Satélites e 5G e são abordados no Futurecom

futurecom_vitor_manchete.jpg26/10/2018 - O superintendente de outorgas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Vitor Elisio Menezes, e o gerente de espectro da Agência, Agostinho Linhares, participaram do Futurecom, realizado em São Paulo na semana passada.

O superintendente falou no painel “Examinando a importância dos satélites no processo de entrega do 5G e de dispositivos interconectados”. Vitor explicou que só com infraestrutura terrestre não é possível atender a todas localidades, sendo fundamental o uso dos satélites. “Temos 17 satélites brasileiros e em breve teremos mais três, 37 satélites estrangeiros e quatro sistemas de satélites não geoestacionários. Ele disse ainda que a banda Ka vem crescendo e que a Agência já está atuando. “Fizemos este ano a submissão à UIT de seis redes de satélites, com banda Ka, Q e V, que ainda serão licitados”, disse.

Segundo ele, a Anatel tem acompanhado a tendência mundial quanto ao 5G e está realizando testes no 3.5 GHz, com cautela para não interferir na banda C, estudando as ondas milimétricas.

O superintendente destacou que recentemente o Conselho Diretor aprovou o novo Regulamento Geral de Outorgas. A Agência vai propor a dispensa de licenciamento dos terminais de usuários, incluindo VSAT, e isentar a taxa de fiscalização de estações base que operam até 5 watts.

Segundo ele, a Agência está estudando uma compensação dessa arrecadação, será elaborada uma minuta de projeto de lei, para que o MCTIC submeta ao poder Legislativo. “Um grande passo foi dado, queremos simplificar o setor, desburocratizar, reduzir os custos. Os tributos muito têm onerado o setor”, disse.

O superintendente disse que em 2030 serão 1 trilhão de dispositivos conectados de Internet das Coisas. “Estamos estudando novas faixas para não ter conflito com a banda Ka, não dá para replicar o modelo de outros países, estamos sendo cuidadosos”, falou.

Comentário (0) Hits: 642

Aníbal Diniz apresenta plano de redes da Anatel

anatel_anibal_diniz.jpg19/10/2018 - O vice-presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), conselheiro  Aníbal Diniz, e o conselheiro Otavio Diniz palestraram durante o Futurecom, em São Paulo. O conselheiro Aníbal falou sobre o Plano Estrutural de Redes (PERT) e sobre o Plano Geral de Metas de Competição (PGMC). Ele destacou a importância dos pequenos provedores que já detém 22% do mercado de banda larga. A Agência já registrou 7 mil prestadores de pequeno porte no país, segundo ele.

Aníbal falou sobre três projetos prioritários para apoiar a expansão da banda larga no Brasil. O primeiro é a expansão do backhaul, usando principalmente tecnologia de fibra óptica. A Agência pretende melhorar a infraestrutura em mais de 2.000 cidades, gerando benefícios para 29 milhões de habitantes.

O segundo projeto é a expansão da rede móvel. No Brasil, ainda existem pouco mais de 2 mil cidades pequenas sem cobertura de serviço móvel. A partir desse projeto, todo o país terá cobertura de serviços móveis, pelo menos com tecnologia 3G. A Anatel  planeja levar a tecnologia 4G para mais de 4 mil sedes municipais, que hoje só possuem tecnologia 3G.

O terceiro projeto visa aumentar a transmissão média da Internet de banda larga, através da implementação de redes de alta velocidade. As velocidades predominantes no Brasil ainda estão em 12 megabits por segundo. Com o projeto, se espera que a qualidade da banda larga no Brasil melhore em mais de 2 mil cidades.

O vice-presidente da Agência  mencionou ainda a intenção da Agência  em reduzir em um terço a contribuição para o FISTEL e elevar a contribuição do FUST, sem onerar o setor, e reduzir de R$ 201 para R$ 26 o valor da habilitação das estações terrenas. “É preciso investimento público, a adequação do FUST para implantação de infraestrutura para garantir conectividade para todos”, concluiu.

O conselheiro Otavio Rodrigues abordou as ações prioritárias da Anatel para se preparar para o 5G. Ele mencionou o Regulamento Sobre Condições de Uso da Faixa de Radiofrequência de 2,3 GHz que passou por consulta pública. Será feita análise das contribuições e posterior encaminhamento para o Conselho Diretor, para aprovação do Regulamento.

Ele destacou também o  Regulamento Sobre Condições de Uso da Faixa de Radiofrequências de 3,5 GHz. Se encontra em análise no Conselho Diretor proposta de Consulta Pública para Minuta desse Regulamento, cujo objetivo é permitir a implantação de sistemas 5G na faixa.

O conselheiro mencionou também a licitação de faixas de 2,3 GHz e 3,5 GHz  previstas para os próximos 2  anos. O preço mínimo a ser definido para as faixas a serem leiloadas seguirá o que prevê o novo Regulamento de Cobrança de Preço Público pelo Direito de Uso de Radiofrequências (PPDUR).

Outra ação prioritária abordada pelo conselheiro foi o M2M cuja Análise de Impacto Regulatório (AIR) deverá ser finalizada até o final deste ano.
Outro assunto mencionado foi a Revisão do modelo de outorga e licenciamento. A minuta do Regulamento Geral de Outorga se encontram em Consulta Pública.

O conselheiro destacou também que se encontra em andamento no Senado Federal o Projeto de Lei da Câmara nº 79/2016, que prevê uma ampla revisão do modelo de prestação de prestação dos serviços de telecomunicações no Brasil.

Comentário (0) Hits: 640

Solução Cloud Web Gateway proteje o acesso à Internet

embratel_nuvem.jpg19/10/2018 - Nova oferta da Embratel permite a proteção do acesso à Internet corporativa contra vírus e malware

A Embratel anuncia esta semana o lançamento da solução Cloud Web Gateway para proteção do acesso à Internet no ambiente corporativo. O novo serviço do portfólio de Soluções Digitais reforça a atuação da Embratel como integradora e é indicado para empresas de todos os tamanhos e segmentos que desejam minimizar o risco de perda ou roubo de dados corporativos e de clientes, controlar o acesso a conteúdo específico e ter uma visualização completa dos acessos a sites externos.

Novas ameaças cibernéticas acompanham as mudanças nas relações de trabalho. Estudos apontam que, hoje, cada colaborador tem acesso a mais de 14 bilhões de páginas web por meio de até quatro dispositivos diferentes, parte deles corporativos. “Esse acesso facilitado a milhões de informações por meio da infraestrutura das empresas exige que elas invistam em tecnologias inovadoras para a proteção do ambiente corporativo, como a solução Cloud Web Gateway”, afirma Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel.

O Cloud Web Gateway, comercializado na modalidade Software as a Service (SaaS), promete atuar diretamente na segurança de dados e sistemas das companhias ao direcionar o tráfego de Internet para uma Nuvem segura da McAfee, na qual será verificada a presença de vírus e malware. A solução filtra o tráfego em busca de códigos maliciosos que podem infectar um dispositivo ou até mesmo todo o ambiente corporativo, ocasionando o roubo dos dados. Por meio do filtro de conteúdo, o Cloud Web Gateway bloqueia o acesso a sites específicos ou que estejam em categorias predefinidas, minimizando os riscos de vulnerabilidade e possibilitando a otimização da banda de Internet, em função da diminuição do número de sites acessados.

“As empresas estão vulneráveis a vários tipos de ameaças que infectam a rede corporativa, como ransonware e spyware. Em 2017, foram registradas mais de 12 milhões de URLs suspeitas. Por meio da Nuvem da McAfee, a Embratel oferece às organizações uma solução fim a fim que permite a proteção contra essas ameaças e contra o vazamento de informações”, diz Rachid.

A solução Cloud Web Gateway possui interface simples e fácil de utilizar, permitindo o controle e bloqueio de conteúdo indesejado com poucos cliques, além de ter um painel totalmente em português. A atualização da base de ameaças e vulnerabilidades das aplicações é automática, garantindo maior proteção da rede corporativa.  A nova oferta permite, também, a redução de custos das empresas com infraestrutura de segurança, tais como hardware e recursos necessários para a manutenção dos equipamentos, que são desnecessários com a solução da Embratel.

Os usuários predefinidos pelas companhias têm acesso a relatórios em tempo real com informações estratégicas, tais como consumo de banda de Internet, aplicações que estão sendo utilizadas no momento, aplicações com malware associado e aplicações que foram bloqueadas, entre outras.  Para mais informações, acesse: www.embratel.com.br/cloudwebgateway.

 

Comentário (0) Hits: 690

Embratel anuncia solução SD-WAN para empresas

embratel_sd-wan.jpg17/10/2018 - Nova tecnologia permite a formação de uma rede privada híbrida mais ágil e com acesso otimizado a aplicações na Nuvem

A Embratel anuncia esta semana o lançamento da solução SD-WAN Embratel (Rede Definida por Software), nova tecnologia para formação de rede privada, que permite também composição híbrida por meio da integração de acessos à Internet com redes MPLS tradicionais. A Embratel é a primeira grande provedora de serviços no Brasil a oferecer a tecnologia SD-WAN para o mercado corporativo. A nova solução permite que empresas de todos os tamanhos e segmentos de atuação, usem uma rede corporativa baseada na Nuvem para troca de informações entre os escritórios localizados em diferentes regiões do País.

"O lançamento do SD-WAN Embratel comprova o pioneirismo da Embratel em ofertar soluções inovadoras para o mercado corporativo. Por meio do SD-WAN Embratel, as empresas podem contar com uma tecnologia que levará a conectividade a um novo nível", afirma Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel. O executivo acrescenta que a nova oferta é flexível e de rápida implementação, características essenciais para o modelo de negócios atual do mercado.

A nova solução reconhece as diversas conexões à Internet que a empresa utiliza e direciona o tráfego para os mais adequados, de acordo com a qualidade dos links e a prioridade do que é transmitido: voz, vídeo, dados, e-mails, entre outros. Essa funcionalidade ajuda a garantir mais agilidade na troca de informações, possibilitando um aumento de eficiência no ambiente corporativo.

O SD-WAN Embratel também avalia constantemente a qualidade da conectividade das empresas, verificando indicadores de desempenho essenciais para o bom fluxo das transmissões, como latência, jitter, perda de pacotes e a disponibilidade. A otimização do tráfego entre diferentes localidades é garantida pela nova oferta, que verifica e corrige, em tempo real, possíveis falhas na transmissão dos pacotes de dados.

A segurança da troca de informações é garantida por meio da criptografia fim a fim do tráfego. O SD-WAN Embratel também possui uma solução de segurança Firewall embutida para filtrar o fluxo de dados, bloqueando conteúdos maliciosos, sem afetar a transmissão de informações.

"A movimentação das empresas em busca de uma infraestrutura mais ágil, eficiente e segura chegou às redes WAN. Através da tecnologia NSX SD-WAN entregamos uma solução robusta que atende a essa demanda garantindo performance, agilidade, elasticidade, segurança e governança das redes públicas e privadas. Os principais benefícios para os clientes são uma operação muito mais simplificada, significativa redução de custos e aumento de produtividade de seus usuários, principalmente em projetos de modernização de escritórios remotos, mobilidade e Nuvem pública e híbrida", afirma José Duarte, country manager da VMware no Brasil.

O gerenciamento da solução SD-WAN Embratel é realizado por meio de um portal web, no qual usuários predefinidos têm acesso aos fluxos de tráfego da rede corporativa, podendo ajustá-los de acordo com as suas necessidades entre os pontos da rede WAN. Para mais informações acesse: www.embratel.com.br/conectividade/SD-WAN

Comentário (0) Hits: 713

Teleco lança novo produto na Futurecom 2018

telco_club.jpg09/10/2018 - Trata-se do Telco Club, uma série de entrevistas/apresentações curtas de executivos que estarão na Futurecom e falarão sobre temas como 5G, Virtualização das Redes, Big Data, Inteligência Artificial, Experiencia do Usuário, Novos Serviços Digitais e IoT

O que esperar para os próximos anos?
Quais as tecnologias que evoluirão?

Como serão os novos serviços digitais?
Quais as perspectivas do 5G?

Como será a evolução da Internet das Coisas?

Estas e outras perguntas serão respondidas por renomados executivos do setor que já confirmaram a participação, como Eduardo Navarro de Carvalho (Presidente da Telefônica / Vivo), Juarez Quadros (Presidente da Anatel), Paulo Cesar Teixeira (CEO da Claro), Eduardo Tude (Presidente da Teleco), entre outros.

O evento (online) será gravado durante a Futurecom e organizado por Telecom Webinar e Teleco. Basta registrar-se (gratuitamente) no web summit Telco Club 2018, que será transmitido em 31/10/2018 

Mas não se preocupe. Caso sua agenda esteja ocupada nesse dia, todo o conteúdo permanecerá por 12 meses no site, para acesso on-demand.

Comentário (0) Hits: 815

Abinee: 'Lei de Antenas precisa de solução'

abinee_humberto_barbato.jpg03/10/18 – Em conversa com o jornalista Renato Cruz para o inova.jor TIC, Humberto Barbato, da Abinee, defende medidas como a aprovação da Lei de Antenas da cidade de São Paulo para incentivar investimentos nas telecomunicações

O mercado brasileiro de telecomunicações talvez seja o de maior potencial no mundo, segundo Humberto Barbato, presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

"Entretanto, sofre com vários fatores que não permitem que ele possa ter um crescimento efetivo", afirma Barbato, em entrevista exclusiva ao inova.jor TIC. "E isso está vinculado a problemas de carga tributária, a aspectos de regulamentação e até ao próprio ciclo de tecnologia."

Na sua visão, uma medida urgente é a aprovação da Lei das Antenas da cidade de São Paulo. "Isso é uma coisa que está há bastante tempo sendo trabalhada e que precisa urgentemente ter uma solução. Até porque afeta de uma forma muito violenta a indústria", disse.

A Lei das Antenas permitiria ter uma quantidade maior de antenas, com uso melhor da infraestrutura e mais produtividade do setor de telecomunicações.

Segundo o executivo, uma melhora do ambiente regulatório permitiria que as operadoras se sentissem mais confiantes, em condições de continuar a investir.

Reforma tributária

Ele defende que, numa eventual reforma tributária no próximo governo, seja reduzida a carga que incide sobre o setor.

"Oxalá possamos ter uma reforma tributária em que não incida tanto tributo sobre esse tipo de serviço, assim como também sobre energia elétrica", afirma Barbato. "Se temos de pagar muito tributo em cima de serviços tão importantes, evidentemente isso só faz com que diminuamos o consumo desses serviços."

Na área de tecnologia da informação, o presidente da Abinee destaca a importância de se redefinir a Lei de Informática, que foi alvo de denúncia na Organização Mundial do Comércio (OMC).

"Precisamos ter uma solução para aquela denúncia, para o painel e para apelação que o Brasil fez naquele painel", diz Barbato. "Isso é uma coisa que, de certa maneira, dificulta enormemente a indústria sediada no Brasil, que é muito grande e gera 130 mil empregos diretos."

Segundo ele, a Lei de Informática precisa ser atualizada para dar segurança jurídica à indústria instalada no país.

"Temos de ter muito claro que produzir no Brasil não é uma coisa barata nem fácil. E, portanto, não podemos ter mais complicadores como esse que foi o painel da OMC, que pode desestimular o investimento no Brasil", complementa.

Assista à entrevista em vídeo de Humberto Barbato, da Abinee, ao inova.jor TIC, que tem apoio da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil).
http://www.inova.jor.br/2018/10/03/abinee-antenas/

 

Comentário (0) Hits: 884

newsletter buton