PayPal lança app piloto para compras no Brasil

mobilidade/pay_pal.jpg24/10/2013 – O usuário precisa realizar o check-in no estabelecimento em que deseja consumir, escolher o produto e, em poucos passos, estará apto a confirmar o pagamento. Com isso, o consumidor não precisa se preocupar em ter a sua carteira, dinheiro ou cartão de crédito para comprar. Após esta confirmação, o usuário PayPal recebe um alerta no dispositivo móvel e um e-mail com os detalhes da transação.

O consumidor poderá efetuar a compra com PayPal usando o cartão de crédito cadastrado em sua conta PayPal. Ao todo, milhares de cafeterias, restaurantes e lojas da Austrália, Canadá, Estados Unidos, Hong Kong, Japão e Reino Unido já promovem esta experiência de compra ao consumidor, e no Brasil, o piloto está sendo realizado na loja conceito da rede Suplicy Cafés Especiais, no bairro do Jardins (SP).

Quando à época do lançamento ao público, o aplicativo terá também uma aba chamada "Compras", em que os clientes poderão encontrar facilmente lojas e restaurantes próximos que aceitam o PayPal. "Com este piloto nosso objetivo é entender melhor o comportamento de compra do consumidor com o aplicativo no ponto de venda para ajustarmos a experiência e direcionarmos a construção de uma rede de aceitação robusta e relevante", explica Mario Mello, diretor geral do PayPal na América Latina.

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Previsões para o mercado de tecnologia em 2020

mundo_digital.jpg24/10/2013 - Palestra principal de abertura acontecerá no dia 5 de novembro, às 9h15, no Sheraton WTC Hotel; Faltam duas semanas para o evento.

Nos dias 4 a 7 de novembro, o Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, reunirá cerca de 1.500 participantes em seu mais importante evento, o Symposium ITxpo 2013, que acontecerá no Sheraton São Paulo WTC Hotel. As principais previsões e análises sobre o futuro da tecnologia, e como as empresas conseguirão liderar na era da economia industrial digital, serão temas de debate e de palestras a serem ministradas por mais de 40 analistas internacionais do Gartner.


A palestra de abertura "Liderando o Mundo Digital" ocorrerá no dia 5 de novembro (terça-feira) e contará com a participação dos analistas Betsy Burton, Cassio Dreyfuss, Tom Scholtz e Val Sribar. Na ocasião, os palestrantes farão previsões e comentarão como estará o mercado de tecnologia em 2020 no Brasil e na América Latina.


O Gartner Symposium ITxpo 2013 também trará palestrantes convidados. Max Gehringer, apresentador, administrador e autor, terá uma sessão no dia 7 de novembro (quinta-feira), às 16h30, voltada ao tema "Qual é o caminho que os profissionais de TI brasileiros estão preparados para reivindicar posições de alto nível". Geralmente, os profissionais são muito bons tecnicamente, mas não possuem a perspicácia de negócios e o estilo de relacionamento necessários para ocuparem altos cargos no setor.


Silvio Meira, PhD em Ciências da Computação e cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R), participará de palestra no dia 6 de novembro (quarta-feira), às 17h, sobre os desafios pessoais e profissionais no Brasil para ter sucesso nas iniciativas de inovação das empresas.


As inscrições para o evento podem ser feitas pelos telefones (11) 5632-3109 | 0800-7441440, ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. Saiba mais em www.gartner.com/br/symposium.

ANOTE EM SUA AGENDA – Gartner Symposium/ITxpo 2013
Site: www.gartner.com/br/symposium
Datas: 4 a 7 de novembro
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Avenida das Nações Unidas, nº 12.551

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'Hackatona do Ônibus': inscrições terminam hoje, 18

hackers.jpg18/10/2013 - Hacktona é a versão nacional de "Hackathon" – terminologia da língua inglesa que significa "maratona hacker", isto é, um período de esforço concentrado em que programadores, pesquisadores e outros interessados se dedicam ao desenvolvimento de softwares, aplicativos e outros tipos de soluções.

Programadores, pesquisadores e profissionais interessados em desenvolver softwares e aplicativos digitais sobre transporte público poderão se inscrever para a 'Hackatona do Ônibus' até esta sexta-feira (18).


A maratona hacker, que acontecerá nos dia 26 e 27 de outubro, como encerramento do evento São Paulo Aberta, irá premiar os três melhores projetos, entre dez selecionados, com oito, quatro e três mil reais. A iniciativa é uma parceria da Controladoria Geral do Município (CGM), da SPTrans e da Fundação Getúlio Vargas.

As inscrições são gratuitas, livres para grupos de até cinco pessoas e podem ser feitas pelo site do evento. Interesse público, monitoramento participativo, criatividade e qualidade técnica serão os critérios adotados para julgamento dos projetos. Até as 18h desta quinta-feira (17), oito grupos somando 19 participantes efetuaram a inscrição. Os inscritos podem usar como base para as ferramentas digitais os dados da SPTrans e uma lista de desafios, construída a partir das demandas e necessidades dos usuários de ônibus da capital. O objetivo da criação de ferramentas na 'Hackatona do Ônibus' é melhorar a mobilidade urbana, além de reforçar a divulgação de dados da atual gestão e estimular o desenvolvimento de aplicações que melhorem a prestação de serviços públicos.

Entre os desafios propostos na lista estão a demanda de passageiros por linha (qual o total de passageiros por veículo em cada uma das linhas da cidade e em quais áreas são encontradas superlotação), localização dos pontos de ônibus, velocidade dos ônibus (como calcular a velocidade de um ônibus de um ponto ao seguinte e o tempo de parada), entre outros.

Para fazer a inscrição para a 'Hackatona do Ônibus' e obter mais informações sobre a competição, acesse o site http://www.saopauloaberta.com.br/#hackatona

Confira a programação completa do São Paulo Aberta no site http://www.saopauloaberta.com.br/#programacao

Para participar do São Paulo Aberta, os interessados devem se inscrever pelo site do evento - http://www.saopauloaberta.com.br/#inscreva

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Cisco: tráfego global em nuvem deverá crescer

15/10/2013 - 2013 – A terceira edição do Índice Global de Nuvem da Cisco publicado hoje, (15) prevê que o tráfego global em nuvem deve crescer 4.5 vezes, de 1.2 zettabytes em 2012 para 5.3 zettabytes em 2017. Pela taxa de crescimento anual composto (CAGR no acrônimo em inglês) será uma elevação de 35%. De acordo com o estudo, o tráfego geral mundial em data centers vai crescer três vezes e alcançar um total de 7.7 zettabytes em 2017.

Um zettabyte equivale a um bilhão de terabytes. Para contextualizar, 7.7 zettabytes são equivalentes a:

• 107 trilhões de horas em stream de músicas – Cerca de um ano e meio de música contínua por stream para a população mundial em 2017.

• 19 trilhões de horas em web conferências de negócios – Aproximadamente 14 horas diárias de web conferências de negócios para todos os trabalhadores do mundo em 2017.
• 8 trilhões de horas de transmissão de vídeo de alta definição on-line - Cerca de duas horas e meia diárias de vídeos em alta definição por streaming para a população global em 2017.

Aproximadamente 17% do tráfego serão alimentados por usuários finais acessando nuvem para navegar na web, fazer streaming de vídeos, colaboração e uso de dispositivos conectados que compõem a Internet de Todas as Coisas (IoE – Internet of Everything), ou seja, a conexão de rede entre pessoas, dados, processos e coisas.


Outra parte do tráfego de data centers não é causada diretamente por usuários finais, mas por data centers e cargas de processamento de computação em nuvem usadas em atividades que são virtualmente invisíveis aos indivíduos. No período de 2012 a 2017, a Cisco projeta que 7% do tráfego de data center serão gerados entre data centers impulsionados principalmente pela replicação de dados e atualizações de sistema e software. Um adicional de 76% do tráfego em data centers vai permanecer dentro dos próprios data centers, e será gerado em grande parte por armazenamento de dados, produção e desenvolvimento em ambientes virtualizados.


"Pessoas de todo o mundo continuam a exigir a capacidade de acessar conteúdo pessoal, negócios e entretenimento em qualquer lugar em qualquer dispositivo, e cada transação em um ambiente de nuvem virtualizado pode causar efeitos em cascata na rede", afirma Doug Merritt, vice-presidente sênior de Marketing de produtos e soluções da Cisco. "Devido a esta tendência contínua, estamos vendo um enorme aumento na quantidade de tráfego de nuvem dentro, entre e além dos data centers ao longo dos próximos quatro anos."


De uma perspectiva regional, o Índice Global de Nuvem da Cisco prevê que, durante 2017, o Oriente Médio e a África terão a maior taxa de crescimento em tráfego na nuvem (57% na taxa de crescimento anual composto), seguidos de Ásia (43%) e Europa Central e Oriental (36%).

Visão geral:

• O Índice Global de Nuvem da Cisco (2012–2017) foi desenvolvido para estimar o crescimento e as tendências do tráfego global de data center e cloud baseado em IP. Este índice serve como um complemento a outros estudos de tráfego de rede existentes, fornecendo novas informações e visibilidade para as tendências emergentes que afetam data centers e arquiteturas em nuvem. A previsão ganha ainda mais importância diante da intrínseca conectividade dos data centers com a oferta de serviços na nuvem.

• O estudo inclui uma previsão de "transição de carga de processamento" de data centers tradicionais para servidores em nuvem mais virtualizados.
• A previsão também inclui um suplemento de Detalhamento Regional de Facilidade de Acesso à Nuvem, que examina as habilidades fixas e móveis de cada região (de cerca de 150 países) para apoiar negócios e aplicações e serviços de computação em nuvem para o consumidor.
• O índice é gerado a partir de uma modelagem e análise de diversas fontes primárias e secundárias, incluindo 40 terabytes de tráfego mensal da amostra a partir de uma variedade de data centers globais ao longo do ano passado, resultados de mais de 90 milhões de testes de rede e relatórios de pesquisas de mercado realizadas por terceiros.

Principais destaques:

O crescimento do tráfego de data center aumentará três vezes até 2017 – A Cisco prevê que o tráfego de data center global vai triplicar de 2,6 zettabytes em 2012 para 7,7 zettabytes por ano em 2017, representando um CAGR de 25%.

O tráfego global de cloud crescerá mais rápido do que todo o tráfego global de data center - A transição para os serviços em nuvem impulsionando o tráfego de nuvem global em uma taxa de crescimento maior do que o tráfego de data center global. O tráfego de data center global vai crescer três vezes (CAGR de 25% ) 2012-2017 , enquanto o tráfego de nuvem global vai crescer 4,5 vezes (CAGR de 35% ) em relação ao mesmo período.

O tráfego de nuvem global será responsável por mais de dois terços do tráfego de data center total global - Globalmente , o tráfego de cloud crescerá de 46% do total do tráfego de data center (98 exabytes por mês ou 1,2 zettabytes por ano ) do total do tráfego de data center em 2012 a 69% do tráfego total de data centers ( 443 exabytes por mês ou 5,3 zettabytes por ano ) de tráfego total de data centers em 2017.

Crescimento do tráfego na nuvem por região: o Oriente Médio e a África terão a maior taxa de crescimento do tráfego em nuvem a partir de 2012 – 2017: O Índice Global de Nuvem da Cisco agora inclui dados de previsão regionais para crescimento do tráfego em nuvem.

Em 2012, a América do Norte gerou mais tráfego em nuvem (469 exabytes por ano), seguida pela região Ásia-Pacífico (319 exabytes por ano) e Europa Ocidental (225 exabytes por ano).
Até 2017, a América do Norte vai gerar mais tráfego em nuvem (1.886 zettabytes por ano), seguida por Ásia-Pacífico (1,876 zettabytes por ano) e Europa Ocidental (770 exabytes por ano).

Transições de carga de processamento: de 2012 a 2017, as cargas de processamento de data centers crescerão 2,3 vezes; as cargas de processamento em nuvem crescerão 3,7 vezes – Em 2012, 39% da carga de processamento foi processada na nuvem, com 61% em data centers convencionais.

2014 será o primeiro ano em que a maior parte da carga de processamento será transferida para a nuvem; 51% de toda a carga serão processada em nuvem, contra 49% em espaços tradicionais de TI.
Até 2017, aproximadamente dois terços ou 63% das cargas de processamento serão processadas em data centers na nuvem; 37% em data centers convencionais.
A relação de cargas de processamento de servidor em nuvem não-virtualizado crescerá de 6,5 em 2012 para 16,7 até 2017. Comparativamente, a relação de cargas de processamento de servidores de data centers tradicionais não-virtualizados crescerá de 1,7 em 2012 para 2,3 até 2017.

Crescimento da carga de processamento por região: Até 2017, a América do Norte terá processado a maior parte da carga de processamento na nuvem, seguida pela Ásia-Pacífico: O Índice Global de Nuvem da Cisco agora oferece dados de previsão regionais para crescimento da carga de processamento.

Em 2012, a América do Norte teve o maior volume de cargas de processamento em nuvem (15,2 milhões ou 47% da carga de processamento em nuvem global), seguido pela região Ásia-Pacífico, que teve 6,8 milhões ou 21% das cargas de processamento globais em 2012.

Até 2017, a América do Norte irá processar a maioria das cargas em nuvem (48,2 milhões ou 41% da carga de processamento em nuvem global), seguida pela região Ásia-Pacífico, que terá 36,5 milhões ou 31% das cargas de processamento globais até 2017.

De 2012 a 2017, é esperado que a região do Oriente Médio e África tenha a taxa de crescimento da carga de processamento em nuvem mais alta (45% na taxa de crescimento anual composto), seguidos por Ásia-Pacífico (40%), e Europa Central e Oriental (31%).

Globalmente, exceto no Oriente Médio, África e Ásia-Pacífico, as cargas de processamento de data centers tradicionais (ao invés de cargas de processamento em nuvem) terão crescimento de apenas um dígito entre 2012 e 2017.

Facilidade de Acesso à Nuvem:

Para avaliar a facilidade de acesso à nuvem vários atributos de rede fixa e móvel foram analisados. A velocidade e latência média e mediana de upload e download foram analisadas (este ano foi adicionado aos valores medianos para compreender a variação da facilidade de acesso à nuvem para os usuários finais dentro de cada país): Características de desempenho de rede são fornecidas em cada região geográfica: Ásia-Pacífico, Europa Central e Oriental, América Latina, Europa Ocidental, Oriente Médio e África, América do Norte e Europa Oriental. Para este estudo, foram aplicadas as seguintes amostras de categorias de aplicação:

• Aplicativos básicos na nuvem / Requisitos de rede
Velocidade de download: até 750 kbps; Velocidade de upload: até 250 kbps; Latência: Acima de 160 ms

Amostra de serviços básicos para consumo: comunicações de texto (e-mail, mensagens instantâneas), navegação na web, conteúdo pessoal (não multimídia), e-banking, único jogador em games, redes sociais (apenas texto), vídeo / streaming básico de música; Amostra de serviços básicos para negócios: comunicações de texto (e-mail, mensagens instantâneas), VoIP, web conferência
• Aplicativos intermediários na nuvem / Requisitos de rede

Velocidade de download: 751-2,500 kbps, Velocidade de upload: 251-1,000 kbps; Latência: 159-100 ms

Amostra de serviços intermediários de consumo: casa inteligente, conteúdo pessoal (multimídia), compras on-line, multi-player games, redes sociais (multimídia / interativa), vídeo / música streaming de HD, IM bate-papo de vídeo; Amostra serviços intermediários de negócios: ERP / CRM, IP audioconferência, videoconferência.

• Aplicativos avançados na nuvem / Requisitos de rede
Velocidade de download :> 2500 kbps, Velocidade de upload: Superior a 1.000 kbps; Latência: <100 ms

Amostra de serviços avançados de consumo: educação conectada, medicina conectada, chat de vídeo HD, super streaming de vídeo HD, streaming de vídeo em 3D; Amostra serviços avanaçdos de negócios: escritório virtual, conferência de áudio HD, videoconferência HD.

• O desempenho atual da rede fixa de todas as regiões pode suportar o nível intermediário de serviços da nuvem hoje.
• As redes fixas da Ásia-Pacífico, América do Norte, Europa Oriental e Central, Europa Ocidental e na América Latina podem suportar aplicações na nuvem avançadas.
• O desempenho atual da rede móvel de todas as regiões pode suportar alguns níveis de serviços da nuvem hoje.
• As redes móveis da Ásia-Pacífico, Oriente Médio e África e América Latina podem suportar aplicações básicas na nuvem.
• O desempenho médio das redes móveis da Europa Central e Oriental, América do Norte e Europa Ocidental pode suportar aplicações intermediárias na nuvem.

• A maioria das regiões tem alguns países em anexo com resultados de desempenho de rede fixa e móvel que são superiores à média de facilidades de acesso à nuvem em sua própria região. Por exemplo, as redes móveis de países como Hong Kong e Cingapura na Ásia-Pacífico, e Emirados Árabes, no Oriente Médio que podem suportar aplicações de cloud avançadas.

* O uso concomitante de múltiplas aplicações requer capacidades de desempenho de rede ainda mais elevadas do que os requisitos para o apoio de aplicações individuais mostrados acima. Requisitos para aplicações simultâneas são abordados no Cisco Global de Nuvem Índice de Previsão e Metodologia, 2012 - 2017.

In Press Porter Novelli

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Call center da Anatel pode ser pago pelas teles

Teletime
11/10/2013 - Já que os consumidores insatisfeitos com os serviços procuram a Anatel porque não conseguiram resolver seus problemas com a prestadora, a agência está avaliando a possibilidade de transferir o custo do seu call center para as empresas.

"Estamos discutindo que o custo do nosso call center seja repassado para as empresas, já que o nosso atendimento é fruto da incapacidade das empresas em resolver os problemas", disse o presidente da Anatel, João Rezende, em audiência nesta quarta, (9), no Senado Federal.


O call center da Anatel goza de uma excelente reputação junto aos usuários. Isso porque as empresas se esforçam para resolver as demandas que chegam até lá, uma vez que as queixas não resolvidas têm impacto nos indicadores de atendimento usados pela agência. A Anatel gasta por ano aproximadamente R$ 20 milhões com o seu call center.

Outra iniciativa que deve ser implementada pela agência, essa no âmbito do Regulamento de

Atendimento, Oferta e Cobrança (RACO), é o cancelamento automático dos serviços. Rezende explicou que as empresas terão de disponibilizar uma opção no call center para cancelar o serviço sem precisar falar com o atendente. ãs operadoras, contudo, será permitido um contato posterior com o usuário para oferecer opções de retenção, explicar sobre eventuais contratos de fidelidade ou oferecer planos mais vantajosos.

O cancelamento automático foi uma alternativa pensada para driblar os obstáculos que as empresas colocam quando o usuário chama o call center com o objetivo de cancelar o seu contrato. "Muitas vezes o cidadão não consegue cancelar o seu contrato", constata Rezende.

Veja mais:
http://www.teletime.com.br/09/10/2013/call-center-da-anatel-podera-ser-custeado-pelas-teles/tt/357699/news.aspx

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Vivo ofereçe roaming internacional 4G

02/10/2013 - O serviço, que começa a ser oferecido nesta quarta-feira (02), está disponível para os clientes de São Paulo que viajarem para os Estados Unidos, principal destino dos brasileiros no exterior.

Na próxima sexta-feira, (04), usuários de todo o Brasil terão o serviço à disposição. Serão acrescentados até o final do ano outros dez destinos – e os viajantes desses países que vierem ao Brasil poderão usufruir os serviços de roaming 4G e 3G enquanto estiverem em território nacional. Trata-se de um diferencial para receber os visitantes na Copa do Mundo e em outros eventos.

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