Impostos ameaçam o desenvolvimento do Brasil

fernando_rezende.jpgPor Telebrasil
24/05/2018 - A pesada carga tributária sobre o setor de telecomunicações é uma ameaça ao desenvolvimento do Brasil na era da economia digital, na análise do professor Fernando Rezende, da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (Ebape) da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Durante a sessão temática Tributação em telecomunicações: serviços essenciais ou máquina de arrecadação?, realizada no primeiro dia do Painel Telebrasil 2018, que vai até esta quinta-feira, 24/05, Rezende destacou a necessidade de rediscussão do regime de federalismo fiscal.

“Na constituição de 88 foram repartidos os impostos cobrados pelo Governo Federal, estados e municípios. Um grande equívoco da época foi transferir aos estados o que eram os antigos impostos únicos sobre comunicações, energia e combustíveis. Os estados concentraram, então, um grande esforço de arrecadação sobre o setor de telecomunicações, que passou a ser tributado pelo ICM, transformado em ICMS, e pelo PIS/Cofins. O Brasil não sobrevive na nova economia com essa pesada carga sobre telecomunicações”, decretou Rezende.

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GDPR é uma oportunidade de crescimento

arley.jpg*Por Arley Brogiato
18/05/2018 - A GDPR (General Data Protection Regulation – Regulamentação Geral de Proteção a Dados) promete privacidade e prosperidade e encaminha o Brasil ao futuro. A maior parte dos rankings dos países mais avançados na digitalização de sua economia diz respeito à infraestrutura de TI e Telecom, número de dispositivos móveis, força de trabalho capacitada digitalmente, etc. Segundo o World Economic Forum 2017, por exemplo, Singapura, Finlândia e Suécia são os países mais digitalizados do mundo; neste ranking, os EUA estão em sétimo lugar. Esse quadro pode mudar. Em tempos da extrema vulnerabilidade através de meios digitais, começará a ganhar espaço o país que for além desse quadro e passar a oferecer um ambiente que alie segurança e privacidade para os negócios. É disso que se trata a GDPR. Embora seja uma legislação europeia, essa regulamentação pode ser vista como um Norte para todos os países e economias que desejam dar um salto qualitativo e efetivamente tornar-se o espaço ideal para transações digitais.

GDPR, privacidade e prosperidade: o Brasil no limiar do futuro

É importante lembrar que o alinhamento com a GDRP será uma exigência a todas as empresas brasileiras que mantenham relações comerciais com companhias europeias. Mas, além das oportunidades de negócios com a Europa, há outras razões para o Brasil sair na frente e, por meio da adesão a GDPR, passar a oferecer as garantias de segurança e privacidade de dados que o consumidor online, cada vez mais, procura. Essas razões explicam que, hoje, projetos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais Brasileira (uma regulamentação local alinhada com a GDPR) estejam sendo examinados tanto na Câmera dos Deputados como no Senado. E que estudos semelhantes ocorrem nos EUA, nesse exato momento.

No Brasil, o Marco Civil da Internet conseguiu algumas vitórias no campo da segurança – como o controle de registros de logs – mas, em sua essência, não cobre todos os flancos abordados pela GDPR. O fato do mundo estar mergulhado em um cenário de extrema sofisticação e vigor dos ataques cibernéticos demanda a adoção de uma nova e mais rigorosa regulamentação.

As ameaças digitais são reais. Segundo o relatório anual de ameaças da SonicWall, hoje quase 70% de todo o tráfego da Internet está criptografado. Essa realidade pode ocultar ataques que provocarão vazamentos ou sequestro de dados através de códigos maliciosos como ransomware. Na era pós-BYOD (Bring your own device), o perímetro corporativo se estendeu além das nuvens e em arquiteturas multi-virtualizadas, fazendo com que localidades físicas ou tipos de dispositivos deixem de ser um fator importante. A economia digital acontece de forma suave quando o Next-Generation Firewall inspeciona todas as comunicações criptografadas, detectando ameaças em tempo real e agregando camadas integradas de proteção contra os temidos ataques persistentes e zero-day. O resultado do uso dessas soluções é um ambiente onde funcionários acessarão as aplicações corporativas e os dados quando, como e onde desejarem. Nada disso é futuro: as soluções para suportar, ao mesmo tempo, a GDPR e os negócios já estão no mercado.

Para incentivar atitudes pró-privacidade, a GDPR estabelece regras rígidas acerca de como as empresas coletam e armazenam dados de clientes como nomes, dados sobre localização, identidade, identificadores online, e assim por diante. Em caso de uma violação, uma notificação sobre este fato precisará ser apresentada aos órgãos regulamentadores. Isso poderá resultar em severas penalidades, incluindo multas acima de 20 milhões de euros ou até 4% do faturamento global.

A verdade, porém, é que a GDPR traz a oportunidade de "reinicializar" a maneira como as empresas lidam com dados de seus clientes.

A GDPR instigará novas maneiras de pensar e produzirá mais confiança e transparência. Empresas podem usar o alinhamento a essa regulamentação para aprender mais sobre seus clientes, aumentar o engajamento do seu público alvo e incrementar a eficiência. Aspectos que muitas empresas ainda negligenciam em nosso país no desenvolvimento de seus negócios. Como consequência da GDPR, nos próximos anos começaremos a ver consumidores assumindo total controle de seus dados – estabelecendo qual informação que as empresas podem e não podem ter acesso, como e quando.

E, quanto mais confiarem em uma marca, maior será a probabilidade de permitirem a essa empresa acesso aos seus dados. A lógica é bastante simples: na era da economia digital, o consumidor tem de estar em vantagem quando se trata de seus dados pessoais. As empresas, por sua vez, lutarão para conquistar a confiança do consumidor, de modo a tornar esse modelo igualmente valioso para seus acionistas. É aí que surgem as oportunidades de crescimento. Clientes mais engajados são naturalmente mais afeitos a gerar relações mais valiosas, especialmente em médio e longo prazo.

Quando o C-level de uma empresa estiver planejando as vendas e o marketing de seus produtos e serviços, recomenda-se que inclua em seu orçamento a privacidade de dados. A corporação deverá ser transparente quanto às suas medidas de segurança e comunicar abertamente como está protegendo as informações confidenciais dos clientes. Acima de tudo, profissionais de TI, Segurança, Marketing e outras áreas de negócio devem estabelecer uma postura onde privacidade de dados possa impulsionar maior entendimento sobre consumidores e, com isto, contribuir para a geração de novas oportunidades de crescimento.

A chegada da GDPR muda o jogo. Essa regulamentação faz os erros ficarem visíveis e, ao mesmo tempo, gera novas oportunidades para quem realmente compreende os fundamentos da economia digital. Os países que aderirem aos preceitos da GDRP serão os primeiros a desfrutar do crescimento que, certamente, virá. A hora de dar esse salto é agora.

*Arley Brogiato é country manager da SonicWall Brasil

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Foram bloqueados 37 mil celulares irregulares

app_smartphone.jpg18/05/2018 - O presidente da Anatel, Juarez Quadros, disse nesta sexta-feira (18/05), que já foram bloqueados 37 mil celulares irregulares no Distrito Federal e Goiás. Os aparelhos irregulares são aqueles sem certificação ou adulterados, que podem causar riscos aos consumidores e problemas nas transmissões. Quadros participou do Workshop sobre IMEI (International Mobile Equipment Identify) que aconteceu hoje na Agência.

No último dia 9 de maio, começaram a ser feitos os primeiros bloqueios nessas unidades da federação, como estava previsto no calendário de implantação do Projeto celular Legal. Desde 22 de fevereiro deste ano, os usuários de celulares irregulares habilitados em Goiás e no DF estão recebendo mensagens informando sobre as irregularidades.

O Projeto Celular Legal é uma iniciativa da Anatel que busca fortalecer o combate a celulares adulterados, roubados e extraviados, além de inibir o uso de aparelhos não certificados pela Agência, nas redes brasileiras de telecomunicações. O combate a terminais roubados, furtados ou extraviados já vem sendo tratado pela Anatel desde 2.000 quando se iniciou a implementação do Cadastro de Estações Móveis Impedidas, o CEMI. Esse cadastro consiste no controle dos terminais de forma a impedir sua utilização no Brasil. E a partir de maio de 2016, o projeto permite ao consumidor solicitar diretamente nas delegacias de polícia dos estados que aderiram ao projeto o bloqueio do seu celular que tenha sido roubado. Para isto ele deve informar seu número de telefone.

O diretor de serviços de IMEI da GSMA, Adrian Dodd, durante palestra no Workshop, explicou que o IMEI é um código composto por 15 números que permite identificar o órgão responsável (China, Índia, EUA, resto do mundo) e até marca e modelo do aparelho. O IMEI atesta a autenticidade do equipamento, permitindo que um aparelho roubado possa ser bloqueado em qualquer país. Adrian explicou que é importante que se faça a constante checagem da lista negra, de fabricantes que devem ser investigados, e da lista branca bons fabricantes. É preciso também realizar testes em modelos mais vendidos e mais roubados, disse. A GSMA, disse ele, tem monitorado as ferramentas utilizadas pelos hackers para clonagem e adulteração de IMEIs. Ele disse ainda que compete às autoridades legais exercerem seus poderes, com uso das informações prestadas pelos reguladores.

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Ericsson: relatório experiência Zero Touch do cliente

ericsson_zero_touch.jpg18/05/2018 - Ericsson: zero-touch pode representar uma nova era na interação com provedores de serviços

- Novo relatório da Ericsson explora o futuro das interações dos clientes com os provedores de serviços de telecomunicações;

- Consumidores esperam que os provedores de serviços de telecomunicações correspondam às principais experiências do consumidor digital;

- As operadoras de serviços de telecomunicações estão próximas a um futuro de zero-touch com seus clientes, usando a inteligência artificial e a automação para antecipar as necessidades dos consumidores e resolver problemas de forma mais prática.

A Ericsson lançou ontem, (17) seu mais recente relatório – a experiência Zero Touch do cliente –, que explora o futuro das interações dos clientes com os provedores de serviços móveis.

Hoje, os usuários de smartphones interagem com as operadoras em vários pontos de contato: desde a descoberta de ofertas, passando pela contratação de serviços até a solicitação de suporte/atendimento para encerrar um contrato.

O relatório destaca as frustrações atuais dos consumidores em suas interações com as operadoras de serviços móveis, levando em média 2,2 tentativas e 4,1 dias para concluir com sucesso uma interação. Esse alto esforço do cliente impacta negativamente nos níveis de satisfação.

As marcas digitais líderes no mercado oferecem um processo de interação mínima entre consumidor e empresa – que se mostra algo preferível pelo público consumidor. Os usuários de smartphones agora esperam a mesma experiência digital por parte das operadoras. O relatório destaca que os provedores de serviços móveis podem saltar para um futuro de experiência zero-touch com o cliente usando o poder da inteligência artificial (IA):

- Utilizando a IA, os provedores de serviços de telecomunicações podem usar dados de interações anteriores e comportamento do consumidor para prever o que os consumidores precisam antes mesmo de contatá-los para obter suporte. Mais da metade (56%) dos usuários de smartphones esperam que as operadoras antecipem suas necessidades antes mesmo de eles perceberem o que são ou do que precisam;

- Enquanto estamos acostumados a digitar, clicar e deslizar em nossos dispositivos, novos métodos de zero-touch estão surgindo com base na voz, nos gestos e na realidade aumentada e/ou virtual. Um em cada dez lares nos EUA já tem um dispositivo de assistente doméstico ativado por voz, como a Alexa da Amazon. À medida que os assistentes de voz forem se tornando mais comuns no dia a dia dos consumidores, eles esperam que haja uma integração deles com as plataformas de serviços das operadoras;

- Pernilla Jonsson, diretora do Ericsson Consumer & IndustryLab, acrescenta: "Os provedores de serviços de telecomunicações acreditam que os consumidores tratam pontos de contato como interações isoladas. Curiosamente, as operadoras de serviços de telecomunicações poderiam passar de vários cliques para zero-touch caso começassem a implementar tecnologias mais avançadas em suas ofertas de serviços para os clientes. O relatório mostra que as experiências de zero-touch são, agora, uma expectativa por parte dos clientes".

 

 

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Vivo lança Relatório de Sustentabilidade essa semana

vivo_dialogando.jpg18/05/2018 - Plataforma Dialogando, que aborda o uso consciente e seguro da internet e dos dispositivos eletrônicos, é um dos destaques no Relatório de Sustentabilidade da empresa, lançado esta semana

De acordo com a operadora, o portal Dialogando (dialogando.com.br) chega a 2,5 milhões de visitantes neste mês de maio. A plataforma está entre as soluções de destaque presentes no Relatório de Sustentabilidade da empresa, lançado esta semana e elaborado com metodologia Global Reporting Initiative (GRI) e do International Integrated Reporting (IIRC). A nova versão do relatório também é apresentada no formato de hotsite interativo, que facilita a navegação e a consulta dos dados por diferentes públicos.

"A Vivo atua para criar, proteger e impulsionar as conexões da vida de forma responsável, por isso fomentamos um modelo de negócios que fortaleça ainda mais a confiança dos nossos clientes, investidores, colaboradores, acionistas e sociedade" afirma o CEO da Vivo, Eduardo Navarro. As iniciativas da Vivo estão pautadas nos pilares de Gestão de Riscos, Produção Responsável e Sustentabilidade, desdobradas em um Plano de Negócios Responsável com 58 indicadores, elaborados a partir de sete princípios: Promessa Digital e Confiança Digital, Contribuição ao Progresso, Diversidade e Gestão de Talentos, Meio Ambiente, Inovação Sustentável, Ética e Gestão de Sustentabilidade na Cadeia de Suprimentos.

Consumo consciente

Além do Dialogando, a Vivo também ampliou outros programas de estímulo ao consumo responsável para permitir aos clientes uma experiência cada vez mais sustentável. Entre os destaques está a Venda Sustentável, que permite aos clientes lerem e assinarem seus contratos de forma digital, por meio de tablets. Os contratos assinados são enviados por e-mail ao consumidor. Em 2017, foram mais de 7,8 milhões de assinaturas digitais. Em outra iniciativa, a Conta Digital, houve crescimento de 83% no número de adesões no serviço móvel e 140% no fixo. Com estas duas iniciativas, a Vivo e seus clientes evitaram a impressão de 248 milhões de folhas de papel em 2017.

Em todas as lojas e revendas da operadora também é possível participar do programa Recicle com a Vivo, que garante a coleta e destinação adequada de pequenos equipamentos, como celulares, carregadores e baterias. Desde que foi implantado, em 2006, o projeto já recolheu 4,8 milhões de itens, garantindo a destinação de 100 toneladas de resíduos. Em 2017, foram recolhidos 122 mil itens, o equivalente a 8,1 toneladas de equipamentos.

Digitalização e serviços

Entre os destaques apontados no relatório também estão a evolução no Índice de Satisfação do Consumidor, para 7,67, o maior já obtido pela companhia em sua história e o lançamento do programa DNA Vivo, que pretende criar uma cultura de excelência em todos os pontos de contato com o consumidor. O documento também revela o reforço na política de compliance da empresa, com o lançamento do programa #VivoDeAcordo, com capacitação e envolvimento de todos os colaboradores da companhia no tema.

A expansão da cobertura e da qualidade dos serviços é outro ponto destacado pela empresa, que em 2017 ampliou sua rede 4G para 2.084 novas cidades brasileiras e estendeu seus serviços de fibra ótica para 16 novos municípios. "Nossa capacidade de gerar valor socioambiental e impacto positivo para a sociedade está na natureza do negócio, que é baseado em oferecer conexão de qualidade para pessoas e empresas em todo o Brasil. Dessa forma, ajudamos a levar desenvolvimento aos lugares mais remotos do país", revela Eduardo Navarro.

Diversidade

Outro destaque está no lançamento da Política Global de Diversidade e Inclusão da Telefônica, com adesão da alta liderança, sensibilização dos gestores, mudanças no processo de recrutamento e seleção, entre outras medidas. A empresa anuncia que avançou de 15% para 18% o número de mulheres em cargos de liderança e continua trabalhando para garantir avanços progressivos em todos os níveis hierárquicos, com o desafio de atingir 30% até 2020.

Energia renovável

A Telefônica atua para aumentar a eficiência no consumo de energia e priorizar as fontes renováveis, tornando sua operação cada vez mais sustentável. A empresa registrou em 2017 um aumento de 20% na utilização de energia proveniente de fontes renováveis adquiridas no mercado livre, passando de 388 para 464 Gigawatt-hora. As metas globais do grupo visam a eficiência operacional, financeira e ambiental e tem como finalidade que a Telefônica seja abastecida com 100% de energia proveniente de fontes renováveis até 2030. A operação brasileira, responde por cerca de 28% da energia utilizada pelo grupo e é considerada fundamental para o cumprimento das metas de eficiência, energia renovável e baixa emissão de carbono. No Brasil está a maior rede de telecomunicações da empresa, com mais de 97,8 milhões de acessos na operação fixa e móvel. A empresa já registra 26% do consumo seu consumo de energia proveniente de fontes renováveis, considerando-se a compra direta obtida no mercado livre.

Reconhecimento
A Telefônica é a única operadora de telecomunicações do Brasil a compor por dois anos o ranking Emerging Market 70 Ranking, da Vigeo Eiris, que aponta as 70 companhias com atuação em mercados emergentes, selecionadas pelo bom desempenho em Sustentabilidade e Governança. A companhia também está presente pelo quinto ano consecutivo no ISE - Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 (BM&FBovespa), que reúne as companhias com as melhores práticas de Sustentabilidade e Governança.

Acesse o Relatório de Sustentabilidade da Telefônica pelo link.

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Nextel inova com campanha "test-drive"

nextel.jpg10/05/2018 - Nextel cria "test-drive" e é a primeira operadora de celular no Brasil a oferecer 30 dias de internet e ligações de graça

Três anos depois de simplificar os planos nos formatos P, M e G, a Nextel vai na contramão da concorrência e inova mais uma vez. Agora, a operadora oferece 30 dias grátis de "test-drive", com internet e ligações ilimitadas. Com franquias de 3,5 GB, 5,5 GB E 10GB disponíveis, é preciso apenas escolher o plano mais compatível com o seu perfil de uso e experimentar o serviço. Ao final do período, é possível optar por permanecer na operadora ou não.

Depois de escolher a quantidade de internet (todas as opções oferecem chamadas ilimitadas locais e DDD para qualquer operadora), basta retirar o chip em uma das lojas da Nextel ou fazer o pedido pelo número 1050 – com a opção de fazer a portabilidade a qualquer momento. É necessário cadastrar um cartão de crédito ou colocar em débito automático, mas não há nenhuma cobrança nos primeiros trinta dias.

De acordo com a operadora, para cancelar o plano antes dos 30 dias, basta ligar 1050 ou responder "SAIR" no SMS de cancelamento da Nextel. Após o término do período de teste, a mensalidade do plano escolhido passa a ser cobrada. A ação é válida até o dia 15 de junho e não está disponível para clientes corporativos.

Segundo Osni Diniz, diretor-executivo de Marketing da Nextel, a ação estabelece um novo patamar de relacionamento com os consumidores em telefonia. "Queremos que as pessoas possam testar nossos serviços sem compromisso, como fazem a Netflix e o Spotify, por exemplo. Já comunicamos que somos a melhor operadora de celular, e agora é a hora de abrir as nossas portas e dar a opção para que os próprios clientes decidam. Dessa forma, eles continuam se gostarem".

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