Evento discute transformação digital das teles

telecom_lei.jpgInscreva-se gratuitamente no evento online Telco Club 2019 que acontece no dia 13/11/2019, cadastrando-se aqui. Após 13/11, todo o conteúdo permanecerá no site para acesso on-demand.

Veja, em primeira mão, o que pensam destacados profissionais do setor sobre as últimas tendências e as perspectivas para os próximos anos. Quais as principais tendências do mercado brasileiro de telecom em 2020? O pós-pago e a banda larga fixa devem continuar crescendo, enquanto pré-pago e a telefonia fixa encolhem? As operadoras competitivas devem se tornar as líderes em BL no Brasil? A quantidade de MVNO’s deve continuar crescendo?

Conheça os temas mais quentes de telecomunicações. Uma boa oportunidade para se atualizar em temas como:
    •    5G,
    •    IoT,
    •    Inteligência Artificial,
    •    SDN/NFV,
    •    Cloud,
    •    Edge Computing,
    •    AV/AR,
    •    Streaming de vídeo,
    •    Blockchain,
    •    Segurança da informação,
    •    Regulação,
    •    Big Data,
    •    Bots e muitos outros.

5G no Brasil

Esses profissionais irão falar sobre sua expectativa em relação a chegada da tecnologia 5G no Brasil, abordando temas como a licitação de frequências a ser realizada em 2020, a entrada em operação comercial das primeiras redes e quais serão os primeiros serviços a serem disponibilizados.

Transformação digital das operadoras brasileiras

A transformação digital das operadoras envolve a virtualização de suas redes, uma melhor experiência dos usuários, através de uma interface digital de autoatendimento, oferta de novos serviços digitais e uma mudança cultural na empresa para fazer face a estas transformações. Em que estágio estão as operadoras brasileiras?

Serviços além da conectividade

A receita das operadoras de telecom do Brasil e do mundo tem apresentado baixo crescimento (< 5%). A oferta de serviços além da conectividade é uma das formas de procurar crescer a receita. Qual a estratégia das operadoras brasileiras? Que serviços além da conectividade elas estão ou pretendem oferecer? Esses serviços serão oferecidos em parceria com outras empresas?

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IA revoluciona compartilhamento de espectro

espectro_5g_a.jpgPor Bruno do Amaral, do Teletime
25/10/19 - A escassez de espectro é um dos principais desafios para o 5G, mas iniciativas para o desenvolvimento de tecnologias de compartilhamento dinâmico tem empolgado a indústria. Durante a edição norte-americana da Mobile World Congress (MWC-19 Los Angeles), a competição Spectrum Collaboration Challenge (SC2) promovida pela agência norte-americana de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (Defense Advanced Research Projects Agency, DARPA), teve como o grande vencedor uma solução que utiliza a inteligência artificial para gerenciar espectro e permitir a colaboração automatizada entre diferentes players em questão de segundos em uma interface de radiofrequência definida por software.

"Hoje, se você quer compartilhar espectro, precisa sentar e procurar que porção vai compartilhar e como será feito, colocando as regras em um pedaço de papel, o que leva anos", declara a este noticiário o gerente líder de programação da SC2 na DARPA, Paul Tilghman, após participação em painel nesta quinta-feira, 2. "Tudo bem se quiser fazer isso uma vez, mas se precisar repetir várias vezes, é necessário a IA para chegar e encontrar essas regras. Foi o que vimos na noite passada." Ele entende que o uso da inteligência artificial permite chegar a um compartilhamento dinâmico pleno de faixas, saindo de um processo que dura dias para algo em questão de "segundos, ou mesmo milissegundos, e eventualmente indo para a autonomia".

O evento SC2 aconteceu na quarta-feira, 23, e teve como vencedor de um prêmio de US$ 2 milhões o grupo GatorWings, um time de pesquisadores da Universidade da Flórida. Na ocasião, foram utilizadas frequências médias. "Nós trabalhamos com ondas milimétricas, mas ontem tudo foi feito com frequências abaixo de 6 GHz, então funciona [também] com todo tipos de frequências omnidirecionais tradicionais".

Para o futuro, Tilghman prevê o uso de IA para a gestão das mmWave com contexto de espaço, gerenciando o compartilhamento enquanto utiliza feixes direcionais. "Não é que os algoritmos não tenham aplicação espacial, é que não tínhamos como construir agora. Agora que temos plataformas no mundo real, claro que queremos ver como o compartilhamento dinâmico de espectro pode desbloquear o potencial disso. Tem uma grande oportunidade, com uso ainda mais intenso de IA.", explica. Em faixas como de 24 GHz e 28 GHz, por exemplo, o representante da DARPA vê que a utilização de ângulos diferentes nos feixes poderá formar centenas de posições, o que aumenta a complexidade – o cenário ideal para aplicar a automação da inteligência artificial. "O futuro da IA com ondas milimétricas é brilhante."

O diretor executivo de engenharia e tecnologia da Federal Communications Commission (FCC), Julius Knapp, diz que o órgão regulador norte-americano está atento às novas técnicas, mas que o uso da inteligência artificial promete uma revolução. "É um compartilhamento muito complexo, não é só listen before talk ['ouvir antes de falar]", compara. Ele ressalta também que isso traz novas formas de aplicação de políticas e regras, e que a FCC tem procurado maneiras de promover as condições para testes na indústria. "Para ser de vanguarda, precisa de um pouco de coragem."

O vice-CIO em exercício da área de comando, controle, comunicações e capacidades de infraestrutura de comunicação (C4IIC) do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Fred Moorefield, é taxativo: "Compartilhamento é difícil, e temos trabalhado forte para fazer isso. A forma correta é a parceria com a indústria e governo, sentando com as pessoas que desenvolvem equipamentos e operadoras". Para ele, a necessidade do compartilhamento não é só dos EUA, e sim algo em escala global. "É sobre [quantidade de] dados, e isso não vai sumir, vai ficar pior", diz. "Não vemos isso como um fardo, mas como uma oportunidade para inovar, investir e colaborar com todo mundo e em todo lugar."

Ética e competição

Há uma possibilidade de impactos competitivos, contudo. "Operadoras móveis pagam muito dinheiro para ter espectro, mas aí elas podem ir e congestionar ao máximo possível", sugere o diretor da área de pesquisas da Ericsson, Ali Khayrallah. "Parece simples, mas todas as peças têm de se encaixar para que eles possam querer investir."

Paul Tilghman, da DARPA, ressalta ainda que poderia haver uma quantidade de informações liberadas entre operadoras, por exemplo, que poderiam se mostrar sensíveis – se determinada empresa teria mais ou menos acessos em uma certa área, por exemplo. E também poderia interferir na porção de espectro que uma empresa estaria disposta a compartilhar. "Temos que entender em que medida se pode otimiza – não ao dar todas as informações possíveis", explica. "Esse tipo de informação pode trazer vantagem competitiva, então temos que ver o ganho desse tipo de dado."

O vice-presidente de engenharia da Qualcomm Research, John Smee, sugere que a qualidade de serviço (QoS), indicadores (KPI) e elementos preventivos de gerenciamento devem ser usados para endereçar a questão. "Se é uma troca de informações livre, tem valor econômico e QoS, então tem de haver um relatório que, se for incorreto, teria penalidades. As regras vão definir globalmente como as redes e os KPIs serão."

*O jornalista viajou a Los Angeles a convite da GSMA.

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Para Nokia, segurança é crítica em redes 5G

5g_c.jpgPor Samuel Possebon, Teletime
25/10/2019- Uma das questões que permearam as discussões do MWC19 Los Angeles, evento de mobilidade para as Américas organizado pela GSMA, que aconteceu esta semana nos EUA, foi o peso das questões de segurança nas novas redes 5G e IoT em desenvolvimento. Existe um entendimento comum de que a rede 5G será fundamental para uma série de aplicações e dispositivos que hoje ainda não costumam estar conectados a nenhum tipo de rede de comunicação, como veículos, máquinas, dispositivos domésticos etc, e que no ambiente de 5G e com o desenvolvimento da Internet das Coisas torna-se uma realidade bastante diferente. "Há elementos críticos de segurança em todos os elos da cadeia, e responsabilidades de todos.

Os fornecedores, operadores, os provedores de serviços e aplicações, governo também", diz Mike Murphy, Nokia CTO para as Americas da Nokia. Mary O'Neill, vice-presidente de segurança da Nokia Software, vai mais longe. "Se olharmos para o mercado de IoT, serão milhões de dispositivos diferentes conectados. Mas se olharmos hoje apenas os dispositivos móveis, eles sozinhos já são a porta para malware e geram 78% dos ataques à rede", diz a executiva.

Para Murphy, as redes 5G oferecem mais dispositivos de contenção. A começar pela possibilidade de segmentar a rede para diferentes aplicações, com o slicing, que cria uma espécie de conexão dedicada para cada tipo de usuário, com diferentes parâmetros de qualidade e segurança. "Mas é claro que o risco existe e é por isso que a questão da segurança é crítica a todo ecossistema".

Um outro elemento apontado no MWC19 como crítico no processo de implementação das redes 5G é o crescente nível de virtualização das redes e a descentralização, para a ponta das redes, de boa parte do processamento das próprias redes e aplicações (edge-computing). Esta evolução é praticamente um imperativo para a adoção das tecnologias 5G, como forma de assegurar latências menores e maiores velocidades de acesso, mas é um elemento que contribui para ampliar a vulnerabilidade das redes. Da mesma forma, as operadoras de telecomunicações parecem empenhadas em fazer prevalecer um modelo de redes abertas em todos os elementos, desde os elementos virtualizados da rede até a parcela de rádio da infraestrutura (OpenRAN).

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PL que altera TV paga tem parecer favorável

cleia_viana.jpgPor Marcos Urupá, do Teletime
25/10/2019 - O deputado Eduardo Cury (PSDB-SP) apresentou na última quinta-feira, 23, seu relatório do PL 4.507/2019, que propõe mudanças nas regras da TV por assinatura, extinguindo a restrição da propriedade cruzada. No relatório, Cury foi a favor da aprovação dos dois projetos, e apresentou um texto substitutivo unificando os seus objetos. Assim, no substitutivo, o relator propõe a retirada dos artigos 5º e 6º e a alteração no parágrafo único do art. 1º da Lei do SeAC, acatando a proposta do projeto de JHC e do projeto da deputada de Rondônia.

No texto, Cury (foto) diz que as regras contidas no art. 5º da lei do Seac tornaram-se obsoletas e impedem uma competição mais eficaz de mercado, já que impõem restrições às operadoras tradicionais, enquanto não trata das empresas que operam no mercado de distribuição via internet. "A supressão do artigo 5º da Lei do SeAC permitirá uma ampliação significativa da competição de mercado não apenas de distribuição de conteúdo, mas também de acesso à internet, ou seja, de infraestrutura", diz o texto de Cury.

O parlamentar segue ainda dizendo que a remoção desses entraves permitirá que emissoras de rádio e TVs abertas, além de produtoras de conteúdo com sede no Brasil, possam deter controle ou participação superior a 50% em prestadoras de serviços de telecomunicações, e, ainda, atuar diretamente nesses mercados e também proporcionará ao mercado de radiodifusão um cenário mais competitivo, pois a revogação do artigo 5º permitirá que operadoras de telecomunicações possam controlar emissoras de radiodifusão, produtoras e programadoras, ampliando as sinergias de operação, reduzindo custos e, novamente, elevando a competitividade de mercado.

Sobre o PL 5.322/2019, Eduardo Cury diz que ele converge com o propósito do PL 4.507/2019, já que além de pedir a exclusão dos arts. 5º e 6º da Lei 12.485/2011, também propõe expressamente que a lei não se aplica aos conteúdos audiovisuais veiculados pela internet sob a normatização do Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) e da Lei Geral de Telecomunicações (Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, mantendo no parágrafo único do art. 1º da Lei do SeAC a exclusão já existente para os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens.

"Dessa forma, consideramos altamente meritórios o Projeto de Lei no 4.507, de 2019, e o Projeto de Lei no 5.322, de 2019, ambos eliminando restrições de competição anacrônicas em um mercado altamente dinâmico como o de internet e de distribuição de conteúdo", finaliza Eduardo Cury no seu substitutivo.

De autoria do deputado JHC (PSB-AL), o projeto altera a lei 12.485/2011 (Lei do SeAC), propondo a retirada do seu art. 5º, para que o controle ou a participação superior a 50% em empresas de telecomunicações possam ser detidos por concessionárias e permissionárias de radiodifusão ou por produtoras e programadoras com sede no Brasil. Apensado ao PL 4.507/2019 está o PL 5.322/2019, de autoria da deputada Mariana Carvalho (PSB-RO), que também propõe a extinção das barreiras que restringem a propriedade cruzada na TV por assinatura e exclui da aplicação da lei os conteúdos audiovisuais distribuídos sob qualquer forma para aplicações de Internet. O texto de Cury agora aguarda para entrar na pauta da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) para ser votado.

Crédito: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

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Telecom Italia tem novo presidente de conselho

telecom_italia_ts.jpgPor Tele.Síntese
22/10/2019 - Salvatore Rossi, ex-Banco da Itália, vai presidir o board da companhia dona da TIM Brasil

A Telecom Italia, dona da TIM no Brasil, nomeou Salvatore Rossi para o conselho de administração da companhia, no lugar de Fulvio Conti, que renunciou em setembro. Rossi também será o novo presidente do conselho, e terá assento no comitê de estratégia do grupo.

Rossi é um acadêmico, professor universitário de economia. Já ocupou cargos executivos no Banco da Itália, o banco central do país europeu, e nunca trabalhou no setor de telecomunicações. A chegada de Rossi teve apoio unânime dentro do colegiado.

A Telecom Italia vem passando por forte reestruturação, com o CEO, Luigi Gubitosi, articulando a fusão da empresa, ao menos no segmento fixo, com a rival Open Fiber. Também há disputas internas travadas entre os maiores acionistas: de um lado, o grupo francês Vivendi; de outro, o fundo de investimentos Elliott, que é aliado do governo italiano, do qual vem Rossi. Ainda assim, a companhia informa que ele foi nomeado na condição de conselheiro independente.

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TIM lança primeiro laboratório 5G do Nordeste

tim_5g_nordeste.jpg17/10/2019 - Em parceria com a Nokia e o VIRTUS/UFCG, operadora ativa rede experimental 5G no campus da universidade, em Campina Grande, para desenvolver soluções aplicadas nas áreas de software e automação;

Público poderá conferir, no dia 18/10, aplicações conectadas à nova tecnologia nos segmentos de saúde, educação, construção civil, indústria, entre outros.

A TIM anuncia hoje, em parceria com o VIRTUS (Núcleo de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologia da Informação, Comunicação e Automação) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e a Nokia, a ativação do primeiro TIM 5G Living Lab do Nordeste. O projeto utiliza a nova tecnologia em rede real da operadora, conforme licença específica da Anatel. A cidade de Campina Grande (PB) foi a escolhida para abrigar o novo laboratório, o terceiro no Brasil, e que tem como foco a criação de soluções e inovação tecnológica em projetos de pesquisa e desenvolvimento nas áreas de software e automação.

Para liderar um ecossistema favorável ao 5G no Brasil, a TIM optou por atuar no engajamento de empresas de tecnologias, fundações e instituições de pesquisas e ambientes empreendedores para o desenvolvimento de aplicações, produtos e soluções. As aplicações em rede de quinta geração dependerão de tecnologias especificas, como o Mobile Edge Computing (MEC), para viabilizar as altas taxas de transmissão de dados e a baixa latência. E, para isso, as competências na área de programação desenvolvidas no ambiente universitário serão cada vez mais relevantes na formação dos profissionais.

Confira as demonstrações no espaço montado exclusivamente no campus da UFCG:

· Construção Civil: No estande da CASE Construction Equipment, uma das marcas da CNH Industrial, o público poderá conhecer a primeira retroescavadeira da América Latina conectada à rede 5G: A retroescavadeira conceito 580N Wireless da CASE, que chegará ao mercado em breve, possui tecnologia que permite que todos os comandos da máquina sejam feitos por um tablet que pode ser posicionado no local anteriormente ocupado pelo painel de controle, ou próximo ao para-brisa para maior ergonomia em condições de deslocamento da máquina, ou, ainda, ser posicionado na coluna traseira para maior interação quando da operação da escavadeira, além de poder ser retirado e comandado pelo operador da máquina à distância.

Somado a todas essas possibilidades, a tecnologia elimina 50% dos chicotes elétrico, que têm alto custo de desenvolvimento e alterações, além de maior dificuldade de gerenciamento diário. Na 580N Wireless, todos os atuais comandos exibidos no painel de controle da máquina foram transferidos para acesso via tablet: ignição do motor, rotações do motor, horímetro, velocidade em km/h, nível de óleo, nível de combustível, pressão de óleo, luzes de trabalho, ar-condicionado, buzina, pisca-alerta, rádio, limpador de para-brisa, entre outros. Em um futuro próximo, a máquina conectada vai desempenhar diversas atividades de forma remota, telecomandada e autônoma.

· Saúde: demonstração do VR Fisioterapia. A aplicação em Realidade Virtual foi desenvolvida em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) e tem por objetivo auxiliar pacientes com limitações físicas e neurológicas. Com a solução, o fisioterapeuta tem acesso a uma interface que possibilita a criação de exercícios personalizados, podendo ser ajustados em amplitude, velocidade, objetivo e duração, de acordo com a necessidade de cada um. Para o paciente, o benefício está na possibilidade de realizar exercícios repetitivos de maneira gamificada, tornando a atividade mais motivadora. Parceria com o instituto Sidia.

· Educação: aplicação da realidade aumentada em um contexto de educação com foco no compartilhamento de conteúdo multimídia em grandes volumes através da tecnologia MEC (Multi-Access Edge Computing). Parceria com o VIRTUS/UFCG.

· Indústria: demonstração de inspeções e levantamentos remotos por drone, primeiro da América Latina conectado à rede 5G, com transmissão em tempo real de dados e imagens em 4K. A capacidade de disponibilizar imagens com alta resolução e detalhamento em tempo real para qualquer local, capturadas com segurança e praticidade através de drones, vai contribuir significativamente em situações de emergência nos segmentos da Indústria e Meio Ambiente, em que se exige informação precisa e ágil para rápida resposta. Parceria Neo Vision.

· Casa Conectada: exibirá como o 5G irá ampliar de forma exponencial o Acesso Fixo sem Fio (FWA), que é outro grande avanço que a nova tecnologia irá permitir ao potencializar a ampliação da cobertura, via rede móvel. Demonstrações de vídeos em 4k e Cloud Gaming. Parceria com Microsoft e Nokia.

· Agronegócio: Com o objetivo de levar a transformação digital ao campo e, assim, alavancar a produtividade e competitividade do setor, a Logicalis mostrará algumas de suas soluções para o segmento. Na ocasião, serão demonstradas as soluções de detecção de pragas por análise de imagens e detecção de uso de EPIs, ambas baseadas em video analytics. Também será demonstrada uma aplicação de internet das coisas no campo, por meio de uma estação meteorológica que conta com sensoriamento detalhado com foco na coleta de dados massiva sobre o microclima das propriedades rurais. Mostrará como a realidade aumentada e os vídeos em alta definição ajudarão o agronegócio. Parceria Logicalis.

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