Telebrasil divulga Carta de Brasília

brasilia.jpg23/05/2013 - A Associação Brasileira de Empresas de Telecomunicações (Telebrasil) divulgou ontem (22) o documento que sintetiza a posição da entidade, aprovado durante o 57º Painel Telebrasil, cujo texto integral é o seguinte:

"A infraestrutura e os serviços de telecomunicações são elementos essenciais para o desenvolvimento do País. Mesmo em regiões afastadas e mais desafiadoras do ponto de vista econômico, as redes que dão suporte aos serviços avançam, apesar da falta de apoio dos fundos públicos que deveriam suportar essa expansão e com todas as dificuldades burocráticas e logísticas.

Os investimentos em telecomunicações nos últimos 15 anos foram vultosos e sustentados por recursos privados, que levaram o total de acessos de telecomunicações para mais de 346 milhões em 2013. Neste momento, o setor comemora a impressionante marca de 100 milhões de acessos de banda larga.

A expectativa é investir mais, pois os desafios são grandes com a expansão das redes ópticas, da infraestrutura de 4G, das novas tecnologias de banda larga e da modernização e melhoria de qualidade dos serviços existentes.

O que se espera do poder público são medidas simples, mas que ajudarão a agilizar e ampliar o ciclo de investimentos do setor.

E para isso é essencial:

1) Estabelecer uma regulamentação pró-investimentos, precedida de análise criteriosa dos impactos regulatórios e econômicos.

2) Garantir equilíbrio no tratamento entre serviços regulados e não regulados que trafegam sobre as redes de banda larga.

3) Assegurar um modelo sustentável de Internet que estimule os investimentos e inovação, com a possibilidade de oferta de serviços diferenciados.

4) Promover a desoneração tributária em todas as esferas de governo, para aumentar o investimento e a massificação dos serviços.

5) Liberar o uso de fundos públicos setoriais para atender regiões de menor atratividade econômica.

6) Aprovar com urgência no Congresso Nacional o projeto de Lei das Antenas, alterar legislações municipais e eliminar a burocracia que impedem a melhoria da qualidade dos serviços e o desenvolvimento das redes.

O setor de telecomunicações reafirma seu compromisso de oferecer ao Brasil serviços inovadores para promover uma sociedade cada vez mais conectada. Temos a certeza de que isso ajudará nossa economia a manter e acelerar o ciclo virtuoso de crescimento dos últimos anos, proporcionando desenvolvimento sustentável com crescente inclusão social. Brasília, 22 de maio de 2013."

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264,55 milhões de acessos móveis

mobilidade.jpg21/05/2013 - Brasil alcança 264,55 milhões de acessos móveis em abril. Segundo a Anatel, o Brasil fechou abril de 2013 com mais de 264,55 milhões de linhas ativas na telefonia móvel e teledensidade de 133,83 acessos por 100 habitantes.

Em abril, foram registradas quase 500 mil novas habilitações, o que representa um crescimento de 0,19% na base de assinantes em relação a março.

No quarto mês do ano, havia 211,22 milhões (79,84%) de acessos pré-pagos e 53,33 milhões pós-pagos (20,16%). A banda larga móvel totalizou 70,93 milhões de acessos.

A consolidação dos números mensais do serviço móvel está disponível no site da Anatel. Por meio dos diferentes relatórios, o usuário poderá realizar pesquisas e cruzamentos conforme seu interesse. Os relatórios publicados refletem os dados disponíveis em 20 de maio de 2013 e podem sofrer alterações.
Teledensidade por Unidades da Federação

A teledensidade avançou 0,12% (subiu de 133,67, em março de 2013, para 133,83, em abril de 2013). No quadro abaixo é apresentada a teledensidade do Serviço Móvel Pessoal (SMP) nas 27 Unidades da Federação e nas cinco regiões do País.

Os terminais banda larga móvel totalizaram 70,93 milhões de acessos.

O número de terminais definidos como banda larga móvel é o somatório das tecnologias WCDMA, LTE e terminais de dados banda larga (modens 3G, por exemplo). Os terminais de dados M2M (máquinas de cartões de crédito e débito habilitados nas redes das operadoras, por exemplo) não são classificados como banda larga.

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Apps agilizam o uso do iPad

Mossberg.jpgPor Walter Mossberg*

Muitos consideram que o iPad como um mero dispositivo de consumo de mídia, mas Walt Mossberg nos mostra várias suítes de aplicativos compatível com o Office da Microsoft que permitem que você seja produtivo em tablets da Apple.

Há um mito popular de que os aplicativos para iPad da Apple e outros tablets são simplesmente dispositivos de mídia de consumo, inadequados para trabalhar.

Esta semana eu testei uma variedade de suítes para o iPad para avaliar suas capacidades. Na verdade, eu escrevi e editei esta coluna inteira em um iPad usando o mais popular aplicativo de iPad pago, o processador de textos Pages da Apple por US$ 10.

Brasil atrai executivos de Telecom

09/05/2013 - Brasil, México, Canadá e Coreia do Sul estão mais atrativos para executivos de Telecom, diz pesquisa da KPMG

Um número maior de empresas de tecnologia está buscando aumentar a receita nos próximos dois anos, fora dos Estados Unidos, da China e da Índia, de acordo com os resultados da pesquisa "Panorama de negócios para a indústria de tecnologia", realizada pela KPMG com executivos do setor de tecnologia baseados nos EUA. Por outro lado, países como Brasil, México, Canadá e Coreia do Sul estão se tornando mais atrativos para eles. Ao mesmo tempo, o levantamento indica que os executivos estão cada vez mais preocupados com os custos trabalhistas e com os fabricantes de baixo custo.

Indagados sobre quais mercados geográficos terão o percentual mais alto de aumento de receita para as suas empresas nos próximos dois anos, os executivos continuam a citar os Estados Unidos e a China na maioria das vezes, mas esses números estão caindo. Por exemplo, 68% dos respondentes apontaram os Estados Unidos, mas esse percentual está abaixo dos 75% de 2012 e dos 77% de 2011. Cerca da metade dos respondentes (53%) apontou a China, com dois pontos percentuais acima dos números de 2012, mas ainda 5% abaixo dos números de 2011, enquanto 27% dos respondentes apontaram a Índia, cujos números caíram pelo segundo ano consecutivo, colocando o país na quarta posição da lista.

Um terço dos respondentes citou o Brasil como referência para o aumento de receita durante os próximos dois anos, em comparação aos 29% do ano passado, um quarto (26%) dos entrevistados citou o Canadá, 15% deles citaram o México e 14% a Coreia do Sul. Os números referentes aos três últimos países estão entre cinco e seis pontos acima dos números do ano passado, fazendo de 2013 o segundo ano consecutivo de aumento.

"Esses resultados podem ser atribuídos a uma combinação de fatores em outras localidades fora dos Estados Unidos, da China e da Índia, tais como economias em crescimento, investimento em infraestrutura, incentivos à tecnologia e a crescente adoção de tecnologias," afirma Marcelo Gavioli, sócio-líder da área de Tecnologia da KPMG. "Como já era esperado, as taxas previstas de crescimento de receita e do emprego estão estreitamente conectadas, e, dessa forma, estamos observando uma maior expectativa de emprego em diversos países que estão vivenciando um aumento de receita".

Aumento de emprego segue geograficamente o crescimento de receita

A maioria dos executivos (61%) alega que as empresas dos Estados Unidos terão a maior taxa de crescimento de emprego até 2015, mas esse número ainda está 16% abaixo do número registrado no ano passado. Já na China (49%), na Índia (48%), no Brasil (26%), no Canadá (23%), no México (21%) e na Coreia do Sul (12%), os números apresentados estão quatro pontos acima dos números observados na pesquisa feita no ano passado.

Pressões dos preços e da produção e pressões trabalhistas

Para 38% dos executivos, a pressão dos preços continua sendo a barreira mais significativa enfrentada pelas empresas de tecnologia para o crescimento no próximo ano, e 24% deles consideram os custos trabalhistas como um problema, número maior em comparação ao observado no ano passado (20%) e em 2011 (16%). Conseguir manter um controle total das tecnologias emergentes (24%) também é visto como uma barreira significativa. Além disso, a perda de participação de mercado para fabricantes de baixo custo (33%) é considerada a maior ameaça ao modelo de negócios das empresas de tecnologia.
"Os executivos do setor de tecnologia continuam otimistas com relação ao crescimento da receita, com aproximadamente 80% prevendo outro ano de maior receita para as suas empresas," diz Marcelo Gavioli, "mas eles estão cada vez mais preocupados com a pressão dos preços e dos custos e barreiras para o crescimento que nem sempre estiveram no topo da relação de suas preocupações".

Desafios políticos e regulamentares

Cerca de um terço dos respondentes alega que a incerteza política/regulamentar (31%) é a maior ameaça ao modelo de negócios de uma empresa. Seguindo esse mesmo número, um entre cada cinco executivos afirma que as pressões regulamentares e trabalhistas (22%) apresentam a maior barreira para o crescimento durante o próximo ano. Analisando quais dos seguintes itens representam o maior risco para o crescimento de suas empresas, 46% dos executivos do setor de tecnologia dizem que os cortes de gastos do precipício fiscal representam o maior risco, seguidos por 43% que acreditam que este risco seja a reforma do imposto de renda sobre pessoas jurídicas, 36% que alegam que seja a crise do Euro e 15% que afirmam que a não adoção da reforma do sistema de imigração para os trabalhadores das áreas de engenharia/tecnologia representa o maior risco.

Determinantes de receita: computação em nuvem, tecnologia móvel, dados e análise lógica
Acredita-se que a computação em nuvem e a tecnologia móvel (incluindo dispositivos móveis) serão os maiores determinantes de receita para as empresas nos próximos três anos, de acordo com 38% dos respondentes. Entre eles, cerca de 70% dizem que as receitas da computação em nuvem e da tecnologia móvel atingiram ou superaram as estimativas do ano passado.

Já quando o assunto é apenas computação em nuvem, mais da metade (57%) dos respondentes diz que suas empresas adotaram esse sistema; e enquanto algumas encontraram alguns desafios, outras não encontraram nenhum ao integrá-la em suas estratégias e operações de negócios. Esse número é maior do que o observado em respostas concedidas pelos executivos de outros nove setores (bancos de varejo, imobiliário comercial, mídia e telecomunicação, energia, alimentos e bebidas, seguros, investimento, varejo e mercados emergentes de alto crescimento) às pesquisas da KPMG. Dos executivos de tecnologia, 12% dizem que as suas empresas planejam adotar a computação em nuvem e acreditam que irão integrá-la facilmente.

Determinantes de fusões e aquisições

Cerca de dois terços dos executivos do setor de tecnologia dizem que as suas empresas provavelmente, ou muito provavelmente, estarão envolvidas, de algum modo, em fusões ou aquisições durante o próximo ano. A maioria (56%) diz que o acesso às novas tecnologias e aos produtos será novamente o determinante, seguido pelo acesso a novos mercados geográficos (39%), sinergias de produtos (37%), custos trabalhistas (23%), funcionários com novas habilidades e especialidades (21%) e pressões sobre os custos de produção (19%).

Sobre a KPMG

A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory presente em 156 países, com 152.000 profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. As firmas-membro darede KPMG são independentes entre si e afiliadas à KPMG International Cooperative ("KPMG International"), uma entidade suíça. Cada firma-membro é uma entidade legal independente e separada e descreve-se como tal.
No Brasil, a organização conta com aproximadamente 4 mil profissionais distribuídos em 20 cidades de 11 Estados e Distrito Federal.
kpmg.com/BR

Ricardo Viveiros & Associados - Oficina de Comunicação (RV&A)

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Rezende fala aos senadores

resende.jpg03/05/2013 - O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Batista Rezende, participa terça-feira da audiência pública na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado, para discutir os 15 anos da Lei Geral de Telecomunicações e a agenda regulatória para o setor no biênio 2013-2014.

Rezende deverá falar sobre a internet e explicar a nova estrutura da Anatel. No ano passado, a agência deu início a uma reestruturação administrativa e traçou diretrizes relacionadas à qualidade nos serviços regulados.

De acordo com o senador Zeze Perrela (PDT-MG), autor do requerimento para a realização da audiência, a qualidade dos serviços regulados está entre as maiores preocupações da sociedade, devido ao elevado número de reclamações feitas por usuários.

Outro ponto prioritário é a Lei Geral de Telecomunicações, de 1997. Zeze Perrela lembra que, nesse tempo, os avanços e novos cenários impuseram a necessidade de modernização do marco regulatório para as telecomunicações no país.

As informações são da Agência Senado.

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Funttel cobra devedores

devedores.jpg02/05/2013 - O Ministério das Comunicações enviou, em abril, 144 processos à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, cobrando devedores do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel). Segundo o secretário executivo adjunto do Funttel, Eder Alves, os processos representam uma dívida de R$ 31,5 milhões, quase cinco vezes o valor dos casos enviados à procuradoria no mês anterior.

"Todas essas empresas já haviam sido notificadas, mas não realizaram o pagamento do valor devido ao Funttel", disse o secretário. "Então, nós estamos enviando os processos à PGFN que, além de inscrever os débitos na dívida ativa da União, registrará as empresas devedoras no cadastro informativo de créditos não quitados do setor público federal (Cadin)." Alves destacou que a medida é necessária para garantir que a dívida não prescreva.

O Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações foi instituído pela Lei 10.052, de 28 de novembro de 2000, com o objetivo de estimular o processo de inovação tecnológica, incentivar a capacitação de recursos humanos, fomentar a geração de empregos e ampliar a competitividade da indústria brasileira de telecomunicações.

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