TIM terá experimentação do 5G em lojas

11/10/2019 – Unidade do Shopping Ibirapuera, em São Paulo, será a primeira a receber o espaço de degustação, em parceria com Ericsson e LG

A demonstração utiliza a tecnologia 5G da Ericsson, em rede comercial em fase de testes, instalada mediante licença específica da Anatel. O espaço de degustação conta com as parcerias da LG, que irá disponibilizar um smartphone LG V50 para testar a velocidade da nova rede, e da Intel, com kit de realidade virtual. Um vídeo institucional apresenta os impactos da tecnologia de quinta geração em áreas como saúde, educação, entretenimento, entre outras.

"As nossas lojas são o principal ponto de contato com o consumidor e buscamos, cada vez mais, transformá-las em espaços que vão além da venda. A ideia é oferecer experiências relacionadas à inovação e pioneirismo da TIM e a demonstração do 5G vai ao encontro dessa estratégia. As pessoas poderão conhecer o potencial da nova tecnologia e entender como ela irá influenciar o seu cotidiano no futuro", conta João Stricker, Diretor de Sales Consumer da TIM Brasil.

A experimentação do 5G na loja do Shopping Ibirapuera acontece até dezembro. A operadora pretende levar o espaço de degustação para mais unidades, em diferentes estados do Brasil, até o fim do ano. A TIM vem liderando o desenvolvimento da nova tecnologia no país e já conta com dois Living Labs – em Florianópolis (SC) e Santa Rita do Sapucaí (MG) – para estudo e aprimoramento de soluções que serão potencializadas com a chegada do 5G. Ainda este mês, a companhia inaugura mais um projeto piloto, em Campina Grande (PB). Também foi anunciada a ativação da rede experimental para as startups do Cubo Itaú.

"O objetivo é potencializar o conhecimento da tecnologia para que a adoção ao 5G possa ser rápida e eficiente no país. Nos living labs, já estão sendo desenvolvidas soluções que podem impactar o cotidiano das pessoas e das empresas em áreas muito relevantes para o Brasil, como saúde, educação e segurança. As startups do Cubo Itaú também poderão, em breve, testar seus projetos 5G. A ideia é justamente preparar esse ecossistema de inovação para que possamos aproveitar o poder transformador da rede de quinta geração", explica Leonardo Capdeville, CTIO da TIM Brasil.

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TV por Assinatura perde 1,5 milhão de acessos em agosto

tv_digital.jpg02/10/2019 - Em agosto de 2019, o Brasil somou 16.346.446 domicílios com acesso ao serviço de TV por Assinatura. Houve uma perda de 1.505.120 contratos (-8,43%), em comparação ao mesmo mês do ano passado (agosto de 2018), de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Quase a metade dos domicílios recebeu o serviço de TV paga pelo grupo Claro (NET), que registrou  8.071.921 contratos (49,38% do mercado). Em segundo lugar ficou a Sky, com 4.890.307 contratos (29,9 %), seguida pela Oi, com 1.555.956 contratos (9,51%), e pela Vivo, com 1.408.520 contratos (8,61% do mercado).

Todas prestadoras apresentaram queda no número de clientes (em agosto de 2019 em relação ao mesmo mês do ano passado). A Claro (NET) teve redução de 9,23% (menos 820.627 clientes) e a Sky diminuiu 6,18% (menos 322.085 clientes).

Entre os estados, São Paulo teve o maior número de clientes, com 6.073.510 contratos, enquanto Roraima tinha o menor número de assinaturas, com 15.762 contratos de TV paga no mês de agosto.

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Banda larga fixa ganha assinantes em agosto

banda_projeto.jpg01/10/2019 - O Brasil registrou, no mês de agosto, 32.500.601 contratos de banda larga fixa, de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em comparação ao mesmo mês do ano passado, houve um aumento de 1.713.855 contratos (+5,57%).

As maiores participações de mercado, em agosto de 2019, foram registradas pela Claro, com 9.543.849 domicílios (29,3% do mercado); Vivo, com 7.295.427 domicílios (22,4% do mercado); e Oi, com 5.657.258 domicílios (17,4% do mercado). O grupo das Prestadoras de Pequeno Porte (PPPs), empresas que detém menos de 5% de cada mercado de varejo de telecomunicações em que atuam, ofertou banda larga fixa a 9.195.290 domicílios (28,3%).

Em relação a agosto de 2018, o grupo das PPPs apresentou o maior crescimento quantitativo da banda larga fixa, com um aumento de 2.248.237 contratos (+32,3%). Entre as grandes empresas, a Claro registrou aumento de 309.806 contratos (+3,36%) e, por outro lado, a Vivo e Oi apresentaram reduções de 311.571 contratos (-4,10 %) e de 511.415 contratos (-8,29%), respectivamente, no período.

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Brasil tem 337 mil linhas móveis a menos

app_smartphone.jpg30/09/2019 - Números divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informam que o Brasil registrou 228,25 milhões de linhas móveis em operação em agosto de 2019, menos 337,01 mil (-0,15%) na comparação com o mês anterior e redução de 6,11 milhões (-2,61%) nos últimos doze meses. Em agosto, 122,35 milhões das linhas móveis eram pré-pagas (53,60% do total) e 105,90 milhões pós-pagas (46,40%). As linhas móveis pós-pagas cresceram 751,71 mil unidades (+0,71%) em relação a julho e registraram aumento de 10,99 milhões (+11,58%) nos últimos 12 meses.

Em agosto de 2019, a Vivo teve a maior participação de mercado com 73,67 milhões de linhas em operação (32,28% do total) seguida da Claro com 56,51 milhões (24,76%), da Tim com 54,68 milhões (23,96%) e da Oi com 37,51 milhões (16,43%). As demais operadoras móveis detinham 5,88 milhões de linhas (2,57%). Com exceção da Claro que teve um acréscimo de 33,37 mil linhas entre julho e agosto de 2019 (+0,06%), as quatro grandes operadoras móveis nacionais apresentaram diminuição no total de linhas em operação tanto na variação de julho a agosto quanto nos últimos 12 meses.

Os números da telefonia móvel estão no Portal da Anatel. Nas planilhas disponibilizadas pela Agência, há informações sobre a quantidade de linhas do Serviço Móvel Pessoal (jargão técnico que o órgão regulador utiliza para se referir à telefonia móvel) por tecnologias, empresas, código nacional e unidades da Federação.

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Telefonia fixa cai quase 8% nos últimos 12 meses

Telefonia-fixa.jpg13/09/2019 - Em julho passado, 35,45 milhões de domicílios brasileiros tinham acesso ao serviço de telefonia fixa, o que representa uma redução de 3,06 milhões de linhas (-7,94%) nos últimos 12 meses. Em relação a junho, o número de junho apresenta redução de 233,89 mil linhas fixas (-0,66%). As concessionárias da telefonia fixa totalizaram 19,61 milhões em julho, redução de 2,11 milhões (-9,73%) em doze meses e de 172,17 mil (-0,87%) entre os meses de junho e julho.

E as autorizadas 15,84 milhões, redução de 944,70 mil (-5,63%) e de 61,72 mil (-0,39%). Os números do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) estão disponíveis no Portal da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A Vivo registrou a maior participação de mercado em julho de 2019, com 11,63 milhões de linhas fixas (32,80% do total), seguida da Oi com 11,10 milhões (31,31%), da Claro com 10,02 milhões (28,26%) e da TIM com 1,00 milhão (2,83%). As demais prestadoras somadas registraram 1,70 milhão (4,81%). Das concessionárias nacionais, a Oi possui o maior número de domicílios com linhas fixas, 10,92 milhões (55,69% do total de linhas em regime público), seguida da Vivo, 7,82 milhões (39,90%). Das autorizadas, as três maiores são Claro com 10,02 milhões (63,24% do total das linhas fixas em regime privado), Vivo com 3,80 milhões (24,00%) e Tim com 1,00 milhão (6,33%).

Das prestadoras nacionais, apenas a TIM registrou crescimento nos últimos 12 meses e, também, na variação entre junho e julho deste ano no total de linhas fixas, mais 214,99 mil (+23,70%) e mais 15,57 mil (1,58%) respectivamente. Mesmo as Prestadoras de Pequeno Porte (PPP), no conjunto, se mantiveram estáveis nos doze últimos meses com 472,89 mil linhas fixas, acréscimo de 451 unidades (+0,10%), e na variação mensal menos 960 unidades (-0,40%).

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Qual a diferença na cobertura das rede 3G, 4G e 5G?

5G_b.jpg*Por Andre Mattos,
12/09/2019 - À medida que o número de usuários de telefones celulares no mundo todo aumenta, as redes móveis precisam se adaptar para lidar com as novas exigências destes usuários e as extensas demandas de dados, para que os clientes fiquem satisfeitos com a velocidade para acessar os serviços na Internet. Cada avanço no desempenho ou na capacidade da rede é chamado de "nova geração". Por exemplo, a rede 3G é a terceira geração após as redes 1G e 2G.

Com a rede 3G, os smartphones têm, em geral, velocidades de download de até, aproximadamente, 2 Mbps (megabits por segundo). Em comparação, as redes 4G permitem download a velocidades de cerca de 3 a 5 Mbps, que é quase a mesma velocidade que muitos computadores domésticos recebem via modem a cabo ou DSL. A velocidade de download de pico das redes 5G é de até 20.480 Mbps, o que representa um enorme avanço, se comparado a qualquer geração anterior.

Com uma geração de rede mais alta, há uma maior capacidade, o que significa que a rede pode suportar um maior número de usuários a qualquer momento. Ela também permitirá download de taxas de dados mais altas, de modo que as aplicações de multimídia, tais como vídeo-chamadas ou serviços de streaming como o YouTube, funcionam mais facilmente.

Com uma torre 3G, cerca de 60 a 100 pessoas podem compartilhar o sinal e receber um serviço rápido e confiável. Uma torre 4G, no entanto, pode atender cerca de 300 ou 400 pessoas. À medida que as gerações de rede evoluem, os engenheiros e programadores armazenam o máximo de dados digitais possível em cada sinal de rádio para maximizar a velocidade e a eficiência da rede. A diferença entre essas gerações é simplesmente uma rede que melhora a experiência anterior da Internet – não que a 4G seja duas vezes melhor que a rede 3G.

A rede 4G é espectralmente mais eficiente que a rede 3G, assim como a rede 5G é espectralmente mais eficiente que a rede 4G. Cada geração fornece mais dados por hertz do que a geração anterior. A rede 3G funciona em frequências de até 2.1 GHz, a rede 4G em até 2.5 GHz e a rede 5G em até 95 GHz. Esse é o motivo de tanto entusiasmo em torno da rede 5G.

A rede sem fio de quinta geração aborda a evolução além da Internet móvel até a Internet das Coisas (IoT). Os recursos da rede são muito mais rápidos do que nas gerações anteriores e, portanto, podem conectar mais objetos do que nunca antes, incluindo itens como veículos e casas conectados e cidades inteligentes, enquanto a velocidade e confiabilidade da rede 5G significarão a possibilidade de uma nova era da saúde eletrônica, por exemplo. As redes 5G também usarão "pequenas células", em contraste com as "macrocélulas" usadas nas redes 4G. Simplificando, isso significa que elas são menores em tamanho, exigem menos energia e podem ser instaladas muito mais rapidamente.

Não importa a rede de telefonia celular, o sinal vem das frequências usadas. Em geral, as baixas frequências são mais confiáveis e capazes de penetrar em obstáculos tais como prédios. E é por isso que a rede 3G geralmente funciona em mais lugares do que a rede 4G. As frequências mais altas são mais diretas, mas também são mais facilmente dispersas por objetos. As operadoras móveis que queiram prestar serviços mais confiáveis terão como objetivo o uso de frequências mais baixas. No entanto, aquelas que desejarem que seus clientes tenham acesso a velocidades de download mais rápidas também terão como objetivo o oferecimento de frequências mais altas. À medida que a rede 5G use frequências mais altas, com um alcance mais limitado, será necessária a instalação de um número maior de torres 5G para sustentar a confiabilidade da rede. No entanto, como as torres 5G são menores e não exigem uma "torre" propriamente dita, elas podem ser colocadas em edifícios e postes, por exemplo.

Como os sinais 4G são mais esparsos do que os da rede 3G, e mais ainda da rede 5G, os telefones gastam mais energia procurando por uma recepção 4G ou 5G, o que significa que a sua bateria poderá se esgotar mais rapidamente usando as gerações mais altas. Também deve ser destacado que será necessário um telefone compatível com a rede 5G para poder acessar essa rede. Como a rede 5G usa mais dados, o usuário pode ainda descobrir que o seu limite de dados contratual do telefone se esgota muito rápido. Além disso, a rede 5G também oferece a oportunidade de aumentar o nível de segurança com base na proteção da privacidade dos dados do cliente.

*Andre Mattos é diretor comercial da área de Mobile Connectivity Solutions da Thales no Brasil

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