 56,6 milhões de brasileiros. Veja abaixo a comparação entre os meses de outubro de 2012 e de 2013, por Unidade da Federação e por Região.  

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Grupos econômicos

Os grupos econômicos são compostos por operadoras que atuam em diversas áreas, com várias tecnologias. Veja abaixo a distribuição da base de assinantes do Brasil por grupos econômicos, em que se destaca a participação significativa de mercado de Net/Embratel.

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O indicador "Densidade dos Serviços de TV por Assinatura" é a relação percentual entre o número de assinaturas e o número de domicílios estimado a partir dos dados publicados pelo IBGE, em sua Síntese de Indicadores Sociais. De cada cem domicílios, 28,24 possuem serviços de TV por assinatura.

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Yahoo compra outra empresa de edição de vídeo

pitch.jpg04/12/2013 - Yahoo adquiriu a empresa Ptch, que permite aos usuários editar e remixar vídeos em dispositivos móveis, apenas seis meses depois de comprar uma outra empresa que faz aplicativos para fazer filmes usando o iPhone. Ptch anunciou em seu blog que se juntou ao Yahoo e que o site iria ser encerrado no dia 2 de janeiro.

"Lançamos Ptch há pouco mais de um ano", disse a equipe de Ptch no blog. "A nossa missão era oferecer a melhor maneira de fazer e compartilhar filmes feitos a partir de fotos e vídeos no seu smartphone. Bem, alguém percebeu!" A Yahoo também adquiriu em julho deste ano, a Qwiki, supostamente por US $ 50 milhões.

As aquisições são claramente destinadas a reforçar a posição do Yahoo em três áreas-chave: mídia social, móvel e vídeo, onde empresas como Facebook e Google têm estabelecido uma posição forte.

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App Lulu cria dilema similar à chantagem

lulu.jpgRonaldo Lemos
03/12/2013 - A palavra mais dita sobre internet nos últimos dias tem duas sílabas: Lulu. A rede social gerou um furacão. O site é feito para que mulheres classifiquem o comportamento de homens. O sistema atribui uma nota para cada homem e também "hashtags" descrevendo suas características.


Com essa proposta, o Lulu deu o que falar. Mulheres correram para avaliar pretendentes. Homens ficaram curiosos ou preocupados. Para entrar no Lulu é preciso logar-se pelo Facebook. Assim, o aplicativo captura todos os dados das mulheres que entram nele: lista de amigos, e-mail, relacionamento, todas suas fotos e dos amigos. Até aí tudo bem. A mulher teoricamente sabe que está trocando seus dados para entrar na "brincadeira".

O problema são os homens. Quem não gostou de ter seu perfil avaliado no Lulu (muita gente!) quer excluir o perfil. Só que para isso, o homem também tem de se logar pelo Facebook. Ou seja, tem de ceder todos os seus dados como "resgate" para sair dele. Apesar de tecnicamente isso não ser chantagem, há similaridades: para prevenir um eventual dano, a pessoa tem de fornecer um bem valioso, dados pessoais, para um desconhecido. Para piorar, o Lulu exclui o perfil, mas fica com os dados da pessoa após a exclusão. O site também disponibiliza um e-mail para remover perfis, mas essa informação fica praticamente escondida dentro dele.

Por tudo isso, o aplicativo é uma armadilha. É um sorvedouro de dados pessoais do Facebook. Faz isso ao criar um problema para o usuário que não quer participar dele. Além de chamar a atenção das mulheres, o Lulu merece chamar a atenção também dos órgãos de defesa do consumidor no país.

Ronaldo Lemos é diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro e do Creative Commons no Brasil. É professor de Propriedade Intelectual da Faculdade de Direito da UERJ e pesquisador do MIT Media Lab. Foi professor visitante da Universidade de Princeton. Mestre em direito por Harvard e doutor em direito pela USP, é autor de livros como "Tecnobrega: o Pará Reiventando o Negócio da Música" (Aeroplano) e "Futuros Possíveis" (Ed. Sulina).

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Visiona Tecnologia Espacial integrará satélite da Telebras

telebras_visiona.jpg29/11/2013 - A Telebras e a Visiona formalizaram na quinta-feira (28) contrato para executar o projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), cujo valor é de R$ 1,3 bilhão e que prevê a entrega do sistema no final de 2016. O projeto envolve os Ministérios das Comunicações, da Defesa e da Ciência e Tecnologia. O satélite será operado pela Telebras na banda Ka (civil) e pelo Ministério da Defesa na banda X (militar).

A Visiona - joint-venture entre Embraer e Telebras - será responsável pela integração do sistema SGDC, que ampliará o acesso à banda larga nas regiões remotas do País, por meio do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) e a soberania brasileira nas comunicações das Forças Armadas. A partir da assinatura do contrato, a Visiona formalizará a contratação dos fornecedores e dará início às atividades de desenvolvimento e integração do sistema.
As empresas selecionadas são a Thales Alenia Space (TAS) para fornecimento do satélite e a Ariane Space para realizar seu lançamento. O contrato com os fornecedores também prevê a transferência de tecnologia para empresas brasileiras, tarefa que será coordenada pela Agência Espacial Brasileira (AEB).

Para o presidente da Telebrás, Caio Bonilha, "A contratação de um satélite pelo governo brasileiro é um marco histórico, não só para garantir a segurança das informações de Estado, a efetiva oferta de banda larga em todo território nacional e a retomada da autonomia tecnológica no segmento satelital. O SGDC não só atenderá às necessidades do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), da Telebras, e às comunicações estratégicas das Forças Armadas brasileiras, como também representa a oportunidade de o Brasil assegurar a soberania em suas comunicações estratégicas, tanto na área civil quanto militar", explica o Presidente da Telebras, Caio Bonilha.

"Esperamos que este programa represente o início de um processo de capacitação tecnológica de longo prazo, com o estabelecimento de uma empresa brasileira integradora de sistemas espaciais, a exemplo do que a Embraer representa para os segmentos aeronáutico e de defesa", diz Nelson Salgado Presidente da Visiona, Nelson Salgado.

O sistema SGDC trará total segurança às comunicações estratégicas do governo e às comunicações militares, pois seu controle será realizado no Brasil em estações localizadas em áreas militares, sob a coordenação da Telebras e do Ministério da Defesa.

Na visão da Telebrás, a aquisição de um satélite próprio para as comunicações civis e militares brasileiras é uma decisão estratégica para garantir a soberania nacional. Atualmente, os satélites que prestam serviço no Brasil, ou são controlados por estações que estão fora do País ou possuem o controle de atitude nas mãos de empresas de capital estrangeiro. Em qualquer dos casos há riscos de acontecer interrupções dos serviços em uma situação de conflito internacional ou decorrente de outros interesses políticos ou econômicos.

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