Descarte sua TV analógica de maneira correta

tv_reciclar_2.jpg27/03/2017 - Encontrar um destino adequado para os eletrônicos quebrados é um dos principais desafios da atualidade. Muitos desses produtos não podem ser descartados no lixo comum, pois possuem metais tóxicos que contaminam o meio ambiente. Com a proximidade do desligamento do sinal analógico de TV, que acontecerá no próximo dia 29 de março em toda a região metropolitana de São Paulo, muitas pessoas podem aproveitar para descartar televisores quebrados ou trocar aquele televisor antigo – o que não é necessário, uma vez que, com o conversor instalado e antena adequada, qualquer televisor pode transmitir a programação de TV aberta por meio do sinal digital.

Pensando nisso, a Seja Digital, entidade responsável pela operação do processo de migração do sinal de TV, em parceria com a Abrin, Associação Brasileira de Reciclagem e Inovação, disponibiliza pontos de coleta em 24 ETECs (Escolas Técnicas Estaduais) e 19 cooperativas de resíduos sólidos. A ação tem como objetivo estimular o descarte correto de televisores por meio da mobilização dos alunos, que irão informar e divulgar o projeto para a comunidade local.

O projeto começou no dia 6 de março e irá até o dia 8 de abril. Além da coleta, a Seja Digital, que têm como missão informar e orientar a população sobre essa mudança, disponibiliza um espaço para o tema no site www.sejadigital.com.br/recicle. Ali, é possível saber mais informações sobre o descarte adequado e encontrar o ponto de coleta mais próximo da cada residência, por meio do CEP.

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Brasil precisa priorizar IoT para ter resultados

bndes_iot.jpgBruno do Amaral, Converge
08/03/2017 - Uma coisa é apresentar um Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT), outra é o País priorizar o assunto, reconhecendo e permitindo os impactos positivos. Esses são alguns dos desafios para os próximos anos, segundo debatedores no painel Laboratórios do Futuro IoT, evento promovido pelo BNDES com o governo e realizado nesta terça-feira, 7, em São Paulo. O diretor de políticas regulatórias da GSMA, Philipe Moura, destacou o papel do governo na criação de um ambiente que permita a inovação e o desenvolvimento no setor. Ele diz que há necessidade de consistência nas regras para diferentes players (semelhante ao discurso da entidade em relação às over-the-top) para uma cadeia de valor complexa. "Esse sistema de regras precisa ser adaptável e flexível o suficiente para a evolução tecnológica, porque sabemos onde está hoje, mas daqui a 20 anos não sabemos como será", declara.

Moura analisa que o Brasil tem pensado de forma avançada, mas ele insiste na necessidade de um grupo compreensivo de políticas que considere o impacto entre todos os stakeholders. Na visão dele, é necessário ter uma política de IoT que, mesmo após alguns anos, ainda se mantenha relevante. "No Marco Civil da Internet, por exemplo, tivemos um grande incentivo por colocar a regulação de Internet de vanguarda, mas não significa que foi a (regulação) que precisávamos, e talvez em cinco anos a gente tenha consequências no mercado", compara.

Os impactos precisam ser reconhecidos também, diz, fazendo alusão às taxações do setor de telecomunicações, que são comparadas às da indústria do cigarro e da bebida. "A IoT é uma indústria com externalidades positivas para a economia e que respinga em outras indústrias. Mas não será tão grande como imaginamos se a gente taxar o sistema como se fosse algo negativo, e é essa a forma como é no Brasil hoje", reclama.

Sugestões

Para alavancar a Internet das Coisas no País, a sugestão do sócio do McKinsey Global Institute, Michael Chui, é direta: investir desde cedo em pesquisa e desenvolvimento, além de capacitação profissional. "Não precisa ser pesquisa básica. É essencial também ter o talento a postos, para quando houver demanda, então faça com que a educação e sistema de treinamento tenham talentos." Também é importante entregar produtos em vez de apenas propostas, e que sejam pensados para um mercado transnacional. "IoT é um mercado global, então construa rápido e (pronto) para servir em qualquer lugar, não só para o Brasil. E tenha um ecossistema global também de P&D", propõe.

O vice-presidente de P&D do CPqD, Alberto Paradise, defende foco nos agronegócios como uma vertical-chave para IoT, uma vez que o setor representa cerca de 25% do PIB brasileiro. "Podemos melhorar produtividade, qualidade da produção e cuidar do ambiente (com gestão racional de recursos) ao conectar dispositivos simples à nuvem", avalia. Ele acredita ainda que o País poderá competir melhor no software, em especial com pesquisas em inteligência artificial para lidar com os dados – ou seja, machine learning.

O sócio sênior da McKinsey na Alemanha, Jan Wullenweber, sugere atenção à mobilidade urbana, tanto em carros inteligentes/conectados quanto transporte público. Ele ressaltou a necessidade de se criar hubs de pesquisa e desenvolvimento separados dos núcleos originais das empresas. "Não é pedir para a indústria tradicional trabalhar IoT, precisa de uma mudança no modelo competitivo", alega.

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Eutelsat fecha parceria com a Blue Origin

blue-origin-eutelsat.jpg07/03/2017 - Para lançar o foguete New Glenn, da companhia criada por Jeff Bezos

A Eutelsat Communications anunciou nesta terça-feira, durante a Satellite 2017 Convention em Washington, Estados Unidos, a conclusão das negociações com a Blue Origin para lançamentos de seus satélites pelo lançador New Glenn, operação prevista para ser iniciada em 2020.

A nova parceria com a Blue Origin reflete a estratégia da Eutelsat em buscar opções de lançamento de diferentes fornecedores e garantir parcerias com companhias que oferecem altos níveis de performance, flexibilidade e competitividade.

O acordo prevê o lançamento de um satélite geoestacionário entre 2021 e 2022. O lançador New Glenn será compatível com praticamente todos os satélites da Eutelsat, oferecendo flexibilidade para a companhia preparar uma missão de colocar um satélite no espaço até 12 meses antes do lançamento.

Rodolphe Belmer, CEO da Eutelsat, comentou sobre o novo relacionamento com a Blue Origin: "A Blue Origin tem uma estratégia muito parecida com a da Eutelsat e nos mostrou que eles estão no caminho certo para atuar na indústria de lançamento de satélites. Encontramos nesta empresa tudo aquilo que esperamos de nossos parceiros: uma equipe de engenharia robusta focada no desenvolvimento tecnológico de uma nova base de lançadores de última geração. Ao incluir o New Gleen ao nosso manifesto, estamos reforçando nossa estratégia de longo prazo por inovações que reduzem o custo de acesso ao espaço e aumentam a performance. Isso é uma notícia ótima para rentabilidade e sustentabilidade da nossa indústria."

"A Eutelsat é um das mais experientes e inovadoras operadoras de satélite do mundo, e nós estamos honrados por eles escolherem a Blue Origin e nosso veículo de lançamento orbital, New Glenn." disse Jeff Bezos, fundador da Blue Origin. "A companhia vêm lançado satélites em vários novos veículos e compartilham conosco tanto nossa abordagem metódica de engenharia, quanto nossa paixão por reduzir o custo de acesso ao espaço. Bem-vindo ao manifesto de lançamento, Eutelsat, nós estamos ansiosos para voarmos juntos."


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TV paga tem queda de assinantes em janeiro

tv_digital.jpg02/03/2017 - A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registrou em janeiro de 2017 um total de 18,69 milhões de assinantes de TV paga no Brasil, o que corresponde a uma diminuição de 105,40 mil assinantes em comparação com dezembro de 2016, menos 0,56%. Dos grupos acompanhados pela Agência, a Oi e a Cabo apresentaram crescimento de 1,06% e 0,24%, respectivamente. Todos os outros grupos apresentaram redução.

Nos últimos doze meses, a redução foi de 364,46 mil assinantes, menos 1,91%. Neste período, a Oi apresentou crescimento de 12,03% com mais 141,55 mil assinantes. Todos os outros grupos apresentaram redução, destaque para a Blue com queda de 30,66%, redução de 46.116 assinantes.

Em relação às tecnologias, entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017, a fibra ótica apresentou crescimento de 0,22% devido à adição de 485 usuários. No entanto, em 12 meses, esta tecnologia apresentou crescimento de 27,35% com a entrada de 47, 59 mil assinantes. Todos os outros serviços apresentaram queda, em termos absolutos a maior redução foi registrada por usuários de satélite, menos 353,67 mil assinantes (-3,2%).

Nos estados brasileiros, no último mês o Ceará liderou a redução percentual nos números de usuários de TV paga, menos 1,73%, seguido pelo Amazonas com redução de 1,62% e Amapá com menos 1,54%. Piauí apresentou crescimento de 0,19% e Maranhão de 0,06%, entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017.

Nos últimos doze meses, Pernambuco liderou a redução percentual nos assinantes no país, menos 8,02%, seguido de Rondônia com queda de 7,98% e Amapá com menos 7,58%. Lideraram o crescimento da TV paga no Brasil os estados do Piauí com 7,47%, Sergipe com 4,26% e Maranhão com 4,08% de aumento no número de assinantes.

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Janeiro de 2017 registra queda de linhas móveis

app_smartphone.jpg01/03/2017 - De acordo com levantamento da Anatel, o mês de janeiro de 2017 fechou com 243, 42 milhões de linhas móveis em operação, queda de 5,38% em comparação com janeiro de 2016, o que equivale a menos 13,83 milhões de linhas. A redução nos números foi liderada pela Oi com queda 5,82 milhões de linhas, seguida pela Claro com diminuição de 4,87 milhões e Tim com menos 4,08 milhões.

Em comparação com dezembro de 2016, janeiro de 2017 registrou um decréscimo de 647,78 mil de linhas, o que representa uma queda de 0,27%. A TIM, com menos 596,13 mil linhas móveis, foi responsável por mais de 90% da redução apresentada no mês.

A queda do número de acessos móveis no ano passado foi consequência da redução da tarifa de interconexão (cobrada entre empresas fixas e móveis) e do valor de remuneração de uso de rede das prestadoras móveis (VU-M), praticados entre as operadoras. Com preços menores das ligações de uma empresa para a outra, os consumidores cancelaram os chips de diferentes prestadores.  A desaceleração econômica também contribuiu para encolhimento da base de acessos móveis.

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TV digital ganha uma aliada: a Prefeitura de SP

tv_analogica2.jpg01/03/2017 - Seja Digital e Prefeitura de São Paulo começam parceria para informar a população sobre o desligamento do sinal analógico de TV. A partir de 29 de março, só será possível assistir à programação da TV aberta por meio do sinal digital na capital paulista

A Seja Digital, entidade responsável pelo processo de digitalização do sinal de TV no Brasil, assinou nesta quarta-feira, 1º de março, o Termo de Cooperação com a Prefeitura de São Paulo. A parceria vai ampliar as ações que levam orientação e informação sobre o desligamento do sinal analógico de TV aos moradores da capital paulista. “Estaremos ainda mais presentes na rotina da cidade”, afirma a gerente regional da entidade, Cecília Zanotti. “Vamos treinar equipes da prefeitura para que possam dar todas as orientações necessárias sobre o desligamento do sinal e ajudar as famílias de baixa renda a agendar a retirada do kit gratuito feita pela Seja Digital.”

seja_digital.jpgDentre as ações planejadas, destaca-se a criação de pontos de apoio em 54 CRAS, Centros de Referência de Assistência Social, para que a população possa tirar dúvidas sobre o desligamento do sinal analógico e o processo de agendamento e retirada de kits. A prefeitura também está capacitando atendentes para informar e conscientizar a população sobre a mudança em outros órgãos públicos.

No dia 29 de março, o sinal analógico de televisão será desligado em São Paulo. A programação dos canais abertos de televisão será transmitida apenas pelo sinal digital. Para continuar assistindo a programação, todas as residências da cidade precisam ter uma antena UHF e um aparelho de televisão preparado para receber o sinal digital.

As famílias inscritas em programas sociais do Governo Federal (Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Pronatec e Carteira do Idoso, entre outros) que ainda não retiraram o kit gratuito, ou não sabem se tem direito, devem acessar o portal sejadigital.com.br com NIS (Número de identificação social) em mãos ou ligar gratuitamente para o número 147. “Nossa equipe de atendimento vai orientar e realizar o agendamento no horário e local de sua preferência”, reforça Cecília Zanotti.

 

 

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