Claro implanta a tecnologia 4,5G em Brasília

25/04/2017 - A Claro leva a tecnologia 4,5G para Brasília, primeira capital a liberar a faixa de 700 Mhz para uso em telefonia móvel. As primeiras células de transmissão com a nova tecnologia foram ativas assim que a Anatel liberou a utilização do novo espectro. A nova tecnologia 4,5G, ou LTE-Advanced Pro, permite que se agregue várias faixas de frequência na mesma portadora da estação radiobase (ERB). Com isso, é possível usar o sinal de modo mais eficiente e obter melhor uso dos recursos da rede.

A expectativa é ter 100% da área de cobertura da região com a tecnologia 4,5G até o final deste ano – imediatamente após a liberação definitiva da faixa de 700 MHz, fruto do desligamento dos sinais de TV analógica na região.

"A Claro carrega em seu DNA o compromisso com a inovação. O LTE-Advanced Pro é mais um passo para a revolução da conectividade de pessoas e coisas (IoT). Traz a velocidade da fibra para a conveniência do smartphone. Os usuários, cada vez mais, ganharão experiências únicas e personalizadas, com conteúdos e aplicações avançadas disponíveis em todo lugar", explica José Felix, presidente da operadora.

Para aproveitar o 4,5G na plenitude de suas potencialidades, o aparelho deve suportar três requisitos técnicos principais:

- Consolidação de portadoras (carrier aggregation) de 3 faixas de frequencia;
- MIMO 4x4 - múltiplas entradas e saídas nas seções estabelecidas com a rede;
- Modulacao avançada 256QAM.

A ativação do 700MHz e a introdução da tecnologia 4,5G colocam a prestação do serviço móvel pessoal num novo patamar. "Estamos trazendo para Brasil o que existe de mais moderno no mundo, ao mesmo tempo em que chega em países mais desenvolvidos. E fomentando inovação em toda a cadeia de valor. Primeiro vem a rede, que agora ja está disponível. Depois vem os aparelhos, que precisam suportar plenamente estes novos requisitos. Depois vem o consumidor, que precisa aderir. Por fim, com o consumidor "dentro", vem todo o ecossistema de conteúdo e aplicativos, para fazer uso da ultra velocidade do 4,5G", explica Márcio Carvalho, diretor de Marketing da Claro.

São aguardados para o segundo semestre os primeiros aparelhos 4,5G, compatíveis com todos os requisitos técnicos da tecnologia.

Vantagens do 4G

Na prática, o 4,5G e a faixa de 700 MHz vão melhorar e acelerar ainda mais o 4G da Claro para todos os clientes.

A faixa de 700 MHz tem mais alcance que o 2600 MHz (frequência atualmente utilizada para o 4G), além de melhor performance em ambientes fechados e ter maior capacidade de contornar obstáculos naturais ou prédios.

Nos aparelhos que já permitem a agregação de 3 frequências, a velocidade média deve subir para cerca de 100 Mbps, enquanto aparelhos 4G sem esta funcionalidade navegam em velocidades da ordem de 30 Mbps atualmente.

Já medições com o 4,5G pleno, com ativação de técnicas avançadas de transmissão MIMO 4x4 e 256 QAM, tem apresentado velocidades acima de 200 Mbps, com picos de 400 Mbps.

Velocidades como estas permitem a popularização de aplicativos que exigem uso intensivo de dados, como jogos online e serviços de vídeo em alta definição (como o Claro video e o NOW, serviços da Claro).


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TIM ativa rede 4G na faixa 700 MHz em Brasília

tim.jpg20/04/2017 - A operadora ativa a partir de amanhã (21) – aniversário de Brasília – a rede de quarta geração na frequência de 700 MHz na cidade. Com essa nova faixa, a operadora amplia de forma significativa sua capacidade e sua cobertura indoor e outdoor na capital federal, garantindo uma evolução da experiência de uso dos clientes.

"A TIM atua novamente como protagonista ao ativar de imediato a nova frequência em Brasília. A exploração da faixa de 700 MHz é estratégica para o contínuo incremento da performance da rede 4G e para o processo de digitalização do país. A faixa de 700 MHz tem um alcance de cobertura que é o dobro da faixa de 2600 MHz", ressalta Leonardo Capdeville, CTO da TIM Brasil.

De acordo com a operadora, todos os aparelhos do portfólio atual da TIM já operam na frequência 700 MHz e as ofertas de dados da operadora se mantêm, sem qualquer reajuste de preços por conta da nova tecnologia.

"Com essa nova infraestrutura, já estamos preparados para oferecer o serviço de voz sobre LTE (VoLTE), que passará por um período de teste e será lançado comercialmente em julho desse ano", completa Capdeville.

A TIM adquiriu o direito de operar na frequência de 700 MHz após vencer um dos lotes do leilão de faixas promovido pela Anatel em setembro de 2014. O investimento da empresa foi de R$ 2,85 bilhões nessa aquisição.

 

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Satélite a serviço do desenvolvimento do País

embratel_gustavo_silbert2.jpg*Por Gustavo Silbert
Ainda que não tenha percebido, você utiliza muitas vezes em seu dia a dia serviços de telecomunicações oferecidos a partir de satélites. Seja para assistir à TV, pagar uma conta, acessar um e-mail, fazer uma compra on-line, consultar a previsão do tempo ou descobrir o caminho mais rápido até o escritório, a infraestrutura satelital está presente em seu cotidiano. Tarefas aparentemente corriqueiras como essas somente são possíveis graças a essa tecnologia.

Estimativas indicam que o Brasil terá cerca de 400 milhões de dispositivos móveis em 2018, ou seja, quase dois aparelhos por habitante. Esse crescimento só será possível com a ajuda de satélites, que complementam as estruturas terrestes de telecomunicações para levar dados, voz, imagens, conhecimento e muitas emoções. Foi assim na Copa do Mundo de 1970, quando transmitimos a cores a conquista do tricampeonato a todos os brasileiros, e também nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, o maior evento do mundo, transmitido para mais de 5 bilhões de pessoas por meio de satélites com cobertura para o território brasileiro.

Não com tanta emoção como nos esportes, mas com a mesma qualidade e rapidez, a infraestrutura satelital atua como a base de setores importantes da economia brasileira. Os satélites garantem atividades muito complexas, envolvendo bancos, redes corporativas de grandes empresas, provedores de Internet, Broadcasters, projetos militares, segurança pública e sistemas de pagamento no varejo. São capazes de emitir e receber sinais tão precisos quanto sua engrenagem. O envio constante de informações é feito em alta velocidade, ficando imperceptível para os consumidores que o sinal vem do espaço. O Brasil é uma referência mundial nesse segmento graças a investimentos de bilhões de dólares feitos pela iniciativa privada para levar sinais de dados de empresas, voz, telefonia celular e televisão a qualquer localidade, por mais remota que seja. A título de referência, entre 2011 e 2016, o setor investiu US$ 3,4 bilhões, segundo o Sindisat – Sindicato Nacional das Empresas de Telecomunicações por Satélite.

A construção e lançamento de um satélite é um processo que envolve várias fases e demanda uma precisão cirúrgica. A fase de planejamento e construção geralmente demora cerca de três anos, período representativo uma vez que um satélite tem vida útil de apenas cerca de 15 anos. Parece muito, mas é, na prática, um alto investimento para uma duração relativamente curta.

Após o lançamento, o trabalho em terra depende de modernos centros de operações, equipados com tecnologia de ponta. A excelência entre os centros brasileiros é o Centro de Guaratiba (RJ), que é o maior e mais moderno da América Latina. Foi o primeiro local do mundo a receber a certificação ISO 9001:2000 pelo serviço de gerenciamento satelital, posicionando-se como um dos centros mais confiáveis do planeta.

Atualmente, temos no País cerca de 15 satélites geoestacionários em posições orbitais brasileiras e 35 satélites apontando para nosso território, mas ocupando posições orbitais de outros países. Essa estrutura apoia dezenas de milhões de estações terrenas que prestam serviços como os de banda larga e TV por Assinatura.

Além das aplicações empresariais, a tecnologia satelital é imprescindível também para os avanços na área da ciência. A SSPI - The Society of Satellite Professionals International produziu o prêmio “Como os Satélites fazem o Mundo Melhor” para destacar iniciativas nessa área. Um dos casos recentes foi a descoberta de água subterrânea em solo arenoso na Califórnia. O projeto desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Stanford seria inviável sem os dados fornecidos pela alta tecnologia satelital que mediu, com precisão, as mudanças gravitacionais e indicou a diferença entre o que é terra e água na localidade.

Independente da complexidade para o desenvolvimento e controle, é fato que os satélites continuarão em destaque nos próximos anos para suportar as estruturas de telecomunicações que estão cada vez mais robustas e demandando maior volume de dados a cada ano. A estrutura satelital existente permite que o Brasil esteja no topo da lista dos países mais avançados do mundo. Com mais de um celular por habitante e com comunicação em praticamente toda a sua geografia, o Brasil está entre os mais avançados países do mundo em termos de infraestrutura satelital graças à iniciativa privada, tendo, portanto, condições de direcionar seus investimentos para outras áreas mais deficitárias. No que depender dos satélites, o avanço do Brasil será, sem dúvida, grande nos próximos anos.

*Gustavo Silbert é Presidente da Embratel Star One

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Aura é o projeto mais ambicioso da Telefônica

aura.jpgPor Ethevaldo Siqueira
30/03/2017 - Aura é a primeira plataforma de serviços que combina computação cognitiva e inteligência artificial a área telecomunicações públicas, desenvolvido pela Telefônica-Vivo. Seu objetivo é revolucionar a forma e a qualidade do relacionamento entre clientes dessa operadora de telecomunicações, como prevê Luiz Médici, diretor de Big Data da Vivo.

 

Na empresa, esse avanço é chamado, também, de Quarta Plataforma. Para os especialistas, a primeira plataforma seria a rede física da empresa; a segunda plataforma, seria a tecnologia que lhe dá funcionalidade; a terceira seriam os produtos ou serviços oferecidos aos clientes; e a quarta plataforma, no caso a Aura, é toda a inteligência artificial e computação cognitiva que é acrescentada nesse projeto.

 

Aura será uma super assistente virtual que atenderá os clientes Vivo em linguagem natural e em português, para providenciar todos os serviços que precisamos e responder todas as perguntas sobre telefonia fixa, celular, novos equipamentos, internet, TV a cabo e outros prestados pela Vivo no Brasil.

Através do App Meu Vivo, você poderá chamar a Aura e receberá uma primeira saudação, em voz natural, em português: “Eu sou a Aura. Em que posso servi-lo?”

Você diz o que quer saber ou faz seu pedido – e a partir daí é como se você estivesse falando diretamente com a Vivo, que sabe tudo sobre a sua vida como cliente, suas ligações de longa distância, seu volume de dados utilizado, como ampliar sua capacidade de utilização da internet, filmes preferidos na TV a cabo, tudo.


José María Álvarez-Pallete, presidente da Telefónica

E o melhor é que todas as facilidades proporcionadas pela Aura com esses novos serviços de inteligência artificial não vão significar aumento de custos para o usuário. "Esse avanço será nosso grande diferencial, para elevar cada dia mais a qualidade do atendimento de nossos usuários e de todos os serviços" – diz Luiz Médici.

Na verdade, se funcionar como se espera, o Aura deverá ser um assistente completo, presente em todos os pontos de contato do cliente. Sua chegada ao Brasil deve ocorrer no final deste ano ou começo de 2018.

 

Luiz Médici, diretor de Big Data da Vivo

 

A implementação de plataformas de habilidades cognitivas permitirá aos clientes a conhecer, gerir e controlar sua vida digital com a empresa e descobrir novas propostas.

Assim, por intermédio da AURA, os usuários podem gerenciar sua experiência digital com a empresa, ao mesmo tempo que controlarão de forma perfeita e segura todos os dados gerados pelo uso de seus produtos e serviços.

A Telefônica considera o projeto Aura tão importante quanto uma nova fase de sua transformação em uma empresa de telecomunicações, que participa de cada momento da vida de seus clientes, e a primeira a oferecer a capacidade de gerenciar de forma natural a sua relação com a empresa através da inteligência cognitiva.

Para realizar e implementar o Aura, a Telefônica iniciou o processo da transformação há vários anos, ao simplificar, adaptar e digitalizar a empresa em escala mundial para adicionar inteligência às três plataformas que já tinha.

Neste processo, a Telefónica destinou no total, um investimento de cerca de 48 bilhões milhões de euros (mais de US$ 52 bilhões de dólares), desde 2012, na implantação de redes e outras infra-estruturas de última geração e integração de todos os sistemas de TI ou o desenvolvimento de novos produtos e serviços digitais.

Além dos recursos fornecidos por essas plataformas a empresa diz ter sido desenvolvido um motor cognitivo que se materializa agora no Aura, com o propósito central de redefinir o relacionamento entre a Telefônica-Vivo e seus clientes.

Na expectativa da Telefônica, o Aura vai oferecer segurança e simplicidade na forma, na transparência e no controle de seus dados pessoais e facilitar a descoberta de novos usos para eles em valor e tudo através de múltiplos canais e dispositivos. Tudo isso é possível graças ao fluxo desses dados até agora gerados a partir, embora fragmentados ininterruptas, redes e outros ativos físicos da empresa.

As quatro plataformas

Para a Telefônica, a empresa se apoiará a partir de agora em quatro plataformas. A Primeira Plataforma é constituída pelo ativo fundamental, a rede física e a infraestrutura sobre a qual o restante da empresa se apoia. A Segunda Plataforma são os sistemas unificados de tecnologia da informação (TI). A Terceira Plataforma é composta pelos produtos e serviços oferecidos aos seus clientes.

Sobre essas três bases, se instalam agora as plataformas inteligentes, que deverão ser como um salto quântico no modelo de relacionamento com o cliente com a empresa.

Ao lançar o Aura em Barcelona, em Barcelona no final de fevereiro de 2017, José María Álvarez-Pallete, presidente da Telefónica, explicou sua concepção e finalidades principais: "A inteligência cognitiva nos permite entender melhor nossos clientes, conhecer muito melhor como eles se relacionam a operadora, de uma forma mais natural. Isso nos permite construir uma nova relação de confiança com eles com base na transparência e controle sobre seus dados. Somos pioneiros neste modelo de relacionamento. Nunca antes os usuários de serviços de telecomunicações podiam falar com as redes em tempo real. Além disso, estamos ampliando nosso relacionamento com nossos clientes, buscando aumentar sua satisfação e abrindo novas possibilidades para eles para enriquecer a sua vida digital conosco".

Criar de valor através do conhecimento

Para a apresentação do Aura, Chema Alonso, Diretor de Dados da Telefónica, utilizou as mais avançadas tecnologias, como o HoloLens, óculos de realidade aumentada da Microsoft. Descreveu o caminho seguido os dados de sua geração nas três primeiras plataformas para a sua transformação em um único valor para cada cliente. Como prova de que o Aura não é apenas um projeto, mas uma realidade emergente, a Telefônica realizou na Espanha várias demonstrações de diferentes situações de uso por meio de vários canais, como uma aplicação móvel e integração com a Amazon.

Chema Alonso, Diretor de Dados da Telefónica

Assim, por exemplo, o cliente pode responder a perguntas sobre produtos e serviços que usa; gerenciar e bloquear dispositivo de acesso ao roteador Wi-Fi fornecido pela operadora; solicitar informações sobre conteúdos específicos de vídeo e agendar sua gravação; ou ser alertado quando o seu consumo de dados for maior do que o habitual.

Cada usuário terá um "espaço de dados pessoais", manter na e armazenar memória o registro de uso dos produtos e serviços que permitirão Telefonica – e se o cliente desejar – personalizar sua experiência. O Aura também fará recomendações sobre o fornecimento de produtos e serviços que melhor atendem às suas necessidades, o conteúdo de acordo com os seus gostos, a instalação de software de segurança ou detecção de aplicativos fraudulentos.

"Com o Aura podemos transformar dados em conhecimento e colocá-lo nas mãos de nossos clientes, que podem aprender, decidir e agir e tirar o melhor proveito de seu relacionamento com a Telefônica" – destacou Chema Alonso destacou durante sua apresentação.

Privacidade e colaboração com parceiros

A partir dos princípios de privacidade do cliente em seu relacionamento com a Telefónica, eles serão fornecidos segurança, transparência e controle sobre os dados. AURA oferece simplicidade na gestão. Um exemplo dessa simplicidade é o recurso Timeline, com o qual o usuário pode saber os dados que são gerados usando os produtos e serviços da empresa, visualmente e seguindo uma lógica cronológica e intuitiva.

Acesse também este vídeo sobre a apresentação em Barcelona, em fevereiro de 2017: https://www.youtube.com/watch?v=luv3ZoO3GxQ

Matéria atualizada dia 30/03/2017 às 10:02

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Sinal digital em SP atinge marca de 95% dos domicílios

tv_digital.jpg18/04/2017 - O desligamento do sinal analógico da TV aberta na região metropolitana de São Paulo, realizado no dia 29 de março, foi considerado um sucesso. Cerca de 95% dos domicílios já tem sinal digital, segundo dados da pesquisa do Ibope, realizada entre os dias 31 de março e 10 de abril, após o desligamento. Este resultado foi possível por conta do trabalho conjunto da Anatel, Ministério das Comunicações, da EAD (Entidade Administradora do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV) e das emissoras de TV e das empresas de telecomunicações.

Na pesquisa pós-desligamento, o Ibope realizou 1.072 entrevistas em São Paulo e 1.652 nos 38 municípios vizinhos. No total, a região conta com 7,2 milhões de domicílios, na capital são 4,2 milhões e no entorno 3 milhões. O percentual mínimo para atingir as condições de desligamento (artigo 4º da Portaria 378/2016) era de 90%, considerando uma margem de erro de três pontos percentuais.

Com o desligamento, a programação das emissoras da região de São Paulo ficou disponível somente no formato digital, que possui mais qualidade de som e imagem. Com o desligamento da TV analógica é possível a entrada em operação do Serviço Móvel Pessoal do 4G, que permite o acesso à internet móvel com mais velocidade, na faixa de 700 MHz.

Os canais abertos que tiverem o sinal analógico desligado, deverão ainda apresentar na tela, durante 30 dias, cartela informativa para que o telespectador seja informado do fim das transmissões analógicas. Os kits continuarão a ser distribuídos por até 45 dias após o término do sinal analógico na capital paulista, como aconteceu em Brasília.

A cidade de Rio Verde (GO) foi a primeira onde o sinal analógico foi desligado, em março de 2016, ela serviu de projeto piloto para a implantação do sistema. Em Brasília e em nove municípios do entorno o desligamento ocorreu no fim de 2016.

O processo de digitalização total da TV aberta brasileira é coordenado pelo Gired (Grupo de Implantação do Processo de Distribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV) e executado pela EAD , associação sem fins lucrativos, composta por empresas de telefonia móvel.

Goiânia

Está marcado para o dia 31 de maio o desligamento do sinal analógico em Goiânia (GO) e em mais 28 municípios. Estão sendo distribuídos 280 mil kits para as famílias inscritas no programas sociais do governo. O kit é composto por uma antena, um conversor do sinal analógico para o sistema digital e um controle remoto. Os equipamentos devem ser ligados em televisões que não tenham receptor de sinal digital integrado. As famílias cadastradas nos programas sociais do governo federal têm direito a receber gratuitamente os conversores. Essas famílias recebem também treinamento para instalar os equipamentos.

Além de Goiânia, será desligado o sinal analógico em mais 28 municípios: Abadia de Goiás, Abadiânia, Alexânia, Anápolis, Aparecida de Goiânia, Aragoiânia, Bela Vista de Goiás, Bonfinópolis, Brazabrantes, Caldazinha, Campo Limpo de Goiás, Caturaí, Goianápolis, Goianira, Guapó, Hidrolândia, Inhumas , Itauçu, Leopoldo de Bulhões, Nerópolis, Nova Veneza, Ouro Verde de Goiás, Pirenópolis, Santa Bárbara de Goiás, Santo Antônio de Goiás, Senador Canedo, Terezópolis de Goiás e Trindade.

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Reclamação em Telecom cai 16,1% em 12 meses

telecom_ruim.jpg18/04/2017 - No mês de março de 2017 foram registradas 323,4 mil reclamações na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), queda de 16,1% na comparação com março de 2016.  Todos os principais serviços de telecomunicações apresentaram redução: a telefonia móvel, com 153,1 mil reclamações (-8,0%), a telefonia fixa, com 74,2 mil (-27,5%), a banda larga fixa, com 49,0 mil (-20,0%), e a TV por Assinatura, com 45,4 mil (-16,2%).

Empresas - Com exceção da TIM, que com 48,7 mil de reclamações em março de 2017 apresentou aumento de 13,8% nos últimos 12 meses, todas as outras prestadoras na telefonia móvel registraram queda: Nextel, com 10,1 mil (-22,2%), Oi, com 20,9 mil (-17,2%), Claro, com 34,3 mil (-14,8%), e Vivo, com 38,7 mil (-13,6%).

Na telefonia fixa, todos os grupos acompanhados pela Agência apresentaram redução em março de 2017 quando comparado com março de 2016: Oi, com 40,7 mil reclamações (-35,9%), Vivo, com 22,4 mil (-16,8%) e NET/Claro, com 9,4 mil (-12,1%).

Na TV por Assinatura, a Vivo com 3,1 mil de reclamações apresentou aumento de 10,2% nos últimos 12 meses enquanto todas as outras registraram redução: Sky, com 17,3 mil de reclamações (-22,6%), Net/Claro, com 19,7 mil (-12,0%), e Oi, com 4,8 mil (-18,8%).

Destaque-se que as emissoras SBT, Record e Rede TV! decidiram descontinuar a transmissão de seus sinais digitais para as prestadoras de TV por Assinatura. Esse fato gerou, entre os dias 29 e 31 de março de 2017, o registro de aproximadamente mil reclamações junto à Anatel.

Na banda larga fixa, unicamente a Net apresentou elevação nas reclamações nos últimos 12 meses, com 7,4 mil (+5,0%). Oi registrou 22,3 mil reclamações (-35,5%) e Vivo 14,6 mil (-5,7%).  

UFs - No primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado, o Brasil registrou uma redução de 15,2% nas reclamações dos serviços de telecomunicações. De janeiro a março de 2017 foram registradas 933,1 mil queixas contra 1.100,3 mil do primeiro trimestre de 2016.  

Todos os estados brasileiros e o Distrito Federal apresentaram redução nas reclamações nos primeiros três meses deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. As quedas percentuais foram lideradas pelo Amapá (-34,1%), Amazonas (-32,3%) e Rio Grande do Sul (-32,0%). São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, estados que apresentam os maiores volumes de reclamações, registraram menos 9.6%, menos 24,8% e menos 11,2%, respectivamente. 

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