Anatel registra 36,5 mil reclamações a menos em julho

24/08/2018 - Em julho de 2018, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registrou 244,6 mil reclamações de usuários de serviços, redução de 36,5 mil queixas (-13,0%) em relação a julho do ano passado.

Entre junho e julho deste ano, houve aumento de 21,7 mil registros (+9,7%). As principais reclamações foram em relação à cobrança indevida e  qualidade de serviços.

Reclamações por serviço

A Agência registrou 243,3 mil reclamações contra prestadoras dos principais serviços de telecomunicações (telefonia móvel, telefonia fixa, banda larga fixa e TV por assinatura) em julho de 2018. Todos os serviços apresentaram redução nos últimos 12 meses, a telefonia móvel registrou menos 18,4 mil reclamações (-13,8%); a TV por assinatura menos 8,8 mil (-21,4%); a telefonia fixa menos 5,4 mil (-8,9%); e a banda larga fixa menos 3,2 mil (-7,4%).

Nos últimos 12 meses, houve aumento de queixas em relação a TIM, com mais 1,2  mil reclamações (+2,5%) na telefonia móvel; a NET, mais 0,6 mil (+8,1%) na banda larga fixa; e a Vivo, mais 0,2 mil (+8,0%) na TV por assinatura.

De acordo com os dados de julho de 2018 em relação a julho do ano passado, a Vivo apresentou redução de 10,7 mil reclamações (-32,9%) na telefonia móvel; seguida da Nextel, menos 4,5 mil (-51,1%); a Claro, menos 3,6 mil (-12,3%); e da Oi, menos 0,6 mil (-3,7%). E na telefonia fixa, a Oi registrou menos 4,0 mil reclamações (-12,4%); a NET menos 1,3 mil (-16,3%) e a Vivo menos 0,5 mil (-2,9%).

Na TV por Assinatura, nos últimos 12 meses a SKY registrou redução de 4,2 mil reclamações (-27,4%), o grupo NET/Claro menos 3,8 mil (-19,5%) e a Oi menos 0,9 mil (-26,6%). Na banda larga fixa, a Oi teve queda de 5,8 mil reclamações (-30,7%) e a Vivo menos 1,3 mil reclamações (-10,3%).

Reclamações por estado

Com exceção do Acre que não apresentou variação no número de reclamações na comparação de julho de 2018 com julho de 2017, todos os demais estados tiveram redução. As maiores reduções ocorreram em São Paulo, menos 11,5 mil reclamações (-13,2%); no Rio de Janeiro, menos 9,6 mil (-21,2%); em Minas Gerais, menos 3,4 mil (-9,0%); na Bahia, menos 2,5 mil reclamações (-13,5%); e Pernambuco, menos 1,71 mil (+19,7%).

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