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Anatel: conselho não funciona

22/07/2013 - Conforme mostrou o jornalista Helton Posseti, do portal Teletime, em matéria publicada nesta sexta-feira, 19 de julho, dos nove integrantes do Conselho Consultivo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) apenas quatro compareceram à reunião realizada nesta data: Eduardo Levy (representante das empresas), Marcelo Miranda (representante da sociedade civil), Fabio Luis (representante da Câmara dos Deputados) e Marcus Martins (representante do Senado).

Nem o representante do Ministério das Comunicações, Genildo Lins de Albuquerque, compareceu, embora tenha justificado sua ausência. A verdade é que ele é um dos mais tem faltado às reuniões do Conselho Consultivo.

O deputado Áureo Lídeo (PRTB-RJ) compõe o Conselho Consultivo da Anatel há um ano, mas só compareceu uma única vez. A ausência do deputado, bem como a ausência reiterada de outros membros do Conselho, tem incomodado aqueles que comparecem uma vez por mês às sextas-feiras na sede da Anatel em Brasília.

Há ainda três vagas no Conselho: para representante do Poder Executivo, representante da sociedade civil e para representante das empresas. O primeiro problema é essa negligência do Ministério das Comunicações, que não indica os outros três representantes.

Dos nove conselheiros atuais, na reunião desta sexta-feira, 19, compareceram apenas quatro: Eduardo Levy (representante das empresas), Marcelo Miranda (representante da sociedade civil), Fabio Luis (representante da Câmara dos Deputados) e Marcus Martins (representante do Senado). O representante do Minicom, Genildo Lins de Albuquerque, que justificou sua ausência na reunião desta sexta, está na turma dos que mais faltam, segundo um membro que não quis se identificar.

O Conselho Consultivo é o órgão de participação institucionalizada da sociedade e suas decisões têm caráter apenas de aconselhamento para a Anatel.

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CPqD cria padrão LTE em 450 MHz

ITE_010C.jpg17/07/2013 - Uma nova tecnologia desenvolvida pelo CPqD para a comunicação móvel de alta velocidade, conhecida por LTE (sigla do inglês Long Term Evolution) na faixa de 450 MHz acaba de ser padronizada mundialmente pelo 3GPP (3rd Generation Partnership Project), organismo responsável pela padronização de sistemas de comunicação móvel celular no mundo. A aprovação do novo padrão, ocorrida em junho, é uma conquista importante para o Brasil – e também para o CPqD, que, desde 2011, vem trabalhando no desenvolvimento dessa tecnologia.

"A padronização do LTE na faixa de 450 MHz é um marco para as telecomunicações do país, pois abre caminho para o atendimento das áreas rurais e suburbanas com serviços de banda larga baseados na mais avançada tecnologia móvel de quarta geração", afirma Hélio Graciosa, presidente do CPqD. "Isso certamente contribuirá para o desenvolvimento econômico e social dessas regiões do país – e, no futuro, de vários outros países com necessidades semelhantes", acrescenta.

A solução do CPqD vem sendo desenvolvida dentro do projeto LTE 450 MHz, que conta com o apoio do FUNTTEL (Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações), do Ministério das Comunicações, e da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). Nesse contexto, o CPqD, com o apoio do Ministério das Comunicações, tem participado ativamente do processo de padronização global dessa tecnologia no 3GPP - que também serve de base para o desenvolvimento da solução.

"Trata-se de uma iniciativa pioneira, que coloca o Brasil, definitivamente, na vanguarda tecnológica na área de comunicações sem fio", enfatiza Graciosa. Para a indústria nacional, a padronização representa um passo fundamental para o seu posicionamento nesse segmento do mercado.

A tecnologia LTE em 450 MHz apresenta várias vantagens em relação aos atuais sistemas de terceira geração. Entre elas, destacam-se a maior cobertura, as taxas de transmissão mais altas, menor latência, melhor performance e a arquitetura totalmente IP.

A solução que o CPqD vem desenvolvendo é composta de diversos produtos – como antenas, dispositivos de radiofrequência, estação-base compacta, terminais LTE com interface para redes Wi-Fi e sistema de gerenciamento de rede. Esses produtos terão suas tecnologias licenciadas para a WxBR, empresa brasileira que será responsável por sua industrialização e comercialização no mercado global.

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265,5 milhões de celulares no Brasil

celulares-maio.jpg17/07/2013 - Segundo a Anatel, o Brasil fechou o mês de maio de 2013 com 265,5 milhões de celulares em serviço, o que significava a densidade de 134,24 acessos móveis por 100 habitantes. O crescimento da telefonia móvel no mês de maio de 2013 foi de 974,29 mil celulares, ou 0,37% da base instalada em abril.

Segundo os números da Anatel, os acessos móveis em banda larga alcançaram a marca de 74,13 milhões, sendo 105,25 mil terminais 4G. No mês de abril eram menos da metade: apenas 48.459 mil.
A divisão do mercado de telefonia móvel mostra o acirramento da competição entre as operadoras Vivo e TIM. A Vivo continua líder, com 76.097.037 milhões de acessos, ou 28,66% de participação no mercado, agora 1,54% à frente da TIM, que tinha no final de maio 72.016.401 milhões de acessos móveis, ou 27,12%.
Enquanto a TIM cresceu 563.226 mil acessos no mês de maio de 2013, a Vivo perdeu 762.732 mil acessos, segundo os números divulgados pela Anatel. Em terceiro lugar no ranking vem a Claro, com 66.576.631 milhões acessos ativos, ou 25,05%, enquanto a Oi permanece em quarto lugar, com 49.770.893 milhões de assinantes, ou 18,74% do mercado.

A Nextel aparece no ranking em maio com 97,116 milhões assinantes 3G contra 89,751 milhões em abril. Operadoras virtuais (MVNOs, de Mobile Virtual Network Operators) registraram pequeno crescimento, alcançando o total de 61.811 acessos.

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Gartner debate grandes temas

ti.jpg16/07/2013 - Entre dezenas de temas relevantes de Tecnologia da Informação (TI), um dos que mais interessa diretamente às empresas e executivos é a importância crescente da tecnologia TI para a empresa moderna. É claro que a tecnologia não é tudo, mas ninguém duvidaria hoje de que essa tecnologia tenha uma importância extraordinária, decisiva e essencial, para todas as empresas,

Sabemos todos que a tecnologia é necessária mas não suficiente. O sucesso de uma empresa depende de um conjunto de fatores, que inclui, entre outros, recursos humanos de alta qualidade, planejamento e conhecimento do cliente, uma boa filosofia de negócios, alto padrão de atendimento e boa comunicação com o mercado. Mas a minha praia aqui é discutir o papel da tecnologia da informação na vida das empresas.


Como já nos referimos em outros artigos sobre o tema, um dos conceitos mais interessantes é o do Nexus das Forças, utilizado em profundidade pelo Gartner, uma das empresas de pesquisa de maior pesquisa em TI. Esse conceito, que se aplica a dezenas de contextos e situações da vida corportativa, discute a ação simultânea de quatro forças que atuam como verdadeiras alavancas do desenvolvimento empresarial: redes sociais, mobilidade, nuvem, informação.


Vale a pena destacar, ainda que de forma sintética, o papel de cada uma dessas forças:


1. As redes sociais aproximam mais pessoas e ampliam de forma exponencial o contato humano.

2. A mobilidade alcança o consumidor onde ele estiver.

3. A nuvem armazena tudo em lugar virtual que pode ser acessado a qualquer hora e em qualquer lugar.

4. E a informação se torna disponível em volumes jamais previstos na internet e na massa de dados denominada Big Data.

Nos grandes eventos de TI, a maioria dos palestrantes debate dezenas de aspectos relevantes da atuação dessas quatro forças na vida corporativa.


A propósito, vale a pena lembrar que uma das grandes oportunidades de atualização de conhecimentos nessa área decorre da participação dos executivos e profissionais de tecnologia da informação em eventos internacionais imperdíveis do mais alto nível dedicado a esse tema.


Um desses eventos é a Conferência Arquitetura de Aplicações, Desenvolvimento e Integração 2013, que acontece nos dias 13 e 14 de agosto (terça e quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel. Os interessados podem inscrever-se e obter mais informações pelo site www.gartner.com/br/aadi ou pelo telefones (011) 3074-9724 e 3073-0625.


Temas da Conferência


A Conferência Arquitetura de Aplicações, Desenvolvimento e Integração 2013 debaterá, entre outros temas relevantes e de grande atualidade, a evolução do HTML5 e novas tecnologias da Web.


Uma das previsões do Gartner é de que, em 2016, mais de 50% dos aplicativos (apps) móveis serão produzidos com sistemas híbridos, que oferecem equilíbrio entre aplicativos da Web, baseados em HTML5 e nativos. Embora o desenvolvimento de aplicativos nativos ofereça melhor experiência aos usuários e desempenho para aplicativos móveis, a troca é, muitas vezes, um conjunto fragmentado de ferramentas de desenvolvimento ou várias versões de uma aplicação para atender a mesma necessidade, dependendo do tipo de dispositivo ou sistema operacional.


No entanto, o compromisso do HTML5, com capacidades off-line e ferramentas de animação ricas, ficou abaixo das expectativas, fazendo com que os desenvolvedores considerassem arquiteturas híbridas para aproveitar melhor as capacidades dos dispositivos móveis.


"A tendência BYOD (Traga seu próprio dispositivo, em português) e o aumento da pressão sobre as empresas para implantarem aplicativos móveis, de acordo com o perfil dos funcionários, vai levá-las a gerenciarem um portfólio de arquiteturas de aplicativos móveis, enquanto as arquiteturas híbridas serão adequadas para aplicações voltadas a funcionários", diz Van Baker, vice-presidente de pesquisas do Gartner.


Atualmente, os dispositivos móveis tornam-se um requisito para tudo. O Gartner prevê que, até o final de 2013, os telefones móveis ultrapassarão os PCs e se tornarão os mais comuns meios de acesso à Web, em todo o mundo e, em 2016, as vendas de PCs serão menores do que 50%, incluindo os tablets.


"As implicações para TI são que a era 'dominada' pelos PCs com Windows como uma única plataforma serão substituídas pela era pós-PC, na qual este sistema operacional é uma dentre a variedade de ambientes que a TI precisará dar suporte", afirma Baker.


Em paralelo, uma grande variedade de dispositivos que fornecem métodos alternativos de acesso irá se proliferar, incluindo set-top boxes (conversores), Internet TVs, entre outros. Todos exigirão o suporte dos negócios. Será necessária uma estratégia multi-dispositivo a ser integrada às aplicações e arquiteturas existentes, e não adicionada separadamente.


"Enquanto os aplicativos híbridos serão a maioria dos Apps móveis corporativos, as tecnologias Web, como HTML5, serão as linguagens mais comuns para a construção de aplicações móveis, em 2015", diz David Mitchell Smith, vice-presidente do Gartner. No entanto, os diferentes requisitos para os cenários de consumidores (B2C) e empresas (B2E) resultarão em diferentes usos das abordagens nativas, Web e híbridas.


"Recomendamos às organizações abertas ao crescimento da Web (como o desenvolvimento de aplicações híbridas) fazerem implantações para aparelhos móveis, tendo em mente que muito mais deve ser feito sem esse crescimento, após 2015. As empresas também precisam continuar com o desenvolvimento de habilidades de tecnologia na Web, encontrar os usos corretos para garantir novas tecnologias e abordagens, como HTML5, e lidar com a incerteza e velocidade do cenário dos aplicativos móveis impulsionado pelos consumidores", diz Smith.

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Brasil terá satélite em banda Ka

starone_C3.jpg02/07/2013 - Desde o dia 2 de julho, está aberto o período de contribuições para a proposta de edital de licitação para conferir quatro direitos de exploração de satélite exclusivo para as frequências da banda Ka (que cobre a faixa de 26,5 a 40 gigahertz (GHz). A principal diferença em relação à última licitação de direitos de exploração realizada pela Anatel em 2011 é o fato de que, desta vez, será permitido que o proponente escolha operar apenas a banda Ka.

No leilão de 2011, para operar na banda Ka, as empresas deveriam escolher também obrigatoriamente outra banda: C, Ku ou as chamadas bandas planejadas – que fazem parte do anexo 30, 30A e 30 B de regulamento da UIT.

"Com essa modificação, espera-se a participação de empresas que tenham interesse em ofertar capacidade espacial em satélite operando apenas nas faixas de frequências correspondentes à banda Ka", afirma em sua análise o conselheiro relator da matéria, Marcus Paolucci.

A empresa vencedora deverá prover a cobertura de 100% do território brasileiro e destinar uma capacidade mínima para atender o Brasil.

Para participar do leilão, a empresa não precisará mais adquirir o edital. Nas licitações anteriores o edital sempre esteve disponível para todos na página da Anatel, mas adquiri-lo era uma das condições para participação no certame. O objetivo era de ter conhecimento prévio das possíveis interessadas.

Com a alteração, o edital poderá ser adquirido pelas empresas que desejarem obtê-lo na forma encadernada, mas a comprovação de sua aquisição não será mais condição para participação no leilão.

A designação Ka refere-se à expressão K-above, ou em outras palavras, à banda diretamente superior à banda K.

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CPqD tem novo vice-presidente

sebastiao_sahao_junior.jpg12/07/2013 - Sebastião Sahão Junior assume, neste início de julho, o cargo de vice-presidente de Administração e Finanças do CPqD. Formado em Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) e com pós-graduação em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, o novo VP atua no CPqD desde 1986, tendo exercido diversas funções e cargos, em áreas diferentes.

Antes de assumir o novo posto, comandava a Diretoria de Laboratórios e Infraestrutura de Redes, um complexo formado por mais de 25 laboratórios - que ele ajudou a montar - que hoje realizam centenas de ensaios e testes para a indústria e instituições de diversos segmentos, além de oferecer suporte a vários projetos de desenvolvimento no setor elétrico e serviços às operadoras.

Com a promoção de Sebastião Sahão Junior, o cargo de diretor de Laboratórios e Infraestrutura de Redes passa a ser ocupado por Paulo Curado. Engenheiro mecânico formado pela Unicamp, com pós graduação em Gestão Empresarial e Gestão da Qualidade, Curado também está no CPqD desde 1986. É o presidente da Já!, empresa criada pelo CPqD para suprir demandas específicas de fabricação de equipamentos nas áreas de telecomunicações e energia.

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