Educação no trânsito em SP conta com game

transito_3.jpg30/05/2017 – A LooxStudios, empresa de tecnologia e sistemas de mídias, imersivas desenvolveu para o Instituto Renault um jogo de Realidade Virtual de educação no trânsito. “O jogo da mobilidade segura” será utilizado no programa “O Trânsito e Eu”, que o Instituto inaugura nesta segunda-feira, dia 29, em São Paulo – em parceria com a CET.

O game traz personagens no estilo cartoon em 12 situações de trânsito do cotidiano – e que devem ser avaliadas como corretas ou não pelo jogador. Por meio dos óculos Loox VR Alpha, da Loox VR, fabricante brasileira de Óculos de Realidade Virtual ou do Gear VR, Oculus VR da Samsung, o participante é inserido em um ambiente imersivo em 360 graus.“Em uma dessas situações, por exemplo, nos deparamos com uma menina que está prestes a atravessar a rua fora da faixa e na frente de um ônibus. O jogador tem a oportunidade de reconhecer esta situação como uma atitude errada”, diz Diego Gonzalez, sócio e Diretor de Projetos da LooxStudios.

São dois níveis, um para crianças e um para adolescentes. O jogo será disponibilizado na sede de educação do trânsito da CET, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo, e a ideia é que cerca de 200 crianças da rede municipal de ensino possam utilizar a ferramenta todos os dias.“Todos os pontos abordados na experiência são situações identificadas pelo setor de estatística do CET, como sendo algumas das mais críticas no dia a dia do trânsito urbano”, diz Deyse Paula, educadora do CET.Já está em desenvolvimento também a continuação do jogo abordando questões relacionadas a mobilidade sustentável e meio ambiente.

“O desafio era transmitir para crianças e adolescentes o conteúdo de segurança no trânsito de uma maneira lúdica e com uma tecnologia atual que gerasse interesse dos alunos. Várias ideias foram apresentadas, e depois de avaliarmos todas elas com o Instituto Renault e a CET, fizemos a proposta de utilizar a Realidade Virtual”, diz Rodrigo Schneider, Sócio e Diretor de Planejamento da LooxStudios. Para o áudio do projeto, a empresa contou com a ajuda da Canja Áudio Culture, especializada em projetos fonográficos.

O game conta ainda com um sistema para coleta de dados sobre a experiência dos jogadores. Este sistema avalia os pontos de atenção dentro das situações de risco apresentadas no jogo. “Nossa proposta é utilizar estes dados para a proposição de campanhas direcionadas aos pontos que apresentarem baixa atenção dos alunos. A realidade virtual é uma tecnologia de ponta, que tem forte alcance e efetividade entre crianças e adolescentes, que são naturalmente instigados pelas tecnologias digitais disponíveis na atualidade”, afirma Caique Ferreira, vice-presidente do Instituto Renault e diretor de Comunicação da marca.

Em breve, o game poderá ser utilizado em outros locais do país. Em algumas semanas, o aplicativo estará disponível na Google Play e na Apple Store.
 

Comentário (0) Hits: 863

Waze anuncia Gravador de Voz para Android

wase.jpg10/05/2017 - Gravador de Voz permite que os Wazers customizem suas rotas gravando os comandos de voz, seguindo as orientações da tela. Essa nova função está apenas disponível para Android por enquanto.

Para configurá-lo, os usuários podem ir nas Configurações > Som e Voz > ativar Gravador de Voz e gravar quantas instruções de voz quiserem. Para isso, eles podem usar a ferramenta que facilita a gravação e seguir o limite de tempo para cada indicação. Para os áudios que não forem gravados, o Waze reproduzirá as instruções de voz padrão. Por enquanto, os comandos de voz gravados estarão apenas disponíveis para o usuário, mas em breve há o plano de torná-los compartilháveis.

Para fazer o download gratuito do aplicativo Waze, acesse: http://www.waze.com.

Comentário (0) Hits: 893

O fim da era dos apps: sua empresa está preparada?

fernando_steler.jpg*Por Fernando Steler
28/04/2017 - Os aplicativos móveis definitivamente fazem parte de nossas vidas. Desde março de 2008, quando Steve Jobs finalmente deixou de relutar contra a abertura da plataforma do iPhone para a comunidade de desenvolvedores, os apps chegaram para ficar. Vale dizer que Steve Jobs sempre será lembrado por ser um visionário; no entanto, ele também ficará marcado por ser loucamente controlador e temer que, ao abrir a sua plataforma para terceiros, a qualidade dos seus aparelhos começaria a ser questionada.

Com a entrada da Google nesse mercado, os aparelhos Android já nasceram com um apelo mais aberto e mais barato, definindo, de uma vez por todas, a consolidação dos smartphones como "o computador pessoal" mais utilizado do planeta. E o resto é história. De 2008 para cá, os números do mercado de smartphones vêm se mostrando astronômicos, sendo todos na casa dos bilhões: bilhões de usuários, bilhões de aparelhos, bilhões de downloads de aplicativos etc.

Um aplicativo para qualquer coisa

Todo esse cenário fez com que as empresas não ficassem paradas. Agora todo mundo quer ter o seu próprio aplicativo nas mãos dos clientes, desde as maiores instituições financeiras do mundo, até o menor mercadinho de esquina. As grandes empresas estão sonhando com o autoatendimento, já que suas operações de call center consomem centenas de milhões de reais e, ainda por cima, são extremamente criticadas. Afinal, quem gosta de ligar para um telemarketing?

Retenção e engajamento de aplicativos móveis

Vamos a dura realidade das empresas: é muito difícil emplacar um Mobile App! Os clientes até instalam os aplicativos das empresas com que se relacionam, mas acabam não encontrando relevância e deixam de usá-los ao longo do tempo, partindo para a desinstalação. Por outro lado, aplicativos sociais como Facebook e Instagram, ou mesmo Apps de mensagens, como o WhatsApp ou Messenger, permanecem nos smartphones das pessoas e são utilizados todos os dias; quem sabe até todas as horas.

Essa é uma briga perdida para as empresas. E para piorar, os usuários precisam de espaço em seus smartphones para guardar fotos e vídeos. Ah, e não vamos esquecer que os usuários estão sempre buscando por mais recursos para instalar as novidades que não param de surgir, como Snapchat, Pokémon GO, Tinder e afins.

No primeiro trimestre de 2015, de acordo com a BI Intelligence, a utilização dos Apps de Mensagens ultrapassou os de redes sociais.

OS APLICATIVOS DE MENSAGENS INSTANTÂNEAS OU MESSAGING POSSUEM UM ÍNDICE DE QUASE SEIS VEZES MAIS ENGAJAMENTO E FIDELIDADE DO QUE OS APLICATIVOS EMPRESARIAIS.

Aplicativo ajuda a escolher bons restaurantes

20/04/2017 - Com mais de 3.000 restaurantes recomendados em todo o Brasil e 40 mil usuários cadastrados, o WeSeek Food é o novo aplicativo para encontrar bons restaurantes, avaliar e compartilhar descobertas de estabelecimentos e montar o próprio guia gastronômico. Disponível gratuitamente no Google Play e App Store.

O app funciona como uma rede social, permitindo que seus membros cadastrem restaurantes, avaliem os preços, a comida, o serviço, o ambiente e também façam comentários gerais sobre os estabelecimentos. Além disso, à medida que as pessoas vão utilizando a rede social, elas ganham pontos, viram especialistas e até referência em determinado tipo de culinária, tudo baseado em um ranking que avalia o prestígio conquistado pelo usuário dentro da comunidade.

“Em poucos cliques é possível encontrar e seguir o melhor especialista de comida italiana em São Paulo e consultar as suas recomendações, por exemplo. “Por esse motivo, alguns dos maiores foodies das redes sociais estão adotando o WeSeeK Food como plataforma para promoção do seu trabalho”, explica Daniel Silva, sócio-fundador da plataforma.

Por conta da expansão e do crescimento da comunidade, a plataforma lançou o WeSeek Food Club, um benefício diferenciado, acessível a quem aderir à mensalidade de R$ 6,99 por mês. Os assinantes tem até 50% de desconto nos mais de 300 restaurantes parceiros até o momento, em São Paulo e Rio de Janeiro.

Todos os estabelecimentos que estão listados no app são cadastrados e avaliados pelos membros da comunidade.

 

 

Comentário (0) Hits: 962

Lucy, o app de ligações que não precisa de internet

23/03/2017 - Lucy Teliggo chega com tarifa fixa para concorrer com WhatsApp, Skype e operadoras convencionais

A partir da próxima semana, os usuários de Iphones já poderão encontrar na Apple Store a versão do aplicativo Lucy Teliggo. A solução permite efetuar chamadas para fixos e móveis, inclusive a longa distância nacional e internacional. O download do aplicativo é gratuito e os usuários iniciais ganharão 10 minutos para degustação.

No Brasil, os usuários poderão contratar um pacote pré-pago de 60 minutos, que não expiram, por 2,99 dólares ou uma assinatura ilimitada por 29,90 dólares por mês.

Caio Fiuza, CEO da empresa, explica que Lucy é uma secretária virtual que procura combinar todos os recursos disponíveis nos smartphones para que os usuários falem mais gastando menos. “Percebemos que grande parte dos usuários de telefonia gasta muito mais do que precisa. E o pior: muitos nem sabem o quanto gastam. Clientes de planos pós-pagos que pagam R$ 250 ou mais por mês podem economizar mais de R$1.000 por ano usando Lucy. Basta reduzir seu plano na sua operadora e contratar um plano ilimitado super barato da Lucy. O número permanece o mesmo, o gasto diminui e as possibilidades de ligações são maiores”, destaca.

O usuário não recebe conta de telefone, porque as compras são realizadas via cartão de crédito e ainda é possível utilizar Lucy no meio empresarial e reduzir as taxas de acordo com as necessidades”, afirma.

A função “No Roaming” é interessante. O usuário pode escolher um número que deseja receber a chamada, digita o destino e a ligação ocorre igual à local, sem taxas adicionais. “Para viajantes e pessoas que tenham familiares e amigos em outros países a vantagem é evidente. Com a Lucy você tem a qualidade de uma ligação de voz pelo preço de VOIP ou menos”, enfatiza Caio.

Merece destaque também o recurso Teliggo Callback. O usuário digita o número que deseja chamar e quando o destinatário for localizado, ocorre o retorno da chamada.

Para saber mais, acesse: http://www.mylucy.io/

Comentário (0) Hits: 1177

Cuide de seus apps para evitar uma desordem digital

apps_kasper.jpg17/03/2017 - Com a explosão do uso de aplicativos e os avanços da capacidade de armazenamento dos dispositivos, a desordem digital aumenta rapidamente. Porém, a falta de manutenção dos aplicativos deixa os dispositivos vulneráveis a ameaças de segurança. Um novo relatório da Kaspersky Lab mostra a dimensão do problema da desorganização digital entre os usuários da Internet no mundo todo.

O estudo mostrou que, normalmente, os usuários instalam 12 aplicativos Android a cada mês, mas excluem apenas 10. Na prática, são adicionados dois aplicativos por mês. Com mais aplicativos instalados nos dispositivos, é importante gerenciá-los para evitar a desordem digital. Entretanto, descobrimos que apenas metade (55%) dos usuários atualiza e examina regularmente o conteúdo de seus dispositivos, excluindo documentos e aplicativos que não são usados.

Essas conclusões fazem parte de um novo relatório compilado pela Kaspersky Lab: "A desordem digital e seus perigos". O estudo baseia-se em informações obtidas pela combinação única de uma pesquisa online feita em 17 países, análises estatísticas dos dados da Kaspersky Security Network (KSN) e uma experiência de desempenho de aplicativos realizado pelos testadores internos da Kaspersky Lab.

Com o grande aumento da desordem digital, a limpeza e atualização dos aplicativos é mais importante do que nunca para combater os malwares que utilizam vulnerabilidades de aplicativos para invadir os dispositivos. Porém, a pesquisa mostrou que, em um quarto dos casos (28%), os usuários só atualizam os aplicativos dos dispositivos quando são forçados e que, em 10% dos casos, eles tentam nunca fazer isso.

Um dos maiores perigos é que os próprios aplicativos podem colocar em risco os dados e dispositivos do usuário por conta de suas atividades diárias. As conclusões técnicas da Kaspersky Lab mostram que, dentre 100 aplicativos Android que os usuários podem gerenciar (ou seja, instalar e excluir), 83 têm acesso a informações sigilosas do usuário, como contatos, mensagens e dados, e podem até fazer chamadas e enviar mensagens SMS.

Os resultados adicionais da KSN mostram como os aplicativos podem operar sem a permissão do usuário. Em média, os usuários têm 66 aplicativos em seus dispositivos Android. Ao testar uma amostra representativa de 66 dos aplicativos Android mais populares, 54 foram iniciados em segundo plano sem os usuários tocarem neles, consumindo, em média, 22 MB de tráfego por dia sem qualquer interação do usuário.

As configurações dos aplicativos oferecem um certo nível de controle sobre o conteúdo do dispositivo que o aplicativo pode acessar e afetar. Contudo, a pesquisa mostrou que apenas 40% das pessoas ajusta deliberadamente as configurações de cada aplicativo em seus smartphones. Além disso, apenas 32% conseguem recusar a instalação de um aplicativo móvel quando não estão satisfeitos com o contrato de licença.

"Os usuários expõem seus dispositivos e dados pessoais a ameaças de segurança quando deixam de tomar cuidados simples, mas essenciais, como limpar e atualizar o software e os aplicativos, ajustar as configurações e desinstalar os aplicativos que não são mais usados. Com o grande aumento da desordem digital em nossos dispositivos, cada vez mais negligenciamos a manutenção desses aplicativos. Mas fazemos isso por nossa conta e risco, pois podem ocorrer várias falhas, como defeitos do dispositivo, problemas de duração da bateria ou infecção por malware", declarou Andrei Mochola, Diretor de Negócios ao Consumidor da Kaspersky Lab.

Para combater a desorganização e proteger seus dados pessoais, Kaspersky Lab recomenda:

- Entender o que está armazenado e onde – invista um tempo para examinar seus dispositivos e descobrir quais informações estão armazenadas em quais aplicativos e arquivos em cada dispositivo;

- Fazer uma 'faxina completa' nos dispositivos – invista um tempo para colocar sua casa digital em ordem, removendo e atualizando regularmente as informações armazenadas em seus dispositivos;

- Atualizar os aplicativos e o software – devem ser realizadas atualização regulares assim que forem lançadas novas versões;

- Usar softwares específicos – por exemplo, limpadores de software, como o que é integrado às principais soluções de segurança da Kaspersky Lab; verificar todos os aplicativos instalado no dispositivo e marcar os que representam um risco potencial ou que são usados raramente.

Comentário (0) Hits: 863

newsletter buton