Telefónica, entre as líderes no Dow Jones Sustainability

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Por Ethevaldo Siqueira
22/09/2017 - A Telefónica está entre as nove empresas líderes do mundo em critérios de sustentabilidade, de acordo com o Dow Jones Sustainability Index (DJSI), divulgado na última semana. Em sua revisão anual, a agência de rating - RobecoSAM - que avalia a governança de sustentabilidade das empresas no índice, atribuiu à companhia 84 pontos em 100, um ponto a mais em relação ao obtido no ano anterior, e 31 pontos percentuais a mais do que a média do setor, o que coloca a Telefónica entre as melhores empresas no critério de sustentabilidade em sua área de atuação. Considerado um dos mais exigentes do mundo, o DJSI selecionou as nove empresas "Top" de telecomunicações entre 61 empresas candidatas por critérios de capitalização de mercado.

A empresa vem alcançando seus objetivos, com um modelo de negócios sustentável em todos os mercados onde atua, incluindo o Brasil. A estratégia de sustentabilidade de Telefónica está baseada em níveis de compromisso: o cumprimento e a gestão de riscos, a melhoria da produção de modo responsável e o crescimento por meio da sustentabilidade. No aspecto econômico, a Telefónica se destaca principalmente pela gestão da inovação, gestão de riscos e  proteção à privacidade. Na frente ambiental, a empresa obteve pontuação máxima  na categoria de mudanças climáticas e campos eletromagnéticos. Já na dimensão social, o destaque está na contribuição para a cidadania, observando-se, entre outros aspectos, boas práticas  de RH e de direitos humanos.

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Vivo amplia cobertura 4G e garante liderança

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Por Ethevaldo Siqueira
15/09/2017 - O número de municípios cobertos com a tecnologia 4G atingiu em agosto o total de 1.750, além de 13 novas cidades com o 4G+ dentre as quais seis capitais.

A Vivo ampliou a sua cobertura móvel nacional em agosto, com a ativação de 150 municípios na tecnologia 4G. Já com a conexão 4G+, que é capaz de oferecer ainda mais velocidade à navegação, a empresa ampliou a cobertura para 13 cidades, das quais seis são capitais: Salvador, Aracaju, Belém, Porto Velho, Maceió e Boa Vista. A operadora continua na liderança do segmento de internet móvel de quarta geração no país com 34,5% de market share (dados de julho da Anatel).

Em agosto, a cobertura de 4G da Vivo chegou a 1.750 municípios em todo o país. A rede de quarta geração permite o acesso à internet em altíssima velocidade e oferece melhor experiência para quem gosta de assistir vídeos, ouvir música via streaming ou jogar games online.

A operadora dispõe de planos com franquia de dados para todos os perfis de clientes, como o Vivo Controle Giga e o pré-pago Vivo Turbo, que contam também com a inclusão de serviços digitais, como o GoRead, app com acesso a mais de 170 títulos da editora Abril, o Kantoo, serviço que oferece curso de inglês, e o NBA, que permite assistir a jogos pelo celular e ter acesso a conteúdo exclusivo da liga.

No segmento pós-pago, o destaque é o conjunto de planos Vivo Família, que possuem até 30GB de Internet, linhas dependentes grátis e com a possibilidade de gerenciamento do consumo de dados de cada linha do plano de forma simples e intuitiva através do Meu Vivo. Os assinantes contam ainda com o Vivo Bis, um benefício para usar no mês seguinte a franquia não utilizada no anterior. O saldo do Vivo Bis é utilizado automaticamente quando termina a franquia de internet de um dos dependentes ou de todos.

A Vivo traz, ainda, para seus clientes a possibilidade de compartilhar sua internet, gratuitamente. Clientes pré-pagos Vivo Turbo e de planos Controle da Vivo podem pedir e enviar internet para seus contatos que também sejam clientes Controle ou Vivo Turbo. Tudo isso de forma fácil, rápida e gratuita, pelo aplicativo Meu Vivo. A inovação muda a forma como os usuários gerenciam suas necessidades de dados quando a internet acaba, abrindo novas possibilidades para que as pessoas se mantenham conectadas e façam o melhor uso da internet.

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Telefónica Open Future seleciona 44 novas startups

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Por Ethevaldo Siqueira
11/09/2017 – O Telefónica Open Future, programa de empreendedorismo e inovação aberta da Telefónica (dona da marca Vivo), anuncia a chegada de 44 novos projetos a quatro espaços de crowdworking, abertos junto a parceiros de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná.

As startups selecionadas estão iniciando neste segundo semestre os programas de aceleração, que podem ter duração de até 12 meses. Dentre os segmentos de atuação, estão plataformas de marketplace, economia compartilhada, soluções para smart cities, energia eficiente, pet, saúde, esporte, aviação, logística e rastreamento, além de produtos e serviços nas áreas de finanças (fintechs), educação, gestão empresarial, agronegócio e criação de redes sociais.

Do total de projetos escolhidos, 15 estão no Crowd Vale da Eletrônica, desenvolvido em conjunto com a Ericsson e o Inatel, em Santa Rita do Sapucaí (MG). Dez startups recebem apoio no Crowd Hotmilk, de Curitiba, em parceria com a PUC-PR e a aceleradora Hotmilk, enquanto outros 10 já integram o programa do Crowd Facens, instalado no Centro de Empreendedorismo da Facens (Faculdade de Engenharia de Sorocaba), no interior de São Paulo. Os nove projetos restantes compõem o Crowd Rio, que fica no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

"Estamos sempre em busca de bons projetos pelo Brasil. O trabalho com os Crowds vem ganhando espaço e aos poucos ajudamos as regiões a fortalecer seus polos de inovação. O vínculo da academia com o mercado é importante para acelerar a criação de soluções que podem resolver problemas reais da sociedade e de empresas", comenta Renato Valente, country manager do programa Telefônica Open Future e da Wayra Brasil.

Além de toda a estrutura de compartilhamento de espaço que os crowds oferecem, as equipes recebem suporte técnico, capacitações e mentorias dos profissionais, executivos e parceiros envolvidos no programa. Também existe a oportunidade de receberem apoio de futuros investidores e aceleradoras para desenvolver ainda mais o negócio - caso da Wayra, que também integra as iniciativas do Open Future.

Até o momento são seis os Crowds implantados pelo Open Future no país. Além dos quatro espaços que anunciam seleção de projetos, há também o Crowd Londrina, em parceria com a UEL – Universidade Estadual de Londrina e o Sebrae Paraná, e o Crowd Senac, realizado em conjunto com o Senac Santo Amaro, em São Paulo.

Telefónica Open Future: Telefónica Open Future é uma plataforma global desenvolvida para conectar empreendedores, startups, investidores e instituições públicas e privadas que buscam oportunidades em inovação e negócios. O objetivo é apoiar talentos em todas as fases de crescimento, por meio de uma metodologia completa de aceleração e conexão com organizações, investidores e empresas. O programa integra em uma rede global todas as iniciativas de inovação aberta, empreendedorismo e investimento do grupo Telefónica, detentora da marca Vivo no Brasil: Pense Grande, Talentum Startups, Crowdworking, Wayra, fundos de investimento Amérigo e fundo corporativo Telefónica Ventures. Até o momento, foram analisados 51 mil projetos e realizados investimentos em mais de 700 startups, de um total de mais de 1.600 aceleradas. O Telefónica Open Future_ tem presença em 17 países e junto com seus sócios comprometeu 445 milhões de euros para investimento. Mais informações em: https://www.openfuture.org/pt

A seguir, a lista de todas as startups selecionadas ou acesse o link: https://www.openfuture.org/pt/new/conheca-os-projetos-selecionados-pelos-crowds

Projetos selecionados pelos Crowds do Telefónica Open Future:

Crowd Vale da Eletrônica
30 to Show: Plataforma para recrutamento e seleção digital de pessoas utilizando vídeo e inteligência artificial.
Botcare: Solução para que os familiares, enfermeiros e cuidadores consigam monitorar o idoso por meio de dispositivos em tempo real e em qualquer lugar.
Contabilizzato: Escritório virtual que presta serviços de contabilidade para outros contadores, eliminando a necessidade de espaços físicos e agilizando processos.
Gateway Drug: Dispositivo identificador de substâncias psicoativas através de amostras de saliva, permitindo o aumento da segurança no ambiente de trabalho.
Immobile Mobile: Solução de moradia utilizando contêineres e tecnologias de IoT, inteligência artificial, mobilidade e sustentabilidade para transformar a forma como as pessoas vivem.
CyberLearning: Solução de laboratórios físicos na nuvem, permitindo a realização de cursos EaD em engenharia e outras práticas.
Localize: Solução de monitoramento e logística utilizando celulares com aplicativos
para monitoramento de pessoas, dispositivos, cargas e pet.
Manas: Plataforma que atende mulheres vítimas de violência via vídeo conferência, oferecendo segurança, atendimento humanizado com advogados e psicólogos
especializados.
Neurobrinq: Solução de estímulo infantil por meio de tecnologia baseada em IoT, para diversos tipos de tratamentos e terapias em crianças até 12 anos que apresentam transtorno do espectro autista.
Safe Agro: Solução de mapeamento de plantações utilizando drones para obtenção de imagens que serão analisadas por um agrônomo.
Sancout: Solução de rastreamento de medicamentos, por meio de tecnologia de captura, armazenamento e transmissão eletrônica de dados, em toda cadeia de produtos farmacêuticos.
Smart Brace: Soluções eficientes e completas para eventos, utilizando pulseiras RFID para controle de acesso e consumação, relatórios e interação digital.
Track Chain: Solução para verificar a autenticidade de produtos e mercadorias utilizando a tecnologia de blockchain, que ajudará a garantir a procedência dos produtos.
Ultra Track: Agilidade no rastreamento por meio de tags compactas, com baterias de grande autonomia, monitoradas por um software e app customizados ao cliente.
Warranty: Por meio de tecnologias Java, Primefaces e Hibernate, a solução integra lojas de pequeno e médio porte, possibilitando que comercializem garantia estendida de seus produtos para os consumidores finais.

Crowd Facens
Airport: Empresa de tecnologia, criadora e gestora de aplicativo voltado a integrar clientes e companhias aéreas, informando status de voos, como: alterações em portões de embarque/desembarque, atrasos e outras informações importantes.
Baxt: plataforma de gerenciamento de jogos, campeonatos e equipes esportivas profissionais e amadoras.
C2B: plataforma de intermediação de vendas de produtos e serviços Customer to Business, na forma de um marketplace reverso.
Duladu: marketplace para venda de produtos artesanais.
InovaTrash: Sistema que busca otimizar o processo de reciclagem em condomínios e empresas, por meio de uma coleta diferenciada e venda para empresas que utilizam o lixo como matéria prima.
MEG: sistema para comparar meios de transporte a partir de um percurso determinado pelo cliente, comparando preços e tempo de trajeto.
MiniMapa: Um plugin para leitores de e-books que constrói uma enciclopédia do universo do livro à medida em que você lê.
PopClick: Rede social de desafios, em que os usuários ganham pontos por cada desafio completo, registrando-os em foto/vídeo.
Suricato: Plataforma de vigilância colaborativa compartilhada, em que moradores registram ocorrências em linha do tempo e mapa.
WYYBS: Aplicativo de construção de sites inteligentes.

Crowd Hotmilk
Taggr Tag: A solução monitora pertences pessoais por meio de uma etiqueta inteligente, que emite alertas no celular em caso de roubo ou perda, além de desenvolver plataforma de gestão para departamentos de achados e perdidos.
JamApp: plataforma colaborativa para apaixonados por música que querem viver novas experiências. A solução cria grupos de músicos com interesses e horários similares na mesma região, com a finalidade de criar jam sessions e agenda um estúdio disponível para tocar/gravar sempre que der vontade.
Max Brother: sistema que facilita o contato entre motociclistas e oficinas especializadas. A solução também informa dados do trajeto, clima e outras situações de percurso de motociclistas.
Quick Laundry: Plataforma de gestão de lavanderias de condomínios. A solução notifica o condomínio em tempo real sobre todos os usuários da lavanderia. A inovação está também num cesto em forma de saco plástico com tag de identificação de cada usuário.
+ Q PET: plataforma digital para integrar proprietários de animais, clínicas, pet shops e indústria veterinária. Faz rastreamento do pet em caso de perda ou roubo e conexão entre fornecedores e prestadores de serviço da área veterinária.
Paraíso do Zero: plataforma digital voltada para a venda de doces veganos e zero lactose. Os clientes podem customizar totalmente o seu doce e receber o seu pedido no local desejado.

Infobiotics: serviço para a otimização a prescrição de antibióticos em hospitais de uma maneira inteligente e personalizada, melhorando o tratamento do paciente.
Meu Aviário: auxilia produtores a monitorar os parâmetros ambientais de seus aviários, associando indicadores com a finalidade de aumento de produtividade e controle de índices zootécnicos.
Octuz: Plataforma web que administra e resolve problemas entre consumidores e prestadoras de serviço. Inconformidades com bancos, cobranças indevidas, atrasos de
voos por parte de companhias áreas podem ser resolvidos por meio do serviço.
Projeto EVA: E.V.A - Equipamento de Visão Ampliada - tem como objetivo proporcionar segurança, visibilidade 360º e recursos extras voltados à operações de viaturas blindadas militares.

Crowd Rio
Conectada: Plataforma para universitários que reúne informações que vão desde oportunidade de estágio e empregos até eventos e atividades da universidade.
Fest4: marketplace para organização de festas sociais.
FooDivine: aplicativo de delivery de produtos artesanais gourmet.
02Plus: jogo educativo interativo para dispositivos móveis que calcula a pegada de carbono do participante, dando, em troca, a possibilidade de plantar árvores. A plataforma também instrui sobre aquecimento global e sustentabilidade
Physiconnect: plataforma para gestores e profissionais do setor de esportes e fitness que oferece oportunidades de emprego e cursos/treinamentos. Tem como objetivo valorizar o profissional de educação física.
Portal SPL: marketplace de grandes equipamentos na área de intralogística, como munks, empilhadeiras, entre outros. Fornece ainda plataforma de gestão e geolocalização destes equipamentos.

RideNow: plataforma virtual de economia colaborativa para contratação de serviços de aluguel de veículos.
UmClub: é um clube exclusivo de descontos por meio de um cartão pré-pago recarregável.
Xemex: fornece soluções energéticas eficientes para suprir as necessidades de mobilidade dos usuários de dispositivos móveis. Sua primeira solução foi a plataforma de aluguel de carregadores portáteis de aparelhos celulares.

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Wayra apoia startups com contratações

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Por Ethevaldo Siqueira
25/08/2017 - Wayra é uma iniciativa de sucesso em empreendedorismo e inovação aberta ligada ao Telefónica Open Future. Com o objetivo de apoiar startups com oferta de empregos, a Wayra Brasil anuncia a criação de um canal para comunicação de vagas abertas pelas startups nas quais investe.

Hospedada no site http://wayra-brasil.gupy.io/, a página de vagas já conta com a oferta de 17 empregos em seu lançamento, para profissionais como desenvolvedores(as), executivo(a) de vendas, UX designer, community relations, estagiário(a), entre outros.

O canal é fruto de uma parceria da Wayra com sua investida Gupy, startup que atua na área de Recursos Humanos 3.0 por meio de uma plataforma de recrutamento de pessoal que utiliza people analytics, inteligência artificial e machine learning (aprendizado de máquina) para a seleção dos melhores talentos.

A página na internet ficará sempre ativa, mesmo que não haja vagas em aberto. Assim, os interessados em trabalhar em startups poderão cadastrar seus currículos no Banco de Empreendedores e serão notificados por mensagens quando houver abertura de oportunidades. Atualmente no portfólio da Wayra, estão empresas tecnológicas nas áreas de finanças, recursos humanos, saúde, educação, jurídica, agropecuária, comunicações e games, entre outras.

A Wayra já investiu em 63 startups ao longo de cinco anos no Brasil. Trata-se de empresas que buscam os melhores e mais motivados profissionais do mercado. Trabalhar em uma startup é se envolver com o dia a dia da empresa e atuar ativamente com os sócios.  

Normalmente, as equipes são enxutas e fortemente engajadas para que o projeto dê certo. Por ser uma estrutura mais horizontal, o trabalho é realizado em equipe, com metodologias ágeis de venda e enorme potencial de aprendizado.

“Os interessados em trabalhar em startups precisam ter uma vocação empreendedora, sobretudo, vontade de colocar a mão na massa. São empresas muito dinâmicas, com alto potencial de crescimento, mas com processos ainda em construção. Se de um lado, há liberdade para tomar decisões, por outro, a exigência é alta, pois há muito mais reponsabilidade e velocidade, já que as metas e prazos são mais curtos. É importantíssimo ter a capacidade de aprender as coisas rapidamente”, conta Renato Valente, country manager do programa Telefônica Open Future e diretor da Wayra Brasil.

A Wayra foi a primeira aceleradora corporativa do País, com um modelo de investimento já consolidado, e com grande respaldo do mercado de investimento de risco, além de  integrar o projeto de transformação digital da Vivo, marca comercial da Telefónica no Brasil. A operadora busca firmar parcerias com as startups em fase de aceleração para melhorar seus processos, buscar soluções complementares ou inovadoras para oferecer aos seus clientes.

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Clientes Vivo já podem compartilhar internet

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Por Ethevaldo Siqueira
21/08/2017 – Clientes Vivo já começam a sentir os benefícios da chamada Era da Economia Colaborativa. A Empresa inova e traz para seus clientes a possibilidade de compartilhar sua internet, gratuitamente. Usuários poderão pedir e enviar internet para amigos e familiares que também são clientes Vivo Turbo e Controle, de forma simples e fácil, pelo app Meu Vivo. Com a inovação, a Vivo traz para seus usuários o conceito de compartilhamento e amplia a oferta de ferramentas que permitem a seus clientes fazer o melhor uso da internet.

Como funciona

Pedir internet significa que o cliente pode informar aos seus amigos que está precisando de internet, pois já consumiu o seu limite mensal ou está perto do fim. Não há divisão ou compartilhamento de créditos. Há apenas compartilhamento de internet ainda disponível (a partir de 50MB).

Para que o compartilhamento da franquia de dados aconteça, os dois clientes precisam estar ativos na promoção Vivo Turbo (exceto oferta de R$7,99) ou planos Controle. Ou seja, para compartilhar internet, eu e meu amigo precisamos ser assinantes pré-pagos ou Controle da Vivo.

Recordamos que a promoção Vivo Turbo se refere às principais ofertas da Vivo para o cliente pré-pago, em que é possível escolher uma das opções que melhor atende ao perfil de uso de internet de cada cliente. Já os planos Controle da Vivo são aqueles em que o cliente escolhe o valor fixo para consumir com serviços de telefonia móvel e dados todo mês.

A inovação muda a forma como os usuários gerenciam suas necessidades de dados quando a internet acaba, abrindo novas possibilidades para que as pessoas se mantenham conectadas.

Você não é obrigado a aceitar a solicitação do seu amigo, é claro. Não há repasse de créditos, mas sim de parte ou a totalidade da internet que ainda tenho disponível.

O mundo novo do compartilhamento

“Se as pessoas compartilham carros, casas, escritórios, roupas, por que não compartilhar também internet?”— indaga Marcio Fabbris, vice-presidente B2C da Vivo. “Estamos sempre em busca de inovações que tragam valor para a vida das pessoas. Com essa ferramenta, mais uma vez reforçamos que somente na Vivo o cliente faz o melhor uso da internet, não só devido à qualidade da nossa rede, mas também pelas inovadoras ferramentas que trazemos para nossos clientes”, afirma.

É muito simples usar o recurso. Para pedir internet para amigos e familiares, basta acessar o Meu Vivo, clicar em “Peça internet para os amigos” e fazer a solicitação para até cinco números. O cliente poderá consultar em sua tela de consumo a quantidade de internet recebida, apresentada em separado de seu pacote original.

Para compartilhar, o cliente também deve acessar o Meu Vivo e clicar em “Compartilhe a internet com amigos”. Depois, basta informar o número do telefone de quem vai receber internet e selecionar a quantidade a ser enviada para cada um. O mínimo a ser compartilhado é 50MB e o usuário pode distribuir todo o saldo disponível ou apenas uma parte, para quantas pessoas quiser. Pelo Meu Vivo, também é possível ver o histórico de compartilhamentos.

Quem receber internet poderá compartilhar novamente parte ou toda a internet que ganhou com outros amigos e familiares, sempre respeitando o mínimo de 50MB por compartilhamento. A validade da internet compartilhada é até as 23:59 do dia seguinte ao recebimento.

Para baixar gratuitamente o Meu Vivo e usufruir dos novos recursos de compartilhamento, basta que o cliente acesse sua loja de aplicativos - Android e iOS. O uso do Meu Vivo é gratuito, ou seja, os clientes não consomem internet para navegar no aplicativo.

O compartilhamento está disponível gratuitamente para todos os clientes pré-pagos Vivo Turbo e para usuários de planos Controle. Já os usuários da Vivo Turbo R$ 7,99/semana podem pedir internet, mas não podem compartilhar. Mais informações em www.vivo.com.br.

Uma nova filosofia de modernidade

Guiada pela constante inovação e a alta qualidade dos seus serviços, a Vivo está no centro de uma Transformação Digital, que amplia a autonomia, a personalização e as escolhas em tempo real dos seus clientes, colocando-os no comando de sua vida digital, com segurança e confiabilidade.

Com 97,6 milhões de acessos, segundo dados do 2º trimestre de 2017 (2T17), a Empresa está presente em 3,9 mil cidades, sendo mais de 3,7 mil com rede 3G e mais de 1,5 mil com 4G, segmento em que é líder de Market Share. A operadora ainda oferece o 4G+, uma forma de internet duas vezes mais rápida que o 4G. No segmento móvel, a Vivo tem 74,3 milhões de clientes e responde pela maior participação de mercado do segmento (30,7%) no País, de acordo com resultados do balanço trimestral (2T17).

 

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Vivo: o papel de uma operadora em Segurança Digital

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Por Ethevaldo Siqueira

14/08/2017 - “Os ataques e ameaças cibernéticas crescem numa curva ascendente que poderíamos chamar de disruptiva” – afirma Luciano Pasqualini, gerente de vendas B2B da Vivo (foto), ao participar como palestrante do Gartner Security & Risk Management Summit 2017, realizado nos dias 8 e 9 de agosto, em São Paulo. Nesse cenário, o papel de uma operadora de telecomunicações como a Telefônica-Vivo torna-se cada dia mais importante. Ou melhor, crucial.

Como em quase tudo na vida humana, não existe segurança total, absoluta, no mundo cibernético. Essa foi uma das principais mensagens do evento de Segurança do Gartner. Como consequência, segundo Luciano Pasqualini, devemos entender que nunca estaremos 100% seguros, e o caminho é seguir fazendo os investimentos em prevenção, mas é preciso equilibrar e reforçar os investimentos em detecção e resposta.

Vivemos um momento que o mundo se empenha na adoção massiva de IoT, fato que trará, com certeza, uma série de benefícios, mas também dois grandes riscos.

O primeiro deles é a fragilidade do próprio dispositivo, que pode ser invadido e ter suas informações roubadas, alteradas, ou transformadas de modo a se tornarem indisponíveis;

 O segundo desses riscos se traduz em outra grande ameaça, que é utilizar esse dispositivo como estrutura de ataque massiva, como no caso de câmeras de vigilância instaladas com senhas frágeis. O Brasil é o segundo País do mundo com mais dispositivos contaminados com o malware Mirai que incorpora câmeras, por exemplo, a botnets que ampliam de forma gigantesca a capacidade de ataques de negação de serviço – DDoS. Um dos maiores ataques de DDoS foi registrado em 2016 utilizando mais de 145 mil câmeras direcionando mais de 1,5 Terabits por segundo (Tbps) contra o site alvo. 

O bem que pode gerar o mal

Outro grande fator de aumento das ameaças são os programas de recompensa, os Bug Bounty. Hoje existem mais de 800 programas vigentes pagando prêmios de até 30 mil dólares a quem encontra vulnerabilidades e informa o fabricante para que este faça o patch de correção. Não há nada de errado neste processo, ao contrário até recomendado, mas isto gera um mercado novo de interesse em descoberta de vulnerabilidades.

Em 2016 estes programas encontraram mais de 50 mil vulnerabilidades, e a cada novo patch de correção há um espaço de tempo ou intervalo em que uma vulnerabilidade anunciada nem sempre é corrigida por todos os usuários.

A guerra cibernética entre países também tem contribuído com este cenário, descobrindo vulnerabilidades, criando exploits e nem sempre mantendo o controle correto sobre estas informações que acabam nas mãos do mercado negro aumentando o potencial de ameaças.

Do lado de quem comete os crimes também há grandes transformações. Há marketplaces cada vez mais sofisticados que colocam de forma prática hackers e interessados no mundo todo para a venda de serviços, ataques, espionagem, aluguel de estruturas movimentando milhões de dólares e de milhares de bitcoins, uma das moedas virtuais utilizadas em ataques. Durante os últimos anos houve uma percepção de que a tecnologia de blockchain utilizada para a criação do bitcoin traria total anonimato aos criminosos e isto exponencializou o crime direto, o pedido de resgate, além de todo o mercado negro utilizando esta moeda. Este cenário de anonimato vem mudando em relação ao Bitcoin, mas novas moedas e tecnologias são criadas, e ainda estamos diante de um cenário crescente deste tipo de crime.

Por fim, a adoção massiva de mobilidade traz novos riscos. Nas empresas, notebooks e smartfones que até algum tempo atrás eram distribuídos apenas para os executivos, hoje são distribuídos para todas as equipes, em todas as áreas. São ferramentas de trabalho que mudam o perímetro.

Notebooks utilizados fora da rede interna deveriam utilizar VPNs para continuar seguindo as regras corporativas e navegando de forma segura, mas por uma série de fatores isto não se torna viável para toda a organização. A solução é a adoção de proteção em nuvem, proxys virtuais e outras tecnologias que mantenham as regras de segurança, e hoje o mercado oferece soluções robustas com total funcionalidade e flexibilidade, mas muitas empresas ainda não adotaram este tipo de solução e convivem com um alto risco. Os smartfones são a última fronteira, para onde estão sendo levadas todas as aplicações corporativas e é preciso muita atenção para elevar o nivel de segurança destes endpoints, que devem passam a ser alvo dos criminosos virtuais.

Por que o papel das operadores é crucial?

Na opinião de Luciano Pasqualini, as Operadoras tem papel fundamental na estratégia de segurança das empresas pois de alguma forma todas estas ameaças e ataques passam pela nuvem, pela conectividade, e há soluções que podem ser feitas em melhor conjunto com as Operadoras e outras que somente a própria pode e deve fazê-lo, como no caso dos ataques de negação de serviço – DDoS, onde o objetivo não é necessariamente invadir, mas saturar o link, a comunicação, o acesso a informação, ou saturar dispositivos para criar vulnerabilidades.

Nesse sentido, a Telefônica-Vivo tem feito grandes investimentos em soluções de segurança. Nos últimos quatro anos, foram mais de R$ 200 milhões, seja com a aquisição de empresas e tecnologias de segurança, seja com ao consolidar uma rede de nove centros de gerência, SOCs interligados em todo o mundo, com um amplo portfólio que cobre as camadas de rede e de aplicações para mais de 4.000 clientes, além de um time de desenvolvimento interno que constrói soluções inovadoras neste setor, como as soluções de Cyber Security.

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