Telefonia fixa tem queda de 4,89% em 12 meses

Telefonia-fixa.jpg26/12/2018 - Dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) informam que o Brasil apresentou 38.716.536 linhas fixas em serviço no mês de outubro de 2018. Em comparação ao mês anterior, outubro registrou queda de 229.700 linhas (-0,59%) e em relação ao mesmo mês de 2017, a redução foi de 1.990.488 linhas (-4,89%).

Em outubro de 2018, as concessionárias da telefonia fixa registraram 22.067.287 linhas fixas e autorizadas registraram 16.649.249 linhas. Em comparação a setembro desse ano, as concessionárias apresentaram uma redução de 163.999 linhas fixas (-0,74%) enquanto as autorizadas apresentaram diminuição de 65.701 linhas (-0,39%). Em 12 meses, as concessionárias registraram redução de 1.696.230 linhas fixas (-7,14%) e as autorizadas perderam 294.258 linhas (-1,74%).

Grupos

Em outubro de 2018, entre as autorizadas, a Claro registrou a maior participação de mercado, 10.502.066 linhas fixas no país (63,08%), seguida pela Vivo, com 4.390.355 (26,37%), e TIM, com 847.158 (5,09%). Em relação às concessionárias, a Oi possui o maior volume de linhas fixas, 12.472.181 linhas (56,52%), seguida pela Vivo, 8.686.204 linhas (39,36%) e pela Algar Telecom, 749.801 linhas (3,40%).

Estados

Entre as autorizadas, no mês de outubro, o estado de São Paulo apresentou a maior quantidade de linhas fixas com 5.592.876 linhas fixas (33,59%), seguido pelo Rio de Janeiro, 1.991.770 (11,96%), e Paraná, com 1.560.305 (9,37%). Entre as concessionárias, São Paulo registrou 8.865.044 linhas fixas (40,17%), seguido pelo Rio de Janeiro 2.483.275 linhas (11,25%), e Minas Gerais, 2.343.794 linhas (10,62%).

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Que impactos vai trazer às empresas a nova LGPD?

asg_marco_ferraz.jpg*Por Marco Ferraz
16/11/2018 - As empresas brasileiras têm até fevereiro de 2020 para atender às exigências da Nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), sancionada em agosto pelo Presidente Michel Temer. Mas não se engane: embora pareça muito tempo, a verdade é que as companhias precisam agir agora para se adaptar em tempo hábil às mudanças e exigências da legislação. Isso porque a LGPD, que traz um enorme avanço em relação à proteção das informações dos usuários, representará também uma série de desafios para as organizações.

Novas regulamentações sobre segurança de dados têm exigido esforço semelhante de empresas na Europa, com a aplicação da lei europeia de proteção de dados (GDPR). Parte do desafio de adequação reside no fato de que as companhias precisarão, principalmente, mudar toda a cultura interna – e sabemos o quanto esse tipo de mudança é complexa.

Termos como governança e inteligência de dados, que antes estavam restritos a determinados setores das empresas, precisarão estar no vocabulário rotineiro de todos os funcionários. O fato é que, com a chegada da nova lei de segurança digital, as organizações serão obrigadas a garantir maior confiabilidade e inteligência a seus bancos de informação, indicando onde e como cada item coletado será usado. Além disso, precisarão de claro consentimento para a retenção dos dados pessoais dos clientes.

Será necessário ajustar data centers e modelos de negócios com processos de auditoria, segurança e avaliação recorrentes. As companhias precisarão ter uma visão completa e assertiva dos locais em que os dados dos seus clientes estão armazenados e se o consentimento para uso foi devidamente validado. E todas essas adaptações terão que ser feitas em um espaço curto de tempo, com o volume de informações aumentando cada vez mais rápido, sendo que 90% de todo este volume de informação foi criado nos últimos dois anos apenas. Hoje 2,5 bilhões de gigabytes em dados são movimentados a cada dia no mundo, e a previsão é que nos próximos 2 anos este volume seja 18 mil vezes maior (45 trilhões de gigabytes diários).

Nesse contexto, é necessário rever a importância estratégica da tecnologia no processo de gestão das informações. O uso de sistemas para monitorar o fluxo dos dados dentro da organização, apontar inconsistências e integrar plataformas de TI, combinado com ferramentas de análise, é essencial para alcançar e manter a conformidade, a agilidade e a eficiência de todos os processos. Hoje já contamos com soluções modernas que são capazes de integrar, controlar e rastrear os dados durante todo o seu ciclo de uso com segurança, oferecendo ganho de tempo e de custos, além de otimizar a qualidade das informações.

Para garantir que estejam investindo esforços na direção correta e de maneira efetiva, as empresas podem contar com a experiência de consultorias especializadas, que possuem o conhecimento necessário a respeito das exigências trazidas pela nova lei e sobre como as tecnologias de ponta podem contribuir no processo de transição. Com orientação, a mudança pode ser planejada e implementada em etapas, de maneira a impactar o menos possível na rotina da organização.

Já existem modernas tecnologias de gestão de informação que permitem às empresas entender, governar e entregar informações de qualquer tipo, provenientes de qualquer fonte (estruturada ou não) ao longo do ciclo de vida, desde a captura até a análise e o consumo. Com essas soluções de gestão de sistemas, as organizações podem suportar iniciativas digitais e inovadoras e administrar sua infraestrutura de tecnologia com maior eficiência e eficácia, reduzindo o custo de gerenciamento e de operação de sua estrutura interna de TI.

As companhias que souberem utilizar essas plataformas para encontrar, compreender e usar os dados de maneira correta e confiável estarão realmente preparadas para gerar bons resultados e conquistar a confiança dos clientes. Ao cumprir a legislação irão evitar multas e penalidades e trazer mais ganhos não apenas para si mesmas, mas para os consumidores do Brasil.

*Marco Ferraz é Engenheiro de Soluções Data Intelligence da ASG Technologies, Inc.

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Fazenda admite que FUST virou tributo

angelo_duarte.jpgAna Paula Lobo e Rodrigo dos Santos, Convergência Digital
13/11/2018 - As telecomunicações são o insumo fundamental para vários setores da economia e, por isso, o ministério da Fazenda se coloca favorável à aprovação do PLC 79, que altera a Lei Geral do setor. "As operadoras precisam ter capacidade de investimento e a mudança do arcabouço regulatório é absolutamente necessário. A legislação atual está defasada", observa Angelo Duarte, subsecretário da Secretaria de Promoção da Produtividade e Advocacia da Concorrência, Ministério da Fazenda.

O subsecretário falou ainda que a atual Fazenda é favorável a isenções sobre o setor de TICs, especialmente na importação de bens de capital. “Estas isenções têm mais retorno que a assinatura de acordos de livre comércio com o mercado europeu", observou. Ao participar do XI Seminário TelComp 2018, realizado nesta terça-feira, 13/11, Angelo Duarte admitiu que o FUST virou um tributo e que, hoje, na situação da economia, não há como o Tesouro abrir mão dessa arrecadação.

"Do ponto de vista de redução de imposto acho que o momento é muito crítico. Não é apenas o Governo que não pode abrir mão de dinheiro. Os Estados não têm como abrir mão de arrecadação. Acho que a orientação é tentar  minimizar a complexidade dos tributos às empresas", afirma. Assistam a entrevista com Angelo Duarte, do Ministério da Fazenda aqui.

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‘5G precisa de legislação atualizada’

ericsson_eduardo_ricotta.jpg09/11/2018 - Em conversa com o jornalista Renato Cruz para o inova.jor TIC, Eduardo Ricotta, da Ericsson (foto), fala sobre a necessidade de se atualizar a legislação de telecomunicações para a chegada do 5G

A quinta geração das comunicações móveis (5G) deve chegar ao Brasil em 2020, segundo Eduardo Ricotta, presidente da Ericsson no país. Em entrevista ao inova.jor TIC, o executivo defendeu a necessidade de se atualizar a legislação.

“O 5G está chegando em frequências baixas e altas”, explicou. “Precisamos ter uma lei mais razoável para licenciar as antenas. Talvez no escopo federal e não municipal.”

Alguns países, como os Estados Unidos, têm flexibilizado leis que tratam da instalação de infraestrutura, destacou Ricotta. “Na frequência alta de 5G, vai haver antenas a cada 100, 200 metros”, explicou. “A legislação de hoje não consegue se adequar à necessidade do 5G em alta frequência. Esse é um tema importante para endereçarmos no próximo governo.”

Ele também ressaltou a importância de se aprovar o Projeto de Lei (PL) 79, que atualiza a Lei Geral de Telecomunicações (LGT), para incentivar investimentos no setor. “Acho que vai ter mais dinheiro no mercado de telecomunicações e girar a roda para todos os fornecedores e para o mercado em geral”, disse.

Custos de frequências

Ricotta também defendeu que os leilões de frequência tenham custos menores no Brasil. “Quando comparamos o Brasil com outros países, tanto na Europa, América do Norte ou Ásia, os custos das licenças por MHz chegam a ser 10, 12 vezes mais caros do que em países mais desenvolvidos”, explicou.

O executivo apontou quatro áreas com grande potencial de desenvolvimento para a tecnologia 5G no Brasil. A primeira é a banda larga móvel. “A banda larga móvel continua a crescer rapidamente e precisamos reduzir o custo por gigabit. Isso vai se dar por meio de tecnologias como o 5G.”

Outra área de grande potencial é o acesso fixo sem fio. “No Brasil, dependemos mais da rede móvel do que nos países desenvolvidos. Na Europa, tem muita fibra na casa das pessoas.” Além disso, o presidente da Ericsson no Brasil enxerga muito espaço para aplicações de internet das coisas, tanto de uso de massa quanto de missão crítica.

Pesquisa e desenvolvimento

Atualmente, o Brasil está entre os 10 maiores mercados mundiais para a Ericsson. É um dos quatro países em que a empresa possui fábrica.

A equipe local de pesquisa e desenvolvimento da Ericsson é formada por 600 pessoas, que desenvolvem soluções para todo o mundo, principalmente na área de bilhetagem.

Para saber mais, acompanhe a entrevista em vídeo com Eduardo Ricotta, da Ericsson, ao inova.jor TIC, que tem apoio da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) http://www.inova.jor.br/2018/11/09/ericsson-5g/.

Estes e outros temas estarão nos debates do Painel Telebrasil 2019, que ocorrerá em Brasília, nos dias 21, 22 e 23 de maio de 2019. O Painel Telebrasil é o mais importante e tradicional encontro de lideranças do setor de TICs e em sua edição de 2019 se tornará também um importante espaço de negócios e apresentação de tecnologias e soluções.
http://paineltelebrasil.org.br/

 

 

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Comissão do Senado aprova o PLC 79/2016

plc_79_aprovada.jpgPor André Silveira, Teletime
08/11/2018 - Os senadores da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) aprovaram nesta quarta-feira, 7, o relatório do senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA) favorável ao PLC 79/2016, que altera o marco legal do setor de telecomunicações. A matéria teve um amplo debate, especialmente envolvendo o presidente da Comissão, Otto Alencar (PSD/BA), e Humberto Costa (PT/PE). O senador pernambucano pediu vistas ao projeto na última sessão, realizada no dia 31 de outubro, e apresentou voto em separado. Ao final, a proposta de Flexa Ribeiro passou por sete votos a favor e três contra. Agora, a matéria segue para o plenário da Casa. A expectativa é de que a apreciação ocorra logo, uma vez que o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB/CE), afirmou na semana passada que se o projeto fosse aprovado, seria colocado em pauta imediatamente. A matéria segue para o plenário com pedido de urgência aprovado,mo que pode acelerar a tramitação.

Em seu voto, Humberto Costa sugeriu alterar a forma de cálculo dos bens reversíveis, com foco no artigo 68-C. Na opinião do senador, "a aprovação do texto atual proposto para o parágrafo único do art. 68-C pode reduzir em 99,9% as compensações efetivamente devidas por bens indiscutivelmente reversíveis", e que isso seria um "absurdo". O artigo questionado pelo senador estabelece que "para efeito do cálculo do valor econômico mencionado no art. 68-B, serão considerados bens reversíveis, se houver, os ativos essenciais e efetivamente empregados na prestação do serviço concedido". No voto, Costa sugere que, no final do artigo, a frase seja refeita para "todos os ativos vinculados à concessão". O senador sugeriu ainda ajustes nas prorrogações das concessões de uso de radiofrequência.

O senador Walter Pinheiro (sem partido-BA) criticou o projeto e alertou que são necessárias correções no texto, especialmente ao artigo 8º , que trata do mercado secundário de radiofrequência. Segundo o senador, isso se choca diretamente com o artigo 157 da Lei Geral de Telecomunicações (LGT), que estabelece que a Anatel tenha a prerrogativa de administrar o espectro. "Portanto, há conflito com projeto em questão. Se a agência poderá dizer qual será a oneração da prorrogação ou alternativamente a condição de fazer investimento, isso retiraria a possibilidade de revenda, estabelecida no artigo 8º do PLC. Assim, mantido o texto, não resistirá a um questionamento no STF em relação ao choque com o artigo 157", afirmou.

Debate

Em sua manifestação, Humberto Costa ponderou que a tramitação anterior, por meio da Comissão de Desenvolvimento Nacional, foi muito acelerada. A manifestação gerou contrariedade do presidente da comissão, que havia relatado o projeto na comissão. Alencar contestou de forma veemente a afirmação do senador petista e destacou que a tramitação teve audiência pública e passou por análise do Supremo Tribunal Federal, que recomendou que o projeto seguisse a tramitação. No entanto, a matéria retornou para Comissão de Ciência e Tecnologia. A matéria tramita no Senado desde 2016.

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Imóvel com banda larga por fibra óptica vale mais

sandro_paiva_huawei.jpg*Sandro Paiva
08/11/2018 - Parcerias entre construtoras e operadoras para levar internet rápida até a tomada dos apartamentos valoriza os imóveis e aumenta a satisfação dos compradores

Depois de comprar o apartamento dos seus sonhos, finalmente seu time chega à final do campeonato de futebol. É a deixa perfeita para convidar os amigos para inaugurar a varanda gourmet e ver o jogo. Tudo vai muito bem até que, logo no primeiro tempo, seus vizinhos gritam gol. Na sua TV, a bola ainda está sendo disputada no meio de campo. Só alguns segundos depois é que você pode finalmente comemorar: ufa, o gol foi do seu time.

A demora na transmissão, você logo descobre, ocorre porque seu vizinho é cliente de uma operadora de TV que utiliza fibra óptica e você não. No fim do jogo, a alegria pela vitória do seu time acaba ofuscada pelo seu “atraso” tecnológico. Quando você comprou e equipou o apartamento, pensou em muitos detalhes: na economia de água e de energia, comprou equipamentos que gastam pouca eletricidade, o modem mais moderno para garantir Wi-Fi em todo apartamento, mas não observou um detalhe fundamental: como levar banda larga para dentro do seu imóvel.

O dilema só aumenta quando a opção é por uma casa inteligente, com sistemas de iluminação, ar condicionado, vigilância, controle de eletrônicos e até a distribuição de mídia (imagem e som) para todos os cômodos, tudo controlado pelo celular. As casas inteligentes exigem conexão de banda larga e a fibra óptica é a melhor opção para quem procura qualidade e confiabilidade.

Segundo dados recentes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), oito em cada dez novos acessos são feitos por conexões que utilizam fibra óptica. Em julho, o Brasil contava com 30,5 milhões de conexões ativas, o que significa uma adição líquida de 1,65 milhão de novos assinantes desde janeiro. E, segundo o relatório, a maioria dessas adições ocorre em conexões por fibra óptica, que somaram 1,36 milhão de acessos, um crescimento de 82% das redes. Ao todo, o país conta com 4,4 milhões de conexões em fibra óptica, ou 14,4% do total de 30,5 milhões.

No entanto, apesar de popular, a banda larga por fibra óptica ainda enfrenta vários obstáculos até chegar dentro da casa do cliente. Dutos entupidos, falta de espaço, restrições estéticas para a colocação de equipamentos na fachada ou nas áreas comuns são alguns dos empecilhos encontrados para quem quer modernizar seu acesso à internet. Por isso, engenheiros, arquitetos e empreiteiros vem apostando na adoção de redes FFTx, preparando os empreendimentos para oferecer a melhor conexão possível.

Como as redes habituais, metálicas, não dão mais conta de transmitir tantos dados quanto necessários, estão sendo amplamente adotadas as redes do tipo PON (Passive Optical Network), chamadas redes FTTx. O nome, “Fiber To The x”, em português, “fibra até o x”, significa que há uma fibra óptica ligando um ponto ao outro, onde o x pode ser B (Building ou prédio), C (central, gabinete ou Cabinet), N (Nó ou Node), H (Casa ou Home).

Mais do que melhorar o acesso à internet, o acesso à banda larga pode agradar o bolso, também. Estudo da consultoria norte-americana RVA LLC, o “Relatório de Fibra Norte-Americana para Casa e Análise e Previsão Avançada de Banda Larga para 2021”, realizado com 4,5 mil propriedades mostra que se as operadoras são autorizadas a instalar redes FTTH no imóvel, seu preço pode subir até 11%. Além disso, compradores aceitam pagar até 2% a mais e locadores pagam até 15% a mais por imóveis com FTTH já disponível.

Apostando nessa descoberta de que o acesso à banda larga é um fator relevante na precificação de um imóvel e para a satisfação dos residentes, foi lançado o primeiro edifício totalmente inteligente no Peru. Na verdade, todas os apartamentos contarão com uma tomada alimentada por fibra óptica, a ponta de uma rede FTTH, iniciativa que faz parte da “Aliança Peru para o acesso à banda larga”. Corroborando a ideia do projeto, o ritmo de vendas superou as expectativas, com 30 unidades comercializadas por mês.

As vantagens aos compradores não se limitam à valorização extra do imóvel. No modelo adotado no Peru, o consumidor poderá exercer a livre escolha, já que a operadora que ele escolher terá facilidade e segurança para conectar o habitante rapidamente à rede externa.  Com isso, poderá desfrutar de forma imediata da conexão de alta velocidade e bom desempenho, streamings em tempo real, aproveitar vídeos em 4k e, melhor, ter vários dispositivos conectados à uma rede de alta velocidade simultaneamente. E, além de ficar preparado para a IoT (Internet das Coisas), você poderá comemorar o gol do seu time junto com o vizinho.

*Sandro Paiva é Diretor de Desenvolvimento de Negócios - Huawei

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