Preço da banda larga fixa cai 83% de 2010 a 2018

banda_larga_fixa.jpg27/03/2019 – De acordo com relatório da Anatel, o preço médio mensal de 1 Mbps caiu de R$ 21,20 em 2010, para R$ 3,50 em 2018

O preço da banda larga fixa no Brasil caiu 83% de 2010 a 2018, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). De acordo com o Relatório de Acompanhamento do Setor de Telecomunicações sobre a banda larga fixa, o preço médio mensal de 1 Mbps, que era de R$ 21,20 em 2010, está custando agora R$ 3,50.

O estudo mostra que o Brasil é o sexto maior mercado de banda larga fixa do mundo, com 31 milhões de acessos, o que representa 2,8% do mercado global, atrás da China, EUA, Japão, Alemanha e Rússia.

A expansão da banda larga fixa também se deu pela tecnologia utilizada. Segundo o relatório, 64,4% dos municípios brasileiros já têm presença de fibra óptica. São 3.589 municípios, onde moram 89,4% da população.

Os investimentos do setor de telecomunicações, de cerca de R$ 28 bilhões ao ano, além da expansão dos serviços, também tiveram reflexos no aumento da velocidade e na melhoria da qualidade. O indicador de cumprimento de metas de qualidade da banda larga subiu de 56,9% em 2015 para 76,5% em 2018.

Foi verificado ainda aumento do número de acessos nos segmentos de planos com conexões mais velozes: mais da metade dos acessos estão em velocidades entre 12 Mbps e 34 Mbps (26%) e acima de 34 Mbps (26,1%). O maior crescimento se deu nos planos acima de 34 Mbps, que representavam 3,4% em janeiro de 2015 e agora são 26,1%.

Uma maior expansão dos serviços e a ampliação do acesso dependem de políticas públicas que coloquem a banda larga como prioridade do País. É necessário ainda que o marco legal de telecomunicações seja atualizado, com a aprovação pelo Congresso do PLC 79/2016, que permitirá aplicar na banda larga investimentos que hoje são feitos obrigatoriamente na telefonia fixa.

 

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Um novo município por dia foi conectado com 4G

4G.jpg26/03/2019 - A cobertura de 4G já está em 4.459 municípios, onde moram 95,6% da população brasileira, segundo balanço de janeiro da Telebrasil

Um novo município por dia foi conectado com as redes de 4G, em janeiro, ampliando o acesso a serviços de telefonia e internet móvel. Segundo balanço de janeiro da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), o 4G já está em 4.459 municípios, onde moram 95,6% da população brasileira.  Ao todo, o Brasil tem 132 milhões de chips 4G em operação.

No período de 12 meses, de janeiro de 2018 a janeiro de 2019, 26,5 milhões de novos chips 4G foram ativados. Nesse mesmo período, 608 novos municípios receberam as redes 4G. Com isso, a cobertura de quarta geração apresentou crescimento de 16% frente a janeiro de 2018. Essa cobertura é quatro vezes superior à última obrigação estabelecida nos leilões das licenças de serviços móveis, de 1.079 municípios.

A cobertura 3G também se ampliou, alcançando 5.399 municípios, onde moram 99,6% da população brasileira. De janeiro de 2018 a janeiro de 2019, 248 novos municípios receberam as redes de 3G, ultrapassando em muito a obrigação atual de cobertura, que é de 3.917 municípios.

No total, o Brasil já conta com 205,2 milhões de acessos à internet pela rede móvel. Considerados os acessos fixos e móveis, o Brasil fechou janeiro com um total de 236,3 milhões de acessos no País. Destes, 31,1 milhões são em banda larga fixa, segmento que cresceu 6% em 12 meses, com 1,8 milhão de novos acessos.

A evolução dos serviços e outros temas estarão nos debates do Painel Telebrasil 2019, que ocorrerá em Brasília, nos dias 21, 22 e 23 de maio de 2019. O Painel Telebrasil é o mais importante e tradicional encontro de lideranças do setor de TICs e em sua edição de 2019 se tornará também um importante espaço de negócios e apresentação de tecnologias e soluções.
http://paineltelebrasil.org.br/

 

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Anatel e TRF4 ampliam uso do SEI Julgar

anatel_trf4.jpg11/03/2019 - Na última sexta-feira (8/3), o presidente da Anatel, Leonardo de Morais, e o presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador federal Thompson Flores, assinaram Termo de Cooperação Técnica para a cessão, pelo TRF4, do direito de uso do SEI Julgar, módulo do Sistema Eletrônico de Informações (SEI). A cerimônia ocorreu na sede do Tribunal, em Porto Alegre.

O presidente da Anatel classificou o momento como emblemático. "A inovação está presente cada vez mais nas diferentes atividades do Estado e, nesse meio inovador, tenho certeza que o SEI se transformou em muito mais do que um sistema, virou um ecossistema que permite que diferentes agentes trabalhem na plataforma e agreguem valor", destacou.

O SEI, criado pelo TRF4, é utilizado pela Anatel desde 2015 e vem produzindo mais economia, racionalização de procedimentos, aumento no desempenho das atividades dos servidores, transparência e inovação. A plataforma viabilizou o abandono completo do uso de papel para a realização de atos administrativos.

Além de empregar o SEI nas suas atividades, a Anatel participa ativamente do desenvolvimento de novos módulos para a plataforma e é uma referência na administração pública. A funcionalidade de Peticionamento e Intimação Eletrônicos, criada pela Agência, é utilizada por mais de 20 instituições. O módulo permite aos usuários externos do SEI realizarem diversos tipos de peticionamento e, ao órgão, a expedição de intimação, integralmente em meio eletrônico.

Outro módulo desenvolvido pela Anatel é o de Controle de Desempenho, que auxiliará no acompanhamento e avaliação do Teletrabalho, permitindo melhor controle sobre a distribuição dos processos e a fila de atividades dos servidores trabalhando remotamente. Também estão em desenvolvimento pela Anatel os módulos de Controle Litigioso, Relacionamento Institucional e Correios.

SEI Julgar

O SEI Julgar é responsável por otimizar toda a parte de julgamento administrativo em colegiado dos processos em tramitação no SEI. Ele automatiza todas as etapas do julgamento, reduzindo o tempo de processamento até a sua conclusão, envolvendo o controle de distribuição, pautas, gerenciamento de sessões de julgamento, controle de votação e elaboração de certidões e atas de julgamento, automatizando grande parte das tramitações processuais que ocorrem a partir da chegada do processo ao Colegiado.

Além da Anatel, o Ministério da Economia e o CADE também formalizaram com o TRF4 a cessão do SEI Julgar, sendo os primeiros órgãos a receberem o referido módulo no âmbito do Poder Executivo.

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TV Paga tem queda de 3,6% nos últimos 12 meses

tv_digital.jpg01/03/2019 - De acordo com dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a TV por Assinatura registrou 17,5 milhões de contratos ativos em janeiro de 2019, redução de 0,8% quando comparado a dezembro de 2018 e diminuição de 3,6% nos últimos 12 meses.

Dos quatro grandes grupos que prestam o serviço no país, apenas a Oi apresentou crescimento entre janeiro de 2018 e janeiro de 2019, mais 5,4%.  A NET/Claro, Vivo e SKY tiveram reduções de 5,8%, 2,2% e 1,5%. De acordo com os números de janeiro de 2019, os grandes grupos detêm 97,1% dos contratos de serviço de TV por Assinatura, sendo NET/Claro com 48,8%, SKY com 30,2%, Oi com 9,2% e Vivo com 8,9%.

Apesar da redução no país, o serviço de TV por Assinatura cresceu nos estados das Regiões Nordeste e Norte nos últimos 12 meses. Os três maiores crescimentos foram registrados nos estados do Maranhão registrou aumento de 23,9 mil contratos (+13,5%), Rio Grande do Norte mais 11,8 mil (+5,1%) e Pará mais 11,7 mil (+3,8%). Os números de contratos ativos da TV Paga estão disponíveis no Portal da Anatel.

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Dialogando, da Vivo, chega a 5 milhões de acessos

dialogando.jpg22/02/2019 – O Portal Dialogando, iniciativa da Vivo no Brasil para dialogar e fomentar a reflexão dos temas que mobilizam a sociedade conectada, comemora este mês a marca de 5 milhões de acessos. A plataforma traz informações e dicas para todos os públicos sobre segurança nas redes sociais, compras online, relacionamento, uso de aplicativos e Internet das Coisas, entre outros temas.

Com a curadoria de especialistas em tecnologia empreendedorismo e educação, o Dialogando está presente hoje em 15 países onde o grupo Telefônica atua. "Buscamos contribuir para que os usuários possam viver a tecnologia de um jeito consciente", destaca a executiva de Sustentabilidade da Vivo Joanes Ribas. "A plataforma traz conteúdo sempre atualizado para abranger o que de fato interessa e preocupa as pessoas nessa área", afirma.

A reflexão sobre o uso consciente da conexão está em linha com a atual campanha da Vivo "Tem hora pra tudo", onde cada conexão, tecnológica ou não, tem a sua hora e deve ser vivida por inteiro. "Tomamos para a marca a responsabilidade de agir, orientar e estimular um uso mais balanceado e consciente, que só tire o melhor que essa tecnologia tem a oferecer", informa a executiva.

Em 2018, o Dialogado foi reconhecido pela Revista espanhola Actualidad Económica como uma das 100 Melhores ideias de 2017, ganhou o prêmio espanhol Diversa Global, por conteúdo de relevância para a comunidade LGBT e também o prêmio brasileiro Aberje na categoria Mídia Digital.

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Em 1 ano, país perde 7 milhões de linhas móveis

planos.jpg08/02/2019 - O Brasil atingiu 229.210.890 linhas móveis no mês de dezembro de 2018, o que representa uma redução de 7.277.658 linhas (3,08%) se comparado com o ano anterior. Os dados fazem parte do levantamento realizado pela Anatel - Agência Nacional de Telecomunicações.

Entre grandes empresas, a Telefônica (Vivo) foi a operadora com maior quantidade de clientes, com 73.160.110 linhas (31,91% do mercado) em dezembro de 2018. Em segundo lugar ficou a Claro, com 56.416.473 clientes (24,61% do mercado); em terceiro, a Tim, com 55.922.528 clientes (24,39% do mercado); e, na quarta posição, a Oi, com 37.703.153 clientes (16,44% do mercado).

Entre as prestadoras de pequeno porte (PPP), ou seja, empresas que detêm menos de 5% do mercado, a Nextel registrou a maior quantidade de clientes, com 3.300.715 linhas. Seguem a Algar, com 1.289.852 linhas; a Porto Seguro, 825.428 linhas; a Datora, 397.558 linhas; e a Sercomtel com 62.185 linhas no mês de dezembro. Outras empresas somaram 132.888 linhas. Essas empresas juntas detém 5.875.738 linhas em dezembro. Em 12 meses, as PPPs registram um crescimento de 1.058.837 linhas, enquanto as quatro grandes, somadas, registraram queda de 8.336.495 linhas.

Entre as linhas móveis, em dezembro, foram registradas 129.549.487 linhas pré-pagas (56,51%) e 99.661.403 linhas pós-pagas (43,49%). Na comparação com dezembro de 2017, houve uma redução de 18.959.874 linhas pré-pagas (-12,77%) e aumento de 11.682.216 linhas pós-pagas (+13,28%).

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