Viber lança "grupos abertos" no mercado brasileiro

01/09/2014 - Os Grupos Abertos são grupos que podem ser seguidos por qualquer usuário do Viber e estará disponível para o público a partir de setembro de 2014. Enquanto os membros desses grupos podem publicar qualquer conteúdo em tempo real, os seguidores do mesmo grupo poderão acompanhar e interagir através de um espaço exclusivo de comentários.

Os Grupos Abertos podem ser criados por qualquer usuário do Viber com os membros que eles escolherem e sobre o tema de preferência do usuário. Para o lançamento do recurso, o Viber Brasil fechou mais de 40 parcerias com alguns dos maiores produtores de conteúdo e marcas do mercado.
Outra forma de interação serão as Hotlines, disponíveis para empresas parceiras, nas quais o público terá um número customizado do Viber para enviar mensagens, fotos e vídeos para interagir e participar de promoções com parceiros do aplicativo.

"As Hotlines atendem uma demanda das marcas que querem interagir com o público em tempo real. Ao invés de ficarem reféns de aplicativos que não dão nenhum suporte, o Viber pode criar números customizados e permite que as marcas recebam essas mensagens não apenas no celular, mas também em quantos computadores simultâneos ela quiser, facilitando a gestão desse conteúdo", explica Luiz Felipe Barros, Diretor Geral do Viber no Brasil.

"Estamos muito felizes com as parcerias que fechamos para o Brasil. Nosso objetivo é, acima de tudo, garantir que nosso público terá acesso a conteúdo de altíssima qualidade na hora que ele quiser – e não de forma invasiva e publicitária como maioria das redes sociais permite", explica Luiz Felipe.

Dentre os mais de 40 parceiros, os usuários do Viber poderão seguir Grupos Abertos de canais de TV como o Esporte Interativo, History Channel e Mix TV. Os amantes de música poderão seguir e interagir ao vivo com as rádios Mix FM e Coca-Cola FM. Para os fãs de cinema, séries e games o Omelete fará cobertura ao vivo de diversos eventos nacionais e internacionais. Marcas inovadoras como Easy Taxi, Westwing e Kanui também terão Grupos Abertos para interagir com o público. O Viber também contará com parceiros de peso da área acadêmica, como o Grupo Objetivo, CPV, Estácio e UNIP criando diversos Grupos Abertos para facilitar a interação e divulgação de conteúdo para seus públicos.

"Temos como parceiros algumas das empresas que melhor trabalham conteúdo e Real-Time Marketing nos meios digitais no Brasil. Elas enxergaram no Viber a oportunidade de trazer a interatividade com seus públicos para um novo patamar", conta Luiz Felipe. "Nas próximas semanas anunciaremos novos parceiros e grandes iniciativas envolvendo os Grupos Abertos do Viber", anuncia Luiz Felipe.

Sobre o Viber

O Viber é um aplicativo gratuito de mensagens para celular, ligações e chamadas de vídeo. O Viber permite que todos no mundo se conectem gratuitamente. Os usuários podem enviar mensagens grátis, stickers, fotos, vídeos, doodles, compartilhar a localização de qualquer lugar do mundo, fazer chamadas gratuitas com qualidade HD e se comunicar por mensagem de voz.

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'Zuckerberg italiano' lança rede social no Brasil em outubro

egomnia2.jpgMelissa Cruz, G1
14/08/2014 - Matthew Achilli, fundador da rede social Egomnia, vem ganhando status de "Zuckerberg Italiano" a cada passo de sucesso conquistado pelo seu site. Aos 22 anos, o jovem quer abrir um escritório no Brasil e traduzir todo o conteúdo para o português. Com 330 mil membros e quase 800 empresas cadastradas, a plataforma tem recursos que lembram muito o LinkedIn e chega completa em outubro.

Atualmente, quem acessa o endereço egomnia.com no Brasil, encontra o site internacional, em inglês, com uma mensagem sobre o lançamento no país. Interessados também podem cadastrar um endereço de e-mail para receber novidades. Dentro de dois meses, o site chega completo, com versão móvel e desktop. Já os aplicativos para iOS (iPhone) e Android ficaram para os próximos meses.

egomnia.jpgMatthew Achilli, o fundador da rede social Egomnia, na revista italiana Panorama
Foto: Divulgação/Egomnia

http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/08/zuckerberg-italiano-vai-lancar-nova-rede-social-no-brasil-em-outubro.html

 

 

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"Perfil no LinkedIn é como publicidade", diz guru da rede

linkedin.jpgClaudia Gasparini, Exame
14/08/2014 - Você realmente usa o LinkedIn para fazer networking? O autor americano Dan Sherman alerta para os riscos de ter um perfil "preguiçoso" na rede social

Você certamente já ouviu falar que as redes sociais são a nova matéria-prima do marketing pessoal. Se, mesmo assim, você ainda encara o seu perfil no LinkedIn como um currículo online, está cometendo um erro crasso.
Pelo menos é o que defende Dan Sherman, autor do livro "Obtendo o Máximo do LinkedIn" (Editora M.Books). "Um perfil no LinkedIn não foi feito para ser criado e esquecido", afirma.

O especialista é categórico ao afirmar que a rede social exige do usuário uma postura ativa, participante e engajada.
De acordo com ele, seu perfil na rede social funciona como um anúncio publicitário de você mesmo. "É a sua chance de definir sua marca pessoal e comunicar o seu entusiasmo pela sua área", afirma Sherman.

Confira a seguir a entrevista completa concedida pelo autor a EXAME.com:


EXAME.com: Já existiu algum recurso parecido com o LinkedIn no passado?

Dan Sherman: Estou no mundo dos negócios há muitos anos e posso dizer que nunca existiu nada que funcionasse como essa rede social. No passado, se você quisesse se conectar com o mercado, sua única opção era comprar de alguém uma lista de nomes e endereços profissionais. Na busca por um emprego, você mandava seu currículo e raramente recebia algum retorno.

Hoje, existe uma maneira nova de interagir. Você pode ler tudo sobre o tomador de decisão ou o gerente de contratação que você quer atingir, saber quais são os seus objetivos, o que os motiva...e criar uma mensagem sob medida para eles. Antes do LinkedIn, você simplesmente não tinha acesso a essas informações, porque elas não existiam em lugar nenhum.

EXAME.com: Então a rede social dispensa a necessidade de ter um currículo?

Dan Sherman: Na verdade, o LinkedIn deve ser usado junto com o currículo. Ambos têm o seu lugar na busca por um emprego. O conceito de currículo está tão cristalizado no mundo do trabalho que faz parte do imaginário dos recrutadores. Porém, currículos só conseguem mostrar quem você foi, não quem você é.

Já redes sociais como o LinkedIn comunicam quem você é neste exato momento. O seu perfil e as suas atividades no site têm essa função. Você precisa publicar atualizações interessantes, participar de grupos. De acordo com um estudo recente, mais de 90% dos recrutadores estão procurando o perfil do candidato no LinkedIn do candidato antes da entrevista. Por isso, é importante manter seu perfil atualizado e, principalmente, participar das discussões para se tornar relevante.

EXAME.com: Como o senhor descreveria um bom uso do LinkedIn?
Dan Sherman: A sua página pessoal na rede é a sua chance de se "vender" diante de 300 milhões de profissionais. Perfil no LinkedIn é igual a publicidade. É um anúncio de você mesmo - quem você é, o que você pode fazer, como você pode fazer a diferença em uma nova empresa.

Como o LinkedIn é uma rede social, você pode falar em primeira pessoa, ao contrário do que se pode fazer num currículo. Essa é a sua chance de definir a sua marca pessoal e comunicar o seu entusiasmo pela sua área profissional.

Você pode deixar a sua personalidade aparecer e brilhar - e consegue comprovar tudo o que diz de si mesmo por meio de apresentações em multimídia e boas recomendações. Portanto, trata-se de uma peça de publicidade...e a maior parte dos recrutadores vai vê-la antes de ligar para você.



EXAME.com: Qual é o risco envolvido em ter um perfil "preguiçoso" na rede social?
Dan Sherman: O perfil no LinkedIn não é para ser feito e esquecido. Você jamais montaria um site de e-commerce e cruzaria os braços, esperando as pessoas aparecerem e comprarem alguma coisa de você. Nessa situação hipotética, você investiria em táticas para incentivar o tráfego no seu site e, assim, conquistar clientes.

O mesmo vale para o LinkedIn. Você precisa atrair visitantes para o seu perfil, e o caminho para isso é se envolver em discussões, publicar conteúdo relevante, e assim por diante.

EXAME.com: Quais são alguns dos erros mais comuns dos usuários?
Dan Sherman: Para começar, as pessoas criam um perfil e esperam que ele traga empregos para elas. Está errado. Você precisa criar um perfil que "venda" você, participar intensamente das discussões dos grupos, fazer networking com os recrutadores e pessoas que trabalham em empresas que você está mirando. Simplesmente ter um perfil não é suficiente.

Outro erro comum é pedir trabalho a uma pessoa sem ter qualquer ligação real com ela. O LinkedIn é um site de networking, não um lugar em que você se inscreve e pede o que quiser a estranhos! Crie conexão com o recrutador e pessoas que estão onde você quer trabalhar. Você pode fazer perguntas a elas, elogiá-las, oferecer auxílio etc. Só depois dessa etapa você ganha o "direito" de pedir ajuda.

EXAME.com: Qual é o papel das recomendações no site?
Dan Sherman: Ninguém vê um filme sem antes ler uma crítica ou vai a um restaurante sem checar uma resenha. Da mesma forma, é crucial ter recomendações sólidas no seu perfil, que sirvam como "provas sociais" da sua competência.

Busque esses feedbacks de ex-chefes, funcionários, fornecedores e colegas. Uma pessoa com muitas recomendações tem mais chances de receber uma ligação de um recrutador do que uma que não tem nenhuma.

É bom escrever também. Recomende, sempre de forma sincera e cordial, algumas pessoas especiais com quem você já trabalhou. Tome cuidado para ser bem específico e não escrever algo genérico como "Ele é uma pessoa legal". Descreva as conquistas daquela pessoa, os seus pontos fortes. Ela ficará contente de receber a sua recomendação, e tem grandes chances de retribui-la no futuro.

http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/perfil-no-linkedin-e-a-sua-publicidade-diz-guru-da-rede

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Facebook usa dados pessoais em pesquisas

facebook_etica2.jpgVindu Goel, NYT
13/08/2014 - C
ientistas podem analisar os dados pessoais de milhões de pessoas sem o seu conhecimento, e alguns analisam as questões éticas destes estudos.

Estudiosos estão empolgados com a perspectiva de aproveitar a montanha de dados pessoais recolhidos pelo Facebook, Google, Amazon e uma série de start-ups, pois afirmam que podem transformar pesquisas em ciências sociais.

"Esta é uma nova era", disse Jeffrey T. Hancock, professor da Universidade Cornell de comunicação e ciência da informação. "Eu comparo um pouco com época em que a química era analisada pelo microscópio."

Pesquisadores antigamente forçados a realizar entrevistas pessoais meticulosas com diferentes temas, podem agora se sentar em frente a um computador e analisar as experiências digitais de milhões de usuários da Internet. É uma fronteira tênue entre a ciência social com a ética que envolve experiências com pessoas que talvez nunca saibam que são objetos de estudo e sequer poderão questionar este fato.

Legenda: O professor Jeffrey T. Hancock foi co-autor de um estudo sobre o Facebook ter tranquilamente manipulado feeds de notícias de cerca de 700.000 pessoas para aprender estas mudanças afetaram suas emoções.
Foto: Heather Ainsworth

http://www.nytimes.com/2014/08/13/technology/the-boon-of-online-data-puts-social-science-in-a-quandary.html?ref=technology&_r=0

 

 

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Copa: 50 milhões de fotos e 618 mil twitts/minuto

twitts_copa2.jpgEthevaldo Siqueira
14/07/2014 - Segundo o Financial Times desta segunda-feira (14) o verdadeiro vencedor da Copa do Mundo foi o Twitter, com um recorde de 618.725 mensagens (twitts) por minuto na partida entre Alemanha e Argentina.

No Brasil, a Copa gerou mais de 50 milhões de fotos (selfies e outras), segundo dados da Telebrasil.

Instagram na Copa
Foto: Divulgação

http://blogs.ft.com/the-world/2014/07/twitter-the-real-winner-of-the-world-cup/

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Marcas brasileiras que bombaram nas redes sociais

socialbakers.jpgProxxima
14/07/2014 - Relatório mensal da Socialbakers aponta quais foram as fanpages com mais seguidores, posts e engajamento no sexto mês do ano.

O Itaú é a marca nacional com mais visualizações no YouTube no mês de junho. É o que aponta o relatório mensal da Socialbakers, que analisa o desempenho das marcas brasileiras também no Facebook e no Twitter. Para isso, a empresa considera os quesitos interação, taxa de engajamento, tempo de resposta e taxa de resposta.

Ainda na plataforma de vídeos do Google, o canal com mais seguidores é o da Nike Futebol. A fabricante de artigos esportivos também é responsável pelas duas postagens mais populares no Facebook: o post com a divulgação do comercial "O Último Jogo" teve 999k em interações – curtidas, comentários e compartilhamentos –, enquanto a publicação em homenagem aos vinte anos sem Ayrton Senna resultou em 457k interações.

No Twitter, a página de Claro Ronaldo encabeça tanto a lista das marcas com mais seguidores quanto a de interações. Confira todos os rankings no infográfico:

http://www.proxxima.com.br/home/social/2014/07/10/Socialbakers--as-marcas-brasileiras-mais-populares-nas-redes-sociais-em-junho.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsletter-Proxxima-diaria&utm_content=noticias_diarias&utm_source=Virtual+Target&utm_medium=email&utm_content=&utm_campaign=Newsletter-Proxxima_-semanal&utm_term=

 

 

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