Visa leva os pagamentos à Internet das Coisas

iot_visa.jpg22/02/2016 - A Visa anunciou na segunda-feira, (22) durante o Mobile World Congress, em Barcelon, Espanha, a expansão do programa Visa Ready, para incluir empresas de IoT (sigla em inglês para Internet das Coisas), como fabricantes de wearables (dispositivos de vestir), automóveis, eletrodomésticos, roupas e de quase qualquer tipo de dispositivo conectado, além de prestadores de serviços de transporte público. As empresas de IoT, um segmento emergente, vão se juntar a fabricantes de dispositivos móveis, incluindo os fornecedores de POS, para aceitação de pagamentos móveis (mPOS), fabricantes de dispositivos com tecnologia móvel NFC e outros parceiros de tecnologia no programa Visa Ready.

 

O Programa Visa Ready oferece às empresas um caminho homogêneo para a integração de pagamentos seguros em seus produtos e serviços. Seus parceiros têm acesso às ferramentas e recursos da indústria, e ao Visa Digital Enablement Program (Programa de Habilitação Digital da Visa ou VDEP), que inclui acesso rápido ao Visa Token Service (VTS), uma tecnologia de segurança inovadora, que permite a realização de pagamentos móveis e digitais seguros em qualquer lugar que disponha de internet.

A tecnologia móvel está acelerando as mudanças na indústria de pagamento, ajudando a abrir novas possibilidades para uma geração de consumidores que, cada vez mais, utiliza dispositivos conectados para gerenciar suas finanças, comprar, pagar e receber pagamentos. Segundo a Cisco, o número de dispositivos IoT deve chegar a 50 bilhões até 2020, oferecendo uma oportunidade imensa para a integração de pagamentos seguros em praticamente qualquer tipo de produto.

"Cada vez mais, os consumidores estão utilizando eletrodomésticos inteligentes e dispositivos conectados para facilitar a vida" diz Jim McCarthy, vice-presidente executivo de inovação e parcerias estratégicas da Visa Inc. "Ao adicionarmos pagamentos a esses dispositivos, transformamos praticamente qualquer conexão de Internet em uma experiência de comércio – tornando os pagamentos seguros mais fluidos e, em última análise, mais acessíveis a comércios e consumidores".

 

Os primeiros parceiros IoT a aderir ao Programa Visa Ready focarão em pagamentos para wearables e automóveis. Entre os primeiros parceiros estratégicos para wearables estão empresas como Accenture, Coin, G&D, FitPay e Oberthur, que trabalharão com fabricantes de dispositivos, como Athos, Chronos, Intel e a família de smartwatches Pebble Time para integrar pagamentos seguros em dispositivos de consumo e conquistar a certificação Visa Ready. Para promover o comércio baseado em carros, a Visa também passa a oferecer várias soluções de pagamento digital relacionadas, entre as quais, novos padrões para Bluetooth (BLE) e códigos QR que ajudarão a expandir a oferta de pagamentos móveis a comércios e consumidores, em qualquer ambiente.

Comércio em carros conectados

Estima-se que, até 2020, 250 milhões de veículos conectados estarão nas ruas, fazendo dos carros conectados um elemento significativo da Internet das Coisas. A Visa demonstra o comércio baseado em carros, mostrando como os pagamentos feitos pelo carro podem simplificar o processo de pedidos em restaurantes de serviço rápido. Por meio de testes e pesquisas contínuas, a Companhia tem desenvolvido os pagamentos via carro ao longo dos últimos anos, mostrando como simplificar o processo de locação ou compra de carros, ou até mesmo a gestão de serviços como seguros automotivos ou pedágios diretamente do banco do motorista.

Em parceria com a Honda, a Verifone e a ParkWhiz, a Visa demonstrará provas de conceito de aplicativos para combustível e estacionamento durante todos os dias do MWC (Hall 6, Estande 6D40). Desenvolvidas pelo Honda Developer Studio e totalmente integradas à unidade principal da Honda, as provas de conceito dos aplicativos para combustível e estacionamento trarão mais simplicidade e conveniência a serviços e atividades que os consumidores utilizam e realizam todos os dias. Os dois aplicativos utilizarão o Visa Token Service e disponibilizarão o Visa Checkout, serviço de pagamento on-line da Visa, oferecendo pagamentos simples, com apenas um toque. Entre as funcionalidades adicionais estão:

· Aplicativo para combustível: Pague o combustível com um clique, sem sair do carro. O aplicativo detecta quando o nível de combustível está baixo e indica os postos mais próximos. Assim que o carro estaciona na bomba, o aplicativo detecta quanto combustível será necessário para completar o tanque e calcula seu custo. O motorista pode ainda fazer compras na loja de conveniência com total integração com seus programas de desconto e fidelidade/recompensas. Este app está integrado com o sistema de POS da Verifone na bomba, e possibilita uma experiência contínua ao consumidor.

· Aplicativo para estacionamento: Estacione seu carro, aperte o botão 'estacionar' no aplicativo e saia. Criado em parceria com a ParkWhiz para uso de vagas em estacionamentos particulares, o aplicativo ajuda a garantir que o motorista só pagará o tempo devido, evitando cobranças incorretas. Ao término do período de estacionamento, o tempo de uso e o valor a ser pago são mostrados no painel do carro, e o motorista só precisa apertar um botão para completar a transação.

"A noção de transformar o carro em uma plataforma de pagamento não é tão remota quanto algumas pessoas imaginam, e tivemos muitos progressos desde que introduzimos a ideia há um ano", diz Jim McCarthy, vice-presidente executivo de inovação e parcerias estratégicas da Visa Inc. "O trabalho com a Honda no teste desses protótipos nos deixa um passo mais perto de ter isso como uma realidade comercial, algo que, em nossa opinião, oferece oportunidades espetaculares a todos os participantes dos ecossistemas de pagamento e automotivo".

Comentário (0) Hits: 446

Vídeo em 360 graus é o formato a ser explorado

camera360.jpgPor Fernando Paiva, Converge
23/02/2016 - A realidade virtual está por toda a parte no Mobile World Congress (MWC) deste ano, em Barcelona. E não poderia ficar de fora da publicidade móvel. Em painel sobre marketing móvel realizado nesta segunda-feira, 22, especialistas apontam que vídeos em 360 graus são o novo formato a ser explorado pelas marcas e por produtores de conteúdo em geral.

"Se você acha que o vídeo móvel de hoje em dia é imersivo, saiba que estamos apenas começando... Algumas marcas, como Samsung e Stella Artois, já estão fazendo campanhas de vídeo em 360 graus", disse David Black, diretor de branding e mercado consumidor do Google. Ele distribuiu cerca de mil unidades do Google Cardboard (óculos de realidade virtual feito de papelão) para a plateia no auditório.

Michael Kassan, CEO da Medialink, destacou que produtores tradicionais de conteúdo, como jornais e revistas, devem abraçar essa nova tecnologia para abrir espaço para experiências similares de seus anunciantes. Ele citou o caso do New York Times, jornal norte-americano que começou a produzir vídeos em 360 graus para seus assinantes – todos receberam em casa um Google Cardboard para poderem assistir. Segundo Kassan, a iniciativa está gerando lucro ao atrair anunciantes que também produzem em 360 graus, como uma recente campanha da GE.

Teles como parceiras

É notório que vídeo está gerando uma explosão no tráfego de dados das teles. O problema é quando uma parte significativa do plano de dados dos usuários passa a ser consumido por vídeos publicitários. A solução é trazer as teles para dentro desse jogo adotando um modelo de negócios de tráfego patrocinado, em que a marca paga pelos dados consumidos por sua propaganda, ou oferece dados ou minutos de graça para os usuários em troca da exibição de suas campanhas. "A relação precisa ser de win-win-win: consumidores, marcas e operadoras precisam ganhar", recomendou Susie Riley, CEO da Aquto.

Era pós-publicidade

Mas não basta que as marcas paguem pelo tráfego de dados. As campanhas precisam ser relevantes para cada consumidor. "Estamos vivendo o começo da era pós-publicidade. É como se fosse a Renascença para o marketing", disse o vice-presidente sênior de mídia corporativa do Bank of America, Louis Paskalis. O executivo se refere ao fato de que as marcas estão deixando de simplesmente enviar propaganda de produtos para os consumidores e aprendendo a interagir com eles através de conteúdos que são relevantes e úteis. "O celular é o aparelho mais pessoal que o homem já criou. As marcas precisam levar isso em conta ao se comunicarem via mobile", concluiu. Ele citou como exemplo uma campanha do app de rádio Pandora, que sugeriu para ele a compra de ingressos para o show de uma banda que ele gosta muito, informação que o app sabe ao monitorar o que ele escuta.

Mary Clark, CMO da Syninverse, lembrou que não basta oferecer campanhas relevantes, é preciso ser transparente e garantir segurança quanto ao uso de dados pessoais coletados pelo celular.

Comentário (0) Hits: 484

Por quanto tempo você dirige distraído?

ford-applink.jpg10/02/2016 - A Ford promove campanha sobre os perigos da chamada "direção cega" – o tempo gasto com distrações que podem causar acidentes fatais, como enviar uma mensagem de texto e digitar um número de telefone no celular. O objetivo é desenvolver e difundir novas formas de conexão segura no veículo, como por exemplo o uso do sistema SYNC com AppLink, que permite controlar aplicativos de celulares e fazer e receber ligações por comandos de voz.

Um dos dados interessantes relatados é que em uma simples consulta às mídias sociais, por exemplo, um motorista dirigindo a 100 km/h percorreria o equivalente a 560 metros ou 5 campos de futebol, em cerca de 20 segundos. Já para arrumar o cabelo usando o espelho retrovisor, nas mesmas condições acima, seriam gastos 4 segundos e 120 metros, o equivalente a 4 quadras de basquete.

Em uma pesquisa conduzida com 7.000 usuários de smartphones de 18 a 24 anos na Europa, metade admitiu ter tirado fotos no volante e um em cada quatro afirmou já ter feito selfies enquanto dirigia. Mania mundial, esse comportamento de alto risco, mais comum entre jovens, consome cerca de 14 segundos, tempo gasto para percorrer 400 metros ou 1 volta completa em uma pista de atletismo. Ouça o podcast de Ethevaldo Siqueira na CBN

Comentário (0) Hits: 439

Conexões lentas irritam usuários móveis

youtube-slow.jpg18/02/2016 - Relatório de Mobilidade da Ericsson traz dados sobre aumento nos níveis de estresse de usuários móveis quando consideramos, por exemplo, atrasos para acessar conteúdo. Do mesmo modo, uma experiência sem atraso gera uma resposta emocional positiva e melhora a relação com a marca das operadoras.

A edição do Relatório de Mobilidade da Ericsson produzida especialmente para o Mobile World Congress revela o impacto que diferentes níveis de desempenho da rede têm em usuários de smartphone e quais são as suas percepções das operadoras e provedoras de conteúdo digital.

A tecnologia de neurociência* foi usada para medir objetivamente as respostas emocionais a diferentes experiências com smartphones. Atrasos para carregar páginas da web e vídeos, tendo um limite tempo, fizeram com que a frequência cardíaca de usuários de celulares aumentasse, em média, 38%. Atrasos de seis segundos na transmissão de vídeos fizeram com que os níveis de estresse aumentassem em um terço.

 

Para contextualizar, o nível de estresse é equivalente à ansiedade de realizar um teste de matemática ou de assistir a um filme de terror sozinho e ainda maior que o estresse sentido ao ficar na ponta de um penhasco virtual. Quando um vídeo começa, uma pausa adicional pode fazer com que os níveis de estresse aumentem dramaticamente.

No estudo, o Net Promoter Score (NPS) – índice que mensura o grau de satisfação e fidelidade dos consumidores e clientes – de uma operadora aumentou significativamente quando associado a uma experiência sem atrasos – aumento de 4,5 pontos. Essa descoberta também foi refletida ao medir o engajamento emocional utilizando um índice motivacional baseado em neurociência.

No entanto, o NPS da operadora diminuiu, em média, quatro pontos com atrasos para acessar conteúdos e fazer re-buffering. É interessante notar que atrasos moderados são duplamente negativos para as operadoras de celulares, pois causam menor engajamento com a marca e maior engajamento com a concorrência.

 

 

Outros destaques do Relatório de Mobilidade da Ericsson - edição Mobile World Congress, incluem:

• Redes sociais são a segunda responsável pelo crescimento no tráfego móvel, perdendo apenas para vídeos. Nos próximos 6 anos, o tráfego total de redes sociais será cerca de 12 vezes maior do que nos últimos (6 anos)

• Mais 68 milhões de assinaturas móveis foram feitas no 4º trimestre de 2015, sendo a Índia responsável pelo maior número (21 milhões), seguida pela China (6 milhões), Estados Unidos (5 milhões), Birmânia (5 milhões) e Nigéria (3 milhões).

• O número total de assinaturas móveis no 4º trimestre de 2015 teve um impacto de 100% com cerca de 7,3 bilhões - a mesma quantidade de pessoas no mundo

• O tráfego global de dados móveis cresceu 65% entre o 4º trimestre de 2014 e o 4º trimestre de 2015

• Existe agora 1 bilhão de assinaturas LTE mundialmente, com aproximadamente 160 milhões de adições no 4º trimestre de 2015

*equipamento medidor de pulsação, rastreador ocular e com tecnologia de eletroencefalografia sem fio (EEG)

Comentário (0) Hits: 382

Aplicativo prevê a chegada de terremoto

app_safe.jpg15/02/2016 - O que você faria se um aplicativo te avisasse a chegada de um terremo com 40 segundos de antecedência? Cientistas da Universidade da Califórnia, em Berkeley lançaram um aplicativo de smartphone sexta-feira passada, (12) com a expectativa de alertar a população que um tremor está chegando e dar-lhes tempo para se deslocar para um lugar mais seguro.

Por enquanto, o aplicativo MyShake (disponível para celulares Android) vai agir como um coletor de dados que irá utilizar o acelerômetro do telefone para gravar o tremor. Se determinar que tem as mesmas características que um terremoto, o aplicativo irá enviar os dados para o Laboratório Sismológico de Berkeley.

Richard Allen, desenvolvedor do aplicativo, disse à CNN que os smartphones nunca irão substituir redes sísmicas, mas o aplicativo pode contribuir e, potencialmente, acelerar os sistemas de alerta de terremoto.

O objetivo é fazer com que pessoas baixem o aplicativo e realizem os testes. No dia do lançamento, o aplicativo foi baixado por usuários em seis continentes. A maioria dos utilizadores foram nos Estados Unidos. Veja a reportagem completa da CNN neste link

 

Comentário (0) Hits: 369

Pronto-socorro de smartphones quebrados

x-digital_2.jpg10/02/2016 – Imagina que durante o carnaval você deixou seu smartphone cair no chão e ele "morreu", não dá nenhum sinal de "vida". Não tem nada mais chato que seu smartphone estragar. Além do trabalho de levá-lo a uma assistência técnica, é necessário deixar o aparelho no conserto, enquanto você fica sem o produto por alguns dias.

Cada vez mais acessíveis, os smartphones já passaram a ser a peça central da vida de muitas pessoas. Afinal, não só eles possibilitam a realização de ligações, como garantem uma conexão constante a tudo o que acontece na internet — redes sociais, emails e páginas da web são somente alguns dos conteúdos que podem ser acessados a partir da palma de sua mão. Assim, não é de se admirar que muitos considerem um verdadeiro desastre quando um dispositivo quebra. Telas rachadas, baterias que perderam o desempenho e travamentos de software, são x-digital_1.jpgsomente alguns dos problemas que podem inutilizar um aparelho do tipo.

Foi pensando neste momento de desespero dos usuários que o empresário Abas há 11 anos abriu uma assistência técnica popular no centro de São Paulo, para consertar smartphones, tablets, notebooks, câmeras Go Pro, e câmeras digitais. Você apresenta seu smartphone, preenche uma ficha, e se o orçamento for aprovado, basta esperar para retirar seu dispositivo consertado. Não testamos o serviço.

Serviço

X-Digital – Assistência Técnica
Rua Sta Ifigênia, 180 1º andar

Comentário (0) Hits: 384

newsletter buton