Usuários usam errado as senhas de internet

senhas_kasper2.jpg11/01/2017 – No mundo inteiro, usuários da Internet ainda precisam aprender a usar senhas para se proteger on-line de modo eficiente. Uma pesquisa da Kaspersky Lab mostrou que as pessoas colocam sua segurança online em risco ao tomar decisões incorretas e cometer erros simples em relação às senhas que usam, o que pode gerar consequências de longo alcance.

A pesquisa revelou três erros comuns no uso de senhas que colocam em risco um grande número de usuários da Internet: (1) as pessoas usam a mesma senha em diversas contas, o que significa que se uma delas for descoberta, todas elas poderão ser invadidas; (2) as pessoas usam senhas fracas, fáceis de decifrar e (3) as pessoas armazenam suas senhas sem segurança, invalidando totalmente o objetivo de ter uma senha.

“Considerando o volume de informações privadas e sigilosas que armazenamos online, as pessoas deveriam ter mais cuidado ao se proteger com eficácia utilizando senhas. Poder parecer óbvio, mas muitos parecem não perceber que cometem erros simples ao gerenciar senhas. Esses erros funcionam como se fossem uma porta aberta para o acesso a e-mails, contas bancárias, arquivos pessoais e outros”, explica Andrei Mochola, chefe de negócios ao consumidor da Kaspersky Lab.

A pesquisa mostra que muitas pessoas (quase um quinto – 18%) já passaram por uma tentativa de invasão de conta, mas poucas tinham uma segurança por senha eficiente e inteligente em vigor. Por exemplo, apenas um terço (30%) dos usuários da Internet criam senhas novas para diferentes contas online, e uma em cada dez pessoas usa a mesma senha em todas as contas online. Se uma senha for descoberta, elas correm o risco de ter todas as contas invadidas e exploradas.

Além disso, os usuários não criam senhas fortes o suficiente para protegê-los de invasões e extorsões. Apenas metade (47%) deles usa combinações de letras maiúsculas e minúsculas nas senhas, e dois terços (64%) usam uma mistura de letras e números. Isso acontece porque os usuários acreditam que apenas que suas contas em bancos online (51%), de e-mail (39%) e em lojas virtuais (37%) precisam de senhas fortes.

O estudo também mostra que os usuários não cuidam muito bem de suas senhas, pois as compartilham com outras pessoas e utilizam métodos inseguros para lembrar-se delas. Quase um terço (28%) deles já compartilhou uma senha com um familiar próximo, e um décimo (11%) compartilhou uma senha com amigos, o que torna possível o vazamento não intencional das senhas. Mais de um quinto (22%) dos usuários também admitiu que anota as senhas em um caderno para não as esquecer. Mesmo que a senha seja forte, isso deixa o usuário vulnerável, pois outras pessoas podem vê-la e utilizá-la.

Mochola completa: “As pessoas ainda cometem erros simples em relação a suas senhas online. As melhores senhas não se encontram nos dicionários. Elas devem ser longas, incluir letras maiúsculas e minúsculas, números e sinais de pontuação. Porém, como hoje as pessoas têm muitas contas online, não é fácil lembrar de uma senha segura para cada uma delas. O uso de uma solução de gerenciamento de senhas ajuda a lembrar e gerar senhas fortes para minimizar o risco de invasão de contas.”

O Kaspersky Password Manager armazena todas as senhas, URLs e informações de cartões de crédito com segurança, e sincroniza tudo isso em vários dispositivos. O usuário só precisa lembrar-se de uma senha mestra.

 

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AL é muito afetada por ataques de acesso remoto

malware4.jpg0/01/2017 - A América Latina é uma das regiões mais afetadas pelas ameaças com ferramentas de acesso remoto, aquelas que tentam acessar microfones e câmeras dos usuários, por exemplo. A informação é da Easy Solutions, empresa especializada em segurança. Exemplos dessa modalidade de ataque incluem o Marcher, um malware direcionado para dispositivos Android, e o Acecard, uma nova ameaça ao banco  on-line. Uma versão ainda mais recente utiliza a biblioteca do TeamViewer (ferramenta de acesso remoto utilizada por empresas) como componente de um ataque complexo, executado em  diversas etapas.

“Em 2016, observamos que ataques desse tipo ficaram mais frequentes e perigosos”, alerta Cláudio Sadek, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Easy Solutions no Brasil.  O TeamViewer possibilita o acesso remoto e o compartilhamento da tela do computador, de arquivos ou reuniões on-line entre computadores. “A nossa equipe de inteligência antifraude descobriu que hackers estão acessando remotamente os computadores dos usuários do TeamViewer. O mais preocupante é que o ataque é invisível, e as vítimas não têm a menor ideia de que sua máquina está infectada”, explica Sadek.

De acordo com a Easy Solutions, algumas instituições financeiras na América Latina reportaram a mais nova versão desta ameaça. Há também alguns registros do mesmo tipo de ataque na Rússia, Reino Unido, Espanha e Estados Unidos. Como esse Trojan permite o acesso remoto a partir de uma máquina infectada, os cibercriminosos podem facilmente instalar malware adicional para espionar e monitorar as atividades das vítimas.

Durante a análise do ataque foram detectadas, em menos de três dias, duas novas ameaças com o mesmo comportamento. E apesar de os ataques serem diferentes, o malware final instalado nas máquinas das vítimas era exatamente o mesmo. “Isso demonstra a rapidez com que os criminosos podem modificar e melhorar suas técnicas para escapar das estratégias de detecção mais comuns”, diz Sadek.

A Easy Solutions listou as três principais medidas para evitar que os usuários sejam vítimas dessas ameaças:

1) Implementar uma solução que analise o comportamento do usuário, como movimentos de mouse e teclado. Esse método é mais efetivo que as ferramentas de detecção tradicionais, porque ações legítimas, como compartilhamento de tela, podem vir de diferentes locais.

2) Executar uma estratégia de defesa multicamada, que inclua identificação de dispositivos, detecção de malware e análise da ação do usuário.

3) Sempre atualizar os programas de acordo com as últimas versões, uma vez que os desenvolvedores se esforçam para que as versões novas sejam mais seguras que as anteriores.

Uma ameaça de acesso remoto é até mais perigosa que outros tipos de ataque cibernético –, porque o criminoso tem controle direto sobre a máquina, permitindo que execute e interrompa processos, roube dados de acesso e registre as atividades virtuais da vítima.

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Vírus se passa por jogo Super Mario Run

mario_virus.jpg09/01/2017 - O jogo mobile Super Mario Run ainda nem foi lançado no mercado para o sistema operacional Android, mas já está sendo alvo de hackers para roubar dados bancários. De acordo com a PSafe, cibercriminosos criaram um malware com a mesma identidade visual do jogo, disponível por enquanto apenas para iOS, para enganar usuários desavisados e ansiosos pelo lançamento.

O time de segurança da PSafe alerta que o falso aplicativo está disponível para download gratuito em páginas não-oficiais. Ao baixar o malware, são solicitadas permissões abusivas, como ler, apagar e enviar SMS; ativar e desativar as redes wi-fi e 3G; ler histórico de chamadas e de SMS; assim como realizar chamadas e ter controle sobre o aparelho. Desta forma, basicamente, o hacker assume o controle do dispositivo e passa a monitorar, principalmente, a abertura de uma série de aplicativos bancários, podendo roubar as credenciais do usuário e causar prejuízos financeiros.

Dentre os principais diferenciais desse ataque sofisticado está o monitoramento do acesso à aplicativos bancários pelo usuário, fazendo com que, ao entrar no app, uma tela falsa seja sobreposta a oficial e, ao invés de suas informações secretas serem enviadas para o banco, são encaminhadas para o hacker, facilitando seu acesso a conta bancária.  O vírus também realiza o mesmo procedimento no acesso a Google Play pelo usuário. Ao acessar a loja oficial para baixar aplicativos, uma tela é sobreposta pedindo seus dados do cartão de crédito como se esse fosse um procedimento padrão. Por fim, o malware também é capaz de monitorar as mensagens SMS enviadas como forma de autenticação de dois fatores por bancos.

“A pressa para baixar determinados jogos da moda, faz com que o usuário não se certifique de pontos importantes para a sua segurança. Para evitar que os dados sejam expostos aos criminosos, evite downloads de fontes não-oficiais e utilize um bom antivírus. O PSafe Total, por exemplo, inspeciona regularmente o celular, impedindo a ação de hackers”, diz Emílio Simoni, gerente de segurança da PSafe.

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Dassault Systèmes colaborará com projeto do Ariane 6

ariane6_dessault.jpg14/12/2016 - A Dassault Systèmes confirma a colaboração de longo prazo com a Airbus Safran Launchers, desenvolvedora e fornecedora de soluções para o mercado de lançamentos espaciais, civil e militar e principal contratante industrial do Ariane 6, foguete lançador de nova geração da Agência Espacial Europeia. Mais de 700 engenheiros trabalham no desenvolvimento do Ariane 6 em vários locais da Europa, incluindo parceiros que utilizam as soluções da Dassault Systèmes de sistemas de arquitetura, a definição detalhada do design e a validação das propulsões e do veículo espacial.

De acordo com a empresa, a experiência em solução da indústria "Winning Program" da Dassault Systèmes tem sido um fator estratégico para o desempenho de múltiplos estudos de trade-off , da exploração de um grande número de alternativas, além de acelerar o processo de decisão para selecionar as configurações mais competitivas para o Ariane 6. A arquitetura selecionada, um ativo digital da Airbus Safran Launchers, será continuamente otimizada e validada durante todas as fases do desenvolvimento.

Esses tipos de ativos digitais são criados e validados a partir de um protótipo digital proveniente da colaboração que ajuda a evitar erros, minimizar mudanças e contribuir com a redução de meses entre as fases de desenvolvimento e de lançamento (ramp-up industrial). As aplicações da Dassault Systèmes estão sendo utilizadas para o design em processos de context, revisões internas e transacionais de design colaborativo, além de avaliações de programas que estimulam a realidade virtual, ferramenta que permite uma definição precisa de todas as operações complexas de manufatura.

"Para o Ariane 6, a Airbus Safran Launchers continua utilizando as conquistas e valores criados com as soluções da Dassault Systèmes que contribuíram para o design do Ariane 5", afirma Alain Charmeau, CEO (Chief Executive Officer) da Airbus Safran Launchers. "Essas soluções, fundamentadas em protótipos digitais de alta fidelidade e compartilhadas com nossos parceiros, permanecem como a base de nosso modelo industrial para desenvolver os lançamentos pela Europa. "

O setor espacial vive uma fase de competição acirrada como nunca aconteceu antes. As startups no mundo, bem como as empresas em mercados emergentes, estão forçando negócios já bem estabelecidos a transformarem suas operações para oferecerem lançadores mais versáteis, com melhor desempenho e com preços competitivos. O "Winning Program" foi criado para as companhias aeroespaciais e de defesa que buscam otimizar as fases iniciais e de desenvolvimento de programa utilizando design, simulação e colaboração. Com níveis avançados de detalhamento da engenharia e conhecimento compartilhado disponível na fase de design conceitual, o "Winning Program" pode melhorar significativamente a aderência aos custos do programa, desempenho e cronograma pré-estabelecidos.


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App de táxi para mulheres é lançado em SP

femi_taxi.jpg14/12/2016 - Criada em parceria com o Simtetaxis-SP, plataforma conta apenas com taxistas do sexo feminino e disponibiliza mil cupons de descontos em sua estreia

Prestar um serviço exclusivo para as mulheres e guiado por mulheres. É com essa proposta que acaba de ser lançado o FemiTaxi, aplicativo com uma frota composta apenas por motoristas do sexo feminino, e que nasce com intuito de ser uma alternativa para as usuárias de táxi na capital paulista.

De acordo com Charles-Henry Calfat Salem, idealizador e CEO do FemiTaxi, a ideia de criar o app surgiu para atender a demanda da maioria das passageiras que preferem ser conduzidas por profissionais mulheres, segundo pesquisas divulgadas recentemente no mercado. "Queremos proporcionar à clientela uma maior cumplicidade com o serviço, dando a possibilidade de as usuárias se sentirem à vontade, por exemplo, para se maquiar e até mesmo conversar com a motorista sobre temas ligados ao universo feminino", afirma.

Contando com 100 profissionais cadastradas e apoio do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores nas Empresas de Táxi no Estado de São Paulo (Simtetaxis-SP), o app disponibiliza em seu início de operação mil cupons promocionais no valor de R$ 15 para que as mulheres conheçam os diferenciais do novo serviço. Para usar o desconto, é preciso digitar no aplicativo o código YNKG7 no momento de solicitação do veículo. Cada usuária pode utilizar o voucher apenas uma vez.

Além do cupom, as passageiras do FemiTaxi podem receber até R$ 50 de crédito ao compartilhar convites de utilização com as amigas por meio das redes sociais. Para isso, as mulheres convidadas precisam utilizar o código promocional enviado especialmente pela amiga. Quando isso ocorrer, a autora do convite ganha automaticamente R$ 5 de crédito no app.

Ainda de acordo com o CEO do FemiTaxi, após a consolidação em São Paulo, a expectativa é de que a operação do aplicativo seja estendida para capitais com grande frota de taxistas do sexo feminino como, por exemplo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, no 1º trimestre de 2017.

Sobre o Femi Táxi

Criado em parceria com o Simtetaxis-SP, o FemiTaxi é um aplicativo exclusivo para as taxistas mulheres que atuam no segmento e direcionado para o público feminino. Disponível no iOS e Android, a plataforma conecta as taxistas à clientela feminina, garantindo qualidade no atendimento e cordialidade. Mais informações: http://www.femitaxi.com.br/

 

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Sabe como criar um aplicativo de sucesso?

apple_ny.jpg*Por Douglas Barbosa
28/11/2016 - Com a utilização cada vez mais frequente de tablets e smartphones, o uso de aplicativos mobile já faz parte do dia a dia das pessoas, facilitando diversas tarefas. Atualmente, os apps já são tão, ou até mais necessários, que os sites. Muitas vezes, uma pessoa acaba procurando o aplicativo de um determinado serviço antes mesmo de procurar na web.

Diante desse crescimento, muitas empresas estão aderindo a essa nova tendência, trazendo mais comodidade aos seus clientes. Mas, a principal dúvida é: como lançar um aplicativo que tenha aderência com o público? Afinal, é importantíssimo garantir um número mínimo de retenção de usuários.

Antes de mais nada, é muito importante fazer um planejamento minucioso em relação ao público alvo da ferramenta e os contextos dos quais ele será usado. Por exemplo, não adianta fazer primeiro um aplicativo no sistema iOS se a maioria do público alvo possui Android, e vice-versa. Outro erro é colocar funcionalidades que o público daquele aplicativo não vai usar, ou usar muito pouco. Essa falta de planejamento pode consumir tempo e recursos do projeto em pontos que talvez não devessem ser abordados, pelo menos não inicialmente.

Outro ponto que deve ser observado com atenção é o layout. Um bom app deve ser intuitivo e responsivo, respeitando sempre o "look and feel" de sua plataforma. Preservar o estilo de cada plataforma contribui bastante para a aceitação do usuário, já que o público que vai instalar o aplicativo, provavelmente já conhece a sua marca e se identifica com ela.

A fluidez na navegação é imprescindível para que o usuário não desista de utilizar o aplicativo porque ele é lento ou trava demais. Além disso, vale pensar como utilizar de forma inteligente as informações de contexto que cada aparelho possui, como localização e câmera, por exemplo. Muitas vezes, as pessoas desinstalam determinados aplicativos pois gastam muita bateria utilizando o GPS, mesmo não sendo necessário.

Para finalizar, ter em mente essas dicas já é um grande passo para garantir que o seu app não seja mais um dentre vários em um smartphone ou que ele seja desinstalado nas primeiras semanas de uso. Afinal, as pessoas estão sempre em busca de algo que traga mais praticidade para seu dia a dia. Pense nisso!

* Douglas Barbosa é desenvolvedor mobile na HE:labs.

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