Os obstáculos ao uso da tecnologia digital na escola

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Por Ethevaldo Siqueira

12/12/2017 - Mais da metade (55%) dos professores da rede pública brasileira utilizam tecnologia digital regularmente em sala de aula, e 54% deles afirmam que usariam mais esse recurso, desde que isso não implicasse em maior carga de trabalho – um número igual de docentes tem a percepção de que o uso de ferramentas tecnológicas acarreta maior carga de trabalho, e para 45% deles isso aumenta a pressão em suas funções. Além disso, para a maioria dos professores os aspectos limitadores mais frequente para o uso de recursos tecnológicos são a falta de infraestrutura – como poucos equipamentos (66%) e velocidade insuficiente da internet (64%) – e falta de formação adequada – 62% nunca fizeram cursos gerais de informática ou de tecnologias digitais em Educação.

Os dados são da pesquisa “O que pensam os professores brasileiros sobre a tecnologia digital em sala de aula”, iniciativa do movimento Todos Pela Educação em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Instituto Natura, Itaú BBA, Fundação Telefônica Vivo e Samsung, e estão disponíveis em um hotsite com vídeo explicativo. O estudo, realizado pelo Instituto de Pesquisas DataFolha e pela consultoria Din4mo, ouviu 4 mil professores dos Ensinos Fundamental e Médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da rede pública de todo o Brasil no primeiro semestre de 2017. Os resultados revelam que os docentes estão dispostos a usar tecnologia digital em sala de aula e que, havendo ferramentas relevantes para o desenvolvimento do seu trabalho no ambiente escolar e as condições adequadas a esse uso, há um enorme potencial pedagógico a ser desenvolvido por meio dos recursos tecnológicos.

De acordo com Olavo Nogueira Filho, gerente de políticas educacionais do movimento Todos Pela Educação, a pesquisa traz informações importantes para subsidiar governos, secretarias de educação, escolas, terceiro setor e empresas de tecnologia a melhor responderem a um pedido cada vez mais recorrente de muitos estudantes brasileiros: integrar a tecnologia digital ao dia a dia da escola. “Por meio da pesquisa, identificamos que, além dos desafios de infraestrutura já conhecidos, há três caminhos principais para o avanço dessa tecnologia em Educação: a ampliação e a melhora da oferta de formação e apoio específico, a apresentação de propostas que ajudem a rotina de trabalho do professor e um melhor entendimento pelos docentes sobre o potencial de impacto pedagógico da tecnologia”, afirma.

Apesar dos entraves apontados, a maioria deles já se consideram usuários regulares ou avançados dos recursos tecnológicos digitais, como mostra o gráfico abaixo. As principais aplicações são para apresentar informações em classe (46%) pelo menos uma vez por semana e fazer avaliação dos alunos (44%).

Segundo os docentes, a sobrecarga na sua rotina está principalmente relacionada a algumas atividades: seleção de materiais para aulas, aplicação de provas e acompanhamento individual de alunos, como mostra o gráfico abaixo. Há, portanto, espaço para incentivar o uso dos suportes tecnológicos digitais, desde que se considerem ferramentas que contribuam com as atividades inerentes a sua função, como também otimizem a sua rotina diária, sem sobrecarga de trabalho ou aumento de pressão.

Formação

A falta de oportunidades de formação é apontada como razão para o não uso da tecnologia digital com os alunos por 57% dos professores que dizem nunca usar esse recurso. Apenas 59% dos docentes já fizeram algum curso sobre o uso desse tipo de tecnologia na escola. A capacitação referente a ferramentas mais complexas tem números ainda menores: 28% já fizeram alguma formação específica para uso de softwares e games de Educação e 18%, para o desenvolvimento de aplicativos. As limitações poderiam, portanto, ter seus efeitos minimizados com a oferta de formação de qualidade e também a presença de um profissional de referência em tecnologia digital dentro da escola, uma vez que 42% dos entrevistados tiram dúvidas sobre o uso de tecnologia com a rede de relacionamento pessoal ou junto a colegas professores e 15% afirmam não ter a quem recorrer para pedir auxílio. Apenas 14% recorrem aos coordenadores pedagógicos, os profissionais mais indicados para prestar ajuda aos professores.

O potencial pedagógico

Outro ponto de destaque da pesquisa está na percepção dos professores sobre o impacto do uso da tecnologia digital para o aluno – o que pode ser um fator importante de decisão sobre o seu uso: 34% dos docentes acreditam que o principal impacto positivo é a motivação dos estudantes e apenas 11% veem a melhora no desempenho escolar como dimensão mais relevante. Ainda assim, 96% concorda que, com o uso da tecnologia digital, as habilidades como professor se ampliam, 94%, que incorpora novos métodos de trabalho e 88%, que colabora mais com os colegas de escola.

Para estimular o uso de tecnologias digitais, parece ser essencial ter mais clareza sobre o retorno desse trabalho para o desempenho escolar e desenvolvimento das habilidades dos estudantes.

“Considerando que é no desempenho escolar dos alunos que grande parte dos sistemas brasileiros ancora suas avaliações sobre o trabalho das escolas, e que já existem evidências de que a tecnologia digital pode ser uma ferramenta pedagógica relevante para melhorar a aprendizagem, a pesquisa sugere que ainda há um grande espaço para demonstração aos docentes do potencial desse recurso, de forma a engajá-los no seu uso na medida em que sejam garantidas a formação adequada, a infraestrutura necessária e ferramentas que sejam relevantes para o cotidiano deles e dos estudantes”, afirma Olavo.

Confira os dados completos da pesquisa aqui.

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Portal Dialogando conquista prêmio nacional da Aberje

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Por Ethevaldo Siqueira

Iniciativa da Vivo promove a reflexão sobre melhor uso das tecnologias em diferentes realidades e já está presente em 15 países com atuação do Grupo Telefônica

28/11/2017 - O portal Dialogando, plataforma da Vivo que promove o debate para o melhor uso das tecnologias, recebeu nesta quarta-feira (22) o Prêmio Nacional da Aberje, uma das mais tradicionais premiações da comunicação corporativa, que reconhece as melhores práticas na área empresarial. O Dialogando é o vencedor na categoria Mídia Digital e concorreu com iniciativas dos segmentos de alimentos e bebidas, energia e mineração. O prêmio da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial está na sua 43ª edição.

"O Dialogando reflete o compromisso da Vivo em promover o consumo consciente das tecnologias junto aos mais diferentes públicos e estamos orgulhosos com este reconhecimento da Aberje", revela a executiva de Sustentabilidade da Vivo, Joanes Ribas. Em 2017, a plataforma desenvolvida no Brasil ganhou versão para mais 14 países com atuação do grupo Telefônica. Com conteúdo sobre diferentes temas ligados ao universo digital, compartilha ideias e estabelece conexão com a audiência que busca informações sobre o mundo conectado.

Com a curadoria interna da Vivo e parceria da ONG Safernet, referência em defesa dos direitos humanos no ambiente online, além de especialistas em comportamento, saúde, educação e tecnologia, o Dialogando tem conteúdo desenvolvido pela MZ Group. "Ganhar esse prêmio referenda nosso trabalho junto ao Dialogando na busca da consolidação do portal como referência na área de comunicação digital e provedor de informação sobre o uso consciente da tecnologia", afirma o sócio e líder da área de digital da MZ Group, Samuel Leite.

Como é o Portal

Criada em 2001, a iniciativa já beneficiou 5 milhões de pessoas com conteúdos voltados para pais, filhos e educadores. Em 2017, o conteúdo do portal Dialogando ganhou versão em espanhol e tornou-se uma iniciativa global do Grupo Telefônica. Foi lançado em outros 14 países onde há atuação da empresa, sob as marcas Vivo e Movistar – Brasil, Chile, Espanha, Argentina, Equador, México, Peru, Uruguai, Venezuela, Colômbia, Costa Rica, Nicarágua, El Salvador, Guatemala e Panamá. Por meio de conteúdo dinâmico, aborda o uso das novas tecnologias e internet para reforçar também o compromisso com o consumo responsável de produtos e serviços.

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App Vivo Transfer transfere arquivos entre celulares

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Por Ethevaldo Siqueira
21/11/2017 - App, desenvolvido em parceria com a FS, descomplica a vida digital na troca de celular e está disponível para dispositivos Android e iOS

Quando uma pessoa precisa trocar de celular, logo vem à mente um obstáculo: como transferir fotos, arquivos, aplicativos, contatos e todos os dados do telefone antigo para o novo? Para resolver essa questão, a Vivo anuncia o lançamento do Vivo Transfer, um aplicativo gratuito que descomplica a vida digital no momento da troca de celular.

O Vivo Transfer está disponível para qualquer cliente móvel da Vivo, gratuitamente e já pode ser baixado nas lojas de aplicativos Android e iOS. O serviço foi desenvolvido em conjunto com a FS, provedora líder de serviços de valor agregado para operadoras de telecomunicações e varejistas no Brasil e América Latina.

A utilização do Vivo Transfer é simples. O usuário deve baixar o aplicativo nos dois celulares – novo e antigo, conectar os dois dispositivos na mesma rede Wi-Fi e, em seguida, selecionar qual aparelho é o novo e qual é o antigo. Depois, é só usar o leitor de QRCode para conectar os dois telefones e, a partir daí, escolher os conteúdos que deseja transferir. É possível transferir dados de um aparelho para outro, mesmo se um for Android e o outro iOS.

O usuário pode transferir fotos, vídeos, músicas, contatos, calendário, documentos, SMS/MMS, log de chamadas e listas de app instalados. Basta verificar em cada device as possibilidades de transferência oferecidos por cada um. No final do processo, o cliente também pode escolher se deseja apagar o conteúdo do antigo celular.

O Vivo Transfer também está disponível no Vivo Protege, aplicativo que reúne serviços que garantem maior tranquilidade ao navegar na internet, com soluções de segurança digital e armazenamento em nuvem, para deixar o cliente da Vivo com uma solução completa de segurança.
Para começar a usar o aplicativo, basta fazer o download para Android ou iOS nas lojas de aplicativos e informar o número da linha Vivo móvel. Saiba mais sobre o Vivo Transfer na Vivo App Store.

Sobre a Telefônica Vivo

A Vivo é a marca comercial da Telefônica Brasil, empresa líder em telecomunicações no País, com 97,6 milhões de acessos (3T17). A operadora atua na prestação de serviços de telecomunicações fixa e móvel em todo o território nacional e conta com um portfólio de produtos completo e convergente para clientes B2C e B2B – banda larga fixa e móvel, ultra banda larga (over fiber), voz fixa e móvel e TV por assinatura.

A empresa está presente em 4,1 mil cidades, sendo mais de 3,9 mil com rede 3G e mais de 2 mil com 4G, segmento em que é líder de Market Share. A operadora ainda oferece o 4G+, internet duas vezes mais rápida que o 4G. No segmento móvel, a Vivo tem 74,6 milhões de clientes e responde pela maior participação de mercado do segmento (30,8%) no país, de acordo com resultados do balanço trimestral (3T17).

Guiada pela constante inovação e a alta qualidade dos seus serviços, a Vivo está no centro de uma transformação Digital, que amplia a autonomia, a personalização e as escolhas em tempo real dos seus clientes, colocando-os no comando de sua vida digital, com segurança e confiabilidade. A Telefônica Brasil faz parte do Grupo Telefónica, um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo, com presença em 21 países, 344,5 milhões de acessos, 125,9 mil colaboradores e receita de 52,0 bilhões de euros em 2016.

Sobre FS

Provedora líder de serviços de valor agregado (SVA's) para operadoras de telecomunicações e varejistas no Brasil e América Latina, a FS detém um ecossistema completo que desenvolve soluções e produtos digitais fim a fim (da concepção ao atendimento direto do usuário) entregando inovação aos seus parceiros, com o propósito de gerar receitas adicionais sem novos investimentos em infraestrutura. Com mais de 36 milhões de clientes, fornece soluções white-label para o mercado B2B2C e, por meio da marca HERO, para B2C, atendendo a demanda do setor varejista e das lojas de aplicativos digitais. Com sede em São Paulo e presença em mais de dez estados brasileiros, também possui escritórios comerciais no México e na Argentina. A FS está no ranking das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, no mercado de Tecnologia da Informação, e na América Latina, segundo o GreatPlaceToWork.

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Wayra abre inscrições para seleção de startups

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Por Ethevaldo Siqueira
13/11/2017 - A Wayra, iniciativa ligada ao Telefónica Open Future, programa de inovação aberta e apoio ao empreendedorismo do Grupo Telefónica, dono da marca Vivo no Brasil, abriu inscrições para um novo processo seletivo, que investirá e desenvolverá startups inovadoras de base tecnológica. Os empreendedores têm até o dia 4 de dezembro para se inscrever e tentar fazer parte de uma rede com mais de 700 startups investidas pelo mundo, em 17 países.

“Buscamos empresas com um time incrível, que atuem em um mercado grande, resolvendo um problema relevante e que já tenham produto rodando com seus primeiros clientes”, comenta Renato Valente, country manager do Open Future. Segundo ele, a Wayra procura startups que resolvam problemas reais e que, preferencialmente, tenham possibilidade de fazer negócios tanto com a Vivo como com outras grandes empresas. “Nosso programa de desenvolvimento e tração tem a vantagem de facilitar o acesso das startups a um ecossistema mundial de inovação, a investidores e à própria Vivo, que busca no Open Future soluções para melhorar seus processos e oferecer produtos e serviços disruptivos a seus clientes”, ressalta Valente.

Paralelamente, a Wayra procura por empresas que atuem em diversos segmentos, como Cloud Computing, Segurança, IoT (Internet das Coisas), Big Data, Inteligência Artificial, Machine Learning, Blockchain, Smart Wifi, Fintech, Lawtech, Agtech, E2E (end to end), Mobile e Games.

As startups selecionadas receberão investimento, acompanhamento e diversos benefícios por 12 meses, sendo um valor financeiro de pelo menos U$ 50 mil, além de outros US$ 50 mil em serviços, que incluem infraestrutura completa, benefícios de parceiros, mentorias, treinamentos, consultorias individuais, acesso a mentores executivos da Vivo, a investidores e a toda rede global que conta com 11 academias pela Europa e América Latina. Como contrapartida, a Wayra detém participação acionária minoritária das companhias investidas.

Um comitê formado por especialistas do mercado e membros do Open Future escolherá as startups, que iniciarão o programa de aceleração no começo de 2018. Além de analisar o grau de desenvolvimento do produto ou serviço,  sua validação no mercado e o seu modelo de negócio, o comitê avaliará principalmente os sócios, se a empresa tem um produto rodando ou em teste, algum cliente pagante e a equipe responsável pelo projeto.

A Wayra é a primeira aceleradora corporativa do país e, em cinco anos de atuação, já apoiou 64 startups. Com um modelo consolidado, a academia já investiu mais de R$ 10 milhões nesse período, obtendo grande respaldo do mercado de investimento de risco. A cada R$ 1 investido pela Wayra, investidores colocaram outros R$ 10 nas startups, ou seja, mais de R$ 100 milhões investidos por fundos e investidores do mercado nas empresas da Wayra.

As inscrições devem ser feitas por meio do http://bit.ly/call_wayrabr2017

O Telefónica Open Future é o programa global de inovação aberta do Grupo Telefónica. A iniciativa faz parte do esforço corporativo e empreendedor da empresa de mantê-la conectada com o que existe de mais avançado em termos de inovação dentro de sua estratégia de transformação digital.  O programa tem o objetivo de promover o crescimento de talentos com ferramentas de aceleração, englobando iniciativas como a Wayra, aceleradora de startups, o fundo de investimento Amerigo e espaços de crowdworking para projetos em fase inicial de desenvolvimento, implantados por meio de parcerias público-privadas.

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Vivo inaugura rede de fibra em Pouso Alegre e Petrolina

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Por Ethevaldo Siqueira
Agora, além da telefonia móvel, os municípios terão serviços de banda larga de até 300Mega e telefonia fixa com planos ilimitados

Como oferta de lançamento, a Vivo oferecerá o dobro da velocidade na contratação de banda larga e um bônus de voz e dados para clientes com celular Vivo

07/11/2017 - A Vivo inaugurou no dia 6 de novembro de 2017 em Pouso Alegre, Sul de Minas Gerais, e em Petrolina, interior de Pernambuco, uma rede 100% fibra ótica de última geração. A operação da empresa nos dois municípios atenderá a 76 bairros, onde há aproximadamente 62 mil domicílios e 14 mil empresas mapeadas. Apenas neste ano, a Vivo já levou fibra para 14 novas cidades, totalizando 213 municípios cobertos em todo o país.

Ambas as cidades foram selecionadas pela Vivo para receber rede de fibra e oferecer conexão de ultra banda larga. Nessas localidades, a operadora implantou FTTH (Fiber-to-the-Home), a tecnologia que leva a fibra até a residência ou empresa do cliente. Trata-se de uma rede que permite grande volume de transmissão e recebimento de dados, proporcionando uma excelente experiência ao usuário para navegar em alta velocidade, jogar online, ver vídeos em alta resolução, trocar documentos/arquivos rapidamente, além de usar aplicativos que exigem muita banda e mais estabilidade para conectar vários dispositivos ao mesmo tempo.

Serviços residenciais e corporativos

A Vivo vai oferecer aos clientes planos de banda larga com velocidades de até 300 Mega. Para os clientes residenciais que optarem pela velocidade de 50 Mega na banda larga e assinatura de Vivo Fixo com ligações ilimitadas para qualquer telefone fixo e móvel local, pagará apenas R$ 164,98/mês pelos dois produtos. A Vivo também oferece opções para quem desejar adquirir apenas a banda larga de ultra velocidade.

Como oferta de lançamento, ao adquirir Vivo Fibra, os atuais ou novos clientes de celular Vivo nos planos Pós pago ou Controle poderão degustar o dobro da velocidade de banda larga para casa por 12 meses promocionais. Além disso, receberão bônus adicional de internet móvel que pode chegar até de até 10 Giga, todo mês em seu celular. Nesse caso, os clientes podem visitar as lojas da marca existentes na cidade para conhecer os planos elegíveis e aderir à promoção.

Para os clientes corporativos, o portfólio - que atende empresas de todos os portes – também inclui banda larga de até 300 Mega, serviços de telefonia fixa básica e avançada, acesso dedicado à internet, além de soluções de TI como informática, segurança gerenciada e soluções de cloud computing. Como oferta de lançamento, os clientes corporativos terão disponíveis pacotes de Vivo Fibra e Vivo Fixo com condições especiais na portabilidade ou o dobro de velocidade por seis meses promocionais na contratação a partir de 50 Mega, além da solução Vivo Cloud Back Up que acompanha toda banda larga contratada e possibilita o armazenamento e compartilhamento de informações de forma segura no Data Center da Vivo.

Na contratação do plano empresarial com velocidade de 50 Mega e assinatura de Vivo Fixo ilimitado para qualquer fixo nacional, o cliente recebe o dobro de velocidade por 6 meses, além do Vivo Cloud Back Up, pagando R$164,88/mês.


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Telefônica Brasil registra R$ 1,2 bi de lucro líquido

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Por Ethevaldo Siqueira

• Receita Operacional Líquida de Serviços cresce 2,4% no trimestre, em comparação com o mesmo período de 2016
• Receita de dados e serviços digitais tem alta de 28,2% no período e já representa 72,9% da receita de serviço móvel
• Custos operacionais recorrentes caem 1,0%, chegando ao sétimo trimestre consecutivo de queda

• EBITDA totaliza R$ 3,7 bilhões no trimestre, um aumento anual de 7,8%, com margem EBITDA de 33,8%
• Empresa mantém performance positiva em clientes pós-pagos, capturando 45,6% do ganho líquido do mercado no ano e impulsionando o ARPU, que cresce 2,1% y-o-y
• Companhia encerra o trimestre com tecnologia 4G implantada em 1.919 cidades, atendendo a 75,7% da população urbana do país, enquanto o 4G+ chega a 96 municípios
• Base de clientes de ultra banda larga continua em ascensão, crescendo 8,7% y-o-y, com o lançamento de fibra (FTTH) em 12 novas cidades em 2017

26/10/2017 - A Telefônica Brasil divulgou hoje o balanço financeiro e operacional do terceiro trimestre de 2017. No período, a empresa registrou crescimento de receitas em razão de sólida performance em dados móveis e ultra banda larga fixa, além de contínua eficiência em custos, que resultou em forte crescimento no EBITDA e no fluxo de caixa operacional. A companhia realizou um lucro líquido de R$ 1,2 bilhão no período, resultado 28,3% superior ao terceiro trimestre de 2016.

A receita operacional líquida de serviços cresceu 2,4% em relação a igual período do ano passado, enquanto os custos operacionais apresentaram queda anual de 1,0%. “Com uma sólida performance na conquista e monetização de clientes de alto valor, aliada a esforços de eficiência e digitalização que levaram a redução de custos pelo sétimo trimestre consecutivo, obtivemos, mais uma vez neste trimestre, forte expansão no EBITDA e no resultado líquido da companhia”, explica o Chief Financial Officer da Telefônica Brasil, David Melcon.

Com isso, o EBITDA totalizou R$ 3,7 bilhões no trimestre, apresentando crescimento anual de 7,8%, enquanto a margem EBITDA atingiu 33,8%, 1,9 ponto percentual superior a igual período do ano passado. Segundo Melcon, o fluxo de caixa operacional (calculado pela diferença entre o EBITDA e o Capex) atingiu R$ 5,4 bilhões nos nove primeiros meses de 2017, 12,6% acima no comparativo anual.

A Telefônica Brasil investiu R$ 2,2 bilhões entre julho e setembro, priorizando a cobertura 4G, que atingiu 1.919 cidades ao final do trimestre, e a expansão da fibra com a tecnologia FTTH (Fiber-to-the-Home), que foi lançada em 12 novas cidades neste ano. “A companhia vem liderando a expansão da implantação de 4G nos municípios brasileiros em 2017, ao adicionar 1.403 novas cidades no ano, e oferecer cobertura a 75,7% da população nacional. Nosso objetivo é proporcionar a melhor conexão para que nossos clientes possam usufruir de todos os benefícios do mundo digital”, destaca o presidente da companhia, Eduardo Navarro.

Estratégia centrada em dados

A empresa mantém uma estratégia comercial centrada em dados e serviços digitais, que vem acelerando seu negócio. Como resultado, a receita líquida de serviço móvel cresceu 3,7% no terceiro trimestre no comparativo anual, impulsionada pela crescente receita de dados e serviços digitais, que apresentou expansão de 28,2% sobre igual período de 2016. O desempenho decorreu da forte atividade comercial na venda dos planos Vivo Família, que permite o gerenciamento do consumo de dados dos dependentes, do forte incremento das receitas digitais, além da crescente penetração de smartphones na base de clientes. No trimestre, a representatividade da receita de dados e serviços digitais sobre a receita líquida de serviço móvel aumentou para 72,9%.

Paralelamente, a receita líquida do negócio fixo apresentou aumento de 0,5% no terceiro trimestre, influenciada principalmente pela evolução positiva das receitas de banda larga e dados corporativos. O resultado poderia ser maior, porém houve o impacto do corte da tarifa de ligação fixo-móvel e redução da tarifa de interconexão, no serviço de voz.

Por seu lado, a receita de banda larga cresceu 19,2% no comparativo anual, impulsionada pela evolução das receitas de UBL (Ultra banda larga), que já representa 61,8% da receita total de banda larga no período. O fato evidencia os esforços da empresa visando a migração de clientes para velocidades mais altas. Além disso, a companhia ampliou sua penetração no mercado ao expandir a rede de FTTH para novas cidades.

Já a TV por assinatura registrou queda de 0,5% na receita no comparativo anual. Apesar disso, o IPTV apresentou crescimento de receita de 76,8%, devido à estratégia mais seletiva da empresa para este serviço.

Liderança consolidada

A companhia registrou um total de 97,6 milhões de acessos no terceiro trimestre, dos quais 74,6 milhões eram móveis, volume 1,5% superior ao do ano passado, mantendo-se na liderança de mercado, com 30,8% de participação em agosto de 2017 (fonte: ANATEL). A empresa também deteve a liderança na tecnologia 4G, com market share de 33,9% em agosto, refletindo a estratégia centrada em dados e a qualidade da base de clientes.

No pós-pago, a Telefônica conquistou 45,6% das adições líquidas do mercado no acumulado do ano, com market share de 42,3% em agosto. De outro lado, o parque pré-pago teve sua base reduzida em 5,1% em relação a igual período do ano anterior, devido à forte migração para planos controle e à política de desconexão de clientes inativos, dentro das regras da ANATEL.

No mercado de M2M (Máquina a Máquina), a base de acessos seguiu expandindo e chegou a 5,9 milhões em setembro, um incremento de 22,5% comparado ao ano anterior, com participação de mercado de 40,4%.

No negócio fixo, os acessos totalizaram 23,1 milhões, um recuo de 2,7% em relação ao terceiro trimestre do ano anterior, devido a uma redução de clientes de voz. Já a banda larga fixa continua em evolução, com 7,5 milhões de clientes, um crescimento de 1,9% no comparativo anual. A base de clientes em fibra ótica cresceu 8,7% relativamente a igual período do ano passado e já atinge 4,5 milhões de acessos.

Os clientes de ultra banda larga já representam 60,0% do total de acessos de banda larga, impulsionando o ARPU (receita média por cliente) para um crescimento de 16,5% em relação a igual período de 2016. Com a expansão do FTTH (Fiber-to-the-Home) para novas cidades, a companhia já conta com 1,2 milhão de acessos nessa tecnologia, o que representa crescimento de 44,9% em relação ao ano anterior.

Apesar de uma queda nos acessos de TV por assinatura da ordem de 8,2%, a empresa registrou crescimento na base de IPTV de 54,5% sobre o terceiro trimestre de 2016, refletindo a estratégia com foco em clientes de maior valor.

“Estamos no mundo dos dados e a companhia trilha o melhor caminho ao direcionar investimentos às redes de conexão para acesso de qualidade à internet”, finaliza Navarro (foto).

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