Os três pilares essenciais de adequação à LGPD

lgpd_4.jpg03/08/2020 - Todas as empresas, sejam públicas ou privadas, devem se adequar à lei.

A Lei Geral de Proteção de Dados entra em vigor em Agosto de 2020, porém, os artigos que tratam das sanções entrarão em vigor em janeiro/2021, até lá todas as empresas devem estar em conformidade com a LGPD. O objetivo desta é proteger todos os dados pessoais que são utilizados, tanto no meio físico como no digital, e garantir total privacidade.

Os dados como, nome, idade, e-mail, endereço e data de nascimento entram na LGPD, assim como, dados de saúde, vida sexual, etnias e raças, políticos, religiosos e ou filosóficos. Aqueles que não entram na lei são os que tem exclusivamente fins jornalísticos, de segurança pública, acadêmicos, artísticos, de defesa nacional e infrações penais.

Bruno Faigle, Advogado Sênior da Lima & Vilani Advogados Associados, explica, "Da parte das empresas, essas devem ser transparentes no tratamento e utilização dos dados. Da parte dos titulares, estes devem confirmar a utilização dos dados e os manter sempre atualizados".

Então, as empresas deverão se basear em três pilares:

- Uma governança aprimorada acerca de todos os dados, gerenciamento de funções e funcionários;
- Estar em dia com todas as tecnologias que serão utilizadas nesse processo, bem como, obter profissionais para o pleno desenvolvimento desta questão;
- Manter em dia a conformidade documental, procurar um profissional da área jurídica será necessário para que a empresa entenda a Lei e não tenha que pagar multas futuramente.

Para que a LGPD seja incluída na empresa de forma excelente, está também deve revisar todas as suas políticas de proteção, capacitar colaboradores, mapear os processos da empresa que envolvam o manejo de dados, validar as bases legais sobre os processos existentes, revisar os contratos com fornecedores e terceirizados que possuam dados da empresa, assim como, criar uma Cultura de Segurança nos negócios e implementar as tecnologias adequadas.

Sendo assim, "A empresa que já está procurando se adequar neste momento, garantirá sucesso mais pra frente, e os profissionais que estão se especializando na LGPD já estão sendo extremamente valorizados no mercado", finaliza o Advogado.

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5G: uma revolução na vida urbana e nos negócios

5G_b.jpg*Por Michele Liguoro
21/07/2020 - Antes da pandemia da Covid-19, o mundo já estava orientado a uma ótica voltada à adoção da Transformação Digital, mas com uma velocidade menor. É fato que a crise de saúde pública mundial acelerou o processo de digitalização. Mas, o potencial de novos negócios gerados em decorrência do Coronavírus só vai ganhar força com um novo padrão de internet: o 5G. Podemos dizer que a tecnologia de quinta geração suportará, com velocidade, as inovações e novidades trazidas, mudando, definitivamente, o nosso modo de pensar em novas tecnologias.

O 5G como padrão para internet móvel irá mudar completamente o que vivemos nas etapas anteriores. No passado, o 2G permitiu o envio de SMS e e-mails sem a necessidade de um computador. Já o 3G endereçou o compartilhamento de fotos e vídeos. E, em seguida, o 4G – geração que vivemos até hoje – possibilitou um ganho de velocidade sem precedentes, permitindo a realização de atividades on-line e, ou, o download de arquivos com agilidade. Já a tecnologia de quinta geração (5G), que possui uma velocidade considerada 20 vezes maior que o 4G, permitirá uma sociedade ultra conectada, fomentando diretamente novos modelos de negócios e permitindo estabelecer uma nova relação entre a tecnologia e as pessoas.

Graças à sua característica técnica, que vai além das funções tradicionais de telefonia e conexão móvel, a principal vantagem do 5G será sustentar o uso exponencial de tecnologias como IoT (do inglês, Internet das Coisas), Realidade Virtual e Inteligência Artificial e, com isso, possibilitar o desenvolvimento das Smart Cities e da oferta de serviços com um milhão de equipamentos conectados por metro quadrados, menos de 10 milissegundos de latência, entre outras novidades.

Com a sociedade mais conectada, o 5G fomentará, sobretudo, a melhoria da qualidade de vida urbana com casas conectadas, carros autônomos, drones para serviços de entregas, delivery automatizado enquanto acelerador de atividades que podem ser desenvolvidas em casa, melhor qualidade de vídeo para serviços de atendimento a partir de qualquer localidade, gerenciamento de tráfego e segurança em tempo real e uso massivo de inteligência artificial para acelerar análises dos dados e traçar decisões e, ou, tendências de comportamento, entre outros.

O 5G é a premissa para que, de fato, as Smart Cities saiam do papel. Como podemos imaginar, por exemplo, eliminar o congestionamento de tráfego, se a troca de dados entre os agentes móveis é congestionada? Como os carros autodirigidos, outra inovação esperada para o futuro, podem trocar informações em tempo real entre si ou entre dispositivos móveis de pedestres, evitando possíveis colisões?

Enquanto em alguns países da Ásia, Europa e cidades dos Estados Unidos a internet 5G já está sendo implantada, no Brasil o tema segue em discussão. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) prevê o leilão das redes 5G para o final de 2020, prazo que tem gerado expectativas e confiança de que a tecnologia não vai demorar a se estabelecer no Brasil. Em contrapartida, o Annual Internet Report de 2020, publicado pela Cisco, projeta que o Brasil deve chegar a 2023 com apenas 6% das conexões com 5G.

Mesmo com a prevalência do 4G, o primeiro passo já foi dado - a proposta para o edital de leilão da nova frequência. Somado a isso, a partir de agora, as prestadoras de telefonia poderão implantar redes com a tecnologia 5G utilizando equipamentos que operam nas faixas que elas já utilizam (4G, 3G, 2G e TDMS) desde que os produtos atendam aos requisitos publicados pela Anatel. A propósito, todas as grandes operadoras de telecomunicações do Brasil já têm cidades de teste com cobertura 5G e os relatórios dos resultados alcançados até agora são realmente contundentes.

A consciência de que esta nova geração irá possibilitar, definitivamente, a melhoria da relação entre as cidades e as pessoas, além da aceleração da adoção de soluções inovadoras e disruptivas, servindo como uma fonte de inspiração para novos e inimagináveis modelos de negócio, representa uma alternativa muito importante, se não a mais esperada, para suportar aos avanços tecnológicos obtidos com a Transformação Digital. Uma nova revolução tecnológica está começando!

*Michele Liguoro é sales director da Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e consultoria especializada em Transformação Digital

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Agência aprimora coletas de dados setoriais

anatel_mobile.jpg13/07/2020 - A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou ajustes nas coletas de dados setoriais de "Acessos" do serviço de telefonia móvel (Serviço Móvel Pessoal – SMP) e instituiu a coleta periódica de um conjunto de dados econômico-financeiros das concessionárias e de todas as prestadoras de serviços de telecomunicações que não se enquadram na definição de Prestador de Pequeno Porte (PPP). As novas regras passam a valer 180 dias a partir da publicação dos despachos.

Os ajustes na coleta de "Acessos" do SMP, bem como a instituição da coleta de dados econômico-financeiros das concessionárias e das prestadoras que não se enquadram na definição de PPP estão em sintonia com a evolução da postura da Agência rumo a uma maior transparência relativa às regras associadas à coleta de dados setoriais, alinhada ao aumento da eficiência na gestão, bem como à racionalização dos processos de captação dos dados.

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Transformação das operadoras de telecom pós-covid

anatel_precos.jpg*Por Ricardo Bonora
07/07/2020 - Falar em operadoras de telecomunicações ainda é, quase sempre, sinônimo de pensar automaticamente em dois fatores principais: pacote de dados para a internet, provedoras de sinal e, em menor grau, pacotes de voz. Todos esses serviços são extremamente úteis e valiosos na sociedade atual – haja vista a dependência da conexão com a internet para realizar qualquer tipo de trabalho em home office, por exemplo – mas a margem de crescimento atual para esse tipo de serviço já começa a se tornar mais baixa do que o desejado para operadoras que ainda buscam crescer vertiginosamente nos próximos anos.

Do surgimento dos celulares à popularidade da TV a cabo, chegando à fibra ótica e avanços do 5G, a oferta dessas companhias migrou ao longo do tempo – mas nunca exigiu tanta criatividade e dedicação para enfrentar o cenário radicalmente diferente que está por vir. Numa era pós-COVID, com consumidores cada vez mais habituados a realizar todo tipo de tarefa e interação on-line, oferecer apenas dados é apenas a ponta do iceberg em termos de oferta aos consumidores. De fato, o confinamento pelo COVID causou uma demanda massiva dos recursos das operadoras devido ao aumento do trabalho remoto, à maior utilização dos recursos de formação online e às aplicações de comunicações pessoais como serviços de mensagens, videoconferência e redes sociais, cujo tráfego alcançou históricos recorde. Além disso, as plataformas de distribuição de conteúdo tiveram um incremento significativo de usuários.

Diante desse cenário, o que fazer? Qual o melhor caminho a seguir? Diversificar é a palavra. E as operadoras já vislumbram como podem obter mais receita a partir da fatia de mercado que atingiram com sua oferta tradicional. Nesse sentido, é possível identificar uma gama de caminhos a seguir, como o uso de IOT por empresas de diversos segmentos para melhorar a gestão dos equipamentos remotos, a cibersegurança, a análise avançada de big data, entre outros.

Em relação ao primeiro, a ideia seria fomentar um ambiente para gerar novos modelos de negócio a partir de parcerias, tornando mais robusta e inteligente a divulgação de conteúdo por parte de emissoras e OTTs.

Enquanto isso, outra abordagem que está na mira das operadoras é a de se tornarem entidades financeiras, configurando um modelo de negócio pelo qual poderão oferecer uma vasta gama de serviços, como meios de pagamento, financiamento de seus próprios produtos e empréstimos aos clientes, por citar algumas possibilidades. Para o sucesso deste novo modelo, as operadoras devem se valer dos benefícios da digitalização e o uso de avançados recursos tecnológicos, capazes de explorar todo o potencial da ampla base dados que o setor conquistou ao longo dos anos.

É claro que ainda existem barreiras (especialmente regulatórias) a serem superadas, mas as companhias entendem que é um desafio de médio prazo e que pode gerar ganhos significativos se cumprido com excelência.

É fundamental lembrar que não se trata de um trabalho de curtíssimo prazo. Algumas companhias já vêm se preparando para esse novo cenário com bancos de dados cada vez melhores, investimento em big data e alternativas para trazer o 5G para o país, cujo desenvolvimento multiplicará o volume de dados coletados, o que poderá facilitar a colaboração entre setores, tanto públicos como privados, e propiciar o desenvolvimento de novos serviços verticais. Além disso, a transformação para a virtualização de redes e o uso de cloud em entornos colaborativos, permitirá flexibilizar e otimizar o desenvolvimento de novos serviços, assim como encurtar o time to market de seu lançamento. Definitivamente, é primordial para as operadoras tirarem proveito da conectividade, articulando novas fontes de receitas baseadas na governança de dados até agora não capitalizadas. Também, será necessário realizar investimentos em cibersegurança com o objetivo de securitizar as comunicações no novo contexto atual. É sempre bom lembrar que isso vai exigir parceiros cada vez mais alinhados com as tendências e especializados no que a tecnologia oferece de mais novo continuamente.

A recompensa por estar atento é fundamental. Se a era da voz perdeu força nos anos 2000, é provável que a era dos dados precise de suporte para ganhar corpo durante os próximos anos. É mais uma prova de que a transformação digital atinge todas as áreas e provoca cada vez mais sinergias entre todos os setores para proporcionar serviços de qualidade aos cidadãos. As operadoras deverão continuar investindo em infraestruturas de rede e em sua operação, tanto para enfrentar a nova normalidade na qual a demanda massiva de serviços seguirá acontecendo, como em respostas a eventuais instabilidades e novas pandemias. O trabalho remoto e a formação acadêmica online chegaram para ficar, supondo um incremento notável do tráfego nas redes. É preciso estar atento para conseguir se diferenciar de forma positiva em meio a esse cenário durante os próximos anos. As companhias do setor que sejam capazes de tirar o máximo benefício de seus processos de transformação digital para se adaptarem a essa nova normalidade, estarão preparadas para enfrentar os novos desafios e liderar o mercado.

*Ricardo Bonora, head Cone Sul de Telecom e Mídia da Minsait, uma empresa Indra

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Como operar pequenos satélites radioamadores

anatel_satelite_radioamadores_2.jpg03/06/2020 - A Anatel publicou nova página no portal dedicada aos interessados em operar Pequenos Satélites Radioamadores. Segundo a Agência, a tendência é de ampliar o número desses equipamentos, a partir dos custos reduzidos de fabricação e de lançamento.

A nova página é um guia aos interessados, principalmente instituições de ensino e de pesquisa, na obtenção da autorização necessária para operar os Pequenos Satélites Radioamadores. Estão disponíveis o manual com orientações sobre requisitos regulatórios e os formulários necessários para submeter a rede de satélite à União Internacional de Telecomunicações (UIT).

Para autorizar o uso de Pequenos Satélites Radioamadores, é preciso cumprir:

· Procedimentos nacionais: envolvem somente a Anatel e incluem a necessidade de Certificado de Operador de Estação de Radioamador (COER), autorização de serviço e licenciamento de estação terrena. Os procedimentos estão descritos no Manual disponibilizado, assim como as taxas relativas a Autorização de Serviço, Direito de Uso de Radiofrequência (PPDUR) e Taxa de Fiscalização de Instalação (TFI).

· Procedimentos internacionais: aplicáveis somente em casos de satélites radioamadores brasileiros, envolvem órgãos como Anatel, UIT e a Agência Espacial Brasileira. Não há taxas específicas para os procedimentos internacionais realizados por estes órgãos, desde que as características da rede brasileira se enquadrem no escopo definido pela UIT para o serviço radioamador por satélite.

O Brasil possui seis registros ativos de satélites não geoestacionários do tipo radioamador. O mais recente a entrar em órbita foi o Floripasat-1, da Universidade Federal de Santa Catarina, no final de 2019.

https://www.anatel.gov.br/setorregulado/pequenos-satelites

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Eis como evitar prejuízos no downtime da rede

luis_aris_paessler.jpg*Por Luis Aris
12/06/2020 - A economia digital só acontece quando a infraestrutura digital funciona de forma azeitada, com performance e confiabilidade. Toda rede é, por definição, um ambiente complexo, formado em parte por recursos internos de diferentes vendors e gerações, e cada vez mais conectada à nuvem.

Sem visibilidade sobre esse universo, o negócio pode parar. Pesquisa do Gartner indica que o prejuízo médio, por minuto, causado por downtime é da ordem de US$ 5.600 ou R$ 28.000,00. Chega-se a esse valor somando perdas em vendas, perdas em produtividade, o custo para recuperar o sistema e ainda custos intangíveis – muitas vezes de valor da marca – causados pelo downtime.

Os administradores de rede estão bem familiarizados com essa equação.

Para tentar aferir quais são os problemas que mais afetam a continuidade dos negócios, a Paessler fez uma pesquisa (entrevistas) com centenas de administradores de redes de todo o mundo.

Veja abaixo os 5 principais desafios mencionados pelos executivos entrevistados:

1: Problemas de conectividade de rede

Independentemente de como os dispositivos estejam conectados a uma rede, é necessário garantir que eles estejam operacionais. Muitas vezes são os usuários que informam, por exemplo, que não é mais possível acessar um servidor ou que nenhum dado está sendo recebido. Com o sensor correto, é possível saber que um dispositivo está inatingível, além de conseguir uma visão geral do tempo de disponibilidade (uptime) de cada dispositivo.

As redes são uma parte crucial da infraestrutura de qualquer empresa. Se você monitorar constantemente o desempenho da rede, será capaz de reagir a muitos problemas antes de os usuários ou clientes sequer perceberem o problema.
Há diferentes tipos de sensores capazes de verificar a disponibilidade e o desempenho da rede. Isso inclui sensores que monitoram os parâmetros básicos de sua rede e sensores que monitoram o status dos componentes de hardware, incluindo dispositivos IoT.

2: Gargalos de largura de banda

Problemas de largura de banda não apenas causam acesso lento a bases de dados e servidores de arquivos, mas, também podem provocar downtimes. Uma certa quantidade de largura de banda precisa estar disponível, especialmente para aplicações que trabalham com arquivos grandes, para que a aplicação ofereça uma boa UX. Quando se utiliza VoIP, é ainda mais importante ter suficiente largura de banda. Quando a largura de banda não é suficiente, acontecem imediatamente falhas na entrega de arquivos de imagem e voz. Diferentes sensores de largura de banda ajudam o gestor a encontrar gargalos em sua rede e resolvê-los.

Isso inclui sensores que analisam a largura de banda de sua rede e sensores que monitoram a Qualidade de Serviço (QoS) em uma rede, medindo todos os parâmetros de rede relevantes para VoIP.

3: Falta de espaço em servidor

A falta de espaço de armazenamento de dados em um servidor faz o servidor funcionar com extrema lentidão ou, até mesmo, parar de funcionar. Em alguns casos, nem é mais possível efetuar logon. A capacidade do disco rígido diminui por motivos desconhecidos. Diversos sensores de armazenamento e de servidor de arquivos remediam o problema. Há sensores que informam se o espaço de armazenamento disponível está sendo consumido de maneira incomumente rápida. Isso permite que o administrador atue, evitando o downtime. Os sensores que fazem esse trabalho são compatíveis com tecnologias como NetApp, Dell e HPE, entre diversos fornecedores do mercado.

4: Violações de segurança

As violações de segurança devem receber a maior atenção, o mais rapidamente possível. É aqui que os maiores perigos costumam surgir! Por isso, muitas empresas usam câmeras de vigilância e controles de acesso. Quem, porém, monitora a estação de vigilância? Existem soluções específicas para monitorar o seu ambiente de CCTV. Adicionalmente, você pode criar um painel de controle onde possa ter, por exemplo, uma visão geral da imagem ao vivo das câmeras mais críticas.

A transformação digital está trazendo mais equipamentos, como dispositivos de CCTV, para as nossas redes. Se essa rede intrincada de dispositivos e sistemas cair, grandes problemas poderão ocorrer.

Um sistema central que monitore tanto os equipamentos clássicos de TI como os de CCTV reduz o tempo necessário para encontrar problemas na rede, caso algo errado aconteça.

5: Problemas com ISPs

Nada é mais irritante do que quando a conexão com o seu ISP (Internet Service Provider) se torna indisponível. Em um caso assim, não somente páginas da web deixam de poder ser acessadas, mas também o acesso a recursos da rede a partir de, por exemplo, locais remotos é impossibilitado. Ou seja, um quadro crítico num momento como o atual, de pandemia.

A falta de conexão com o ISP pode derrubar lojas virtuais, o que significa perdas financeiras e clientes insatisfeitos. Plataformas com diversos sensores HTTP podem informar o gestor de TI se páginas da web externas ou internas estão disponíveis e quanto tempo é necessário para carregá-las totalmente. É possível concluir rapidamente se é um problema seletivo ou até mesmo uma falha na conexão com a Internet.

Quem sofre um downtime paga caro por isso.

Uma forma de evitar isso e garantir a continuidade dos negócios é utilizar sensores para monitorar a rede. A crescente digitalização da economia, no entanto, exige que a plataforma de monitoração esteja sempre em expansão, com novos sensores sendo disponibilizados constantemente. Só assim será possível manter, sob os olhos do administrador de rede, todo a infraestrutura que suporta o negócio.

* Luis Arís é Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Paessler América Latina

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