Mercado de celulares segue em queda, diz IDC

idc_2019.jpg14/01/2019 - Foram 11,49 milhões de aparelhos vendidos, 7% a menos do que o mesmo período de 2017; Smartphones intermediários premium são os preferidos do consumidor

O mercado de celulares no Brasil caiu 7% no terceiro trimestre de 2018, em relação ao mesmo período de 2017. É o que mostra o estudo IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. De julho a setembro, foram vendidos 11,49 milhões de aparelhos, sendo 10,8 milhões de smartphones e 617 mil feature phones. Foi o menor volume de vendas registrado em 2018: no primeiro trimestre foram vendidos 12,07 milhões de aparelhos e, no segundo trimestre, 12,05 milhões, quedas de 1,8% e 5,5%, respectivamente, em relação aos mesmos períodos de 2017.

Renato Murari de Meireles (foto), analista de mercado em Mobile Phones & Devices da IDC Brasil, explica que, tradicionalmente, há uma desaceleração no terceiro trimestre. Segundo ele, o consumidor tende a comprar menos nesse período do que no início do ano, quando aproveita as promoções e liquidações de verão, ou no segundo trimestre, quando há uma data comemorativa de grande apelo comercial como o dia das mães. “Em 2018, além dessa questão histórica, as vendas do terceiro trimestre foram impactadas pela instabilidade de dólar, proximidade das eleições e incertezas políticas”, explica o analista da IDC.

Apesar do consumo travado, quem fez compras preferiu smartphones intermediários premium, que custam entre R$ 1.100 e R$ 1.999. Essa categoria cresceu 56% no terceiro trimestre de 2018. O ticket médio dos smartphones também aumentou e foi para R$ 1.340, 19,9% a mais que o terceiro trimestre de 2017. “O consumidor está investindo em aparelhos de tela com borda infinita, mais memória e câmera mais potente, modelos que também têm sido impulsionados pela indústria, com vários lançamentos”, revela Meireles.

No caso dos feature phones, o ticket médio aumentou 29,5% e eles passaram a custar, em média, R$ 145. “As fabricantes, principalmente as brasileiras, continuam lançando celulares básicos e ganhando o mercado, enquanto menos “aventureiros” estão entrando para o segmento”, diz o analista da IDC.

No terceiro trimestre de 2018, a receita total do mercado de celulares foi de R$ 14,672 bilhões, sendo R$ 14,583 bilhões gerados pelas vendas de smartphones e R$ 89,2 milhões de feature phones.

Expectativas

Para o quarto e último trimestre de 2018, a IDC Brasil prevê baixa de 10,5% nas vendas de smartphones, com 11,26 milhões de aparelhos, e 6,9% a menos nas vendas de feature phones, com 731,7 mil unidades. “Apesar da queda na comparação com o mesmo período de 2017, esperamos crescimento em relação ao terceiro trimestre de 2018, com alta de 3,6% para smartphones e 18,6% para feature phones, como consequência da Black Friday e do Natal”, finaliza o analista.

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Telefonia fixa cai 4,78% em relação a novembro de 2017

Telefonia-fixa.jpg11/01/2019 - Dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) informam que o Brasil apresentou 38.604.458 de linhas fixas em serviço no mês de novembro de 2018. Em comparação ao mês anterior, novembro registrou queda de 140.552 de linhas (-0,36%) e em relação ao mesmo mês de 2017, a redução foi de 1.936.349 de linhas (-4,78%).

Em novembro de 2018, as concessionárias da telefonia fixa registraram 21.950.736 de linhas fixas e autorizadas registraram 16.653.722 de linhas. Em comparação a outubro de 2018, as concessionárias apresentaram uma redução de 116.551 linhas fixas (-0,53%) enquanto as autorizadas apresentaram diminuição de 24.001 linhas (-0,14%). Em 12 meses, as concessionárias registraram redução de 1.682.980 linhas fixas (-7,12%) e as autorizadas perderam 253.369 linhas (-1,50%).  

Grupos

Em novembro, entre as concessionárias, a Oi possuía o maior número de linhas fixas, 12.392.150 de linhas (56,45%), seguida pela Vivo, com 8.658.330 linhas (39,44%) e pela Algar Telecom, com 741.871 linhas (3,37%). Nas autorizadas, a Claro registrou a maior participação de mercado, 10.512.124 de linhas fixas no País (63,12%), seguida pela Vivo, com 4.351.063 (26,12%), e TIM, com 868.383 (5,21%).

Estados

Entre as concessionárias, em novembro, São Paulo registrou 8.834.604 linhas fixas (40,24%), seguido pelo Rio de Janeiro com 2.464.167 linhas (11,22%) e Minas Gerais, com 2.328.070 linhas (10,60%). Nas autorizadas, São Paulo apresentou a maior quantidade de linhas fixas com 5.599.570 linhas (33,62%), seguido do Rio de Janeiro, com 1.996.240 (11,98%), e do Paraná, com 1.557.129 (9,35%). 

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Algar Tech realiza série de vídeos sobre Mega Trends

algar_tech.jpg09/01/2019 – A Algar Tech, multinacional brasileira especializada em gestão do relacionamento com cliente, ambiente de tecnologia e serviços de telecom, irá realizar uma série de 20 vídeos em janeiro.

A série “Webpills: 20 megatrends que você tem que conhecer!” irá abordar temas relacionados a transformação digital e tendências do setor, como Internet das Coisas, Blockchain, Inteligência Artificial e Big Data.

Os vídeos, apresentados por colaboradores especialistas, foram publicados em todas as redes sociais da companhia diariamente e estarão disponíveis até o final de janeiro, com destaques na página do Facebook e no canal do YouTube da Algar Tech.

Os vídeos de conteúdo são parte da campanha que celebra os 20 anos da Algar Tech, que reforça o posicionamento da empresa de repensar o jeito de servir e criar novas possibilidades para seus clientes, parceiros e colaboradores. Após o término dessa programação, será lançado um e-book com um compilado especial das Mega Trends.

"Temos muitos motivos para comemorar esses 20 anos. Não só pelo crescimento de 32% em novos negócios conquistados em 2018, mas principalmente por uma história de confiança construída com nossos stakeholders, que nos permite repensar constantemente o jeito de relacionar e gerar resultados. O intuito das ações de 20 anos é reforçar nosso jeito único de servir no mercado de terceirização de processos de negócios e tecnologia", afirma Marcelo Ferreira, VP de Marketing e Vendas.

 

A empresa também irá promover um quiz no Facebook, com o tema "Você é uma pessoa Tech?", em que os usuários serão questionados se determinada tecnologia já foi inventada e quando isso ocorreu. Ao final, os participantes vão receber níveis de acordo com seu desempenho, além de avatares para serem utilizados em seus perfis dessa rede social.

 

A campanha terá o suporte de mídias online e offline, com peças que vão reforçar o conceito de "Repensar". Dentre elas, uma série de postagens nas redes sociais em formato de retrospectiva - que vão convidar os usuários a refletirem sobre as diversas evoluções tecnológicas dos últimos 20 anos - e anúncios em locais com grande circulação de pessoas, como importantes avenidas e aeroportos dos principais centros de negócio do País.

 

Para o público interno, foram pensadas ações que fomentem o engajamento e interação dos associados, como são chamados os colaboradores da companhia. Estão previstos vídeos de depoimentos com o mote "20 motivos para comemorar" e um evento para o lançamento oficial da nova estrutura física da empresa, que está se transformando em uma Cool Company.

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Índice de queixas na Anatel cai 28% nos últimos 4 anos

queda.jpg27/12/18 – Desde 2015, número de queixas tem apresentado queda, fruto de investimentos e de ações de melhoria da qualidade e do atendimento

Desde 2015, o índice de reclamações feitas pelos usuários de serviços de telecomunicações na Anatel caiu 28%. Essa redução vem sendo verificada pelo quarto ano consecutivo e é resultado da implantação de ações pelas prestadoras para a melhoria do atendimento ao consumidor, entre elas, os serviços digitais.

De acordo com dados da agência reguladora, as reclamações em 2015, de janeiro a novembro, somaram 3.745 e no mesmo período de 2018 foram 2.688. Nesses últimos quatro anos, a redução no número total de acessos foi de 12%.

O setor de telecomunicações tem investido cerca de R$ 28 bilhões ao ano, em todo o País, especialmente em expansão de serviços e melhoria da qualidade. Nos últimos anos, telecomunicações foi o setor que registrou o maior índice de solução de problemas apresentados pelos consumidores aos Procons, 83,7%. Também resolveu 88,6% dos problemas apresentados no Consumidor.gov, segundo a Senacon, do Ministério da Justiça.

Uma análise precisa dos dados sobre reclamações deve sempre adotar o critério da proporcionalidade sobre o universo total de clientes. O setor tem no Brasil cerca de 330 milhões de clientes, entre os serviços de internet, telefonia fixa e móvel e TV por assinatura.         

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Banda larga fixa cresce 8,51% em 12 meses

banda_projeto.jpg21/12/2018 - O serviço de banda larga fixa alcançou 31.058.064 contratos ativos em novembro deste ano no Brasil, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em 12 meses, houve aumento de 2.435.665 contratos de banda larga fixa (+8,51%). E na comparação com o mês anterior (outubro) houve aumento de 107.381 contratos (+0,35%).

Dentre os grupos, a empresa Claro deteve o maior número de clientes de banda larga fixa, a empresa registrou no mês de novembro 9.350.199 clientes, o que corresponde a 30,10% do mercado. Em segundo lugar ficou a Vivo, com 7.594.545 clientes, o que equivale a 24,45% do mercado e em terceiro lugar a empresa Oi, com 6.073.431 clientes, detendo 19,55% do mercado.  

Em 12 meses,  todos os estados brasileiros apresentaram crescimento, com única exceção do estado de Roraima, que perdeu 962 contratos ativos (-2,54%). O maior crescimento percentual de clientes foi no estado da Paraíba que registrou +15,06%.   
O maior mercado de banda larga fixa do país foi o estado de São Paulo, com 10.462.246 contratos. Rio de Janeiro ficou em segundo lugar, com 3.326.983 contratos e Minas Gerais em terceiro lugar, com 3.218.443 contratos.

A empresa Brisanet, que possui grande participação de mercado em estados do Nordeste, não informou os dados, então os números desta empresa foram repetidos.  A empresa Contato Internet LTDA EPP teve o dado do mês anterior repetido, devido a erro na informação enviada referente a novembro. O grupo TIM não enviou os dados, então o dado do mês anterior foi repetido.  A empresa Algar Multimídia S/A (pertencente ao Grupo Algar) conseguiu enviar os dados do mês passado e deste mês.

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Cinco razões para iniciar a gestão de produtos digitais

sat_bras_argent_2s.jpg*Por Guilherme Sesterheim
21/12/2018 - Um dos principais passos em uma jornada de transformação digital de toda empresa empresa é iniciar e/ou acelerar a criação de produtos digitais. Estes, geralmente possuem poder de adaptação e escalabilidade muito superior em relação aos presentes no portfólio tradicional da companhia. Uma das formas de se atingir este tão desejado produto é analisar quais de seus principais sistemas e processos apresentam potencial para se tornar novos produtos ou serviços, que possam gerar, inclusive, novos fluxos de receitas. Muitas vezes, a partir dessa análise, podem surgir soluções completamente novas, que resolvem problemas internos e atendem outros nichos de mercado, gerando uma nova receita.   

Alguns exemplos famosos e recentes comprovam que, para o sucesso da transformação digital, é preciso pensar na utilidade, na experiência do consumidor e na vontade de fazer a diferença. Veja:

- Os bancos desenvolveram aplicativos, home banking, cartões de crédito, simuladores de seguros, entre outras dezenas de funcionalidades. Tudo reflexo da Transformação - Digital na prática, que se fortalece neste setor;
- A BTG é uma empresa internacional especializada em saúde que está trazendo para o mercado produtos inovadores para a área. Um exemplo é o aplicativo SnakeBite911, que começou a ser desenvolvido em 2014, para as pessoas marcarem onde foram atacadas por cobras. Para a companhia, isso gerou ofertas de testes clínicos, com boas perspectivas de aumento na procura;
- Vivino é uma rede social para os amantes de vinho, que permite ao usuário inserir uma pontuação para determinado vinho, podendo acrescentar outras observações sobre o produto. A empresa aproveita a base de usuários e dados para negociar produtos;
- Empresas que vendem fertilizantes agrícolas estão mapeando o solo de diversas regiões no global, a previsão do tempo para o ano atual e o próximo, entre outros dados, para que possam proativamente sugerir a seus clientes quais fertilizantes comprar e quando;

- Aplicativos de saúde estão ajudando os atletas de corrida a monitorarem sua evolução, acompanhando como eles se sentem enquanto treinam e sugerem sapatos, dicas nutricionais (e produtos), próximos eventos etc. Além disso, já existem “objetos inteligentes”, como tênis e roupas, que rastreiam os dados e sugerem outros produtos e serviços.

Seja o primeiro a impulsionar a mudança

Durante esta transformação das empresas, uma importante mudança de mindset na liderança e no time de tecnologia acontece. O mindset de entregas orientadas a projetos precisa evoluir para o mindset de evolução de produtos. Entenda como algumas mudanças acontecem no comportamento das equipes quando isto acontece:


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