WhatsApp anuncia novos recursos para grupos

whatsapp_grupo.jpeg15/05/2018 - WhatsApp anuncia novas ferramentas para aprimorar a experiência nos grupos. Agora, os grupos podem ter descrições, também é possível saber se alguém mencionou seu nome em uma conversa ao clicar em um botão e os administradores tem mais controles de gerenciamento. E além dessas novidades, o WhatsApp promete dificultar o processo para as pessoas serem re-adicionadas a grupos dos quais saíram.

De acordo com a rede social, todas as mudanças começam a chegar aos usuários de Android e iOS hoje, 15 de maio. Confira as novidades:

- Descrição de grupo: Um pequeno descritivo abaixo das informações do grupo que permite os administradores a estabelecerem regras, tópicos mais importantes, direcionamentos etc. Quando uma pessoa entra em um grupo, a descrição vai aparecer no topo do chat.  

- Controles do administrador: Nas configurações do grupo, há um novo controle que permite que os administradores restrinjam quem pode mudar o assunto do grupo, ícone e descrição. Além disso, os administradores podem retirar permissões de gerenciamento de outros membros e os criadores dos grupos não podem ser excluídos dos grupos que criaram.

- Atualização de grupo: Quando você se ausenta de um grupo por um tempo, você pode se atualizar rapidamente sobre as mensagens que mencionaram você ao clicar no botão “@” no canto direito inferior da janela de conversa.

- Busca de participante: Encontre quem quiser nos grupos ao acessar a ferramenta de busca na página de informação do grupo.

 

 

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Vídeo é o formato escolhido da publicidade mobile

video_mkt.jpg*Por Alberto Pardo
18/04/2018 - Aperte o play! 2018 já está a todo vapor e se existe uma certeza é a de que o vídeo será o grande "rockstar" da publicidade mobile nos próximos anos. Segundo dados da Magna, este é o formato que mais crescerá em 2018 na América Latina, com acréscimo de 33% em investimentos. Outro dado relevante e que justifica essa aposta é que o consumo de vídeo em dispositivos móveis já supera as visualizações em desktop.

Uma estimativa da companhia de telecomunicações Ericsson revela a tendência de explosão no consumo de vídeo nos próximos anos. De acordo com o estudo, o tráfego de dados mobile de vídeo deve aumentar para 110 exabytes por mês até 2023, número oito vezes maior do que os 14 exabytes de 2017.

Ao levarmos em consideração esses dados é preciso que as estratégias de comunicação das marcas sejam orientadas por tais fatores e evoluam do formato display para as possibilidades existentes em vídeo. Será necessário pensar também não apenas no formato, mas na distribuição in-app como prioridade, especialmente por conta dos avanços dos bloqueadores de anúncios em mobile web, como o anunciado em fevereiro pelo Google Chrome.

Para o mercado brasileiro, a publicidade in-app merece ainda maior atenção por conta dos hábitos dos usuários, além do forte ecossistema de aplicativos presente no País. Dados da pesquisa The Global Mobile Report, realizada pela comScore, mostram que o brasileiro passa 95% do tempo em dispositivos móveis nos dez principais aplicativos do usuário. Outro fator interessante é que o tempo não é gasto apenas nos apps de troca de mensagens. Tem crescido substancialmente a preferência por aplicativos da categoria de viagens, por exemplo, e de serviços de maneira em geral.

Se por um lado as marcas devem ter este olhar focado na publicidade mobile em vídeo e in-app, por outro, as soluções deste segmento devem acompanhar essa necessidade. A boa notícia é que isso já está acontecendo. Hoje, não há justificativa para anúncios em vídeo que não estejam em HD full screen ou que se reproduzam com falhas e buffering no carregamento.

Além da qualidade técnica do vídeo, as soluções disponíveis permitem uma infinidade de alternativas de interações com o usuário durante e após a conclusão do conteúdo. É possível exercer a criatividade sem limitações! Em campanha recente, uma marca de desodorante, por exemplo, simulava a tela do dispositivo móvel embaçando, permitindo ao usuário limpá-la com o próprio dedo. O vídeo deixa de ser um simples anúncio e se torna um micro site com diversas possiblidades de conversão e caminhos para direcionar o usuário, seja para um download, visita a um site, agendamento de um test-drive, entre outras variáveis. O mercado também está amparado com soluções que contemplam ferramentas integradas de viewability e brand safety, que estão na pauta do dia dos anunciantes.

Sem dúvida, 2018 promete ser um excelente ano para aqueles que explorarem a combinação entre o uso adequado de dados e tecnologias com a criatividade na produção de campanhas focadas em publicidade em vídeo para dispositivos móveis.

*Alberto Pardo é CEO e fundador da Adsmovil

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Revista do MIT: Não acreditem no que Zuck disse

zuck_mit.jpgPor Ethevaldo Siqueira (com a MIT Technology Review)
13/04/2018 - A poeira baixou dez horas após as audiências dadas por Zuckerberg, CEO do Facebook, perante o Congresso, tempo suficiente para refletirmos sobre o que ele disse. E parte do que ele disse foi pura farofa.

1. Sobre novas regras de dados: ele disse que as diretrizes de privacidade de entrada da União Europeia, conhecidas como PIBR, seriam estendidas aos usuários em toda a América. Isso é totalmente errôneo.

2. Sobre a possibilidade de os usuários possuírem seus dados: Zuck disse aos legisladores que os usuários podem baixar um arquivo contendo “todos” os dados que o Facebook detém sobre eles. Sua equipe de operações de privacidade discorda.

3. Sobre censura com Inteligência Artificial (IA): Zuck diz que a aprendizagem de máquinas será em grande parte capaz de automatizar a censura. Ele está errado: isso pressupõe enormes avanços em andamento que terão ainda de acontecer.

4. Por outro lado: muitas pessoas sinalizaram concordância com movimento de suas cabeças durante suas respostas. E anunciantes ainda parecem amar o Facebook. E mais: o valor da empresa se elevou em US $3 bilhões durante o curso desta semana.

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Tesla e SpaceX deixam o Facebook após escândalo

elon_musk_ai.jpgPor Redação Link - O Estado de S.Paulo
23/03/2018 - Em série de tuítes após o escândalo, Elon Musk foi desafiado por seguidores e tirou ambas as páginas do ar

O bilionário americano, dono da montadora Tesla e da companhia aeroespacial Space X, excluiu as páginas das duas empresas na rede social Facebook, após ser desafiado por seus seguidores no Twitter. A conversa começou com uma resposta de Musk ao tuíte de Brian Acton, cofundador do WhatsApp, que sugeriu aos seus seguidores para pararem de usar o Facebook, após a revelação que dados pessoais de 50 milhões de usuários caíram nas mãos da empresa de inteligência Cambridge Analytica. "O que é Facebook?", perguntou Musk a Acton, por meio do Twitter.

A declaração deixou os seguidores de Musk inquietos. Logo, eles começaram a desafiar o executivo a retirar as páginas de suas empresas da rede social. Ele respondeu aos seguidores que iria retirar a página do ar e, minutos depois, ambas não funcionavam mais.

Apesar de ter excluído as páginas das empresas no Facebook, Musk afirmou que vai continuar utilizando o aplicativo de compartilhamento de fotos Instagram. Atualmente, Musk tem mais de 6,9 milhões de seguidores na rede social.

Desafetos. Não é a primeira vez que Musk faz provocações relacionadas ao presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, usando sua conta no Twitter. Musk sempre defendeu que as pessoas devem ter cautela em apostar em tecnologias como inteligência artificial, porque, segundo ele, essas tecnologias podem se tornar tão poderosas que tratariam os humanos como "ratos". Zuckerberg, que afirma que a inteligência artificial deve ser abraçada pela humanidade, foi questionado sobre as opiniões de Musk, a quem ele chamou de "pessimista" e classificou as declarações como "irresponsáveis".

A resposta de Musk veio rápido, via Twitter. Ele afirmou que Zuckerberg não entendia as implicações da inteligência artificial. "Eu já conversei com Mark sobre isso e sua compreensão sobre o assunto é limitada."

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Escândalo faz Facebook perder US$ 36 bilhões

facebook.jpgEstadão
20/03/2018 - A divulgação do vazamento de dados de 50 milhões de usuários do Facebook para uma empresa de análise que trabalhou para a campanha do presidente americano, Donald Trump, fez as ações da companhia despencarem. Com a queda, o Facebook perdeu US$ 36 bilhões de valor de mercado. Foi o maior recuo diário da empresa de tecnologia desde março de 2014.

A pressão política sobre a empresa também aumentou. Muitos republicanos e democratas exigiram na segunda-feira 19 que Mark Zuckerberg, dono do Facebook, vá ao Congresso dos EUA se explicar. Em 2016, a empresa Cambridge Analytica utilizou informações pessoais de usuários para a elaborar estratégias para a campanha de Trump.

 

 

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LinkedIn: essa rede social é uma central de oportunidades

linkedin.jpg*Por Fernanda Nascimento
20/02/2018 -
O fenômeno LinkedIn já totaliza no mundo 546 milhões de usuários. Só no Brasil, já chegamos aos 32 milhões. As últimas estatísticas, apresentadas há duas semanas pela rede social, mostram que os números do LinkedIn crescem ano após ano e com eles a relevância dessa plataforma no cenário corporativo mundial.

O grande desafio é cada vez mais aproveitar as diferentes formas de negócio que podem ser desenvolvidas por meio dessa rede. Algumas dicas são imprescindíveis e podem aumentar consideravelmente as suas oportunidades:

Imprimir uma marca pessoal

O seu perfil no LinkedIn é muito importante. É o seu cartão de visitas, onde você apresentar a sua experiência profissional e os resultados que gerou ao longo de sua carreira. É importante ressaltar as suas realizações. A fase em que você se encontra: "em transição profissional" ou "desempregado" não pode ser sua principal história. Portanto, seu perfil deve dar ênfase ao que você pode oferecer como profissional e não à sua situação atual. Qual é o seu melhor? O que você faz de mais relevante comparado a outros profissionais?

Para descrever a experiência profissional e a formação acadêmica, priorize o emprego mais relevante nos locais de destaque. Isso elimina a necessidade de colocar a posição mais recente no topo da lista. Assim, é possível montar sua experiência estrategicamente, enfatizando as informações mais importantes da sua carreira naquele momento.

Isso não quer dizer que vale a pena apagar o passado ou turbinar a realidade, passando uma imagem a qual não é legítima. Toda a nossa história tem valor, até aquele estágio no comecinho da carreira. E desde esse comecinho você conheceu pessoas que sabem exatamente quem você é e os seus resultados. Portanto, seja verdadeiro.

Engaje os profissionais importantes para você

A ideia de usar o LinkedIn para se recolocar, vender ou mesmo aumentar sua autoridade no seu segmento é legítima, mas é preciso que as pessoas entendam o que você tem a oferecer. É mais ou menos como provar o conteúdo no seu perfil. Você garantiu ser bom, mas como atestar?

Nas redes sociais, a melhor forma de mostrar o conhecimento é dividir a sua experiência, por meio de conteúdo: vídeos, textos, posts ou artigos longos do LinkedIn. Ao oferecer uma informação interessante para a sua rede, você marca seu espaço mostrando que é um especialista no mercado, com conhecimento sobre a sua área de atuação, aponta tendências e, por tudo isso, vale a pena ser seguido.

Quando alguma de suas conexões compartilha o conteúdo que você produz, usa esse material para então influenciar sua rede, como se fizesse dela as suas palavras. Você não só está mostrando sua expertise, como reforçando a autoridade de alguém conectado a você. Então, sua imagem e sua experiência chegam mais longe, deixando de atingir prioritariamente a sua rede de primeiro grau – pessoas conectadas diretamente a você – e passa a navegar entre as suas conexões de segundo grau.

Use esse alcance para aumentar sua network

Quando uma conexão de segundo grau interage com a sua experiência, por meio do conteúdo publicado e compartilhado, abre espaço para um convite a se conectar. A partir daquele momento, a pessoa já sabe quem você é e concorda, de alguma forma, com o seu pensamento.

Use uma mensagem personalizada para se aproximar, deixe claras suas intenções, mesmo que esteja interessado em uma vaga de emprego postada ou tenha uma oportunidade de negócio. Suas chances de sucesso nesse contato serão muito maiores.

E, caso você já tenha analisado as conexões das suas conexões, por curiosidade ou até mesmo planejando alguma ação com a sua rede, deve ter percebido quantas chances de se aproximar de profissionais interessantes há no LinkedIn. O potencial é enorme!

Essas dicas certamente farão você ter mais visibilidade na rede social e o manterá mais próximo de pessoas que se lembrarão de você no caso de uma oportunidade. Entretanto, minha última sugestão é: não faça isso uma vez por semana, mas de 20 a 40 minutos por dia, no mínimo! Assim, não perderá possibilidades de envolvimento com assuntos em destaque e, principalmente, de resposta rápida para o que de interessante a rede lhe trouxer.

Bons negócios!

*Por Fernanda Nascimento é Diretora e Estrategista na Stratlab


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