Qual a diferença entre 4.5G, 4G Max, 4G+ e o 4G?

45Gb.jpg*Por Jonas Justo
17/10/2017 - Todas essas versões fazem parte da tecnologia 4G, definida como LTE (Long Term Evolution) que pode chegar até 600 Mbps de velocidade de download. A diferença é que as versões 4.5/4G+/Max chegam um pouco mais perto do que foi prometido ao consumidor em termos de velocidade do 4G LTE. Essas 'novas' versões da tecnologia 4G são conhecidas oficialmente como LTE-A (Long Term Evolution Advanced), e oferecem velocidades maiores e mais estáveis do que o LTE normal. Isso acontece por meio da agregação de canais, ou seja, ao invés do consumidor se conectar ao sinal mais forte em sua vizinhança, ele pode baixar dados de diversas fontes ao mesmo tempo.

Enquanto as conexões de dados padrão usam uma antena e um sinal em qualquer momento, o 4G LTE-A combina várias antenas no transmissor (Torres 4G) e no receptor (smartphone). Testes de laboratório mostram que a velocidade do 4G – LTE pode chegar até 150 Mbps de download, mas a velocidade média que chega ao consumidor é de apenas 14 Mbps. Já o 4G– LTE-A registrou 300 Mbps de velocidade em testes de laboratório, enquanto o consumidor receberia em média 40 Mbps.

Alcançar a velocidade de 300 Mbps de download significaria, por exemplo, baixar um filme completo em HD em menos de dois minutos em um dispositivo móvel – considerando que ele seja compatível com a tecnologia. Diante desse avanço, as fabricantes de smartphones estão produzindo aparelhos com a opção de suporte para a tecnologia LTE-A, que pode ser identificada na tela como 4G+.

O impacto que o LTE-A terá sobre o consumidor dependerá do que as operadoras se comprometerem a entregar em contrato com seus clientes. Atualmente a velocidade 4G LTE da Claro e a Vivo, em contrato de telefonia móvel pós-pago, é de até 5 Mbps download e de até 512 Kbps para upload, com a garantia de que o cliente irá receber o mínimo de 40% dessa velocidade de acordo com a tecnologia da área de cobertura, em conformidade com a Resolução 575/2011 da ANATEL de 01/11/2014.

Apesar da boa notícia os preços continuam altos para a média do bolso brasileiro. É preciso comparar antes de adquirir um plano, pois a diferença de preço entre as operadoras pode chegar em até 84%.

Alguns exemplos:

Planos pós com minutos ilimitados (qualquer número do Brasil) + franquia de internet até 3G, os preços começam em R$59,90 (Nextel 2G) e podem chegar até R$109 (Porto Seguro Conecta +2G) - preço em SP capital

Planos pós com minutos ilimitados (qualquer número do Brasil) + franquia de internet 5G, os preços começam em R$99,90 (Nextel 5G) e podem chegar até R$149,90 (Oi 5G). *preço em SP capital. A Vivo é a única operadora que hoje não oferece planos com minutos ilimitados para qualquer número do Brasil nos pacotes pós pesquisados acima.

Já nos planos pré-pagos que representam 66% por celulares no Brasil, o cenário não é diferente:

*Por Jonas Justo, CEO do Melhor Escolha, plataforma de comparação de planos de TV por assinatura, internet, telefone fixo e móvel

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Telefonia móvel cresce em agosto, diz Anatel

Telefonia-fixa.jpg09/10/2017 - No mês de agosto de 2017, a telefonia móvel registrou 242.167.504 linhas em operação de acordo com dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em relação ao mês anterior, o serviço móvel pessoal apresentou aumento de 156.155 linhas (+ 0,06%). Nos últimos 12 meses, houve redução de 9.913.980 linhas (-3,93%).

A ação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que estabeleceu reduções graduais na tarifa de interconexão da rede móvel (VU-M), enfraqueceu o "efeito clube", no qual os usuários precisavam ter o chip de uma mesma operadora para aproveitar os preços reduzidos, e isso impactou na queda do número de linhas móveis em operação.  Assim, o consumidor não precisa mais de vários aparelhos celulares ou vários chips em um mesmo celular para realizar chamadas para diversas operadoras.

Do total de linhas móveis do país, 158.482.969  são de telefonia pré-paga e 83.684.535 são de telefonia pós-paga. Entre julho e agosto de 2017, as linhas móveis pré-pagas apresentaram queda de 753.501 unidades (-0,47%) e as pós-pagas crescimento de 909.656  (+1,10%). Em 12 meses, o pré-pago registrou diminuição de 17.710.041 linhas (-10,05%) e o pós-pago aumento de 7.796.061  (+10,27%).

Empresas

 Na comparação de agosto de 2017 com o mês anterior, a Datora com a inclusão de 20.000  novas linhas móveis (+12,03%) foi a empresa que apresentou o maior crescimento percentual. A Porto Seguro ganhou mais 9.478 clientes  (+1,70%). As demais empresas apresentaram variações no número de linhas muito pequenas.

Nos últimos 12 meses, a Datora também apresentou o maior crescimento com a adição de 105.247 linhas (+129,88%) e a Porto Seguro registrou aumento de mais 187.534 linhas (+49,56%). E a Nextel teve variação positiva com 114.648 novas linhas (+4,62%). Em números absolutos, o maior crescimento foi da Vivo com 1.102.085 novas unidades em operação (+1,50%). Sobre as outras maiores prestadoras nacionais, a Oi apresentou perda de 5.035.272 linhas (-10,70%), a Claro, menos 3.225.180 linhas (-5,06%), e a TIM, redução de 3.160.750 (-4,98%).

Tecnologias

As linhas de 4G apresentaram crescimento de 4.390.807 novas unidades (+5,22%), seguidas das utilizadas em aplicações máquina-máquina com mais 232.356 novas linhas em agosto. Todas as outras tecnologias apresentaram redução. Quando comparado agosto de 2017 com o mesmo mês do ano passado, as linhas 4G apresentaram crescimento de 42.157.377 unidades (+90,96%) e as utilizadas em aplicações máquina-máquina tiveram adição de 2.251.688 linhas.

Estados

Nos últimos doze meses, todos os estados brasileiros apresentaram redução no número de linhas móveis. Os estados que mais perderam linhas móveis foram Bahia (-1.246.473) e Rio de Janeiro (-1.173.747).

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Aberimest comemora 34 anos no Futurecom 2017

abeprest_30.jpg04/10/2017 - Luiz Fernando Duarte da Silva, Presidente da Aberimest, iniciou a cerimônia –que aconteceu durante o Futurecom 2017 nessa terça-feira, (03) à noite, – agradecendo à diretoria e aos membros da associação pelo trabalho realizado durante todo esse período e reforçou que a associação está consciente da importância da boa qualidade das telecomunicações para o desenvolvimento do país, sempre levando em consideração as mudanças que têm ocorrido nas no setor nos últimos 30 anos.

Fundada em 1987, a associação congrega empresas que se dedicam direta ou indiretamente à prestação de serviços de telecomunicações e tem por objetivo estimular seu desenvolvimento tecnológico e defender seus interesses.

Em seu discurso, Luiz Fernando lembrou que a Aberimest tem estado alerta e participante desde a sua fundação, contribuindo na formulação das diretrizes e na regulamentação das atividades de prestação de serviços para o segmento de telecomunicações e TI, seja propondo novos modelos de negócios, ou agregando ideias inovadoras para manter e aumentar a confiança do setor de serviços. E o mais importante: ser uma interface entre seus associados junto às instituições, operadoras e fabricantes do setor.

“Nesta comemoração de 30 anos, nos  sentimos muito felizes ao olharmos o caminho trilhado a apesar das rápidas mudanças, ter feito parte efetivamente da história de sucesso das telecomunicações do Brasil e ao mesmo tempo para o sucesso de nossos associados”, disse o Presidente da Aberimest.

Foram homenageados sete expoentes do setor de telecomunicações em função da cooperação e do trabalho realizado com as empresas prestadoras de telecomunicações e informática.

- Kleber Rezende Castilho, presidente da Aberimest de São Paulo
- Laudálio Veiga, chairman da Futurecom 2017
- Julio Semeghini, Secretário Municipal do governo do Estado de São Paulo
- Paulo Castelo Branco, chairman da NEC na América Latina
- Aluizio Byrro, chairman da Nokia na América Latina
- Luiz Alberto Garcia, presidente do Conselho de Administração da Algar
- Juarez Quadros, presidente da Anatel

Na foto: à esquerda Luiz Fernando Duarte da Silva, Presidente da Aberimest e o homenageado Juarez Quadros, presidente da Anatel / Crédito: André Siqueira

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Vivo inaugura rede de fibra em Vitória da Conquista

rede_vivo_2.jpg28/09/2017 - Com investimentos de aproximadamente R$ 28 milhões, a Vivo inaugura, em Vitória da Conquista, na região sudoeste do estado da Bahia, uma rede 100% fibra de última geração. A operação da empresa no município atenderá a 13 bairros, em duas fases, com aproximadamente 40 mil domicílios e 9 mil empresas mapeadas.

Vitória da Conquista é um dos municípios selecionados pela Vivo para receber rede de fibra neste ano e oferecer banda larga à população. A digitalização, que passa necessariamente pela conectividade, atinge todos os setores e é capaz de acelerar o crescimento econômico e social. Empresas e governos têm a oportunidade de serem mais ágeis, produtivos e eficientes do ponto de vista de custos, enquanto a população passa a ter acesso a novas formas de educação, profissionalização, entretenimento, entre outros.

"A cidade entrará para o crescente grupo de municípios que pode contar com o que há de mais moderno em termos de banda larga de ultra velocidade no País. A tecnologia que a Vivo trará para Conquista é utilizada em soluções voltadas para o atendimento tanto de residências quanto de empresas, ou seja, todos poderão navegar na internet com muito mais velocidade", afirma Renato Pontual, diretor Regional da Vivo no Nordeste.

A rede que leva a fibra até a residência ou empresa do cliente permite grande volume de transmissão e recebimento de dados. Com isso, a banda larga de ultra velocidade da Vivo proporciona uma excelente experiência ao usuário para navegar em alta velocidade, jogar online, ver vídeos em alta resolução, trocar documentos/arquivos além de usar aplicativos que exigem muita banda e mais estabilidade para conectar vários dispositivos ao mesmo tempo.

Serviços residenciais e corporativos

A Vivo vai oferecer aos clientes planos de banda larga com velocidades de até 300 Mega. Para os clientes residenciais que optarem pela velocidade de 50 Mega na banda larga e assinatura de Vivo Fixo com ligações ilimitadas para qualquer telefone fixo e móvel local, pagará apenas R$ 164,98 /mês pelos dois produtos. A Vivo também oferece opções para quem desejar adquirir apenas a banda larga de ultra velocidade.

Como oferta de lançamento, ao adquirir Vivo Fibra, os atuais ou novos clientes de celular Vivo nos planos Pós pago ou Controle poderão degustar o dobro da velocidade de banda larga para casa por seis meses promocionais. Além disso, receberão bônus adicional de internet móvel que pode chegar até de até 10 Giga, todo mês em seu celular. Nesse caso, os clientes podem visitar as lojas da marca existentes na cidade para conhecer os planos elegíveis e aderir à promoção.

Para os clientes corporativos, o portfólio - que atende empresas de todos os portes – também inclui banda larga de até 300 Mega, serviços de telefonia fixa básica e avançada, acesso dedicado à internet, além de soluções de TI como informática, segurança gerenciada e soluções de cloud computing.

Como oferta de lançamento, os clientes corporativos terão disponíveis pacotes de Vivo Fibra e Vivo Fixo com condições especiais na portabilidade ou o dobro de velocidade por seis meses promocionais na contratação a partir de 50 Mega, além da solução Vivo Cloud Back Up que acompanha toda banda larga contratada e possibilita o armazenamento e compartilhamento de informações de forma segura no Data Center da Vivo.

Na contratação do plano empresarial com velocidade de 50 Mega e assinatura de Vivo Fixo ilimitado para qualquer fixo nacional, o cliente recebe o dobro de velocidade por 6 meses, além do Vivo Cloud Back Up, pagando R$164,88/mês.

Os bairros que serão contemplados com a rede da Vivo nesta primeira fase, em 1° de outubro, são: Boa Vista, Centro, Felícia, Jurema, Recreio, Cristo Rei e Bela Vista. Já na segunda fase, em 1° de novembro, os bairros atendidos serão: Alto Maron, Candeias, Cruzeiro, Guarani, Caminho da Universidade e Nova Cidade.

Para adquirir os produtos da Vivo, o cliente deve acessar o site www.vivo.com.br ou entrar em contato com a Central de Atendimento no 10315. É possível comprar também nas lojas e revendas Vivo ou contatar um de nossos agentes autorizados na cidade. Em Vitória da Conquista, a loja da Vivo fica na praça Orlando Leite, 1, no Recreio, além das revendas Topcell, na rua Maximiliano Fernandes, 63, no Centro; e Celline, no Shopping Conquista Sul.

Vivo na Bahia

Com esse lançamento, a Vivo passa a oferecer banda larga em oito cidades no Estado. No segmento móvel (pós e pré), a Vivo segue na liderança com market share de 26,51%. Somente em pós, essa liderança sobe para 45,46%. Especificamente no DDD 77, a liderança da Vivo segue com 42,86% de market share.

Sobre a Telefônica Vivo
A Vivo é a marca comercial da Telefônica Brasil, empresa líder em telecomunicações no País, com 97,2 milhões de acessos (1T17). A operadora atua na prestação de serviços de telecomunicações fixa e móvel em todo o território nacional e conta com um portfólio de produtos completo e convergente para clientes B2C e B2B – banda larga fixa e móvel, ultra banda larga (over fiber), voz fixa e móvel e TV por assinatura. A empresa está presente em 3,9 mil cidades, sendo mais de 3,7 mil com rede 3G e mais de mil com 4G, segmento em que é líder de Market Share. A operadora ainda é líder na cobertura de 4,5G, rede que oferece internet duas vezes mais rápida que o 4G. No segmento móvel, a Vivo tem 74 milhões de clientes e responde pela maior participação de mercado do segmento (30,5%) no país, de acordo com resultados do balanço trimestral (1T17). Guiada pela constante inovação e a alta qualidade dos seus serviços, a Vivo está no centro de uma transformação Digital, que amplia a autonomia, a personalização e as escolhas em tempo real dos seus clientes, colocando-os no comando de sua vida digital, com segurança e confiabilidade. A Telefônica Brasil faz parte do Grupo Telefónica, um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo, com presença em 21 países, 346,9 milhões de acessos, 126,9 mil colaboradores e receita de 52,0 bilhões de euros em 2016.

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Anatel: Nota à imprensa sobre situação da Oi

Por Conselheiro Leonardo Euler de Morais

O processo administrativo instaurado para acompanhar a evolução da situação econômico-financeira das empresas de telecomunicações integrantes do Grupo Oi foi retirado da pauta desta 834ª Reunião do Conselho Diretor pelas razões expostas a seguir.

Desde que nele se passou a acompanhar, também, o processamento do pedido de Recuperação Judicial do Grupo Oi, sua complexidade cresceu exponencialmente. Como é sabido, essas empresas estão entre as maiores prestadoras de serviços de interesse coletivo - em telefonia fixa e móvel, banda larga e televisão por assinatura - e posicionam-se entre as maiores provedoras de infraestrutura do setor de telecomunicações.

Em vista do processo judicial em curso, que pode inclusive culminar na decretação de falência, a continuidade dos serviços prestados e a integridade do sistema de telecomunicações brasileiro é motivo de máxima atenção e zelo por esta Entidade Reguladora.

A expectativa da Agência, reiterada em diversos momentos, é de que seja endereçada uma solução de mercado.

Todavia - o que também foi reiterado em diversas oportunidades -, considero que a Anatel não se furtará de agir para garantir a continuidade da prestação dos serviços, bem como o funcionamento do setor em sua plenitude, qualquer que seja o resultado da Recuperação Judicial.

Nesse sentido, inobstante meu entendimento ter sido estruturado para viabilizar a pauta da matéria, alguns fatos, como provimento de exemplo, a divulgação na data de hoje dos "Comunicados ao Mercado" e do "Fato Relevante", bem como o relato do representante da Anatel sobre a Reunião do Conselho de Administração da Oi, realizada ontem, ocasionaram alterações no cenário de análise.

Tais eventos trazem ao exame nuances que suscitam, inclusive, indícios de eventual conflito de interesses prejudicial a necessária construção de Plano de Recuperação Judicial que efetivamente contemple os interesses associados à viabilidade operacional no longo prazo das empresas do Grupo Oi.

Ainda que se compreenda como legítimos os interesses dos acionistas e dos credores, para o regulador setorial têm primazia a efetiva preservação e a continuidade das atividades e serviços prestados.

Nessa perspectiva, é fundamental que haja maior sensibilidade ao fato de que a viabilidade da companhia e o sucesso desse processo dependem de significativo aporte de capital. Dito de outra forma, um Plano de Recuperação Judicial que atraia capital novo e concentre esforços na recuperação da capacidade operacional e sustentabilidade econômico-financeira das empresas.

Assim, em virtude das informações recentemente trazidas ao meu conhecimento e da imprescindível prudência que o caso requer, no exercício das prerrogativas regimentais, solicitei a retirada da matéria da pauta desta Reunião do Conselho Diretor.

Esclarece-se, primeiro, que a retirada da pauta em nada prejudica a compreensão de que as empresas do Grupo Oi respondem legalmente a duas autoridades, quais sejam: ao juízo de falência, por força da Recuperação Judicial em curso, e à Anatel, em razão de suas competências como regulador setorial.

Segundo. Como mencionado, a Agência tomará as providências que julgar necessárias e adequadas, no exercício de sua discricionariedade técnica,  para garantir a continuidade das operações e reduzir o risco sistêmico do setor.

Entre tais medidas, estão sendo consideradas tanto a decretação de intervenção quanto a abertura de processos administrativos para avaliar a caducidade da concessão de telefonia fixa e a extinção das demais outorgas de serviço e de radiofrequência. Essas medidas possuem previsão legal e estão sob a alçada desta Agência.

Sem embargo, são excepcionais e ultima ratio. Dependem não apenas do atendimento das hipóteses previstas em Lei, mas também de se mostrarem, ante a análise de conveniência e oportunidade, instrumentos hábeis a alcançar posição mais segura e favorável ao interesse público, o qual a Anatel está incumbida por poder-dever legal de resguardar.

Terceiro, vale esclarecer que qualquer que seja a providência tomada pela Agência, será assegurada às partes envolvidas a observância dos direitos garantidos pela Constituição, pela Lei e pelo Regimento da Anatel.

Nesse sentido, a matéria poderá retornar em breve à pauta decisória do Conselho Diretor da Anatel, em reunião ordinária ou extraordinária.

Brasília, 28 de setembro de 2017.

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Anatel adia decisão sobre a situação financeira da Oi

28/09/2017 - Anatel retira da pauta de hoje processo administrativo instaurado para acompanhar a evolução da situação econômico-financeira das empresas de telecomunicações integrantes do Grupo Oi.

O conselheiro Leonardo Euler de Morais explica que em função de sua sua complexidade, o processamento do pedido de Recuperação Judicial do Grupo Oi cresceu exponencialmente. O conselheiro reforça que essas empresas estão entre as maiores prestadoras de serviços de interesse coletivo - em telefonia fixa e móvel, banda larga e televisão por assinatura - e posicionam-se entre as maiores provedoras de infraestrutura do setor de telecomunicações.

Em vista do processo judicial em curso, que pode inclusive culminar na decretação de falência, a continuidade dos serviços prestados e a integridade do sistema de telecomunicações brasileiro é motivo de máxima atenção e zelo por esta Entidade Reguladora.

De acordo com Leonardo Euler de Morais, a expectativa da Agência, é de que seja endereçada uma solução de mercado e que a Anatel não se furtará de agir para garantir a continuidade da prestação dos serviços, bem como o funcionamento do setor em sua plenitude, qualquer que seja o resultado da Recuperação Judicial.

Veja a íntegra da nota da Anatel aqui

 

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