Fotos de usuários do Snapchat vazam na web

snapchat.jpg10/10/2014 - Alguns usuários do serviço Snapchat podem estar passando por uma situação bastante desagradável no tocante a sua privacidade, desde a manhã de hoje (10). Um arquivo de cerca de 13 GB composto por fotos privadas de usuários do serviço foi encontrado circulando nos fóruns do site 4Chan. As informações do site The Verge.

Esta não é a primeira vez que o Snapchat passa por problemas relacionados a segurança. Entretanto, aparentemente o vazamento de dados pode estar sendo causado por um aplicativo desenvolvido por terceiros: tal aplicativo foi projetado para catalogar fotos privadas e torná-las permanentes – em uso normal, as fotos são deletadas do serviço depois de um determinado período de tempo.

http://www.theverge.com/2014/10/10/6956725/third-party-snapchat-app-leaks-13gb-of-user-photos

 

 

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Facebook finaliza aquisição do Whatsapp

facebook_whatsapp.jpgGlobo.com
06/10/2014 - Preço final subiu US$ 3 bilhões com o aumento das ações do Facebook e o fundador do WhatsApp receberá incentivo para permanecer na empresa.

O Facebook finalizou a aquisição do serviço móvel de mensagens WhatsApp nesta segunda-feira (6), com o preço final subindo US$ 3 bilhões, para cerca de US$ 22 bilhões, em função do aumento no valor das ações do Facebook nos últimos meses.

O fundador do WhatsApp, Jan Koum, receberá quase US$ 2 bilhões em ações, em direitos adquiridos ao longo de um período de quatro anos, como um incentivo para que continue na empresa, segundo documento regulatório apresentado desta segunda-feira.

A compra, anunciada pelo Facebook em fevereiro e que recentemente recebeu aprovação regulatória na Europa, reforça os valores estratosféricos de startups de rápido crescimento e a disposição de players já estabelecidos, como o Facebook e o Google, de pagar por elas.

WhatsApp, que tem mais de 600 milhões de usuários mensais, faz parte de uma nova safra de aplicativos de mensagens móveis e mídia social que se tornaram cada vez mais populares entre os usuários mais jovens.

http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2014/10/preco-de-compra-do-whatsapp-pelo-facebook-sobe-us-22-bilhoes.html

 

 

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Consumidores já preferem as mídias sociais

consumer.jpg11/09/2014 - Pesquisa também revela que os clientes esperam mais rapidez e respostas personalizadas. E a surpresa: 64% dos consumidores entrevistados afirmaram ainda que compartilhariam sua identidade nas mídias sociais com o prestador de serviços, em troca de melhores serviços

A Amdocs, sistemas e serviços de experiência do cliente, divulga os resultados da pesquisa que destaca uma oportunidade para que prestadores de serviços melhorem a experiência do cliente e diminuam os custos dos call centers. Ao associar os perfis dos clientes nas mídias sociais com as informações armazenadas no sistema de gestão de relacionamento com o cliente (CRM) e usar técnicas de análise e Big Data para identificar reclamações relevantes nesses canais, os prestadores de serviços podem antecipar-se e até resolver essas demandas antes que elas chegem ao call center.

A pesquisa patrocinada pela Amdocs é composta de duas partes: uma enquete que explora a prontidão no atendimento ao cliente via mídias sociais, conduzida pela Ovum, e outro estudo conduzido pela Coleman Parkes que examinou as atitudes dos consumidores nas mídias sociais, quando utilizadas como canal de atendimento ao cliente.

Para 68% dos prestadores de serviços os clientes optam pelas mídias sociais, como Twitter e Facebook, porque não têm disponibilidade para falar com um atendente por telefone. No entanto, a realidade é que 50% dos consumidores preferem usar as mídias sociais para chegar ao seu prestador de serviços, em vez de ligar para a central de atendimento.

Outro destaque da pesquisa mostrou que 50% dos clientes já tentaram se comunicar com o seu prestador de serviços para atendimento ao cliente via mídias sociais, porém três quartos nunca receberam uma resposta ou resolução, deixando 80% deles frustrados e sem escolha, a não ser ligar para o call center. Com relação ao tempo de resposta nas redes sociais, 52% dos consumidores esperam um retorno dentro de 30 minutos após o contato, mas apenas 24% dos prestadores de serviços conseguem responder as solicitações dentro desse período. Por fim, 64% dos clientes afirmam que estariam dispostos a compartilhar sua identidade nas redes sociais com o prestador de serviços, em troca de um melhor atendimento e 48% gostariam de receber ofertas personalizadas e relevantes via mídias sociais das empresas que eles são clientes.

Muito ainda deve ser feito ainda para que os prestadores de serviços integrem os dados das mídias sociais e os perfis dos clientes, pois 93% dos prestadores de serviços declararam que não conseguem identificar os perfis de mídias sociais dos seus clientes e 64% deles não armazenam as interações nas mídias sociais no banco de dados do CRM.

"Os assinantes estão procurando, cada vez mais, os prestadores de serviços via mídias sociais para atendimento ao cliente, mas devido à falta de conhecimentos sobre os clientes, os prestadores de serviços só conseguem dar respostas genéricas, o que faz os clientes se sentirem frustrado", disse Shagun Bali, analista da Ovum. "No entanto, se os prestadores de serviços vincularem as identidades sociais de seus clientes com os perfis deles armazenados em seus sistemas de CRM podem adquirir conhecimento contextual sobre este consumidor e, como resultado, dar uma resposta consistente, melhorando a satisfação e ainda reduzir os custos, promovendo a resolução na primeira chamada (FCR- first call resolution, sigla em inglês)."

"A pesquisa mostra uma enorme oportunidade para transpor o atendimento ao cliente com baixo custo, nos canais em mídias sociais e de aumentar o nível de satisfação do cliente (NPS - Net Promoter Score, em inglês) e a visibilidade positiva promovida pelo boca-a-boca", disse Rebecca Prudhomme, vice-presidente de Produtos e Marketing de Soluções da Amdocs. "Quando as pessoas recorrem ao Twitter ou ao Facebook para fazer perguntas ou, pior ainda, queixar-se de seu prestador de serviços, surge uma oportunidade que o prestador de serviços pode aproveitar para resolver a questão do cliente de forma proativa – desde que conheça a verdadeira identidade do cliente."

A solução Amdocs Social Care, que é parte da suite Amdocs CES 9.1, oferece uma qualidade consistente de experiência para o atendimento ao cliente via mídias sociais, por meio da análise de questões relativas de atendimento ao cliente, separando-as "dos ruídos" das mídias sociais e focando nas reclamações que importam. A solução une a identidade social do cliente ao registro CRM do cliente, para ganhar o contexto completo e armazena essa identidade social e as interações correspondentes no histórico do cliente, permitindo, também, a resolução de problemas no primeiro contato, por meio de uma única área de trabalho do agente.

A pesquisa combina uma enquete da Ovum, realizada em maio de 2014, por meio de um questionário a 100 executivos de prestadores de serviços globais e uma pesquisa realizada pela Coleman Parkes Research, com 4.068 consumidores de todo o mundo, em janeiro de 2014.

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Viber lança "grupos abertos" no mercado brasileiro

01/09/2014 - Os Grupos Abertos são grupos que podem ser seguidos por qualquer usuário do Viber e estará disponível para o público a partir de setembro de 2014. Enquanto os membros desses grupos podem publicar qualquer conteúdo em tempo real, os seguidores do mesmo grupo poderão acompanhar e interagir através de um espaço exclusivo de comentários.

Os Grupos Abertos podem ser criados por qualquer usuário do Viber com os membros que eles escolherem e sobre o tema de preferência do usuário. Para o lançamento do recurso, o Viber Brasil fechou mais de 40 parcerias com alguns dos maiores produtores de conteúdo e marcas do mercado.
Outra forma de interação serão as Hotlines, disponíveis para empresas parceiras, nas quais o público terá um número customizado do Viber para enviar mensagens, fotos e vídeos para interagir e participar de promoções com parceiros do aplicativo.

"As Hotlines atendem uma demanda das marcas que querem interagir com o público em tempo real. Ao invés de ficarem reféns de aplicativos que não dão nenhum suporte, o Viber pode criar números customizados e permite que as marcas recebam essas mensagens não apenas no celular, mas também em quantos computadores simultâneos ela quiser, facilitando a gestão desse conteúdo", explica Luiz Felipe Barros, Diretor Geral do Viber no Brasil.

"Estamos muito felizes com as parcerias que fechamos para o Brasil. Nosso objetivo é, acima de tudo, garantir que nosso público terá acesso a conteúdo de altíssima qualidade na hora que ele quiser – e não de forma invasiva e publicitária como maioria das redes sociais permite", explica Luiz Felipe.

Dentre os mais de 40 parceiros, os usuários do Viber poderão seguir Grupos Abertos de canais de TV como o Esporte Interativo, History Channel e Mix TV. Os amantes de música poderão seguir e interagir ao vivo com as rádios Mix FM e Coca-Cola FM. Para os fãs de cinema, séries e games o Omelete fará cobertura ao vivo de diversos eventos nacionais e internacionais. Marcas inovadoras como Easy Taxi, Westwing e Kanui também terão Grupos Abertos para interagir com o público. O Viber também contará com parceiros de peso da área acadêmica, como o Grupo Objetivo, CPV, Estácio e UNIP criando diversos Grupos Abertos para facilitar a interação e divulgação de conteúdo para seus públicos.

"Temos como parceiros algumas das empresas que melhor trabalham conteúdo e Real-Time Marketing nos meios digitais no Brasil. Elas enxergaram no Viber a oportunidade de trazer a interatividade com seus públicos para um novo patamar", conta Luiz Felipe. "Nas próximas semanas anunciaremos novos parceiros e grandes iniciativas envolvendo os Grupos Abertos do Viber", anuncia Luiz Felipe.

Sobre o Viber

O Viber é um aplicativo gratuito de mensagens para celular, ligações e chamadas de vídeo. O Viber permite que todos no mundo se conectem gratuitamente. Os usuários podem enviar mensagens grátis, stickers, fotos, vídeos, doodles, compartilhar a localização de qualquer lugar do mundo, fazer chamadas gratuitas com qualidade HD e se comunicar por mensagem de voz.

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'Zuckerberg italiano' lança rede social no Brasil em outubro

egomnia2.jpgMelissa Cruz, G1
14/08/2014 - Matthew Achilli, fundador da rede social Egomnia, vem ganhando status de "Zuckerberg Italiano" a cada passo de sucesso conquistado pelo seu site. Aos 22 anos, o jovem quer abrir um escritório no Brasil e traduzir todo o conteúdo para o português. Com 330 mil membros e quase 800 empresas cadastradas, a plataforma tem recursos que lembram muito o LinkedIn e chega completa em outubro.

Atualmente, quem acessa o endereço egomnia.com no Brasil, encontra o site internacional, em inglês, com uma mensagem sobre o lançamento no país. Interessados também podem cadastrar um endereço de e-mail para receber novidades. Dentro de dois meses, o site chega completo, com versão móvel e desktop. Já os aplicativos para iOS (iPhone) e Android ficaram para os próximos meses.

egomnia.jpgMatthew Achilli, o fundador da rede social Egomnia, na revista italiana Panorama
Foto: Divulgação/Egomnia

http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/08/zuckerberg-italiano-vai-lancar-nova-rede-social-no-brasil-em-outubro.html

 

 

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"Perfil no LinkedIn é como publicidade", diz guru da rede

linkedin.jpgClaudia Gasparini, Exame
14/08/2014 - Você realmente usa o LinkedIn para fazer networking? O autor americano Dan Sherman alerta para os riscos de ter um perfil "preguiçoso" na rede social

Você certamente já ouviu falar que as redes sociais são a nova matéria-prima do marketing pessoal. Se, mesmo assim, você ainda encara o seu perfil no LinkedIn como um currículo online, está cometendo um erro crasso.
Pelo menos é o que defende Dan Sherman, autor do livro "Obtendo o Máximo do LinkedIn" (Editora M.Books). "Um perfil no LinkedIn não foi feito para ser criado e esquecido", afirma.

O especialista é categórico ao afirmar que a rede social exige do usuário uma postura ativa, participante e engajada.
De acordo com ele, seu perfil na rede social funciona como um anúncio publicitário de você mesmo. "É a sua chance de definir sua marca pessoal e comunicar o seu entusiasmo pela sua área", afirma Sherman.

Confira a seguir a entrevista completa concedida pelo autor a EXAME.com:


EXAME.com: Já existiu algum recurso parecido com o LinkedIn no passado?

Dan Sherman: Estou no mundo dos negócios há muitos anos e posso dizer que nunca existiu nada que funcionasse como essa rede social. No passado, se você quisesse se conectar com o mercado, sua única opção era comprar de alguém uma lista de nomes e endereços profissionais. Na busca por um emprego, você mandava seu currículo e raramente recebia algum retorno.

Hoje, existe uma maneira nova de interagir. Você pode ler tudo sobre o tomador de decisão ou o gerente de contratação que você quer atingir, saber quais são os seus objetivos, o que os motiva...e criar uma mensagem sob medida para eles. Antes do LinkedIn, você simplesmente não tinha acesso a essas informações, porque elas não existiam em lugar nenhum.

EXAME.com: Então a rede social dispensa a necessidade de ter um currículo?

Dan Sherman: Na verdade, o LinkedIn deve ser usado junto com o currículo. Ambos têm o seu lugar na busca por um emprego. O conceito de currículo está tão cristalizado no mundo do trabalho que faz parte do imaginário dos recrutadores. Porém, currículos só conseguem mostrar quem você foi, não quem você é.

Já redes sociais como o LinkedIn comunicam quem você é neste exato momento. O seu perfil e as suas atividades no site têm essa função. Você precisa publicar atualizações interessantes, participar de grupos. De acordo com um estudo recente, mais de 90% dos recrutadores estão procurando o perfil do candidato no LinkedIn do candidato antes da entrevista. Por isso, é importante manter seu perfil atualizado e, principalmente, participar das discussões para se tornar relevante.

EXAME.com: Como o senhor descreveria um bom uso do LinkedIn?
Dan Sherman: A sua página pessoal na rede é a sua chance de se "vender" diante de 300 milhões de profissionais. Perfil no LinkedIn é igual a publicidade. É um anúncio de você mesmo - quem você é, o que você pode fazer, como você pode fazer a diferença em uma nova empresa.

Como o LinkedIn é uma rede social, você pode falar em primeira pessoa, ao contrário do que se pode fazer num currículo. Essa é a sua chance de definir a sua marca pessoal e comunicar o seu entusiasmo pela sua área profissional.

Você pode deixar a sua personalidade aparecer e brilhar - e consegue comprovar tudo o que diz de si mesmo por meio de apresentações em multimídia e boas recomendações. Portanto, trata-se de uma peça de publicidade...e a maior parte dos recrutadores vai vê-la antes de ligar para você.



EXAME.com: Qual é o risco envolvido em ter um perfil "preguiçoso" na rede social?
Dan Sherman: O perfil no LinkedIn não é para ser feito e esquecido. Você jamais montaria um site de e-commerce e cruzaria os braços, esperando as pessoas aparecerem e comprarem alguma coisa de você. Nessa situação hipotética, você investiria em táticas para incentivar o tráfego no seu site e, assim, conquistar clientes.

O mesmo vale para o LinkedIn. Você precisa atrair visitantes para o seu perfil, e o caminho para isso é se envolver em discussões, publicar conteúdo relevante, e assim por diante.

EXAME.com: Quais são alguns dos erros mais comuns dos usuários?
Dan Sherman: Para começar, as pessoas criam um perfil e esperam que ele traga empregos para elas. Está errado. Você precisa criar um perfil que "venda" você, participar intensamente das discussões dos grupos, fazer networking com os recrutadores e pessoas que trabalham em empresas que você está mirando. Simplesmente ter um perfil não é suficiente.

Outro erro comum é pedir trabalho a uma pessoa sem ter qualquer ligação real com ela. O LinkedIn é um site de networking, não um lugar em que você se inscreve e pede o que quiser a estranhos! Crie conexão com o recrutador e pessoas que estão onde você quer trabalhar. Você pode fazer perguntas a elas, elogiá-las, oferecer auxílio etc. Só depois dessa etapa você ganha o "direito" de pedir ajuda.

EXAME.com: Qual é o papel das recomendações no site?
Dan Sherman: Ninguém vê um filme sem antes ler uma crítica ou vai a um restaurante sem checar uma resenha. Da mesma forma, é crucial ter recomendações sólidas no seu perfil, que sirvam como "provas sociais" da sua competência.

Busque esses feedbacks de ex-chefes, funcionários, fornecedores e colegas. Uma pessoa com muitas recomendações tem mais chances de receber uma ligação de um recrutador do que uma que não tem nenhuma.

É bom escrever também. Recomende, sempre de forma sincera e cordial, algumas pessoas especiais com quem você já trabalhou. Tome cuidado para ser bem específico e não escrever algo genérico como "Ele é uma pessoa legal". Descreva as conquistas daquela pessoa, os seus pontos fortes. Ela ficará contente de receber a sua recomendação, e tem grandes chances de retribui-la no futuro.

http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/perfil-no-linkedin-e-a-sua-publicidade-diz-guru-da-rede

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