Spotify está agora nas Smart TVs Samsung

potify_1.jpg24/10/2016 - O Spotify, serviço de streaming de música, anuncia a nova experiência Spotify nas Smart TVs Samsung 2015 e 2016.

Todos os usuários Spotify, (exceto o Japão) tanto no acesso gratuito como no Premium, podem facilmente reproduzir, pular, navegar e pesquisar dentro de um catálogo de mais de 30 milhões de músicas diretamente em seus televisores com uma experiência otimizada para a tela grande.

Com o Spotify Connect, que transforma seu aplicativo em um controle remoto, você poderá controlar a sua música na TV usando o celular, desktop ou tablet. Para saber mais sobre como você pode ouvir em casa, entre em www.spotify.com/at-home

Smart TVs Samsung 2014 e modelos anteriores ainda têm uma versão mais antiga, apenas com Spotify Premium - atualizações adicionais em breve.

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Facebook apresenta novas funcionalidades

facebook.jpg19/10/2016 - Tradicionalmente, as pessoas recorrem aos amigos e familiares para pedir recomendações e dicas sobre um determinado tema. Pensando nisso, o Facebook lança hoje novos botões e funcionalidades para páginas com o objetivo de facilitar a interação entre usuários e empresas. Essas novidades permitem que as pessoas busquem recomendações, descubram eventos e novas formas de interagir com negócios, em qualquer lugar e com apenas o toque de um botão em dispositivos móveis. De acordo com a rede social, estas novas funcionalidades serão lançadas inicialmente nos Estados Unidos, mas devem chegar em breve ao Brasil

Recomendações pelo Facebook

Muitas vezes as pessoas procuram dicas de viagens, cabeleireiro ou, até mesmo, sugestões de ótimos lugares para comer e é comum recorrer à amigos ou grupos no Facebook. Um dos principais lançamentos é a aba de Recomendações e, com ela, é possível organizá-las todas em um apenas lugar.

Basta fazer um post pedindo dicas e ligar a opção Recomendações para que os comentários com dicas tragam o mapa para o local e salvas em uma aba separada. Será possível também acessar a área de Recomendações para fazer outras perguntas ou para ajudar amigos.

Encontrando Eventos

Os eventos foram reformulados para que seja possível receber recomendações com base nos eventos que amigos demonstraram interesse e eventos pelos quais as próprias pessoas se engajaram previamente.

Novos Botões de Interação

Uma vez que a pessoa já olhou as dicas dos amigos e escolheu o que fazer, o Facebook lança novidades para tornar as interações com as páginas de negócio ainda mais fácil. A partir de agora, as pessoas poderão tomar ações especificas como:

Pedir comida: será possível pedir comida diretamente na página de um restaurante. Basta clicar em "Iniciar pedido". Vale apenas para páginas nos Estados Unidos que fazem delivery pelos sites Delivery.com ou Slice.

Agendamentos: te indicaram um spa sensacional e quer marcar um horário? Clique no botão para solicitar um horário e eles irão confirmar a disponibilidade via Messenger.

Pedir um orçamento: alguns negócios locais terão um botão "Peça um orçamento" no topo da página.

Comprar ingressos para cinema e eventos: o Facebook vai tornar possível a compra de ingressos para filmes direto pelo Facebook, assim como de eventos em parceria com a Ticketmaster e Evenbrite.

 

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Bloqueio do Facebook é desproporcional

facebook.jpg10/10/2016 - A Proteste Associação de Consumidores avalia como desproporcional a sentença do juiz eleitoral de Joinville, Renato Roberge, que ordenou o bloqueio do Facebook em todo o País, por 24 horas, caso a empresa não cumprisse a decisão de remover um perfil da rede social.

O Facebook tirou do ar um perfil anônimo que publicava conteúdos para atacar o candidato a prefeito de Joinville Udo Döhler (PMDB). O caso ocorreu após a Justiça Eleitoral de Joinville determinar que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) suspendesse a rede social por 24 horas por "desobediência da legislação eleitoral". A página "Hudo Caduco" não se encontra mais disponível na rede social.

"É injusto que decisões como essa retirem o direito de milhões de usuários que se utilizam do Facebook, inclusive, profissionalmente", destaca Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste.

O artigo 8º do Marco Civil da Internet institui a garantia do direito à privacidade e à liberdade de expressão nas comunicações, como condição para o pleno exercício do direito de acesso a internet.

A expectativa é que os tribunais reformem essa decisão de primeiro grau. A associação entende que cortar o serviço de comunicação entre pessoas gera prejuízos de vários tipos, além do desrespeito ao Marco Civil da Internet e é equivocada a interpretação do artigo 11 do Marco Civil no sentido de que se poderia bloquear a aplicação como um todo, quando na verdade a imposição é quanto a não coleta, armazenamento e tratamento de dados pessoais.

Como avalia o desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo, Luiz Rizzato Nunes, tais decisões judiciais de bloqueios de aplicativos seria como o juiz mandar desligar toda a rede de telefonia de uma região porque a companhia telefônica se negou a entregar os dados das chamadas telefônicas de integrantes de quadrilhas de traficantes para que se possa fazer o rastreamento das ligações e descobrir os criminosos da rede.

Parte no processo do WhatsApp

A Proteste entrou com pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) para ser admitida como parte interessada (Amicus Curiae) na ação ajuizada pelo Partido Popular Socialista, em julho último, que pede o fim de bloqueios a redes sociais como reiteradamente tem ocorrido com o WhatsApp. Liminar em vigor impede a suspensão do serviço.

O STF quer promover audiência pública sobre as decisões judiciais que determinaram o bloqueio do WhatsApp no Brasil. A manifestação foi publicada dia 27 de setembro, no Diário da Justiça, em despacho pelo qual o relator da Ação de Descumprimento de Preceito Constitucional (ADPF 403), ministro Edson Fachin, defende o debate diante do interesse público com o tema. O que motivou a ADPF foi a decisão do juiz Marcel Maia Montalvão, da Comarca de Lagarto, terceira maior cidade de Sergipe, com ordem para bloqueio do aplicativo em maio.

 

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Saiba o que é 'malvertising' e como se proteger

malvertising.jpgBrian Donohue, Kaspersky
06/10/2016 -
O Malvertising é um tipo de anúncio publiciário online que geralmente é usado ​​para espalhar malware na internet. No entanto, a natureza desse ataque foi evoluindo nos últimos anos e é cada vez mais difícil diferenciar os anúncios fraudulentos dos legítimos.

Por exemplo, há uma série de anúncios online legais que qualquer observador razoável caracterizariam como malicioso ou fraudulento. Por outro lado, há prováveis anúncios legítimos ​​que são sinalizados por algumas redes de publicidade como malicioso ou fraudulento apenas por razões técnicas. No entanto, há também vastas áreas de anúncios online que são completamente e inquestionavelmente maliciosos.

Os anúncios maliciosos

O tipo mais fácil de ser detectado são aqueles que – depois que você clicar nele – redireciona os usuários para sites que infectarão o PC com malware ou instalarão algum outro software indesejado, a menos que essa pessoa esteja executando um produto antivírus capaz de bloquear a infecção. Os usuários que executam sistemas operacionais e navegadores web são especialmente vulneráveis ​​a esta e outras formas de ataque.

Os malwares que acompanham as publicidades fraudulentas estão desenhadas para realizar várias funções. Em alguns casos, se trata de keyloggers que buscam roubar as credenciais de início de sessão das principais contas online dos usuários. Mas também é possível que seja um trojan bancário, um antivírus falso ou um ransomware como o Cryptolocker.

Um exemplo recente é a rede anúncios AppNexus, que foi acusada de postar malvertising nos sites do TMZ e Java.com. Segundo a empresa de segurança Fox-IT, “esses sites não foram responsável por propagar o malvertising,  e sim, foram vítimas do ataque”. Em outras palavras, isso significa que um provedor de publicidade que se encarregava de publicar os anúncios no site foi o responsável de colocar as publicidades maliciosas. Este tipo de malvertising é fácil de detectar e universalmente conhecido como ilegal.

Zona cinzenta

Como muitos já apontaram, o malvertising nem sempre contém o que é universalmente considerado como “malware”. Algumas vezes, eles podem instalar cookies de rastreamento ou algum software legítimo que rouba a sua informaççao sem o seu consentimento. A maioria das redes de anúncios online proíbem este tipo de publicidade maliciosa ou fraudulenta (ou ao menos obrigam que os desenvolvedores mudem os banners com o objetivo de cumprir os termos de uso). No entanto, algumas redes de anúncios podem ser muito coniventes com as orientações e deixam passar quase qualquer tipo de publicidade. Da mesma forma, algumas redes de anúncios, provavelmente, fazer um melhor trabalho de policiar o seu conteúdo e os clientes do que outros. Você pode optar por redes de anúncios específicos, mas isso é muito complicado e talvez nem tenha tanto efeito.

Anúncios legítimos que parecem fraudulentos

Esta é definitivamente a categoria mais difícil de distinguir: anúncios que são legítimos, mas que para os olhos de qualquer usuários parecem ser maliciosos. Entre os mais populares estão aqueles que promocionam trabalhos onde é possível ganhar “dezenas de reais por mês sem sair de casa”. O ucriosos é que muitos deles levam os usuários a sites bem intencionados, embora a metodologiapara publicidade que eles usam esteja na fronteira entre o legal e o ilegal. Nesses casos, o usuário é quem determinar se clica ou não nestes avisos, uma vez que os mesmos não serão censurados pelas empresas que regulam os anúncios na Internet.

Como se proteger?

Não clique em anúncios que parecem suspeitos. A minha recomendação pessoal é que você só clique em anúncios para as coisas que você realmente deseja comprar. Se alguém está oferecendo para você algo com um anúncio, então pense duas vezes, porque as propagandas geralmente tentam levá-lo a comprar algo.

Tradução: Juliana Costa Santos Dias

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Alemenha proíbe Facebook de compartilhar dados

27/09/2016 - A agência de proteção de dados alemã ordenou que o Facebook suspenda o compartilhamento de dados de 35 milhões de usuários do WhatsApp e descarte todos os dados já coletados.

A rede social, que possui cerca de 1 bilhão usuários, anunciou em agosto deste ano que começaria a compartilhar os dados do WhatsApp com o Facebook, para serem usados em anúncios segmentados. A rede social ofereceu aos usuários a opção de não disponibilizar os dados para fins publicitários, mas não incluiu a opção de não compartilhar os dados com o Facebook.

"Tem que ser uma decisão dos usuários, se querem conectar a sua conta do WhatsApp no Facebook. O Facebook tem para pedir permissão com antecedência," disse Johannes Caspar, da agência de proteção e dados de Hamburgo. Caspar também lembrou que, quando o Facebook comprou o WhatsApp em 2014, havia prometido que não iria compartilhar os dados do usuários.

As atividades alemãs do Facebook estão sediadas em Hamburgo, colocando a rede social sob a jurisdição do regulador no norte da cidade.

Um porta-voz do Facebook disse: "O Facebook está em conformidade com a legislação de protecção de dados da UE. Vamos trabalhar com Hamburgo, em um esforço para resolver as questões e quaisquer preocupações."

Fonte: the Guardian


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Brasileiros acham injusta mudança no WhatsApp

whatsup.jpgBruno do Amaral, Converge
23/09/2016 - O brasileiro achou as novas políticas de privacidade do WhatsApp injustas e confusas, de acordo com pesquisa online do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) divulgada nesta quinta, 22. Para 63,5% dos entrevistados, os termos descumprem a promessa da empresa de não compartilhar dados com o Facebook, além de não permitir a escolha do que se pretende dividir com a rede social. Mesmo o mecanismo de segurança do aplicativo, a criptografia ponta-a-ponta, é desacreditada por 48% que acreditam que o conteúdo será utilizado pelas empresas do Facebook de qualquer forma.

O levantamento, realizado entre os dias 8 e 21 de setembro, entrevistou 2.463 pessoas e aponta ainda que, para 25,7%, os termos são confusos. De acordo com o relatório "Consentimento Forçado?" do próprio Idec e que acompanha os resultados da pesquisa, isso "reforça a tese de que o WhatsApp não está sendo suficientemente transparente com relação ao uso dos dados de conexão, geolocalização, interação do usuário com outras pessoas e aparelho telefônico usado".

O relatório traz recomendações para empresas privadas de tecnologia que atuam no Brasil e defende a instauração de inquérito civil para averiguação de "violação de direitos coletivos". Pede ainda cooperação da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) com autoridades garantidoras de proteção de dados pessoais em países estrangeiros. Em comunicado, o advogado e pesquisador do instituto, Rafael Zanatta, afirma que não haveria apenas o compartilhamento de dados da agenda telefônica entre os dois serviços. "Há muito mais por trás da mudança dos termos de uso e o WhatsApp falhou em garantir o consentimento livre para todas essas escolhas, desrespeitando o Marco Civil da Internet", declara.

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