App une médicos e pacientes no Rio e em SP

beep_saude_2.jpg24/10/2016 - O aplicativo Beep Saúde foi lançado julho deste ano com o objetivo de resgatar uma das práticas mais tradicionais da medicina - a visita domiciliar ou onde o cliente preferir - e proporcionar uma experiência diferente para profissionais e pacientes, que alie qualidade e mais flexibilidade de agenda para ambas as partes.

Para o paciente utilizar o serviço de atendimento médico, basta baixar o Beep em celulares com sistema iOS ou Android e se cadastrar. O aplicativo é gratuito, mas é cobrado uma taxa de R$ 50,00 pela vacinação. Já os preços variam de acordo com a vacina, e estão entre R$ 80 (Hepatite B) e R$ 400 (PPD).

O Beep funciona de acordo com a localização do paciente. O aplicativo mostra para o usuário as beep_saude_3.jpgopções de médicos da especialidade desejada que estão disponíveis para atendimento imediato, em um raio de até 10km. A partir daí ele visualiza o currículo de cada um e pode "beepar" o profissional escolhido. Ao final da consulta, o paciente tem a opção de avaliar o atendimento, concedendo de 1 a 5 estrelas para o médico. Esta avaliação conta para a permanência do profissional na rede do Beep.

A vacinação em domicílio está disponível das 8h às 19h30 e oferece imunização para adultos, crianças, adolescentes, gestantes, com vacinas contra Dengue, Gripe, Hepatite A e B, BCG, PPD, HPV, Rotavirus, Sarampo, Cachumba, Rubéola, Febre Amarela e Tuberculose, dentre outras.

O aplicativo começa operando na cidade do Rio de Janeiro e São Paulo, conta com mais de 1000 médicos cadastrados, em todas as especialidades. O processo de seleção desses profissionais passa pela análise curricular e documental. São selecionados médicos formados nas mais tradicionais universidades e serviços de residência médica, com experiência comprovada.

Vantagens para médicos e pacientes

O maior objetivo do Beep é promover atendimento médico com qualidade e devolver ao paciente e ao médico o melhor uso do seu tempo. "Atualmente muitas pessoas chegam em casa após o trabalho e lembram que precisam ir ao médico, mas pela hora já não conseguem mais marcar a consulta, ou passam pela dificuldade de não conseguir uma data de atendimento próxima. Ou, pior, algum ente ou ela própria está sentindo mal e precisaria de atendimento de urgência, mas tem que passar pela via crucis das emergências dos hospitais, que estão lotadas e priorizam os casos mais graves. Com o Beep, essa pessoa pode escolher o médico que julgar mais adequado pelo currículo e pele preço da consulta, e rapidamente o profissional estará onde ela precisar", explica Vander Corteze, médico e idealizador do aplicativo. "Com o Beep queremos estimular o paciente a procurar um bom médico no momento em que o sintoma aparece e não deixar que o seu problema de saúde se agrave", completa.

Já o médico pode se mostrar on line no Beep quando quiser e puder, aproveitando aquela brecha na agenda para atender mais pacientes e assim otimizar o seu trabalho. Assim, o Beep é uma alternativa para incrementar a prestação de serviços particulares para além do consultório tradicional. No futuro, inclusive, Vander planeja incluir a opção 'encaixe' no aplicativo: assim o paciente que desejar checar se há vaga em algum ao consultório médico perto poderá encontrar um horário que está ou ficou vago na agenda do profissional.

O valor da consulta é fixada por cada médico, de acordo com suas expectativas. Todos oferecem recibo, que serve como comprovante para reembolso no plano de saúde e declaração do imposto de renda. Todas as consultas são pagas exclusivamente via cartão de crédito.

Apesar de iniciar a prestação de serviço somente com médicos, a meta é expandir para outros serviços médicos, como fisioterapia e enfermagem, entre outros. Vander Corteze estima fazer até 5 mil consultas por mês, fechando um ano de lançamento do Beep com mais de 150 consultas por dia e cerca de mil profissionais cadastrados.

O Beep tem o apoio de diversas sociedades de especialidades médicas para operar, e está em conformidade com a legislação.

Parceria com o Uber

O app tem ainda um sistema que funciona em parceria com o Uber. Ao chamar o profissional, o Bepp aciona o Uber e passa exatamente o valor da corrida do médico (ida e volta). Esse valor é adicionado ao preço da consulta e o paciente efetua o pagamento conjunto no cartão de crédito. Ao ser 'beepado', o médico tem a opção de chamar na hora o Uber e agilizar o deslocamento ou ir com seu próprio carro, se desejar.

Mesmo tendo essa parceria, Vander faz questão de cravar a diferença entre os serviços: "Medicina não é como transporte, não basta apenas enviar o médico mais próximo. A escolha do profissional por parte do paciente é um dos grandes diferenciais do Beep. O paciente pode escolher qual profissional irá atendê-lo analisando currículo, valor da consulta, distância e avaliações de outros pacientes", reforça.

 

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Plataforma inova e garante pagamento do aluguel

5andar.jpg14/09/2016 - A startup QuintoAndar oferece seguro-fiança gratuito e se compromete a efetuar o depósito do aluguel para o dono do apartamento mensalmente.

O site que simplifica a locação de apartamentos residenciais, agora garante o repasse do pagamento do aluguel em dia aos proprietários de imóveis, mesmo se o inquilino atrasar ou ficar inadimplente, a empresa se compromete a efetuar o depósito do aluguel para o dono do apartamento todo mês, de acordo com a empresa.

“Conseguimos dar essa garantia porque oferecemos o seguro-fiança pra todos os clientes. Bancamos 100% do valor do seguro para todos que alugam apartamento conosco em São Paulo e Campinas”, comenta Gabriel Braga, co-fundador da empresa.

“Acabamos com o drama de encontrar um fiador, emitir cheque-caução e pagar um seguro por fora. Estamos revolucionando o mercado imobiliário no Brasil”, acrescenta.

Braga esclarece que empresa se responsabiliza pelo seguro-fiança sem repassar valores para seus clientes. “Não temos os gastos todos que as imobiliárias tradicionais possuem. A gente não gasta com lojas físicas”, garante.

Para o CEO, a motivação por trás do seguro-fiança grátis é o ganho de mais agilidade nas negociações de aluguel. “Sem fiador e com contratos padronizados, o processo anda muito mais rápido para o inquilino. E o dono do imóvel tem a tranquilidade de saber que o dinheiro vai pingar na conta dele mensalmente. Estamos reduzindo o tempo de fechamento de contrato de semanas para dias. Conseguimos um ganho de dez vezes mais agilidade para os clientes”, revela.

5andarb.jpgComo funciona?

O QuintoAndar paga todas as taxas que a seguradora cobra, e o proprietário fica como segurado ao longo de todo o contrato de locação. A diferença para um seguro tradicional é que a startup paga o prêmio do seguro — ou seja, o valor que o inquilino pagaria se o contratasse diretamente. A apólice é emitida pela BNP Paribas Cardif e serve como garantia locatícia conforme artigo 37-III da Lei do Inquilinato.

O QuintoAndar mantém o seguro ativo enquanto o inquilino estiver morando no imóvel e enquanto administrar a locação. O seguro cobre aluguel, condomínio, IPTU, água, luz e gás encanado até montante equivalente a 30 vezes o valor do aluguel mensal.

 

 

 

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O que o Pokémon GO ensina sobre inovação?

pokemon_kasper.jpg*Por Fernando Sousa
08/09/2016 - A febre do Pokémon GO sacudiu o mundo dos games – já foram mais de 500 milhões de downloads. De uma companhia de futuro incerto, a Nintendo voltou a ditar tendências, como nos áureos tempos do NES e do Game Boy. A empresa experimentou uma valorização de 70% em suas ações em apenas uma semana. Essa é uma demonstração da força da Economia dos Aplicativos.

O motor de toda essa mudança foi nada mais (ou nada menos, nos dias atuais) do que um aplicativo. Ideias, desenvolvimento, trabalho e tecnologia concretizados na forma de um app. Essa transformação por meio do digital afeta não só o mercado de jogos, mas cada setor da economia, no mundo todo. Se há uma corrida por games realísticos, com roteiro e trilha sonora de cinema e processos longos de criação, a Nintendo conquistou o coração dos usuários com um jogo de mecanismo e estética simples, acesso fácil – está no celular, ao alcance das mãos o dia todo – e com lançamento contínuo de atualizações.

Para os jedis que estavam em alguma galáxia muito muito distante nas últimas semanas, o objetivo geral do Pokémon GO é simples: capturar o máximo possível de Pokémons. O aplicativo do jogo usa a localização do jogador e vai escondendo Pokémons nas proximidades, estimulando os jogadores a procurá-los nos locais mais inusitados. Usando a câmera do seu celular como uma janela para esse ambiente virtual, você é capaz de assistir seu personagem andar na rua e se mover como se estivesse na vida real. Outros postos espalhados pelo ambiente real/virtual, chamados PokéStops e PokéGyms ajudam a turbinar as habilidades do seu personagem.

O jogo tem um alto potencial viciante – no mês de julho, ultrapassou, em número de horas gastas por seus usuários, redes sociais tão populares quanto o Twitter, Facebook e Snapchat. Levantamento do Sensor Tower no início de agosto indicava que, em média, jogadores de Pokémon GO gastavam mais de 26 minutos por dia no aplicativo.

Qual o segredo do Pokémon GO para se tornar um aplicativo de tão alta adoção em tão pouco tempo? Quais lições do processo de inovação da Nintendo podem ser replicados?

Plataforma pronta para a inovação

A empresa que desenvolveu o Pokémon GO, Niantic, já havia desenvolvido outro jogo bastante popular chamado Ingress. Diferentemente do Pokémon GO, o Ingress é um jogo elaborado e que desde 2012, vem tendo enorme sucesso na comunidade de gamers. Começaram então negociações com a Pokémon Company, para aliar a experiência adquirida no jogo Ingress a uma franquia tão consolidada como o Pokémon.

O diferencial da Niantic foi ter uma plataforma. Com o Ingress, eles criaram a tecnologia para suportar um jogo multiusuário, baseado em localização e com recursos de realidade aumentada. Ao longo dos anos, definiram os melhores locais físicos onde os usuários teriam de ir para avançar no jogo. Todo esse conhecimento serviu de base para desenvolver o Pokémon GO. Assim, bastou adaptar a plataforma do Ingress para a temática do Pokémon GO e lançar no mercado. Isso fez tamanha diferença que, da assinatura de contrato entre Niantic e Pokémon Company até a criação da versão beta do Pokémon GO, se passaram apenas seis meses.

Ter uma plataforma é um grande diferencial competitivo. Modelos de negócio podem ser criados com base nas estruturas já consolidadas dentro das organizações, da mesma maneira que peças de Lego são agrupadas para formar novas figuras. Plataformas são construídas por meio do uso de APIs, que conectam informações e sistemas existentes com um novo mundo de inovação. Hoje, as APIs são os blocos de construção das organizações abertas e expansíveis.

Crie experiências que os usuários queiram

O Pokémon GO é um exemplo de rápida adoção e fidelização. Ele contém elementos que prendem a atenção dos usuários e fazem com que eles gastem cada vez mais horas jogando. A fácil usabilidade – basta se dirigir aos locais onde existem Pokémons para capturá-los – permite que uma audiência diversa se interesse. Já o Ingress, como vimos, era um jogo elaborado e complexo que atinge uma parcela específica de gamers.

Isso demonstra que o design orientado ao usuário, constituído de funcionalidades que realmente o interessam, é fundamental para a adoção. A questão parece trivial, mas é uma das que mais atormentam os desenvolvedores de produtos digitais. Estima-se que, nos processos tradicionais de levantamento de necessidades, 80% das funcionalidades lançadas nunca são usadas pelos usuários.

Uma das principais tendências em desenvolvimento de produtos digitais é a definição e validação das reais necessidades dos clientes. Para saber o que eles realmente querem, não basta perguntar. É necessário descobrir – e usar o resultado dessas descobertas para expandir o produto gradativamente. Esse processo funciona como um mecanismo evolutivo, premiando as funcionalidades que tem maior aderência e eliminando aquelas que não tem. Nesse processo, muitas ideias serão experimentadas, e há de se aceitar que algumas delas não serão bem sucedidas. Uma mudança de pensamento será necessária aqui, já que as empresas não estão acostumadas a encarar o "insucesso" como uma forma de aprendizado. Além disto, recomenda-se começar com uma versão que possua o conjunto mínimo de funcionalidades que atendam às necessidades básicas do usuário. Assim, os feedbacks à empresa chegam mais rápido – e as melhorias ao usuário também.

Essa foi a abordagem usada no Pokémon GO. Ele foi lançado com o conjunto mínimo de funcionalidades para atrair a maior quantidade de jogadores possível. Foi pensado para ter uma interface simples, onde até os usuários com baixo nível de maturidade digital pudessem aprender a jogá-lo rapidamente.

Teste novas hipóteses

A partir da versão inicial do Pokémon GO, os desenvolvedores do produto passam a testar hipóteses. Uma delas é a introdução de campanhas de marketing. A ideia é permitir que empresas anunciantes paguem pela aparição de Pokémons em lugares estratégicos como shopping e outros estabelecimentos que veem no jogo a oportunidade de atrair consumidores. Se esta hipótese se sustentar, de acordo com os feedbacks dos usuários, então valerá investir nela e aprimorá-la, caso contrário toma-se uma nova hipótese, e o processo de descoberta recomeça.

Esse é o princípio básico da mecânica de desenvolvimento de produtos moderna: entregue uma versão viável ao seu usuário e teste hipóteses constantemente. Invista nas que sejam promissoras de acordo com o feedback dos usuários e elimine as demais. Empresas inovadoras utilizam estas técnicas constantemente para validar o que mais interessa aos usuários, algumas delas vão além, entregando até duas versões do produto ao mercado, simultaneamente, para diferentes grupos de usuários. E é o feedback de cada grupo que decide em qual versão investir.

O sucesso do Pokémon GO deve-se à utilização de tendências modernas de desenvolvimento de produtos. Assim como a Nintendo, outras indústrias estão investindo para construir suas próprias plataformas. Um exemplo são os bancos, que abrem sistemas e informações para que fintechs construam novos serviços. Outro exemplo são as seguradoras que agora precisam prover cotações de seguro em tempo real para serviços como o Uber ou mesmo serviços de comparação como o Bidu. Em um cenário de franca consolidação da Economia dos Aplicativos, as empresas começam a revisar seu mecanismo de desenvolvimento de produtos tornando-o mais orientado ao usuário e incremental, o que envolve cultura, processos e até as tecnologias que são adotadas para criar inovação. Revisar esses pilares é fundamental para uma organização ágil e inovadora. Em um mercado onde o primeiro a chegar leva a maior fatia, é fundamental inovar rápido, caso contrário não sobrará nenhum Pokémon para você!

*Fernando Sousa é consultor de pré-vendas na CA Technologies

 

 

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Brasil é o 2º país do mundo com mais fraudes de cartões

cartao_credito.jpg29/08/2016 - Pesquisa realizada pela ACI aponta o Brasil como o país americano com comportamento mais arriscado no uso de cartões de débito, crédito e pré-pagos. Além disso, o Brasil foi colocado na segunda posição global entre os países com mais fraudes – atrás apenas do México. O estudo Global Consumer Card Fraud 2016, intitulado “De onde vêm as fraudes com cartões”, foi feito em 20 países, quatro deles nas Américas – Estados Unidos, Canadá, Brasil e México.

Segundo a pesquisa, realizada em parceria com o Aite Group, mais de um quarto dos consumidores brasileiros (27%) deixam seus smartphones desbloqueados quando não estão em uso e 23% jogam documentos e cartas com informações pessoais no lixo. Além disso, 22% acessam ao internet banking sem softwares de proteção ou a partir de computadores públicos, 15% carregam consigo suas senhas anotadas em papel e 11% respondem informações pessoais em e-mails e telefonemas que buscam dados bancários.
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De acordo com Hugo Costa, diretor geral da ACI no Brasil (oferta soluções de pagamentos e serviços bancários eletrônicos), além de evitar as ações apresentadas na pesquisa, há diversos outros cuidados que as pessoas podem tomar para evitar golpes. “Procure usar sempre cartões com chip, pois eles são mais seguros, e nunca perca seu cartão de vista quando for a restaurantes ou postos de combustível, por exemplo. Além disso, ao usar caixas eletrônicos, fique atento: sempre cubra o teclado ao digitar senhas e não utilize o equipamento se houver cabos e fios aparentes”, explica Costa.

​​Atitudes arriscadas têm relação direta com fraudes e o risco tem crescido cada vez mais devido ao aumento global no uso de smartphones e tablets. Globalmente, 54% dos consumidores apresentaram ao menos um comportamento arriscado nos últimos cinco anos. Entre essas pessoas, 58% já sofreram fraude. Já entre os mais cuidadosos, apenas 36% passaram por essa situação

A pesquisa aponta, ainda, que 49% dos brasileiros disseram ter sofrido algum tipo de fraude com cartões nos últimos cinco anos, o que coloca o país na segunda posição no ranking. Em 2014, quando o último estudo foi feito, o país estava na 8ª colocação.

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O que o Big Data tem a ver com o #PokémonGo

pokemon_kasper.jpg*Por Marcos Pupo
17/08/2016 - O aplicativo PokémonGo já é um fenômeno que reflete a realidade do mundo atual. A mobilidade, a Internet das Coisas e o dinamismo da interação com os dispositivos móveis são excelentes oportunidades para a nova geração de aplicativos. Eles podem gerar um grande volume de dados para desenvolver conteúdos sintonizados com os sentimentos e gostos de cada pessoa. Tudo isso rompe todas as barreiras e tem exigido mais inovação e uma transformação por parte das empresas para que otimizem o chamado "go to market".

Os números são impressionantes. Para alguns, os downloads do PokémonGo giram em torno de mais de 100 milhões. Para os mais conservadores, mais de 40 milhões. Qual o motivo do sucesso? Seus desenvolvedores conseguiram combinar os dados dos smartphones com os hábitos e desejos dos usuários por novas experiências na palma da mão. E o mais importante é o novo valor que isso tem gerado para os negócios.

A Oracle analisou o sentimento dos milhões de pessoas que falam sobre o aplicativo para rastrear a informação na internet e nas mídias sociais. Essa busca apurada contou com a ajuda de uma solução de Big Data que descobriu novas variáveis com a análise avançada para entender a percepção dos usuários.

O Big Data também está nas empresas de diferentes setores como financeiro, telecomunicações, varejo, entre outras, para gerar novas fontes de receita, desenvolvendo estratégias baseadas nos sentimentos dos consumidores para criar ofertas bem-sucedidas em menos tempo e com maior rentabilidade.

A febre do PokémonGo é compreensível porque estão traçando perfis dos fâs do jogo com estratégias de Big Data e Análise Avançada. Informações são capturadas em tempo real e enriquecidas pelos comentários das mídias sociais, aproveitando assim o grande valor dessas informações e dados. Isso tem ajudado na criação de campanhas de marketing para promover o uso contínuo do aplicativo.

O PokémonGo é uma tendência mundial. Pessoas de quase todos os países utilizam a mídia social para compartilhar suas experiências e avanços, onde os internautas do Japão, Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, México e Canadá são os que mais encaminham mensagens.

Na América Latina, os mais ativos são os mexicanos, argentinos, chilenos, brasileiros, colombianos e peruanos. Já a hashtag #PokemonGO é a mais frequente e tem gerado milhares de comentários por dia, sendo 42% das mulheres e 58% dos homens, o que confirma que é uma solução que atrai ambos os gêneros e oferece conteúdo de valor para compartilhar na mídia social.

Os dados detectaram contas de fãs criadas para compartilhar as melhores práticas do jogo, lugares de localização de criaturas e dados que aumentam as experiências do usuário com o único interesse de gerar comunidades ao redor do mundo.

Após o sucesso do PokémonGo, muitas marcas começarão a investir em publicidade no aplicativo para aumentar as visitas em suas lojas ou instalações. Trata-se de uma nova fonte de receitas diferente da compra de poderes, criaturas e demais integrantes do jogo, utilizando a economia em escala como o grande motor, já que os preços anunciados são acessíveis para pessoas do mundo inteiro.

Ainda não é possível determinar esse fenômeno é uma moda passageira e um gosto que durará alguns meses ou se continuará crescendo exponencialmente quando chegar oficialmente no resto dos mercados no mundo. Mas temos a certeza que, todos os dias, são gerados milhões de dados extremamente poderosos, tanto quanto o próprio Pokémon.

*Por Marcos Pupo, vice-presidente de Big Data e Analytics da Oracle América Latina

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Aplicativo localiza telefone perdido ou roubado

avast_anti-theft.jpg09/08/2016 – A Avast Software, produtora de segurança para PCs e dispositivos móveis, anunciou hoje uma versão atualizada e totalmente gratuita do seu aplicativo Avast Anti-Theft. Desenvolvido para ajudar os usuários a localizar e recuperar dispositivos móveis perdidos ou roubados, o aplicativo agora promete todas as funcionalidades premium grátis e permite aos usuários localizar, bloquear, limpar e até mesmo fazer soar um alarme em seus telefones, usando para isso qualquer dispositivo móvel ou desktop.

Se um telefone for perdido ou roubado, o usuário pode simplesmente enviar um comando SMS diretamente para o seu telefone ou baixar o aplicativo Avast Anti-Theft gratuito em qualquer outro dispositivo Android para enviar um comando remoto ao seu telefone. Este comando - que também pode ser enviado a partir da web, pela conta Avast do usuário - dá a ele o controle total da ampla gama de recursos do Avast Anti-Theft.

De acordo com a empresa, todos os recursos antes disponíveis somente para usuários premium do aplicativo estão agora incorporados na versão gratuita. Isso inclui o recurso Theftie - a capacidade de tirar remotamente uma foto do ladrão que tenta roubar um dispositivo do usuário - e o recurso de gravação de som, que permite ao usuário gravar o áudio do ambiente em que está o ladrão, para capturar potenciais pistas sobre o paradeiro ou a localização do culpado. Ambas as características podem fornecer informações importantes para ajudar a encontrar um dispositivo perdido ou roubado e devolvê-lo ao seu legítimo proprietário.

"Sabemos que milhões de smartphones são perdidos ou roubados a cada ano, e com eles estão grandes quantidades de dados pessoais importantes", disse Gagan Singh, presidente de mobile da Avast. "Com o Avast Anti-Theft, os usuários têm a capacidade de não só acompanhar o paradeiro de seu dispositivo, mas também limpá-lo completamente, removendo todos os dados, no caso de o dispositivo não ser recuperável. Com a quantidade de informações de valor inestimável em nossos dispositivos, desde fotos até vídeos e mesmo informações bancárias, os usuários devem ter uma forma de apagar esse conteúdo se seus telefones são perdidos ou caem em mãos erradas."

Outras atualizações do Avast Anti-Theft incluem:

• Uma interface de usuário recém-redesenhada, que visa proporcionar para ele uma experiência simplificada, incluindo controles mais claramente dispostos e menos desordenados
• Código completamente reescrito, tornando o aplicativo mais estável e menor
• Suporte dual SIM aperfeiçoado, para que um usuário com dois cartões SIM não seja constantemente notificado quando trocar de cartão
• Configurações padrão inteligentes, para que os usuários não tenham de decidir sobre configurações avançadas. Em vez disso, eles podem configurar uma só vez e esquecer.
• Suporte total ao Android M

O Avast Anti-Theft está disponível para os sistemas operacionais Android e pode ser baixado gratuitamente aqui www.avast.com/pt-br/anti-theft

 

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