Wayra apoia startups com contratações

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Por Ethevaldo Siqueira
25/08/2017 - Wayra é uma iniciativa de sucesso em empreendedorismo e inovação aberta ligada ao Telefónica Open Future. Com o objetivo de apoiar startups com oferta de empregos, a Wayra Brasil anuncia a criação de um canal para comunicação de vagas abertas pelas startups nas quais investe.

Hospedada no site http://wayra-brasil.gupy.io/, a página de vagas já conta com a oferta de 17 empregos em seu lançamento, para profissionais como desenvolvedores(as), executivo(a) de vendas, UX designer, community relations, estagiário(a), entre outros.

O canal é fruto de uma parceria da Wayra com sua investida Gupy, startup que atua na área de Recursos Humanos 3.0 por meio de uma plataforma de recrutamento de pessoal que utiliza people analytics, inteligência artificial e machine learning (aprendizado de máquina) para a seleção dos melhores talentos.

A página na internet ficará sempre ativa, mesmo que não haja vagas em aberto. Assim, os interessados em trabalhar em startups poderão cadastrar seus currículos no Banco de Empreendedores e serão notificados por mensagens quando houver abertura de oportunidades. Atualmente no portfólio da Wayra, estão empresas tecnológicas nas áreas de finanças, recursos humanos, saúde, educação, jurídica, agropecuária, comunicações e games, entre outras.

A Wayra já investiu em 63 startups ao longo de cinco anos no Brasil. Trata-se de empresas que buscam os melhores e mais motivados profissionais do mercado. Trabalhar em uma startup é se envolver com o dia a dia da empresa e atuar ativamente com os sócios.  

Normalmente, as equipes são enxutas e fortemente engajadas para que o projeto dê certo. Por ser uma estrutura mais horizontal, o trabalho é realizado em equipe, com metodologias ágeis de venda e enorme potencial de aprendizado.

“Os interessados em trabalhar em startups precisam ter uma vocação empreendedora, sobretudo, vontade de colocar a mão na massa. São empresas muito dinâmicas, com alto potencial de crescimento, mas com processos ainda em construção. Se de um lado, há liberdade para tomar decisões, por outro, a exigência é alta, pois há muito mais reponsabilidade e velocidade, já que as metas e prazos são mais curtos. É importantíssimo ter a capacidade de aprender as coisas rapidamente”, conta Renato Valente, country manager do programa Telefônica Open Future e diretor da Wayra Brasil.

A Wayra foi a primeira aceleradora corporativa do País, com um modelo de investimento já consolidado, e com grande respaldo do mercado de investimento de risco, além de  integrar o projeto de transformação digital da Vivo, marca comercial da Telefónica no Brasil. A operadora busca firmar parcerias com as startups em fase de aceleração para melhorar seus processos, buscar soluções complementares ou inovadoras para oferecer aos seus clientes.

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Clientes Vivo já podem compartilhar internet

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Por Ethevaldo Siqueira
21/08/2017 – Clientes Vivo já começam a sentir os benefícios da chamada Era da Economia Colaborativa. A Empresa inova e traz para seus clientes a possibilidade de compartilhar sua internet, gratuitamente. Usuários poderão pedir e enviar internet para amigos e familiares que também são clientes Vivo Turbo e Controle, de forma simples e fácil, pelo app Meu Vivo. Com a inovação, a Vivo traz para seus usuários o conceito de compartilhamento e amplia a oferta de ferramentas que permitem a seus clientes fazer o melhor uso da internet.

Como funciona

Pedir internet significa que o cliente pode informar aos seus amigos que está precisando de internet, pois já consumiu o seu limite mensal ou está perto do fim. Não há divisão ou compartilhamento de créditos. Há apenas compartilhamento de internet ainda disponível (a partir de 50MB).

Para que o compartilhamento da franquia de dados aconteça, os dois clientes precisam estar ativos na promoção Vivo Turbo (exceto oferta de R$7,99) ou planos Controle. Ou seja, para compartilhar internet, eu e meu amigo precisamos ser assinantes pré-pagos ou Controle da Vivo.

Recordamos que a promoção Vivo Turbo se refere às principais ofertas da Vivo para o cliente pré-pago, em que é possível escolher uma das opções que melhor atende ao perfil de uso de internet de cada cliente. Já os planos Controle da Vivo são aqueles em que o cliente escolhe o valor fixo para consumir com serviços de telefonia móvel e dados todo mês.

A inovação muda a forma como os usuários gerenciam suas necessidades de dados quando a internet acaba, abrindo novas possibilidades para que as pessoas se mantenham conectadas.

Você não é obrigado a aceitar a solicitação do seu amigo, é claro. Não há repasse de créditos, mas sim de parte ou a totalidade da internet que ainda tenho disponível.

O mundo novo do compartilhamento

“Se as pessoas compartilham carros, casas, escritórios, roupas, por que não compartilhar também internet?”— indaga Marcio Fabbris, vice-presidente B2C da Vivo. “Estamos sempre em busca de inovações que tragam valor para a vida das pessoas. Com essa ferramenta, mais uma vez reforçamos que somente na Vivo o cliente faz o melhor uso da internet, não só devido à qualidade da nossa rede, mas também pelas inovadoras ferramentas que trazemos para nossos clientes”, afirma.

É muito simples usar o recurso. Para pedir internet para amigos e familiares, basta acessar o Meu Vivo, clicar em “Peça internet para os amigos” e fazer a solicitação para até cinco números. O cliente poderá consultar em sua tela de consumo a quantidade de internet recebida, apresentada em separado de seu pacote original.

Para compartilhar, o cliente também deve acessar o Meu Vivo e clicar em “Compartilhe a internet com amigos”. Depois, basta informar o número do telefone de quem vai receber internet e selecionar a quantidade a ser enviada para cada um. O mínimo a ser compartilhado é 50MB e o usuário pode distribuir todo o saldo disponível ou apenas uma parte, para quantas pessoas quiser. Pelo Meu Vivo, também é possível ver o histórico de compartilhamentos.

Quem receber internet poderá compartilhar novamente parte ou toda a internet que ganhou com outros amigos e familiares, sempre respeitando o mínimo de 50MB por compartilhamento. A validade da internet compartilhada é até as 23:59 do dia seguinte ao recebimento.

Para baixar gratuitamente o Meu Vivo e usufruir dos novos recursos de compartilhamento, basta que o cliente acesse sua loja de aplicativos - Android e iOS. O uso do Meu Vivo é gratuito, ou seja, os clientes não consomem internet para navegar no aplicativo.

O compartilhamento está disponível gratuitamente para todos os clientes pré-pagos Vivo Turbo e para usuários de planos Controle. Já os usuários da Vivo Turbo R$ 7,99/semana podem pedir internet, mas não podem compartilhar. Mais informações em www.vivo.com.br.

Uma nova filosofia de modernidade

Guiada pela constante inovação e a alta qualidade dos seus serviços, a Vivo está no centro de uma Transformação Digital, que amplia a autonomia, a personalização e as escolhas em tempo real dos seus clientes, colocando-os no comando de sua vida digital, com segurança e confiabilidade.

Com 97,6 milhões de acessos, segundo dados do 2º trimestre de 2017 (2T17), a Empresa está presente em 3,9 mil cidades, sendo mais de 3,7 mil com rede 3G e mais de 1,5 mil com 4G, segmento em que é líder de Market Share. A operadora ainda oferece o 4G+, uma forma de internet duas vezes mais rápida que o 4G. No segmento móvel, a Vivo tem 74,3 milhões de clientes e responde pela maior participação de mercado do segmento (30,7%) no País, de acordo com resultados do balanço trimestral (2T17).

 

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Vivo: o papel de uma operadora em Segurança Digital

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Por Ethevaldo Siqueira

14/08/2017 - “Os ataques e ameaças cibernéticas crescem numa curva ascendente que poderíamos chamar de disruptiva” – afirma Luciano Pasqualini, gerente de vendas B2B da Vivo (foto), ao participar como palestrante do Gartner Security & Risk Management Summit 2017, realizado nos dias 8 e 9 de agosto, em São Paulo. Nesse cenário, o papel de uma operadora de telecomunicações como a Telefônica-Vivo torna-se cada dia mais importante. Ou melhor, crucial.

Como em quase tudo na vida humana, não existe segurança total, absoluta, no mundo cibernético. Essa foi uma das principais mensagens do evento de Segurança do Gartner. Como consequência, segundo Luciano Pasqualini, devemos entender que nunca estaremos 100% seguros, e o caminho é seguir fazendo os investimentos em prevenção, mas é preciso equilibrar e reforçar os investimentos em detecção e resposta.

Vivemos um momento que o mundo se empenha na adoção massiva de IoT, fato que trará, com certeza, uma série de benefícios, mas também dois grandes riscos.

O primeiro deles é a fragilidade do próprio dispositivo, que pode ser invadido e ter suas informações roubadas, alteradas, ou transformadas de modo a se tornarem indisponíveis;

 O segundo desses riscos se traduz em outra grande ameaça, que é utilizar esse dispositivo como estrutura de ataque massiva, como no caso de câmeras de vigilância instaladas com senhas frágeis. O Brasil é o segundo País do mundo com mais dispositivos contaminados com o malware Mirai que incorpora câmeras, por exemplo, a botnets que ampliam de forma gigantesca a capacidade de ataques de negação de serviço – DDoS. Um dos maiores ataques de DDoS foi registrado em 2016 utilizando mais de 145 mil câmeras direcionando mais de 1,5 Terabits por segundo (Tbps) contra o site alvo. 

O bem que pode gerar o mal

Outro grande fator de aumento das ameaças são os programas de recompensa, os Bug Bounty. Hoje existem mais de 800 programas vigentes pagando prêmios de até 30 mil dólares a quem encontra vulnerabilidades e informa o fabricante para que este faça o patch de correção. Não há nada de errado neste processo, ao contrário até recomendado, mas isto gera um mercado novo de interesse em descoberta de vulnerabilidades.

Em 2016 estes programas encontraram mais de 50 mil vulnerabilidades, e a cada novo patch de correção há um espaço de tempo ou intervalo em que uma vulnerabilidade anunciada nem sempre é corrigida por todos os usuários.

A guerra cibernética entre países também tem contribuído com este cenário, descobrindo vulnerabilidades, criando exploits e nem sempre mantendo o controle correto sobre estas informações que acabam nas mãos do mercado negro aumentando o potencial de ameaças.

Do lado de quem comete os crimes também há grandes transformações. Há marketplaces cada vez mais sofisticados que colocam de forma prática hackers e interessados no mundo todo para a venda de serviços, ataques, espionagem, aluguel de estruturas movimentando milhões de dólares e de milhares de bitcoins, uma das moedas virtuais utilizadas em ataques. Durante os últimos anos houve uma percepção de que a tecnologia de blockchain utilizada para a criação do bitcoin traria total anonimato aos criminosos e isto exponencializou o crime direto, o pedido de resgate, além de todo o mercado negro utilizando esta moeda. Este cenário de anonimato vem mudando em relação ao Bitcoin, mas novas moedas e tecnologias são criadas, e ainda estamos diante de um cenário crescente deste tipo de crime.

Por fim, a adoção massiva de mobilidade traz novos riscos. Nas empresas, notebooks e smartfones que até algum tempo atrás eram distribuídos apenas para os executivos, hoje são distribuídos para todas as equipes, em todas as áreas. São ferramentas de trabalho que mudam o perímetro.

Notebooks utilizados fora da rede interna deveriam utilizar VPNs para continuar seguindo as regras corporativas e navegando de forma segura, mas por uma série de fatores isto não se torna viável para toda a organização. A solução é a adoção de proteção em nuvem, proxys virtuais e outras tecnologias que mantenham as regras de segurança, e hoje o mercado oferece soluções robustas com total funcionalidade e flexibilidade, mas muitas empresas ainda não adotaram este tipo de solução e convivem com um alto risco. Os smartfones são a última fronteira, para onde estão sendo levadas todas as aplicações corporativas e é preciso muita atenção para elevar o nivel de segurança destes endpoints, que devem passam a ser alvo dos criminosos virtuais.

Por que o papel das operadores é crucial?

Na opinião de Luciano Pasqualini, as Operadoras tem papel fundamental na estratégia de segurança das empresas pois de alguma forma todas estas ameaças e ataques passam pela nuvem, pela conectividade, e há soluções que podem ser feitas em melhor conjunto com as Operadoras e outras que somente a própria pode e deve fazê-lo, como no caso dos ataques de negação de serviço – DDoS, onde o objetivo não é necessariamente invadir, mas saturar o link, a comunicação, o acesso a informação, ou saturar dispositivos para criar vulnerabilidades.

Nesse sentido, a Telefônica-Vivo tem feito grandes investimentos em soluções de segurança. Nos últimos quatro anos, foram mais de R$ 200 milhões, seja com a aquisição de empresas e tecnologias de segurança, seja com ao consolidar uma rede de nove centros de gerência, SOCs interligados em todo o mundo, com um amplo portfólio que cobre as camadas de rede e de aplicações para mais de 4.000 clientes, além de um time de desenvolvimento interno que constrói soluções inovadoras neste setor, como as soluções de Cyber Security.

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Banda larga de ultra velocidade em SP e Pernambuco

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Por Ethevaldo Siqueira

04/08/2017 - A revolução da fibra óptica está chegando a Hortolândia e Cosmópolis, no interior de São Paulo, e a Garanhuns, em Pernambuco. A partir de agora, além da telefonia móvel, esses municípios passam a contar com serviços de banda larga de até 300Mega e mais acessos em telefonia fixa. Com investimentos de R$ 27 milhões, a Vivo acaba de implantar os serviços de uma rede 100% fibra de última geração nesses três novos municípios e atenderá a aproximadamente 87 mil domicílios.

A rede que leva a fibra até a residência do cliente permite grande volume de transmissão e recebimento de dados. Com isso, a banda larga de ultra velocidade da Vivo proporciona uma excelente experiência ao usuário para navegar em alta velocidade, jogar online, ver vídeos em alta resolução e usar aplicativos que exigem muita banda. Tudo isso com uma conexão estável, mesmo com diversos dispositivos conectados ao mesmo tempo.

Serviços residenciais e corporativos

A Vivo vai oferecer aos clientes residenciais planos de banda larga com velocidades de até 300 Mbps (Megabits por Segundo). A operadora preparou uma série de ofertas especiais de lançamento. Para quem optar pela velocidade de 50 Mega na banda larga e assinatura de Vivo Fixo com ligações ilimitadas para qualquer telefone fixo local, pagará apenas R$ 139,98/mês pelos dois produtos. A Vivo também oferece opções para quem desejar adquirir apenas a banda larga de ultra velocidade.

Além disso, os moradores dos três municípios que possuírem um plano de telefonia móvel Vivo, poderão receber benefícios exclusivos que podem chegar até 10GB todo mês no seu celular, ao contratar banda larga Vivo Fibra. Neste caso, deverá se dirigir a alguma loja ou revenda da marca existentes na cidade para conhecer os planos elegíveis e aderir à promoção.

Para os clientes corporativos, o portfólio - que atende empresas de todos os portes - inclui, entre outros serviços, voz, banda larga de até 300Mega, acesso dedicado à internet, além de soluções de TI como informática, segurança gerenciada e cloud computing (computação em nuvem). 

Para adquirir os produtos da Vivo, o cliente deve acessar o site www.vivo.com.br ou entrar em contato com a Central de Atendimento no 10315.  É possível comprar também nas lojas e revendas Vivo ou contatar um de nossos agentes autorizados na cidade.

Vivo, líder em São Paulo

Com esse lançamento, a Vivo – que já é líder em market share da móvel com 34,9% de participação e quase 22 milhões de acessos no Estado (de acordo com os dados de acesso divulgados pela ANATEL) – passa a oferecer a banda larga de ultra velocidade – com tecnologia FTTH (sigla de Fiber-to-the-Home) em 48 cidades no Estado.

Neste ano, além da fibra, a Vivo também segue expandindo rapidamente sua cobertura de 4G pelo país. Hoje, todos os 645 municípios são atendidos com a rede 3G e outros 472 com rede 4G. Somente em 2016, a operadora investiu aproximadamente R$ 5.2 bilhões (excluindo licenças) em todo o Estado.

Vivo em Pernambuco

Em Pernambuco a Vivo passa a oferecer a rede de fibra em nove cidades do estado. Na rede móvel até o final ano, a Vivo ampliará sua cobertura 3G em 20 novas cidades, passando para um total de 185 municípios, cobrindo 100% do Estado. Em 4G, até o final do ano, serão mais 48 novas cidades, passando a cobertura dos atuais 22 municípios para 70. Somente em 2016, a operadora investiu aproximadamente R$ 92 milhões em todo o Estado.

A revolução da fibra óptica

No começo parecia ficção a tentativa de transmitir dados através de filamentos de vidro ou plástico, usando impulsos de luz ou laser codificados. A partir dos anos 1970, tudo se torna realidade, inclusive no Brasil a partir de pesquisas realizadas na Unicamp e no CPqD, de Campinas. Nenhum outro meio de transmissão de informação tem a capacidade de transmissão de dados e informações.

Uma fibra óptica tem diâmetro pouco superior ao de um fio de cabelo humano, ou seja, de alguns micrômetros (milésimos de milímetro). Uma de suas características básicas é a elevada transparência de seu núcleo. Além disso, como o vidro ou o plástico são materiais que não sofrem interferências eletromagnéticas, a fibra óptica assegura um nível de qualidade de transmissão muito mais elevado do que qualquer outro sistema de comunicação de dados.

Como exemplo do avanço tecnologias digitais e do raio laser, as telecomunicações conseguem ampliar a capacidade de transmissão de informações de cada fibra a um volume equivalente ao de milhares de fios telefônicos.

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Telefônica Brasil cresce 24,8% no 2º trimestre

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28/07/2017 - A Telefônica Brasil divulgou nesta quarta-feira, 26, o balanço financeiro e operacional do segundo trimestre de 2017. A empresa realizou um lucro líquido de R$ 872,9 milhões no período, resultado 24,8% superior ao segundo trimestre de 2016. No período, a empresa registrou crescimento de receitas em razão de sólida performance em dados móveis e ultra banda larga fixa, além de contínua eficiência em custos, que resultou forte crescimento no EBITDA Recorrente e também no fluxo de caixa operacional.

Como um retrato financeiro e operacional da Empresa, esse balanço revela, entre outros, os seguintes aspectos positivos:

• A Empresa apresenta sólida performance em dados móveis e garante liderança na captura de clientes pós-pagos no ano.

• Sua Receita Operacional Líquida de Serviços cresceu 2,3% no trimestre, em comparação com igual período de 2016, com forte crescimento da receita móvel em 4,8%.

• A base de clientes de ultra banda larga cresce 8,5% no trimestre com o lançamento de rede FTTH em cinco novas cidades.

• Cobertura 4G acelera e atinge 1.477 cidades, cobrindo 71,4% da população urbana do país, enquanto o 4G+ chega a 60 municípios.

• Receita de dados e serviços digitais tem alta de 32,4% no período e já representa 71,8% da receita de serviço móvel.

• Custos operacionais recorrentes caem 0,6%, chegando ao sexto trimestre consecutivo de queda, refletindo foco em eficiência e digitalização da companhia

• EBITDA Recorrente totaliza R$ 3,5 bilhões no trimestre, um aumento anual de 6,9%, com margem EBITDA Recorrente de 33,0%.

Os dados consistentes

A receita operacional líquida de serviços cresceu 2,3% em relação a igual período do ano passado, enquanto os custos operacionais recorrentes apresentaram queda anual de 0,6%. "Demos continuidade à redução de custos, evoluindo na digitalização da empresa e na eficiência operacional, além de estarmos investindo na aceleração da implantação do 4G, 4G+ e da fibra, de forma a mantermos o alto nível de performance da companhia", explica o Chief Financial Officer da Telefônica Brasil, David Melcon.

Com isso, o EBITDA Recorrente totalizou R$ 3,5 bilhões no trimestre, apresentando crescimento anual de 6,9%, enquanto a margem EBITDA Recorrente atingiu 33%, 1,6 ponto percentual superior a igual período do ano passado. Segundo Melcon, o fluxo de caixa operacional (calculado pela diferença entre o EBITDA Recorrente e o Capex) atingiu R$ 3,9 bilhões no semestre, 17,6% acima no comparativo anual. Já os dividendos e juros sobre capital próprio somaram R$ 625 milhões no semestre.

A Telefônica Brasil investiu R$ 1,8 bilhão entre abril e junho, priorizando a cobertura 4G – foram 657 novas cidades cobertas no trimestre, totalizando 961 no primeiro semestre de 2017, figurando como a operadora com maior número de lançamentos no período – e a expansão da fibra com a tecnologia FTTH (Fiber-to-the-Home), que foi lançada em cinco novas cidades: Volta Redonda e Barra Mansa, no Rio de Janeiro; e Avaré, Campo Limpo Paulista e Lençóis Paulista, em São Paulo. "A companhia investe no diferencial de qualidade de sua rede para proporcionar a melhor experiência ao cliente e para ampliar a cobertura de 4G e fibra por todo o país", afirma o presidente da companhia, Eduardo Navarro. Em junho, o total de acessos cresceu e atingiu um total de 97,6 milhões.

Receita de dados em ascensão

A receita líquida móvel cresceu 4,8% no comparativo anual, impulsionada pela crescente receita de dados e serviços digitais, que apresentou expansão de 32,4% sobre igual período de 2016. O desempenho decorreu da forte atividade comercial na venda dos planos Vivo Família, que permite o gerenciamento do consumo de dados dos dependentes, Vivo Controle Giga e o Vivo Turbo, além da crescente penetração de smartphones na base de clientes. No trimestre, a representatividade da receita de dados e serviços digitais sobre a receita líquida de serviço móvel aumentou para 71,8%.

A receita de serviços digitais apresentou aumento de 6,0% quando comparada ao mesmo período do ano anterior, devido principalmente à inclusão dos SVAs GoRead, Kantoo e NBA nos planos Controle e Vivo Turbo.

Já a receita líquida do negócio fixo apresentou redução de 1,3% no segundo trimestre, impactada pelo corte da tarifa de ligação fixo-móvel e pela redução da tarifa de interconexão, no serviço de voz, além de queda na receita de TV por assinatura e dados corporativos. Por outro lado, a receita de banda larga cresceu 13,3% no comparativo anual, impulsionada pela evolução da UBL (Ultra banda larga), que já representa 62,4% da receita total no período. O fato evidencia os esforços da empresa visando ao aumento na migração de clientes para velocidades mais altas.

Líder na conquista de clientes pós-pagos

O negócio móvel registrou um total de 74,3 milhões de acessos no segundo trimestre do ano, volume 1,4% superior ao do ano passado, o que garantiu à empresa liderança de mercado, com 30,7% de participação em junho de 2017 (fonte: ANATEL). A companhia também se manteve líder na tecnologia 4G, com market share de 34,6% em junho, refletindo a estratégia centrada em dados e a qualidade da base de clientes.

No pós-pago, a empresa conquistou 858 mil novos clientes no trimestre, um aumento anual de 131,8%. A companhia conquistou 59,0% das adições líquidas de pós-pago no segundo trimestre do ano, resultando em participação de mercado de 42,3% no trimestre. De outro lado, o parque pré-pago teve sua base reduzida em 4,9% em relação a igual período do ano anterior, devido à forte migração para planos controle e à política de desconexão de clientes inativos, dentro das regras da Anatel.

No mercado de M2M (Máquina a Máquina), a base de acessos seguiu expandindo e chegou a 5,6 milhões em junho, um incremento de 21,8% quando comparado ao ano anterior, com participação de mercado de 40,8%.

No negócio fixo, os acessos totalizaram 23,2 milhões, um recuo de 2,1% em relação ao segundo trimestre do ano anterior, devido a uma redução de clientes de voz e TV por assinatura. Já a banda larga fixa continua em evolução, com 7,4 milhões de clientes, um crescimento de 2,6% no comparativo anual. A base de clientes em fibra ótica cresceu 8,5% relativamente a igual período do ano passado e já atinge 4,4 milhões de acessos.

Os clientes de ultra banda larga já representam 58,7% do total de acessos de banda larga, impulsionando o ARPU (receita média por cliente) para um crescimento de 10,9% em relação a igual período de 2016. Com a expansão do FTTH (Fiber-to-the-Home) para novas cidades, a companhia já conta com 1,1 milhão de acessos nessa tecnologia, o que representa crescimento de 45,1% em relação ao ano anterior. A companhia registrou adições líquidas recordes de fibra no segundo trimestre, com mais de 124 mil novos acessos. Apesar da queda nos acessos de TV por assinatura, a empresa registrou crescimento na base de IPTV da ordem de 65,4% sobre o segundo trimestre de 2016, refletindo a estratégia com foco em clientes de maior valor.

Mais de 97 milhões de acessos

A marca comercial da Telefônica Brasil Vivo é Vivo, empresa líder em telecomunicações no País, com mais de 97 milhões de acessos (2T17). A operadora atua na prestação de serviços de telecomunicações fixa e móvel em todo o território nacional e conta com um portfólio de produtos completo e convergente para clientes B2C e B2B – banda larga fixa e móvel, ultrabanda larga (over fiber), voz fixa e móvel e TV por assinatura.

A empresa está presente em 3,9 mil cidades, sendo mais de 3,8 mil com rede 3G e mais de 1,5 mil com 4G, segmento em que é líder de mercado. A operadora ainda oferece o 4G+, internet até duas vezes mais rápida que o 4G. No segmento móvel, a Vivo tem 74,3 milhões de clientes e responde pela maior participação de mercado do segmento (30,7%) no país, de acordo com resultados do balanço trimestral (2T17). Guiada pela constante inovação e a alta qualidade dos seus serviços, a Vivo está no centro de uma transformação Digital, que amplia a autonomia, a personalização e as escolhas em tempo real dos seus clientes, colocando-os no comando de sua vida digital, com segurança e confiabilidade.

A Telefônica Brasil faz parte do Grupo Telefónica, um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo, com presença em 21 países, 346,9 milhões de acessos, 126,9 mil colaboradores e receita de 52,0 bilhões de euros em 2016.

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Como economizar energia com IoT da Vivo

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Por Ethevaldo Siqueira
21/07/2017 - A Vivo tem uma excelente notícia para médias e grandes empresas brasileiras que buscam racionalizar e reduzir o consumo de energia. É a solução chamada Vivo Eficiência Energética, desenvolvida por Vivo Empresas – segmento da Telefônica Brasil voltado a negócios B2B.

Com esse produto, baseado na tecnologia de Internet das Coisas (IoT), as médias e grandes empresas brasileiras já podem contar com uma solução que lhes permite maior previsibilidade na fatura e gerenciamento mais eficiente sobre os principais pontos de consumo de energia.

 Esse produto amplia o escopo da operadora num dos campos mais avançados, que é o da Internet das Coisas (IoT), para levar um novo tipo de apoio às médias e grandes empresas.

A solução, inédita no setor de Telecom, oferece às empresas melhoria operacional, assim como automação e controle sobre os principais pontos de consumo de energia, o que garante previsibilidade da fatura e melhor gestão dos gastos. Além disso, a novidade dá maior autonomia no monitoramento e gerenciamento dos equipamentos em tempo real e, remotamente, de qualquer lugar do mundo.

O serviço Vivo Eficiência Energética pela foi desenvolvido juntamente com a Schneider Electric e Viridi Technologies, especialistas nesse segmento, com foco em empresas de vários setores, como bancos, varejo e hotéis. A Vivo fez um piloto do novo serviço no Hotel Meliá – na unidade Jardim Europa, capital paulista –, entre novembro de 2016 e fevereiro de 2017. Em cinco meses, o Hotel apresentou uma economia de 12% nas suas contas de energia. A redução no consumo pode variar dependendo do uso, tamanho e das características do imóvel.

Base da transformação digital

Para a Vivo, a tecnologia de IoT constitui o centro e uma das alavancas de sua transformação digital, especialmente para o segmento corporativo. A estratégia de negócio em IoT da companhia, no Brasil, está focada no incremento da conectividade para oferta de soluções fim-a-fim que incluem dispositivos cada vez mais modernos, novas plataformas e inteligência a serviço das pessoas por meio do uso de Big Data.

O Vivo Eficiência Energética entrará no mercado em duas versões. O pacote inicial, dentre outros benefícios, atuará na medição em tempo real do consumo de energia e na setorização de consumos: climatização e iluminação. O pacote avançado, além dos serviços do pacote inicial, atuará diretamente na automação sobre os principais pontos de consumo por meio da utilização de sensores e equipamentos nos ambientes, que auxiliarão nas tomadas de decisão após identificação de alto consumo de energia ou pelo uso inadequado. A princípio, o serviço estará disponível nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e no Distrito Federal.

As empresas, independentemente do tamanho, buscam cada vez mais mecanismos e soluções para reduzir o consumo de energia que vem aumentando ano após ano. Para se ter uma ideia, o consumo de eletricidade quase triplicou, nos últimos 20 anos, de acordo com dados do Boletim de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro, do Ministério de Minas e Energia.

E a nova solução da Vivo está baseada em alguns pilares que têm direcionado os esforços das empresas interessadas no uso eficiente da energia. O primeiro deles é o consumo. Com o aumento das tarifas, tem crescido a procura de soluções para redução do gasto energético. Outro ponto são os incentivos oferecidos pelo governo a quem adota medidas de eficiência energética. Além disso, a questão influi na imagem das corporações, cada vez mais preocupadas na sustentabilidade de seus negócios, uma exigência de investidores e consumidores.

O que é IoT?

A Internet das Coisas ou IoT (abreviatura do inglês, Internet of Things) pode ser considerada uma revolução tecnológica por seu impacto na economia, nas comunicações e na própria vida humana. Nesse novo tipo de internet, são conectados todos os tipos de objetos, coisas ou dispositivos eletrônicos utilizados no dia-a-dia –  sejam aparelhos eletrodomésticos, eletroportáteis, máquinas industriais, meios de transportes. Entre os seus fatores de desenvolvimento essenciais estão as áreas de sensores de comunicação sem fio (wireless), a inteligência artificial e a nanotecnologia.

Com a IoT, o mundo viabilizará avanços como a Casa Digital em sua plenitude, os carros conectados e autônomos (sem motorista) e sistemas de produção altamente automatizados.

Em pouco mais de 20 anos, o avanço tecnológico da internet possibilitou um salto exponencial, pois, no começo, a internet só interligava pessoas e empresas, através da chamada rede mundial de computadores WWW (worldwide web). Hoje interliga, pessoas, empresas e coisas.

Internet das Coisas nada tem de futurologia. O mundo já dispõe de mais de 10 bilhões de objetos conectados pela IoT. Estima-se que em 2020, serão mais de 30 bilhões e, por volta de 2025, mais de 100 bilhões de dispositivos interligados.

O uso de tecnologias avançadas faz parte da estratégia da Vivo, para acompanhar todas as demandas da sociedade brasileira ao ingressar na chamada Quarta Revolução Industrial. Nessa fase do desenvolvimento da humanidade, as grandes transformações econômicas e sociais serão baseadas em tecnologias como Inteligência Artificial, Internet das Coisas, Realidade Virtual, Computação em Nuvem, Big Data e a chamada 5G, projetada para ser a mais poderosa rede de comunicações já criada pela humanidade.


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