Oi Fibra investe e atinge 1,5 milhão de clientes

oi_fibra.jpg21/08/2020 - A Oi alcança a marca de 1,5 milhão de clientes do serviço Oi Fibra, um dos seus principais pilares de negócios.

A companhia, que havia registrado 1 milhão de assinantes em abril, agregou mais 500 mil clientes sua base em quatro meses. O rápido crescimento vem sendo registrado em todos os estados do país (exceto são Paulo onde não há operação do serviço), com destaque para Alagoas, Espírito Santo, Paraíba e Sergipe, onde a base de clientes cresceu mais de 30% no mês de julho. Atualmente, a Oi Fibra tem a preferência dos clientes do segmento nos estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima, Rondônia, Rio Grande do Sul e Tocantins. Segundo o último relatório da Anatel referente a Junho/20, a Oi é líder em número de assinantes de fibra ótica nesses 16 estados do país.

Desde o lançamento da Oi Fibra em 2018, a operadora vem investindo constantemente na expansão da rede, no aprimoramento do serviço com novas velocidades e em campanhas de comunicação para ampliar a visibilidade de seus atributos. O objetivo da Oi é ampliar receita ao democratizar o acesso da população à mais moderna tecnologia de conexão de internet.

Atualmente, a Oi Fibra está disponível em 7,2 milhões endereço (HPs) de 127 cidades distribuídas em todos os estados do país, menos em São Paulo. Suas ofertas incluem internet banda larga com até 400 Mega de velocidade, telefonia fixa (VoIP), TV por assinatura (IPTV) e conteúdo sob demanda (OTT), tudo com a qualidade e a estabilidade proporcionada por uma conexão de pura fibra ótica até a casa do cliente.

O bom desempenho do serviço também se deve ao diferencial da Oi de ter a maior rede de transporte de dados de fibra ótica instalada no país, com mais de 370 mil quilômetros de extensão. Toda essa infraestrutura garante mais velocidade e estabilidade na conexão, além de uma rápida expansão da oferta de serviço em todas as regiões do Brasil.

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ABRINT apresenta nova diretora executiva

brint_alessandra_lugato_2.jpg20/08/2020 - A executiva se une à equipe para implementar ações para o fortalecimento da entidade

A ABRINT - Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações fez mudanças em sua área de direção e anuncia Alessandra Lugato como a nova diretora executiva da entidade. A Direção Executiva, posição criada com a reforma do estatuto realizada em 2018, tem o objetivo de implementar as ações estratégicas definidas pelo Conselho de Administração, juntamente ao restante da equipe em Brasília.

Lugato é cientista política e socióloga graduada pela Universidade de Brasília (UnB) e possui mais de 10 anos de experiência na área de telecomunicações. Atuou como assessora parlamentar na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Além disso, atuou com a formulação de estratégias em relações governamentais e apoio com abordagem governamental para grandes empresas como Santander, Itaú e Telefônica.

"A ABRINT é um novo desafio para mim como profissional, e de fato, muda-se um pouco o mercado porque agora não são as grandes operadoras, são os provedores regionais que estão na liderança da banda larga no Brasil. Então, uma das minhas responsabilidades é mapear esses riscos e oportunidades para atuar sobre eles de forma estratégica", explica a diretora.

Outro desafio importante para a executiva é a implementação de uma gestão estruturada para trazer melhorias de processos internos que resultará em melhorias no atendimento das demandas dos associados e, ao mesmo tempo, aumentará a visibilidade da ABRINT, gerando cada vez mais credibilidade para a entidade.

Para mais informações, acesse: http://www.abrint.com.br/

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A LGPD visa a proteger os dados dos usuários

pp.jpg*Por Bruno Faigle
17/08/2020 - A nova lei de Proteção Geral de Dados traz mais segurança aos clientes e as empresas. O acesso à internet virou rotina de muitos, há aqueles que a utilizam para lazer e aqueles que utilizam no meio empresarial, nas escolas ou na área da saúde.

A internet dinamizou todos os aspectos de nossas vidas, porém, ela cobra um alto preço, qual seja, ela expõe nossas informações pessoais para o mundo, ferindo tanto nossa personalidade como a nossa intimidade.

Os dados pessoais como nome, idade, sexo e profissão são compartilhados todos os dias entre as redes, e em um mundo onde tudo está ao alcance online, e esses dados coletados podem ser utilizados de forma negativa, gerando inúmeros prejuízos ao titular.

Um grande exemplo dá utilização prejudicial das informações pessoais foi o escândalo envolvendo o Facebook, acerca vazamento de dados de seus utilizadores, os quais permitiram a manipulação da opinião pública no referendo denominado BREXIT.

Frente à essa hipossuficiência do titular a frente às grandes corporações, é que a Lei Geral de Proteção de dados se faz tão necessária.

É comum que os utilizadores das redes usem seus dados para criar contas, pagar boletos, comprar online, realizar cursos entre outros, porém, com a entrada em vigor da LGPD, a forma de obtenção dos dados, sua utilização, seu tratamento e proteção, sua reutilização ou eliminação, será definida pela Lei, gerando maior segurança tanto ao titular do direito quanto às empresas que necessitam das informações, inclusive no tocante a responsabilização no caso de vazamento de informações privadas.

A Lei estabelece como direito dos titulares: o acesso fácil aos dados coletados pela empresa, a possibilidade de verificar como seus dados estão sendo tratados, pode solicitar a eliminação das informações. Porém, o mais importante é que o consentimento pode ser revogado a qualquer tempo.

Esta LGPD é uma Lei que visa proteger o usuário, porém, traz diversos benefícios para os empresários, dentre eles a credibilidade.

*Bruno Faigle é advogado senior de Lima & Vilani Advogados Associados

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Eis Irwin Jacobs, o criador da Qualcomm

jacobs_etc-.jpgPor Ethevaldo Siqueira
05/08/2020 - A Qualcomm é um ícone no mundo da microeletrônica e das telecomunicações móveis. É possível que o leitor use um smartphone que funciona graças a um Snapdragon, ou SOC (System on a Chip) da Qualcomm, maior fabricante dessa família de componentes para celulares no mundo.

Essa grande empresa tem sido um orgulho para San Diego e para os Estados Unidos. Dou, também, um pequeno testemunho do que aprendi com Irwin Jacobs e outros líderes  dessa empresa — hoje presidida pelo brasileiro Cristiano Amon. Aliás, como ele mesmo diz com orgulho: um campineiro.

Em meu trabalho como jornalista, ao longo de mais de 20 anos, tive a oportunidade de de conhecer e entrevistar algumas vezes o grande líder da Qualcomm, Irwin Jacobs, hoje aposentado, com 88 anos, uma figura inesquecível para mim.

Meu primeiro contato com ele foi em San Diego, no início da década de 1990, quando a Qualcomm ainda estava decolando no mundo da microeletrônica e das telecomunicações.

Além Jacobs, entrevistei diversas vezes de Andrew Viterbi, um de seus seis companheiros na fundação da Qualcomm, que veio diversas vezes ao Brasil, na década de 1990 para estudar o mercado brasileiro. Nas suas entrevistas, que eram verdadeiras aulas, Viterbi foi para mim um verdadeiro professor de eletrônica e telecomunicações.

Quem é Irwin Jacobs

Nascido em New Bedford, Massachusetts, Irwin Jacobs formou-se em engenharia elétrica na Universidade de Cornell e concluiu o mestrado e o doutorado no MIT, o famoso Massachusetts Institute of Technology, em 1959. Depois de mudar-se para a Califórnia, trabalhou como professor de engenharia elétrica e eletrônica, e como consultor e projetista de placas de circuito integrado e chips mais complexos.

Nessa época, em companhia de outros engenheiros de alto nível, decide fundar a Linkabit, uma empresa de consultoria que contratou pesquisas para clientes como a NASA e outros da área de telecomunicações em espaço profundo (para as naves que visitam outros planetas), além da projetar e construir placas de circuitos, chips e outros componentes.

À medida que a Linkabit crescia, passava a atrair engenheiros de instituições de prestígio como MIT e Stanford para a área de San Diego. E à medida que a Universidade da Califórnia em Los Angeles crescia, a Linkabit passou a contratar mais engenheiros localmente. Os engenheiros da Linkabit foram uma espécie de semeadores de novas empresas na área.

Em 1995, Jacobs partiu para um novo projeto, em companhia de antigos colegas para criar uma empresa centrada em “comunicações de qualidade”, ou, resumidamente, Qualcomm.
Ao sair da Linkabit, Irwin Jacobs, Andrew Viterbi e mais cinco engenheiros da empresa decidiram fundar a Qualcomm. Assim nasceu a empresa, em San Diego, na casa do Dr. Irwin Jacobs, ocasião em que os sete engenheiros delinearam o plano que evoluiu para se tornar uma história de sucesso sem paralelo entre as start-ups da indústria de telecomunicações: a Qualcomm Incorporated.

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Os três pilares essenciais de adequação à LGPD

lgpd_4.jpg03/08/2020 - Todas as empresas, sejam públicas ou privadas, devem se adequar à lei.

A Lei Geral de Proteção de Dados entra em vigor em Agosto de 2020, porém, os artigos que tratam das sanções entrarão em vigor em janeiro/2021, até lá todas as empresas devem estar em conformidade com a LGPD. O objetivo desta é proteger todos os dados pessoais que são utilizados, tanto no meio físico como no digital, e garantir total privacidade.

Os dados como, nome, idade, e-mail, endereço e data de nascimento entram na LGPD, assim como, dados de saúde, vida sexual, etnias e raças, políticos, religiosos e ou filosóficos. Aqueles que não entram na lei são os que tem exclusivamente fins jornalísticos, de segurança pública, acadêmicos, artísticos, de defesa nacional e infrações penais.

Bruno Faigle, Advogado Sênior da Lima & Vilani Advogados Associados, explica, "Da parte das empresas, essas devem ser transparentes no tratamento e utilização dos dados. Da parte dos titulares, estes devem confirmar a utilização dos dados e os manter sempre atualizados".

Então, as empresas deverão se basear em três pilares:

- Uma governança aprimorada acerca de todos os dados, gerenciamento de funções e funcionários;
- Estar em dia com todas as tecnologias que serão utilizadas nesse processo, bem como, obter profissionais para o pleno desenvolvimento desta questão;
- Manter em dia a conformidade documental, procurar um profissional da área jurídica será necessário para que a empresa entenda a Lei e não tenha que pagar multas futuramente.

Para que a LGPD seja incluída na empresa de forma excelente, está também deve revisar todas as suas políticas de proteção, capacitar colaboradores, mapear os processos da empresa que envolvam o manejo de dados, validar as bases legais sobre os processos existentes, revisar os contratos com fornecedores e terceirizados que possuam dados da empresa, assim como, criar uma Cultura de Segurança nos negócios e implementar as tecnologias adequadas.

Sendo assim, "A empresa que já está procurando se adequar neste momento, garantirá sucesso mais pra frente, e os profissionais que estão se especializando na LGPD já estão sendo extremamente valorizados no mercado", finaliza o Advogado.

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5G: uma revolução na vida urbana e nos negócios

5G_b.jpg*Por Michele Liguoro
21/07/2020 - Antes da pandemia da Covid-19, o mundo já estava orientado a uma ótica voltada à adoção da Transformação Digital, mas com uma velocidade menor. É fato que a crise de saúde pública mundial acelerou o processo de digitalização. Mas, o potencial de novos negócios gerados em decorrência do Coronavírus só vai ganhar força com um novo padrão de internet: o 5G. Podemos dizer que a tecnologia de quinta geração suportará, com velocidade, as inovações e novidades trazidas, mudando, definitivamente, o nosso modo de pensar em novas tecnologias.

O 5G como padrão para internet móvel irá mudar completamente o que vivemos nas etapas anteriores. No passado, o 2G permitiu o envio de SMS e e-mails sem a necessidade de um computador. Já o 3G endereçou o compartilhamento de fotos e vídeos. E, em seguida, o 4G – geração que vivemos até hoje – possibilitou um ganho de velocidade sem precedentes, permitindo a realização de atividades on-line e, ou, o download de arquivos com agilidade. Já a tecnologia de quinta geração (5G), que possui uma velocidade considerada 20 vezes maior que o 4G, permitirá uma sociedade ultra conectada, fomentando diretamente novos modelos de negócios e permitindo estabelecer uma nova relação entre a tecnologia e as pessoas.

Graças à sua característica técnica, que vai além das funções tradicionais de telefonia e conexão móvel, a principal vantagem do 5G será sustentar o uso exponencial de tecnologias como IoT (do inglês, Internet das Coisas), Realidade Virtual e Inteligência Artificial e, com isso, possibilitar o desenvolvimento das Smart Cities e da oferta de serviços com um milhão de equipamentos conectados por metro quadrados, menos de 10 milissegundos de latência, entre outras novidades.

Com a sociedade mais conectada, o 5G fomentará, sobretudo, a melhoria da qualidade de vida urbana com casas conectadas, carros autônomos, drones para serviços de entregas, delivery automatizado enquanto acelerador de atividades que podem ser desenvolvidas em casa, melhor qualidade de vídeo para serviços de atendimento a partir de qualquer localidade, gerenciamento de tráfego e segurança em tempo real e uso massivo de inteligência artificial para acelerar análises dos dados e traçar decisões e, ou, tendências de comportamento, entre outros.

O 5G é a premissa para que, de fato, as Smart Cities saiam do papel. Como podemos imaginar, por exemplo, eliminar o congestionamento de tráfego, se a troca de dados entre os agentes móveis é congestionada? Como os carros autodirigidos, outra inovação esperada para o futuro, podem trocar informações em tempo real entre si ou entre dispositivos móveis de pedestres, evitando possíveis colisões?

Enquanto em alguns países da Ásia, Europa e cidades dos Estados Unidos a internet 5G já está sendo implantada, no Brasil o tema segue em discussão. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) prevê o leilão das redes 5G para o final de 2020, prazo que tem gerado expectativas e confiança de que a tecnologia não vai demorar a se estabelecer no Brasil. Em contrapartida, o Annual Internet Report de 2020, publicado pela Cisco, projeta que o Brasil deve chegar a 2023 com apenas 6% das conexões com 5G.

Mesmo com a prevalência do 4G, o primeiro passo já foi dado - a proposta para o edital de leilão da nova frequência. Somado a isso, a partir de agora, as prestadoras de telefonia poderão implantar redes com a tecnologia 5G utilizando equipamentos que operam nas faixas que elas já utilizam (4G, 3G, 2G e TDMS) desde que os produtos atendam aos requisitos publicados pela Anatel. A propósito, todas as grandes operadoras de telecomunicações do Brasil já têm cidades de teste com cobertura 5G e os relatórios dos resultados alcançados até agora são realmente contundentes.

A consciência de que esta nova geração irá possibilitar, definitivamente, a melhoria da relação entre as cidades e as pessoas, além da aceleração da adoção de soluções inovadoras e disruptivas, servindo como uma fonte de inspiração para novos e inimagináveis modelos de negócio, representa uma alternativa muito importante, se não a mais esperada, para suportar aos avanços tecnológicos obtidos com a Transformação Digital. Uma nova revolução tecnológica está começando!

*Michele Liguoro é sales director da Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e consultoria especializada em Transformação Digital

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