Banda larga cresce 5,49% nos últimos 12 meses

banda_projeto.jpg25/06/2019 - Números divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informam que mais 1,62 milhão de domicílios brasileiros passaram a contar com o serviço de banda larga fixa nos últimos 12 meses, aumento de 5,40%. Com isso, em abril de 2019, o serviço foi prestado a 31,60 milhões de domicílios.

O crescimento nos últimos 12 meses foi sustentado pelas Prestadoras de Pequeno Porte (PPPs). Com elas, 1,71 milhão de domicílios passaram a contar com acesso fixo à internet, crescimento de 27,27%. De acordo com a Resolução Anatel nº 694/2018, uma PPP é uma empresa que detém menos de 5% de cada mercado de varejo de telecomunicações em que atua. Os grandes grupos nacionais telecomunicações perderam de 94,42 mil domicílios, diminuição de 0,40% no período.

Em abril de 2019, a maior participação na banda larga fixa foi registrada pela Claro com 9,49 milhões de domicílios atendidos (30,01% de mercado), seguida da Vivo com 7,47 milhões (23,62%) e da Oi com 5,83 milhões (18,43%). Se todas as PPPs se unissem, seriam a segunda maior prestadora do país com 8,00 milhões de domicílios (25,32%). Nos últimos 12 meses, a Claro cresceu mais 374,94 mil domicílios (+4,12%) e a Vivo e a Oi perderam 114,90 mil domicílios (-1,52%) e 386,01 mil (-6,21%), respectivamente.

Variação mensal

Na comparação entre abril e março de 2019, há redução de 26,65 mil domicílios (-0,08%) na banda larga fixa. Em números absolutos, as maiores reduções nos grandes grupos nacionais foram na Sky menos 16,05 mil domicílios (-4,87%), Oi menos 30,80 mil (-0,53%) e Vivo menos 42,52 mil (-0,57%). Das grandes, o maior crescimento foi registrado na Claro com mais 41,79 mil domicílios (+0,44%), seguida da Tim com mais 8,20 mil (+1,63%). No mesmo período, as PPPs cresceram 12,73 mil domicílios (+0,16%).

Os números da banda larga fixa estão no Portal da Anatel, onde é denominado Serviço de Comunicação Multimídia. Nas planilhas disponibilizadas pela Agência, há informações por tecnologia, faixa de velocidade, grupos, empresas, UFs e municípios.

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TV paga registra queda de 6,7% de domicílios em maio

tv_digital.jpg25/06/2019 - O Brasil registrou 16,82 milhões de domicílios com acesso à TV por Assinatura em maio de 2019, de acordo com números divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o que representa uma redução de 1,4 milhão (-6,7%) nos últimos doze meses. Metade dos domicílios recebem o sinal da TV paga pelo Grupo Claro, num total de 8,29 milhões (49,26%); outros grandes prestadores de telecomunicações presentes no segmento são a SKY, com 5,05 milhões (29,99%); a Oi, com 1,59 milhão (9,45%); e a Vivo com 1,48 milhão (8,82%).

Dos grandes prestadores, apenas a Oi apresentou crescimento na TV por Assinatura nos últimos 12 meses, com mais 60,16 mil domicílios (+3,93%). A Sky apresentou redução de 222,22 mil (-4,22%); a Vivo, menos 116,90 mil (-7,31%); e a Claro, menos 668,17 mil (-7,46%).
Variação Mensal

Na variação de abril a maio de 2019, o serviço de TV por Assinatura apresentou uma redução de 245,59 mil domicílios (-1,44%). Todos os grupos acompanhados pela Anatel apresentaram redução: Claro, menos 51,27 mil (-0,61%); Sky, menos 69,27 mil (-1,35%); Vivo, menos 19,31 mil (-1,29%); e Oi, menos 1,49 mil (-0,09%).

Os números do Serviço de TV por Assinatura estão no Portal da Anatel. Nas planilhas disponibilizadas pela Agência, há informações sobre a quantidade de contratos ativos por empresa, grupos, municípios, tecnologia e UFs.

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Eutelsat confirma lançamento do satélite Eutelsat 7C

eutelsat_7c.jpg21/06/2019 - Satélite de transmissão de alta potência atenderá mercados em toda a África, Europa, Oriente Médio e Turquia

A Eutelsat Communications confirma o lançamento bem-sucedido do Eutelsat 7C. O satélite foi transportado para o espaço a partir de Kourou, na Guiana Francesa, por um foguete Ariane 5 às 18h43 (horário de Brasília) de quinta-feira, dia 20 de junho.

Na foto ao lado, a decolagem do foguete Ariane 5 em Kourou, levando o satélite Eutelsat 7C

Fabricado pela Maxar Technologies, o Eutelsat 7C é um satélite de transmissão de alta potência de 3,4 toneladas que servirá mercados em toda a África, Europa, Oriente Médio e Turquia através de 49 transponders de banda Ku equivalentes de 36 Mhz. O satélite será co-localizado com o Eutelsat 7B a 7º Leste, aumentando a capacidade para esta vizinhança dinâmica em 19 transponders. A previsão é de que entre em serviço comercial no final do ano.

O Eutelsat 7A será transferido para outro local orbital como parte da estratégia de otimização de frota da Eutelsat.

Rodolphe Belmer, CEO da Eutelsat, disse: “O Eutelsat 7C nos permitirá desenvolver ainda mais nossa vizinhança de vídeo de 7° Leste, com dois satélites de alta potência co-localizados, oferecendo o melhor suporte possível aos clientes neste vibrante mercado. Estamos muito satisfeitos com os benefícios da tecnologia de ponta da Maxar e por celebrar mais um lançamento de sucesso com a Arianespace”.

 

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Gired libera operação na faixa de 700 MHz

gired.jpg18/06/2019 - O Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired) se reuniu nesta terça-feira, 18 na sede da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em Brasília. O Grupo é presidido por um conselheiro da Anatel, Moisés Moreira, e conta com representantes do Ministério das Comunicações, das empresas de telecomunicações que adquiriram a faixa de 700 MHz e dos radiodifusores.

Na reunião, foi aprovado o último estudo de liberação da faixa de 700 MHz, da região de Santa Cruz do Sul/RS. Com a decisão, todos os municípios do País possuem viabilidade para a operação na faixa, o que possibilita a ampliação da disponibilidade dos serviços de telefonia móvel e de internet de quarta geração (4G).

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Aprovado Plano Estrutural de Redes de Telecom (PERT)

fibra_otica_anatel.jpg14/06/2019 - O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, nesta quinta-feira (13/6), o Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações (PERT). O Plano foi concebido com o objetivo de ampliar o acesso à banda larga no Brasil, por meio da coordenação de esforços e investimentos, entre os setores público e privado.

O Conselho Diretor já havia deliberado que esse plano serviria de referência, por exemplo, para a aplicação do valor econômico das eventuais adaptações das concessões do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) e do saldo da troca de obrigações entre os Postos de Serviço de Telecomunicações (PST) por rede de transporte (backhaul).

A Anatel considerou a necessidade de revisão anual do PERT e estabeleceu que seu processo de elaboração passa a ser parte integrante das atividades da Agência, servindo, ao mesmo tempo, como instrumento de planejamento setorial e controle dos resultados alcançados em cada exercício. Para a Agência, com a progressiva melhoria na coleta de dados e o gradual acúmulo de informações, será possível ajustar periodicamente os objetivos e metas vinculados aos projetos, de forma a tornar mais efetivas as ações.

Segundo o conselheiro relator do PERT, Aníbal Diniz, o Plano traz um grande diagnóstico da infraestrutura de telecomunicações do País e apresenta sete projetos para superação das deficiências verificadas. Esses projetos estão estruturados em três eixos temáticos, sendo o primeiro a expansão das redes de transporte, o segundo a ampliação das redes de acesso e o terceiro a implantação de redes públicas essenciais. “O Brasil ainda precisa superar o desafio da conectividade e o único caminho possível é desenvolver a sua infraestrutura de redes”, afirmou Diniz.

O documento também relaciona as possíveis fontes de financiamento para os projetos selecionados, com o objetivo de organizar e direcionar os esforços empreendidos pela Agência, em suas diversas iniciativas, para a execução dos projetos estabelecidos no Plano. Nesse sentido, estão contempladas seis possibilidades: o saldo decorrente da futura revisão do modelo de concessão; os saldos decorrentes da instalação de redes de transporte (backhaul); os Termos de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC); as obrigações de fazer em procedimento de apuração de descumprimento de obrigação; as obrigações decorrentes da autorização de uso de radiofrequências no SMP; e o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST).

FUST

O Conselho Diretor da Anatel aprovou também o encaminhamento de uma proposta de revisão da Lei do FUST ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC). Os principais objetivos da proposta são três: complementar a revisão da LGT, em discussão no PLC 79/2016; simplificar as regras de aplicação do FUST, conferindo segurança jurídica para agentes públicos e privados; e promover políticas de desenvolvimento do setor.

Apesar das dificuldades na aplicação dos recursos do FUST desde sua criação, a Anatel entende que, entre todas as fontes consideradas, o Fundo ainda é a melhor opção para suprir a carência de recursos para investimentos no setor de telecomunicações, uma vez que é a única possibilidade que pode assegurar um fluxo contínuo de recursos. Além disso, o FUST foi previsto na LGT para, em conjunto com a competição, servir de sustentáculo ao modelo setorial vigente.

As principais mudanças propostas para o FUST incluem a possibilidade de investimento do FUST em projetos de banda larga; a criação de um Conselho Gestor para o Fundo; a designação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como agente financeiro; o uso do PERT como documento de orientação dos projetos e políticas públicas do setor de telecomunicações; e a possibilidade de um incentivo econômico às prestadoras que executarem projetos aprovados pelo Conselho Gestor. Essas medidas visam a aperfeiçoar o uso do FUST como instrumento de desenvolvimento do setor de telecomunicações em todo o País.

Expansão e melhorias

O PERT impulsiona tanto o setor público quanto o privado, em um País onde, em 2018, havia 3.542 municípios atendidos por fibra óptica, enquanto os demais 2.028 não dispunham dessa infraestrutura. Em dois projetos, o Plano propõe a ampliação do atendimento por fibra e, nas cidades onde não for viável, por meio de conexões de alta capacidade por satélite ou outras tecnologias.

Para a telefonia móvel, o Plano visa expandir a cobertura da telefonia móvel (SMP) nas tecnologias de 3G e 4G. Em primeiro lugar, para os distritos não-sedes sem atendimento, usando tecnologia 3G ou superior. Em segundo, levar o serviço 4G para todas as sedes municipais que ainda não dispõem dessa tecnologia. Esses projetos beneficiam diretamente 3,8 milhões de pessoas nos distritos isolados  e 11 milhões de habitantes nas sedes municipais. Um terceiro projeto prevê o atendimento, com tecnologia 3G ou superior estradas e áreas rurais ainda sem serviço.

Sob o eixo de melhoria das redes de acesso, outro projeto visa atender 1.059 municípios que, embora possuam capacidade de transporte disponível em fibra óptica, apresentam baixa velocidade aos usuários finais – velocidade média inferior a 5 Mbps, enquanto a média nacional é de aproximadamente 20 Mbps . A iniciativa contempla dois focos: municípios com baixa atratividade econômica e áreas periféricas dos grandes centros urbanos.

Em outra ação, o PERT propõe a implantação de redes de comunicação para serviços públicos essenciais como educação, pesquisa, saúde, segurança pública e defesa, usando como referência as experiências exitosas conduzidas pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), o Cinturão Digital do Ceará e o Programa Amazônia Conectada.

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Claro disponibiliza cobertura 4.5G na Copa América 2019

copa_america_2019_b.jpg12/06/2019 – Operadora também terá conteúdo especial no NOW com os destaques da competição

A Claro acaba de finalizar seu projeto de cobertura indoor no Estádio do Morumbi e Arena do Grêmio, em São Paulo e Porto Alegre respectivamente, espaços que receberão a Copa América 2019. A infraestrutura será inaugurada quando os estádios receberem as primeiras partidas no torneio – mas, ficará como legado para os torcedores que frequentam os campos e que poderão usufruir da tecnologia de ponta da Claro de forma permanente.

Esta estrutura também estará em todos os estádios da Copa América e é semelhante a realizada pela Claro nos estádios que receberam a Copa do Mundo em 2014, entre eles Arena Corinthians (São Paulo), Arena Fonte Nova (Bahia), Mineirão (Minas Gerais) e Maracanã (Rio de Janeiro) - que acaba de passar por renovação na rede. Todas estas cidades contam com o 4.5G da Claro, tecnologia que permite navegar até 10 vezes mais rápido do que o 4G convencional.

"A Arena do Grêmio e o Morumbi passam a contar com a internet mais rápida do Brasil. Os apaixonados por futebol poderão falar, navegar e compartilhar, em tempo real, as emoções de estar tão perto do campo. A Claro está feliz e orgulhosa em estar presente nestes lugares e proporcionar mais diversão e tecnologia aos clientes torcedores", afirma Paulo Cesar, CEO da Claro.

Na Arena do Grêmio e no Morumbi foram instaladas mais de 400 antenas. Ou seja, infraestrutura com capacidade para distribuir sinal de qualidade e navegação de alta velocidade para uma cidade com aproximadamente 65 mil habitantes.

A Copa América é só o pontapé inicial. Gaúchos e paulistas estão ganhando uma infraestrutura perene que será utilizada em qualquer evento. A experiência será completa, desde compartilhar com seus amigos os melhores momentos de um show, conferir o resultado de outras partidas da arquibancada pelo celular, até usar aplicativos de mobilidade para voltar para casa.

E para experiência ser ainda mais completa e interativa, os assinantes de TV por assinatura da operadora terão a transmissão de todos os jogos pelo canal SporTV. Para quem quiser rever qualquer lance, o NOW também terá os melhores momentos da Copa América 2019, horas após as partidas.

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