No fim de 2016, 4G chega a mais de 1,1 mil municípios

4G.jpg18/01/2017 - Meta de expansão previa cobertura de 288 municípios até dezembro do ano passado
 
O Brasil fechou o mês de novembro de 2016 com um total de 56,1 milhões de acessos em banda larga pela tecnologia 4G, de acordo com o levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). A tecnologia de quarta geração passou, então, a estar presente em 1.158 municípios, nos quais vivem 66,4% da população brasileira. A cobertura atual supera – e muito – a meta de expansão, de 288 municípios até o fim de 2016.

acessos_4g.jpgDe janeiro a novembro do ano passado, o crescimento do número de municípios com cobertura de 4G foi de 147%. No período de 12 meses, foram 748 novos municípios cobertos, um aumento de 182%.

Consideradas a banda larga fixa e móvel, os dados de novembro de 2016 mostram um total de 224,5 milhões de acessos no país – 197,8 milhões de acessos em banda larga móvel e 26,7 milhões em banda larga fixa. O balanço da Telebrasil mostra que no ano passado o crescimento do número de novos acessos em banda larga no país foi de mais de 659 mil por mês, ou seja, 15 novas ativações a cada minuto.

A banda larga móvel, considerando os acessos em 3G e 4G, fechou o mês de novembro com 197,8 milhões de acessos. As redes de 3G já estão instaladas em 4.949 municípios, que concentram 98% da população brasileira. Também no 3G a cobertura atual supera a meta, que é de 3.668 municípios, prevista para dezembro de 2016.

A continuidade da robusta expansão da banda larga no Brasil demanda políticas públicas ousadas e com uma abordagem contemporânea. Só assim seria possível ampliar o acesso aos serviços de telecomunicações, fundamentais para a retomada do crescimento sustentável do país.

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O que é tecnologia High Throughput Satellite?

voos_web.jpg17/01/2017 - Para quem gosta de checar redes sociais em voos ou cruzeiros ou usar a internet em qualquer lugar, vale saber que essa tecnologia é essencial para o desenvolvimento dessas aplicações e para atender às recentes demandas crescentes. Além de fornecer tudo isso, a tecnologia também permite um menor custo por bit transmitido, uma vez que a HTS se baseia no uso de múltiplos feixes e no reuso de frequência o que multiplica a banda disponível do satélite e, por conseguinte, um menor custo unitário por unidade de capacidade.

Esses benefícios fazem dessa tecnologia ideal para aplicações de tráfego intenso de dados como o fornecimento de conectividade para aviões ou navios, ou fornecendo banda larga de alta velocidade para áreas remotas.

Embora a cobertura dos satélites mais convencionais, que utilizam feixes de cobertura widebeam, já permita esses tipos de conexão, a tecnologia HTS leva isso para o próximo nível uma vez que é otimizada para serviços de próxima geração de dados e, portanto, melhor equipada para suportar a crescente demanda de conectividade em qualquer lugar, a qualquer momento. HTS é a tecnologia-chave do cenário de conectividade ao redor do mundo, entregando mais capacidade para mais pessoas em diversos lugares, com um melhor custo-benefício para a tecnologia.

Para a SES, a tecnologia HTS é parte fundamental da sua estratégia. A empresa começou com seu investimento na O3b Networks (hoje da SES), que oferece latência ultra-baixa, conectividade com velocidade de fibra para clientes de Empresa, Mobilidade e Governo graças à sua frota de 12 satélites HTS, localizados no sistema de Satélites em Órbita Média (MEO), cerca de 8.000 quilômetros acima da terra. Agora, além disso, a SES está se preparando para lançar satélites HTS em órbita geoestacionária, trazendo um grande ganho para os clientes da empresa.

Esses novos satélites (SES-12, SES-14 e SES-15, assim como o recém-anunciado SES-17) abordarão uma ampla gama de aplicações de comunicação de dados com vários perfis de tráfego e com uma distribuição geográfica ampla. A capacidade do SES-14, por exemplo, estará em uma posição Orbital Brasileira e trará uma grande quantidade de capacidade adicional a um menor custo para o Brasil e América Latina. E isso dará suporte completo para o crescimento do mercado local, oferecendo capacidade de alta potência e serviços gerenciados para os clientes de dados sobre a América Latina.

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Eutelsat 117 West B está em operação na AL

eutelsat_117WB.jpg16/01/2017 - A Eutelsat Communications anuncia que seu satélite Eutelsat 117 West B acabou de entrar em operação comercial na América Latina.

É o segundo totalmente elétrico da frota da Eutelsat e tem cobertura no México, América Central e Caribe, América Andina e Cone Sul.

O satélite permitirá que a Eutelsat aumente sua oferta de vídeo na posição 117° West, além prover serviços essenciais para operadoras de telecomunicações e prestadores de serviços governamentais.

Crédito: SpaceX

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Kassab defende limite de banda larga em 2017

kassab_2.jpg13/01/2016 - Essa semana o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Gilberto Kassab, declarou em entrevista ao Poder 360, que haverá limites na banda larga fixa até o final de 2017.

Haverá regulamentação da venda de pacote de dados e o fim da internet ilimitada no Brasil. Segundo Kassab, a prática é benéfica para o setor. "O nosso objetivo é beneficiar o usuário. O Ministério trabalha para que o usuário seja cada vez melhor beneficiado com melhores serviços".

Defensores da medida defendem que a aplicação de limites deve sim beneficiar o consumidor, em vista que o uso de internet é variado de consumidor para consumidor. “Não faria sentido cobrar a mesmaa mensalidade para todos”, de acordo com matéria do site oficinadanet nesta manhã de sexta-feira, 13.

Por outro lado, a Anatel diz que não pretende reabrir debate sobre limite na banda larga fixa.

Nove meses depois de proibir as operadoras de limitarem o acesso de seus clientes ao sinal de banda larga fixa, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) diz não ter intenção de reabrir o debate sobre a chamada franquia nos planos de internet. A afirmação foi feita nesta sexta-feira (13) ao G1 pelo presidente da agência, Juarez Quadros.

“Não há por parte do Ministério e também da Anatel nenhuma intenção de reabrir a questão”, disse Quadros.

Assista ao vídeo aqui

 

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Anatel deve focar na ampliação da banda larga

anatel-fistel2.jpg12/01/2017 - A promoção da banda larga deve orientar em 2017 todas as decisões do Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). "Espero que a gente dedique o maior tempo possível para levar proposta ao ministro (da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações , Gilberto Kassab) no sentido do que fazer para ampliar os investimentos em infra de banda larga no Brasil", afirmou o conselheiro da Anatel, Aníbal Diniz.

Segundo o conselheiro, "a preocupação da Anatel não pode ser dissociada da necessidade do povo brasileiro, e o povo mais carente vitimado pela exclusão seja social ou digital está nas Regiões Nordeste e Norte". No começo deste ano, a Anatel deve colocar em consulta pública por 60 dias o novo Plano Geral de Outorgas (PGO) que propõe a expansão das redes de dados em fibra óptica e em rádio de alta capacidade para um número maior de municípios.

Fust e Fistel

O conselheiro entende ainda que há necessidade da Anatel dar uma resposta eficiente para a utilização dos fundos setoriais. "Os fundos precisam ser utilizados para garantir o que é essencial ao Brasil, a ampliação da nossa infraestrutura de banda larga." O Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) desde a sua criação, em 2001, arrecadou mais de R$ 19 bilhões.

O Fistel, fundo destinado a custear a fiscalização da agência, já arrecadou quase R$ 86 bilhões. Aníbal Diniz defende que a Agência tenha "recursos suficientes para o seu pleno funcionamento". Os valores excedentes, segundo ele, é que deveriam ser destinados ao Tesouro Nacional. "Hoje é o inverso, o Fistel vai para o Tesouro e a Agência recebe os recursos a conta-gotas para sua funcionalidade".

Aníbal Diniz falou sobre a situação crítica das unidades estaduais da Agência. Para ele, o papel fiscalizador da Anatel fica ameaçado porque falta, por exemplo, carro e gasolina, "falta estrutura para as pessoas fazerem o seu trabalho de fiscalização". No entanto, ressalta que "a Anatel tem de convencer o Governo para o uso do Fistel".


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TV paga volta a ter retração em novembro

tv_digital.jpgSamuel Possebon, Converge
12/01/2017 - O mercado de TV por assinatura voltou a apresentar retração em novembro, segundo dados da Anatel divulgados nesta segunda. Ao todo, o mercado encolheu 68,45 mil clientes no mês, fechando novembro com uma base de 18,873 milhões de assinantes. No acumulado de 12 meses, a queda foi de 350 mil clientes. Se analisado apenas o ano de 2016, a queda de mercado é de 113 mil assinantes.

Na verdade, entre as grandes operadoras apenas as operações de DTH do grupo América Móvil (Claro HD) e a Oi TV tiverem crescimento. As demais perderam base, sendo que a queda mais expressiva foi a Sky, que reportou em novembro, sozinha, 63 mil assinantes a menos, para uma base de 5,247 milhões de clientes. A Vivo TV também teve uma queda considerável no mês, de quase 20 mil assinantes, fechando com 1,73 milhão. a operação de cabo da Net teve uma retração de 6,7 mil assinantes, para um total de 7,287 milhões, e a Claro HD cresceu cerca de 1 mil clientes, para 2,603 milhões. Ao todo, o grupo América Móvil perdeu pouco mais de 6 mil assinantes (somando a Blue), e com isso sua base totaliza 9,98 milhões de clientes.

A Oi TV foi a operadora que mais cresceu no mês, com 12 mil novos, chegando a 1,286 milhão de clientes. As demais pequenas operadoras também cresceram no mês o mesmo número de clientes da Oi, e agora totalizam 508 ,9 mil clientes.

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