Vivo lança rede 4G privativa com foco na indústria 4.0

vivo-4g.jpg06/08/2019 - A solução é indicada para empresas automobilísticas, mineradoras, petroquímicas, portos, aeroportos, armazéns e fábricas

A Vivo Empresas – segmento B2B da Telefônica Brasil – anuncia o lançamento de mais uma solução para auxiliar o processo de transformação digital das empresas. Trata-se de uma rede 4G privativa, construída especialmente para a necessidade do cliente. A solução é direcionada para empresas e indústrias com demandas de missão crítica que necessitam de cobertura dedicada, desempenho, segurança e confiabilidade para suportar seus negócios.

Uma rede privativa 4G aumenta taxas de tráfego de alto volume e reduz atrasos, ao mesmo tempo em que garante a qualidade do serviço, tornando possível a utilização de aplicações em internet das coisas – sinônimo da indústria 4.0. A solução é essencial em atividades que precisam de conectividade com alta disponibilidade, mobilidade e segurança, como veículos autônomos em campos de mineração, telemedição de processos críticos na indústria de óleos e gás, automação de linhas de produção na indústria automobilística e controle de movimentação em grandes galpões logísticos. Por ser um serviço móvel, garante flexibilidade e rápida configuração das linhas de produção quando comparado ao cabo ou Wi-Fi com cobertura limitada.

Tecnologias 3GPP, como 4G, se beneficiam de um padrão aberto e interoperável com ampla disponibilidade de dispositivos a nível mundial, com um ecossistema robusto, maduro e evolutivo, operando em uma frequência licenciada livre de interferência, garantindo um SLA aderente com os mais exigentes padrões e requisitos do mercado de automação na indústria 4.0.

“A transformação da indústria para o conceito 4.0 requer uma rede robusta, e nossa solução foi desenvolvida para suportar a internet das coisas em ambientes críticos da indústria 4.0. Com a novo serviço, as empresas conseguem suprir importantes necessidades, como, por exemplo, alta segurança; mobilidade, com linhas de produção automatizadas ou robotizadas que atuam em grandes áreas onde a conectividade com fio não é uma opção; livre de interferências, com um espectro licenciado que não  permite que outros serviços interfiram no ambiente de produção; conexões massivas, que permitem um alto volume de aplicações em internet das coisas com transmissão de dados e relatórios em tempo real, e conectividade fim-a-fim”, explica o head de Internet das Coisas, Inovação e Big Data B2B da Vivo, Diego Aguiar.

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