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TV analógica termina dia 29 de março em SP

tv_analogica2.jpg20/03/2017 - No dia 29 de março, o sinal analógico de televisão será desligado na região metropolitana de São Paulo. A programação dos canais abertos será transmitida apenas pelo sinal digital, com imagem e som de cinema. Para continuar assistindo à programação, todas as residências da região precisam ter uma antena digital e um aparelho de televisão preparado para receber o sinal digital.

Sua TV está preparada para receber o sinal digital?

Para ter acesso ao sinal e aos benefícios da TV digital, os telespectadores da região metropolitana de São Paulo precisam adaptar seu aparelho de televisão antes do dia 29 de março. Saiba se sua residência já está preparada ou se será necessário providenciar mudanças para continuar assistindo os canais abertos de televisão:

1) Antena – Nem toda antena consegue captar o sinal digital de televisão. A antena deve ser UHF e a recomendação da Seja Digital é que o modelo seja externo, instalado no telhado da casa.

2) Televisor – Se o aparelho for uma televisão de tubo, será necessário instalar um conversor de sinal. Se o televisor for de tela fina e não estiver preparado para receber o sinal digital, também precisará de um conversor de sinal. Para ter certeza se o televisor já tem o conversor, consulte o manual do fabricante.

3) Conversor – São eles que transformam o sinal digital em analógico para que sua TV continue com a programação. Estão disponíveis em diversos modelos e faixas de preço. Podem incluir recursos como função de gravação de programas, entrada USB para conectar pen drives com conteúdos de vídeo, conexão HDMI, central interativa de mídia e painel com funções de navegação. Os conversores também vêm acompanhados de controle remoto, o que acaba sendo um recurso adicional para TVs antigas que não tenham o acessório.

 

Famílias inscritas em programas sociais do governo federal podem receber kits gratuitos
As pessoas que participam de algum programa social do governo federal nas 39 cidades previstas para a digitalização da TV na região podem agendar a retirada de seu kit, contendo conversor, antena e cabos, pelo telefone 147 (ligação gratuita) ou pela internet. Para saber se tem direito, o beneficiário deve acessar o portal www.sejadigital.com.br/kit, clicar em “Programa de Distribuição de Kits” no menu superior e fazer a pesquisa utilizando o CPF e o NIS (Número de Identificação Social) do responsável familiar. Caso não saiba qual seu número de NIS, basta ligar para a Central de Relacionamento do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, no 0800-707-2003.

Inclusão Digital

As famílias da região metropolitana de São Paulo inscritas em programas sociais do Governo Federal já podem verificar se estão na lista de beneficiários que receberão um dos mais de 1,8 milhão de kits gratuitos com antena UHF, conversor para a TV digital e controle remoto. A população deve acessar o site www.sejadigital.com.br/kit ou ligar gratuitamente para o número 147 com o CPF ou o NIS (Número de Identificação Social) em mãos. Se o nome estiver na lista, é só escolher o dia, horário e local.

Por meio desses canais, a população também poderá tirar quaisquer dúvidas referentes às mudanças trazidas pela TV digital e sobre como se preparar para receber o sinal. Outra alternativa, também, é visitar um CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) mais próximo de sua residência e procurar pelo ponto de apoio da Seja Digital para esclarecer dúvidas ou agendar a retirada do kit.

Digitalização já ocorreu no Distrito Federal

São Paulo é a terceira localidade onde o sinal analógico está sendo desligado. Em 2016, a mudança já ocorreu na cidade-piloto de Rio Verde (GO) e na região metropolitana de Brasília, com os trabalhos conduzidos pela Seja Digital. A entidade chegou ao DF e às nove cidades do entorno em novembro de 2015 para orientar, informar e oferecer suporte didático a toda população por meio de campanhas de comunicação e mobilização social. Com o desligamento do sinal analógico em novembro de 2016, os mais de 4 milhões de moradores da região passaram a assistir os canais abertos de televisão apenas pelo sinal digital, que transmite a programação gratuitamente com imagem e som de cinema. Foram distribuídos mais de 310 mil kits nas 10 cidades da região. Já em Rio Verde, o desligamento se deu em março do ano passado, alcançando um índice de 98% da população com acesso ao sinal digital, conforme índice aferido em pesquisa do Ibope.

 

 

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Descarte sua TV analógica de maneira correta

tv_reciclar_2.jpg27/03/2017 - Encontrar um destino adequado para os eletrônicos quebrados é um dos principais desafios da atualidade. Muitos desses produtos não podem ser descartados no lixo comum, pois possuem metais tóxicos que contaminam o meio ambiente. Com a proximidade do desligamento do sinal analógico de TV, que acontecerá no próximo dia 29 de março em toda a região metropolitana de São Paulo, muitas pessoas podem aproveitar para descartar televisores quebrados ou trocar aquele televisor antigo – o que não é necessário, uma vez que, com o conversor instalado e antena adequada, qualquer televisor pode transmitir a programação de TV aberta por meio do sinal digital.

Pensando nisso, a Seja Digital, entidade responsável pela operação do processo de migração do sinal de TV, em parceria com a Abrin, Associação Brasileira de Reciclagem e Inovação, disponibiliza pontos de coleta em 24 ETECs (Escolas Técnicas Estaduais) e 19 cooperativas de resíduos sólidos. A ação tem como objetivo estimular o descarte correto de televisores por meio da mobilização dos alunos, que irão informar e divulgar o projeto para a comunidade local.

O projeto começou no dia 6 de março e irá até o dia 8 de abril. Além da coleta, a Seja Digital, que têm como missão informar e orientar a população sobre essa mudança, disponibiliza um espaço para o tema no site www.sejadigital.com.br/recicle. Ali, é possível saber mais informações sobre o descarte adequado e encontrar o ponto de coleta mais próximo da cada residência, por meio do CEP.

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Brasil precisa priorizar IoT para ter resultados

bndes_iot.jpgBruno do Amaral, Converge
08/03/2017 - Uma coisa é apresentar um Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT), outra é o País priorizar o assunto, reconhecendo e permitindo os impactos positivos. Esses são alguns dos desafios para os próximos anos, segundo debatedores no painel Laboratórios do Futuro IoT, evento promovido pelo BNDES com o governo e realizado nesta terça-feira, 7, em São Paulo. O diretor de políticas regulatórias da GSMA, Philipe Moura, destacou o papel do governo na criação de um ambiente que permita a inovação e o desenvolvimento no setor. Ele diz que há necessidade de consistência nas regras para diferentes players (semelhante ao discurso da entidade em relação às over-the-top) para uma cadeia de valor complexa. "Esse sistema de regras precisa ser adaptável e flexível o suficiente para a evolução tecnológica, porque sabemos onde está hoje, mas daqui a 20 anos não sabemos como será", declara.

Moura analisa que o Brasil tem pensado de forma avançada, mas ele insiste na necessidade de um grupo compreensivo de políticas que considere o impacto entre todos os stakeholders. Na visão dele, é necessário ter uma política de IoT que, mesmo após alguns anos, ainda se mantenha relevante. "No Marco Civil da Internet, por exemplo, tivemos um grande incentivo por colocar a regulação de Internet de vanguarda, mas não significa que foi a (regulação) que precisávamos, e talvez em cinco anos a gente tenha consequências no mercado", compara.

Os impactos precisam ser reconhecidos também, diz, fazendo alusão às taxações do setor de telecomunicações, que são comparadas às da indústria do cigarro e da bebida. "A IoT é uma indústria com externalidades positivas para a economia e que respinga em outras indústrias. Mas não será tão grande como imaginamos se a gente taxar o sistema como se fosse algo negativo, e é essa a forma como é no Brasil hoje", reclama.

Sugestões

Para alavancar a Internet das Coisas no País, a sugestão do sócio do McKinsey Global Institute, Michael Chui, é direta: investir desde cedo em pesquisa e desenvolvimento, além de capacitação profissional. "Não precisa ser pesquisa básica. É essencial também ter o talento a postos, para quando houver demanda, então faça com que a educação e sistema de treinamento tenham talentos." Também é importante entregar produtos em vez de apenas propostas, e que sejam pensados para um mercado transnacional. "IoT é um mercado global, então construa rápido e (pronto) para servir em qualquer lugar, não só para o Brasil. E tenha um ecossistema global também de P&D", propõe.

O vice-presidente de P&D do CPqD, Alberto Paradise, defende foco nos agronegócios como uma vertical-chave para IoT, uma vez que o setor representa cerca de 25% do PIB brasileiro. "Podemos melhorar produtividade, qualidade da produção e cuidar do ambiente (com gestão racional de recursos) ao conectar dispositivos simples à nuvem", avalia. Ele acredita ainda que o País poderá competir melhor no software, em especial com pesquisas em inteligência artificial para lidar com os dados – ou seja, machine learning.

O sócio sênior da McKinsey na Alemanha, Jan Wullenweber, sugere atenção à mobilidade urbana, tanto em carros inteligentes/conectados quanto transporte público. Ele ressaltou a necessidade de se criar hubs de pesquisa e desenvolvimento separados dos núcleos originais das empresas. "Não é pedir para a indústria tradicional trabalhar IoT, precisa de uma mudança no modelo competitivo", alega.

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Eutelsat fecha parceria com a Blue Origin

blue-origin-eutelsat.jpg07/03/2017 - Para lançar o foguete New Glenn, da companhia criada por Jeff Bezos

A Eutelsat Communications anunciou nesta terça-feira, durante a Satellite 2017 Convention em Washington, Estados Unidos, a conclusão das negociações com a Blue Origin para lançamentos de seus satélites pelo lançador New Glenn, operação prevista para ser iniciada em 2020.

A nova parceria com a Blue Origin reflete a estratégia da Eutelsat em buscar opções de lançamento de diferentes fornecedores e garantir parcerias com companhias que oferecem altos níveis de performance, flexibilidade e competitividade.

O acordo prevê o lançamento de um satélite geoestacionário entre 2021 e 2022. O lançador New Glenn será compatível com praticamente todos os satélites da Eutelsat, oferecendo flexibilidade para a companhia preparar uma missão de colocar um satélite no espaço até 12 meses antes do lançamento.

Rodolphe Belmer, CEO da Eutelsat, comentou sobre o novo relacionamento com a Blue Origin: "A Blue Origin tem uma estratégia muito parecida com a da Eutelsat e nos mostrou que eles estão no caminho certo para atuar na indústria de lançamento de satélites. Encontramos nesta empresa tudo aquilo que esperamos de nossos parceiros: uma equipe de engenharia robusta focada no desenvolvimento tecnológico de uma nova base de lançadores de última geração. Ao incluir o New Gleen ao nosso manifesto, estamos reforçando nossa estratégia de longo prazo por inovações que reduzem o custo de acesso ao espaço e aumentam a performance. Isso é uma notícia ótima para rentabilidade e sustentabilidade da nossa indústria."

"A Eutelsat é um das mais experientes e inovadoras operadoras de satélite do mundo, e nós estamos honrados por eles escolherem a Blue Origin e nosso veículo de lançamento orbital, New Glenn." disse Jeff Bezos, fundador da Blue Origin. "A companhia vêm lançado satélites em vários novos veículos e compartilham conosco tanto nossa abordagem metódica de engenharia, quanto nossa paixão por reduzir o custo de acesso ao espaço. Bem-vindo ao manifesto de lançamento, Eutelsat, nós estamos ansiosos para voarmos juntos."


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TV paga tem queda de assinantes em janeiro

tv_digital.jpg02/03/2017 - A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registrou em janeiro de 2017 um total de 18,69 milhões de assinantes de TV paga no Brasil, o que corresponde a uma diminuição de 105,40 mil assinantes em comparação com dezembro de 2016, menos 0,56%. Dos grupos acompanhados pela Agência, a Oi e a Cabo apresentaram crescimento de 1,06% e 0,24%, respectivamente. Todos os outros grupos apresentaram redução.

Nos últimos doze meses, a redução foi de 364,46 mil assinantes, menos 1,91%. Neste período, a Oi apresentou crescimento de 12,03% com mais 141,55 mil assinantes. Todos os outros grupos apresentaram redução, destaque para a Blue com queda de 30,66%, redução de 46.116 assinantes.

Em relação às tecnologias, entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017, a fibra ótica apresentou crescimento de 0,22% devido à adição de 485 usuários. No entanto, em 12 meses, esta tecnologia apresentou crescimento de 27,35% com a entrada de 47, 59 mil assinantes. Todos os outros serviços apresentaram queda, em termos absolutos a maior redução foi registrada por usuários de satélite, menos 353,67 mil assinantes (-3,2%).

Nos estados brasileiros, no último mês o Ceará liderou a redução percentual nos números de usuários de TV paga, menos 1,73%, seguido pelo Amazonas com redução de 1,62% e Amapá com menos 1,54%. Piauí apresentou crescimento de 0,19% e Maranhão de 0,06%, entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017.

Nos últimos doze meses, Pernambuco liderou a redução percentual nos assinantes no país, menos 8,02%, seguido de Rondônia com queda de 7,98% e Amapá com menos 7,58%. Lideraram o crescimento da TV paga no Brasil os estados do Piauí com 7,47%, Sergipe com 4,26% e Maranhão com 4,08% de aumento no número de assinantes.

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Janeiro de 2017 registra queda de linhas móveis

app_smartphone.jpg01/03/2017 - De acordo com levantamento da Anatel, o mês de janeiro de 2017 fechou com 243, 42 milhões de linhas móveis em operação, queda de 5,38% em comparação com janeiro de 2016, o que equivale a menos 13,83 milhões de linhas. A redução nos números foi liderada pela Oi com queda 5,82 milhões de linhas, seguida pela Claro com diminuição de 4,87 milhões e Tim com menos 4,08 milhões.

Em comparação com dezembro de 2016, janeiro de 2017 registrou um decréscimo de 647,78 mil de linhas, o que representa uma queda de 0,27%. A TIM, com menos 596,13 mil linhas móveis, foi responsável por mais de 90% da redução apresentada no mês.

A queda do número de acessos móveis no ano passado foi consequência da redução da tarifa de interconexão (cobrada entre empresas fixas e móveis) e do valor de remuneração de uso de rede das prestadoras móveis (VU-M), praticados entre as operadoras. Com preços menores das ligações de uma empresa para a outra, os consumidores cancelaram os chips de diferentes prestadores.  A desaceleração econômica também contribuiu para encolhimento da base de acessos móveis.

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