“PLC 79 não avança sem decisão do STF”

plc_79b.jpgPor Lúcia Berbert, Converge
25/08/2017 - O PLC 79/2017 não será levado à votação se não houver uma decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o Mandado de Segurança que impediu, no início deste ano, o envio da matéria para a sanção. A posição é do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), passada ao governo, prestadoras, indústria e entidades do setor de telecomunicações – ecossistema que responde por 10% do PIB -, em rápida reunião nesta quinta-feira, 24. A expectativa era grande sobre a reunião, que reuniu os presidentes das maiores empresas operadoras e fornecedoras?

Segundo Eunício Oliveira, a proposição, que altera a regulamentação do setor, tem despertado muito interesse, mas acredita que há projetos muito mais importantes para o Brasil. "Esse é um projeto como outro qualquer e será pautado na medida em que a decisão que tomei seja cumprida pela Suprema Corte", disse o presidente do Senado, antes da reunião. Ele afirma que caso o STF diga que não há problemas na matéria, caberá ao plenário dizer que sim ou que não ao projeto.

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, considerou a reunião "extremamente produtiva", mas disse que é preciso aguardar a posição do relator do mandado de segurança no STF, ministro Alexandre Morais, se a matéria pode ir direta para a sanção ou terá que voltar ao Senado. "O importante, e esse era o objetivo da visita ao Senado, era saber a posição do presidente Eunício para o caso de uma eventual decisão do Supremo (sobre) qual seria o encaminhamento, se seria pautado o mais rápido; e o presidente assumiu esse compromisso", disse.

Kassab acredita que o projeto tem maioria na Casa, devido à importância para a geração de empregos e para os avanços no setor de telecomunicações. O ministro disse que pode ser feita uma visita ao ministro Alexandre Morais para esclarecer a importância do avanço do projeto. Ele disse que hoje as críticas ao projeto quase inexistem em vista da grande importância para o setor, já que garante as alterações necessárias para a modernização da legislação. "Essa questão não nos preocupa, já que temos maioria na Casa", disse.

Os presidentes das grandes operadoras, com exceção da Oi, além de entidades como a Abinee, Brasscom, SindiTelebrasil, Febratel e Fenainfra, não saíram tão otimistas da reunião. Para eles, o posicionamento do presidente do Senado é claro e depende do STF, que tem um ritmo muito mais lento para qualquer decisão.

O secretário de Telecomunicações do MCTIC, André Borges, acredita que é preciso achar caminhos para resolver. Ele disse que já se fala em uma visitado mesmo grupo ao ministro Alexandre Morais. O secretário acha que nem será preciso uma votação no plenário da Suprema Corte para o projeto avançar. "O próprio relator pode indicar caminhos para se chegar a uma solução", disse. Ele afirma que não se pode ficar parado esperando as coisas acontecerem.

Participaram da reunião os dirigentes da Algar, Abinee, Brasscom, Claro, CPqD, Ericson, Arris, Febratel, Fenainfo, Feninfra, Huawei, Nokia, Oi, Qualcomm, Sercomtel, Sindisat, SindiTelebrasil, Telefônica/Vivo, TIM e Trópico.

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Cai número de reclamações de telecom no país

16/08/2017 - No mês de junho de 2017, foram registradas 276,8 mil reclamações na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), queda de 14,1% na comparação com o mesmo mês de 2016. Com exceção da TV por Assinatura, que apresentou 41,2 mil reclamações (+1,9%), os outros serviços de telecomunicações apresentaram redução: telefonia móvel, com 131,6 mil queixas (-15,6%), telefonia fixa, com 60,0 mil (-21,9%), e banda larga fixa, com 42,0 mil (-10,4%).

Principais queixas

Reclamações sobre cobrança lideraram, em junho de 2017, o total das queixas recebidas pela agência reguladora nos serviços de telefonia móvel pós-paga (51,93%), TV por assinatura (49,37%) e telefonia fixa (37,29%). O maior conjunto de reclamações na banda larga fixa foi o de qualidade do serviço (46,60%). Na telefonia móvel pré-paga foram queixas relativa a créditos (49,57%).

O segundo lugar no maior conjunto de reclamações foi para a cobrança na banda larga fixa (21,95%), e para a qualidade do serviço na telefonia fixa (23,12%) e na TV por Assinatura (11,00%). Reclamações relativas a ofertas, como promoções e bônus, foram também o segundo maior grupo de queixas na telefonia móvel pré-paga (15,51%) e pós-paga (10,21%).

Na telefonia móvel pré-paga, reclamações sobre qualidade formaram o terceiro maior conjunto de reclamações (11,66%). Na banda larga fixa foram queixas relativas a instalação ou habilitação do serviço (10,67%). As reclamações relativas às ofertas ocuparam o terceiro lugar na TV por assinatura (9,14%). E na telefonia móvel pós-paga (8,57%) e na telefonia fixa (8,01%) foram queixas relativas a cancelamento.

Empresas

Todas as prestadoras de telefonia móvel apresentaram redução no número de reclamações em junho de 2017 quando comparado com o mesmo mês de 2016. A Tim foi a que apresentou a maior diminuição em números absolutos, registrou 43,7 mil reclamações em junho de 2017 (queda de 2,6%), seguida pela Vivo, com 32,2 mil (-20,4%), Claro, com 29,9 mil (-12,9%), Oi, com 16 mil (-33,4%), e Nextel, com 9,4 mil reclamações (-22,1%).

Na telefonia fixa, todos os grupos acompanhados pela Agência também apresentaram redução em junho de 2017 em comparação com o mesmo mês do passado: Oi, com 30,7 mil reclamações (-29,9%), Vivo, com 19,5 mil (-14,8%) e NET/Claro, com 7,9 mil (-4,2%).

Com 3,3 mil reclamações registradas em junho de 2017, somente a Oi apresentou queda no volume registrado pela Agência Nacional de Telecomunicações na TV por Assinatura (-39,5%). Os outros grupos acompanhados pela agência reguladora apresentaram aumento: Net/Claro, com 18,9 mil reclamações (+7,2%), Sky, com 16,3 mil (+10,7%) e Vivo, com 2,5 mil (+7,3%).

Os dados de junho na banda larga fixa em comparação com o mesmo mês do ano passado indicaram redução para as prestadoras Oi, 18,1 mil reclamações em junho (-20,0%), e Vivo, 12,1 mil (-6,3%). A NET registrou aumento, 6,5 mil queixas (+8,0%).

Estados e Distrito Federal

Em junho deste ano, todas as unidades da federação apresentaram redução no volume de reclamações relativas a serviços de telecomunicações quando comparado com o mesmo mês no ano passado. O Estado de São Paulo registrou 86,87 mil queixas (-11,30%), seguido por Rio de Janeiro, com 44,46 mil (-15,70%) e Minas Gerais, com 35,73 mil (21,90%). Em percentual, as maiores quedas aconteceram em Roraima, Pará e Tocantins, -56,60% (0,14 mil queixas em junho), -40,30% (3,31 mil) e 33,40% (0,45 mil), respectivamente.

 

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Quer assistir aos jogos da Seleção brasileira?

vivo_valoriza.jpg16/08/2017 - Vivo Valoriza leva clientes para os jogos da Seleção brasileira na Colômbia e Bolívia e o Resgate Relâmpago será amanhã (17/08), às 15h

O Vivo Valoriza, programa de relacionamento da Vivo, realiza amanhã (17/08), a partir das 15h, um Resgate Relâmpago para levar dois clientes com acompanhantes aos próximos jogos da Seleção Brasileira fora do Brasil: Colômbia (5/09) e Bolívia (5/10). As partidas são válidas pelas eliminatórias de 2018. Os dois primeiros participantes que acessarem a página do Resgate Relâmpago (www.vivo.com.br/resgaterelampago) e resgatarem 25 mil pontos poderão escolher o jogo que querem assistir, na Colômbia ou Bolívia, com tudo incluso: passagens áreas, hospedagens, ingressos e ainda um city tour na cidade escolhida.

Como funciona? – Com o Vivo Valoriza, que existe desde 2012, os clientes acumulam pontos que podem ser trocados por serviços e descontos na operadora ou transferidos para a Multiplus para resgate de passagem área. O programa ainda proporciona experiências como acesso a pré-estreias de cinema, peças de teatro, shows, eventos esportivos, além de benefícios em diversos restaurantes.

Todo cliente Vivo pessoa física, assinante de planos Pós Pagos, Controle, Vivo Fixo, Vivo TV e Vivo Internet, pode participar gratuitamente do Vivo Valoriza e usufruir dos benefícios e trocar pontos por experiências. Para verificar se já é cadastrado ou se cadastrar no Vivo Valoriza, basta acessar o Meu Vivo pelo site www.vivo.com.br/vivovaloriza.

 

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Vivo expande banda larga de ultra velocidade

banda_larga_vivo.jpg14/08/2017 - A Vivo ampliou a sua cobertura móvel nacional em julho, com a ativação de 124 municípios na tecnologia 4G e 11 cidades com o 4G+, conexão até duas vezes mais rápida que a convencional. A operadora continua na liderança do segmento de internet móvel de quarta geração com 34,6% de market share (dados de junho da Anatel), enquanto a cobertura chegou a 1.600 municípios em todo o país.

Em São Paulo, a empresa ativou o 4G em 17 municípios. A rede de quarta geração permite o acesso à internet em altíssima velocidade e oferece melhor experiência para quem gosta de assistir vídeos, ouvir música via streaming ou jogar games online. Hoje, São Paulo conta com 482 cidades cobertas pela rede 4G da Vivo.

A operadora dispõe de planos com franquia de dados para todos os perfis de clientes, como o Vivo Controle Giga e o pré-pago Vivo Turbo, que contam também com a inclusão de serviços digitais, como o GoRead, app com acesso a mais de 170 títulos da editora Abril, o Kantoo, serviço que oferece curso de inglês, e o NBA, que permite assistir a jogos pelo celular e ter acesso a conteúdo exclusivo da liga. No segmento pós-pago, um dos destaques é o Vivo Família, que permite o gerenciamento do consumo de dados dos dependentes. Os assinantes contam ainda com o Vivo Bis, um benefício para usar no mês seguinte a franquia não utilizada no anterior. O saldo do Vivo Bis é utilizado automaticamente quando termina a franquia de internet de um dos dependentes ou de todos.

Compartilhamento

Na era da economia colaborativa, a Vivo traz para seus clientes a possibilidade de compartilhar sua internet, gratuitamente. Clientes pré-pagos Vivo Turbo e de planos Controle da Vivo podem pedir e enviar internet para seus contatos que também sejam clientes Controle ou Vivo Turbo da operadora. Tudo isso de forma fácil, rápida e gratuita, pelo aplicativo Meu Vivo.

A inovação muda a forma como os usuários gerenciam suas necessidades de dados quando a internet acaba, abrindo novas possibilidades para que as pessoas se mantenham conectadas e façam o melhor uso da internet.


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Usuários estão dispostos a pagar mais por 5G

5g_tech2.jpgConverge
10/08/2017 - Pesquisa global feita pelo Gartner revela que 75% dos usuários corporativos estão dispostos a pagar mais para ter acesso às funcionalidades das redes 5G. No levantamento, apenas 24% das respostas foram negativas à adição de gastos sobre a tarifa do 4G.

Avaliando por indústria, o setor de telecomunicações é o menos resistente ao novo patamar de valores, enquanto que as verticais de manufatura, serviços e governo, por exemplo, estão menos dispostas a pagar um prêmio para o 5G.

O Gartner recomenda que, além de oferecer preços melhores para as indústrias em que os usuários estão menos convencidos dos benefícios empresariais do 5G, os provedores de serviços de comunicação (CSPs) criem ofertas de valor mais atraentes, a começar pela antecipação da migração para 5G.

Também entre aqueles que estão dispostos a aumentar os gastos, 8% esperam 5G para economizar custos ou aumentar as receitas. A nova tecnologia é vista principalmente como uma evolução da rede por 59%, e apenas secundariamente como um facilitador do negócio digital (37%).

A pesquisa também descobriu que os entrevistados do setor de telecomunicações estão menos convencidos do que aqueles em outras indústrias de que o 5G será uma alavanca de receita. "Eles tendem a ver a migração como uma evolução da infraestrutura, algo gradual e inevitável, e não como uma oportunidade para gerar novas receitas.

Quase metade dos entrevistados para o estudo pretende usar 5G para acessar vídeos e recursos fixos sem fio. Mais interessante, porém, é que a maioria (57%) acredita que a intenção principal de sua organização é usar 5G para pilotar a estratégia de internet das coisas (IoT).

Essa descoberta é surpreendente, já que, na maioria das regiões, o número de" coisas "implantadas que precisam de conectividade celular não excederá a capacidade das tecnologias IoT celulares existentes antes de 2023, segundo o Gartner. E mesmo quando estiver totalmente implementado, o 5G atenderá apenas a um subconjunto estreito de casos de uso de IoT que exigem uma combinação de taxas de dados muito altas e latência muito baixa.
Além disso, o 5G não estará pronto para suportar comunicações maciças de tipo máquina ou comunicações ultra-confiáveis e de baixa latência, até o início de 2020.

Essa descoberta também pode ser um sinal de confusão sobre a aplicabilidade de 5G, já que já existem alternativas comprovadas e menos dispendiosas para conectividade IoT sem fio – o uso de Wi-Fi, ZigBee ou bluetooth, por exemplo, evitaria o custo e a complexidade associados às comunicações celulares .

Um grau de mal-entendido provavelmente também é evidente na opinião expressa por uma grande maioria dos entrevistados (84%) de que o 5G estará amplamente disponível em 2020. Em contrapartida, os planos dos CSPs indicam que uma ampla disponibilidade pode não ser alcançada antes de 2022.

O Gartner prevê que, até 2020, apenas 3% dos CSPs móveis de rede do mundo terão lançado redes 5G comercialmente.

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Simba fecha seu primeiro contrato com a Vivo

parceria.jpgSamuel Possebon, Converge
03/08/2017 - A Simba Content, que representa as emissoras SBT, RedeTV e Record, celebrou o seu primeiro contrato de retransmissão dos canais com a Vivo nesta terça, dia 1. A negociação, que vem sendo conduzida desde o desligamento dos sinais analógicos na cidade de São Paulo, chegou finalmente a uma conclusão principalmente em função de uma nova abordagem da Simba,  aceitando trabalhar em valores mais realistas e próximos daqueles praticados por outras programadoras e trazendo para a negociação Ricardo Miranda, um profissional com longa trajetória no setor de TV paga e que comandou empresas de porte, como a Sky.

Este noticiário apurou que o valor final da negociação teria ficado na casa de centavos para cada uma das emissoras. Originalmente, a negociação começou com uma proposta de R$ 15 para o conjunto das três redes, valor que foi imediatamente rechaçado pelas operadoras de TV por assinatura. A Vivo é a terceira maior operadora do país atrás da América Móvil (Claro e Net) e da Sky. Com estas e com a Oi as negociações ainda prosseguem.

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