Fundação Lemann apoia startups educacionais

started.jpg26/02/2014 - A Fundação Lemann lança esta semana o Start-Ed nas Escolas, programa de estímulo a startups educacionais que já tenham um produto pronto para utilização. Será oferecido um aporte financeiro de R$ 100 mil a R$ 300 mil para o piloto da ferramenta em escolas públicas, uma avaliação de especialistas sobre o impacto na aprendizagem e um apoio para a elaborar a estratégia de distribuição do produto.

O Start-Ed nas Escolas tem como objetivo estimular startups que desejam colocar em prática suas soluções. O apoio será focado em incentivar o uso em escala – adaptado à realidade de redes públicas de ensino – e um maior impacto educacional, melhorando o desempenho dos estudantes atendidos, as condições de trabalho dos professores e dos gestores escolares.
Para participar é preciso ser empresa ou organização sem fins lucrativos que tenha a ferramenta apoiada como principal projeto da instituição. É preciso ainda estar apto a prestar serviço para escolas públicas e ter um produto ou ferramenta totalmente finalizado para ser usado por no mínimo 500 alunos, ainda em 2014.

Os pilotos devem começar no segundo semestre letivo de 2014, com expectativa de continuação ao longo do ano de 2015, para acompanhamento total de 18 meses. As inscrições de projetos podem ser realizadas até o dia 14 de março por meio do formulário: https://pt.surveymonkey.com/s/StartEdnasEscolas.

Já a divulgação dos selecionados será realizada por meio do site da Fundação Lemann, em 11 de abril. Mais informações estão disponíveis no edital: http://fundacaolemann.org.br/uploads/arquivos/start_ed_nasescolas_final.pdf

O que é o Start-Ed - O Start-Ed é um programa criado pela Fundação Lemann em 2013, com o intuito de contribuir para o desenvolvimento de um ambiente empreendedor no Brasil focado em tecnologia e educação. Em 2014, o Start-Ed se amplia em duas categorias: o Start-Ed nas Escolas e o Start-Ed Lab, voltado a empreendedores com projetos em estágio de desenvolvimento.

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Educação online com qualidade é um sucesso

free_education.jpg20/02/2014 - Você já imaginou a possibilidade de fazer um curso online ministrado por um ganhador do Prêmio Nobel, gratuitamente? O curso existe, tem oito semanas e começou nesta segunda-feira, (17).

O curso Os Mercados Financeiros, ministrado por Robert Shiller, ganhador do Prêmio Nobel - já obteve mais de 100.000 inscrições em todo o mundo.

"É o nosso curso MOOC mais popular neste momento", diz Lucas Swineford, diretor-executivo da difusão digital e educação on-line de Yale. Provavelmente é um recorde, termos 110.000 inscrições confirmadas para um curso de negócios on-line".

robert_shiller.jpgEm um vídeo no site da Coursera que introduz o conceito de Mercados Financeiros para os alunos, Shiller diz que este curso abordar o mercado de ações e o mercado de títulos, o sistema bancário, os mercados de opções, mercados futuros e os mercados de riscos.


"Alguns dessas assuntos são desconhecidos para a maioria das pessoas, por isso é um curso básico, e objetiva também explicar o seu funcionamento na sociedade", diz ele.

Legenda: Robert Shiller, da Yale, será o primeiro ganhador do Prêmio Nobel, a ministrar um curso da MOOC

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Você sabe o que significa a sigla MOOC?

MOOC.jpg20/02/2014 - Para quem não sabe, MOOC, do inglês Massive Open Online Course, ou Curso Online Aberto e Massivo é um desenvolvimento recente na área de educação a distância, e uma progressão dos ideais de educação aberta sugerido pelo REA - Recursos Educacionais Abertos.

O MOOC tem como raízes o movimento dos Recursos Educacionais Abertos e do Conectivismo. Mais recentemente, uma série de projetos de MOOC têm surgido de forma independente, como Coursera, Udacity e EDX. Veja mais sobre o EDX em um artigo especial no portal Telequest.

No Brasil, a primeira iniciativa MOOC foi lançada pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp) com o nome Unesp Aberta. A plataforma disponibiliza gratuitamente os conteúdos e materiais didáticos dos cursos de graduação, pós-graduação e extensão da Universidade, elaborados em formato digital em parceria com o Núcleo de Educação a Distância da Universidade (NEaD) para qualquer pessoa com acesso a Internet no Brasil e no mundo. Estes materiais são organizados em cursos completos e livres, sem certificação ou assessoria pedagógica, e estão divididos em áreas do conhecimento e temas abordados. Os 70 cursos disponíveis possuem conteúdos como videoaulas, textos, atividades, animações, apostilas e softwares educacionais de disciplinas das áreas de Humanas, Exatas e Biológicas, que estão hospedados no Acervo Digital da Unesp. A Unesp Aberta reúne, também, 196 e-books do selo Cultura Acadêmica (iniciativa da Editora Unesp e da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Unesp) e o acervo da biblioteca digital – que agrupa materiais pertencentes aos centros de documentação da Universidade e do sistema de bibliotecas. Mais de 37.400 pessoas já se inscreveram para realizar um destes cursos e a plataforma já foi visualizada mais de 1 milhão e 600 mil vezes.

Em seguida, foram lançados MOOCs com certificação pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com o portal brasileiro Veduca com dois cursos MOOC: Física Básica, do professor Vanderlei Salvador Bagnato, e Probabilidade e Estatística, dos professores Melvin Cymbalista e André Leme Fleury. Os estudantes que desejarem obter um certificado precisam fazer uma prova presencial. Nas duas primeiras semanas desde o lançamento, que aconteceu na Escola Politécnica da USP no dia 12 de junho de 2013, os dois cursos receberam inscrições de mais de 10.000 estudantes.


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Inclusão digital capacita jovens no sertão cearense

ceara_microsoft.jpg16/12/2013 - Antes baseada na agricultura familiar, cidade de Tauá vem apoiando seu desenvolvimento social na implantação de projetos de capacitação em TI; ONG Instituto Quinamuiú, parceria da Microsoft, é um exemplo na formação de novos talentos na área

Município nordestino melhor classificado no Índice Brasil de Cidades Digitais, Tauá, localizado a 370 km de Fortaleza e com apenas 55 mil habitantes, conseguiu promover uma verdadeira revolução na vida da população, principalmente dos jovens, maiores beneficiados com a forte inclusão digital iniciada em 2006. Intitulado Município Digital, o programa é fruto de uma parceria entre a Prefeitura e o Ministério das Comunicações, contemplando quatro pilares: Conectividade, Capacitação, Inovação e Empreendedorismo. Aproximadamente 4 mil jovens já foram capacitados desde o ano passado, graças a uma parceria da ONG Instituto Quinamuiú com o programa Microsoft YouthSpark, criado há pouco mais de um ano pela gigante mundial da tecnologia.

Aproveitando a vocação da juventude de Tauá para a área de TI e com foco na formação de novos talentos, a ONG Instituto Quinamuiú, criada em 2010, trabalha na capacitação contínua de jovens, incluindo-os no mercado de trabalho, fomentando o progresso das micro e pequenas empresas da região e atraindo novos investimentos. Em 2012, a ONG recebeu o equivalente a US$ 100 mil em licenças Microsoft. Assim, diversos cursos gratuitos são oferecidos na ONG, utilizando programas como o Visual Studio, Windows e o pacote Office.


Iniciativa global gerada por meio de parcerias com governos, entidades sem fins lucrativos e empresas, o YouthSpark inclui uma série projetos voltados para o potencial dos jovens e suas necessidades de crescimento pessoal e profissional, como os Centros de Inovação – Microsoft Innovation Center (MIC), o Students do Business (S2B), o Innovate for Good, a ImagineCup e o programa de doação de softwares.


Elvis Gonçalves, Coordenador de projetos do Instituto Quinamuiú, revela a importância da parceria para a cidade: "A doação de softwares e licenças da Microsoft possibilitou a criação de cursos de informática básica e profissionalizantes, ampliando a possibilidade de uma rápida geração de emprego e renda. Hoje, os alunos vêm se formando na universidade e já até criaram cooperativas de desenvolvimento de softwares. Escolas particulares e empresas locais estão preferindo desenvolver soluções na própria Tauá, em vez de Fortaleza", afirma Elvis .


Um bom exemplo disso é o de Àquilas Cavalcanti, de 19 anos de idade. Ele está criando programas para o comércio local, além de ter desenvolvido um sistema que automatizou as informações da Secretaria de Saúde de Tauá. "Graças ao curso de informática feito em Tauá, em 2012, percebi as oportunidades que poderiam surgir com a dedicação na área. Hoje, estou no Instituto Federal do Ceará (IFCE) cursando Telemática e trabalho criando meus próprios projetos", afirma Àquilas, que também já cria aplicativos para tablets e faz parte de uma associação que desenvolve tecnologias para a melhoria da qualidade de vida na região, a ADETT – Associação de Desenvolvimento Tecnológico de Tauá.


As mudanças trazidas pelo uso da tecnologia no município de Tauá não contemplam apenas os jovens. Hoje, 86% da população tem acesso à internet, tanto na zona urbana como na rural. "Cursos são oferecidos também para os mais velhos e até deficientes, como no caso do curso de Windows voltado para cegos", pontua Elvis, que ressalta a vontade de muitos jovens de permanecerem trabalhando na cidade: "Tenho a satisfação de ter exemplos como o do professor Tiago, de Informática para o Trabalho. Saiu daqui e foi para São Paulo participar da capacitação Innovate for Good, da Microsoft. Voltou e hoje dá aulas aqui no Instituto", conclui Elvis.


Assim, em meio ao semiárido cearense, Tauá se destaca nacionalmente sendo um exemplo de inovação para as pequenas e grandes cidades do Brasil, buscando novos caminhos e ampliando as possibilidades para toda a população com a soma de esforços dos diversos setores da sociedade. Até 2020, a cidade planeja tornar-se um Centro Universitário voltado para a Tecnologia da Informação, com cursos de graduação e mestrado na a área de TI.

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Crianças navegam sem a orientação de adultos

kids.jpg03/12/2013 - Mais de dois terços das crianças e adolescentes brasileiros usuários de Internet acreditam que conhecem mais sobre a Internet do que seus pais ou responsáveis. Mais da metade (53%) vivem em famílias em que os adultos responsáveis por elas não são usuários de Internet. O contraste é impressionante quando a comparação é feita com crianças e adolescentes europeus - apenas 28% a 46% (dependendo da classe social) afirmam que sabem mais do que seus pais sobre Internet.

Estas são algumas das descobertas publicadas na última segunda-feira (25) pelo EU Kids Online, um projeto de pesquisa coordenado pela London School of Economics and Political Science (LSE).

O relatório utiliza os dados da primeira pesquisa abrangente sobre experiências on-line de crianças e adolescentes no Brasil, a TIC Kids Online Brasil 2012, realizada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil (CETIC.br), e da pesquisa da rede europeia EU Kids Online, de 2010. O objetivo do relatório foi comparar experiências on-line de crianças e adolescentes europeias e brasileiras.

Os pesquisadores constataram que as crianças e os adolescentes do Brasil e da Europa apresentam muitos padrões semelhantes de uso e atividades realizadas on-line. Ambas as pesquisas apontam a casa e a escola como os principais locais de acesso à Internet: no Brasil, 60% acessam de casa e 42% da escola, enquanto que na Europa, 87% acessam de casa e 63% da escola.

As redes sociais são um atrativo maior para as crianças brasileiras, sendo a segunda maior justificativa para o uso da Internet, em comparação com as crianças na Europa que apontam os jogos como a segunda atividade preferida.

Os dois grupos expressam também preocupações similares sobre os riscos na Internet: as duas experiências mais registradas, pornografia e conteúdo agressivo ou violento, foram relatadas por uma em cada cinco crianças pesquisadas no Brasil e na Europa. A segunda questão mais preocupante quanto ao uso da Internet, reportada pelas crianças brasileiras (10%), está relacionada com o comportamento dos colegas, enquanto "conteúdo assustador" foi a segunda maior preocupação referida pelas crianças europeias (8%).

A análise também destaca áreas de contraste. Crianças brasileiras acessam mais a Internet a partir de locais públicos, como cybercafés (35% no Brasil, contra 12% na Europa), possivelmente sem orientação. Entretanto, o acesso a partir de bibliotecas públicas é muito mais popular na Europa (12%) do que no Brasil (4%).

A professora Sonia Livingstone, diretora do EU Kids Online, Departamento de Mídia e Comunicação da LSE, afirma que "o acesso à Internet está se espalhando rapidamente no Brasil e muitas crianças usam a rede em locais públicos. Mais da metade das atividades on-line ocorrem sem supervisão, por isso, a Europa tem liderado muitas iniciativas de segurança nos últimos anos e esperamos que algumas delas possam ser de valor também no Brasil".

Alexandre Barbosa, coautor do relatório e gerente do CETIC.br, declarou que "em um país marcado por desigualdades sociais e econômicas, com uma enorme população de jovens que acessam cada vez mais a Internet, é crucial promover iniciativas de aumento da conscientização sobre o uso seguro da Internet. A recém-publicada Pesquisa TIC Kids Online Brasil é uma importante fonte de dados para a elaboração de políticas públicas e certamente vai contribuir para promover o debate sobre as questões dos direitos digitais, liberdade de expressão e privacidade".

Metodologia

A pesquisa TIC Kids Online Brasil tem como objetivo entender as experiências de Internet de usuários com idades entre 9 e 16 anos, e do pai ou responsável legal melhor informado sobre os hábitos de Internet desses usuários. A amostragem para a Pesquisa TIC Kids Online Brasil foi inicialmente composta por até 2.500 crianças e adolescentes e seus respectivos pais ou responsáveis legais. As respostas foram somente consideradas válidas se a criança e o pai ou responsável legal foram ambos entrevistados em uma casa selecionada. Ao final da coleta de dados, 1.580 entrevistas haviam sido realizadas com as crianças e também com seus pais ou responsáveis legais.

Para ter acesso aos dados da análise comparativa entre a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2012 e a EU Kids Online acesse bit.ly/1aULlfz.

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Cisco: formação e certificação em redes IP

study_learn.jpg14/11/2013 - A empresa oferecerá um novo programa que inclui formação em Internet de Todas as Coisas, avaliações e a certificação Cisco Certification Specialist para impulsionar o desenvolvimento de habilidades em rede em diferentes setores econômicos. O anúncio foi realizado durante o Fórum Mundial de Internet de Todas as Coisas, em Barcelona.

De acordo com um estudo recente publicado pelo Banco Mundial, o setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) está crescendo com rapidez, com um mercado global de US$ 800 bilhões. Além disso, estima-se que nos próximos 10 anos haverá dois milhões de postos de trabalho não preenchidos relacionados com o setor em todo o mundo, um déficit de profissionais que alcançará 8,2% em 2022.

Para atender essa demanda, instituições de educação e treinamento terão que aumentar significativamente seu número de graduados técnicos – 222.000 a mais por ano entre 2014 e 2022. Reconhecendo essa situação, a Cisco está empenhada em atender a demanda de profissionais altamente qualificados, via programas estratégicos e colaborações para as gerações atuais e futuras.

O anúncio reforça o investimento da Cisco em educação. Em colaboração com os principais líderes da indústria, o portfólio de educação vai ajudar a atender a crescente necessidade de profissionais especializados capazes de oferecer conhecimentos de redes IP (Internet Protocol), com foco em automação, indústria e energia, e uma futura expansão para incluir igualmente indústrias transformadoras. Pelo programa de certificação, a Cisco e os novos parceiros da indústria vão unir forças para ajudar a reabilitar um número significativo de profissionais nessas áreas.

Além de identificar a necessidade de melhorar a preparação dos atuais profissionais do setor, a Cisco está dedicada a preparar os estudantes atuais e futuros para as demandas de uma força de trabalho moderna. Um foco aprimorado em habilidades na ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM: Science, Technology, Engineering and Math) é cada vez mais relevante para graduados fazerem a transição entre carreiras na indústria de tecnologia da informação. Assim, a Cisco anuncia hoje a aliança-chave com a Academia de Ciências de Nova Iorque (New York Academy of Sciences), estabelecendo a Aliança Global STEM com o objetivo de formar a próxima geração de profissionais de IoT, com recursos curriculares, orientação intergeracional e acesso à ciência de ponta e pesquisas tecnológicas para estudantes ao redor do mundo. A Malásia e a cidade de Barcelona serão as primeiras a se juntar à Aliança.

Principais destaques:
• Learning@Cisco, em conjunto com seus parceiros, oferecerá cursos de formação e certificações em Internet das Coisas que mapeiam as novas oportunidades em múltiplos setores. Estes programas de nível global irão ajudar a estabelecer um quadro para que indivíduos alcancem carreiras promissoras em TI e automação. Colaborações para educação STEM proporcionarão habilidades fundamentais necessárias para suportar uma força de trabalho sustentável mundialmente.

• A Aliança STEM Global permitirá a integração sólida entre tecnologia e conteúdo – efetivamente ligando os programas locais da Academia de Ciências de Nova Iorque às localidades ao redor do mundo pore plataformas online e presencial. Esta parceria vai permitir o compartilhamento de recursos de conhecimento de todos os cantos do mundo – humanizando a ciência, através do uso de tecnologia, ao ligar pessoas de todas as idades interessadas em ciência além de fronteiras geográficas.

• O programa Cisco Networking Academy vai ajudar os estudantes a se prepararem para certificações reconhecidas mundialmente e carreiras de nível de entrada de TIC em praticamente todos os tipos de indústria. Os alunos desenvolvem habilidades fundamentais no domínio da TIC, enquanto a aquisição de habilidades vitais de carreira do século 21, tais como resolução de problemas, colaboração e pensamento crítico. Os cursos são oferecidos em vários idiomas, com um modelo de aprendizagem misto, que combina aulas teóricas com currículos on-line, ferramentas interativas, atividades práticas e avaliações on-line. O Networking Academy, em colaboração com instituições de ensino, atinge atualmente mais de um milhão de estudantes em 165 países.

Recursos adicionais:
• Mais recursos sobre o Fórum Mundial de Internet das Coisas: http://www.iotwf.com
• Para saber mais sobre os treinamentos e certificações Cisco, visite o Cisco Learning Network: www.ciscolearningnetwork.com
• Mais informações sobre o Cisco Network Academy: http://www.cisco.com/web/learning/netacad/index.html
• Saiba mais sobre a Aliança STEM Global: www.nyas.org/GlobalSTEMAlliance

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