VIVO marca presença na ‘NBA House 2019’

nba_house.jpg14/05/2019 - A NBA (National Basketball Association) e a Vivo anunciaram nesta quinta-feira, dia 9/5, uma parceria para a ‘NBA House 2019’, espaço temático da liga que vai funcionar entre os dias 30 de maio e 16 de junho no estacionamento do Shopping Eldorado (Avenida Rebouças, 3.970 - Pinheiros), em São Paulo.

Como operadora oficial da NBA no Brasil, a Vivo promoverá ações de entretenimento e de engajamento com o público que visitar a Casa NBA e também oferecerá benefícios exclusivos para quem é cliente Vivo NBA League Pass, como, por exemplo, desconto em ingressos para visitar a Casa. Esta é a segunda vez que a operadora marca presença em um espaço da NBA – em 2017 promoveu ações de relacionamento na ‘NBA Finals’.

“A parceria com a NBA nos permite trazer essas experiências para nossos clientes, seja com a oferta do app NBA League Pass com até 50% de desconto, seja em ações de aproximação com a marca, como as que faremos na NBA House mais uma vez”, afirma Marcio Fabbris, vice-presidente B2C da Vivo.

VIVO E NBA League Pass

Desde 2017, a Vivo é a operadora oficial da NBA no Brasil e, graças a essa parceria, clientes da Vivo têm vantagens exclusivas para acompanhar os jogos da liga. Os clientes da Vivo podem assinar o NBA League Pass com descontos de até 50% em relação às opções disponíveis no mercado (R$ 19,99/mês). Os usuários têm acesso a conteúdo exclusivo da liga, como NBA TV (canal 24h de notícias sobre a NBA, em inglês), bastidores dos jogos; melhores momentos das partidas, jogadas em ‘super câmera lenta’, comentários de influenciadores e destaques das atuações dos jogadores brasileiros. Para assinar o serviço, clientes Vivo devem acessar a página específica (http://celular.vivo.com.br/aplicativos/nba).

No NBA League Pass, os clientes podem acompanhar a temporada regular, os Playoffs, as Finais e também o All-Star Weekend (fim de semana do All-Star Game). Os assinantes têm acesso ao Mobile View, uma funcionalidade inovadora e desenvolvida exclusivamente para oferecer uma experiência única para aqueles que assistem aos jogos pelo celular. O recurso oferece uma câmera exclusiva para dispositivos móveis com closes ainda mais fechados, deixando o espectador mais próximo das jogadas.

O aplicativo, disponível para Android e iOS, é compatível com smartphones e tablets. Os assinantes podem assistir ainda a conteúdos especiais da liga, como melhores momentos, entrevistas exclusivas, jogos clássicos, documentários, bastidores da NBA, entre outros, alguns deles nunca exibidos na TV, inclusive jogos ao vivo ou sob demanda.

Os ingressos para a NBA House 2019 do segundo lote estão à venda pelo site www.nbahouse.com.br com preços a partir de R$ 25,00 (Fan Day / meia-entrada - eventos com programação diurna nos dias 01.06, 02.06, 08.06, 09.06, 15.06 e 16.06) e R$ 75,00 (Game Night / meia-entrada - quatro primeiras noites de exibição dos jogos das Finais da NBA em 30.05, 02.06, 05.06 e 07.06). É possível adquirir até seis ingressos por CPF por evento, incluindo meia-entrada, por evento (será exigida a apresentação de documento comprovatório para ter direito ao benefício).

Datas e horários de funcionamento

A NBA House 2019 tem classificação etária de 18 anos (Game Night) e a entrada de menores entre 12 e 17 anos na casa só é permitida com a presença de um responsável. Nos Fan Days, aos finais de semana, o evento é livre e maiores de 16 anos podem entrar desacompanhados. O espaço tem capacidade para receber até 2.500 pessoas simultaneamente. Confira abaixo os horários de funcionamento.

- 30 de maio - A partir das 19h - JOGO 1                
- 1º de junho - 1ª sessão - 14h30min às 17h30min / 2ª sessão - 18h às 21h           
- 2 de junho - 1ª sessão - 14h30min às 17h30min / A partir das 19h - JOGO 2      
- 5 de junho - A partir das 19h - JOGO 3                
- 7 de junho - A partir das 19h - JOGO 4                
- 8 de junho - 1ª sessão - 14h30min às 17h30min / 2ª sessão - 18h às 21h             
- 9 de junho - 1ª sessão - 14h30min às 17h30min / 2ª sessão - 18h às 21h             
- 10 de junho - A partir das 19h - JOGO 5*           
- 13 de junho - A partir das 19h - JOGO 6*           
- 15 de junho - 1ª sessão - 14h30min às 17h30min / 2ª sessão - 18h às 21h          
- 16 de junho - 1ª sessão - 14h30min às 17h30min / A partir das 19h - JOGO 7*

* se necessário / programação sujeita a alterações

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TIM divulga dados do primeiro trimestre de 2019

tim.jpg10/05/2019 - A TIM fecha os três primeiros meses de 2019 com evolução da base de valor e expansão contínua do EBITDA normalizado. O indicador registra um aumento de 5,3% por ano, totalizando R$ 1.497 milhões.

A receita líquida é de R$ 4.191 milhões, alta de 1,7% ano a ano, com a contribuição de todos os segmentos: serviços móvel e fixo e venda de aparelhos. Os destaques neste trimestre foram o crescimento de 11,4% (A/A) da base pós-paga e a receita de serviço fixo, totalizando R$ 229 milhões, um aumento de 11,6%, estimulado pelo avanço da TIM Live, que cresce 34,9% no 1T19 em comparação ao 1T18. Mesmo em um cenário macroeconômico desafiador, os investimentos no período somam R$ 650 milhões, totalizando evolução de 6,0% ano a ano.

"O foco no segmento de alto valor continua rendendo indicadores positivos, reforçando nossa presença em mercados relevantes, como a ultra banda larga fixa. A TIM encerra seu primeiro trimestre com resultados sólidos em algumas frentes do negócio, mas também enxergando desafios importantes. Assumo a companhia neste cenário, confiante de que temos a capacidade de mudar rapidamente e voltar a liderar os movimentos do setor, impulsionados pelo nosso DNA inovador", Pietro Labriola, CEO da TIM Brasil.

TIM em São Paulo

Outra novidade apresentada pela TIM foi a ativação do VoLTE (Voice over LTE, na sigla em inglês) em todo o estado de São Paulo, mantendo seu compromisso de oferecer aos clientes serviços de voz e dados de alta qualidade, como primeira operadora a cobrir 100% das cidades de São Paulo com 4G, presente hoje em 469 cidades do estado. A funcionalidade em todas as frequências, incluindo na de 700Mhz, nas cidades paulistas onde a faixa foi liberada pela EAD/Anatel, permite que as ligações, hoje realizadas por meio de circuitos, evoluam para uma rede de dados, garantindo ainda mais eficiência e estabilidade.

Para encerrar o primeiro trimestre, a operadora também foi líder em net adds nos DDDs 12 e 13, respectivamente com 28.263 e 5.316 novos clientes na base total (pré+pós). Desta forma, a liderança em Market Share no DDD 12 totaliza 33,15% de participação no mercado.

A operadora também vem implementando a frequência de 700MHz, faixa liberada após o desligamento do sinal analógico de TV aberta, ampliando assim sua capacidade e cobertura indoor em 44 municípios. A cobertura detalhada está disponível no site da TIM (www.tim.com.br/portasabertas).

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Inatel faz parceria com RNP para focar em 5G

inatel_2.jpg09/05/2019 - Desde 2015, o Inatel desenvolve pesquisas voltadas para comunicações móveis de 5ª geração (5G) e concentra seus esforços no desenvolvimento de soluções que possam levar conectividade a áreas remotas e zonas rurais, com qualidade e custo acessível. A finalidade é atender à realidade do Brasil que, assim como outros países, possui um extenso território e intensa atividade agrícola, setor com alta demanda por tecnologia.

As pesquisas vêm sendo conduzidas no Centro de Referência em Radiocomunicações (CRR), criado com o apoio do MCTIC, que conta atualmente com uma equipe de 40 pesquisadores. O centro chega ao seu 5º ano de existência celebrando centenas de trabalhos científicos divulgados em congressos e revistas, mais de 500 pessoas capacitadas em seus cursos gratuitos, seis patentes e projetos em transferência para o mercado.

Agora, o Inatel ganha um reforço para os estudos em 5G. A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), instituição ligada ao governo federal que tem o objetivo de promover o desenvolvimento tecnológico e apoiar a pesquisa de tecnologias de informação e comunicação, vem somar sua expertise à da instituição, com o intuito de viabilizar a criação de soluções de IoT usando tecnologia 5G.

De acordo com o pró-diretor de Pós-graduação e Pesquisa do Inatel, professor José Marcos Câmara Brito, o projeto da ordem de 6 milhões de reais será executado no período de um ano. "Daremos sequência ao desenvolvimento do Transceptor Flexível MIMO-GFDM para redes 5G, projeto carro chefe do CRR. A intenção é dar a ele novas funcionalidades que permitam viabilizar a conectividade no campo necessária para a criação dessas soluções", explica o professor.

Para Iara Machado, diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da RNP, a parceria com o Inatel é bastante estratégica, visto que a entidade ainda encontra um grande desafio na sua missão de conectar instituições de ensino e pesquisa no interior. "Vamos explorar o uso do 5G nesse contexto e também no ambiente do campus universitário. Acreditamos que ter o Inatel como parceiro nesse projeto vai contribuir para a construção dessas soluções", ressalta.

Porque levar o 5G para áreas remotas?

O Brasil é o quinto maior país do planeta com mais de 8,5 milhões de Km2 de extensão. No entanto, menos de 1% desse território é composto por áreas urbanas, segundo estudo da Embrapa. Levando em conta que o acesso à internet fica concentrado nas áreas com maior densidade populacional, pode-se constatar que o país sofre um grande déficit de conectividade. Segundo o professor Brito, isso impede que as áreas rurais se desenvolvam adequadamente, daí a motivação social para que as pesquisas se voltem para este cenário.

Além disso, a agricultura consiste em uma das principais bases da economia do país, com previsão de atingir em 2019 o valor bruto de produção de 584,6 bilhões de reais, segundo o Ministério da Agricultura, o que representa 21,6% no PIB. "Nossa intenção é levar internet a maiores distâncias também em virtude da importância do agronegócio e da exportação para o país, com a intenção de colocar o Brasil em posição de destaque sob o ponto de vista tecnológico", afirma o professor, que também atua como secretário-geral do 5G Brasil, grupo formado por associações, instituições de pesquisa, governo e empresas do setor de Telecomunicações do país que fomenta a construção do ecossistema de quinta geração de telefonia móvel no Brasil.

Modem 5G

O Transceptor Flexível MIMO-GFDM para redes 5G é único no mundo e foi desenvolvido com tecnologia 100% nacional, em parceria com instituições e empresas nacionais e estrangeiras. Ele utiliza o padrão GFDM que reduz a interferência nos canais adjacentes em várias ordens de grandeza se comparada com as técnicas convencionais, conseguindo transmitir mais dados sem causar interferência em outros usuários, tendo múltiplos serviços dentro da mesma banda e uma diversidade de aplicações, que hoje não é possível com o 4G. A solução conquistou o primeiro lugar no eWINE Grand Challenge, competição realizada em 2017 na Europa, e foi demostrada pela primeira vez no país, em Brasília, em agosto do mesmo ano.

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Oi patrocina projeto AfroGames em Vigário Geral

afrogames.jpg07/05/2019 - A Oi é patrocinadora do Afrogames, projeto idealizado em parceria com o Grupo Cultural AfroReggae, em Vigário Geral. A iniciativa vai capacitar jovens de comunidades para atuarem no mercado dos jogos eletrônicos, criando assim oportunidades e especializações para esses adolescentes. A Oi também será responsável por fornecer toda a infraestrutura de telecomunicação do espaço, incluindo links de internet da Oi Fibra recomendados para gamers que precisam de alta velocidade e boa conectividade. No total, serão 23 pontos de rede cabeada da Oi Fibra, além de rede de Wi-Fi e 2 links de 100 Mega de internet. O projeto será inaugurado no dia 7 de maio.

O Centro de Treinamento Afrogames será o primeiro especializado em eSports dentro de uma favela e está sendo construído no Centro Cultural Wally Salomão, em Vigário Geral, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O projeto vai oferecer 100 vagas para que os jovens da comunidade possam ter aulas de League of Legends, programação de computadores, produção de trilha sonora focada em games e inglês. Para isso, contará com toda infraestrutura necessária, desde cadeiras gamers e computadores de última geração.

As vagas serão oferecidas para crianças com idade entre 12 e 18 anos que estejam regularmente matriculadas na rede de ensino pública. O projeto ainda prevê que 30% das vagas sejam destinadas para mulheres e pessoas com deficiência (PcD).

O projeto, um centro técnico de ponta, nasceu da união de Ricardo Chantilly e de José Junior, fundador do AfroReggae e atualmente CEO da AfroReggae Audiovisual.
 

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Preços públicos setoriais têm mudanças

anatel_precos.jpg03/05/2019 - A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulga os valores referentes aos preços públicos pelo Direito de Exploração de Serviços de Telecomunicações e de Satélite (PPDESS) e pelo Direito de Uso de Radiofrequência (PPDUR).

A Resolução 702/2018, que vigora a partir de amanhã (4/5), traz alterações nos valores cobrados para outorga dos serviços de interesse coletivo e restrito, o PPDESS, e aprova o Regulamento de Cobrança de Preço Público pelo Direito de Exploração de Satélite. O novo regulamento de cobrança do PPDUR vigora a partir de 19/5, com alterações nos valores cobrados para uso de radiofrequências licenciadas. Confira, a seguir, as resoluções e as apresentações com as principais alterações sobre os preços públicos.

PPDESS

A Resolução 702/2018, vigente a partir de 4/5/2019, revogou a Resolução 386/2004 e alterou valores cobrados para outorga dos serviços de interesse coletivo e restrito. Com isso, entra em vigor a alteração dos valores do Preço Público pelo Direito de Exploração de Serviços de Telecomunicações e de Satélite (PPDESS). Veja a síntese das alterações regulamentares no informativo sobre o PPDESS.

PPDUR

O novo Regulamento de cobrança de Preço Público pelo Direito de Uso de Radiofrequência (PPDUR), aprovado pela Resolução 695/2018 e vigente a partir de 19/5/2019, alterou valores cobrados para uso de radiofrequências licenciadas. Para saber mais, acesse o informativo sobre o PPDUR.

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Consumo de celulares cai 6,8% em 2018, diz IDC

smartphone_fix_online.jpg29/04/2019 - Greve dos caminhoneiros, eleições, alta flutuação do dólar e ausência de novidades levaram a queda de 6,8% nas vendas. Em 2019, tendência de queda nas vendas e alta nos preços continua
 
Em 2018, a retração voltou a assombrar o mercado mobile após um 2017 de recuperação. É o que revela o estudo IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q4/2018, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Foram 46,9 milhões de celulares vendidos, queda de 6,8% em relação a 2017. Deles, 44,4 milhões foram de smartphones e 2,5 milhões de feature phones.

Na avaliação de Renato Meireles, analista de mercado em Mobile Phones & Devices da IDC Brasil, o cenário macroeconômico do país freou o consumo em 2018. “Passamos por três momentos que refletiram negativamente no mercado: a greve dos caminhoneiros, as eleições e a alta flutuação do dólar. O índice de confiança dos investidores diminuiu e, no decorrer do ano, a discussão de temas políticos e socioeconômicos, como a reforma da Previdência e a eleição presidencial, afetaram praticamente todo o setor de tecnologia”.

Para o analista da IDC, a falta de novidades, principalmente em relação ao design, também influenciou a trava no consumo de smartphones.

Quanto à receita, foi de R$ 58,1 bilhões, alta de 6% em relação a 2017. Dos 44,4 milhões de smartphones vendidos em 2018, 39,8% custavam entre R$ 700 e R$ 1.099, baixa de 25,8% em relação a 2017. Os aparelhos entre R$ 1.100 e R$ 1.999 ficaram com 35,6% do mercado, alta de 73,1% em relação ao ano anterior, e os modelos com preços abaixo de R$ 699 ficaram com 14,1% do setor, queda de 41,5%. No ano, o ticket médio dos smartphones sofreu alta de 13,8% e passou de R$ 1.149 em 2017 para R$ 1.307 em 2018.

De todo o mercado mobile, os smartphones representam 94,5% e os feature phones, 5,5%. A categoria com menos representatividade caiu 16,2% em unidades vendidas em 2018 e em receita também, passando de R$ 347,8 mil em 2017 para R$ 332,7 mil em 2018. O ticket médio aumentou 14,1%, custando R$ 129.

Em 2018, o pior trimestre foi o último. De outubro a dezembro foi registrada queda de 14,3% nas vendas, com 10,7 milhões de unidades. O preço médio dos smartphones foi o maior do ano: passou de R$ 1.232 no quarto trimestre de 2017 para R$ 1.480 em 2018. A receita cresceu 3% e registrou R$ 15,9 bilhões. “O trimestre só não foi pior por conta da Black Friday e do Natal, épocas em que o consumidor encontrou promoções interessantes.  Ainda assim, não conseguiram superar os resultados dos mesmos eventos de 2017 e o mercado caiu mais do que em todos os outros trimestres”, explica o analista da IDC.

Para 2019, a expectativa é de queda de 4,3% para os smartphones, com 42,5 milhões de unidades vendidas, e queda de 6,3% para os feature phones, com 2,4 milhões. De acordo com a IDC Brasil, o primeiro e o segundo trimestre de 2019 serão mais fracos por conta do fim da Lei do Bem, que impacta diretamente o preço final do produto.

“Sem esse incentivo para as fabricantes, o varejo acaba repassando o aumento ao consumidor e isso fará o mercado retrair. No entanto, haverá discussões sobre a substituição dessa lei para os incentivos voltarem ainda este ano”, comenta o analista. Já o desempenho do terceiro e quarto trimestre pode ser um pouco melhor. Segundo Meireles, a reforma da Previdência também estará em discussão, o consumidor vai estar mais confiante, o mercado receberá novas marcas e as fabricantes locais devem lançar produtos com especificações mais robustas e design inovador, oferecendo novidades para todas as categorias.

No mercado de smartphones, as duas faixas de preço, de R$ 700 a R$ 1.099 e R$ 1.100 a R$ 1.999, serão as mais competitivas. “Os modelos de entrada ficarão mais caros e migrarão para a categoria entre R$ 700 e R$ 1.100”. Quanto aos feature phones, que ainda têm demanda em regiões mais remotas do País, continuarão contando com ofertas de alguns fabricantes.

Em relação ao 5G, o Brasil ainda não terá novidades em 2019. Para Meireles, o 4G e o Wi-Fi atendem bem a necessidade do consumidor hoje e é preciso avaliar até que ponto ele pagaria mais por um produto com 5G. “Um smartphone como esse no Brasil chegaria na categoria premium e super premium com preços acima de R$ 2.500”, diz o analista da IDC.

Além disso, segundo ele, adaptar a infraestrutura para receber a tecnologia no País é um desafio. “Mesmo com alguns leilões para adoção do 5G previstos para este ano, os investimentos necessários em infraestrutura para levar o sinal a todos são uma realidade ainda distante no Brasil”. Meireles enxerga apenas o mercado B2B avançando com a tecnologia no curto prazo. “Neste caso, o 5G vai otimizar e inovar áreas como a da saúde, indústria automotiva, agronegócio e até mesmo interligada ao segmento de IoT”.

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