Ford testa app que busca farmácias e compara preços

novo_ecosport_sync3.jpg27/10/2017 - A Ford iniciou o lançamento de um aplicativo que pode ser acessado pela central multimídia SYNC 3 de seus veículos para localizar farmácias e comparar preços de medicamentos, o Qual Farmácia. Desenvolvido pela startup de Brasília com o mesmo nome, o app está disponível inicialmente apenas no Distrito Federal, devendo depois ser oferecido também em outras regiões do país.

O sistema SYNC 3 da Ford conta com tela capacitiva, um sistema aprimorado de reconhecimento de voz e sistema AppLink para acesso a aplicativos de smartphones. Além de equipar toda a linha EcoSport e Fusion, é oferecido em versões do New Fiesta, Focus e Ranger.

A ideia de criar o app Qual Farmácia surgiu quando um dos três sócios da startup, Lucas Silva, saiu de um atendimento médico com muita dor, sem ter ideia de onde comprar o remédio que precisava. “Naquele momento, pensei que alguém poderia facilitar a minha vida”, conta.

Além de medicamentos, o aplicativo serve para a busca de itens de higiene pessoal. Quando um pedido é feito, o produto fica reservado para o cliente retirar na loja ou solicitar a sua entrega. Se ele preferir ir à farmácia, o sistema indica automaticamente no navegador a rota até o local.

A plataforma também permite oferecer descontos ao consumidor. “As drogarias travam uma grande disputa de preço, com diferenças que chegam a 500%. Queremos melhorar a experiência do usuário no momento em que ele mais precisa desses produtos”, diz Silva.
 

Comentário (0) Hits: 2315

App ajuda mulheres a decidir o que vestir

help_to_dress.jpg17/10/2017 - Gratuito, o serviço presta consultoria de moda para mulheres de todos os estilos e biotipos

A insegurança causada pelo padrão da moda e pela falta de autoconhecimento do corpo é um dos principais dilemas das mulheres. Muitas enfrentam as mesmas questões: não saber o que vestir, não achar peças com seu estilo, ou mesmo não ter tempo para investir em vestuário.

Diante deste cenário, o aplicativo Help To Dress promete ajudar as mulheres a "fazerem as pazes com a moda". Por meio de um mecanismo intuitivo, simples e personalizado, a usuária gera um perfil que atende as suas necessidades de tipo de corpo, estilo pessoal, estilo de vida e até neuras.

O acesso ao aplicativo é feito via Facebook ou e-mail, precisa preencher uma ficha com dados pessoais e depois escolher a forma do corpo, qual o estilo, se tem alguma neura e estilo de vida.

Através do resultado dessas informações, o aplicativo sugere a roupa ideal para ocasiões específicas dentro de suas particularidades, indicando peças que podem ser compradas online ou nas lojas físicas de marcas como Mixed, Animale, Arezzo, Riachuelo, TVZ.

O lançamento oficial será feito no evento blastU – o primeiro Festival de Empreendedorismo e Tecnologia do Brasil, que acontece no Pavilhão da Bienal, nos dias 16 e 17 de outubro.

O aplicativo é gratuito e está disponível para download nos sistemas Android e IOS.

Comentário (0) Hits: 2123

Twitter está testando dobrar limite de caracteres

zenvia_sms.jpg27/09/2017 - O Twitter anunciou nessa terça-feira, (26) que está testando uma versão que estende o limite para 280 caracteres, o dobro da quantidade atual, de acordo com matéria do NYT.

O objetivo da empresa é eliminar essa restrição, que impede que as pessoas de tweetem com mais freqüência. Uma barreira significativa, de acordo com uma pesquisa interna do Twitter, tem sido o limite rigoroso na contagem de caracteres.

"Quando as pessoas não enfrentam a limitação de digitar somente 140 caracteres, observamos mais pessoas tweetando", postou o Twitter.

Saiba mais aqui (se for assinante do NYT)

Comentário (0) Hits: 2218

Vivo Meditação ensina crianças a meditar

vivo_meditacao.jpg22/09/2017 - O Vivo Meditação, aplicativo lançado pela Vivo há pouco mais de dois meses, em parceria com a Movile, e que já registra 100 mil downloads, tinha o objetivo de estreitar o relacionamento entre seus clientes, agora também ensina crianças a meditar. O serviço inova e traz uma área infantil, com mais de 40 meditações infantis criadas especialmente para desenvolver a capacidade de concentração dos pequenos, com exercícios que levam à consciência corporal e respiratória.

Todo o conteúdo foi criado e gravado com exclusividade para o app por Satyanatha - nome monástico do brasileiro Davi Murbach, que viveu sete anos como monge em Kauai Aadheenam, um dos mais ortodoxos monastérios indianos, com sedes no Ceilão, na Índia e no Havaí.

As meditações infantis são divididas em três faixas etárias: até 4 anos; de 5 a 7 anos; e de 8 a 12 anos. Elas mesclam a voz de Satyanatha como guia da meditação e áudios com efeitos sonoros e lúdicos. O app traz ainda uma animação introdutória por faixa etária, elaborada especialmente para crianças daquela idade.

Familiarizar as crianças com o universo da meditação é fazer com que elas se sintam inseridas quando os pais vão meditar – dessa forma, a família medita junto. Para os pequenos de até 4 anos, o aplicativo traz conteúdos que vão ajudá-los a aprender que a meditação faz bem. Eles irão brincar de meditar, além de se familiarizar com a consciência corporal e respiratória. Já as crianças de 5 a 7 anos vão descobrir que meditar não é uma atividade apenas para adultos, e vão meditar para se conhecer melhor. E, por fim, meninas e meninos de 8 a 12 anos podem meditar profundamente, mas em curtos períodos, em meditações como “Inteligência e ir melhor na escolha”, “Gostar de você” e “Paz”.

Assim como as outras mais de mil meditações do Vivo Meditação, o conteúdo para crianças também baseia-se na técnica Natha, estruturada e fácil para iniciantes e que foi iniciada com Nandinatha há 2.200 anos no alto da cadeia dos Himalayas. Mas as meditações infantis são mais simples e curtas – têm de 1min30 a 10 minutos (as meditações de 10 minutos são exclusivas para a faixa etária de 8 a 12 anos), enquanto as meditações para adultos levam de 5 minutos a 50 minutos.

O Vivo Meditação foi desenvolvido em parceria com a Movile, uma das empresas que lideram o mercado de mobile commerce global. A assinatura mensal do app baixou e agora custa R$ 14,90/mês e a semanal, R$ 3,99/semana. Em ambos os casos, é possível experimentar os serviços gratuitamente por sete dias. Para contratar, cliente móvel da Vivo deve enviar um SMS com a palavra-chave MEDITA para o número 6100. Usuários iOS também podem pagar pela assinatura com cartão de crédito, diretamente na loja de aplicativos. Quem já é usuário do Vivo Meditação deve atualizar o aplicativo para ter acesso à área Kids.

Quem é Satyanatha

Depois de viver por mais de sete anos no monastério, Satyanatha hoje dedica-se à prática da meditação, ensinando o que aprendeu como monge. De volta ao Brasil em novembro de 2015, atualmente tem alunos particulares e dá aulas abertas para grandes grupos em São Paulo e nos Estados Unidos.

Para o mestre, participar no desenvolvimento do aplicativo é a oportunidade de dar continuidade à sua missão de vida: compartilhar seu conhecimento com a maior quantidade de pessoas possível. "A possibilidade de produzir conteúdo para um serviço com o potencial de atingir milhões de pessoas é o que me motivou a aceitar este desafio. Fui convidado para me tornar um dos líderes do monastério, vivendo no claustro, mas refleti que minha vocação era compartilhar o que aprendi", afirma.

Uma história de desapego

Nascido no interior de São Paulo, Satyanatha, hoje com 38 anos, cursou Engenharia da Computação na Unicamp. Aos 24 anos, deixou uma carreira promissora em consultorias, sua vida pessoal, e todos os seus bens: carro, apartamento, móveis e roupas, para ingressar em Kauai Aadheenam.

Passou mais um ano em treinamento e tornou-se monge aos 26 anos, após uma cerimônia na qual ficou 33 dias sentado de frente para um muro, o Muro da Chuva, meditando se aquela era a escolha que desejava para sua vida. No monastério, formou-se em Teologia Comparada e desempenhou diferentes funções, tornando-se, inclusive, editor da revista Hinduism Today, a maior do mundo em seu assunto.

Comentário (0) Hits: 2296

Smartphone impulsiona ecossistema móvel

app_smartphone.jpg14/09/2017 - Novos dados da GSMA apontam que smartphones contabilizam 60% do mercado; Brasil, México e Argentina lideram a adoção do 4G       

Os smartphones agora representam seis em cada dez conexões móveis na América Latina, ajudando a impulsionar o aumento do uso de redes sociais e outros serviços baseados em dispositivos móveis em toda a região. De acordo com os novos dados do "Mobile Trends Report" da GSMA, anunciados durante o Mobile World Congress Americas nesta semana, foram realizadas 690 milhões de conexões móveis na América Latina neste trimestre, e os smartphones representaram 60 por cento dessas conexões. O novo relatório também destaca a migração acelerada da região para 4G, que agora representa quase um quarto das conexões.  

"Os smartphones representaram menos de uma em cada dez conexões em 2012, mas tiveram um crescimento extremamente forte ao longo dos últimos anos, o que ajudou a migrar os assinantes móveis latinoamericanos para redes 4G mais rápidas", disse Sebastian Cabello, diretor-geral da GSMA Latin America. "Esse crescimento foi facilitado pelo declínio nos preços dos telefones inteligentes e pela crescente disponibilidade de subsídios de aparelhos e ofertas por parte das operadoras móveis. Os smartphones têm sido fundamentais para estabelecer a América Latina como um dos maiores consumidores mundiais de redes sociais, sendo que a maior parte do uso pelas redes móveis.

"O ecossistema móvel da América Latina também dá suporte a um ambiente de comércio eletrônico de rápido crescimento e a um vibrante ecossistema de startups de tecnologia baseado em grandes centros regionais, como São Paulo, Buenos Aires e Cidade do México".

Brasil, México e Argentina lideram as migrações regionais para redes 4G

O 4G representa aproximadamente um quarto das conexões móveis na região, quase o dobro em relação ao ano anterior, devido à forte adoção 4G em grandes mercados, como Brasil, México e Argentina. No Brasil, 35% das conexões estão sendo executadas em redes 4G, uma das maiores taxas de adoção 4G na região da América Latina.

Para as operadoras móveis, o aumento da adoção de 4G e o maior consumo de dados móveis estão contribuindo para uma elevação nos níveis de ARPU após vários anos de declínio. A GSMA Intelligence, braço de pesquisa da GSMA, calcula que a receita do serviço móvel na América Latina crescerá 4% no atual trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior.

Alimentando o Ecossistema de Startups

O fortalecimento da economia móvel da região também está ajudando a alimentar um vibrante ecossistema de startups. O financiamento de startups por meio de capital de risco e private equity na América Latina aumentou nos últimos anos. De acordo com a CB Insights, o financiamento total em todos os setores atingiu um valor recorde de US$ 5,5 bilhões no primeiro semestre de 2017.

De acordo com o último relatório Tecnolatinas, o ecossistema de startups tecnológicas da América Latina é avaliado em US$ 37,7 bilhões. O relatório observa que existem 123 "Tecnolatinas" avaliadas em mais de US$ 25 milhões, incluindo nove unicórnios, cada um avaliado em mais de US $ 1 bilhão. A maioria das startups identificadas no relatório (69 por cento) têm menos de 10 anos de idade. O relatório também destaca sete áreas emergentes que oferecem grandes oportunidades de crescimento para Tecnolatinas: FinTech; tecnologia agro e alimentos; AI e automação; biologia sintética; energias renováveis; realidade virtual e aumentada; e a Internet das coisas.
 
O segundo relatório anual ‘Global Mobile Trends’ da GSMA está disponível para download em https://www.gsma.com/globalmobiletrends/.

Comentário (0) Hits: 1502

App WeChat se aproxima de 1bilhão de usuários

wechat_china.jpg30/08/2017 - Matéria de hoje do FT anuncia que o WeChat, aplicativo de mídia social mais popular da China, está se aproximando de 1 bilhão dos usuários, mas os analistas acreditam que esse crescimento provavelmente diminuirá de forma acentuada à medida que a empresa se esforça para cumprir suas metas globais.

Os números divulgados este mês como parte dos ganhos trimestrais da empresa mostraram que WeChat - que se chama Weixin na China - possuia 963 milhões de usuários ativos mensais até o final de junho. Isso representa um crescimento de 19,5% anual e 2,7% trimestral, mas a taxa anual revelou uma desaceleração de 28% no final de 2016.

"Isso mostra que você está achegando ao limite agora. Eu acho que vai atingir 1 bilhão de usuários, mas não muito além disso", disse Matthew Brennan, fundador da China Channel, que vem acompanhando o WeChat desde o seu lançamento em 2011.

Canaan Guo, analista da Pacific Epoch, projeta uma taxa de crescimento anual composta de 4% nos próximos três a cinco anos e prevê que o mercado interno da WeChat, em última instância, compõe praticamente toda a população chinesa de 1,4 bilhão - embora possa demorar 20 anos ou mais Para chegar lá, ele acrescenta.

Saiba mais aqui (se for assinante do FT)

Comentário (0) Hits: 1665

newsletter buton