SindiTelebrasil lança página Fique antenado!

fique_antenado.jpg03/12/19 – Página reúne conteúdos e dicas para esclarecer a população, prefeituras e vereadores sobre a instalação de antenas de celular e internet móvel e contribuir com o processo de atualização das leis municipais

O SindiTelebrasil lança hoje, 03 a página Fique antenado! (http://www.agenciatelebrasil.org.br/fiqueantenado ), que reúne conteúdos e dicas sobre a instalação de antenas de celular e internet móvel, incluindo estudos, entrevistas, vídeos, cartilha, gráficos, legislação, mapa de antenas e os rankings das Cidades Amigas da Internet e de Serviços de Cidades Inteligentes. O objetivo é concentrar, num único site, informações para esclarecer a população e colaborar com o processo de atualização das leis municipais de instalação de antenas.

A página contém o estudo completo do Ranking das Cidades Amigas da Internet, com a posição dos 100 maiores municípios brasileiros em população. Nos primeiros lugares, estão as cidades consideradas amigas da internet, aquelas que mais estimulam a conectividade e que possuem leis modernas e sem burocracia nos processos de licenciamento. Nessas cidades, a expansão das redes pode ser feita na mesma velocidade do aumento da demanda por novos serviços. Assim, ganham todos, especialmente o município e a população.

Entre as últimas colocadas, aparecem aquelas cidades que ainda precisam atualizar a legislação municipal e eliminar a burocracia para a instalação de antenas, para que, com processos mais ágeis e leis mais modernas, a cidade possa mudar a sua realidade. Para auxiliar nessa modernização, o SindiTelebrasil coloca à disposição para consulta as leis atuais sobre o tema – como a Lei Geral Antenas aprovada pelo Congresso Nacional em 2015 – e uma sugestão de projeto de lei padrão, que pode ser utilizado na elaboração da nova legislação municipal.

A página traz ainda outros conteúdos para auxiliar na discussão do tema pelas Prefeituras e Câmaras Municipais, como vídeos explicativos sobre o funcionamento e importância das antenas e uma cartilha, com respostas às principais dúvidas sobre o assunto.

Entrevistas com especialistas e autoridades também oferecem uma visão de como as antenas são tratadas no País do ponto de vista técnico, legal, regulatório, urbanístico, entre outros, e derrubam teses infundadas de que as antenas e os celulares façam mal à saúde.

A página dará acesso ainda ao Mapa de Antenas, onde pode ser consultada a cobertura das redes por município, em todo o País. Também temos disponível o Ranking de Serviços de Cidades Inteligentes, com a avaliação dos 100 maiores municípios, sob a perspectiva de oferta de serviços digitais pela administração municipal.

O objetivo com o site é facilitar a modernização das leis e o desenvolvimento da economia digital dos municípios, permitindo que os benefícios da evolução tecnológica cheguem às cidades e seus cidadãos.

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Telefônica Brasil integra ISE 2020 da B3

vivo_exterior.jpg02/12/2019 - A Telefônica Brasil, com a marca Vivo, integra pela oitava vez consecutiva a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), promovido pela B3. Em sua 15ª edição, o índice aponta as 30 empresas de 15 diferentes setores com destaque em iniciativas socioambientais e de governança corporativa. A carteira fica em vigor até 1º de janeiro de 2021.

A avaliação é considerada uma ferramenta para análise comparativa da performance das empresas listadas na B3 sob o aspecto da sustentabilidade corporativa, baseada em eficiência econômica, equilíbrio ambiental, justiça social e governança. "A presença no ISE destaca o alto nível de governança, a transparência, a sustentabilidade do negócio e o forte cuidado com o meio ambiente que a da Telefônica possui", revela a executiva de Sustentabilidade da Vivo, Joanes Ribas.

A Telefônica possui um Plano de Negócios Responsável baseado nos pilares de Gestão de Talentos e Diversidade; Meio Ambiente; Gestão da Sustentabilidade na Cadeia de Fornecedores; Contribuição ao Progresso, Inovação Sustentável e Promessa ao Cliente e Confiança Digital. Atualmente 54 indicadores compõem o programa.

Em 2019, a empresa inovou ao incluir no pool de bônus dos executivos metas com indicadores de satisfação dos clientes (NetPromoterScore 15%) e sustentabilidade (5%) relacionados à reputação, avanço nas iniciativas para a redução de emissões dos gases causadores do efeito estufa e ao cumprimento das metas de diversidade de gênero. A empresa possui 25% de mulheres em seu Conselho de Administração, composto por 12 executivos. "Queremos seguir crescendo de forma sustentável e inclusiva, gerando impacto positivo no meio ambiente e na sociedade", completa a executiva.

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Ericsson defende cronograma 'correto' para 5G

ericsson_eduardo_ricotta2.jpgPor Henrique Julião
29/11/2019 - Além de anunciar a intenção de aportar R$ 1 bilhão no Brasil durante os próximos cinco anos de olho no potencial do 5G, a Ericsson aproveitou uma visita de cortesia feita nesta semana ao presidente da República, Jair Bolsonaro, para destacar a importância de um "cronograma correto" para o leilão de espectro para quinta geração.

"Se postergar demais, o Brasil fica para trás, o que seria ruim para o País", pontuou o presidente da Ericsson Latam Sul, Eduardo Ricotta, em conversa com este noticiário. "Há todo um impacto na inovação. Dou o exemplo do Spotify, que só foi criado porque alguém viu que na rede 4G era possível fazer streaming de música, além de outras plataformas, como o Uber. No 5G [o impacto] vai ser igual, chegando em áreas como o agro e telemedicina".

"Nós já estamos defasados em relação a alguns países", prosseguiu Ricotta. Segundo o executivo, mesmo na América Latina há chance do Brasil ter um gap em relação aos vizinhos. "Se há possibilidade de alguém lançar antes é o Uruguai, porque as licenças estão andando mais rápido do que aqui". Lá, uma rede comercial da estatal Antel já chegou a ser lançada, mas com cobertura reduzida.

A Ericsson ainda reiterou que a criação da linha de montagem 5G em São José dos Campos vai atender toda a América do Sul; a previsão é que a compra de maquinários leve de seis a oito meses. "Teremos várias linhas de produção, porque têm frequências que preciso [de produtos para suprir] na América Latina, mas que não uso no Brasil", explicou Ricotta. No Uruguai, por exemplo, o 600 MHz é uma das opções consideradas para o 5G, mas que no Brasil não será utilizada.

"E não vamos produzir só rádio, mas core 5G também", completou o presidente da fornecedora sueca para Latam Sul. De acordo com Ricotta, a atuação da Ericsson no Brasil (onde a empresa completou 95 anos de presença em 2019) é uma exceção dentro do País, visto que 40% do produzido em solo brasileiro tem a exportação como destino, em patamar mais elevado que a média nacional.

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Oi fixa prazo para realizar grupamento de ações

Por Henrique Julião, Teletime
25/11/2019 - Em fato relevante publicado no dia 22, a Oi respondeu ofício enviado pela B3 com questionamentos sobre a realização de grupamento das ações da empresa na bolsa. Segundo a operadora, a opção deve ser avaliada por uma Assembleia Geral Ordinária em abril de 2020, mas apenas no caso dos papéis não atingirem um valor "consistente" por conta própria até a data.

Conforme o documento, foi solicitado à companhia divulgar os procedimentos e cronograma que serão adotados para enquadrar a cotação de suas ações em valor igual ou superior a R$ 1,00 até 7 de maio de 2020 ou até a data da primeira assembleia geral realizada após o recebimento da notificação em questão.

"A esse respeito, a companhia informa que, caso a cotação de suas ações não se enquadre de forma consistente em um patamar acima de R$ 1,00, após a implementação das próximas etapas previstas no plano estratégico já divulgado ao mercado, pretende propor ao Conselho de Administração da Companhia que, por ocasião da realização da Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada em abril de 2020, seja incluído item na ordem do dia para tratar do grupamento de suas ações, na forma da regulamentação aplicável", pontuou o documento, assinado pela diretora de finanças e de relações com investidores da Oi, Camille Loyo Faria.

Em 5 de novembro, a ação ordinária da empresa (OIBR3) atingiu 30 pregões consecutivos com valor abaixo de R$ 1,00. Nestes casos, o regulamento de B3 determina que a companhia apresente um plano de grupamento em 15 dias. Nesta sexta-feira, a OIBR3 desvalorizou 3%, para R$ 0,97, enquanto os papéis preferenciais (OIBR4) subiram 1,54%, para R$1,32.

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Conclusão da licitação de 5G pode levar um ano

Por Henrique Julião, Teletime
25/11/2019 - Ainda que com um cronograma apertado, o presidente da Anatel, Leonardo Euler, acredita que o edital do leilão 5G pode ser colocado em consulta pública ainda em 2019, permitindo assim que as futuras ganhadoras tenham o espectro em mãos a partir de dezembro do ano que vem.

"Esperamos colocar o edital em consulta pública muito possivelmente no final deste ano. Vamos esperar as contribuições e então realizaremos a precificação do direito de uso da faixa. Depois, iremos com o edital. Espero que consigamos fazer isso em até um ano", afirmou Euler nesta quinta-feira, 21, durante apresentação em evento promovido pelo Movimento Brasil Digital.

A este noticiário, o presidente lembrou que o conselheiro da Anatel Emmanoel Campelo (que pediu vistas sobre a proposta de edital) "já manifestou que empregará todos os esforços" para trazer sua proposta na reunião de 12 de dezembro do Conselho Diretor, ou a última do ano. Caso a apresentação ocorra com aprovação do colegiado, o texto já pode ser colocado em consulta pública.

Com a submissão, o edital deve ficar em discussão por pelo menos 45 dias, conforme prazo mínimo definido em lei. "Mas acho que será inevitável solicitação de prorrogação do prazo. É até factível que o Conselho Diretor já delibere por um prazo mais elástico para a consulta [desde o início]", observou Euler.

Passada esta etapa, o edital ainda deve ser enviado ao Tribunal de Contas da União, que tem 150 dias (ou cinco meses) para avaliar a precificação do espectro. O leilão 5G está previsto para o segundo semestre de 2020, mas ainda sem mês definido.

3,5 GHz

Fator essencial para a definição dos custos do certame, a decisão sobre o impasse da interferência que o 5G causaria sobre os serviços residenciais de TV via satélite (TVRO) na banda C precisa ocorrer nesse ínterim.

A este noticiário, Euler apontou que os testes sobre o tema contratados pelas teles serão comparados aos conduzidos pela área técnica da agência. "Vamos verificar a correspondência, em termos de premissas, com aquilo que foi feito no âmbito do Comitê de Espectro e Órbita". Apresentado oficialmente nesta semana, o resultado dos testes das teles indicou que a convivência do 5G com a TVRO é possível a partir da instalação de filtros nas parabólicas onde for constatada interferência. Já para o setor de radiodifusão, a migração da TVRO para a banda Ku é considerado o caminho ideal para o impasse (ainda que potencialmente mais caro).

"Será uma definição do Conselho Diretor, decidir por uma ou por outra alternativa", notou Euler. "Evidentemente, também vamos aguardar uma manifestação de política pública do MCTIC, mas no que tange a gestão de espectro, a competência legal é da Anatel".

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Sinal 4G na faixa dos 700 MHz já está pronto

4G.jpg18/11/2019 - A EAD - Entidade Administradora da Digitalização de Canais de TV e RTV formalizou junto ao Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (GIRED) a conclusão do remanejamento de canais na faixa dos 700MHz em todo o território nacional. Esta era uma das obrigações da EAD, entidade não governamental e sem fins lucrativos criada por determinação da Anatel como braço operacional para implementação de duas políticas públicas do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações: acelerar a adoção do sinal digital de TV pela população e possibilitar a liberação da faixa dos 700 MHz para expansão da banda larga móvel (4G) em todo o Brasil.

Desde 2016, quando foi iniciado o processo, foram remanejados 1.034 canais com o envolvimento de 347 radiodifusores. A singularidade do processo estava na simultaneidade. Eram muitas atividades ocorrendo em mais de 500 cidades ao mesmo tempo. "A governança do processo foi fundamental", afirma Gunnar Bedicks, diretor técnico da EAD. "Criamos um ciclo constante de atividades sincronizadas, organizando cada etapa com acuracidade e comprometimento de todos os envolvidos: equipe de engenharia da EAD, Anatel, radiodifusão, operadoras de telefonia, fornecedores de equipamentos e prestadores de serviço."

O sinal 4G na faixa dos 700 MHz já foi ativado em 3.410 municípios, ampliando a cobertura da banda larga móvel a 90% da população brasileira, até meados de outubro. Com a faixa completamente liberada, o sinal a banda larga móvel em 700 MHz pode ser ativado em todo o Brasil. "Em algumas regiões, foi possível antecipar a liberação da faixa dos 700 MHz", afirma Antonio Carlos Martelletto, presidente da EAD. "Foi o caso dos estados de Rio de Janeiro e São Paulo, que tiveram a faixa liberada com 18 meses de antecedência."

Com a liberação da faixa dos 700 MHz, a EAD concluiu mais uma de suas obrigações previstas no edital. "A EAD tornou-se um case de implementação de política pública executada dentro do prazo e dentro do orçamento, conquistando a credibilidade necessária diante dos atores envolvidos e possibilitando a ampliação do desenvolvimento social e econômico no Brasil", afirma Martelletto.

Liberação das faixas dos 700 MHz em números

• 1034 canais remanejados

• 347 radiodifusores

• 15 fornecedores de equipamentos de transmissão, antena e linha de transmissão

• 11 gerenciadores de projeto envolvidos

• 568 projetos técnicos

• 120 equipes técnicas em campo atuando simultaneamente

• Investimento: R$ 180 milhões, referente ao processo de remanejamento de canais de TV

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