Contratos de banda larga fixa crescem 8,8% em 12 meses

banda_projeto.jpg07/11/2018 - O serviço de banda larga fixa totalizou 30,73 milhões de contratos ativos em setembro deste ano no Brasil, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em 12 meses, foram ativados mais 2,49 milhões de acessos de banda larga fixa (+8,80%). Na comparação entre setembro de 2018 e agosto de 2018, houve variação de mais 78,63 mil contratos (+0,26%).

As três maiores operadoras nacionais de banda larga fixa detêm juntas 23,02 milhões de contratos ativos (74,91% do mercado) em setembro de 2018: Claro, 9,28 milhões de contratos (30,20%), Vivo, 7,60 milhões (24,73%), e Oi, 6,14 milhões (19,98%). Apenas a Claro apresentou crescimento nos últimos 12 meses, mais 515,68 mil acessos (+5,88%). A Oi registrou redução de 234,01 mil contratos (-3,67%) e a Vivo menos 11,43 mil (-0,15%).

Tecnologias

As principais tecnologias utilizadas para a transmissão de dados banda larga no Brasil são a xDSL, que utiliza a estrutura da telefonia fixa, com 12,55 milhões de acessos (40,83% do mercado) em setembro de 2018, seguida pelo modem a cabo (relacionadas às prestadoras de TV por Assinatura), com 9,36 milhões de acessos (30,46%), e pela fibra ótica, com 4,96 milhões (16,13%).

A tecnologia que apresentou o maior crescimento foi o provimento de dados via satélite, mais 92,28 mil contratos ativos em 12 meses (+114,34%). Essa tecnologia representa apenas 173,00 mil assinantes (0,56% do mercado). A fibra ótica apresentou crescimento de mais 2,28 milhões de contratos ativos no período (+85,45%) e o modem a cabo mais 550,87 mil (+6,25%). A tecnologia xDSL teve redução de 704,48 mil (-5,32%).

Estados e Distrito Federal

Com exceção do estado de Roraima, menos 772 contratos ativos em doze meses (-2,06%), todos os outros estados brasileiros apresentaram crescimento. Os maiores aumentos foram registrados no Maranhão, mais 48,74 mil contratos (+22,20%), Paraíba, mais 51,44 mil (+18,08%), Ceará, mais 108,23 mil (+15,51%), Pará, mais 51,62 mil (+15,37%), e Paraná, mais 277,20 mil (+14,08%).

O maior mercado de banda larga fixa do país, o estado de São Paulo, com 10,34 milhões de acessos (33,65% do total) registrou nos últimos 12 meses crescimento de 465,06 mil contratos (+4,71%). O Rio de Janeiro com um mercado de 3,31 milhões de contratos (10,79%) registrou aumento de 218,35 mil (+7,05%) e Minas Gerais com 3,19 milhões (10,38%) mais 384,08 mil contratos (+13,69%).

Os números da banda larga fixa estão disponíveis no Portal da Anatel.

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2019: A hora de o Brasil priorizar as Telecomunicações

07/11/2018 - Os presidentes das prestadoras de serviços de telecomunicações falaram à Newsletter da Telebrasil sobre as suas expectativas para o setor no próximo ano, com o governo Jair Bolsonaro. Para os presidentes, o Brasil precisa fomentar, e rápido, a economia digital que colocará o País no século 21. Comentaram ainda as tendências que estão se tornando realidade, como Internet das Coisas, Cidades Inteligentes e 5G.

Por uma política pública de fomento à economia digital

Para o presidente da Associação Brasileira de Telecomunicações e presidente executivo do Grupo Algar, Luiz Alexandre Garcia, 2019 será um ano muito promissor para as telecomunicações. Em entrevista à Newsletter da Telebrasil, o executivo sustenta que as novas tecnologias, como Internet das Coisas (IoT) e o 5G, estão se desenvolvendo muito rapidamente e exigem medidas efetivas.

“Sem conectividade, não haverá cidades inteligentes, muito menos 5G”, adverte Garcia, ao enfatizar que é preciso aprovar o quanto antes o PLC 79, que moderniza a Lei Geral de Telecomunicações, e que os municípios têm de cumprir a Lei das Antenas. “A digitalização do Brasil e das empresas é o grande veículo de desenvolvimento do País”, reforça o presidente da Telebrasil e do Grupo Algar.

Luiz Alexandre Garcia defende a adoção de uma política pública que fomente a economia digital, como ocorreu na Coreia e está acontecendo na China, para que o Brasil não corra o risco de ficar para trás. “Por que tributar uma receita inexistente como é a da Internet das Coisas? IoT trará muito mais benefícios do que uma simples tributação. A indústria privada está preparada, capitalizada e tem competência para fazer a sua parte. Precisamos de uma regulamentação transparente.” Assistam à entrevista com o presidente da Telebrasil e do Grupo Algar, Luiz Alexandre Garcia aqui:

Telecomunicações precisam entrar na agenda prioritária do Governo

À Newsletter da Telebrasil, o presidente da Telefônica Vivo, Eduardo Navarro, diz que espera o recomeço de um Brasil melhor em 2019. Segundo o executivo, as reformas precisam ser aprovadas. “No nosso caso, temos a reforma urgente das telecomunicações. O Brasil não tem mais tempo a perder”, assinala.

Ainda de acordo com o presidente da Telefônica Vivo, o Brasil avançou nos últimos semestres, mas precisa ir muito mais rápido. Também defende as telecomunicações como a locomotiva da digitalização do País. Navarro adverte: “Nós não vamos resolver os problemas analógicos sem as ferramentas digitais.” Assistam à entrevista com o presidente da Telefônica Vivo, Eduardo Navarro aqui.

Telecomunicações são essenciais para o Brasil

O setor de telecomunicações precisa ser visto como essencial e voltar a crescer, afirma o presidente do grupo Claro, José Félix. À Newsletter da Telebrasil, o executivo alerta: "não olhar o setor como essencial seria um erro gigantesco."

De acordo com o executivo, as telecomunicações são a oportunidade para o Brasil dar um salto da produtividade. “Somos muito carentes em diferentes segmentos. Nossas ferramentas são o caminho do desenvolvimento.” Félix também espera que o setor volte a crescer em 2019. “Estamos nos preparando para o futuro próximo com investimentos pesados em tecnologia, estamos super atualizados, não temos problema tecnológico.” Assistam à entrevista com o presidente da Claro, José Félix aqui:

Tudo será digital em muito pouco tempo

A era do físico está acabando e, muito rapidamente, tudo será digital, pontua o presidente da Oi, Eurico Teles. À Newsletter da Telebrasil, ele destaca que 2019 será um ano de muito investimento por parte da indústria das telecomunicações e a diretriz será melhorar a experiência do cliente. “Não tenho dúvida em dizer que as telecomunicações serão cada vez mais importantes para a sociedade”, afirma.

Ainda de acordo com o presidente da Oi, as telecomunicações são a própria digitalização do Brasil e, não por acaso, todas as prestadoras estão investindo fortemente na sua própria jornada digital. Sobre Internet das Coisas, Teles diz que o impacto se mostra cada vez mais real no dia a dia. Assistam à entrevista com Eurico Teles, presidente da Oi aqui:

O ano de 2019 marcará a volta do crescimento do setor e do consumo

O presidente da TIM Brasil, Sami Foguel, mostra-se bastante otimista com 2019. “Eu voltei ao País com a minha família por acreditar”, afirma o executivo à Newsletter da Telebrasil. O executivo defende uma revisão do marco regulatório. “São 20 anos. Está na hora de rever para avançarmos.”

Foguel diz que a indústria tem de ser prioridade do Governo, não apenas pelos investimentos brutais que são feitos ou pela geração de milhares de empregos, mas, principalmente, pela capacidade de as telecomunicações diferenciarem o País em termos de competitividade. “Podemos fazer muito. Mas temos que agir rápido. Estamos ficando para trás na atração de investimentos.” Assistam à entrevista com o presidente da TIM Brasil, Sami Foguel aqui:

 

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O ENEM e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais

apple_ny.jpg05/11/2018 - UPX Technologies analisa e comenta alguns conceitos e temas essenciais para o argumento da prova

O enunciado da questão já dizia: 64% das pessoas com 10 anos ou mais de idade acessam a Internet no Brasil, segundo o IBGE. Ou seja, a vida digital está absolutamente presente para os indivíduos, especialmente a nova geração, e a responsabilidade pelo conteúdo ao qual as crianças e jovens têm acesso é de todos os envolvidos.

A redação do ENEM provoca o estudante a pensar sobre manipulação, comportamento, o mundo digital e pensar em alternativas.

"Os organizadores da prova acertaram em trazer à tona esta discussão, pois força os estudantes a refletirem sobre como usam a Internet, o efeito dela em suas vidas e a ter uma relação mais cuidadosa com o meio", comenta Bruno Prado, CEO da UPX Technologies.

Conceitos importantes:

Big data que é o grande volume de dados – estruturados e não estruturados – que o usuário gera na rede sobre si mesmo, cada vez que faz um clique. Mas o importante não é quantidade de dados disponíveis, mas sim o uso que as organizações fazem com eles.

Condicionamento do comportamento – no exemplo da prova, um site de música sugere para cada usuário uma lista de opções conforme o gosto já estabelecido. Ao mesmo tempo em que pode dar conforto ao usuário e economizar tempo para a busca da música, este condicionamento do comportamento acaba direcionando o que a pessoa gosta ou não.

Comportamento de manada – quando um indivíduo que navega na Internet vê notícias que reforçam suas crenças, ele passa a acreditar que muita gente pensa como ele, portanto, a maioria só pode estar certa.

Pluralidade de opiniões – ao deixar de ter contato com opiniões excludentes à sua, o indivíduo pode não reconhecer como legítimas outras opiniões diferentes da sua. Ter contato com opiniões diversas auxilia na análise do pensamento, na formação de argumentos para defesa do seu interesse.

Vazamento de dados – a responsabilidade e ética das empresas que administram esses dados dos usuários. Um exemplo recente do risco foi o vazamento do Facebook que expôs dados de 120 milhões de pessoas.

Preservação dos direitos humanos – a Internet pode colocar em risco indivíduos, ao expor dados indevidos deixando vulnerável, por exemplo, a segurança física das pessoas, ao expor dados bancários, onde mora etc.

Educação dos usuários – o próprio ENEM contribui ao colocar luz e trazer reflexão sobre o tema, mas é necessário pensar em educar nas escolas sobre riscos desvios da Internet.

Nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – a lei entra em vigor daqui um ano e meio e vai ajudar os cidadãos a saberem como as empresas tratam os seus dados pessoais. A lei determina que as empresas devem coletar apenas dados necessários aos serviços que prestam. Em casos de vazamentos de informações, o encarregado deverá informar o órgão competente e os titulares. A lei ainda fala sobre o direito à revogação, à portabilidade e à retificação dos dados, que passa a ser direito do indivíduo.

"Não sabemos ainda o resultado da nova lei, mas tanto ela como o ENEM são uma iniciativa ao projeto de conscientização da população sobre um olhar mais criterioso sobre o ambiente digital", explica o CEO da UPX Technologies.

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"Telecom sofre com falta de empenho do governo"

juarez_quadros_cv.jpgPor Luís Osvaldo Grossmann e Rodrigo Pahim, Convergência Digital
31/10/2018 - Ferrenho defensor das prerrogativas de um órgão regulador independente, o belemense Juarez Quadros chega ao fim de seu mandato à frente da Anatel com a satisfação de ter recuperado as condições orçamentárias da agência e, acredita, até sua autonomia. Mas se tais princípios afetaram sua recondução ao posto, eles também garantem a esse discreto veterano das telecomunicações brasileiras a clareza para apontar o que considera uma lamentável tibieza do Poder Executivo na condução das políticas públicas do setor.

“O setor poderia ter um avanço mais acentuado no regulatório, no legal. Mas por falta de visão estratégica no país, acaba que isso não acontece. Na hora em que as autoridades estão comprometidas com problemas que não são da rotina de governo, mas com problemas pessoais, às vezes até com problemas de ordem jurídica, claro que vão tratar dos interesses pessoais. E isso prejudica o setor”, dispara Quadros, que além do mandato como presidente da Anatel, completa este ano, 45 anos à serviço das telecomunicações. O presidente da Anatel concedeu uma entrevista exclusiva ao portal Convergência Digital no Futurecom 2018.

Nesse cenário, Quadros lembra que chegou ao posto quando a agência mal podia contar com 30% do orçamento previsto. E por isso mesmo aponta a recomposição financeira como motivo de comemoração. Mas insiste que a falta de empenho prejudicou o setor uma vez que nem a agenda política, ou sequer as diretrizes que só dependem do governo federal, viram a luz do dia. Decretos com a revisão da política setorial macro, para o que seria um novo plano de conectividade, ou com as diretrizes específicas para a internet das coisas ficaram no campo das promessas. E as novas, se saírem, metas de universalização vão criar dificuldades ao misturar obrigações fixas e móveis.

“Infelizmente, falta fazer as políticas públicas, as quais não é dada a devida atenção seja pelo Executivo, seja pelo Legislativo. Sem articulação não adianta. Tem que ir negociar. Tem o plano de conectividade, o plano de IoT. Tem o PGMU. E o PGMU vai ser outro pecado misturar. É a tentativa de fazer algo, mas vai dar problema. Falta coordenação, entender melhor a coisa”, reafirma o presidente da Anatel. Assistam a entrevista com Juarez Quadros.

Assista à entrevista exclusiva de Juarez Quadros ao Convergência Digital aqui:

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Embratel transmite com sucesso dados das Eleições 2018

tribunal_superior_eleitoral.jpg29/10/2018 - A empresa garantiu a tecnologia envolvida durante as votações para Presidente da República, Governadores, Senadores, Deputados Federais, Distritais e Estaduais em todo o País. Como fornecedora de parte dos  serviços de dados, Internet, segurança anti-DDoS, telefonia fixa e móvel para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, e para diversos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), a Embratel atuou para garantir a apuração dos votos de cerca de 120 milhões de eleitores que compareceram a mais de 450 mil urnas para votar. A transmissão rápida e sem falhas dos votos, realizada por meio de uma rede segura da Embratel, permitiu que os brasileiros conhecessem rapidamente os candidatos eleitos. Desde 1989, a Embratel disponibiliza para o TSE e diversos TREs tecnologia e infraestrutura para o processo eleitoral.

 “A Embratel possui uma ampla rede e infraestrutura de TI e Telecomunicações que foi capaz de assegurar a transmissão de uma quantidade gigantesca de dados durante as eleições. Por meio das nossas soluções, o processo eleitoral foi transparente, rápido e seguro, com a confiabilidade necessária para um acontecimento desse porte”, diz Maria Teresa de Azevedo Lima, Diretora Executiva para Governo da Embratel, destacando que o sistema eleitoral do Brasil é reconhecidamente um dos mais eficientes, abrangentes e seguros do mundo.

Além de atender ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Embratel atuou em 11 Tribunais Regionais Eleitorais (TRE), incluindo o de São Paulo que é o maior colégio eleitoral do Brasil, com mais de 33 milhões de eleitores. As soluções fornecidas também foram utilizadas para evitar ataques cibernéticos que poderiam gerar problemas e instabilidade nos sistemas de apuração.

O trabalho para as Eleições começou meses antes do período eleitoral. Para garantir o perfeito funcionamento de toda a infraestrutura, a Embratel mapeou as redes e se preparou antecipadamente para as demandas técnicas, fazendo, inclusive, várias simulações prévias de performance da rede e de funcionamento dos sistemas. Para garantir a estrutura, a empresa reforçou sua rede em diversas localidades, instalou sistemas de backup e programou o funcionamento ininterrupto dos sistemas durante os dois períodos de votação.

“Mais de 200 funcionários da Embratel atuaram dedicados às eleições. Estamos muito felizes com o total funcionamento das nossas soluções e infraestrutura, que contribuíram para mais uma eleição no País”, afirma a executiva.

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Anatel comemora 21 anos no dia 01 de novembro

anatel-fistel2.jpg29/10/2018 - Primeira agência reguladora a ser instalada no Brasil, em 5 de novembro de 1997, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) faz 21 anos nesta quinta-feira (1º/11)

A Anatel foi criada por meio da Lei 9.472, de 16 de julho de 1997, conhecida como Lei Geral de Telecomunicações (LGT) e tem a missão de "regular o setor de telecomunicações para contribuir com o desenvolvimento do Brasil". A Agência é uma entidade integrante da Administração Pública Federal indireta, submetida a regime autárquico especial, com sede no Distrito Federal e com unidades em todos os estados brasileiros.

Em 1998, início da desestatização do setor, havia no País: 20 milhões de telefone fixos; 5,6 milhões de celulares; 2,6 milhões de TV por assinatura e os acessos de banda larga ainda não existiam. Atualmente, são 39,1 milhões de telefones fixos, 234,4 milhões de celulares, 17,8 milhões de acessos de TV por assinatura, e 30,5 milhões de banda larga fixa.

Entre as ações recentes da Agência com maior impacto na vida dos consumidores e no setor regulado, destacam-se: o bloqueio de celulares irregulares; o desligamento do sinal analógico de TV; a implementação do nono dígito na telefonia móvel; o envio de SMS de emergência para alertar populações locais quanto a desastres naturais; a gratuidade de ligações de orelhões em alguns estados como punição à prestadora que descumpriu obrigações; a imposição de obrigações nos editais de licitação para as prestadoras cobrirem regiões de pouca atratividade.

Em 21 anos de existência da Anatel, também podem ser ressaltados avanços como a promoção de seu planejamento estratégico e da agenda regulatória; a reorganização da estrutura da Agência orientada ao trabalho por processos; a evolução do 3G, 4G e a preparação para o 5G; a portabilidade numérica; o aprimoramento dos direitos e a criação de aplicativos que modernizaram a relação com os consumidores; a conversão pulso-minuto; o processo de outorgas e licenciamento de estações modernizado com o Mosaico; a certificação e homologação de equipamentos de telecomunicações; a administração do espectro de radiofrequências e o uso de órbitas; a fiscalização dos serviços prestados em todo o território nacional; a mediação de conflitos entre prestadores de serviços e entre estes e os consumidores; e a elaboração de regulamentos como os planos de universalização, de metas de qualidade, de outorgas; de serviços das telefonias fixa e móvel, da TV por assinatura e da banda larga; e de competição.

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