Gartner debate futuro das tecnologias

telecom_gartner.jpg02/08/2013 - As tecnologias mais recentes, como Mobilidade, Big Data, Computação em Nuvem e Traga seu Próprio Dispositivo (BYOD) e Aplicativos serão debatidos no maior evento de Tecnologia da Informação (TI) do País, o Simpósio ITxpo 2013, a ser realizado entre os dias 4 e 7 de novembro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel, vai trazer completa análise do cenário desse setor e oferecer a base para tomadas de decisão dos líderes empresariais. O Gartner, uma das mais respeitadas consultorias de pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia a data e a programação para o Simpósio ITxpo 2013, uma das mais importantes reuniões de CIOs e executivos seniores de TI do Brasil. O Simpósio contará com a presença de mais de mais de 30 analistas e divulgará diversos estudos inéditos sobre TI. A expectativa é que o evento reúna mais de 1.500 profissionais de TI.

"Durante o Simpósio do Gartner, os participantes descobrirão como aproveitar as novidades tecnológicas, moldar parcerias estratégicas para conduzir mudanças e evoluir para se tornarem líderes indispensáveis no mundo digital", afirma Cassio Dreyfuss, vice-presidente e diretor de pesquisa do Gartner Brasil e chairman do evento.


O Simpósio ITxpo 2013 terá mais de 120 sessões divididas em vertentes sobre temas como, aplicativos; Inteligência nos Negócios e Gestão da Informação; Melhoria dos processos de negócios; Arquitetura empresarial; Operações de TI, armazenamento, servidor e Data Center; Mobilidade, comunicações e computação cliente; Gestão de portfólio e programas; Gestão de riscos e segurança; Sourcing e relacionamento com provedores, além de conteúdos voltados para CIOs. O evento também vai proporcionar sessões one-on-one com analistas de preferência, estudos de caso, workshops, mesas redondas e oportunidades de networking com fornecedores líderes de soluções de TI e colegas de profissão de diversos setores.


Os interessados podem inscrever-se pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou pelos telefones (11) 5632-3109 / 0800 744 1440, e obter, até o dia 27 de setembro, um desconto é de R$ 775,00. Mais informações: www.gartner.com/br/symposium.

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Robótica: carros sem motorista

carro_usp.jpg27/08/2013 - O projeto Carro Robótico Inteligente para Navegação Autônoma (CaRINA), realizado no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, desenvolve tecnologias para operação de veículos sem condutor, mas que também podem auxiliar os motoristas ao volante. Os pesquisadores criaram sistemas para utilização em veículos elétricos utilitários e carros de passeio, além de testarem a aplicação da técnica em veículos pesados. Os experimentos são realizados pelo Laboratório de Robótica Móvel (LRM) do ICMC e contam com o apoio do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Sistemas Embarcados Críticos (INCT-SEC).

Na primeira fase do projeto CaRINA, iniciado em 2010, foi desenvolvido o protótipo de um sistema autômono de direção para um veículo elétrico utilitário, denominado CaRINA 1. "O processo exige inicialmente a adaptação da parte mecânica do veículo e instalação de equipamentos e sensores eletrônicos, além de programas de computador que permitam controlar suas funções, como acelerar, frear e atuar na direção do carro", explica o professor Fernando Osório, do ICMC, um dos coordenadores do projeto.

"Uma vez dotado de inteligência computacional, o sistema tem a capacidade de perceber os objetos ao redor, similar aos sentidos humanos, e decide sobre a movimentação do veículo".

Os testes do CaRINA 1 foram realizados dentro do Campus 2 da USP, em São Carlos (interior de São Paulo), pois não é permitida a circulação de veículos sem condutor em vias públicas, por razões de segurança. "As vias do local oferecerem uma boa representação do ambiente urbano e a possibilidade da realização de experimentos controlados, que seguem todos os protocolos de segurança", diz o professor do ICMC. "Todos os veículos testados viajam com uma pessoa em seu interior, para situações de emergência. Se o sistema computacional deixa de emitir sinais para o controle ou sofre uma pane, esta pessoa pode intervir imediatamente e parar o veículo".

O CaRINA 2, implantado em um veículo de passeio, passou por um processo semelhante desde seu início, em 2011. "Foi feita toda a automação da parte mecânica, implantação de dispositivos eletrônicos, sensores, computadores, e, por fim, a parte de automação necessária para operação do veículo de forma autônoma", descreve o professor. Os testes do CaRINA 2 aconteceram em 2012, no Campus 2 de São Carlos. O desenvolvimento prossegue e novos experimentos em trajetos mais longos e complexos devem acontecer nos próximos meses.

Atualmente, os pesquisadores também desenvolvem o CaRINA 3, referente a automação de mais um 
novo veículo, mas nesta caso, de grande porte. "Os experimentos com veículos autônomos
envolvem a parte de automação, com todos os movimentos de aceleração e frenagem sendo controlados
por computador", descreve o professor Osório. "As pesquisas tem desenvolvido know-how adequado
a diversas plataformas. O veículo elétrico, por exemplo, tinha pouca potência no motor
e não possuía troca de marchas, ao contrário do carro de passeio. Este novo, por sua vez,
necessita de cuidados mais complexos de segurança, além de possuir maior peso,
fatores que também precisam ser adequados às características do veículo de grande porte".

De acordo com Osório, apenas nos Estados Unidos existe um veículo autônomo com autorização oficial para percorrer as vias públicas. "Há o problema legal de permitir a circulação desse tipo de veículo nas ruas, relacionado com a responsabilidade em casos de acidente", ressalta o professor. "Por isso, hoje eles são apenas objetos de pesquisa, embora parte das tecnologias usadas nos sistemas computacionais seja repassada às indústrias".

Em parceria com uma empresa de implementos agrícolas, o Laboratório adaptou a tecnologia de percepção visual para ser aplicada em pulverizadores usados no campo. "A aplicação de defensivos exige a presença de uma pessoa próxima para controlar a pulverização e desviar a máquina de obstáculos, expondo-a continuamente a substâncias tóxicas", conta o pesquisador. "Para evitar riscos à saúde foi desenvolvido pela empresa, em parceria com a USP, o protótipo de um pulverizador autônomo dotado de visão computacional capaz de reconhecer os caminhos e evitar danos ao equipamento".

Por Júlio Bernardes

Foto: cedida pelos pesquisadores
Legenda: Sistema robótico apresenta a capacidade de perceber os objetos ao redor

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Telefonia fixa em áreas rurais

27/08/2013 - O Regulamento sobre a Prestação do Serviço Telefônico Fixo Comutado Destinado ao Público em Geral (STFC) Fora da Área de Tarifa Básica (ATB) entra em vigor em 120 dias. Aprovado por meio da Resolução 622, o Regulamento foi publicado no Diário Oficial da União nesta terça-feira.

Por meio do novo Regulamento, alinhado com o Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU), ganha estrutura a prestação da telefonia fixa nas áreas rurais, viabilizando seu atendimento com foco na oferta de caráter domiciliar.

Destaca-se a previsão de planos de serviço, pré e pós-pagos, com tarifas estabelecidas pela Anatel, cuja oferta é obrigatória para as atuais concessionárias da telefonia fixa em uma faixa de 30 km a partir das localidades sedes de municípios.

Para as áreas mais distantes, as prestadoras deverão igualmente possuir plano pré-aprovado pela Agência. Outro ponto de realce é a previsão de que os usuários vinculados aos acessos rurais terão suas chamadas tarifadas como locais dentro de toda a Área de Numeração na qual estão localizados.

A oferta dos Planos será obrigatória 90 dias a partir da cobertura da faixa de 451MHz a 458MHz e de 461MHz a 468MHz pelas prestadoras vencedoras do Edital nº 004/2012/PVCP/SPV-ANATEL (edital da banda larga urbana e rural).


Prazos máximos para oferta dos planos de serviços obrigatórios

Datas limite
28 de setembro de 2014
29 de dezembro de 2014
29 de dezembro de 2015

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Redes 4G devem crescer

telecomunicacoes/4G.jpg23/08/2013 – O número de LTE (Long Term Evolution) de banda larga móvel têm crescido a partir de duas implementações comerciais em 2009, 16 em 2010, 51 em 2011, 139 em 2012 e agora 200 implementações comerciais como o de 22 de Agosto de 2013.

Segundo lista de implementação global da 4G Americas duvulgada nesta sexta-feira, 23, há 250 redes LTE comerciais previstas até o final deste ano e mais de 440 implantações totais nos próximos anos.

O crescimento explosivo da LTE se reflete não só em mais redes, mas também em rápido aumento conexões e seleções mais amplos de dispositivos em todo o mundo. LTE é a próxima geração de tecnologia de banda larga móvel de escolha, ajudando as operadoras a habilitar a Internet das Coisas. LTE tem benefícios significativos para operadoras de telefonia móvel, arquitetura IP plana LTE leva a uma menor implantação de custo por megabyte, melhor gestão do espectro e escalabilidade eficiente. Implantação de LTE-Advanced trará ainda mais melhorias para aumentar o desempenho da rede e velocidade e utilização dos recursos espectrais.

Veja mais (em inglês):
http://www.4gamericas.org/index.cfm?fuseaction=pressreleasedisplay&pressreleaseid=474

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Mais telefones móveis com nove dígitos

22/08/2013 - Os telefones celulares no Estado de São Paulo (DDDs 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19) terão o dígito 9 acrescido à frente dos números atuais a partir do próximo domingo, 25 de agosto de 2013.

Em coletiva a imprensa realizada na manhã desta quinta-feira, 22, o superintendente de Outorga e Recursos à Prestação, Marconi Maya, o gerente de Certificação e Numeração, Marcos de Souza Oliveira, e o servidores Affonso Feijó Neto e Albino do Amaral tiraram dúvidas dos jornalistas.

A partir de 27 de outubro de 2013, todos os telefones celulares dos Estados do Rio de Janeiro (DDDs 21, 22 e 24) e do Espírito Santo (DDDs 27 e 28) terão o dígito 9 acrescentado à frente dos números atuais.
O nono dígito será implementado em todo o País até o fim de 2016. A inclusão do nono dígito ocorreu no DDD 11 em 29 de julho de 2012.

Com a mudança, o dígito "9" será acrescentado à esquerda de todos os números atuais, que passarão a contar com o formato 9XXXX-XXXX. O nono dígito não será adicionado aos números utilizados em serviços que utilizam operações tipo despacho, ou seja, conexão direta via rádio.


Durante os dez primeiros dias da implementação, as ligações com 8 dígitos ainda serão completadas. Gradualmente, para adaptação das redes e usuários, haverá interceptações e os usurários receberão mensagens com orientações sobre a nova forma de discagem.


O mapa a seguir apresenta o cronograma de implementação do nono dígito em todo país.

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PT protesta contra isenção de tributos

economia_digital_04.jpg22/08/2013 - O Partido dos Trabalhadores não tem a menor noção do que significam os tributos que incidem sobre os serviços de telefonia e de banda larga. Para o partido, a desoneração fiscal beneficia as teles. Por isso, protesta junto ao governo federal contra a isenção de R$ 60 bilhões de impostos nesse setor. Nunca um partido cometeu tantos equívocos sobre a questão das tarifas e dos impostos na área de telecomunicações.

Conforme registrou o Portal Teletime, em matéria do jornalista Luís Osvaldo Grossmann, o Partido dos Trabalhadores, em reunião de seu diretório realizada em Fortaleza, voltou a criticar a presidente Dilma Rousseff e o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e criticou a desoneração fiscal dos tributos federais em serviços de telecomunicações, como se fossem benefícios concedidos às operadoras de telecomunicações – além de defender novamente o projeto de regulamentação da mídia, também chamado de "controle social da mídia".


Naquele encontro, o diretório nacional do PT aprovou uma resolução na qual "conclama" o governo a recuar das isenções tributárias concedidas às teles, no valor estimado de R$ 60 bilhões, segundo o documento. O partido não entende que é apenas o cidadão que paga impostos sobre serviços de telecomunicações, cabendo às operadoras apenas o papel de intermediários.
Os R$ 60 bilhões a que se refere o partido se referem aos fundos setoriais não aplicados no setor, conforme determina a lei. Numa confusão total, os dirigentes petistas acham que esses valores confiscados pelo Tesouro Nacional favoreceriam as teles.


O PT também exige que seja retomada a recuperação da Telebras, em princípio reestruturada para tocar o Plano Nacional de Banda Larga, cujo ritmo enfraqueceu. O partido reclama, do novo PNBL negociado com as teles.
Na realidade, o que o governo tem feito é associar seus esforços ao das operadoras numa forma consagrada de parceria público-privada


Para esclarecer, o próprio ministro Paulo Bernardo disse que, mesmo que os R$ 60 bilhões confiscados dos fundos FUST (Universalização), FISTEL (Fiscalização) e FUNTTEL (Tecnologia de Telecomunicações), fossem aplicados integralmente numa infraestrutura de banda larga, não teriam atendido a todas as demandas do País nessa área, pois seriam necessários cerca de R$ 125 bilhões para levar fibras ópticas a todos os domicílios brasileiros.


A mesma resolução do diretório nacional do PT recupera a defesa de um marco legal para as comunicações, sob a forma das sugestões aprovadas na Conferência Nacional de Comunicações, em 2009, com mudanças no regime de concessões de rádio e TV, adequação da produção ao previsto na Constituição [maior regionalização] e anistia às rádios comunitárias. Por isso, pede o documento que o governo reconsidere "a atitude do Ministério das Comunicações, dando início à reforma do marco regulatório das comunicações". Para o partido, o Ministério das Comunicações decidiu adiar a implantação do marco legal da mídia.

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