CIAB de Bolso: app facilitará acesso a informações

ciab_2016.jpg13/04/2016 - O aplicativo CIAB de Bolso, desenvolvido pela Scopus, será a ferramenta oficial de consulta a informações, via dispositivos móveis, do congresso e exposição CIAB FEBRABAN 2016, que será realizado entre os dias 21 e 23 de junho, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. O aplicativo combina várias tecnologias avançadas em que a Scopus vem trabalhando, como as relacionadas ao conceito de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) e à localização indoor.

"A intenção é oferecer ao visitante do CIAB uma ferramenta que ele possa usar durante todo o evento, não só para obter informações variadas, por exemplo, sobre a agenda de palestras e paineis do congresso, como também para facilitar sua circulação pela área de exposições", afirma Nair Macedo, da FEBRABAN. Mais do que isso, o aplicativo terá algumas funções interativas, que permitirão aos usuários enviar perguntas aos palestrantes, durante as sessões técnicas e paineis do congresso, e ainda votar nos melhores estandes da feira, utilizando o dispositivo móvel.

Para tornar a experiência ainda mais interativa, a Scopus vai espalhar pelo Transamerica Expo Center dezenas de beacons - dispositivos que emitem sinais de localização e que se comunicam com o smartphone ou tablet, por meio da tecnologia Bluetooth Low Energy. Esses pequenos aparelhos emitirão alertas, exibidos na tela dos dispositivos móveis equipados com o CIAB de Bolso, avisando o visitante que ele está próximo ao café, ao restaurante, ao banheiro ou, com a ajuda da função Notificação, ao auditório onde terá início a palestra que está interessado em assistir. Nesse caso, o usuário receberá também um aviso no dispositivo móvel, alguns minutos antes do início da palestra ou painel.

Outra novidade incluída no aplicativo é a função Rota, que mostrará na tela do smartphone (ou tablet) o caminho mais curto para chegar ao estande desejado - para isso, bastará o usuário digitar sua localização. Além disso, o CIAB de Bolso trará o mapa completo da exposição, com a localização dos estandes e áreas de serviços (cafés, lanchonetes, etc.), e também a programação do congresso, com data, hora, auditório, tema e informações sobre os palestrantes.

Disponível para os sistemas operacionais Android e iOS, o CIAB de Bolso poderá ser baixado gratuitamente nas lojas de aplicativos da Google (Google Play) e da Apple (Apple Store), a partir do dia 15 de maio.


 

 

 

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App acompanha seus créditos na Nota Fiscal Paulista

21/03/2016 - No estado mais de R$ 4.5bi não são resgatados e anualmente cerca de R$700mi expiram e voltam para os cofres públicos

Você que é paulista e sempre pede a inclusão do número de seu CPF (Cadastro de Pessoa Física) na nota fiscal após suas compras, agora tem um aliado na hora de resgatar seus créditos junto ao programa da Nota Fiscal Paulista. O aplicativo Créditos NFP mostra ao usuário qual o saldo disponível, além de notificar de novos créditos e possibilitar o saque automático para a conta corrente.

Lançado em 2015, pelo administrador Victor Harada, o objetivo do aplicativo é auxiliar o cidadão a consultar e ser lembrado de sacar seus créditos disponíveis. Segundo o Harada, "a ideia surgiu quando descobrimos que as pessoas deixavam de sacar seus créditos simplesmente porque esqueciam ou não sabiam que tinham saldo para sacar". Hoje são mais de 4,5 bilhões de reais não são resgatados e anualmente cerca de 700 milhões de reais expiram e voltam para os cofres públicos.

Para utilizar, basta baixar o aplicativo e efetuar login com o CPF e a mesma senha para acessar o site da Nota Fiscal Paulista, assim o usuário terá acesso ao seu saldo disponível. Havendo saldo disponível para saque (valor acima de R$25,00), o usuário pode solicitar o saque para sua conta corrente. O aplicativo está disponível para os sistemas Android, iOS e Windows Phone.

Links para download: iOS, Android, Windows Phone

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"Uber dos caminhões" agita o mercado de cargas

caminhao2.jpg21/03/2016 - Co-fundador da Uber entra no mercado brasileiro de transporte rodoviário de cargas com a "Uber dos caminhões"

Em 2009, Oscar Salazar, juntamente com outros dois sócios, Travis Kalanick e Garrett Camp, co-fundou a Uber, empresa que em menos de seis anos se tornou uma das maiores companhias do mundo. Salazar aposta agora que o mercado brasileiro de cargas rodoviárias passará pela mesma transformação que o transporte individual de passageiros, motivo pelo qual acaba de se tornar investidor e diretor da CargoX, primeira transportadora do país impulsada por tecnologia. A previsão é que nos primeiros dois anos de operação, o investimento chegue a R$ 100 milhões.

Além do empresário, Eddie Leshin, outro respeitado executivo do mercado de transportes, que atuou como diretor da C.H. Robinson e foi COO da Coyote Logistics - ambas somam um faturamento de mais de R$ 56 bilhões por ano–, também será investidor e ocupará o cargo de diretor estratégico de Operações na CargoX. Outro nome de peso é o americano Hans Hickler, ex-CEO da DHL Express nos Estados Unidos. Completam o time de investidores o Valor Capital Group (fundado por Clifford Sobel, ex-embaixador dos Estados Unidos no Brasil), Agility Logistics (uma das maiores empresas de logística com mais de 500 escritórios em 100 países) e Lumia Capital (fundada por Martin Gedalin, ex-Oracle e Chris Rogers, co-fundador da Nextel Communications).

Conectada em tempo real por um aplicativo com mais de 100 mil caminhoneiros autônomos, a empresa vem sendo estruturada desde meados de 2015 e é pautada em algumas das principais diretrizes do Uber: agilidade, flexibilidade e qualidade na experiência do contratante do serviço; além de uma base de motoristas cadastrados com processo de triagem rigoroso e responsabilidade pelas cargas transportadas. "Utilizamos a ociosidade da frota autônoma do país com o cruzamento das rotas de nossos clientes para otimizar os envios. Com essa tecnologia por trás da CargoX permitimos que os embarcadores tenham uma economia inicial de até 30% no valor do frete", esclarece Alan Rubio, diretor de Transportes da CargoX, especialista com mais de 25 anos de experiência no setor de transportes.

Para Oscar Salazar, o momento econômico que o Brasil atravessa também foi uma oportunidade para a criação da companhia. Segundo o executivo, o mercado brasileiro de frete opera com 40% de ociosidade em sua capacidade. "As transportadoras brasileiras estão sob a pressão da crise econômica e, justamente por isso, vamos oferecer um serviço de melhor qualidade com menor custo. Para nósé o momento de apostar no país e crescer de forma exponencial, impactando positivamente no valor operacional da cadeia logística", afirma.

"Pretendemos revolucionar o mercado de transporte de cargas no país, com o fortalecimento da cadeia logística. Nós acreditamos em um crescimento rápido, com faturamento que pode ultrapassar os R$ 48 milhões no primeiro ano de atuação", prevê Salazar.

Mercado brasileiro de cargas rodoviárias

O transporte rodoviário de cargas brasileiro (TRC) é responsável por mais de 65% do volume de mercadorias movimentadas no Brasil e seu custo representa cerca de 6% do PIB do país. Para as empresas, o transporte de carga pelas estradas nacionais corresponde por mais da metade da sua receita líquida, como no caso da agroindústria (62%) e das indústrias de alimentos (65,5%). Segundo dados não oficiais, o Brasil tem uma frota excedente de aproximadamente 350 mil veículos (35%), o que gera mais de 30% de viagens com o caminhão vazio.

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Câmara dos Deputados lança aplicativo

17/03/2016 - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, anunciou nesta terça-feira, (15), em Plenário o lançamento do aplicativo Infoleg, que permitirá aos cidadãos e aos próprios parlamentares acessar, por meio de tablets e smartphones, informações sobre o quórum das sessões da Casa, início e resultados das votações, composição das bancadas e comissões, biografias de deputados, texto integral de propostas e sua tramitação, entre outras. O aplicativo já está disponível para download gratuito nas plataformas IOS e Android, por meio das lojas virtuais.

A ideia surgiu para aproximar os parlamentares da população. Também será de grande ajuda nas atuações da Abratel na Câmara dos Deputados, defendendo os interesses da radiodifusão. Clique aqui para baixar o Infoleg

Fonte: Ibratel

 

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Comando de voz é incorporado ao UpToDate

up-to-data.jpg29/02/2016 - A partir de agora, os usuários da versão mobile da ferramenta de apoio à decisão clínica, podem realizar pesquisas de maneira mais ágil e simples, sem nenhum toque na tela

As pesquisas em inglês no UpToDate Mobile App podem agora ser realizadas de forma simples e rápida, sem nenhum toque na tela, empregando o recurso "OK Google", disponível para smartphones e tablets com sistema operacional Android. Ao ativar o comando de voz "OK Google search UpToDate for...", o usuário é direcionado aos resultados da pesquisa no UpToDate, independente do aplicativo em que esteja navegando e mesmo que o dispositivo esteja em modo de espera.

O recurso de apoio à decisão clínica UpToDate tem um importante papel na melhoraria da qualidade e dos cuidados com o paciente. O conhecimento contido na solução é baseado em evidências e é apresentado em 10.500 tópicos médicos e 23 especialidades, continuamente atualizados. Além dessa abrangente síntese de evidências, é seguido de mais de 9.700 recomendações escritas por renomados especialistas que podem ser executadas no ponto de atendimento. Combina ainda uma plataforma de publicação avançada, com o rigor de um processo editorial gerido por um corpo docente de 6.300 autores médicos e editores, líderes de renome em suas especialidades e revisores parceiros, que sintetizam as mais recentes informações médicas em recomendações confiáveis.

O app está disponível para as plataformas móveis iOS, Android e Windows 8, bem como em qualquer navegador de Internet.

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O eSIM é o futuro obsoleto da tecnologia de chips

e_sim.jpgMWC 2016
Por Bruno Amaral, Teletime
O futuro do SIMcard ainda não passará por um caminho totalmente virtualizado. A indústria está trabalhando em um novo modelo, o eSIM, que promete simplificar boa parte da operação de ativação do aparelho, permitindo inclusive a escolha da operadora com facilidade e rapidez. Mas, ainda assim, exige um chip, que passará a vir embutido e soldado no dispositivo. A justificativa para tanto é que o cartão físico é uma camada de segurança necessária, segundo o consórcio da indústria móvel que promove a padronização e que é liderado pela associação global GSMA e envolve, além das teles, fabricantes de SIMs e de soluções para os chips. "Nossa posição tem sido sempre que a parte física tem a segurança maior por ser um elemento físico", declarou a este noticiário a vice-presidente de programação para as Américas da GMSA, Ana Lattibeaudiere, durante a Mobile World Congress, em Barcelona.

A executiva justifica que o princípio do eSIM para o futuro se baseia na autenticação, que poderá ser baseada nas informações da pessoa em vez de ser um processo atrelado ao número do SIM. "Esse é o primeiro passo, e a especificação da GSMA é nesse sentido, estamos trabalhando para ir da autenticação para autorização e no futuro poder ter ofertas muito mais complexas para o que querem os provedores de serviço", diz Ana Lattibeaudiere. Para funcionar, as operadoras terão de atualizar o banco de dados para usar o padrão defendido pela organização para permitir a interoperabilidade, o que poderá acabar demandando investimento. "Pode começar a ter custo se tiver muita adesão."

Para ela, ainda é cedo para definir se o novo padrão mudará o modelo de negócios de fornecedores como Gemalto e G&D, que continuarão fornecendo parte da solução, como o módulo (que virá instalado de fábrica nos aparelhos) e o gateway de autenticação. "Esse é um serviço um pouco novo, não sei se muda (o modelo), nesse momento é um pouco vácuo", declara. A ideia é que a autenticação possa ser aproveitada também para outros serviços, como para bancos, pois permitirá o compartilhamento de informações definidas pelo usuário (ao contrário do Facebook Login, que apenas pede para aceitar ou rejeitar um conjunto de permissões de acordo com o serviço).

Na visão do vice-presidente global de marketing e vendas da fornecedora Giesecke & Devrient, Carsten Ahrens, o uso de um "softSIM" (de software SIM) não está no horizonte. "Realmente acreditamos que ter um pedaço de hardware dedicado é uma boa coisa para a segurança", disse ele durante debate no primeiro dia da Mobile World Congress 2016, em Barcelona. "O SIM está por aí há 25 ou 30 anos, muitos testes têm sido feitos, e eu acho que se a gente realmente conectará bilhões de dispositivos, então a segurança é fundamental", justificou.

Intermediário

Mesmo precisando ainda do chip físico, a ideia é promover o eSIM como um dos elementos-chave para a conexão do próximo bilhão de dispositivos. Na visão da indústria, por permitir a ativação mais rápida, ele poderia ser uma opção mais simples para o consumidor e mais efetiva para a operadora. Na comparação feita pelo vice-presidente sênior de padronização e desenvolvimento de ecossistema da Orange, Philippe Lucas, o novo produto é como "digitalizar a distribuição do SIMcard", uma vez que o fabricante pode inserir o cartão "vazio" e o usuário o ativa remotamente. "Não é o softSIM, pessoal, desculpe, mas precisamos ter o elemento de segurança", brinca. Fonte consultada por este noticiário, no entanto, acredita que o eSIM permite também às operadoras um maior controle da base de usuários.

Na visão da CEO da operadora suecta Tele2, Allison Kirkby, alguns serviços já poderiam se valer de um SIMcard totalmente virtualizado. "O softSIM acho ótimo para IoT (Internet das Coisas), mas isso será um desafio para nós operadores", afirma. "Acho que virá, e acho que (as teles) têm que olhar, e não impedir que isso aconteça, porque para o consumidor vai melhorar", completa. "Eu concordo que vamos chegar lá, mas a questão é: como? Quem vai deter a credencial? O diabo está nos detalhes", contrabalança o CEO e presidente da AT&T Mobility, Glenn Lurie.

Certificação

Mas no caso do algoritmo de segurança e criptografia do eSIM for comprometido, há um dilema. Quando perguntado sobre isso, nenhum dos debatedores quis responder, alegando não ter conhecimento técnico. Mas a expectativa é que o hardware mantido permita servir como elemento de segurança de forma semelhante ao chip nos cartões de crédito. Os próprios módulos do eSIM são fabricados nas mesmas linhas de produção e com o mesmo cuidado que os cartões da bandeira Visa, segundo o diretor global de estratégia e inovação OS da unidade de dispositivos da Telefónica, Pedro Gil Morales.

O padrão ainda está sendo definido, e a expectativa é que isso ocorra até junho. Uma vez acertado esse detalhe, haverá um período de certificação da plataforma, que deverá ser concluído em dezembro, de acordo com Morales. Mesmo sem uma aprovação definitiva de interoperabilidade entre operadoras, já há modelos no mercado com o padrão, e a Samsung planeja lançar o primeiro dispositivo vestível com o eSIM já em abril (veja mais abaixo). "No ano passado (em dezembro), definiu-se pelo consórcio SIM Alliance um padrão de interoperabilidade, assim o perfil da Vivo ou da Claro, por exemplo, poderá ser entregue para todas as outras operadoras, que terão já implantado as plataformas com fairplay para todos", disse o executivo. Ainda assim, o roll out dependerá do interesse dos fabricantes e das operadoras e, por isso, Morales prefere não prever uma estimativa de adoção em acessos.

De qualquer forma, espera-se que a adoção aconteça, já que a aliança traz diversas operadoras envolvidas, como a própria Telefónica e a Vodafone, Claro e AT&T. "Não há nada na regulação que não consigamos cumprir com o eSIM, desde a identidade de um cliente, que tem canal definido do operador, ao contrato com a operadora", declara Morales.

Wearable

O eSIM já deverá ser implantado no relógio inteligente Gear S2 Classic, da Samsung. No caso desses dispositivos vestíveis, pelo menos, a ativação é feita com um voucher de papel com o QR code impresso. Por meio do aplicativo de gerenciamento do smartwatch em um smartphone (não necessariamente Android), o usuário escaneia o código, que baixa um pequeno arquivo com o identificador digital do SIM que é então enviado ao wearable. No relógio, escolhe-se as operadoras disponíveis, para finalmente ativa-la após um reinício no aparelho. Toda a operação dura cerca de 2 minutos.

O vice-presidente sênior de tecnologia IMS da Samsung, Yunsang Park, afirma que o eSIM não estará disponível apenas em wearables da companhia. "O smartphone é diferente, pois tem um ecossistema grande, mas sim, em breve vamos introduzir um dispositivo (com a tecnologia)", declarou. O executivo ressalta que, com o eSIM, o Gear S2 Classic será comercializado inicialmente em abril com a operadora Vodafone, na Alemanha, mas em breve terá também Orange, Telefónica e "todos os canais necessários". Além dos wearables, a utilização do novo SIMcard para a Internet das Coisas (IoT) também deverá ser um dos focos.

Um dos parceiros do desenvolvimento do eSIM é a Apple, que já tem feito estratégia semelhante nos Estados Unidos com um SIM "white label" no iPad.

* O jornalista viajou a convite da FS.

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