Com app da Vivo cliente controla sua rede Wi-Fi

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02/04/2018 - Com o aplicatico gratuito Vivo Smart Wi-Fi, o cliente pode turbinar a velocidade da sua rede Wi-Fi, decidir para quem sua internet está disponível e criar uma rede exclusiva para convidados. Tudo de forma simples e rápida

A Vivo anuncia que já está disponível o Vivo Smart Wi-Fi, um app que mudará o jeito como os clientes residenciais e corporativos utilizam sua internet. O novo aplicativo, que funciona como um "controle remoto" do modem, possibilitará ao usuário executar tarefas que talvez ele não conseguiria sem ajuda técnica, deixando sua rede totalmente personalizada.

De forma interativa, o cliente Vivo Fibra poderá turbinar a rede Wi-Fi e encontrar o melhor sinal, decidir para quem e quando sua internet estará disponível - mapeando diversos dispositivos como celulares, tablets, computadores, videogames - além de criar uma rede exclusiva para seus convidados, garantido mais privacidade na rede. Tudo com apenas alguns toques na tela do celular, de forma fácil, prática, ágil, autônoma e gratuita.

Com a novidade, a Vivo vai além da entrega de uma banda larga de qualidade e passa a oferecer uma melhor experiência Wi-Fi, com mais autonomia ao usuário no controle da sua conexão. O app permite ainda que o consumidor aproveite todo o potencial do roteador da banda larga Vivo Fibra, que já é instalado na casa do cliente para garantir aos usuários mais eficácia no sinal.

"Com o novo serviço, os clientes têm o controle de sua rede wi-fi, literalmente, na palma da mão. Estamos reforçando nosso compromisso em oferecer inovações para que os consumidores façam, cada vez mais, o melhor uso da internet", explica o vice-presidente B2C da Vivo, Marcio Fabbris.

O app também permitirá que o usuário personalize a rede doméstica ou o wi-fi de sua empresa à sua maneira, alterando o nome e senha do Wi-Fi como e quando quiser. O aplicativo Vivo Smart Wi-Fi está disponível para download na AppStore (sistema IOS, a partir da versão 7.0) e Play Store (sistema Android, a partir da versão 4.4).

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Vivo fecha 2017 cobrindo 84,5% do país com 4G

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19/02/2018 - Operadora levou 4G a 2.084 novas cidades, a maior expansão do setor, e fechou o ano com cobertura em 2.600 municípios. Líder de mercado na tecnologia, a Vivo também expandiu o número de cidades com 4G+

A Vivo fechou 2017 com cobertura 4G em 2.600 cidades, atendendo agora a 84,5% da população brasileira. A operadora liderou a expansão de 4G no país, com adição de 2.084 novos municípios à sua rede durante o último ano. Desse total, 404 cidades foram conectadas por meio da frequência de 700 MHz. Apenas em dezembro, foram cobertas 295 cidades com a tecnologia de quarta geração.

A Vivo também ampliou, em dezembro, o total de cidades cobertas por 4G+, chegando a 118 municípios atendidos. O 4G+ é capaz de oferecer até duas vezes mais velocidade à navegação, por meio da agregação de frequências do espectro. A Vivo já oferece 4G+ em todas as capitais brasileiras.

A empresa mantém-se na liderança do segmento de internet móvel com o 4G, acumulando 33,6% de market share (dados de dezembro da Anatel). A rede de quarta geração permite o acesso à internet em altíssima velocidade e oferece melhor experiência para quem gosta de ver vídeos, ouvir música via streaming ou jogar games online.

Planos para todos os perfis

A operadora dispõe de planos para todos os perfis de clientes, como o Vivo Controle e o pré-pago Vivo Turbo, que contam com a inclusão de serviços digitais, para planos elegíveis, como o GoRead, app com acesso a mais de 170 títulos da editora Abril, o Kantoo, serviço que oferece curso de inglês, e o NBA, que permite assistir a jogos pelo celular e ter acesso a conteúdo exclusivo da liga.

A Vivo traz, ainda, a possibilidade de compartilhamento de internet, gratuitamente. Clientes pré-pagos Vivo Turbo e de planos Controle podem usar o aplicativo Meu Vivo para pedir e enviar internet para seus contatos que também sejam clientes Controle ou Vivo Turbo. Isso muda a forma como os usuários gerenciam suas necessidades de dados quando a internet acaba, abrindo novas possibilidades para que as pessoas se mantenham conectadas e façam o melhor uso da internet.

Além disso, os planos Controle da Vivo agora incluem ligações locais ilimitadas para celulares de qualquer operadora e ligações ilimitadas para qualquer número fixo do país. Dentre os serviços digitais, além de GoRead, NBA e Kantoo Inglês, os planos Controle elegíveis passaram a incluir também o Vivo Sync e o Vivo Guru, que respectivamente são utilizados para o armazenamento de fotos e arquivos e como auxílio para esclarecer dúvidas relacionadas à tecnologia.

No segmento pós-pago, o destaque é o novo portfólio para os planos Vivo Família, com mais internet e funcionalidades inéditas que reforçam que o melhor uso de internet está na Vivo, com a possibilidade de distribuição da internet do plano para os membros da família, de forma fácil e intuitiva, através do Meu Vivo.

Desde outubro, os planos Vivo Família têm quatro novidades: o Double Play, que oferece bônus de internet para uso exclusivo com apps selecionados de vídeo e música, como Spotify, Youtube e Netflix, entre outros; acesso a aplicativos essenciais, como Waze, sem consumir a internet do plano; seis serviços digitais inclusos e, para planos elegíveis, diárias de roaming internacional. A Vivo é a primeira operadora a criar uma oferta deste tipo no Brasil.

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Os obstáculos ao uso da tecnologia digital na escola

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Por Ethevaldo Siqueira

12/12/2017 - Mais da metade (55%) dos professores da rede pública brasileira utilizam tecnologia digital regularmente em sala de aula, e 54% deles afirmam que usariam mais esse recurso, desde que isso não implicasse em maior carga de trabalho – um número igual de docentes tem a percepção de que o uso de ferramentas tecnológicas acarreta maior carga de trabalho, e para 45% deles isso aumenta a pressão em suas funções. Além disso, para a maioria dos professores os aspectos limitadores mais frequente para o uso de recursos tecnológicos são a falta de infraestrutura – como poucos equipamentos (66%) e velocidade insuficiente da internet (64%) – e falta de formação adequada – 62% nunca fizeram cursos gerais de informática ou de tecnologias digitais em Educação.

Os dados são da pesquisa “O que pensam os professores brasileiros sobre a tecnologia digital em sala de aula”, iniciativa do movimento Todos Pela Educação em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Instituto Natura, Itaú BBA, Fundação Telefônica Vivo e Samsung, e estão disponíveis em um hotsite com vídeo explicativo. O estudo, realizado pelo Instituto de Pesquisas DataFolha e pela consultoria Din4mo, ouviu 4 mil professores dos Ensinos Fundamental e Médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da rede pública de todo o Brasil no primeiro semestre de 2017. Os resultados revelam que os docentes estão dispostos a usar tecnologia digital em sala de aula e que, havendo ferramentas relevantes para o desenvolvimento do seu trabalho no ambiente escolar e as condições adequadas a esse uso, há um enorme potencial pedagógico a ser desenvolvido por meio dos recursos tecnológicos.

De acordo com Olavo Nogueira Filho, gerente de políticas educacionais do movimento Todos Pela Educação, a pesquisa traz informações importantes para subsidiar governos, secretarias de educação, escolas, terceiro setor e empresas de tecnologia a melhor responderem a um pedido cada vez mais recorrente de muitos estudantes brasileiros: integrar a tecnologia digital ao dia a dia da escola. “Por meio da pesquisa, identificamos que, além dos desafios de infraestrutura já conhecidos, há três caminhos principais para o avanço dessa tecnologia em Educação: a ampliação e a melhora da oferta de formação e apoio específico, a apresentação de propostas que ajudem a rotina de trabalho do professor e um melhor entendimento pelos docentes sobre o potencial de impacto pedagógico da tecnologia”, afirma.

Apesar dos entraves apontados, a maioria deles já se consideram usuários regulares ou avançados dos recursos tecnológicos digitais, como mostra o gráfico abaixo. As principais aplicações são para apresentar informações em classe (46%) pelo menos uma vez por semana e fazer avaliação dos alunos (44%).

Segundo os docentes, a sobrecarga na sua rotina está principalmente relacionada a algumas atividades: seleção de materiais para aulas, aplicação de provas e acompanhamento individual de alunos, como mostra o gráfico abaixo. Há, portanto, espaço para incentivar o uso dos suportes tecnológicos digitais, desde que se considerem ferramentas que contribuam com as atividades inerentes a sua função, como também otimizem a sua rotina diária, sem sobrecarga de trabalho ou aumento de pressão.

Formação

A falta de oportunidades de formação é apontada como razão para o não uso da tecnologia digital com os alunos por 57% dos professores que dizem nunca usar esse recurso. Apenas 59% dos docentes já fizeram algum curso sobre o uso desse tipo de tecnologia na escola. A capacitação referente a ferramentas mais complexas tem números ainda menores: 28% já fizeram alguma formação específica para uso de softwares e games de Educação e 18%, para o desenvolvimento de aplicativos. As limitações poderiam, portanto, ter seus efeitos minimizados com a oferta de formação de qualidade e também a presença de um profissional de referência em tecnologia digital dentro da escola, uma vez que 42% dos entrevistados tiram dúvidas sobre o uso de tecnologia com a rede de relacionamento pessoal ou junto a colegas professores e 15% afirmam não ter a quem recorrer para pedir auxílio. Apenas 14% recorrem aos coordenadores pedagógicos, os profissionais mais indicados para prestar ajuda aos professores.

O potencial pedagógico

Outro ponto de destaque da pesquisa está na percepção dos professores sobre o impacto do uso da tecnologia digital para o aluno – o que pode ser um fator importante de decisão sobre o seu uso: 34% dos docentes acreditam que o principal impacto positivo é a motivação dos estudantes e apenas 11% veem a melhora no desempenho escolar como dimensão mais relevante. Ainda assim, 96% concorda que, com o uso da tecnologia digital, as habilidades como professor se ampliam, 94%, que incorpora novos métodos de trabalho e 88%, que colabora mais com os colegas de escola.

Para estimular o uso de tecnologias digitais, parece ser essencial ter mais clareza sobre o retorno desse trabalho para o desempenho escolar e desenvolvimento das habilidades dos estudantes.

“Considerando que é no desempenho escolar dos alunos que grande parte dos sistemas brasileiros ancora suas avaliações sobre o trabalho das escolas, e que já existem evidências de que a tecnologia digital pode ser uma ferramenta pedagógica relevante para melhorar a aprendizagem, a pesquisa sugere que ainda há um grande espaço para demonstração aos docentes do potencial desse recurso, de forma a engajá-los no seu uso na medida em que sejam garantidas a formação adequada, a infraestrutura necessária e ferramentas que sejam relevantes para o cotidiano deles e dos estudantes”, afirma Olavo.

Confira os dados completos da pesquisa aqui.

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Portal Dialogando conquista prêmio nacional da Aberje

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Por Ethevaldo Siqueira

Iniciativa da Vivo promove a reflexão sobre melhor uso das tecnologias em diferentes realidades e já está presente em 15 países com atuação do Grupo Telefônica

28/11/2017 - O portal Dialogando, plataforma da Vivo que promove o debate para o melhor uso das tecnologias, recebeu nesta quarta-feira (22) o Prêmio Nacional da Aberje, uma das mais tradicionais premiações da comunicação corporativa, que reconhece as melhores práticas na área empresarial. O Dialogando é o vencedor na categoria Mídia Digital e concorreu com iniciativas dos segmentos de alimentos e bebidas, energia e mineração. O prêmio da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial está na sua 43ª edição.

"O Dialogando reflete o compromisso da Vivo em promover o consumo consciente das tecnologias junto aos mais diferentes públicos e estamos orgulhosos com este reconhecimento da Aberje", revela a executiva de Sustentabilidade da Vivo, Joanes Ribas. Em 2017, a plataforma desenvolvida no Brasil ganhou versão para mais 14 países com atuação do grupo Telefônica. Com conteúdo sobre diferentes temas ligados ao universo digital, compartilha ideias e estabelece conexão com a audiência que busca informações sobre o mundo conectado.

Com a curadoria interna da Vivo e parceria da ONG Safernet, referência em defesa dos direitos humanos no ambiente online, além de especialistas em comportamento, saúde, educação e tecnologia, o Dialogando tem conteúdo desenvolvido pela MZ Group. "Ganhar esse prêmio referenda nosso trabalho junto ao Dialogando na busca da consolidação do portal como referência na área de comunicação digital e provedor de informação sobre o uso consciente da tecnologia", afirma o sócio e líder da área de digital da MZ Group, Samuel Leite.

Como é o Portal

Criada em 2001, a iniciativa já beneficiou 5 milhões de pessoas com conteúdos voltados para pais, filhos e educadores. Em 2017, o conteúdo do portal Dialogando ganhou versão em espanhol e tornou-se uma iniciativa global do Grupo Telefônica. Foi lançado em outros 14 países onde há atuação da empresa, sob as marcas Vivo e Movistar – Brasil, Chile, Espanha, Argentina, Equador, México, Peru, Uruguai, Venezuela, Colômbia, Costa Rica, Nicarágua, El Salvador, Guatemala e Panamá. Por meio de conteúdo dinâmico, aborda o uso das novas tecnologias e internet para reforçar também o compromisso com o consumo responsável de produtos e serviços.

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App Vivo Transfer transfere arquivos entre celulares

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Por Ethevaldo Siqueira
21/11/2017 - App, desenvolvido em parceria com a FS, descomplica a vida digital na troca de celular e está disponível para dispositivos Android e iOS

Quando uma pessoa precisa trocar de celular, logo vem à mente um obstáculo: como transferir fotos, arquivos, aplicativos, contatos e todos os dados do telefone antigo para o novo? Para resolver essa questão, a Vivo anuncia o lançamento do Vivo Transfer, um aplicativo gratuito que descomplica a vida digital no momento da troca de celular.

O Vivo Transfer está disponível para qualquer cliente móvel da Vivo, gratuitamente e já pode ser baixado nas lojas de aplicativos Android e iOS. O serviço foi desenvolvido em conjunto com a FS, provedora líder de serviços de valor agregado para operadoras de telecomunicações e varejistas no Brasil e América Latina.

A utilização do Vivo Transfer é simples. O usuário deve baixar o aplicativo nos dois celulares – novo e antigo, conectar os dois dispositivos na mesma rede Wi-Fi e, em seguida, selecionar qual aparelho é o novo e qual é o antigo. Depois, é só usar o leitor de QRCode para conectar os dois telefones e, a partir daí, escolher os conteúdos que deseja transferir. É possível transferir dados de um aparelho para outro, mesmo se um for Android e o outro iOS.

O usuário pode transferir fotos, vídeos, músicas, contatos, calendário, documentos, SMS/MMS, log de chamadas e listas de app instalados. Basta verificar em cada device as possibilidades de transferência oferecidos por cada um. No final do processo, o cliente também pode escolher se deseja apagar o conteúdo do antigo celular.

O Vivo Transfer também está disponível no Vivo Protege, aplicativo que reúne serviços que garantem maior tranquilidade ao navegar na internet, com soluções de segurança digital e armazenamento em nuvem, para deixar o cliente da Vivo com uma solução completa de segurança.
Para começar a usar o aplicativo, basta fazer o download para Android ou iOS nas lojas de aplicativos e informar o número da linha Vivo móvel. Saiba mais sobre o Vivo Transfer na Vivo App Store.

Sobre a Telefônica Vivo

A Vivo é a marca comercial da Telefônica Brasil, empresa líder em telecomunicações no País, com 97,6 milhões de acessos (3T17). A operadora atua na prestação de serviços de telecomunicações fixa e móvel em todo o território nacional e conta com um portfólio de produtos completo e convergente para clientes B2C e B2B – banda larga fixa e móvel, ultra banda larga (over fiber), voz fixa e móvel e TV por assinatura.

A empresa está presente em 4,1 mil cidades, sendo mais de 3,9 mil com rede 3G e mais de 2 mil com 4G, segmento em que é líder de Market Share. A operadora ainda oferece o 4G+, internet duas vezes mais rápida que o 4G. No segmento móvel, a Vivo tem 74,6 milhões de clientes e responde pela maior participação de mercado do segmento (30,8%) no país, de acordo com resultados do balanço trimestral (3T17).

Guiada pela constante inovação e a alta qualidade dos seus serviços, a Vivo está no centro de uma transformação Digital, que amplia a autonomia, a personalização e as escolhas em tempo real dos seus clientes, colocando-os no comando de sua vida digital, com segurança e confiabilidade. A Telefônica Brasil faz parte do Grupo Telefónica, um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo, com presença em 21 países, 344,5 milhões de acessos, 125,9 mil colaboradores e receita de 52,0 bilhões de euros em 2016.

Sobre FS

Provedora líder de serviços de valor agregado (SVA's) para operadoras de telecomunicações e varejistas no Brasil e América Latina, a FS detém um ecossistema completo que desenvolve soluções e produtos digitais fim a fim (da concepção ao atendimento direto do usuário) entregando inovação aos seus parceiros, com o propósito de gerar receitas adicionais sem novos investimentos em infraestrutura. Com mais de 36 milhões de clientes, fornece soluções white-label para o mercado B2B2C e, por meio da marca HERO, para B2C, atendendo a demanda do setor varejista e das lojas de aplicativos digitais. Com sede em São Paulo e presença em mais de dez estados brasileiros, também possui escritórios comerciais no México e na Argentina. A FS está no ranking das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, no mercado de Tecnologia da Informação, e na América Latina, segundo o GreatPlaceToWork.

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Wayra abre inscrições para seleção de startups

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Por Ethevaldo Siqueira
13/11/2017 - A Wayra, iniciativa ligada ao Telefónica Open Future, programa de inovação aberta e apoio ao empreendedorismo do Grupo Telefónica, dono da marca Vivo no Brasil, abriu inscrições para um novo processo seletivo, que investirá e desenvolverá startups inovadoras de base tecnológica. Os empreendedores têm até o dia 4 de dezembro para se inscrever e tentar fazer parte de uma rede com mais de 700 startups investidas pelo mundo, em 17 países.

“Buscamos empresas com um time incrível, que atuem em um mercado grande, resolvendo um problema relevante e que já tenham produto rodando com seus primeiros clientes”, comenta Renato Valente, country manager do Open Future. Segundo ele, a Wayra procura startups que resolvam problemas reais e que, preferencialmente, tenham possibilidade de fazer negócios tanto com a Vivo como com outras grandes empresas. “Nosso programa de desenvolvimento e tração tem a vantagem de facilitar o acesso das startups a um ecossistema mundial de inovação, a investidores e à própria Vivo, que busca no Open Future soluções para melhorar seus processos e oferecer produtos e serviços disruptivos a seus clientes”, ressalta Valente.

Paralelamente, a Wayra procura por empresas que atuem em diversos segmentos, como Cloud Computing, Segurança, IoT (Internet das Coisas), Big Data, Inteligência Artificial, Machine Learning, Blockchain, Smart Wifi, Fintech, Lawtech, Agtech, E2E (end to end), Mobile e Games.

As startups selecionadas receberão investimento, acompanhamento e diversos benefícios por 12 meses, sendo um valor financeiro de pelo menos U$ 50 mil, além de outros US$ 50 mil em serviços, que incluem infraestrutura completa, benefícios de parceiros, mentorias, treinamentos, consultorias individuais, acesso a mentores executivos da Vivo, a investidores e a toda rede global que conta com 11 academias pela Europa e América Latina. Como contrapartida, a Wayra detém participação acionária minoritária das companhias investidas.

Um comitê formado por especialistas do mercado e membros do Open Future escolherá as startups, que iniciarão o programa de aceleração no começo de 2018. Além de analisar o grau de desenvolvimento do produto ou serviço,  sua validação no mercado e o seu modelo de negócio, o comitê avaliará principalmente os sócios, se a empresa tem um produto rodando ou em teste, algum cliente pagante e a equipe responsável pelo projeto.

A Wayra é a primeira aceleradora corporativa do país e, em cinco anos de atuação, já apoiou 64 startups. Com um modelo consolidado, a academia já investiu mais de R$ 10 milhões nesse período, obtendo grande respaldo do mercado de investimento de risco. A cada R$ 1 investido pela Wayra, investidores colocaram outros R$ 10 nas startups, ou seja, mais de R$ 100 milhões investidos por fundos e investidores do mercado nas empresas da Wayra.

As inscrições devem ser feitas por meio do http://bit.ly/call_wayrabr2017

O Telefónica Open Future é o programa global de inovação aberta do Grupo Telefónica. A iniciativa faz parte do esforço corporativo e empreendedor da empresa de mantê-la conectada com o que existe de mais avançado em termos de inovação dentro de sua estratégia de transformação digital.  O programa tem o objetivo de promover o crescimento de talentos com ferramentas de aceleração, englobando iniciativas como a Wayra, aceleradora de startups, o fundo de investimento Amerigo e espaços de crowdworking para projetos em fase inicial de desenvolvimento, implantados por meio de parcerias público-privadas.

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