TV OLED e NanoCell com resolução de até 8K em promoção da LG

A LG Electronics (LG) está oferecendo condições exclusivas em sua linha premium de TVs. Os consumidores que aproveitarem o período promocional encontrarão descontos em modelos de telas OLED - com seus pixels que se autoiluminam para oferecer o preto puro e contraste infinito, e nas NanoCell - com tecnologia de nanopartículas que filtram as cores e reproduzem mais de 1 bilhão de cores puras em até 8K de resolução.

Nas compras pelas lojas online, o consumidor leva para casa a sua TV OLED ou NanoCell e ainda goza de outras vantagens:

o consumidor com frete grátis e instalação gratuita dos produtos através da plataforma LG Instala, disponível no site oficial da marca.

Os produtos com desconto participantes da ação já podem ser encontrados nas maiores redes varejistas do país.

Uma das datas mais aguardados pelos consumidores, o Dia do Consumidor será realizado no próximo dia 15, mas a LG se antecipa com condições atrativas para quem estava de olho nos modelos da linha premium de TVs da marca.

Eleita a melhor TV do mercado, a LG OLED TV está entre os modelos participantes da ação e se destaca pela sua tecnologia com mais de 8 milhões de pixels que se autoiluminam para entregar o preto puro e cores perfeitas, através de seu contraste infinito. Além disso, os modelos OLED possuem design minimalista, com bordas estreitas e painéis extremamente finos.

A linha LG NanoCell TV também representa uma boa oportunidade para os consumidores, com até 8K de resolução e exclusivo Painel NanoCell, com nanopartículas que filtram as ondas de luz excedentes, trazendo qualidade de imagem e mais de um bilhão de cores puras em um design desenvolvido para telas grandes, com menos borda e mais tela.

Tanto a OLED quanto a NanoCell 8K contam com o processador (Alpha) 9 Gen 3 AI, que traz recursos de deep learning e inteligência artificial, e diversas possibilidades de conectividade e integração com assistentes pessoais em português, com o ThinQ AI, Google Assitente e Amazon Alexa.

Além dos descontos exclusivos, outro incentivo desse período promocional é a logística facilitada para os clientes que comprarem as linhas OLED e NanoCell nas lojas online, com frete grátis e instalação gratuita dos televisores através do LG.com/br/LGInstala .

As condições especiais para o Mês do Consumidor estão disponíveis desde o dia 1º de março, nas lojas físicas e online do varejo nacional. Além das linhas OLED e NanoCell, outros modelos de TVs da marca também estão com desconto neste período, tanto a disponibilidade, quanto as opções de ofertas devem ser verificadas junto às lojas.

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Ericsson é nomeada pelo Gartner como líder em infraestrutura de rede 5G

A Ericsson foi nomeada líder no “Quadrante Mágico” de 2021 para Infraestrutura de Rede 5G para Provedores de Serviços de Comunicação pela empresa independente de consultoria e pesquisa de TI, Gartner. O relatório reconheceu a liderança da companhia quanto a abrangência de sua visão e sua capacidade de execução.

Os fornecedores que oferecem soluções 5G para provedores de serviços de comunicação foram avaliados de forma abrangente e independente por especialistas do Gartner. Além da abrangência de suas visões e capacidade de execução para fornecer um panorama do mercado sobre as habilidades da infraestrutura de quinta geração, esses players também foram avaliados em como permitem que o desempenho do provedor de TI seja competitivo, eficiente e eficaz, tendo um impacto positivo na receita, retenção e reputação dentro da visão de mercado do Gartner. A avaliação da capacidade de execução incluiu produtos e serviços da Ericsson, capacidade de resposta do mercado e histórico, execução de marketing, experiência do cliente e viabilidade geral.

Fredrik Jejdling, Vice-presidente executivo e Chefe de Redes da Ericsson, afirma: “Da pesquisa à implementação, investimos pesadamente em 5G para garantir que temos os melhores produtos, habilidades e pessoal de campo para atender às necessidades dos nossos clientes. Acreditamos que o reconhecimento como Líder no ‘Quadrante Mágico’ do Gartner reflete nossa liderança em tecnologia, competitividade de mercado, determinação em inovar e compromisso com nossos clientes ”.

A Ericsson, como líder da indústria em redes 5G, conta atualmente com mais de 130 acordos 5G comerciais com provedores de serviços de comunicações (CSPs) exclusivos e fornece energia a 79 redes 5G ao vivo em todo o mundo. A companhia desenvolve continuamente suas ofertas 5G de ponta a ponta, que incluem Sistema de Rádio, 5G Core, Orquestração e Transporte 5G, bem como serviços profissionais. A empresa introduziu soluções de software inovadoras, como o Ericsson Spectrum Sharing, agregação de portadora 5G e Uplink Booster, que melhoram significativamente a cobertura, o rendimento do usuário e a eficiência do espectro.

Essas soluções apoiam os provedores de serviços na implantação e evolução do 5G para garantir a melhor experiência possível ao usuário final. Além disso, os sistemas de rádio da Ericsson entregues desde 2015 podem suportar o recurso 5G New Radio (NR) por meio da instalação remota de software.

Além disso, os Serviços Digitais da companhia oferecem uma solução 5G Core dual-mode para redes mais inteligentes a fim de impulsionar negócios mais estratégicos, permitindo que os provedores de serviços de comunicação ofereçam uma infinidade de novas oportunidades de negócios para usuários móveis e indústrias. Por fim, a solução 5G Core da Ericsson combina funções de rede Evolved Packet Core e 5G Core em uma plataforma comum nativa em nuvem que suporta 5G NR autônomo e não autônomo, além de 4G, 3G e 2G.

Baixe o relatório completo: o 2021 Gartner Magic Quadrant para a infraestrutura de rede 5G para provedores de serviços de comunicação

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Nokia e CPQD exploram potencial do 5G em parceria de Open RAN

A Nokia anunciou, nesta quinta-feira, 11 de fevereiro, parceria com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD) do Brasil, para desenvolver aplicativos e soluções de Open RAN (O-RAN) para controle inteligente de redes de acesso (Radio Intelligent Controller, RIC).

A parceria terá por foco o desenvolvimento de casos de uso em 5G, como acesso fixo sem fio (Fixed Wireless Access, FWA), cidades inteligentes, Internet das Coisas para Indústria 4.0 e redes de missão crítica, customizados para o mercado brasileiro e em colaboração com as operadoras móveis clientes da Nokia no Brasil.

A partir da solução da Service Enablement Platform (SEP), da Nokia, que combina os recursos do RIC a uma computação de borda de multiacesso (Multi-access edge computing, MEC), a parceria foi projetada para criar casos de uso inovadores para a borda da rede, viabilizados pela solução otimizada e aberta da Nokia, AirFrame, para o servidor de borda, de modo que o CPQD possa explorar o potencial do 5G em oferecer um desempenho de rede superior, com segurança, menor consumo de energia e maior confiabilidade.

A solução SEP, da Nokia, habilita o desevolvimento de casos de uso inovadores mais perto da RAN. É executada no data center e pode compartilhar infraestrutura com Cloud RAN ou com outras funções virtualizadas de rede, por usar recursos abertos de API para tornar possível um ambiente de nuvem edge ágil e dinâmico, para um processo de inovação seguro com o ecossistema e seus participantes. A solução AirFrame, da Nokia, oferece infraestrutura de nuvem segura e de alta performance para ambientes internos e externos.

RIC é uma tecnologia virtualizada de otimização em 5G que adiciona programabilidade ao RAN e torna possível o desenvolvimento de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina, bem como novos serviços. Tambem fornece uma estrutura para implementação de aplicativos provenientes de várias fontes. A plataforma RIC fornece funções e interfaces que aumentam as possibilidades de otimização, automação e permitem implementações de serviço mais rápidas e flexíveis.

Sobre o acordo, Frederico Nava, Diretor de Soluções Tecnológicas e Consultoria do CPQD, disse: “Esta é uma colaboração importante, que ajudará a moldar o futuro das redes 5G no Brasil. Desejamos manter parceria frutífera e bem-sucedida com a Nokia e estamos ansiosos para apresentar ao mercado uma variedade de casos de uso inovadores que tenham por base o 5G”.

Ari Kynäslahti, Chefe de Tecnologia e Estratégia da Nokia Mobile Networks, comentou: “Essa importante parceria irá explorar o potencial para casos de uso 5G inovadores, que terão valor no mundo real no Brasil em uma gama de áreas como cidades inteligentes e acesso fixo sem fio. Nosso RAN Intelligent Controller terá um papel crítico nessa pesquisa e vai ajudar a explorar e testar casos que colocarão o Brasil na vanguarda da era 5G”.

Fundado em 1976, o CPQD é uma das maiores instituições independentes de pesquisa e desenvolvimento na área de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) do Brasil. Sua missão é aumentar a competitividade tecnológica do país e contribuir para elevar a inclusão digital da sociedade. É o primeiro centro de pesquisa da América Latina a trabalhar em aplicativos para a plataforma RIC.

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Confisco do FUST poderá terminar com a nova Lei

Por Ethevaldo Siqueira

Finalmente, o FUST poderá ser aplicado nas finalidades para as quais foi criado há 20 anos. Ao longo das duas últimas décadas, os especialistas em telecomunicações têm acompanhado com preocupação tudo que tem acontecido com o FUST, sigla de Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações.

Esse fundo foi criado no ano 2000 com a finalidade de levar telecomunicações às áreas rurais e regiões mais pobres do País. Ao longo dos últimos 20 anos o FUST acumulou cerca de R$ 22 bilhões recursos arrecadados sobre nossas contas telefônicas, MAS sem qualquer aplicação nas suas finalidades previstas na lei que o criou.

Uma nova esperança surge agora com a promulgação da lei que determina ao Ministério das Comunicações que aplique os recursos do FUST não apenas na implementação de políticas governamentais de difusão das telecomunicações, mas, especialmente, no financiamento de projetos que promovam a democratização da internet e de novas tecnologias.

Como lembra o ministro das Comunicações, Fábio Faria, o FUST poderá levar internet aos produtores rurais que estão em regiões distantes dos grandes centros urbanos e criar fazendas inteligentes, com o uso de tratores autônomos, drones e colheitadeiras interligados a redes sem fio.

A lei aprovada pelo Senado em 19 de novembro de 2020, modifica as finalidades e a administração do FUST (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações). Os recursos do fundo serão geridos por um conselho gestor e devem ser investidos na expansão e a melhoria da qualidade dos serviços do setor.

O FUST poderá ser usado não apenas na melhoria da qualidade das redes e serviços, mas na redução de desigualdades regionais em telecomunicações e na promoção do uso de novas tecnologias de conectividade. Tanto serviços prestados em regime público quanto privado poderão receber recursos do fundo.

Para o Ministério, um dos setores mais beneficiados será o agronegócio, uma vez que produtores passarão a contar com a modernização do cultivo, manejo e colheita com a ajuda de sistemas dependentes da internet.

Investimento

Quanto à modalidade de financiamento, parte das receitas anuais do Fust poderá ser aplicada na forma de apoio não reembolsável, ou seja, o dinheiro será destinado a investimento em telecomunicações. Há também a forma reembolsável, em que agentes financeiros, como o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), poderão utilizar recursos do fundo para realizar operações de créditos para financiar projetos em telecomunicações.
A lei prevê ainda a criação de um fundo garantidor. Assim, pequenos provedores, que não possuem bens para dar em garantia e, com isso, têm dificuldade para conseguir financiamentos, terão o amparo do Fust para ter acesso a linhas de crédito.

Conselho Gestor

O texto sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro prevê a criação de um Conselho Gestor para o Fust, vinculado e presidido pelo Ministério das Comunicações, com o intuito de garantir agilidade na implementação das políticas públicas voltadas à ampliação da infraestrutura e à expansão dos serviços.

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IBM, Flex e FIT anunciam Centro de Soluções de Telecom para 5G na AL

Por Ethevaldo Siqueira, com notícias IBM

São Paulo, 11 de dezembro de 2020 — IBM, Flex e FIT (Flex Institute of Technology) anunciam hoje um acordo de colaboração para lançar o Centro de Soluções de Telecomunicações para 5G, um moderno centro de pesquisas e testes para ajudar as operadoras de telecomunicações e empresas a avaliarem formas de impulsionar tecnologias de nuvem híbrida aberta em redes móveis 5G na América Latina. Localizado no Brasil, o centro utiliza arquiteturas abertas, como o Open Radio Access Network (Open RAN), em um ambiente simulado para as empresas testarem suas inovações.


• O centro se concentrará em projetos de pesquisa e desenvolvimento para explorar os benefícios das redes 5G para telecomunicações e outras indústrias;

• Além disso, ajudará empresas em toda a região da América Latina, começando pelo Brasil, a utilizar tecnologias de nuvem híbrida aberta, baseadas em Red Hat OpenStack e Red Hat OpenShift;

• Algar Telecom é a primeira operadora a realizar ensaios com o centro fim a fim no país.

Estudos da IDC estimam que o consumo de dados permanecerá alto na América Latina em 2021. A chegada do 5G na região irá impulsionar importantes investimentos em tecnologias móveis, abrindo uma ampla gama de novos casos de uso para o público em geral e, principalmente para as empresas. Elas poderão utilizar aplicativos que requerem mais velocidade de conexão, capacidade de tráfego aprimorada e latência muito baixa, enquanto aumentam a segurança. Só no Brasil, o 5G deve trazer US $ 22,5 bilhões em oportunidades nos próximos quatro anos.

Como parte do acordo, a IBM fornecerá tecnologia, serviços e experiência no setor para ajudar as empresas a explorar a construção de soluções para redes 5G, oferecendo soluções de nuvem aberta e híbrida, como Red Hat OpenStack Platform e Red Hat OpenShift, e soluções nativas de nuvem como inteligência artificial, automação, segurança e IoT. A Flex, como líder em design terceirizado e serviços de manufatura para infraestrutura 5G e produtos sem fio, fornecerá equipamentos eletrônicos para ajudar na entrega e medição de sinais, enquanto o FIT proverá conhecimento em TI e telecomunicações.

Utilizando o ambiente de testes, empresas poderão co-desenvolver protótipos e referências baseados em Open RAN para maximizar o benefício das redes abertas 5G em vários setores, como agronegócio, transporte, saúde, serviços públicos, varejo e bancário. Por exemplo, uma empresa do setor de saúde poderia usar as soluções de nuvem híbrida aberta do centro e testar um protótipo de aplicativo que usa IA e edge para que um hospital possa fazer tomografias de maneira remota.

"O 5G mudará fundamentalmente os negócios em todas as indústrias. À medida que operadoras e empresas colaboram para adotar plataformas de nuvem híbrida e abertas, elas já estão implementando novas soluções para capturar os benefícios tangíveis do 5G e a integração com IA, IoT e vídeo em edge para melhorar sua competitividade", disse Tonny Martins, Gerente Geral da IBM América Latina. "Esta colaboração se baseia na experiência tecnológica e de indústria da IBM e nosso compromisso de longa data em ajudar as empresas na América Latina a aproveitar tecnologias novas e emergentes, para capturar sua parcela do valor enorme que será criado".

O Centro de Soluções de Telecomunicações para 5G oferecerá às empresas do Brasil e da América Latina:

• Co-criação de casos de uso e estudos baseados em redes abertas, desagregadas e definidas por software, como a arquitetura Open RAN, para 5G, utilizando soluções baseadas em Red Hat OpenStack Platform, Red Hat OpenShift e tecnologias de nuvem híbrida da IBM.

• Acesso a uma rede global de inovação e conhecimento da IBM, através de especialistas de diferentes países para troca de experiências e práticas em 5G aberto, edge, nuvem, segurança e avanços em automação e operações com infusão de IA (AIOps).

• Implementação de MVP (Minimum Viable Product) e avaliação do retorno de investimento para as empresas.

• Foco no desenvolvimento de novos conjuntos de habilidades no país para fomentar a inovação e novas descobertas em redes abertas 5G e Open RAN.

"Muitos dos benefícios das redes 5G vêm de uma maior dependência de software em ambientes de nuvem do que as gerações de tecnologia sem fio anteriores. Como os primeiros usuários do 5G, os líderes empresariais precisam garantir que sua adoção tecnológica evolua para oferecer suporte e aproveitar os benefícios de latência e banda, enquanto gerenciam a explosão de dados gerada nos dispositivos e na ponta. A Flex e o FIT estão comprometidas em co-criar este novo futuro com a IBM e as empresas." disse Carlos Ohde, diretor de Inovação do FIT.


Algar, pioneira na prova de conceito Open RAN

A Algar Telecom, empresa de telecomunicações e TI do Grupo Algar, é a primeira companhia participando de testes fim a fim com Open RAN no centro. Isso inclui provas de conceito e testes de avaliação para comprovar a viabilidade de outras soluções de telefonia móvel avançadas que irão acelerar a adoção de 5G no Brasil.

"A tecnologia Open RAN tem o potencial de trazer uma série de vantagens para o setor de telecomunicações como um todo. Entre elas, estão a redução de custos de CAPEX e OPEX e a maior independência no mercado de acesso, permitindo a entrada de novos parceiros além dos grandes players", comenta Luis Lima, vice-presidente de Operações, Tecnologia e Evolução Digital da Algar Telecom.

À medida que o 5G e o edge computing evoluem, as telcos estão transformando suas redes em plataformas flexíveis que podem ser dimensionadas para suportar volumes crescentes de dados complexos. Uma arquitetura baseada em open source ajuda a expandir o ecossistema de parceiros e oferece flexibilidade para telcos e empresas para construir e implementar novos aplicativos em qualquer nuvem ou ambiente on-premises de sua escolha. A IBM se comprometeu a adotar a arquitetura Open RAN, junto com muitas outras empresas, como a base para a camada RAN das redes 5G.

A arquitetura Open RAN é baseada nos padrões da O-RAN Alliance.

Sobre as soluções IBM para telecomunicações

Com milhares de especialistas no setor de telecomunicações e 84% dos provedores de serviços de comunicação do mundo apoiados por IBM e Red Hat, a IBM transformou completamente seu portfólio para ajudar as empresas a construir aplicativos de missão crítica uma vez e executá-los em qualquer lugar com o Red Hat OpenShift. Um exemplo é o anúncio recente do IBM Cloud for Telecommunications com mais de 35 parceiros. A plataforma é um ambiente de nuvem híbrida aberto e seguro, que aborda os desafios únicos que as operadoras de telecomunicações enfrentam à medida que 5G e edge transformam a indústria.


Sobre Flex

Flex é um provedor de soluções the Sketch-to-Scale® , que desenha e constrói produtos inteligentes globalmente. Com aproximadamente 200.000 colaboradores, em 30 países, a Flex fornece design inovador, Engenharia, manufatura e cadeia de fornecimento e logística com monitoramento em tempo real, para empresas de todos os tamanhos, em diversos mercados e indústrias. Para mais informação visite: flex.com ou siga no Twitter @flexintl.

Sobre FIT

O FIT é fornecedor de tecnologias e serviços para clientes globais e apoia a criação de produtos inovadores em seu ecossistema. O desenvolvimento tecnológico sério exige infraestrutura, conhecimento técnico, persistência, disciplina e relações de médio e longo prazo. Executamos atividades com potencial de impactar positivamente nossos clientes, as pessoas, a sociedade e o meio ambiente.

Veja excelentes informações complementares sobre o presente e o futuro de 5G mem:
https://movimentobrasildigital.org.br/www/wp-content/uploads/2020/10/Relato%CC%81rio-5G-MBD_2020.pdf

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Fust, um leão voraz nas telecomunicações

Por Ethevaldo Siqueira

Há um leão faminto e voraz nas telecomunicações: o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações. Todos os leitores que leem o que tenho escrito nos últimos 20 anos sobre o Fust, sabem o que tem sido o confisco desse fundo. Aliás, esse confisco é apenas um dos muitos exemplos de como os governos se comportam diante do setor de telecomunicações, ao longo da história recente do País.
No caso do Fust, entretanto, o comportamento do governo não pode ser considerado omissão, mas, essencialmente, de ação predatória. E explico por que uso essa expressão que pode parecer muito forte.

Quem acompanha o setor de telecomunicações sabe que o valor arrecadado ao longo de 20 anos de existência do fundo ultrapassou os R$ 22 bilhões. A rigor, esse valor tão expressivo pertence ao conjunto dos assinantes de serviços de telecomunicações — não apenas a nós, assinantes que pagamos nossas contas, mas, em especial àquela parcela da população ainda não servida por esses serviços, à qual deveria servir o Fust.

Mas, os R$ 22 bilhões foram simplesmente confiscados pelo governo federal ao longo de duas décadas. Esse valor descomunal foi recolhido pelas operadoras de telecomunicações, que, obrigadas por lei a recolher esse fundo no valor expressivo de 30% sobre o valor de nossas contas. Como o próprio nome do Fust indica esses recursos deveriam ter sido aplicados na universalização da telefonia e de outros serviços de comunicações. Mas nunca o foram.

Finalmente, O Senado aprovou no dia 19 de novembro de 2020 o PL 172/2020, a primeira mudança significativa na Lei do Fust, sancionada há mais de 20 anos, em 17 de agosto de 2000. Na verdade, houve uma outra pequena alteração em 2019, de natureza tributária. Mas, no mérito, o que aconteceu nesta quinta, 19, foi de fato histórico, e abre a possibilidade para que finalmente os recursos recolhidos do setor de telecomunicações possam ser reinvestidos em políticas de expansão e uso dos diferentes serviços.

Qualquer um dos serviços, e não apenas o Serviço de Telefonia Fixa, chamados na linguagem burocrática setorial de Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC). A rigor, nosso telefone tem o nome de “serviço de telecomunicações de transmissão de voz e de outros sinais, destinado à comunicação entre pontos fixos determinados, utilizando processos de telefonia”.

Como destacou no dia 19 de novembro o jornalista Samuel Possedon, “levamos exatamente 20 anos, três meses e dois dias para corrigir uma das maiores barbeiragens legislativas já cometidas no setor, o que, aliado ao fundamentalismo burocrático e à falta de vontade política dos diversos governos que vieram desde então, criou uma aberração de R$ 22 bilhões de recursos que poderiam ter ajudado a corrigir um pouco as disparidades que ainda existem no acesso à conectividade. Sem dúvida, um retrato do que é a burocracia no Brasil.

Pouca gente acredita, seriamente, que esses R$ 22 bi estejam aod alcance de qualquer execução, e que mais simples será trabalhar com um orçamento anual restrito à arrecadação no ano.

A nova lei: um fato histórico

Há pouco mais de três semanas, o Senado aprovou no dia 19 novembro de 2020 o PL 172/2020, a primeira mudança significativa na Lei do Fust, que está em vigor desde 17 de agosto de 2000. Na verdade, já havia sido aprovada outra pequena alteração em 2019, de natureza tributária.

Mas, no mérito, o que aconteceu na Dia da Bandeira, 19 de novembro de 2020, foi um fato histórico, e abre a possibilidade para que finalmente os recursos recolhidos do setor de telecomunicações possam ser reinvestidos em políticas de expansão e uso dos diferentes serviços. Qualquer um dos serviços, e não apenas STFC.

A mudança na Lei do Fust, que agora poderá ser aplicado em "políticas governamentais de telecomunicações", é uma notícia extremamente significativa, mas é apenas um tardio primeiro passo. Caberá agora ao conselho gestor do Fust definir os projetos e brigar para que haja previsão no orçamento para os recursos.

Comitê de Governança Digital

O Ministério das Comunicações criou nesta sexta-feira, 4 de dezembro, o Comitê de Governança Digital (CGD), colegiado que terá, entre outras atribuições, deliberar sobre políticas, diretrizes e planos relativos à estratégia de governo digital e à governança de Tecnologia da Informação e elaborar o Plano de Transformação Digital do órgão. O CGD será presidido pelo Secretário-Executivo da pasta, Vitor Menezes.

Outra atribuição do Comitê será definir as prioridades na formulação e na execução de projetos e investimentos relacionados à tecnologia da informação e comunicação; estabelecer diretrizes de minimização de riscos, de priorização e de distribuição dos recursos orçamentários; e monitorar as ações e avanços do Ministério das Comunicações em relação à Estratégia de Governança Digital (EGD) do governo federal.

O Comitê de Governança Digital do Ministério das Comunicações será composto por membros das seguintes unidades:

• Secretaria-Executiva, que o presidirá;
• Secretaria de Radiodifusão;
• Secretaria de Telecomunicações;
• Secretaria de Publicidade e Promoção;
• Secretaria de Comunicação Institucional;
• Subsecretaria de Planejamento e Tecnologia da Informação;
• Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação; e
• Encarregado do tratamento de dados pessoais do Ministério.

As reuniões do CGD acontecerão ordinariamente duas vezes por ano e extraordinariamente conforme chamamento do presidente do colegiado. O quórum necessário para que as reuniões aconteçam é de maioria simples dos seus membros. O Comitê também poderá instituir Grupos de Trabalho para tratar de assuntos específicos e apresentar relatórios sobre eles.

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