Vivo lança chamadas de voz sobre 4G

cobertura-vivo-4G-g.jpg25/07/2017 - A Vivo lança hoje o uso da rede de quarta geração (4G) para a realização de chamadas de voz – tecnologia conhecida como VoLTE. Até então, a rede era utilizada apenas para o tráfego de dados. Com isso, as chamadas de voz passam a ser feitas em alta definição, melhorando ainda mais a experiência do cliente. A empresa anuncia também o teste para o VoLTE no roaming internacional em conjunto com a Movistar Argentina.

De acordo com a operadora, os primeiros clientes que já podem utilizar o VoLTE para chamadas de voz estão em Rio Verde (GO). Já o teste para o roaming internacional, realizado em ambiente controlado, é pioneiro no Grupo Telefónica. O lançamento comercial acontecerá assim que os testes terminarem.

Com o VoLTE, as chamadas são tratadas como dados e transmitidas via protocolo IP. “Essa tecnologia nos permite melhorar ainda mais a experiência do cliente, já que as chamadas de voz passam a ser feitas em alta definição, com mais nitidez e menos tempo de resposta na conexão, o que resulta em qualidade significativamente superior às ligações que utilizam outros tipos de redes”, afirma Marcio Fabbris, vice-presidente B2C da Vivo. Outra vantagem é que o VoLTE leva a um melhor uso do espectro, essencial para a prestação do serviço de telefonia móvel no longo prazo e com qualidade.

Segundo Fabbris, as redes de telecomunicações móveis têm evoluído constantemente para oferecer aos consumidores uma maior velocidade de transmissão de dados, sem apresentar mudanças significativas com voz. “Com o VoLTE, isso muda, pois se trata de uma tecnologia inovadora, que futuramente trará novas possibilidades de uso, como compartilhar vídeos e imagens durante a chamada sem utilizar aplicativos, fazer videoconferências, entre tantas outras coisas”, acentua o executivo.

Atualmente, o VoLTE encontra-se disponível em mais de 50 países, como Estados Unidos, Espanha, Coreia do Sul, Canadá, China, Portugal, Japão, Itália, Alemanha, França e Colômbia.

Como funciona a voz HD

Segundo Átila Branco, diretor de Engenharia Móvel da Vivo, a voz HD (High Definition) no VoLTE é obtida por meio da utilização de novos codificadores (codecs) que suportam maior quantidade de informação (bps). “Essa nova gama de codecs, além de suportar uma maior taxa de bits, o que garante melhor representação da voz durante a chamada, possui mecanismos adicionais que eliminam ou reduzem ruídos externos e mecanismos de detecção de atividade de voz (VAD – Voice Activity Detector)”, afirma o executivo. Ele explica que isso confere maior qualidade da voz ao cliente, aumenta a autonomia da bateria dos aparelhos e gera, adicionalmente, uma otimização de recursos de rede, já que é transmitida somente a informação que é necessária. Para usufruir dos benefícios da voz HD, tanto o emissor quanto o receptor da chamada devem estar utilizando aparelhos que suportem tais codecs.

O produto estará disponível, inicialmente, apenas no município de Rio Verde para clientes pós-pagos. As chamadas em VoLTE serão consideradas como ligações de voz, não tendo impacto no consumo de dados do usuário e tampouco serão geradas cobranças adicionais. Em princípio, estão homologados para uso de VoLTE junto à Vivo o Motorola Moto Z, Moto Z Play, Samsung S8 e S8+. Clientes que já tenham esse tipo de aparelho devem atualizar o software para ter acesso à tecnologia.  A loja da Vivo em Rio Verde está localizada na rua Coronel Vaiano, 654, Centro.

Liderança de mercado

A empresa está preparando sua rede para expansão gradual do VoLTE nacional para o restante do país. A Vivo está presente com 4G em 1.500 cidades e detém a liderança de mercado, com participação de 35,06% (dados da Anatel em maio). Em todo o Brasil, a rede 4G da Vivo permite acesso à internet em altíssima velocidade e oferece melhor experiência para quem gosta de assistir vídeos, ouvir música via streaming ou jogar games online.

A infraestrutura de rede da empresa é elemento-chave para impulsionar e possibilitar a transformação digital liderada pela Vivo, que amplia a autonomia, a personalização e as escolhas em tempo real dos clientes. É a partir da oferta de conectividade com qualidade que a empresa oferece serviços inovadores que facilitam a vida dos clientes, lhes permitem ter experiências novas e únicas e “viver menos do mesmo”.
 

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Eduardo Ricotta comanda a Ericsson no Brasil

ericsson_eduardo_ricotta2.jpg21/07/2017 - A Ericsson nomeou Eduardo Ricotta como presidente da empresa no Brasil. Em seu novo cargo, na sede da matriz da empresa em São Paulo, Ricotta tem como missão consolidar o crescimento em redes, apoiar as operadoras no processo de transformação digital, além de contribuir para a inovação de novos modelos de negócios.

Eduardo Ricotta, que há 24 anos vem desempenhando diversas funções dentro da Ericsson, comenta: “Tenho por objetivo atuar ainda mais em serviços digitais, como virtualização e soluções em cloud, além de 4G e internet das coisas. É essencial mantermos a parceria com nossos clientes para atender não só as necessidade deles como também de seus usuários. Vamos melhorar a eficiência da unidade Brasil, dentro do escopo de negócios globais da Ericsson”.

Antes de ser nomeado presidente, o executivo atuou como vice-presidente da empresa com escopo para América Latina e Caribe. Com a recém reestruturação global da Ericsson, a região América Latina e Caribe foi extinta, consolidando-se agora em três unidades comerciais: Brasil, América do Sul (com exceção do Brasil) e México & América Central e Caribe.

Agora, Ricotta passa a comandar todas as operações da empresa no Brasil, que conta hoje com mais de 4.000 colaboradores, e inclui a fábrica instalada há mais de 60 anos em São José dos Campos, e o Centro de Inovação, com atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, em Indaiatuba, ambos no interior de São Paulo.

Com ampla experiência internacional adquirida em funções na Europa, América Latina e Caribe pela Ericsson, Eduardo Ricotta é casado, pai de duas filhas e acredita ser um bom jogador de futebol. Acorda cedo e corre todas as manhãs. Mineiro, é formado em Engenharia de Telecomunicações pelo Inatel no Brasil, pós-graduado em Marketing pela ESPM, em Management pela FGV; e possui MBA Executivo pelo Insper. O executivo também possui Especialização em Negócios na Columbia University, Wharton, Cambridge e London Business School.

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Mundo digital, 5G e as operadoras de telecom

apps.jpg17/07/2017 - A disrupção de modelos de negócios por empresas baseadas em plataformas, atinge também as operadoras de telecomunicações. Conheça essa transformação e como 5G dará suporte a nova realidade no primeiro evento online sobre a economia digital, 5G e as operadoras de telecomunicações que será no dia 30 de agosto de 2017.

“A sociedade passa por um processo de transformação digital com a disrupção de mercados e modelos de negócios de empresas tradicionais. Uber e Airbnb são exemplos deste processo. Esta apresentação mostrará como este processo está ocorrendo em algumas das principais operadoras do mundo e analisará as tendências e impactos destas transformações nas operadoras brasileiras", alerta Eduardo Tude, Presidente da Teleco.

Saiba mais aqui 

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Base de celulares volta a cair em maio

app_smartphone.jpg13/07/2017 - No mês de maio de 2017, a telefonia móvel registrou 242.118.177 linhas móveis em operação. Assim, a telefonia móvel apresentou uma queda de 217,03 mil linhas (-0,09%) em relação a abril. Nos últimos 12 meses, a redução foi de 13,11 milhões de linhas móveis (-5,14%).

Dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registram que as operadoras Datora e Porto Seguro apresentaram as maiores adições no mês de maio quando comparado com abril de 2017, 10,00 mil (+8,46%) e 21,01 mil linhas (+4,34%) respectivamente. Dos quatro maiores grupos, apenas a Vivo, com mais 134,92 mil (+0,18%), e a Claro, com acréscimo de 22,23 mil linhas (+0,04%),a presentaram evolução positiva. Tim e Oi tiveram reduções de 311,21mil (-0,51%) e 64,90 mil (-0,15%).

Nos últimos 12 meses as empresas Datora e Porto Seguro, também apresentaram a maior evolução, com 70,34 mil (+121,42%) e 135,55 mil (+36,64%). Dos quatro maiores grupos, apenas a Vivo registrou crescimento, mais 952,20 mil linhas (+1,30%). Claro, Tim e Oi tiveram reduções de 4,35 milhões (-6,74%), de 4,33 milhões (-6,63%) e de 5,72 milhões de linhas (-11,98%).

Quanto às tecnologias, o maior aumento no mês de maio deste ano quando comparado com abril foi do 4G (LTE), com adição de 2,27 milhões de linhas (+3,07%), seguido do M2M (linhas de dados para aplicações máquina-máquina) com  114,76 mil (+0,85%). Em 12 meses esse valor foi de 38,98 milhões (+104,36%) para 4G (LTE) e 1,83 milhão (+15,60%) para M2M.  As outras tecnologias apresentaram redução.

Os estados que apresentaram maior queda no número de linhas móveis em maio, quando comparado com abril deste ano, foram Rio Grande do Sul, com 76,89 mil (-0,54%), Ceará, com 48,22 mil (-0,50%), e Alagoas, com redução de 15,92 mil linhas (-0,48%). Já os estados com maior crescimento no número de linhas foram Mato Grosso, com aumento de 16,99 mil (+0,42%), seguido por Tocantins, com 6,16 mil (+0,35%) e Rondônia com 5,46 mil novas linhas (+0,27). Nos últimos 12 meses, todos os estados apresentaram queda no número de linhas móveis.

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Vivo amplia oferta de dados para planos Controle

vivo_controle3.jpg12/07/2017 - A Vivo lança a partir de hoje, (12), novas ofertas de internet para os clientes de planos Controle.

A operadora explica que a mudança vai trazer mais dados para as ofertas a partir de R$ 39,99 sem alterar os preços praticados. Todas as opções vão receber um acréscimo de 500MB a 1 GB, ampliando em até 50% a quantidade de dados disponíveis no ciclo. Com essa estratégia, a Vivo oferece aos consumidores aquilo que eles mais desejam: mais dados para navegar na internet.

“A Vivo passa a oferecer ainda mais dados ao cliente e mais autonomia para acesso à internet e serviços digitais como GoRead, Kantoo, NBA, que também fazem parte da oferta, ou um de nossos outros 80 apps à disposição dos clientes”, explica Marcio Fabbris, vice-presidente B2C da Vivo. "Essas alterações fazem parte do processo de transformação digital liderado pela Vivo, que oferece novas experiências (que vão muito além da conectividade) aos clientes", completa Fabbris.

O upgrade na oferta de dados vai atingir os planos Controle de R$39,99 até R$79,99. Por exemplo, o cliente do plano de R$49,99, tinha direito a 1.5GB e agora passa a ter 2GB. Os demais benefícios nos planos não sofrem mudanças.

Planos Controle possuem valor fixo mensal

Com Vivo Controle você tem acesso a internet 4G, minutos ilimitados para qualquer fixo do Brasil e acesso a aplicativos com conteúdo exclusivo.

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Governo sinaliza possível aumento do Fistel

contas.jpgSamuel Possebon, Converge
12/07/2017 - O Ministério do Planejamento sinalizou diretamente à Anatel, segundo apurou este noticiário, que um eventual reajuste do Fistel está no radar do governo. Seria uma das formas de aumentar no curto prazo a arrecadação do Governo Federal. A manifestação, que desta vez não veio acompanhada de nenhum número específico, já disparou uma série de reuniões que devem acontecer nos próximos dias entre representantes das empresas e a área econômica do governo, a exemplo do que aconteceu em 2015, quando uma iniciativa semelhante foi revertida nos últimos momentos.

Na ocasião, o governo projetava um reajuste de 189% no Fistel, cuja tabela não foi corrigida pela inflação, ainda que a arrecadação tenha crescido enormemente com a ampliação da base. Em 2015, a correção proposta elevaria, por exemplo, a taxa paga anualmente por cada linha móvel de R$ 13,4 para R$ 38,7, com impacto de pelo menos R$ 5 bilhões anuais para as empresas de telecomunicações.

A Anatel já disse ao planejamento que um aumento de carga tributária seria terrível para a recuperação da expansão do setor, que há quase dois anos vem perdendo base em quase todos os serviços, exceto banda larga. Para as empresas, a frente de batalha é ainda mais preocupante pois já havia um movimento do Governo Federal de aumentar PIS e Cofins do setor, fora os reajustes de ICMS ocorridos em 2016. A argumentação é que, além da perda de investimentos e redução da base, o aumento do Fistel traria pesadas perdas para os Estados pela perda de arrecadação de ICMS.

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