Gartner debate grandes temas

ti.jpg16/07/2013 - Entre dezenas de temas relevantes de Tecnologia da Informação (TI), um dos que mais interessa diretamente às empresas e executivos é a importância crescente da tecnologia TI para a empresa moderna. É claro que a tecnologia não é tudo, mas ninguém duvidaria hoje de que essa tecnologia tenha uma importância extraordinária, decisiva e essencial, para todas as empresas,

Sabemos todos que a tecnologia é necessária mas não suficiente. O sucesso de uma empresa depende de um conjunto de fatores, que inclui, entre outros, recursos humanos de alta qualidade, planejamento e conhecimento do cliente, uma boa filosofia de negócios, alto padrão de atendimento e boa comunicação com o mercado. Mas a minha praia aqui é discutir o papel da tecnologia da informação na vida das empresas.


Como já nos referimos em outros artigos sobre o tema, um dos conceitos mais interessantes é o do Nexus das Forças, utilizado em profundidade pelo Gartner, uma das empresas de pesquisa de maior pesquisa em TI. Esse conceito, que se aplica a dezenas de contextos e situações da vida corportativa, discute a ação simultânea de quatro forças que atuam como verdadeiras alavancas do desenvolvimento empresarial: redes sociais, mobilidade, nuvem, informação.


Vale a pena destacar, ainda que de forma sintética, o papel de cada uma dessas forças:


1. As redes sociais aproximam mais pessoas e ampliam de forma exponencial o contato humano.

2. A mobilidade alcança o consumidor onde ele estiver.

3. A nuvem armazena tudo em lugar virtual que pode ser acessado a qualquer hora e em qualquer lugar.

4. E a informação se torna disponível em volumes jamais previstos na internet e na massa de dados denominada Big Data.

Nos grandes eventos de TI, a maioria dos palestrantes debate dezenas de aspectos relevantes da atuação dessas quatro forças na vida corporativa.


A propósito, vale a pena lembrar que uma das grandes oportunidades de atualização de conhecimentos nessa área decorre da participação dos executivos e profissionais de tecnologia da informação em eventos internacionais imperdíveis do mais alto nível dedicado a esse tema.


Um desses eventos é a Conferência Arquitetura de Aplicações, Desenvolvimento e Integração 2013, que acontece nos dias 13 e 14 de agosto (terça e quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel. Os interessados podem inscrever-se e obter mais informações pelo site www.gartner.com/br/aadi ou pelo telefones (011) 3074-9724 e 3073-0625.


Temas da Conferência


A Conferência Arquitetura de Aplicações, Desenvolvimento e Integração 2013 debaterá, entre outros temas relevantes e de grande atualidade, a evolução do HTML5 e novas tecnologias da Web.


Uma das previsões do Gartner é de que, em 2016, mais de 50% dos aplicativos (apps) móveis serão produzidos com sistemas híbridos, que oferecem equilíbrio entre aplicativos da Web, baseados em HTML5 e nativos. Embora o desenvolvimento de aplicativos nativos ofereça melhor experiência aos usuários e desempenho para aplicativos móveis, a troca é, muitas vezes, um conjunto fragmentado de ferramentas de desenvolvimento ou várias versões de uma aplicação para atender a mesma necessidade, dependendo do tipo de dispositivo ou sistema operacional.


No entanto, o compromisso do HTML5, com capacidades off-line e ferramentas de animação ricas, ficou abaixo das expectativas, fazendo com que os desenvolvedores considerassem arquiteturas híbridas para aproveitar melhor as capacidades dos dispositivos móveis.


"A tendência BYOD (Traga seu próprio dispositivo, em português) e o aumento da pressão sobre as empresas para implantarem aplicativos móveis, de acordo com o perfil dos funcionários, vai levá-las a gerenciarem um portfólio de arquiteturas de aplicativos móveis, enquanto as arquiteturas híbridas serão adequadas para aplicações voltadas a funcionários", diz Van Baker, vice-presidente de pesquisas do Gartner.


Atualmente, os dispositivos móveis tornam-se um requisito para tudo. O Gartner prevê que, até o final de 2013, os telefones móveis ultrapassarão os PCs e se tornarão os mais comuns meios de acesso à Web, em todo o mundo e, em 2016, as vendas de PCs serão menores do que 50%, incluindo os tablets.


"As implicações para TI são que a era 'dominada' pelos PCs com Windows como uma única plataforma serão substituídas pela era pós-PC, na qual este sistema operacional é uma dentre a variedade de ambientes que a TI precisará dar suporte", afirma Baker.


Em paralelo, uma grande variedade de dispositivos que fornecem métodos alternativos de acesso irá se proliferar, incluindo set-top boxes (conversores), Internet TVs, entre outros. Todos exigirão o suporte dos negócios. Será necessária uma estratégia multi-dispositivo a ser integrada às aplicações e arquiteturas existentes, e não adicionada separadamente.


"Enquanto os aplicativos híbridos serão a maioria dos Apps móveis corporativos, as tecnologias Web, como HTML5, serão as linguagens mais comuns para a construção de aplicações móveis, em 2015", diz David Mitchell Smith, vice-presidente do Gartner. No entanto, os diferentes requisitos para os cenários de consumidores (B2C) e empresas (B2E) resultarão em diferentes usos das abordagens nativas, Web e híbridas.


"Recomendamos às organizações abertas ao crescimento da Web (como o desenvolvimento de aplicações híbridas) fazerem implantações para aparelhos móveis, tendo em mente que muito mais deve ser feito sem esse crescimento, após 2015. As empresas também precisam continuar com o desenvolvimento de habilidades de tecnologia na Web, encontrar os usos corretos para garantir novas tecnologias e abordagens, como HTML5, e lidar com a incerteza e velocidade do cenário dos aplicativos móveis impulsionado pelos consumidores", diz Smith.

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Brasil terá satélite em banda Ka

starone_C3.jpg02/07/2013 - Desde o dia 2 de julho, está aberto o período de contribuições para a proposta de edital de licitação para conferir quatro direitos de exploração de satélite exclusivo para as frequências da banda Ka (que cobre a faixa de 26,5 a 40 gigahertz (GHz). A principal diferença em relação à última licitação de direitos de exploração realizada pela Anatel em 2011 é o fato de que, desta vez, será permitido que o proponente escolha operar apenas a banda Ka.

No leilão de 2011, para operar na banda Ka, as empresas deveriam escolher também obrigatoriamente outra banda: C, Ku ou as chamadas bandas planejadas – que fazem parte do anexo 30, 30A e 30 B de regulamento da UIT.

"Com essa modificação, espera-se a participação de empresas que tenham interesse em ofertar capacidade espacial em satélite operando apenas nas faixas de frequências correspondentes à banda Ka", afirma em sua análise o conselheiro relator da matéria, Marcus Paolucci.

A empresa vencedora deverá prover a cobertura de 100% do território brasileiro e destinar uma capacidade mínima para atender o Brasil.

Para participar do leilão, a empresa não precisará mais adquirir o edital. Nas licitações anteriores o edital sempre esteve disponível para todos na página da Anatel, mas adquiri-lo era uma das condições para participação no certame. O objetivo era de ter conhecimento prévio das possíveis interessadas.

Com a alteração, o edital poderá ser adquirido pelas empresas que desejarem obtê-lo na forma encadernada, mas a comprovação de sua aquisição não será mais condição para participação no leilão.

A designação Ka refere-se à expressão K-above, ou em outras palavras, à banda diretamente superior à banda K.

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CPqD tem novo vice-presidente

sebastiao_sahao_junior.jpg12/07/2013 - Sebastião Sahão Junior assume, neste início de julho, o cargo de vice-presidente de Administração e Finanças do CPqD. Formado em Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) e com pós-graduação em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, o novo VP atua no CPqD desde 1986, tendo exercido diversas funções e cargos, em áreas diferentes.

Antes de assumir o novo posto, comandava a Diretoria de Laboratórios e Infraestrutura de Redes, um complexo formado por mais de 25 laboratórios - que ele ajudou a montar - que hoje realizam centenas de ensaios e testes para a indústria e instituições de diversos segmentos, além de oferecer suporte a vários projetos de desenvolvimento no setor elétrico e serviços às operadoras.

Com a promoção de Sebastião Sahão Junior, o cargo de diretor de Laboratórios e Infraestrutura de Redes passa a ser ocupado por Paulo Curado. Engenheiro mecânico formado pela Unicamp, com pós graduação em Gestão Empresarial e Gestão da Qualidade, Curado também está no CPqD desde 1986. É o presidente da Já!, empresa criada pelo CPqD para suprir demandas específicas de fabricação de equipamentos nas áreas de telecomunicações e energia.

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Serviço de dados em carros

nuvem_car.jpg08/07/2013 – Ultimamente fala-se muito dos benefícios do Big Data no trabalho e em casa, mas esquecemos de uma área onde a maioria de nós gasta bastante tempo: os nossos carros.

Mas quais os passos se deve tomar para que as montadoras melhorem o serviço de dados nos seus veículos? Segundo InformationWeek, seguem cinco sugestões para melhorar a conectividade dos automóveis.

Passo 1: Mais nuvens.

Os carros de hoje têm acesso limitado a nuvem, o serviço deve ser melhorado. Pense nos sistemas de navegação GPS. Como a maioria dos equipamentos estão nos veículos, você precisa do carro para o para baixar as atualizações de mapa. Wi-Fi ou celular nos veículos pode simplificar esse processo.

Outra possibilidade interessante seria armazenar informações sobre seus principais itinerários na cidade, viagens de carro, etc. As atualizações de GPS poderiam ser feitas especificamente para você.


Passo 2: Interface homem-máquina

Os carros precisam de uma melhor interface homem-máquina (HMI), porque os motoristas são facilmente distraídos por dados visuais. Mostradores, telas sensíveis ao toque, até mesmo reconhecimento de voz são dispositivos que devem estar disponíveis nos automóveis HMI de hoje. As informações devem ser apresentadas de forma condensada, permitindo que os motoristas passem para o próximo passo sem desviar muito a atenção. Comando de voz deve ser implementado

Passo 3: Nuvem facilita a manutenção do carro


Use a nuvem para digitalizar as verificações de manutenção dos veículos. Sensores de diagnóstico a bordo determinam quando algo em seu veículo não está certo. Sensores de nuvem habilitados podem ajudar a agilizar reparos de automóveis.

Passo 4: Comando de dados conectado via nuvem

Serviço de nuvem conectado que personalize seus comandos e automaticamente baixe os conteúdos.

Passo 5: Acesso facilitado à informação

Disponibilizar informações com base no comportamento dos condutores, incluindo informações para ajudá-lo a chegar até o final de sua viagem. Por exemplo: agora que cheguei no shopping, diga-me aonde está a loja que preciso chegar.

Por Jeff Bertolucci da InformationWeek

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Ducati cria app para iPad

ducati.jpg03/07/2013 - Ducati tem sido sinônimo de motocicletas desde 1946, quando os irmãos Adriano, Bruno e Marcello Ducati desenvolveram um motor leve para um quadro de bicicleta.

Desde então, a Ducati motocicletas evoluiu para máquinas conhecidas por sua engenharia de precisão, velocidade e design elegante.


A fabricante de motocicletas italiana usa iPad para integrar a comunicação comercial relacionada com toda a empresa, cuja distribuição e operação de venda se estende por 88 países. A Ducati criou um aplicativo personalizado que ajuda comerciantes a fazer pedidos, controle de inventário, configurar modelos, verificar o histórico de uma motocicleta, treinar funcionários e muito mais.

"O iPad é uma revolução na forma como nos comunicamos com nossa rede de concessionários e nossos clientes", diz Cristiano Silei, vice-presidente de Vendas Globais da Ducati. "É uma tecnologia rápida e simples de ser usada."

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Comunicação máquina-a-máquina

M2M.jpg01/07/2013 - Os estudos mais recentes de várias entidades, como, por exemplo, a União Internacional de Telecomunicações (UIT), preveem que o número de dispositivos móveis capazes de se comunicarem daqui a 10 anos poderá superar os 100 bilhões.

E poderá chegar a mais de 1 trilhão em 2030 porque o mundo dispõe hoje de tecnologias que aceleram de forma impressionante a comunicação máquina-a-máquina, que, aliás, já conecta mais de 1 bilhões de dispositivos.

Desse total, 300 milhões são de câmeras digitais de vigilância já se conectam via internet. Lembre-se, também, que milhões de veículos já utilizam sistemas de pedágios automáticos, com dispositivos de identificação por Radiofrequência, conhecidos pela sigla RFID.

O fator mais importante nessa comunicação máquina-a-máquina é a expansão explosiva da internet das coisas, nos próximos anos, período em que bilhões de objetos terão endereço IP e se comunicarão nas residências, fábricas, escritórios, bibliotecas, nos sistemas de segurança, transporte e logística, ou ainda nos depósitos e armazéns.

Por isso, os especialistas estimam que, até 2030, o número de objetos interconectados nessa internet das coisas poderá, sim chegar a 1 trilhão.

As maiores aplicações da internet das coisas

Com ela, poderemos catalogar, localizar ou encontrar qualquer produto, peça, livro, aparelho, matéria prima ou componente em casa, no escritório, na indústria ou no mundo, em tempo recorde. Cada coisa terá um chip RFID com seu endereço IP e sua identificação.

O desenvolvimento da internet das coisas está na apenas começando. Mas seu desenvolvimento é muito rápido. Daí a velocidade de expansão da comunicação máquina-a-máquina.

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