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Embratel recebe prêmio global de Data Center

embratel_frost.jpg12/05/2017 - A Embratel anuncia a conquista do Frost & Sullivan 2017 Best Practices Awards para serviços de Data Center. Este é o terceiro ano consecutivo que a Embratel é reconhecida pela consultoria global na categoria “Data Center Services Provided by Telecommunications Companies Market Leadership Award Brazil”.

“Conquistar mais uma vez esta premiação representa um reconhecimento à inovação e à qualidade dos serviços que a Embratel fornece aos clientes. Isso é possível graças ao investimento num portfólio completo e integrado de soluções de Telecomunicações e TI. A Embratel oferece ofertas flexíveis que permitem uma combinação eficiente dos serviços para o atendimento dos clientes corporativos”, afirma Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel.

Segundo a empresa, o reconhecimento é resultado de investimentos contínuos na infraestrutura dos Data Centers da Embratel. Os centros dispõem de tecnologia totalmente integrada à maior e melhor rede de telecomunicações do Brasil. O monitoramento é contínuo (24 horas por dia, sete dias por semana) e tem o acompanhamento e suporte profissionais altamente especializados.

Ao todo, a Embratel possui cinco Data Centers, sendo dois em São Paulo, dois no Rio de Janeiro e um em Brasília. Nos centros, a Embratel atende a milhares de clientes, entre os quais estão as maiores empresas e instituições financeiras do País.

Entre os centros mais importantes está o Data Center Lapa, que possui a certificação TIER III, fornecida pelo Uptime Institute, o principal instituto de certificação americano, e também pela TÜV Rheinland, certificadora alemã, o que atesta a qualidade, robustez em TI, escalabilidade e flexibilidade do ambiente. Todos os Data Centers Embratel possuem Rede Fotônica própria, o que garante velocidade de acesso maior do que a do mercado e estão interligados via Backbone IP (Internet Protocol) de alta disponibilidade e alta performance com conectividade de baixa latência.

A Frost & Sullivan premia globalmente empresas de diversos segmentos que atuam com excelência em inovação tecnológica, desenvolvimento de produtos e liderança no atendimento a clientes. Com o prêmio, a Embratel é reconhecida como uma das líderes em melhores práticas para o setor.
 

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Satélite SGDC favorece novos projetos no País

satelite_sgdc3.jpgPor Rennan Soares
05/05/2017 - Edital de Finep e AEB para transferência de tecnologia espacial já destinou R$ 14,5 milhões para empresas brasileiras absorverem conhecimento internacional

Os benefícios para o Brasil com o Satélite Geoestacionário Brasileiro de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), que ganhou os céus da Guiana Francesa nesta quinta-feira, 4/5, vão além de ampliar o acesso à banda larga e garantir a segurança das comunicações militares. Por trás do histórico lançamento desse gigante de mais de cinco toneladas, cinco metros de altura e 37 metros de envergadura, há iniciativas que abrem a possibilidade de transferência de tecnologia para que empresas nacionais participem cada vez mais do desenvolvimento de satélites no País.

O programa do SGDC, instituído pelo Decreto n° 7.769/12, contempla um Acordo de Transferência de Tecnologia Espacial, firmado entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Thales Alenia Space (TAS), empresa franco-italiana responsável pela construção do satélite em Cannes, na França. Em setembro de 2015, a Finep e a AEB lançaram uma chamada pública para capacitar empresas brasileiras no desenvolvimento de satélites no País. A Finep já liberou R$ 14,5 milhões para cinco empresas com o objetivo de custear a absorção da tecnologia comprada pela AEB junto à TAS. O investimento, realizado com recursos de subvenção econômica (sem devolução de capital), deve chegar a R$ 22,5 milhões até o fim de 2018.

Fibraforte, Orbital Engenharia, Equatorial Sistemas, Cenic e AEL Sistemas foram selecionadas para absorver tecnologia nos seguintes subsistemas de satélite: subsistema propulsão monopropelente para pequenos satélites ( Fibraforte); subsistema de potência e geradores solares para satélites (Orbital Engenharia); transferência de tecnologia em controle térmico para satélites (Equatorial Sistemas); desenvolvimento de estruturas mecânicas para cargas úteis de observação da Terra a base de fibra de carbono (Cenic); e transferência de tecnologias espaciais em FPGA e ASIC (AEL Sistemas).

O SGDC, que contou com financiamento de R$ 240 milhões da Finep, é fruto de uma parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Ministério da Defesa. De acordo com o presidente da Finep, Marcos Cintra, esta é uma iniciativa de alcance estratégico para o País. “Além de conquistar sua soberania nas telecomunicações via satélite, o Brasil vai acumular conhecimento em um setor sensível da tecnologia”, destaca Cintra.

Além do Acordo de Transferência de Tecnologia Espacial, outra iniciativa integrou o projeto do SGDC: o Programa de Absorção de Tecnologia da AEB, coordenado pela integradora do satélite, a empresa Visiona (joint-venture entre a Embraer e a Telebras). Cerca de 40 brasileiros do Inpe, AEB, Visiona, Telebras e Forças Armadas acompanharam e participaram do processo de construção do satélite na França. “Esses foram os maiores ganhos em termos de tecnologia para o Brasil. Com os dois programas, começamos a ter condições de ingressar em uma cadeia de fornecimento para satélites geoestacionários”, afirma Eduardo Bonini, presidente da Visiona.

Sobre o SGDC

Construído pela TAS e supervisionado pela Visiona, o satélite cobrirá todo o território brasileiro e o Oceano Atlântico. O primeiro satélite geoestacionário do Brasil ficará posicionado a 36 mil quilômetros da superfície da Terra e irá operar nas bandas X e Ka. A primeira é uma faixa de frequência destinada exclusivamente ao uso militar, correspondendo a 30% da capacidade total do satélite. Já a banda Ka, que representa 70%, será usada para ampliar a oferta de banda larga pela Telebras.

O equipamento deve contribuir para o desenvolvimento de diversas frentes tecnológicas, como agricultura de precisão, cidades inteligentes, educação pública, gestão hospitalar, industrialização do interior, infraestrutura de mineração, monitoramento e previsão de desastres naturais, plataformas petrolíferas, segurança rodoviária, sistema bancário e serviços de cidadania, como a emissão de passaportes e a previdência social.

Os satélites geoestacionários encontram-se sempre sobre uma mesma posição fixa e giram sobre um ponto do equador num período igual ao de rotação da Terra. Por isso, para um observador na Terra, parecem estar parados. Eles são usados, sobretudo, para estabelecer uma rede de comunicações ou de monitoramento e vigilância.

O SGDC será operado por dois centros de controle, em Brasília e no Rio de Janeiro (RJ). Também há outros cinco gateways – estações terrestres com equipamentos que fazem o tráfego de dados do satélite – que serão instalados em Brasília, Rio de Janeiro, Florianópolis (SC), Campo Grande (MS) e Salvador (BA). O satélite deve entrar em operação no segundo semestre deste ano.

Na foto, o presidente Michel Temer e os ministros Gilberto Kassab e Raul Jungmann acompanharam o lançamento do satélite em Brasília, no Centro de Operações Aeroespaciais (Comae) / Crédito: Ascom/MCTIC

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Foram distribuídos dois milhões de kits gratuitos no Brasil

tv_digital.jpg28/04/2017 - Composto por antena digital e conversor, o kit gratuito é distribuído para as famílias inscritas em programas sociais do Governo Federal. Até dezembro de 2018, as famílias de mais de 1,3 mil municípios poderão retirar o kit.

A Seja Digital, entidade responsável pela operação do processo de migração do sinal de TV no Brasil, acaba de atingir mais um importante marco: dois milhões de kits gratuitos entregues para famílias inscritas em programas sociais do Governo Federal. A distribuição do kit tem como objetivo permitir o acesso da população de baixa renda ao sinal digital. Com estes equipamentos – antena digital e conversor – até os televisores mais antigos podem receber o sinal digital. Após o desligamento do sinal analógico, apenas as TVs preparadas continuarão a receber a programação dos canais abertos de televisão.

Em 2015, a Seja Digital distribuiu cerca de 16 mil kits em Rio Verde (GO), que foi a primeira cidade a ter o sinal de TV 100% digital. Em 2016, 340 mil famílias da região do Distrito Federal (Brasília e nove cidades do entorno) receberam os kits gratuitos. Na região metropolitana de São Paulo, que teve o sinal analógico de TV desligado em 29 de março, já foram distribuídos mais de 1,5 milhão de kits. Em Goiânia, 190 mil famílias já retiraram os equipamentos. "Já são mais de 2 milhões de kits gratuitos entregues", afirma Antonio Martelletto, diretor geral da Seja Digital. "Até dezembro de 2018, cerca de 14 milhões de famílias de mais de 1300 cidades terão recebido seus kits."

No site sejadigital.com.br é possível saber a data do desligamento do sinal analógico de TV em sua cidade e verificar se tem direito ao kit gratuito. Se o nome estiver na lista, deverá preencher o formulário com dados de contato para que possa receber em primeira mão a informação sobre a abertura do agendamento. Caso não esteja na lista, deve preencher o cadastro para que a Seja Digital entre em contato e dê a orientação necessária sobre como preparar sua residência para receber o sinal digital de TV.


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Brasil bate recorde de ativações de 4G no mês de março

4G.jpg28/04/2017 - De acordo com a Telebrasil, no mês passado o Brasil bateu recorde de ativações mensais em banda larga 4G, com 4,7 milhões de novos acessos. É o melhor desempenho desde que a tecnologia de quarta geração começou a ser utilizada no País, em março de 2013.

Ao todo, já existem no Brasil 71,3 milhões de acessos 4G, segundo balanço de março da Associação Brasileira de Telecomunicações, o que representou um crescimento de 119% nos últimos 12 meses. Desde março de 2016, 39 milhões de novas conexões 4G foram ativadas.

A expansão também foi significativa na cobertura do 4G no Brasil. As redes de quarta geração estão instaladas em 1.814 municípios, com crescimento de 280% em relação a março do ano passado. A cobertura atual supera em mais de cinco vezes a meta de expansão definida nos editais, de 288 municípios. Com esse crescimento, o 4G já alcança cidades onde moram 75,7% dos brasileiros.

As redes de 3G, por sua vez, já estão instaladas em 4.995 municípios, que concentram 98,2% da população brasileira. Também no 3G a cobertura atual supera a obrigação, que é de 3.668 municípios.

Consideradas a banda larga fixa e móvel, os dados de março de 2017 mostram um total de 226,7 milhões de acessos no País. Destes, 27,2 milhões são em banda larga fixa, segmento que cresceu 5,3% desde março do ano passado, com 1,3 milhão de novos acessos.

acessos_4g2.jpg

 

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Satélite brasileiro pode ir ao espaço dia 04 de maio

satelite_brasileiro2.jpgPor Ethevaldo Siqueira
26/04/2017 - Comunicado da Arianespace, a empresa lançadora de satélites europeia, informa hoje que estará retomando seus lançamentos nos próximos dias e que o satélite brasileiro SGDC, da Telebrás, poderá ser lançado por um foguete Ariane 5, em conjunto com o satélite coreano KoreaSat-7, no próximo dia 4 de maio, de sua base espacial de Kouru, na Guiana Francesa.

Originalmente, o lançamento do SGDC estava previsto para 21 de março de 2017, mas um greve geral na Guiana adiou o lançamento.

Veja o comunicado original abaixo:

Arianespace resumes launch campaign preparations; announces new launch date for VA236

April 25, 2017 – Arianespace has resumed operations for its upcoming three launches: VA236 and VA237 with Ariane 5, and VS17 with Soyuz.

The new launch date for VA236 is set on May 4, 2017, as early as possible within the following launch window:
• 4:31 to 7:19 pm, in Washington DC
• 5:31 to 8:19 pm, local time in Kourou, French Guiana
• 5:31 to 8:19 pm, in Brasilia, Brazil,
• 20:31 to 23:19, UTC
• 10:31 pm to 1:19 am, in Paris, France, during the night of May 4 to 5
• 5:31 to 8:19 am, in Seoul, South Korea, on May 5.

VA236 will use an Ariane 5 ECA to orbit two satellites: SGDC for the company VISIONA Tecnologia Espacial S.A. on behalf of the Brazilian operator Telebras S.A., and KOREASAT-7 for the South Korean operator ktsat.

About Arianespace

Arianespace uses space to make life better on Earth by providing launch services for all types of satellites into all orbits. It has orbited more than 550 satellites since 1980, using its family of three launchers, Ariane, Soyuz and Vega, from launch sites in French Guiana (South America) and Baikonur, Kazakhstan.

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Claro implanta a tecnologia 4,5G em Brasília

25/04/2017 - A Claro leva a tecnologia 4,5G para Brasília, primeira capital a liberar a faixa de 700 Mhz para uso em telefonia móvel. As primeiras células de transmissão com a nova tecnologia foram ativas assim que a Anatel liberou a utilização do novo espectro. A nova tecnologia 4,5G, ou LTE-Advanced Pro, permite que se agregue várias faixas de frequência na mesma portadora da estação radiobase (ERB). Com isso, é possível usar o sinal de modo mais eficiente e obter melhor uso dos recursos da rede.

A expectativa é ter 100% da área de cobertura da região com a tecnologia 4,5G até o final deste ano – imediatamente após a liberação definitiva da faixa de 700 MHz, fruto do desligamento dos sinais de TV analógica na região.

"A Claro carrega em seu DNA o compromisso com a inovação. O LTE-Advanced Pro é mais um passo para a revolução da conectividade de pessoas e coisas (IoT). Traz a velocidade da fibra para a conveniência do smartphone. Os usuários, cada vez mais, ganharão experiências únicas e personalizadas, com conteúdos e aplicações avançadas disponíveis em todo lugar", explica José Felix, presidente da operadora.

Para aproveitar o 4,5G na plenitude de suas potencialidades, o aparelho deve suportar três requisitos técnicos principais:

- Consolidação de portadoras (carrier aggregation) de 3 faixas de frequencia;
- MIMO 4x4 - múltiplas entradas e saídas nas seções estabelecidas com a rede;
- Modulacao avançada 256QAM.

A ativação do 700MHz e a introdução da tecnologia 4,5G colocam a prestação do serviço móvel pessoal num novo patamar. "Estamos trazendo para Brasil o que existe de mais moderno no mundo, ao mesmo tempo em que chega em países mais desenvolvidos. E fomentando inovação em toda a cadeia de valor. Primeiro vem a rede, que agora ja está disponível. Depois vem os aparelhos, que precisam suportar plenamente estes novos requisitos. Depois vem o consumidor, que precisa aderir. Por fim, com o consumidor "dentro", vem todo o ecossistema de conteúdo e aplicativos, para fazer uso da ultra velocidade do 4,5G", explica Márcio Carvalho, diretor de Marketing da Claro.

São aguardados para o segundo semestre os primeiros aparelhos 4,5G, compatíveis com todos os requisitos técnicos da tecnologia.

Vantagens do 4G

Na prática, o 4,5G e a faixa de 700 MHz vão melhorar e acelerar ainda mais o 4G da Claro para todos os clientes.

A faixa de 700 MHz tem mais alcance que o 2600 MHz (frequência atualmente utilizada para o 4G), além de melhor performance em ambientes fechados e ter maior capacidade de contornar obstáculos naturais ou prédios.

Nos aparelhos que já permitem a agregação de 3 frequências, a velocidade média deve subir para cerca de 100 Mbps, enquanto aparelhos 4G sem esta funcionalidade navegam em velocidades da ordem de 30 Mbps atualmente.

Já medições com o 4,5G pleno, com ativação de técnicas avançadas de transmissão MIMO 4x4 e 256 QAM, tem apresentado velocidades acima de 200 Mbps, com picos de 400 Mbps.

Velocidades como estas permitem a popularização de aplicativos que exigem uso intensivo de dados, como jogos online e serviços de vídeo em alta definição (como o Claro video e o NOW, serviços da Claro).


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