App promove encontros entre quem mora longe

kavak.jpg03/06/2019 - Quer matar a saudade de alguém que mora longe? Tem um relacionamento à distância e viaja com frequência? Tem família em outro estado? É para pessoas com este perfil que o KAYAK, maior plataforma de planejamento de viagens do mundo, está lançando o KAYAK Encontros.

A ferramenta pede que o usuário insira as cidades de origem das duas pessoas que pretendem se encontrar e a data da viagem. A partir destas informações, indica destinos interessantes próximos aos viajantes, com o custo total de passagens para os dois. “A ideia é que pessoas que moram em diferentes estados possam usar o Encontros para descobrir novos destinos juntos. É especialmente útil para casais e familiares que viajam com frequência para se encontrar e que queiram variar o roteiro e viver novas experiências”, afirma Eduardo Fleury, Líder de Operações do KAYAK no Brasil.

Para quem namora à distância e está planejando uma viagem para o Dia dos Namorados o KAYAK Encontros é uma boa pedida! O hotsite pode ser acessado via desktop ou por meio de um navegador no mobile.

É importante reforçar que o preço de passagens indicado é o das últimas 48 horas e pode variar de acordo com as flutuações normais das tarifas. Está de olho em um destino novo para explorar com seu namorado, parente ou amigo? Programe um Alerta de Preços para descobrir o melhor momento de comprar suas passagens e não deixe de conferir opções de hotéis e aluguel de carros.


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Por que o brasileiro não vive mais sem apps de serviços

smartphone_fix_online.jpg*Por Otávio Tranchesi
18/04/2019 - Em 2012 eu resolvi mudar minha vida. Não aguentava mais pagar estacionamento, gasolina e IPVA. Depois de fazer algumas contas, cheguei a conclusão de que vender meu carro e passar a andar de táxi seria uma ótima - e econômica - ideia. A única coisa que eu não contava era que, mesmo em uma cidade com mais de 30 mil taxistas, eu não conseguiria um no momento em que mais precisasse. Eu passava muito tempo ligando para todos os pontos de táxi, sendo recusado ou sequer atendido e, depois, quando finalmente conseguia encontrar um disponível, cruzava com diversos táxis vazios em busca de passageiros.

Um dia, recebi uma ligação me convidando para conversar sobre uma oportunidade de emprego. Quando cheguei me deparei com jovens de no máximo 25 anos (assim como eu) que tinham uma ideia bastante fora do convencional para a época: utilizar o smartphone para chamar táxis. Me apaixonei, larguei meu emprego e me juntei a eles naquela empreitada.

O que é mais interessante quando me lembro dessa história é que, quando começamos, nos perguntavam constantemente: "Mas por que as pessoas vão pedir pelo celular ao invés de ir à rua?" ou ainda: "Quem paga para ter internet no celular? Isso é coisa de Estados Unidos ou Europa".

O tempo provou que nós brasileiros não só queríamos internet no celular como ainda nos tornamos líderes no consumo e desenvolvimento de apps: o país deve registrar um aumento de 7,2% nas transações por aplicativos até o fim de 2020, aponta a pesquisa App Annie. E digo mais: de acordo com o estudo, já somos o quarto país que mais utiliza essas ferramentas no mundo. Ou seja, as pessoas, como eu, queriam sim chamar táxi pelo celular, como previmos, mas também usar outros serviços do dia a dia, como agendar manicure, pedir comida, alugar bicicletas, reservar hotéis e fazer praticamente tudo que for possível e imaginável com ajuda de um aplicativo.

Hoje, estou no Chama, um aplicativo que tenta mudar outro setor muito importante para as famílias brasileiras: o de botijões de gás. Apesar de ser parte da vida de 80% das residências, a área não sofre nenhuma inovação há anos. O Chama chegou para adicionar transparência a um mercado que sempre foi muito fechado, o que não se justifica, já que trata-se de um dos itens essenciais para o cotidiano das pessoas.

Além de deixar a rotina mais simples e prática, o aplicativo estimula a competitividade entre os fornecedores, o que tende a levar uma diminuição do preço médio. E claro, visualizar quanto cada um co bra em uma única tela, deixa a escolha pelo menor valor muito mais fácil. Para se ter ideia, a diferença de preços praticados entre um revendedor e outro pode chegar a 30%.

Antes, para conseguir todos esses benefícios, precisávamos ligar para três ou quatro números de telefone para descobrir qual o preço praticado pelos entregadores, hoje com um simples clique é possível saber o preço, a estimativa de tempo de entrega, a avaliação de outros usuários sobre o serviço prestado e ainda realizar o pagamento de forma segura, direto pelo aplicativo.

No mercado dinâmico da tecnologia, sempre há muito o que melhorar e é preciso estar sempre atento às inovações que surgem a todo momento. Mas de uma coisa, não hÍ mais dúvidas: os aplicativos de serviços chegaram para ficar no cotidiano do brasileiro. Basta olhar o seu celular e contar quantos deles você já usa.

*Otávio Tranchesi é formado em economia pelo Insper e Diretor de Marketing do aplicativo Chama, um marketplace que conecta revendedores de botijões de gás a clientes.

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App traduz sinais de Libras para português

logo_claro_net_embratel.jpg16/04/2019 – O Brasil conta com 9,7 milhões de deficientes auditivos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Partindo desse princípio, três estudantes gaúchos inovaram e criaram a primeira plataforma para auxiliar quem não conhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) a se comunicar.  O app Charles Tradutor foi idealizado e está sendo concluído por Anderson Maia e Virgilius Santos, estudantes de computação na PUC-RS, e Luisa Scaletsky, estudante de design na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). 

“Basta executar os sinais em frente à câmera que a tradução aparece por escrito na tela”, comenta Luisa Scaletsky. Para aprimorar o conteúdo e o modelo de aprendizagem, os estudantes criaram uma área no app para que os usuários possam enviar vídeos com sinais para complementar o banco de dados do Charles Tradutor, sendo recompensados pela ajuda. 

A ferramenta desenvolvida pelos estudantes tem como objetivo estimular a comunidade surda a buscar por sinais conhecidos, para que o próprio aplicativo faça a tradução, ajudando na comunicação e na escrita. “Existem diversos softwares que fazem a tradução de português para Libras, porém, não existem programas que façam o contrário”, comenta Luisa.

Segundo relato dos estudantes, no dia a dia, as pessoas com deficiência encontram dificuldades de inclusão, principalmente quando se deparam com a necessidade de escrever. “Nossa ideia foi criar uma plataforma colaborativa, para que a comunidade surda  possa filmar seus sinais e receber a tradução por escrito”, comenta Luisa. 

Viagem ao Vale do Silício – O aplicativo dos estudantes concorre com outros dois projetos na categoria Diversidade do Campus Mobile. Os vencedores do concurso serão premiados pelo Instituto NET Claro Embratel com uma viagem ao Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, para uma imersão nas principais empresas de tecnologia do mundo, como Google, Facebook, Twitter e até mesmo a Universidade de Stanford, para finalizarem os projetos. O resultado final, com a indicação dos vencedores, será divulgado no dia 6 de maio. 

Na sétima edição, o Campus Mobile é um concurso de ideias e soluções para telefonia móvel do Instituto NET Claro Embratel, em parceria com a Associação do Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC/USP) e o apoio da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. O projeto incentiva a formação de talentos do ensino técnico e universitário para atuação no mercado de conteúdos e novos serviços de telefonia móvel. 

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Yellow lança bikes elétricas em São Paulo

bike_eletrica_yellow_2.jpg11/03/2019 - A partir de segunda-feira, 11/03, as bikes elétricas estarão disponíveis com o preço de R$5,00 para o desbloqueio, mais R$ 0,40 a cada minuto de uso, e podem ser usadas das 8 às 21 horas.

A empresa de mobilidade urbana Yellow disponibiliza todas as manhãs as bicicletas elétricas nos pontos privados parceiros; já o usuário pode encerrar a corrida em um desses pontos ou em qualquer local da área de atendimento, em locais onde o estacionamento de bicicletas é permitido (paraciclos e vagas comum de veículos, perpendicularmente ao sentido da via). No final do dia a Yellow recolhe as bicicletas para recarga, manutenção e limpeza. E na manhã seguinte, os disponibiliza novamente para uso nos pontos privados.

As bikes elétricas não têm acelerador, mas possuem pedal assistido, um sensor que ativa o auxílio do motor conforme detecta as pedaladas. “O ciclista vai sentir o pedal mais leve e a velocidade será alcançada com facilidade. Será, com certeza, um processo tão fácil como andar nas nossas outras bikes ou nos nossos patinetes elétricos”, explica Lambrecht.

A velocidade máxima das bikes elétricas é de 25 km/h e os equipamentos possuem campainha, sinalização noturna dianteira, traseira e lateral e espelhos retrovisores, conforme resolução do Contran. Diferente das bicicletas comuns, o uso de capacete é obrigatório para as bicicletas elétricas.
 
Assim como em todas as cidades onde a Yellow atua, as corridas podem ser pagas com cartão de crédito e dinheiro. Os créditos para uso das bicicletas poderão ser comprados em dinheiro em bancas de jornal e lojas, entre outros estabelecimentos parceiros espalhados pela cidade, como lanchonetes, que vão receber o valor em espécie e transferir, na hora, o montante para o app do usuário, como já acontece com as recargas de celular.

Bicicleta elétrica da Yellow / Crédito Yellow/Divulgação

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Aplicativo monitora perfil de consumo de celular

app_meu_plano.jpg28/02/2019 - Segundo a Proteste, 60% dos usuários de telefonia móvel pagam por planos acima do seu perfil de consumo. Por isso, a associação se une à empresa de tecnologia "Meu Plano" e cria aplicativo para ajudar o consumidor de telefonia móvel

Nesta quinta-feira, 28, a Proteste, Associação de Consumidores, anuncia uma nova parceria em favor dos consumidores de telefonia móvel. Em conjunto com a empresa de tecnologia "Meu Plano", a PROTESTE investiu em um aplicativo que permite que o consumidor saiba qual é o seu real consumo de dados, podendo comparar e escolher o plano de celular mais adequado com o seu perfil.

Segundo dados divulgados pela ABR Telecom, entidade administradora da portabilidade numérica no país, só no segundo semestre de 2018, cerca de 1,5 milhões de pessoas trocaram de operadora, sendo 78% entre usuários de telefonia móvel e 22% de telefonia fixa.

Além disso, desde que a portabilidade numérica foi aprovada no Brasil, em setembro de 2008, até o primeiro semestre de 2018, 43,96 milhões de migrações entre operadoras foram realizadas, diz a entidade.

De acordo com dados disponibilizados pela "Meu Plano", 60% dos usuários estão com planos de celular acima do seu real perfil de consumo, o que acarreta em um desperdício de dinheiro para o consumidor que paga, ainda segundo o aplicativo, 47% mais caro quando comparado ao plano que realmente se encaixa ao seu padrão de consumo.

Além disso, o aplicativo também registrou que 45% das pessoas usam menos da metade a franquia da internet contratada. Esses usuários gastam em média R$ 35,00 por mês sem necessidade, o que representa R$ 420,00 ao ano.

Como funciona o aplicativo?

O aplicativo monitora mais de mil planos de celular, de 11 operadoras diferentes. Confira como ele funciona:

1 O aplicativo verifica seu perfil de consumo e indica o plano ideal
2 O app permite que o consumidor faça a portabilidade para um plano mais adequado
3 Analisa a fatura do consumidor para ver se tem alguma cobrança errada

Confira essa novidade e baixa o aplicativo no site: http://www.proteste.org.br/meu-plano/

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App informa onde podem ocorrer enchentes

11/02/2019 - Aplicativo capaz de fornecer aos usuários de smartphones informações precisas sobre a ocorrência de chuvas intensas é o vencedor do Prêmio Péter Murányi 2019, edição Ciência & Tecnologia, conforme decisão do júri, realizado na última terça-feira (5). Coordenado por Luiz Augusto Machado e Luiz Eduardo Guarino, o App "SOS Chuva" oferece aos usuários acesso a radares meteorológicos que monitoram todo o território brasileiro, em tempo real.

Iniciado em 2013, o projeto foi criado para reduzir a vulnerabilidade de moradores da região de Campinas (interior de São Paulo) a eventos climáticos extremos, dando-lhes a oportunidade de planejar ações para que sejam reduzidos danos materiais e físicos a essa população. Posteriormente, o alcance da ferramenta tornou-se nacional.

Integrado a estações responsáveis pela previsão do tempo em todo o Brasil, o serviço permite o monitoramento do clima, visualização de satélites e o compartilhamento de informações sobre as condições meteorológicas em determinadas regiões e como os moradores destas localidades devem agir em caso de enchentes, além de avisar quantos raios caíram em um determinado perímetro em um espaço de cinco minutos.

Além da solução, o trabalho dos pesquisadores originou um sistema de previsão imediata, voltado a meteorologistas operacionais, e que permite a esses profissionais prever tempestades.

"A previsão imediata é algo novo e se faz cada vez mais necessária diante de tantas mudanças climáticas repentinas. É importante que a população tenha acesso a essas informações, para que ela possa tomar decisões corretas em situações como essas", contam Machado e Guarino. O projeto levou dois anos para ser concluído.

Autossuficiência em aveia e anti-inflamatório tópico foram os finalistas

O desenvolvimento de um programa de melhoramento genético da aveia, permitindo o cultivo desse cereal em áreas do Sul do Brasil, ficou em segundo lugar no Prêmio Péter Murányi 2019. Iniciado em 2000 e coordenado pelos professores Luiz Carlos Federizzi e Marcelo Teixeira Pacheco, o projeto nasceu com objetivo de adaptar as sementes da aveia ao clima subtropical e tornando-as resistentes às pragas comuns em território nacional e que costumam inviabilizar as colheitas, tornando seu cultivo sustentável. Os resultados colhidos permitiram que o Brasil deixasse de ser um importador de aveia, para tornar-se um exportador.

O terceiro colocado foi um trabalho inédito que resultou no desenvolvimento de um medicamento cujo princípio ativo é constituído por plantas que fazem parte da biodiversidade brasileira. Coordenado pelo professor João Batista Calixto, a pesquisa deu origem ao medicamento mais prescrito entre os anti-inflamatórios tópicos, o Acheflan. O medicamento foi registrado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em 2004, e teve sua comercialização liberada em junho de 2005.

Por dentro do Prêmio Péter Murányi 2019

O Prêmio Péter Murányi é realizado anualmente, com temas que se alternam a cada edição: Saúde, Ciência & Tecnologia, Alimentação e Educação. Cada tema é revisitado a cada quatro anos. O valor total é de R$ 250 mil, divididos entre o vencedor (R$ 200 mil), o segundo colocado (R$ 30 mil) e o terceiro (R$ 20 mil). A entrega ocorrerá em abril, durante a festa de premiação.

 

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