As 5 fraudes mais comuns

fraude_web.jpg02/05/2013 - Quase 4% dos emails recebidos em 2012 continham anexos maliciosos. No ano passado, o spam representou mais de 74% do tráfego de email

A Kaspersky Lab acaba de divulgar um estudo que mostra que 3,4% de todos os e-mails de 2012 possuiam anexos perigosos. De acordo com a pesquisa, essa estatística é potencializada pelo spam, que representou 74,3% de todo o tráfego de e-mails no ano passado.

A chance de essas mensagens serem abertas por seus destinatários é grande, uma vez que elas costumam partir de amigos, colegas de trabalho e familiares que já acessaram o conteúdo infectado e contaminaram os seus computadores.

De acordo com a pesquisa realizada pela Kaspersky Lab, os cinco esquemas fraudulentos mais comuns divulgados via email são:

1. Mudança de senha: a vítima recebe uma notificação através de uma plataforma online avisando que sua conta foi atacada e que precisa modificar as suas credenciais de acesso. Para atender ao pedido, os usuários têm que abrir um arquivo anexado onde introduzem seus dados pessoais. Com isso, além de roubar todas as informações solicitadas, o cibercriminoso consegue obter acesso a qualquer dado armazenado no equipamento infectado.

2. Reservas falsas: ultimamente a Kaspersky identificou que os cibercriminosos enviam falsos e-mails em nome de companhias aéreas ou hotéis para confirmar reservas. Nessas mensagens, eles pedem que os usuários entrem em um link e se registrem em uma página falsa, que possui um código malicioso oculto, que permite que o ciberciminoso ataque o computador da vítima.

3. Tragédias midiáticas: este caso é bem similar ao das reservas falsas. Os cibercriminosos aproveitam estas situações para mandar emails maliciosos, apelando para a curiosidade e estados emocionais das potenciais vítimas.

4. Te vi nesse vídeo: quando viola-se uma conta do Twitter ou do Facebook, normalmente são enviadas em seguida mensagens a outros usuários para que estes cliquem num link para ver, por exemplo, "o vídeo onde aparecem". Os cibercriminosos pedem para as vítimas que atualizem seu leitor de vídeos, para que ao fazer o download o malware consiga roubar a informação armazenada no dispositivo.

5. Site legítimo, link malicioso: a Wikipedia e a Amazon foram os últimos sites legítimos onde os analistas da Kaspersky Lab encontraram links maliciosos, por meio dos quais as vítimas são redirecionadas para outras páginas com códigos ocultos que tentam acessar qualquer informação do computador. Ainda que as páginas oficiais eliminem estes sites falsos com regularidade, é preciso ter muito cuidado.

Para evitar cair nestas armadilhas tão comuns, os especialistas da Kaspersky Lab aconselham os usuários a instalar um bom antivírus e a realizarem atualizações contínuas de seu software, browsers e sistemas operacionais.

Sobre a Kaspersky Lab

A empresa está classificada entre os quatro principais fornecedores de soluções de segurança para usuários de endpoints do mundo. Durante os seus mais de 15 anos de história, a Kaspersky Lab continua sendo inovadora em segurança de TI e fornece soluções de segurança digital eficientes para consumidores, pequenas e médias empresas e grandes corporações. Com sua empresa matriz registrada no Reino Unido, atualmente a Kaspersky Lab opera em quase 200 países e territórios ao redor do globo, fornecendo proteção para mais de 300 milhões de usuários em todo o mundo. Saiba mais em http://brazil.kaspersky.com.

JeffreyGroup

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Boot evita malware

malware.jpg26/04/2013 - Nova solução evita execução de malware a partir do boot e é compatível com computadores UEFI

A Kaspersky Lab lança uma solução anti-malware que protege o computador antes que seu sistema operacional seja iniciado, o Kaspersky Anti-Virus para Unified Extensible Firmware Interface (KUEFI). Essa interface é desenvolvida pelo Unified EFI Forum.

O UEFI (Unified Extensible Firmware Interface) é caracterizado como o sucessor do BIOS (Sistema básico de Input/Output) e oferece suporte para novas tecnologias possibilitando uma melhor experiência para o usuário durante a inicialização do computador. Através de múltiplas interfaces, a especificação entrega um sistema mais seguro, tempo de inicialização mais rápido, melhor desempenho, com diversas vantagens tecnológicas se comparadas com o sistema BIOS tradicional.

A Kaspersky Lab aproveitou a oportunidade para desenvolver um produto anti-malware compatível com o UEFI, que será capaz de verificar determinados arquivos de sistema e endereços de memória antes que o sistema operacional seja carregado. Antes dessa tecnologia, rootkits e bootkits poderiam ficar ativos no sistema antes de qualquer solução anti-malware convencional, permitindo que essas ameaças se escondessem do antivírus ou impedindo que o produto de segurança fosse carregado por completo na máquina.

Através do carregamento de um chip ROM, o KUEFI será capaz de verificar os arquivos do sistema antes deles serem carregados e detectar qualquer malware que possa estar escondido na plataforma. Baseada em tecnologias da Kaspersky Lab e do núcleo do Kaspersky Antivírus, a solução oferece configurações de digitalização flexíveis para alcançar o desejado "desempenho versus taxa de detecção" e obter o nível de performance exato para as necessidades de cada usuário. Dependendo do modo de utilização, uma vez que é detectada uma ameaça, o KUEFI pode alertar o usuário ou bloquear completamente o processo de boot até que um especialista qualificado resolva o problema.

"Estou incrivelmente animado com este anúncio. O lançamento do KUEFI só nos traz a vantagem que procuramos por tanto tempo em nossa luta contra o malware", diz Nikolay Grebennikov, CTO da Kaspersky Lab. "Anteriormente nossos inimigos estavam sempre um passo à frente. Eles eram os primeiros a encontrar brechas, pontos fracos ou vulnerabilidades de dia zero, enquanto tínhamos que encontrar uma solução para esses ataques. Mas agora, eles não serão mais capazes de esconder suas atividades maliciosas, uma vez que o KUEFI rodará no nível mais baixo possível para garantir que o sistema do usuário esteja limpo e seguro."

A solução é desenvolvida para ser usada por organizações com os requisitos de TI mais rigorosos, como agências de Estado, organizações militares, usinas, indústrias, e quaisquer outras entidades onde a perda de dados relacionada à malware, o vazamento de dados ou corrupção representa a maior ameaça.

Sobre a Kaspersky Lab

A empresa está classificada entre os quatro principais fornecedores de soluções de segurança para usuários de endpoints do mundo. Durante os seus mais de 15 anos de história, a Kaspersky Lab continua sendo inovadora em segurança de TI e fornece soluções de segurança digital eficientes para consumidores, pequenas e médias empresas e grandes corporações. Com sua empresa matriz registrada no Reino Unido, atualmente a Kaspersky Lab opera em quase 200 países e territórios ao redor do globo, fornecendo proteção para mais de 300 milhões de usuários em todo o mundo. Saiba mais em http:// kaspersky.com.br.

JeffreyGroup

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Proteja a sua conta online

images.jpeg25/04/2013 - Uma senha difícil é a melhor opção contra rackers para qualquer rede social ou outro uso em rede

Siga estes passos para proteger sua conta no twitter, ou para qualquer outra conta utilizada online.

Começe com uma senha difícil. Sim senhas são imperfeitas para manter sua conta segura, mas esta é a melhor opção até o momento. Evite opções como senha123, e misture símbolos e letras. Mais seguro ainda se você usar frases porque são difícies de serem copiadas. Evite também seu nome, ou de seus filhos, parentes e até mesmo animais de estimação se voce postou fotos na rede social. Importante também é ficar atento aos e-mails estranhos. Se voce receber e-mail do Twitter avisando que voce teve a sua conta rackeada, delete imediatamente este e-mail, contate o Twitter e troque imediatamente a sua senha.

Segurança máxima

Algumas contas incluindo o Facebook e o Google, solicitam ou oferecem aos usuários a opção de fazer duas autenticações como uma proteção extra.

Segundo a Revista Wired, Twitter está testando esta opssibilidade de autenticação dupla. Quando perguntado sobre este assunto, Jim Presser disse que a empresa não iria se manifestar sobre o assunto por enquanto. A empresa, no entanto contratou um engeheiro para resolver este problema, depois de descobrir que seu sistema havia sido hackeado.

Se você quiser mais informações, clique no link: http://www.washingtonpost.com/business/technology/how-to-protect-your-twitter-account/2013/04/24/16252280-acd7-11e2-a8b9-2a63d75b5459_story.html

 

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