29 vagas para o programa Ciência sem Fronteiras

estagio.jpg09/01/2015 - Este ano, em função da parceria da Bayer com a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), até 29 brasileiros ou estrangeiros com visto permanente no Brasil terão a oportunidade de estagiar em alguns dos centros de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Bayer nos Estados Unidos, Alemanha e França. Cada bolsa terá duração de seis meses e poderá ser renovada por até dois anos. O período das inscrições é de 8 de janeiro a 20 de fevereiro e a lista dos candidatos selecionados será divulgada em março de 2015. As atividades no exterior deverão se iniciar entre abril e maio.

O programa Ciência sem Fronteiras busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento – CNPq e Capes –, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC, e conta com a parceria de empresas privadas, como a Bayer.

bayer_2015ab.jpg"Estamos muito satisfeitos em apoiar o desenvolvimento científico no Brasil, contribuindo para que estes alunos aperfeiçoem as suas qualificações através do aprendizado em nossos laboratórios de ponta e da tutoria dos experientes cientistas que fazem parte do nosso quadro de colaboradores", diz Theo van der Loo, presidente do Grupo Bayer no Brasil.

Como participar

O programa Ciência sem Fronteiras foi lançado em 2012 e prevê a concessão de até 101 mil bolsas em quatro anos para promover intercâmbios, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior com a finalidade de conhecer sistemas de pesquisa e desenvolvimento competitivos em relação à tecnologia e inovação. A iniciativa busca atrair também pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no Programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior.

Para participar o candidato precisa ser brasileiro ou estrangeiro com visto permanente no Brasil; possuir o título de Doutor no momento da inscrição e propor um projeto de estudos dentro das seguintes áreas temáticas contempladas no programa:

• Assuntos médicos globais;
• Desenvolvimento clínico global;
• Pesquisa e Desenvolvimento Agronômico;
• Serviços Globais de Tecnologia da Informação;
• Pesquisa e Desenvolvimento em Biologia, Química, Física e/ou Ciências Agrícolas;
• Pesquisa e Desenvolvimento Química Ambiental e/ou Ecologia;
• Pesquisa e Desenvolvimento em Química analítica;
• Biologia Molecular;
• Bioquímica;
• Agronomia ou relacionado;
• Herbalismo ou relacionado;
• Engenharia Química, ou Engenharia de processos ou relacionado;
• Entomologia ou relacionado;
• Pesquisa de Hematologia.

Além de outras informações sobre o programa, o candidato encontrará o edital e poderá preencher o formulário de inscrição disponível na página da CAPES no link: http://www.capes.gov.br/bolsas/bolsas-no-exterior/pesquisa-pos-doutoral-no-exterior/programa-estagio-pos-doutoral-bayer

Foto: divulgação

 

 

 

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Recife inicia compartilhamento de carros

carro-sustentavel1a.jpg21/12/2014 - O sistema de aluguel de carros, semelhante ao que já existe com as estações de bicicletas do Porto Leve e Bike PE, será inaugurado no Recife entre dezembro e janeiro. O usuário poderá ir até uma estação, retirar o veículo e devolvê-lo dentro de um prazo determinado.

O modelo, implantado nos Estados Unidos e na Europa, permite ao usuário pegar o carro em vagas ou garagens espalhadas pela cidade e devolvê-lo, depois, em um período determinado.

Aqui, como já acontece lá fora, serão usados carros elétricos. A empresa escolhida foi a chinesa Zhidou, com os modelos Zd e Zdi. Esses veículos ainda precisam de regulamentação para rodarem em estradas urbanas. Por isso, o projeto vai trabalhar de forma provisória com o Cinquecento, da Fiat, que usa combustível fóssil tradicional (etanol e gasolina).

Com o novo sistema, que tem vagas fixas em três estações, o usuário utilizará um aplicativo para desbloquear e devolver o veículo. A ideia é que o projeto também incentive a carona através de um sistema que facilite o compartilhamento de rotas. "O mesmo carro pode deixar a pessoa em sua residência e seguir para a casa de um outro usuário", explicou Rossini Barreira, diretor de Comunicação do Porto Digital.
No Recife Antigo, bairro do centro, a iniciativa começou a ser testada segunda-feira passada (15) e estará disponível ao público em março.

Os usuários poderão aderir a um plano mensal de R$ 30 e arcar com uma taxa extra de R$ 20 por uso, com a possibilidade de esse valor ser divido, se for concedida carona. É que o sistema identifica pessoas que pretendem fazer o mesmo trajeto .

Em 2015, o modelo deve estar em funcionamento também no Rio de Janeiro, que lançou este mês chamada pública sobre a viabilidade do projeto.
A empresa Zazcar, em São Paulo, foi a primeira a oferecer o compartilhamento no país. Em entrevista à imprensa, o presidente Felipe Barros disse que a procura cresce ano a ano por pessoas que abriram mão de ter um veículo próprio.

Com cerca de 3 mil usuários e 45 estações para retirada de veículos, o aluguel por hora varia entre R$ 6,90 e R$ 11,50.

Como mostra de que o serviço está chegando a todo país, a partir de 2015 começa a funcionar, em Porto Alegre, em fase de testes, o compartilhamento de carros elétricos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Criado por estudantes da pós-graduação, que montaram a startup MVM Technologies, o sistema interligará todos o campus, antes de chegar a toda a cidade.

"Temos um planejamento para segunda etapa, tornando possível um serviço de escala, em Porto Alegre. Fora disso, a expansão para região metropolitana, o que é possível, temos que ver um prazo mais longo", explicou o diretor executivo da empresa, Lucas de Paris.

Para o professor do curso de pós-graduação em Transportes da Universidade de Brasília (UnB) José Augusto Abreu, o compartilhamentos de carros elétricos é eficiente em casos eventuais e tem grande potencial de melhorar a qualidade de vida na área urbana.

"Temos um trânsito engarrafado, com poluição elevada e risco de acidente. Os carros elétricos são uma ótima alternativa para retirar veículos das ruas, reduzir a emissão de gases tóxicos e de barulho, pois são mais silenciosos", analisa ele, defensor também do compartilhamento de bicicletas.

Legenda: Começou a funcionar no Recife o primeiro sistema de car sharing do país
Foto: Divulgação

Matéria baseada em informações da Info Exame e Blogs.ne

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Sua casa pode estar vulnerável a cybercrimes

safe_house.jpg11/12/2014 - Com a chegada das festas de final de ano e o aumento do uso de dispositivos de Internet das Coisas (IoT) - como luzes de natal controladas remotamente, fechaduras, sistemas de alarme e câmeras, os cibercriminosos voltam sua atenção à baixa proteção desses aparelhos para obter acesso remoto às residências e reunir dados sobre as pessoas que vivem nesses lares.

Para evitar que sua casa (conectada) se torne vulnerável a ataques de criminosos virtuais, a Symantec alerta para a necessidade de atenção ao instalar dispositivos domésticos inteligentes e também para que se certifique que as definições de configuração são seguras. Além disso, compartilha dicas de segurança para o uso desse tipo de aparelho.

• Somente permita a administração remota dos dispositivos a partir da Internet se ela realmente for necessária;

• Defina senhas fortes para os dispositivos, modificando estas informações dependendo do tipo de uso do equipamento;

• Opte pela criptografia WP2, uma das mais seguras do mercado, para proteger a sua rede Wi-Fi;

• Antes de comprar, busque marcas confiáveis no mercado, que invistam na segurança de seus produtos.

 

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Dispositivo estima emissão de gases em caminhões

co2_dispositivo.jpg21/11/2014 - Um dispositivo portátil para veículos de carga criado por pesquisadores do Núcleo de Apoio a Pesquisa Centro de Inovação em Logística Sustentável da USP utiliza dados de posicionamento obtidos com GPS para estimar com alta precisão as emissões de gases causadores do efeito estufa (GEEs).

O sistema, que pode ser instalado em qualquer tipo de veículo, obtém informações GPS em intervalos de até dez décimos de segundos, processa os dados e os transmite por telefonia sem fio, facilitando a análise sobre o desempenho do transporte de carga. A tecnologia foi desenvolvida no projeto de pós-doutoramento de Flávio G. Vaz de Almeida Filho, hoje professor da Escola Politécnica (Poli) da USP. O Núcleo, sediado na Poli, registrou o pedido de patente no ano passado.

Elaborado durante dois anos, o dispositivo consiste em um rastreador GPS, uma unidade processadora e um comunicador sem fio, que utiliza telefonia celular 3G. "O protótipo, do tamanho de um livro de lombada larga, funciona de forma autônoma, utilizando-se apenas do sistema elétrico do veículo", descreve o professor Almeida Filho. "O dispositivo intervém minimamente, de modo que possa ser utilizado em diversos tipos de veículos. Este é um aspecto importante, pois a frota utilizada no transporte de cargas no Brasil é muito heterogênea, e nem sempre possui sistemas eletrônicos a bordo que possam apoiar as medições."

O receptor GPS do sistema possui alta taxa de amostragem, o que permite obter até dez indicações da posição do veículo a cada segundo. "A partir das informações sobre posicionamento, a unidade processadora calcula a dinâmica do veículo (aceleração longitudinal, frenagem, declividade da via, etc), e produz estimativas sobre o consumo de combustível e a emissão de GEEs", conta o professor, graduado em Física e com pós-graduação em Engenharia. Após a coleta dos dados de posicionamento e o cálculo das estimativas de emissões, os dados são transmitidos por telefonia 3G. "As informações são recebidas no laboratório, sem necessidade de interagir com o veículo, que pode estar a milhares de quilômetros de distância, o que facilita o trabalho de pesquisa."

O professor Hugo Tsugunobu Yoshida Yoshizaki, da Poli, um dos coordenadores do Núcleo e participante da pesquisa, relata que a Agência USP de Inovação auxiliou no pedido de depósito da patente do sistema e agora colabora na obtenção de parcerias para que a tecnologia se torne um produto comercial. De acordo com Almeida Filho, "o dispositivo pode ser utilizado por empresas de transporte, para otimizar o consumo de combustível, e também por órgãos governamentais, para auxiliar na definição de políticas públicas sobre controle das emissões de poluentes."

Emissões de carbono


O Centro de Inovação em Logística Sustentável passou a integrar o projeto dos Núcleos de Apoio à Pesquisa (NAPs) em 2011. "O objetivo do grupo é desenvolver programas, tecnologias e processos para melhoria dos sistemas logísticos no transporte de cargas, de modo a obter uma logística sustentável", ressalta o professor Yoshizaki, que divide a coordenação do Núcleo com o professor Cláudio Barbieri da Cunha, da Poli. Um dos projetos em desenvolvimento, apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), envolve logística de baixo carbono, e consiste na estimativa das emissões de carbono em corredores de transporte de cargas em todo o Brasil.

As medições são feitas conforme o meio de transporte utilizado e a carga que é levada, como soja, álcool ou contêineres. O professor aponta que há no País um predomínio da utilização do caminhão, que apresenta maior nível de emissões. "Os resultados da pesquisa serão reunidos em livro, destacando inclusive alternativas de modais de transporte", diz Yoshizaki. "Por exemplo, uma carga que hoje é transportada de caminhão, quanto esse modal emite de carbono? Quais seriam as emissões se fossem utilizados meios alternativos, como ferrovias ou navegação de cabotagem?"

Os estudos sobre logística sustentável tem se ampliado devido a discussão sobre as mudanças climáticas. "No Estado de São Paulo, o transporte já é o maior emissor de GEEs, superando a queima de florestas, que é o maior fator de emissões no restante do Brasil. Desse modo, também há uma preocupação do Centro em estudar a questão ambiental", afirma o professor da Poli. Em parceria com a Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo e empresas de logística, os pesquisadores desenvolvem estudos sobre a logística em grandes cidades, visando meios mais eficientes para a entrega de cargas. "Por meio de iniciativas como entregas noturnas e mini-terminais urbanos de carga, seria possível melhorar a mobilidade e utilizar o caminhão de forma mais racional no espaço urbano."

Os pesquisadores do Núcleo também realizam estudos sobre a logística de cargas agrícolas. "Sempre que se pesquisa a logística sustentável, estão incluídas todas as implicações nos setores agrícola e agroindustrial", completa Yoshizaki. Os trabalhos sobre cargas agrícolas tem a colaboração do professor José Vicente Caixeta Filho, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, que também integra o Núcleo.

http://www.usp.br/agen/?p=192308

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Já ouviu falar do projeto educacional ConnectED?

aerochive.jpg21/11/2014 - O ConnectED é uma iniciativa do governo dos Estados Unidos que oferece aos professores de 114 escolas americanas, tecnologia e treinamento para que eles possuam recursos para auxiliar os estudantes por meio de um ensino individualizado e de rico conteúdo digital.A Aerohive Networks, empresa que oferta soluções de rede Wi-Fi móvel, anuncia que irá fornecer toda a infraestrutura Wi-Fi para suportar a contribuição de mais de U$ 100 milhões da Apple para a iniciativa educacional ConnectED. A nova geração de soluções de networking da Aerohive disponibilizará conectividade superior para os dispositivos Apple e suportará os conteúdos digitais, proporcionando aos professores um novo conjunto de ferramentas para melhor engajar e inspirar os alunos. A Aerohive é a única empresa de infraestrutura de Wi-Fi trabalhando com a Apple neste projeto.

O suporte da Apple ao ConnectEd se dará por meio da concessão de Ipads, MacBooks e Apple TV's a 114 escolas, juntamente com o desenvolvimento do suporte técnico e professional. Os parceiros da Apple que compartilham a visão da companhia sobre a possibilidade de transformação da educação com tecnologia, fornecerão conteúdo educacional, adaptando programas de ensino e conectividade de rede.

A Aerohive fornecerá infraestrutura Wi-Fi como parte do conjunto da Apple, o que significa suporte aos dispositivos fornecidos pela Apple e garantia de acesso seguro ao conteúdo e aos programas de ensino. Isso inclui os pontos de acesso de rede sem fio no padrão 802.11ac, switches e o gerenciamento baseado em nuvem da Aerohive.

Sobre a Aerohive Networks

A Aerohive Networks oferta soluções de rede Wi-Fi móvel sem controladora e com gerenciamento na nuvem para o mercado corporativo.

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Veja as emissões de CO2 de um ano no mundo

co2_nasa2.jpg19/11/2014 - Neste vídeo da NASA, com 3min10seg, você pode observar as emissões de CO2, ao longo de um ano, sua concentração incrível no Hemisfério Norte e sua difusão pelo planeta com os ventos.

Acesse o vídeo da NASA:
https://www.youtube.com/watch?v=x1SgmFa0r04#t=17

 

 

 

 

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