LinkedIn: essa rede social é uma central de oportunidades

linkedin.jpg*Por Fernanda Nascimento
20/02/2018 -
O fenômeno LinkedIn já totaliza no mundo 546 milhões de usuários. Só no Brasil, já chegamos aos 32 milhões. As últimas estatísticas, apresentadas há duas semanas pela rede social, mostram que os números do LinkedIn crescem ano após ano e com eles a relevância dessa plataforma no cenário corporativo mundial.

O grande desafio é cada vez mais aproveitar as diferentes formas de negócio que podem ser desenvolvidas por meio dessa rede. Algumas dicas são imprescindíveis e podem aumentar consideravelmente as suas oportunidades:

Imprimir uma marca pessoal

O seu perfil no LinkedIn é muito importante. É o seu cartão de visitas, onde você apresentar a sua experiência profissional e os resultados que gerou ao longo de sua carreira. É importante ressaltar as suas realizações. A fase em que você se encontra: "em transição profissional" ou "desempregado" não pode ser sua principal história. Portanto, seu perfil deve dar ênfase ao que você pode oferecer como profissional e não à sua situação atual. Qual é o seu melhor? O que você faz de mais relevante comparado a outros profissionais?

Para descrever a experiência profissional e a formação acadêmica, priorize o emprego mais relevante nos locais de destaque. Isso elimina a necessidade de colocar a posição mais recente no topo da lista. Assim, é possível montar sua experiência estrategicamente, enfatizando as informações mais importantes da sua carreira naquele momento.

Isso não quer dizer que vale a pena apagar o passado ou turbinar a realidade, passando uma imagem a qual não é legítima. Toda a nossa história tem valor, até aquele estágio no comecinho da carreira. E desde esse comecinho você conheceu pessoas que sabem exatamente quem você é e os seus resultados. Portanto, seja verdadeiro.

Engaje os profissionais importantes para você

A ideia de usar o LinkedIn para se recolocar, vender ou mesmo aumentar sua autoridade no seu segmento é legítima, mas é preciso que as pessoas entendam o que você tem a oferecer. É mais ou menos como provar o conteúdo no seu perfil. Você garantiu ser bom, mas como atestar?

Nas redes sociais, a melhor forma de mostrar o conhecimento é dividir a sua experiência, por meio de conteúdo: vídeos, textos, posts ou artigos longos do LinkedIn. Ao oferecer uma informação interessante para a sua rede, você marca seu espaço mostrando que é um especialista no mercado, com conhecimento sobre a sua área de atuação, aponta tendências e, por tudo isso, vale a pena ser seguido.

Quando alguma de suas conexões compartilha o conteúdo que você produz, usa esse material para então influenciar sua rede, como se fizesse dela as suas palavras. Você não só está mostrando sua expertise, como reforçando a autoridade de alguém conectado a você. Então, sua imagem e sua experiência chegam mais longe, deixando de atingir prioritariamente a sua rede de primeiro grau – pessoas conectadas diretamente a você – e passa a navegar entre as suas conexões de segundo grau.

Use esse alcance para aumentar sua network

Quando uma conexão de segundo grau interage com a sua experiência, por meio do conteúdo publicado e compartilhado, abre espaço para um convite a se conectar. A partir daquele momento, a pessoa já sabe quem você é e concorda, de alguma forma, com o seu pensamento.

Use uma mensagem personalizada para se aproximar, deixe claras suas intenções, mesmo que esteja interessado em uma vaga de emprego postada ou tenha uma oportunidade de negócio. Suas chances de sucesso nesse contato serão muito maiores.

E, caso você já tenha analisado as conexões das suas conexões, por curiosidade ou até mesmo planejando alguma ação com a sua rede, deve ter percebido quantas chances de se aproximar de profissionais interessantes há no LinkedIn. O potencial é enorme!

Essas dicas certamente farão você ter mais visibilidade na rede social e o manterá mais próximo de pessoas que se lembrarão de você no caso de uma oportunidade. Entretanto, minha última sugestão é: não faça isso uma vez por semana, mas de 20 a 40 minutos por dia, no mínimo! Assim, não perderá possibilidades de envolvimento com assuntos em destaque e, principalmente, de resposta rápida para o que de interessante a rede lhe trouxer.

Bons negócios!

*Por Fernanda Nascimento é Diretora e Estrategista na Stratlab


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Redes sociais: ativo digital importante para empresas

consumer.jpg*Por Cassio Pantaleoni
08/02/2018 - Atualmente já não se duvida da capacidade das redes sociais em aproximar as pessoas. Não se trata apenas da conexão em tempo real que ultrapassa os desafios da distância ou tempo, mas também do trato direto de intimidades que antes eram cuidadosamente compartilhadas nas rodas sociais tradicionais. Ao oferecer uma comunicação mais franca do que aquela que acontece quando se está fisicamente diante dos outros, as redes sociais conquistaram-nos rapidamente. Essa franqueza, que se dá como um dizer sem receios, exerce juízos de valor sobre tudo e sobre todos sem as preocupações comuns do convívio no mesmo espaço físico. Porém, a proximidade virtual e a incontida franqueza concedem àqueles que se pronunciam no mundo das relações digitais um sentido de liberdade de expressão que, inadvertidamente, se esquece das regras básicas de convivência aprendidas ao longo da história da construção da sociedade. Desta liberdade, sempre escapam juízos apressados que, geralmente, promovem a polarização ideológica – uma parte que atesta e defende e outra parte que contesta e ataca. Ou seja, a descomplicada aproximação virtual, protegida pela tela dos dispositivos móveis ou dos computadores pessoais, também torna franca a manifestação por preferências radicais ou críticas ostensivas. Parece que esquecemos de escutar antes de afirmar.

Como escreveu o ensaísta francês Jean Phillipe Nadeu, na era digital, nada detém a vaidade das pessoas. E as opiniões ou as críticas – o que lá se escreve e se diz acerca do outro, das marcas, dos produtos, dos processos ou da política – estão sempre de caso com a vaidade. Opiniões ou críticas são construídas a partir da convicção de que aquilo que se tem a dizer – a perspectiva pessoal sobre temas ou fatos – é mais importante e legítima.

Do ponto de vista mais moderado, tais opiniões seriam interpretadas como demonstração de atitude. Afinal, nas redes sociais, esta atitude associa-se às percepções predominantes da atualidade. O consumidor atual já não se vê como um agente passivo: ele agora compreende que o tempo investido para que ele se adapte aos produtos, serviços, regulamentações ou processos é precioso. Almeja-se viver com qualidade e o tempo investido para isso, se demasiado, é sentido como perda, indisposição, impaciência, inadequação. Assim que a exigência para que tudo esteja adaptado a ele – o consumidor – é muito maior. De maneira geral, ele quer que as empresas e organizações se antecipem às suas necessidades, preferências e valores, reduzindo o investimento do seu tempo e oferecendo-lhe mais qualidade de vida.

Para o mundo dos negócios, esses comportamentos impactam sobremaneira a reputação de marcas. A construção de marcas, tantas vezes planejada com muito critério, pode ocasionalmente colapsar diante das críticas dos consumidores. E é preciso entender que estas críticas não chegam apenas como simples reclamações – algumas vezes justas –, mas também como mensagens carregadas de ódio, intolerância, difamações, etc. A reparação sempre impõe um custo não previsto. Seria possível antecipar-se às eventuais críticas?

Neste oceano digital, aparelhar-se com instrumental analítico adequado é tão importante quanto foi a bússola para os antigos navegadores: quando o céu está fechado e a tempestade não abranda, a maneira mais apropriada para continuar navegando na direção certa é dispor de instrumentos. As manifestações das redes sociais apontam sempre na direção do norte, tal qual uma bússola. Aprumar a embarcação para a direção que se pretende depende fundamentalmente de como se interpreta esse norte diante do destino almejado. De certo modo, é dali que se pode retirar os meios para motivar os consumidores a expressarem-se positivamente acerca de marcas, produtos ou serviços, expressões que condizem com a imagem que os consumidores querem oferecer sobre si mesmos. As empresas que compreendem o valor do instrumental analítico e o usam para prever o movimento das marés ou as intempéries são as que singram as águas do oceano digital com maior segurança. Contudo, se novamente tomarmos a premissa de Nadeau de que a vaidade não tem limites, não deveríamos temer a possibilidade de que as empresas estão agora reféns destes consumidores ácidos e, por consequência, tornando a rota até o seu destino uma sequência de desvios? Afinal, não estamos também falando de uma crescente intolerância nas redes sociais?

Manter o foco e, simultaneamente, ampliar a atenção para as peculiaridades da relação do consumidor com a empresa pressupõe não apenas escutar o que é manifesto, mas também aquilo que não é manifesto. Como diria o poeta paranaense Paulo Leminski: "Presta atenção no que não digo". É preciso ajustar com muito cuidado o filtro desta escuta, separando as críticas ou opiniões (que recorrentemente forçam uma rota alternativa para os objetivos do negócio) daquelas que visam apenas o massacre digital de marcas, produtos ou serviços. A compreensão da tônica da expressão dos consumidores é um processo de refinamento contínuo que encontra na inteligência analítica os fundamentos para desenvolver uma percepção clara daquilo que influencia o negócio. Há que instruir continuamente o próprio motor analítico, refinando-o, por exemplo, com tecnologias de deep learning.

Não se pode ignorar, contudo, que o ecossistema digital, por si só, não é o único universo que diz algo acerca dos indivíduos. Os múltiplos canais de interação oferecem continuamente milhares de informações complementares, permitindo assim uma interpretação mais acurada sobre o modo de viver e pensar das pessoas. É aí que entra o conceito de Plataforma Analítica, desenvolvida para lidar com o crescente volume de dados. Uma plataforma analítica robusta dá conta de conceitos como Inteligência Artificial não apenas num contexto de interação específico, mas também no âmbito que permite que o ciclo analítico para a criação de modelos preditivos tire vantagem da diversidade dos dados e da tecnologia, de maneira escalável e confiável. As empresas mais avançadas hoje compreendem que plataformas analíticas são não somente o leme da negócio, mas também as velas.

Entretanto, não é apenas às empresas que interessam as críticas decorrentes da intolerância que se vê nas redes de relacionamento. Na verdade, o que ali está manifesto é decorrência do modo como todos enfrentam as novas exigências sociais do mundo. As reações e contrarreações às crenças, valores e preconceitos estão inevitavelmente em pauta porque os dados que usamos para formar uma opinião nos chegam em grande volume e em grande diversidade, muitas vezes sem a legítima aferição de origem. É esta circunstância que faz com que nos comportemos como ora nos comportamos. Independentemente da situação, uma boa alternativa para se recuperar a tolerância é conceder à nossa plataforma analítica natural – a mente humana – um viés mais positivo e agregador. O nosso ciclo analítico natural deveria funcionar com base naquilo que as empresas estão buscando – a escuta inteira: o dito e o não dito. Afinal, os rumos dos melhores juízos da história da humanidade foram, invariavelmente, encontrados por aqueles de escuta sensível.

*Por Cassio Pantaleoni, presidente do SAS Brasil

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Folha deixa de publicar conteúdo no Facebook


facebook.jpg08/02/2018 - Jornal decide parar de atualizar sua conta após diminuição da visibilidade do jornalismo profissional pela rede social

 

A Folha afirma que o gigante das redes sociais está encorajando notícias falsas e que o Facebook tornou-se "terreno inóspito para conteúdo de qualidade".

 

O jornal anunciou que não publicará mais conteúdo em sua página do Facebook, acusando o gigante das redes sociais de encorajar notícias falsas no feed de notícias, com a mudança que realizou no seu algoritmo.

Saiba mais aqui (se for assinante do jornal)

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Facebook prepara mudanças no seu Feed de notícias

facebook.jpg12/01/2018 - Nas próximas semanas, você verá menos vídeos virais e artigos de notícias de empresas de mídia e, em vez disso, verá mais postagens que incluem interações entre você e as pessoas que você conhece, explica matéria do jornal The New York Times.

A rede social está fazendo mudanças radicais em seu Feed de notícias na tentativa de favorecer as interações com os amigos sobre o que ele chama de "conteúdo passivo" - vídeos ou artigos que “incentivam” o usuário a se sentar e assistir ou ler.

A mudança é a revisão mais significativa em anos para o Feed de notícias do Facebook, a tela de conteúdo em cascata que as pessoas vêem quando entram na rede social. Nas próximas semanas, os usuários começarão a ver menos vídeos virais e artigos de notícias compartilhados por empresas de mídia. Em vez disso, o Facebook irá destacar as postagens com as quais os amigos interagiram - por exemplo, uma foto do seu cão ou uma atualização de status que muitos deles comentaram ou gostaram.

As mudanças destinam-se a maximizar a quantidade de conteúdo com "interação significativa" que as pessoas consomem no Facebook, disse Mark Zuckerberg, diretor executivo da empresa, em uma entrevista. O Facebook, segundo ele, estudou de perto quais tipos de postagens haviam enfatizado ou prejudicado os usuários. A rede social quer reduzir o que o Sr. Zuckerberg chamou de "conteúdo passivo" - vídeos e artigos que pedem pouco mais ao espectador do que sentar e assistir ou ler - para que o tempo dos usuários no site fosse bem gasto.

"Queremos garantir que nossos produtos não sejam apenas divertidos, mas são bons para as pessoas", disse Zuckerberg. "Precisamos reorientar o sistema".

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Reconhecimento facial será usado no Facebook

face_facial.jpg19/12/2017 - O uso de novas ferramentas promete ajudar as pessoas a administrarem melhor sua identidade no Facebook.

Baseada na mesma tecnologia usada para sugerir amigos que você pode ter interesse de marcar em suas fotos ou vídeos, essas novas funcionalidades irão te ajudar a encontrar fotos em que você não foi marcado, bem como auxiliá-lo a detectar quando alguém estiver tentando usar uma imagem sua como foto de Perfil. Será lançado também uma funcionalidade para que pessoas com deficiência visual possam saber quais pessoas estão nas fotos que aparecem no Facebook.

Saiba quando você aparece em fotos no Facebook

De acordo com a rede social, a partir de agora, se você estiver em uma foto e fizer parte da audiência daquele post, você será notificado, mesmo que não tenha sido marcado na foto. A ideia é você ter controle da sua imagem no Facebook e escolher marcar a si mesmo, desmarcar ou contatar a pessoa que postou a foto se você achar que isso é necessário.

Novas ferramentas para pessoas com deficiência visual

Dois anos atrás o Facebook lançou uma ferramenta de texto que descreve fotos para as pessoas com deficiência visual. Agora, com o reconhecimento facial, aqueles que usam essa tecnologia, poderão saber quem aparece nas fotos do seu Feed de Notícias, mesmo que elas não estejam marcadas na foto em questão.

Como funciona

A rede social explica que você controlará se o Facebook pode reconhecer você nas fotos e vídeos. Em breve, você começará a ver um simples botão de ”ativado/desativado” em vez de configurações individuais para cada recurso na plataforma que usa a tecnologia de reconhecimento facial.

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WhatsApp anuncia novo recurso de Localização Atual

17/10/2017 - O WhatsApp anuncia hoje mais um recurso para que os usuários possam compartilhar com seus contatos e grupos. A Localização Atual permite, de maneira simples e segura, informar as pessoas onde você está por um determinado período e em tempo real. Assim como todo o conteúdo enviado no WhatsApp, a novidade também possui criptografia ponta-a-ponta e permite que o usuário controle com quem quer dividir sua localização e por quanto tempo.

Seja para compartilhar com os amigos que você está a caminho de um compromisso com eles, ou para avisar à família que está no trânsito e que ainda vai demorar para chegar em casa, por exemplo, a Localização Atual é mais uma maneira de estar conectado a quem mais importa para você.

Funciona assim: Abra uma conversa com o contato ou grupo com quem desejar compartilhar. Sob "Localização", no botão anexar, há a nova opção de "Compartilhar Localização Atual". Escolha por quanto tempo deseja compartilhá-la e toque em enviar. Cada membro da conversa conseguirá ver sua localização em tempo real em um mapa. Se mais de uma pessoa compartilhar sua localização em um grupo, todas as localizações aparecerão no mesmo mapa.

De acordo com a empresa, o recurso Localização Atual está disponível para ambos Android e iPhone e será lançado no aplicativo nas próximas semanas.

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