Brasil precisa de nova lei para TV por assinatura

Por Ethevaldo Siqueira

A regulamentação brasileira de TV por assinatura é considerada obsoleta em muitos aspectos. Por isso, o Ministério das Comunicações publicou portaria que cria um grupo de trabalho ou força-tarefa para estudar e elaborar propostas de mudanças nos aspectos legais dos serviços de TV por assinatura.

A portaria estabelece que o grupo deverá concluir os trabalhos em até 90 dias, mas o prazo pode ser prorrogado a critério da Secretaria de Telecomunicações do Ministério. O grupo poderá convidar servidores, especialistas e representantes de órgãos e entidades para participar das discussões.

No jargão técnico, a TV por assinatura é chamada de SeAC, sigla de Serviço de Acesso Condicionado – ou seja, o serviço de telecomunicações de interesse coletivo prestado no regime privado, destinado à distribuição de conteúdos audiovisuais na forma de pacotes de canais de programação.

Ainda não se sabe qual o teor das mudanças defendidas pela Anatel. No passado, a ouvidoria da Anatel criticou a Lei de TV por assinatura por considerar seu texto la é atrasado, em especial por restringir a competição, por impedir novos negócios e limitar a liberdade dos consumidores.


Um pouco de história

TV por assinatura surgiu em 1948, nos Estados Unidos. Era uma antena de TV com uma linha de fios metálicos. Outros operadores inovaram melhorando a recepção, transmitindo os sinais de TV por meio de novos tipos de cabo utilizados pelas companhias telefônicas.

No Brasil, a televisão por assinatura surgiu primeiro com o Serviço Especial de Televisão por Assinatura, em 1989 (Canal+, inspirado no nome e no logotipo do homônimo francês que transmitia a programação da programadora norte-americano ESPN através do canal UHF 29, em São Paulo), posteriormente também com as retransmissões da italiana RAI e da norte-americana CNN, através dos canais VHF 4 e 5, além da nacional TVM (canal 2 VHF), especializada em programas musicais; e depois com o cabo, em 30 de julho de 1990.

A ideia deu tão certo nos Estados Unidos que, de 1984 a 1992, foram investidos 15 bilhões de dólares em cabeamento de ruas e outros bilhões para o desenvolvimento de programação, financiados pelas operadoras de televisão a cabo.

O grande número de assinantes das operadoras de televisão por assinatura fez com que, em meados dos anos 1990, o grande número de cabos instalados nas ruas fosse usado para oferecer outros tipos de serviço, como internet de banda larga, nascendo, assim, a internet a cabo. Em 1997, a indústria de televisão por assinatura faturaria 1,2 bilhão de dólares estadunidense só com vendas de pay-per-view, que representam uma das principais fontes de lucro para as operadoras. Em 1999, pela primeira vez, os domicílios somaram mais tempo assistindo à televisão por assinatura do que à televisão aberta. (SP, 11-11-2020)

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KDKA, a primeira emissora de rádio faz 100 anos. E você ainda pode ouvi-la

por Ethevaldo Siqueira

Estava ouvindo esta manhã a primeira emissora comercial de rádio do mundo — a KDKA, de Pittsburgh, Pensilvânia, Estados Unidos — inaugurada no dia 2 de novembro de 1920. Não é surpreendente que ela ainda exista e esteja no ar? E mais: pode ser ouvida por você, na internet. Entre no site www.kdka.com, agora com o endereço mais moderno: http://pittsburgh.cbslocal.com/

O primeiro noticiário da KDKA no dia de sua estreia em 1920 foi a cobertura das eleições presidenciais americanas daquele ano, com a vitória do senador republicano Warren Harding e a derrota do democrata James Cox.

Em seu estúdio, apenas quatro homens operavam todos os equipamentos e preparam os textos das notícias. Um jornal protestou contra o nascimento da emissora: “Essa rádio, radiotelefonia ou seja lá o que for, não vale qualquer discussão”. Outro diário previu que a publicidade no rádio não apenas seria ineficaz, mas ofensiva aos ouvintes. Para contrariar sua opinião, a Rádio WEAF, de Nova York, transmitia o primeiro anúncio comercial pago do mundo, em 1922, que custava ao anunciante a fortuna de US$ 50 pelo total de 10 minutos.

O fato significativo que focalizo aqui é a proximidade do primeiro centenário do rádio no mundo, em 2020. No Brasil, será em 1922, considerando a primeira transmissão, que ocorreu em 1922, no dia do Primeiro Centenário da Independência do Brasil. O discurso do presidente Epitácio Pessoa, feito no Rio de Janeiro foi ouvido em grandes alto-falantes na Praça da Sé, em São Paulo, bem como em Niterói e Petrópolis, dentro do programa de comemorações do Centenário da Independência.

O jornal A Noite do dia seguinte aplaude: “Um sucesso da radio-telephonia e do telephone auto-falante”.

Ao inaugurar a primeira emissora de rádio do Brasil, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, em 20 de abril de 1923, Roquette-Pinto revela seu extraordinário otimismo e seu sonho quanto ao papel da radiodifusão nascente:

“Todos os lares espalhados pelo imenso território do Brasil receberão livremente o conforto moral da ciência e da arte. A paz será realidade entre as nações. Tudo isso há de ser o milagre das ondas misteriosas que transportarão, no espaço, silenciosamente, as harmonias. Que incrível meio será o rádio para transformar um homem em poucos minutos, se o empregarem com alma e coração!”

Médico, antropólogo e professor, Edgard Roquette-Pinto é, acima de tudo, um apaixonado pelo rádio. Nascido na cidade do Rio de Janeiro em 25 de setembro de 1884 e criado numa fazenda em Minas Gerais, aos 10 anos retorna ao Rio de Janeiro com os pais. Aos 21, forma-se em Medicina. Faz diversas viagens aos sertões de Mato Grosso ao lado do então coronel Rondon (Cândido Mariano da Silva).

Quem inventou o rádio? Marconi ou Pe. Landell?

O italiano Guilherme Marconi havia demonstrado em 1901 a possibilidade da comunicação sem fio de longa distância ao transmitir pela primeira vez um sinal de rádio através do Atlântico Norte. Da Cornualha, ao sul da Inglaterra, um sinal de rádio (a letra S, em código Morse) é transmitida para o Canadá, e captada na Terra Nova.

Não há dúvida de que Marconi é o inventor do rádio, embora o mundo conheça pioneiros de talento como o padre brasileiro Roberto Landell de Moura, que em 1899, demonstrou publicamente a viabilidade do uso das ondas hertzianas, ao transmitir de sinais de áudio, em uma distância de 8 quilômetros, da Avenida Paulista à colina de Santana.

O fato foi registrado pela imprensa da época, inclusive pelo jornal O Estado de S. Paulo. Incompreendido e acusado de ter parte com o demônio, o padre Landell não obteve apoio do governo brasileiro e quase foi excomungado pela Igreja Católica. Desencantado, foi para os Estados Unidos e lá registrou diversas patentes no US Patent Office.

Se você quiser saber mais sobre esse padre gaúcho e seus inventos, leia o livro do jornalista Hamilton de Almeida, Padre Landell de Moura, Um Herói sem Glória (Editora RCB). Hamilton mostra que o Padre Landell foi precursor da primeira transmissão de rádio, anterior à experiência realizada pelo italiano Guglielmo Marconi.

Como um Júlio Verne brasileiro, ele previu o nascimento e o futuro da televisão e vislumbrou até a possibilidade de comunicações interplanetárias –, ele continua a ser lembrado na memória da civilização. Para Hamilton de Almeida, cometeu-se “uma injustiça devastadora contra um grande talento nacional, cujo reconhecimento só tem ocorrido entre pequenos grupos acadêmicos e científicos”.

06-11-2020

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União Worldline-Ingenico cria líder do mercado de meios de pagamentos

Ao unir forças com a Ingenico, a Worldline avança para fomentar o crescimento econômico de bancos, comerciantes e de todo o ecossistema de pagamentos de forma sustentável e rentável. E torna-se líder do setor de serviços de pagamentos na Europa, entrando para o rol das maiores empresas globais do segmento.

A Worldline tem como missão oferecer soluções que promovam um crescimento econômico viável e reforcem a confiança e a segurança no âmbito social. Com sua presença global e foco em excelência, inovação e sustentabilidade, a Worldline pretende agilizar o desenvolvimento da indústria de pagamentos na Europa, desenvolvendo novos recursos para facilitar os processos de pagamentos, o dia a dia e os negócios dos usuários de seus serviços.

A Worldline é a maior empresa de serviços de pagamentos da Europa e a quarta maior do mundo. Em 2019, a empresa registrou € 5,3 bilhões de faturamento pro forma. Oferece aos clientes, onde quer que estejam, soluções sustentáveis, confiáveis e seguras em todas as etapas da cadeia das operações de pagamento, contribuindo assim para o crescimento das empresas.

Com uma equipe de 20 mil colaboradores, desenvolvendo novos recursos para facilitar os pagamentos. A empresa presta serviços a aproximadamente 250 mil clientes de e-commerce e sites comerciais, aceitando mais de 350 meios de pagamento e trabalhando com mais de 150 adquirentes locais. Mundialmente reconhecido, seu gateway oferece funções digitais customizadas, disponíveis para comerciantes do mundo inteiro.

A empresa é número um na Alemanha, tem sólida presença nos Países Nórdicos e uma ampla rede de parcerias com bancos e varejistas na França. Graças a esse extenso alcance geográfico, a Worldline oferece importantes vantagens para comerciantes que atuam em diferentes países, como o Brasil, proporcionando aos clientes alternativas internacionais de transações, com foco em eficiência operacional e inovação.

Com o acordo, varejistas poderão contar com soluções e serviços que promovam seu crescimento, além ter acesso a uma vasta gama de soluções de pagamento digitais para melhorar a eficiência operacional e engajamento do cliente por meio de soluções de pagamento de última geração, tecnologia de ponta, avançada capacidade de inovação e sólida presença global.

Segundo Gilles Grapinet, CEO da Worldline, “este é um momento único para a Worldline, especialmente por reforçar a proposta de valor do nosso negócio. Com o potencial de escala e presença global, redesenhamos todo o nosso Grupo para, mais do que nunca, sermos o melhor parceiro para nossos clientes, comércio e bancos, principalmente por oferecer serviços de pagamento eletrônico de última geração para alavancar o crescimento de seus negócios e para ajudar na transformação digital.

Dessa forma, estamos ainda mais comprometidos em contribuir para um crescimento sustentável dos lugares onde operamos com o mais alto nível de responsabilidade social e ambiental. Apesar do período desafiador que todos estamos enfrentando, nunca estive tão animado com o potencial do Grupo, dos nossos 20.000 colaboradores e do futuro que temos pela frente”.

Presente em mais de 50 países, a Worldline é a única empresa europeia com atuação global capaz de competir com outros grandes players do setor. A oferta de soluções da Worldline cobre todo o ecossistema de pagamentos, desde a autorização de operações nas lojas até o processamento pelos adquirentes.

Agora, com esse novo perfil ampliado, a Worldline passa a ter maior acesso ao mercado americano, mais visibilidade nos mercados da América Latina e na região da Ásia-Pacífico e maior potencial para expandir suas operações em países onde o uso de cartões ainda é baixo.

A Worldline oferece serviços de pagamento do mais alto padrão, incluindo pagamentos on-line, soluções omnichannel, um amplo portfólio de terminais de pagamentos, banco digital e operações de emissão e aquisição. A empresa atende 1 milhão de comerciantes e 1.200 bancos e instituições financeiras, promovendo seu crescimento com base em sólidas economias de escala e expertise operacional diferenciada.

Com a união entre as duas empresas, a Worldline alia, por um lado, sua ampla cobertura da cadeia de valor e sua expertise como adquirente em operações internacionais, e, por outro lado, a visibilidade global da Ingenico no segmento de e-commerce.

A Worldline é a parceira ideal para os comerciantes, oferecendo uma cobertura incomparável em toda a cadeia de valor de pagamentos, com uma associação exclusiva de soluções para transações on-line, em estabelecimentos comerciais e em outros setores.

A nova Worldline oferece aos clientes soluções para necessidades locais e globais. Em diversos países, a empresa está presente desde que surgiram os primeiros pagamentos eletrônicos, exibindo um longo histórico no cenário nacional de operações de pagamento em países como Bélgica, Luxemburgo, Suíça e Áustria.

Cerca de 180 mil estabelecimentos dos setores de varejo, hotelaria e serviços poderão continuar confiando nos serviços de alto padrão prestados pela Worldline. Para os novos clientes, a integração será mais rápida e mais simples, graças às soluções digitais para PMEs e à plataforma de autenticação sem hardware.

A Worldline tem como missão desenvolver e oferecer transações e soluções de pagamento digitais que promovam um crescimento econômico sustentável e reforcem a confiança e segurança na nossa sociedade. Com a integração da Ingenico, a Worldline continuará a cumprir seu papel como parceira na área de pagamentos, oferecendo serviços confiáveis, seguros e que gerem menor impacto ao meio-ambiente.

No atual cenário de grandes desafios econômicos e sociais, a nova Worldline deseja agilizar a transição para uma economia menos dependente de pagamentos em espécies, mediante um processo sustentável, responsável e socialmente inclusivo.

https://worldline.com/content/new-worldline-com/en/home/solutions/online-payments.html

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Vivo bate novo recorde em fibra e aumenta lucro no trimestre

Ethevaldo Siqueira, com notícias da operadora

• Clientes Vivo Fibra chegam a 3,1 milhões, representando metade da base de acessos de banda larga da empresa. No trimestre, recorde histórico com 267 mil novos acessos;
• Serviços de fibra avançam para 28 novas cidades no período, totalizando 244 municípios ao final de setembro, com 14,6 milhões de domicílios cobertos em todas as regiões do País;
• No Segmento móvel, a Vivo aumenta a liderança de mercado com 33,3% de participação, a maior dos últimos 14 anos, e crescimento anual da base de acessos de 3,9%. De julho a setembro, foram 844 mil novas adições no pós-pago;
• Lucro líquido cresce 25,5% e chega a R$ 1,2 bilhão.


São Paulo, 27 de outubro de 2020 — Os resultados financeiros da Vivo, durante o terceiro trimestre, acompanharam o início da retomada da economia do País, após meses de forte retração e incertezas causadas pela pandemia. Ao longo do período, a empresa diversificou sua estratégia com novos modelos de negócios, ampliou sua cobertura para milhares de clientes e fortaleceu sua geração de caixa com retorno ao acionista. A Vivo registrou lucro líquido de R$ 1,2 bilhão, com crescimento de 25,5% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Com a digitalização mais presente no dia a dia das pessoas, a companhia atingiu, pelo terceiro trimestre consecutivo, patamares históricos de crescimento em fibra. No período, a Vivo adicionou 267 mil novos acessos à sua rede, um aumento anual de 34,2%, chegando a 3,1 milhões de clientes com internet fixa de ultravelocidade, metade da base de acessos de banda larga da empresa. As receitas evoluíram na mesma velocidade. Os ganhos com fibra cresceram 56% em relação ao ano anterior e compõem 55% de toda a receita do segmento, que teve alta de 5,4% em comparação com o mesmo trimestre do ano passado. Em IPTV (TV por fibra) a trajetória de crescimento seguiu o mesmo ritmo, com aumento anual de 27% no trimestre e mais de 70% de participação em toda a receita de TV.

No período, a Vivo Fibra chegou em 28 novas cidades, totalizando 244 municípios ao final de setembro, com 14,6 milhões de domicílios cobertos em todas as regiões do País. A pandemia acelerou a necessidade da população por conectividade e a Vivo está diversificando seus negócios para promover essa expansão. Após a parceria com a American Tower, em Minas Gerais, e a criação do modelo de franquia, a Terra Fibra, a Vivo iniciará em 2021 uma nova etapa que, em três anos, pode levar a fibra para cerca de cinco milhões de novos domicílios. Conforme anunciado no final de julho, a Vivo vai constituir uma unidade independente para a construção e oferta de uma rede de fibra neutra e independente para expandir a tecnologia em cidades fora do estado de São Paulo. Somado à expansão orgânica da empresa, a Vivo saltará de 14 milhões para 24 milhões de domicílios cobertos até 2024.

Em paralelo, a empresa seguirá atuando para manter a melhor conexão móvel, que a partir do próximo ano ganhará uma nova etapa com o início da operação 5G, após o leilão. Até a massificação da tecnologia, a empresa continuará investindo para expandir a rede 4,5G e levar a experiência 5G DSS para outros municípios.

Para o presidente da empresa, Christian Gebara, a representatividade da fibra nos negócios da Vivo reflete a qualidade do serviço oferecido, que foi evidenciada nos últimos meses quando a conectividade se tornou essencial. "A relação dos nossos clientes com a digitalização ganhou outro sentido após meses tendo a tecnologia como principal aliada. E nós, como empresa líder do setor, estamos atuando para levar conectividade de excelência para mais pessoas. Seja com investimento próprio ou por meio de outros modelos de expansão", afirma Gebara. "Ao mesmo tempo que expandimos nossas redes, avançamos como hub de serviços digitais com mais de 200 parceiros em Segurança, Educação, Saúde, Entretenimento. Somos parte de um ecossistema, integrando funcionalidades para facilitar a vida cada vez mais digital dos consumidores", explica.

Nesta linha, no começo do trimestre, a Vivo lançou a Loja Vivo, um marketplace de produtos ligados à tecnologia. A novidade seguiu o conceito "Tem Tudo na Vivo", cuja ideia central é oferecer aos clientes a possiblidade de encontrar na empresa tudo o que precisam em termos de conectividade: de lâmpadas inteligentes a refrigeradores conectados.

Outro destaque é a aproximação com a área de serviços financeiros. Com o Vivo Money, serviço de crédito pessoal, clientes controle e pós-pago podem contratar de R$ 1 mil a R$ 30 mil de forma 100% digital. O Vivo Money oferece taxas de juros competitivas, a partir de 1,99% ao mês, conforme análise de perfil de crédito do cliente, e o prazo de pagamento varia de seis a 24 meses.

Para o mercado corporativo, segue em desenvolvimento o Vivo ID do Cliente, que é o índice de digitalização de cada empresa, um indicador que permitirá à companhia oferecer a melhor solução para cada necessidade. "A Vivo é o parceiro ideal para ser o agente transformador de todo e qualquer negócio. Acreditamos que quando as empresas se digitalizam, elas transformam vidas, e podemos contribuir para acelerar essa transformação", finaliza o presidente da Vivo.

Segmento móvel: acessos em alta

No segmento móvel, a Vivo ampliou a liderança de mercado com 33,3% de participação, a maior dos últimos 14 anos, com crescimento anual de 3,9% e mais de 76 milhões de acessos. No pós-pago, a alta foi de 3,9%, com 844 mil novas adições líquidas, representando forte recuperação frente ao segundo trimestre do ano. Os acessos pós-pagos já correspondem a 57,3% de toda a base de acessos móveis. O segmento ainda contou com o lançamento do Vivo Selfie, novo portfólio pós-pago, criado para levar mais benefícios e vantagens por meio de parcerias com empresas que são referência no mundo digital e de entretenimento, como Premiere, Spotify, Netflix, Telecine e Rappi.

Com receita estável no trimestre, o segmento móvel mais uma vez se mostrou resiliente e fortaleceu a performance do pré-pago, que elevou suas receitas em 5,8% no comparativo anual e em 13% quando comparado ao trimestre anterior. O crescimento veio acompanhado de novos acessos. No trimestre, foram mais de 1,4 milhão de adições líquidas, o maior nível dos últimos oito anos. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a alta foi de 3,9%.

Ao final de setembro, todas as lojas já haviam retomado suas atividades, porém com capacidade limitada em função das medidas de distanciamento social. A reabertura elevou as receitas com vendas de aparelhos e acessórios em 90,3% no trimestre e em 10% no comparativo anual.

Otimização do investimento e maior geração de caixa

Os investimentos da Vivo no ano somam cerca de R$ 5,4 bilhões, aplicados na expansão de fibra e ampliação das redes 4G e 4,5G. No trimestre, o aporte chegou a R$ 1,8 bilhão. A estratégia, aliada à otimização de investimentos em tecnologias legadas, garantiu à empresa inigualável geração de caixa, que de janeiro a setembro chegou a R$ 8,9 bilhões, um crescimento de 50% em relação ao ano anterior; e contribuiu para a maximização do retorno ao acionista.

"Neste trimestre, através de uma retomada gradual da economia e, alavancando-nos no valor de nossa marca, apresentamos forte desempenho em segmentos chave como fibra, que apresentou crescimento expressivo em receitas. Adicionalmente, devido às nossas iniciativas de eficiência e otimização na alocação de investimentos, pudemos combinar sólido crescimento do lucro líquido, que aumentou 25,5% no terceiro trimestre, com sólida geração de caixa acumulada de R$ 8,9 bilhões, montante superior ao registrado durante todo o ano de 2019", explica o CFO da Vivo, David Melcon.

O EBITDA (sigla do inglês para “lucros antes de juros, Impostos, depreciação e amortização”) foi de R$ 4,3 bilhões no trimestre, uma redução de 4,8% em relação ao mesmo período no ano anterior, refletindo, ainda que em menor escala, a menor atividade comercial do período em função da pandemia e parcialmente compensada pela eficiência no controle de custos. A margem EBITDA do trimestre atingiu 40%, 0,3 ponto percentual superior ao trimestre anterior.

Vivo Sustentável

O compromisso da Vivo com as melhores práticas ESG (Ambiental, Social e Governança Corporativa, na sigla em inglês) ficou ainda mais evidente com a presença da empresa entre as 10 companhias de destaque no novo índice de Sustentabilidade, o S&P/B3 Brasil ESG, que reúne as companhias com atuação elevada nos critérios ambiental, social e de governança. Este é um referencial que comprova que a sustentabilidade está no centro da estratégia de negócio da Vivo e o quanto suas iniciativas são relevantes para a sociedade e para o mercado.

Em setembro, como reforço de suas ações voltadas à economia circular, a Vivo lançou o movimento "Recicle com a Vivo", uma campanha para estimular os consumidores a fazer o descarte correto de resíduos eletrônicos. A iniciativa busca ampliar em 20% a coleta e a reciclagem de equipamentos eletrônicos nas 1,6 mil lojas e revendas da Vivo, levando ao público a opção pelo consumo responsável. Em um único dia de mobilização, junto ao público interno, foram recolhidas 1,8 tonelada de resíduos eletrônicos, como celulares, cabos, pilhas e baterias.

Na esfera social, o projeto Escolas Conectadas, desenvolvido pela Fundação Telefônica Vivo e que estimula o ensino a distância para educadores, ganhou este ano o Prêmio UNESCO-Hamdan Bin Rashid Al-Maktoum de Melhores Práticas e Desempenho no Aprimoramento da Eficácia de Professores. A premiação destaca iniciativas que apoiam a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem no cumprimento das metas de Educação para Todos, que é uma das prioridades da UNESCO. O Escolas Conectadas é o único projeto brasileiro a ganhar a premiação.

No âmbito da governança, durante o trimestre a Vivo aprovou a conversão das ações preferenciais em ações ordinárias, garantindo a ampliação dos direitos dos acionistas minoritários, em linha com o mais alto nível de Governança Corporativa do mercado.

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ASG Technologies aposta no futuro da transformação digital

A ASG Technologies Group, Inc., empresa especializada em soluções de Gerenciamento de Informação e Sistemas de TI, anuncia uma série de iniciativas para tornar as companhias brasileiras mais preparadas para o novo ambiente digital, que está registrando aumento exponencial no volume de dados. A empresa anuncia uma série de eventos e atividades para tornar companhias brasileiras mais preparadas para o novo ambiente de dados.

“Estamos realizando um conjunto de atividades para promover a transformação digital das empresas, acelerando o uso de dados para ganho de performance”, diz Paulo Padrão, Vice-Presidente Sênior e General Manager da ASG Technologies para a América Latina.

Com o tema “See the Future—Be the Future: Leveraging Traditional Solutions while Embracing A Modern Approach”, a ASG Technologies está apresentando para empresas de todos os tamanhos e segmentos da indústria seu portfólio de soluções, capaz de alavancar o uso de dados para um melhor gerenciamento de soluções e sistemas de TI que aceleram suas jornadas de transformação digital.

“As companhias estão navegando em tempos sem precedentes por conta da pandemia de COVID-19. Sendo assim, é fundamental que o mercado aproveite o potencial da tecnologia disponível para alavancar seus negócios”, diz o executivo.

A ASG Technologies está desenvolvendo também atividades que visam o reconhecimento e a valorização da importância de lideranças femininas no mercado latino-americano por meio de encontros virtuais que debatem o papel das mulheres na área de tecnologia. Esses encontros ressaltam as oportunidades obtidas com a inclusão de mulheres em cargos de liderança de TI, um setor que está sempre em constante evolução.

A iniciativa “Women Leaders in Technology Virtual Coffee Talk” tem sido realizada anualmente pela ASG Technologies com resultados tão positivos para as executivas participantes que a companhia estuda a possiblidade de criar um modelo para o programa, com encontros trimestrais. O ajuste no calendário deverá ser feito a partir dos retornos positivos que foram fornecidos para a ASG Technologies durante a edição de outubro deste ano. “Executivas de TI (CIOs, CDOs etc) do Brasil e de toda a América Latina participaram do encontro, elogiando o formato e os temas debatidos, como a importância da diversidade para os negócios”, diz Padrão, destacando que muitas novidades serão continuamente anunciadas pela ASG Technologies.

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Oi Fibra investe e atinge 1,5 milhão de clientes

oi_fibra.jpg21/08/2020 - A Oi alcança a marca de 1,5 milhão de clientes do serviço Oi Fibra, um dos seus principais pilares de negócios.

A companhia, que havia registrado 1 milhão de assinantes em abril, agregou mais 500 mil clientes sua base em quatro meses. O rápido crescimento vem sendo registrado em todos os estados do país (exceto são Paulo onde não há operação do serviço), com destaque para Alagoas, Espírito Santo, Paraíba e Sergipe, onde a base de clientes cresceu mais de 30% no mês de julho. Atualmente, a Oi Fibra tem a preferência dos clientes do segmento nos estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima, Rondônia, Rio Grande do Sul e Tocantins. Segundo o último relatório da Anatel referente a Junho/20, a Oi é líder em número de assinantes de fibra ótica nesses 16 estados do país.

Desde o lançamento da Oi Fibra em 2018, a operadora vem investindo constantemente na expansão da rede, no aprimoramento do serviço com novas velocidades e em campanhas de comunicação para ampliar a visibilidade de seus atributos. O objetivo da Oi é ampliar receita ao democratizar o acesso da população à mais moderna tecnologia de conexão de internet.

Atualmente, a Oi Fibra está disponível em 7,2 milhões endereço (HPs) de 127 cidades distribuídas em todos os estados do país, menos em São Paulo. Suas ofertas incluem internet banda larga com até 400 Mega de velocidade, telefonia fixa (VoIP), TV por assinatura (IPTV) e conteúdo sob demanda (OTT), tudo com a qualidade e a estabilidade proporcionada por uma conexão de pura fibra ótica até a casa do cliente.

O bom desempenho do serviço também se deve ao diferencial da Oi de ter a maior rede de transporte de dados de fibra ótica instalada no país, com mais de 370 mil quilômetros de extensão. Toda essa infraestrutura garante mais velocidade e estabilidade na conexão, além de uma rápida expansão da oferta de serviço em todas as regiões do Brasil.

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