Ericsson: IoT ultrapassará os celulares até 2018

iot_2.jpg07/06/2016 - A edição mais recente do Relatório de Mobilidade da Ericsson, publicada no dia 01 de junho, revela que a Internet das Coisas (IoT) irá superar os celulares como a maior categoria de dispositivos conectados até 2018.

Entre 2015 e 2021, a expectativa é que o número de dispositivos conectados de IoT cresça 23% anualmente – os aparelhos celulares que utilizam IoT tem a maior previsão de crescimento. Dentre os 28 bilhões de dispositivos totais que estarão conectados até 2021, aproximadamente 16 bilhões serão dispositivos de IoT.

A Europa Ocidental será a líder na adição de conexões de IoT – o número de dispositivos neste setor está projetado para crescer 400% até 2021. Isso será impulsionado principalmente pelos requisitos regulamentares – como, por exemplo, para medidores inteligentes de utilities – e pela crescente demanda por carros conectados, incluindo a orientação de e-call da União Europeia, que tem a sua implementação planejada para 2018.

carla.jpgCarla Belitardo, (foto ao lado) vice- presidente de Estratégia e Sustentabilidade da Ericsson na America Latina e Caribe, diz: "A IoT está crescendo conforme os custos de dispositivos caem e os aplicativos inovadores surgem. A partir de 2020, a implantação comercial das redes 5G oferecerá recursos adicionais essenciais para a IoT, tais como divisão de rede e a capacidade de conectar exponencialmente mais dispositivos do que é possível hoje."

As assinaturas de smartphones continuam a aumentar e prevê-se que elas ultrapassem as de telefones básicos no terceiro trimestre deste ano. Em 2021, as assinaturas de smartphones praticamente dobrarão, passando de 3,4 bilhões para 6,3 bilhões. Segundo o relatório, o número de assinaturas móveis únicas é de 5 bilhões hoje, o que mostra essa o rápido crescimento da tecnologia móvel em um curto período de tempo.

O material também apresenta uma visão detalhada da mudança dos hábitos dos jovens: o uso de dados móveis de vídeos em smartphones cresceu 127% em 15 meses, considerando 2014 e 2015. Em um período de quatro anos (2011-2015), o tempo gasto assistindo TV e filmes em um aparelho de TV caiu pela metade e o de consumo de TV e vídeo em smartphones cresceu 85%. Essa tendência e o fato que essa geração de usuários são os maiores consumidores de dados para streaming de vídeo em smartphone – somando as conexões wi-fi e as celulares -, torna-os o grupo mais importante a ser analisado pelas operadoras.

Os dispositivos que suportam 1 Gbps estão previstos para a segunda metade de 2016 e inicialmente para mercados como Japão, EUA, Coreia do Sul e China, mas rapidamente se espalharão para outras regiões. Com esse lançamento, os usuários móveis poderão consumir conteúdo de uma forma mais rápida graças a esta tecnologia avançada, o que permitirá velocidades até dois terços mais rápidas de download em comparação com a tecnologia mais rápida disponível hoje.

Confira outros destaques do Relatório de Mobilidade da Ericsson:

Cenário de crescimento global: as assinaturas de banda larga móvel crescerão quatro vezes mais no Oriente Médio e África, entre 2015 e 2021; o tráfego de dados na Índia crescerá quinze vezes até 2021; e apesar de ser o mercado mais maduro, o tráfego móvel dos EUA crescerá 50% só em 2016.

Tráfego de dados continua com o crescimento inabalável: o tráfego de dados móveis global cresceu 60% entre o primeiro trimestre de 2015 e o primeiro trimestre de 2016, devido ao aumento do número de assinaturas de smartphones e do aumento do consumo de dados por assinante. Até o final de 2021, cerca de 90% do tráfego de dados móveis será de smartphones.

Assinaturas de LTE crescem a uma maior taxa durante o primeiro trimestre de 2016: havia 150 milhões de novas assinaturas durante o trimestre – impulsionadas pela demanda por uma melhor experiência do usuário e redes mais rápidas – atingindo um total de 1,2 bilhão ao redor do mundo. As velocidades de dados de pico de LTE de 1 Gbps são antecipadas para estarem comercialmente disponíveis em 2016.

Harmonização de espectro adicional necessária entre os países que planejam uma implantação antecipada do 5G: Espera-se que o 5G comece mais rapidamente do que o previsto, e a harmonização de espectro é necessária entre os países que planejam lançamentos antecipados. Esta é uma adição ao processo atual para WRC-19, que foca no espectro para implantações de 5G comerciais depois de 2020.

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Aplicativo mapeia a violência contra as mulheres

assedio_zero.jpg02/06/2016 - A Microsoft, em parceria com o Instituto Eldorado, desenvolveu o aplicativo Assédio Zero, que ajuda mulheres a identificar lugares com maior índice de assédio e risco de violência. A inciativa tem como objetivo contribuir com o combate à violência contra a mulher. Segundo informações do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a cada 11 minutos uma mulher é estuprada no Brasil.

Quem acessa o aplicativo pode posicionar o marcador de localização no mapa e selecionar o tipo de agressão - física ou verbal. Os dados coletados ficam armazenados na plataforma de nuvem da Microsoft. Desta maneira, outras mulheres terão acesso ao mapa de calor onde é possível identificar facilmente os pontos mais violentos de cada região. Além disso, elas podem receber mensagens e avisos sobre os ataques em tempo real, um tipo de informação que pode ser bastante útil para ações de segurança pública.

O Assédio Zero já está disponível para Android e em breve estará nas lojas iOS e Windows Phone.

Microsoft realiza parceria com a ONU Mulheres em defesa do empoderamento feminino

A empresa está empenhada em promover a igualdade de gênero nos negócios e assegurar os direitos das mulheres

Com o objetivo de reforçar seu compromisso com a igualdade de oportunidades para mulheres no ambiente de trabalho, a Microsoft Brasil anuncia a assinatura do documento Princípios de Empoderamento das Mulheres, uma iniciativa da ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas que apoia e promove a igualdade entre os gêneros.

Os princípios são um conjunto de recomendações que ajudam empresas a incorporar em seus negócios valores e práticas que visem à equidade de gênero e o empoderamento feminino. Eles têm como base práticas empresariais reais e como elemento-chave o trabalho para promover a igualdade de oportunidades no local de trabalho.

A partir de agora, a Microsoft passa a ter acesso a uma rede de compartilhamento de informações, boas práticas e troca de experiências com outras empresas ao redor do mundo também signatárias do documento.

A Microsoft Brasil possui uma estratégia corporativa com compromisso público com a equidade de gênero. Atualmente 50% dos estagiários são mulheres, 30% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres e, nas posições que se reportam diretamente para Paula Bellizia, presidente da Microsoft, o índice é de 60%.

"Tenho certeza que esta parceria com a ONU Mulheres é um passo importante para alçarmos nossos objetivos e fortalecer o acesso e a valorização da mulher no mercado de trabalho. Essa iniciativa vai além de dar voz às mulheres, ela garante o respeito à pluralidade cultural e humana. Diversidade gera inovação e precisa estar presente em todos os nossos planos e estratégias de negócios", afirma Paula Bellizia, Presidente da Microsoft.

No Brasil, 93 empresas são signatárias dos Princípios e mais de 1200 CEOs ao redor do mundo já se engajaram na causa.

Conheça os sete Princípios de Empoderamento das Mulheres:

1: Estabelecer uma liderança corporativa de alto nível para a igualdade entre gêneros
2: Tratar todos os homens e mulheres de forma justa no trabalho - respeitar e apoiar os direitos humanos e a não discriminação
3: Assegurar a saúde, a segurança e o bem-estar de todos os trabalhadores e trabalhadoras
4: Promover a educação, a formação e o desenvolvimento profissional para as mulheres
5: Implementar o desenvolvimento empresarial e as práticas da cadeia de abastecimento e de marketing que empoderem as mulheres
6: Promover a igualdade através de iniciativas comunitárias e de defesa
7: Medir e publicar relatórios dos progressos para alcançar a igualdade entre gêneros


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App permite reservar e pagar estacionamento

park_me.jpg0/05/2016 -  Acompanhando a evolução tecnológica e seguindo o conceito de "cidades inteligentes", chega ao mercado brasileiro a solução ParkMe. Com a proposta de facilitar a vida dos condutores, permite a localização, reserva e pagamento antecipado de estacionamentos por meio de uma plataforma online, o portal parkme.com, disponível para dispositivos móveis com os sistemas operacionais Android, iOS e Windows Phone.

A plataforma possui mais de 100 mil estabelecimentos cadastrados em 4.000 cidades, distribuídas em 64 países. No Brasil, a empresa já possui cerca de 6.000 estacionamentos cadastrados e a perspectiva é chegar em 20.000 estabelecimentos, até o fim de 2017, nas principais capitais do país. Atualmente, o serviço está disponível em São Paulo, e em estacionamentos adjacentes aos aeroportos de Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Campinas, Recife, entre outros.

"O objetivo é oferecer uma solução de ponta a ponta ao motorista, permitindo localizar, reservar e pagar por vagas. Tiramos uma preocupação do usuário, pois sabemos que não é fácil estacionar em diversos pontos da cidade, e com a solução conseguimos garantir um espaço para o veículo", comenta Mário Coutinho, responsável pela ParkMe na América Latina. "Carros com sistemas de navegação inteligentes podem também fazer a busca, reserva e pagamento diretamente de seus painéis", completa.

O uso é muito simples, basta localizar o estacionamento de preferência, escolher data e horário e, em seguida, fazer o pagamento por meio do cartão de crédito. Pronto! A vaga fica reservada para o motorista. Basta imprimir o comprovante ou apresenta-lo a partir de um smartphone no estacionamento. Quando o destino é para locais de grande movimentação como shows, eventos esportivos e aeroportos, a conveniência da plataforma torna-se ainda mais evidente.

Além da comodidade, outra grande vantagem de se reservar uma vaga por meio do ParkMe é o lado financeiro. De acordo com a empresa, é possível economizar até 50% dos valores cobrados nos dias de evento, quando a procura cresce muito e a demanda diminui. Em São Paulo, os estacionamentos mais procurados estão próximos a locais como Estádio Allianz Parque, Espaço das Américas, Ginásio do Ibirapuera, Estádio do Morumbi, Aeroporto de Guarulhos e Congonhas.

 

 

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Ford investe em software baseado na nuvem

Ford_Pivotal-1.jpg16/05/2016 - A Ford anunciou um investimento na Pivotal, empresa especializada em plataforma de software baseada na nuvem, com sede em San Francisco, EUA. O objetivo é aumentar a sua capacidade de desenvolvimento de programas e trazer inovações de forma mais rápida para os consumidores.

Com investimento de US$ 182,2 milhões, a Ford quer acelerar sua transformação em uma empresa automotiva e de mobilidade, sem perder o foco no seu negócio principal: projetar, fabricar, vender, financiar e fornecer serviços para carros, utilitários, picapes, caminhões e veículos elétricos. Ao mesmo tempo, pretende buscar novas oportunidades com o Ford Smart Mobility – plano da empresa para ser líder em conectividade, mobilidade, veículos autônomos, experiência do consumidor e análise de dados.

"A expansão do nosso negócio para sermos uma empresa automotiva e de mobilidade requer experiência de ponta em software para oferecer experiências surpreendentes aos consumidores", diz Mark Fields, presidente da Ford mundial. "O investimento na Pivotal vai fortalecer nossa capacidade de levar aos consumidores experiências na velocidade do Vale do Silício, incluindo a expansão contínua do FordPass – nossa plataforma digital, física e pessoal de experiência de mobilidade".

FordPass

A Ford e a Pivotal atuaram juntas na criação do FordPass, lançada no mês passado nos EUA. A plataforma oferece novos serviços aos consumidores, como acesso remoto ao veículo por aplicativo de smartphones e soluções de mobilidade como estacionamento e carros compartilhados. Inovando e interagindo rapidamente, a Pivotal e os engenheiros da Ford trabalham para criar novas experiências para os membros do FordPass.

Softwares

De acordo com a Ford, as metodologias avançadas da Pivotal ampliam a capacidade de software da empresa, aplicada nos motores EcoBoost, no sistema de conectividade SYNC 3 e nas tecnologias de assistência ao motorista, como o estacionamento automático.

O software desempenha um papel crescente nos novos veículos. A nova F-150, por exemplo, traz mais de 150 milhões de linhas de código, enquanto um smartphone tem em média 12 milhões. Cada vez mais, os engenheiros usam softwares para o controle preciso do desempenho do veículo, como a calibração do motor e da transmissão, e para melhorar a experiência de conectividade.

O software é, de fato, o segredo da economia de combustível do motor EcoBoost. Com ele, os engenheiros podem otimizar o uso de cada gota de combustível, em nível molecular. Grande parte das 275 patentes que a Ford gerou com a tecnologia EcoBoost – além de outras 200 pendentes – estão associadas a controle de software e calibração.

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Prefeitura de São Paulo regulamenta Uber

uber_taxi.jpg11/05/2016 - Bruno do Amaral e Fernando Paiva, Mobile Time
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, assinou decreto nesta terça-feira, 10, que regulamenta a situação do transporte individual de passageiros em São Paulo, notadamente o Uber e outros aplicativos semelhantes. Em nota da secretaria executiva de comunicação, a administração municipal afirma que as novas regras "estão em sintonia com uma série de decisões judiciais e têm o sentido de ampliar, aprimorar e modernizar os meios para mobilidade urbana". A prefeitura nega que o texto beneficie o Uber em particular em detrimento dos táxis, explicando que o app é o único que está funcionando atualmente "por força de liminar judicial". A justificativa é que o decreto harmoniza o serviço com o dos táxis tradicionais, e que a nova modalidade estabelecerá a livre concorrência no setor, oferecendo mais opções aos cidadãos. "Estamos seguros de que o modelo é bom e protege a categoria dos taxistas", disse o prefeito Haddad em comunicado, assegurando que pretende manter o diálogo com a categoria de taxistas.

O decreto de seis capítulos e 41 artigos (leia aqui) será publicado na quarta-feira, 11, no Diário Oficial do Município. O texto trata da exploração da atividade econômica privada de transporte individual de passageiros (como o Uber), serviço de carona solidária (como o Bla Bla Car) e compartilhamento de veículos sem condutor (como o Zaz Car). As empresas dos aplicativos são chamados no decreto como "Operadoras de Tecnologia de Transporte Credenciadas" (OTTCs).

Será cobrado um preço por quilômetro rodado pelos serviços que forem remunerados – aqueles de carona solidária, por exemplo, estão isentos de pagamento porque neles os motoristas não obtêm lucro. O preço base será de R$ 0,10 por quilômetro. Mas esse valor pode ter variações de acordo com a demanda de mercado, avaliada pela prefeitura, e também de acordo com políticas para incentivar a presença de táxis em certas regiões da cidade, como a periferia, ou com certas características, como atender a critérios de acessibilidade ou ser dirigido por uma mulher.

Os apps serão obrigados a fornecer à prefeitura dados sobre todas as corridas realizadas, como origem e destino das viagens, mapa do trajeto, tempo de espera, preço cobrado, avaliação do serviço prestado e identificação do condutor, entre outros. A prefeitura fará a fiscalização completa do serviço por meio da criação do Comitê Municipal do Uso Viário (CMUV), que será composto por secretários municipais de Transportes, Finanças e Infraestrutura Urbana e pelo diretor-presidente da São Paulo Negócios. "Não haverá, desse modo, concorrência predatória", assegura.

As OTTCs serão livres para estipular a tarifa, desde que obedecido o valor máximo estabelecido pelo CMUV. Os apps deverão também fazer cálculo estimativo do valor final das corridas antes do início.

Exigências

A partir de agora, os motoristas do Uber e de apps similares passam a precisar atender a uma série de exigências. A principal delas é ter um cadastro junto à prefeitura. Esta deve limitar inicialmente a 5 mil "carros-equivalentes". O conceito de "carro-equivalente" leva em conta quantos quilômetros um taxista roda em média por dia. Uma fonte do mercado estima que pelo preço de R$ 0,10 por Km e considerando o conceito de carro-equivalente a prefeitura de São Paulo estaria preparada para cadastrar até 20 mil motoristas de apps como o Uber, isso porque eles rodam entre 50% e 75% menos tempo que os taxistas com licença.

Outras exigências dos motoristas de Uber afins são: ter carteira de habilitação para atividade remunerada, fazer um curso de formação (estabelecido pela própria prefeitura), ter um veículo com identificação, ter seguro que cubra acidades com passageiros, freio ABS e carro com até oito anos de fabricação. Será exigido ainda a utilização de aplicativos de mapas como o Waze para o acompanhamento do trajeto com informações do tráfego em tempo real.

Cota para mulheres

Como forma de incentivo à maior presença de motoristas mulheres, a prefeitura estipulou que uma quantidade mínima de uso de créditos seja destinada às condutoras: 5% a partir de 12 meses da publicação do decreto; 10% a partir de 18 meses; e 15% a partir de 24 meses.

Meios alternativos

Já os sistemas de carona solidária e de compartilhamento de veículos sem condutor não poderão ser exercidos por profissionais e nem ter fins lucrativos. Ainda assim, as empresas OTTCs poderão fazer a intermediação, fazendo pagamentos mensais ou anuais pelo credenciamento junto à prefeitura e podendo cobrar uma taxa de intermediação, pela qual recolherão impostos como ISS.

Em particular, o serviço sem condutor (locação de veículos em estacionamentos, vias e locais públicos) será exclusivo às OTTCs credenciadas, que deverão pagar outorgas pelo uso das vagas de estacionamento. O aplicativo desse serviço deverá cadastrar veículos e usuários.

Justificativas

A administração Haddad também já responde às críticas de taxistas, que chegaram a fazer protestos na cidade durante a tarde. "A regulação das novas tecnologias de transporte individual não prejudicará os táxis, na medida em que eles são, hoje, em número insuficiente para atender a demanda da população da cidade", diz a nota, citando pesquisa da 99 (antiga 99 táxis) de que 30% das chamadas fora do centro expandido não são atendidas, com índice caindo para 10% dentro dessa área. Declara ainda que São Paulo é uma das capitais do mundo com menor oferta de táxi por mil habitantes (3,2, contra 5,2 no Rio de Janeiro; 8,8 na Cidade do México; e 13,2 em Buenos Aires).

É esperada grande pressão por parte dos taxistas na Câmara dos Vereadores de São Paulo esta semana para que o decreto seja anulado. Portanto, este pode não ser ainda o último capítulo dessa história.

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15% das compras online já são feitas por dispositivos

apple_ny.jpg02/05/2016 - O mais recente MPI – Índice Trimestral de Pagamentos Móveis da Adyen, empresa global de tecnologia de pagamentos, destaca o atual cenário deste mercado no Brasil e mostra que 15% das transações já são realizadas em dispositivos móveis - em sua maioria, smartphones. Em um país com mais de 200 milhões de habitantes, 61% da população adulta utiliza smartphones, segundo a Nielsen Ibope. E a previsão é que este número chegue a 57,8 milhões de usuários neste ano, de acordo com a Statista.

Os indicadores mostram que o volume de compras efetuadas por meio de dispositivos móveis cresce na medida em que o comércio eletrônico investe na otimização da experiência por este canal. Clientes da Adyen como Netshoes, Dafiti, Hering e Amaro tem registrado maior engajamento de seus consumidores em seus canais móveis de vendas.

"Ter uma estratégia móvel tornou-se crucial para as empresas de varejo. O mobile representa mais de 50% do tráfego para o nosso site e 30% de conversão. Diante deste cenário, investir em inovação em tecnologia de pagamento é fundamental", declara Leonardo Dib, CFO da Netshoes.

Além disso, a tendência do consumidor em utilizar cada vez mais tecnologia mobile, disponibilizada por empresas como 99Taxis e EasyTaxi, evidencia um aumento na confiança dos brasileiros em comprar produtos por meio de seus aparelhos móveis.

"Disponibilizar tecnologias capazes de simplificar ao máximo a experiência de pagamento faz com que as empresas se tornem ainda mais preparadas para acelerar negócios por meio de seus canais mobile", diz Jean Christian Mies, vice-presidente Sênior da Adyen para a América Latina.

 

 

 

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