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Como saber se tenho direito ao kit gratuito?

seja_digital.jpg28/10/2016 - A Seja Digital, entidade responsável pela gestão do processo de migração do sinal de TV analógica para o digital no Brasil, está distribuindo kits com equipamentos para beneficiários de programas sociais do Governo Federal de Brasília e outras nove cidades do entorno. O kit é composto por uma antena e um conversor digital, que possibilitarão que cerca de 340 mil famílias continuem assistindo TV após o desligamento do sinal analógico na região. Na capital federal, os kits já estão sendo distribuídos desde o início de junho, no entanto, muitas famílias ainda não sabem que têm direito ao benefício. Ouça o comentário de Ethevaldo Siqueira na CBN aqui

Para saber se tem direito, o beneficiário deve acessar o portal www.sejadigital.com.br, clicar em "Programa de Distribuição de Kits" no menu superior e fazer a pesquisa utilizando o CPF e o NIS (Número de Identificação Social) do responsável familiar.

Seja Digital recomenda realizar a consulta com os dois números para ter certeza que seu nome realmente está na lista de beneficiários. Se o nome estiver na lista, já poderá agendar gratuitamente a data e o local para retirada do kit pelo próprio site ou pelo telefone 147. Em Brasília, são 12 pontos de retirada, além de 8 nas cidades do entorno.

Caso não saiba qual seu número de NIS, basta ligar para a Central de Relacionamento do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, no 0800-707-2003.

O kit, que permite que as famílias de baixa renda tenham acesso à programação da TV digital, contém uma antena digital, um conversor externo (que deve ser conectado ao aparelho de televisão), um controle remoto e um manual de instalação. Ele será entregue para apenas um responsável por núcleo familiar.

E tire suas dúvidas aqui

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Modelo regulatório das teles será revisto

golpes-telefonicos2.jpg25/10/2016 - Mudanças no modelo de telecomunicações do País estarão em debate nesta terça-feira (25), em Brasília. A revisão do Marco Regulatório das Telecomunicações vai definir em muito o modelo de desenvolvimento brasileiro nos próximos anos e, por isso, a Proteste  Associação de Consumidores defende que deve haver cautela e muito debate antes de alterar a Lei Geral de Telecomunicações (LGT).

A associação defende que qualquer alteração no atual modelo regulatório deveria se dar sobre bases sólidas, e não apenas para atender os interesses das operadoras de acabar com o regime público da telefonia fixa.

O Projeto de Lei nº 3.453/2015 propõe mudanças pontuais, incoerentes com outras disposições da LGT, avalia a Proteste. "As alterações são insuficientes para garantir que o setor se desenvolverá de modo sustentável, e de acordo com a finalidade de inclusão digital, estabelecida expressamente com a edição do Marco Civil da Internet (artigo 27, inciso I)", destaca a advogada Flávia Lefèvre Guimarães, que representou a Associação na audiência pública.

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações deveria estar conduzindo diretamente o processo de revisão do modelo regulatório do setor de telecomunicações. E a partir de estudos profundos e interlocução com os agentes envolvidos, com debates abertos com a sociedade, para definir diretrizes para um planejamento de longo prazo, de forma consistente e democrática.

Saiba mais

O projeto em tramitação em caráter conclusivo na Câmara dos Deputados, não resolve o problema de falta de competição no setor. Hoje, apenas três empresas respondem por mais de 85% do market share da banda larga fixa, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Com a proposta de as empresas hoje no mercado (Vivo, Net e Oi) trocarem o valor dos bens reversíveis (R$ 17 bilhões de acordo com dados da Anatel, ou R$ 108 bilhões conforme cálculos do Tribunal de Contas da União) por novos investimentos em redes privadas, há reforço à vantagem que têm no mercado.

Os bens públicos cuja posse, de acordo com a LGT deveria ao final das concessões passar para a União, pelo seu caráter estratégico aos serviços de telecomunicações, podem ser revertidos para construção de redes de banda larga privadas das quais usufruem apenas as operadoras sem obrigações de compartilhamento.


 

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Claro e Ericsson fazem testes inéditos de 5G

claro_ericsson_5g.jpg20/10/2016 - As empresas realizam o primeiro teste da tecnologia 5G no Brasil durante o Futurecom 2016. A demonstração permitirá que operadoras de telecomunicações e parceiros, como instituições acadêmicas, centros de saúde, setor de energia e agricultura, testem os recursos do 5G em uma rede ao vivo.

O 5G possibilitará às organizações entrarem em mercados pouco explorados e desenvolver novos modelos comerciais, incluindo aplicações voltadas para a internet das coisas. Os recursos disponíveis a partir do uso dessa tecnologia incluem maior capacidade de rede e ampliação do tráfego de dados, baixa necessidade de energia, mais segurança e confiabilidade, bem como latência reduzida.

 

"Esse é um importante passo para a evolução das redes de telefonia celular no Brasil. Estamos muito satisfeitos em viabilizar, pela primeira vez no país, testes com o 5G e participar ativamente do desenvolvimento dessa tecnologia. A quinta geração da telefonia móvel permitirá tráfego de dados centenas de vezes maior do que é oferecido hoje, podendo conectar 100 vezes mais dispositivos", afirma André Sarcinelli, diretor de engenharia da Claro.

"Novas tecnologias de informação e comunicação (TIC) podem dar suporte à transformação virtual de todos os setores da sociedade, bem como de todas as indústrias. Estamos convencidos de que a próxima geração de banda larga móvel e de internet das coisas, habilitadas pelo 5G, vão acelerar ainda mais as oportunidades de avanço em diferentes setores da indústria e em novas aplicações", diz Eduardo Ricotta, vice-presidente da Ericsson responsável pela unidade de negócio no Brasil. "Tirar os testes dos laboratórios e trazê-los para as redes, como estamos fazendo na Futurecom, é parte importante do processo que permitirá estar com as redes comerciais prontas em 2020", complementa.

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TIM lança pacotes pré-pagos para mais uso de dados

tim.jpg24/10/2016 - Operadora inclui ainda o serviço TIMmusic by Deezer nas ofertas sem custo adicional

Com o intuito de atender à demanda crescente por internet no celular, a TIM lança duas novas ofertas mensais de dados para o segmento pré-pago. Agora, clientes da operadora contam com pacotes de 3GB e 5GB, complementando o portfólio que já contava com opções de 500MB e 1GB. A aposta da companhia é impactar os consumidores heavy users de dados e que não pretendem migrar para uma plano pós-pago.

Os novos pacotes trazem ainda mais um benefício: quem contratar pode utilizar à vontade o serviço de streaming de música da operadora – TIMmusic by Deezer – sem pagar a mais por isso e sem descontar o tráfego de dados do aplicativo da franquia de internet.

"Percebemos que alguns usuários estavam sempre indo além dos limites de seus pacotes e estamos trazendo para esse público ainda mais internet, com o melhor custo-benefício do mercado e incluindo ainda nosso serviço de música. As ofertas de dados com duração de 30 dias para os usuários pré-pagos estão sendo muito bem-sucedidas porque permitem mais conveniência – o cliente não precisa ficar inserindo créditos e renovando os pacotes diariamente, mas ainda mantém o padrão de controle de gastos, tão importante para esse grupo de clientes", explica Thompson Gomes, gerente de oferta pré-paga da TIM Brasil.

As novas ofertas Infinity Web Mês de 3GB e 5GB custam, respectivamente, R$ 59 e R$ 69 e as franquias valem por 30 dias. A renovação é recorrente caso o usuário possua créditos suficientes em sua linha. A adesão pode ser feita pelo site (www.tim.com.br), lojas TIM, pelo telefone *223 ou enviando um SMS para o número 4141 com os termos 3GB ou 5GB, de acordo com a opção desejada. Após o consumo total da franquia, o acesso à internet é bloqueado e o cliente pode optar por aguardar a renovação, contratar um pacote adicional ou migrar para uma oferta superior. As demais opções mensais continuam valendo: 500MB por R$ 19 ou 1GB por R$ 29 por mês. A tarifa de voz custa R$ 0,99 por dia de uso.

 

 

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Brasil defende indicadores de qualidade

amnt_16.jpg24/10/2016 - A delegação brasileira apresentará na Assembleia Mundial de Normalização de Telecomunicações de 2016 (AMNT-16) que se inicia amanhã, 25, em Hammamet, Tunísia, proposta para incentivar estudos para elaboração de indicadores de qualidade que representem melhor a percepção dos usuários de serviços de telecomunicações.

A própria Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que chefiará a delegação brasileira, tem trabalhado em âmbito nacional a questão. O presidente da Agência, Juarez Quadros, afirmou que muitos dos indicadores utilizados pela Anatel são técnicos e acabam não medindo a qualidade percebida pelo consumidor.

A AMNT-16, que se estenderá até 3 de novembro, é a Assembleia da divisão de padronização da União Internacional de Telecomunicações (UIT-T), agência do Sistema das Nações Unidas voltada às Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) da qual participam 193 países.

Na Assembleia serão apresentadas outras sete proposta brasileiras, entre elas a que defende a ampliação de estudos voltados à "Redução de Preços de Roaming Internacional" e ao  "Combate ao Roubo de Dispositivos Móveis".  O Brasil também deve apoiar mais 20 propostas internacionais.  Elas estão disponíveis no documento "Propostas Interamericanas (IAP) para a Assembleia Mundial de Normatização de Telecomunicações (AMNT-16) apoiadas pelo Brasil" .

OTTs e DOA  - O Brasil também fechou posição em relação aos serviços Over de Top (OTTs), grandes consumidores de banda nos serviços de telecomunicações. A delegação brasileira se manifestará sobre a necessidade de ampliar as discussões sobre OTTs para todos os agentes envolvidos. Além disso, a delegação brasileira também deve defender estudos para a utilização do Digital Object Architecture (DOA), importante para uso de aplicações maquina-máquina,  como uma das soluções técnicas a serem implementadas, mas mantendo a diversidade de opções e neutralidade tecnológica dos diversos países.

Candidaturas Brasileiras - O Brasil indicou quatro candidatos para os cargos de vice-presidentes de grupos de estudos da UIT-T que serão eleitos durante a AMNT -16. Os grupos de estudos desenvolvem normas que podem ser adotadas em diversos campos das telecomunicações internacionais.

O gerente de Monitoramento das Relações entre Prestadores da Anatel, Abraão Balbino, concorre à vice-presidência do grupo de estudos de Aspectos Econômicos e Regulatórios.

Os engenheiros João Alexandre Zanon e Tiago Sousa Prado, da gerência de Regulamentação da Anatel, concorrem à vice-presidência dos grupos de estudos de Conformidade e Interoperabilidade e de Qualidade, respectivamente.

Especialista em redes de computadores e professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Marcelo Moreno, concorre para vaga no grupo de estudos de Interatividade em TV Digital.

Segundo Jeferson Nacif, chefe da Assessoria Internacional da Anatel, a presença de brasileiros nas vice-presidências das Comissões de Estudo da UIT-T é importante para o posicionamento internacional do país.

AMNT- 16 - A Assembleia Mundial de Normalização de Telecomunicações de 2016 (AMNT -16) ocorre de quatro em quatro anos e conta com a participação de representantes dos países integrantes da ONU e do setor privado. Nela é discutido o funcionamento operacional, financeiro e estratégico do Setor de Normalização da União Internacional das Telecomunicações (UIT-T), além de definir a estrutura, o corpo diretor, e os temas que serão trabalhados nas Comissões de Estudo até a próxima Assembleia.

Além da AMNT- 16, na Tunísia, se realiza, hoje, 24, o Simpósio Global de Normalização (Global Standardization Symposium/GSS) que discute os desafios mundiais relativos à padronização internacional para garantia da privacidade e da confiabilidade das redes de telecomunicações.

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"Não existe obrigação de dar WhatsApp grátis"

tim_stefano_angelis.jpgBruno do Amaral, Converge
20/10/2016 - Para a TIM, a estratégia de parceria do setor com serviços over-the-top (OTT) não foi acertada. O presidente da operadora, Stefano de Angelis, declarou durante painel na Futurecom nesta quarta, 19, que, diante do cenário de reduções de margens, seria hora de as teles fazerem uma "autocrítica" na política de marketing e monetização de dados. "Não acho que existe no País uma obrigação de dar WhatsApp grátis", declarou. "O equilíbrio entre uso de dados e OTTs é uma alavanca que nós operadores precisamos provavelmente melhorar na formulação de tarifas." A tele não oferece mais em seu portfólio o zero-rating com o serviço de mensagens.

O discurso é que a relação com as over-the-top precisa passar pela máxima de "mesmo jogo, mesmas regras". Mas o executivo reconhece: "não tem legislação que obriga a dar o WhatsApp de graça. Foi uma decisão das operadoras, não só no Brasil, mas em todo o mundo. Depois (as empresas) vão chorar com as autoridades que têm um problema nos OTTs".

De Angelis acredita que esse tipo de parceria aconteceu porque dados eram apenas uma parte pequena da receita total das teles na época, algo que naturalmente mudou nos últimos anos. Além disso, tem a própria concorrência com as OTTs em serviços análogos aos tradicionais, como a chamada de voz no WhatsApp – ferramenta que, de certa forma, desencadeou a reação mais contundente das teles no Brasil desde que foi lançada no ano passado. "Não dá para alavancar as ofertas de um serviço que come a receita tradicional da empresa", disse em conversa com jornalistas.

Economia

O executivo usa como contexto o argumento de que entre 2012 e 2015 o setor observou uma queda no lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBTIDA) anual de R$ 21 bilhões para R$ 18 bilhões, enquanto o Capex aumentou de R$ 12 bilhões para R$ 16 bilhões. "É importante ressaltar que a geração de caixa caiu", argumentou.

Ainda assim, ele assegurou que a trajetória de resultados financeiros no terceiro trimestre da TIM é "consistente". De Angelis se mostrou otimista com as perspectivas macroeconômicas e oportunidades de voltar a crescer, mas ressaltou: "O problema da indústria começou quando a macroeconomia do Brasil estava muito bem, não começou no ano passado. A canibalização da receita tradicional não tem nada a ver."

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