Cisco: formação e certificação em redes IP

study_learn.jpg14/11/2013 - A empresa oferecerá um novo programa que inclui formação em Internet de Todas as Coisas, avaliações e a certificação Cisco Certification Specialist para impulsionar o desenvolvimento de habilidades em rede em diferentes setores econômicos. O anúncio foi realizado durante o Fórum Mundial de Internet de Todas as Coisas, em Barcelona.

De acordo com um estudo recente publicado pelo Banco Mundial, o setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) está crescendo com rapidez, com um mercado global de US$ 800 bilhões. Além disso, estima-se que nos próximos 10 anos haverá dois milhões de postos de trabalho não preenchidos relacionados com o setor em todo o mundo, um déficit de profissionais que alcançará 8,2% em 2022.

Para atender essa demanda, instituições de educação e treinamento terão que aumentar significativamente seu número de graduados técnicos – 222.000 a mais por ano entre 2014 e 2022. Reconhecendo essa situação, a Cisco está empenhada em atender a demanda de profissionais altamente qualificados, via programas estratégicos e colaborações para as gerações atuais e futuras.

O anúncio reforça o investimento da Cisco em educação. Em colaboração com os principais líderes da indústria, o portfólio de educação vai ajudar a atender a crescente necessidade de profissionais especializados capazes de oferecer conhecimentos de redes IP (Internet Protocol), com foco em automação, indústria e energia, e uma futura expansão para incluir igualmente indústrias transformadoras. Pelo programa de certificação, a Cisco e os novos parceiros da indústria vão unir forças para ajudar a reabilitar um número significativo de profissionais nessas áreas.

Além de identificar a necessidade de melhorar a preparação dos atuais profissionais do setor, a Cisco está dedicada a preparar os estudantes atuais e futuros para as demandas de uma força de trabalho moderna. Um foco aprimorado em habilidades na ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM: Science, Technology, Engineering and Math) é cada vez mais relevante para graduados fazerem a transição entre carreiras na indústria de tecnologia da informação. Assim, a Cisco anuncia hoje a aliança-chave com a Academia de Ciências de Nova Iorque (New York Academy of Sciences), estabelecendo a Aliança Global STEM com o objetivo de formar a próxima geração de profissionais de IoT, com recursos curriculares, orientação intergeracional e acesso à ciência de ponta e pesquisas tecnológicas para estudantes ao redor do mundo. A Malásia e a cidade de Barcelona serão as primeiras a se juntar à Aliança.

Principais destaques:
• Learning@Cisco, em conjunto com seus parceiros, oferecerá cursos de formação e certificações em Internet das Coisas que mapeiam as novas oportunidades em múltiplos setores. Estes programas de nível global irão ajudar a estabelecer um quadro para que indivíduos alcancem carreiras promissoras em TI e automação. Colaborações para educação STEM proporcionarão habilidades fundamentais necessárias para suportar uma força de trabalho sustentável mundialmente.

• A Aliança STEM Global permitirá a integração sólida entre tecnologia e conteúdo – efetivamente ligando os programas locais da Academia de Ciências de Nova Iorque às localidades ao redor do mundo pore plataformas online e presencial. Esta parceria vai permitir o compartilhamento de recursos de conhecimento de todos os cantos do mundo – humanizando a ciência, através do uso de tecnologia, ao ligar pessoas de todas as idades interessadas em ciência além de fronteiras geográficas.

• O programa Cisco Networking Academy vai ajudar os estudantes a se prepararem para certificações reconhecidas mundialmente e carreiras de nível de entrada de TIC em praticamente todos os tipos de indústria. Os alunos desenvolvem habilidades fundamentais no domínio da TIC, enquanto a aquisição de habilidades vitais de carreira do século 21, tais como resolução de problemas, colaboração e pensamento crítico. Os cursos são oferecidos em vários idiomas, com um modelo de aprendizagem misto, que combina aulas teóricas com currículos on-line, ferramentas interativas, atividades práticas e avaliações on-line. O Networking Academy, em colaboração com instituições de ensino, atinge atualmente mais de um milhão de estudantes em 165 países.

Recursos adicionais:
• Mais recursos sobre o Fórum Mundial de Internet das Coisas: http://www.iotwf.com
• Para saber mais sobre os treinamentos e certificações Cisco, visite o Cisco Learning Network: www.ciscolearningnetwork.com
• Mais informações sobre o Cisco Network Academy: http://www.cisco.com/web/learning/netacad/index.html
• Saiba mais sobre a Aliança STEM Global: www.nyas.org/GlobalSTEMAlliance

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Educação: futuro depende de programação

analfabetismo.jpg*Ronaldo Lemos
04/11/2013 - Imaginar que ainda hoje há pessoas incapazes de ler e escrever é doloroso. Habilidades de leitura e escrita devem ser universais. No entanto, quase ninguém fica incomodado em saber que a maioria das pessoas não sabe programar. Linguagens de programação são dominadas por um percentual ínfimo da população. O que dói mais, nesse caso, é que a questão não esteja no centro da pauta das políticas educacionais.


Assim como o analfabetismo foi tolerado por muito tempo, vivemos o momento em que ainda se aceita que a maioria das pessoas não saibam nada de programação.


A consequência disso é que nosso modo de vida, cada vez mais dependente de códigos, está sendo "desenhado" por uma minoria. Sem entender ao menos o básico, não dá sequer para opinar se um sistema deveria ser feito de um jeito ou de outro. Resta apenas o papel de "usuário", desprotegido e desinformado quanto às decisões que são tomadas sobre sua vida.

Para mudar isso há uma série de iniciativas surgindo. Por exemplo, o Code.org, campanha apoiada por gente como Bill Clinton ou o rapper Will.i.am. O ponto é defender a ideia de que todo estudante deveria ter a oportunidade de aprender programação já na escola. Outras iniciativas como a CodeAcademy.com partem para a prática: oferecem ferramentas para ensinar programação on-line, para qualquer idade.

O que está em jogo aqui é o futuro da organização social. A tecnologia abre possibilidades extraordinárias de participação na vida pública. Só que saber um mínimo de programação é o requisito para que a ideia de democracia se perpetue.

JÁ ERA
 O mundo sem drones
JÁ É 
A popularização dos drones aéreos
JÁ VEM 
Drones aquáticos

*Ronaldo Lemos é diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro e do Creative Commons no Brasil. É professor de Propriedade Intelectual da Faculdade de Direito da UERJ e pesquisador do MIT Media Lab. Foi professor visitante da Universidade de Princeton. Mestre em direito por Harvard e doutor em direito pela USP, é autor de livros como "Tecnobrega: o Pará Reiventando o Negócio da Música" (Aeroplano) e "Futuros Possíveis" (Ed. Sulina).

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Rea, o recurso facilita o acesso à informação

free_education.jpg20/10/2013 - REA são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, que estão sob domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros. O uso de formatos técnicos abertos facilita o acesso e o reuso potencial dos recursos publicados digitalmente. Recursos Educacionais Abertos podem incluir cursos completos, partes de cursos, módulos, livros didáticos, artigos de pesquisa, vídeos, testes, software, e qualquer outra ferramenta, material ou técnica que possa apoiar o acesso ao conhecimento.

O termo REA vem formalizar o desenvolvimento e a potencialização de programas e recursos educacionais abertos já existentes e os que estão por vir. Várias são as iniciativas, no Brasil e no mundo que caracterizam os chamados REAs.


De acordo com Tel Amiel, pesquisador do NIED (Núcleo de Informática Aplicada à Educação) da Unicamp e coordenador do Educação Aberta, os REA fazem parte de um movimento mais amplo em favor do acesso à informação. "Temos visto discussões sobre abertura de dados, por exemplo, que fazem parte dessa ideia de facilitar o acesso à informação. Dados abertos podem não estar diretamente ligados à educação, mas a possibilidade de professores pensarem e criarem em cima de dados abertos é muito rica."


Uma das bandeiras levantadas pelo movimento brasileiro é que todo conteúdo financiado por dinheiro público fique aberto à população para uso livre. "Se um livro é produzido por financiamento de um órgão público, ele deveria estar aberto para qualquer cidadão.


Amiel cita o Scielo Books como uma iniciativa brasileira que caminha em consonância com os conceitos dos REA. "O portal de artigos científicos é uma iniciativa de editoras que lançaram livros abertos. Outro exemplo é o próprio Domínio Público, do governo, que é um pouco confuso, mas já oferece esse modelo". Outras iniciativas seriam a biblioteca Brasiliana, da USP, a Matemática Multimídia, da Unicamp, e ainda o Projeto Folhas da Secretaria de Educação do Paraná, com licenças abertas para livros impressos. "No mundo, grandes referências são a própria Wikipedia, o site Connexions, que permitem a remixagem dos materiais oferecidos por lá e licenças de direitos autorais abertos como os da Creative Commons.

Para Amiel, o conceito mais interessante por trás dos REA é o de garantir maior acesso aos recursos didáticos e às infinitas possibilidades que as novas tecnologias podem viabilizar. "Talvez essa necessidade de difundir o termo REA, mesmo depois de dez anos, seja natural. Estamos caminhando, mas é fato que ainda não ultrapassamos um problema básico, que é o de acesso. Nem todos têm banda larga para internet e é preciso haver melhor formação dos professores... O potencial dos REA não exclui a necessidade de lidar com outros problemas."

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Videoaulas focam exames do ENEM e Vestibular

web_school.jpg18/10/2013 - O Descomplica, plataforma de educação online na preparação de alunos para ENEM e vestibulares, fechou parceria com o portal MSN para fornecer gratuitamente, conteúdo preparatório para os exames em formato de vídeo. Para acessar os vídeos disponíveis para estudo, clique no link

Na primeira fase do projeto, serão postados três vídeos por semana, cada um com cinco minutos de duração, sempre às segundas, quartas e sextas. As disciplinas contempladas são Matemática, Português e Redação. Em uma segunda fase, que deve ir ao ar no próximo mês, testes e conteúdos de apostilas também serão disponibilizados pelo Descomplica no MSN, de forma a auxiliar os alunos no reforço das matérias preparatórias para os vestibulares e para o ENEM.

Logaritmos, conjuntos numéricos e geometria serão alguns dos conteúdos abordados nos vídeos de Matemática. Já os vídeos de Redação trarão temas como conteúdo, estrutura e linguagens de textos dissertativos, além de dicas para o planejamento e o desenvolvimento do texto. Reforma ortográfica, metáfora, metonímia e funções da linguagens estarão entre os temas dos vídeos de Português.

O conteúdo, gratuito, será elaborado pelos professores do Descomplica Rafael Cunha, Marquinho Laurindo, Lúcia Deborah, Diogo Mendes, Gláucio Pitanga e Álvaro Netto e poderá ser acessado pelo link.
http://noticias.br.msn.com/educacao/video-aulas.aspx

In Press Porter Novelli

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Os 10 países com maior escolaridade superior

higher_education2.jpg15/10/2013 - Estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, organização internacional com 34 membros, que tem sede em Paris), que mostra o ranking dos 10 países com maior percentual de adultos com curso superior, divulgado hoje (15) pelo Wall Street Journal (24/7 Wall St. <O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.>).

São os seguintes: Rússia, Canadá, Japão, Israel, Estados Unidos, Coréia do Sul, Reino Unido, Nova Zelândia, Finlândia e Austrália.

A seguir, o texto em inglês:

The Most Educated Countries in the World
October 15, 2013 by Mike Sauter

1. Russian Federation

- Pct. population with tertiary education: 53.5%
- Average annual growth rate (2000-2011): n/a
- Education expenditure as pct. of GDP: 4.9% (5th lowest)

In 2011, more than half of Russia's population 25 to 64 had attained a tertiary education. Additionally, nearly 95% of adults held at least an upper-secondary qualification at that time, compared with the OECD average of 75%. Russia has, according to the OECD, a "historically strong investment in education." However, recent news could tarnish Russia's well-educated image. Reports suggest widespread corruption in the education system, including cheating on standardized tests, selling of doctorates to politicians and the wealthy and fake thesis factories.

2. Canada

- Pct. population with tertiary education: 51.3%
- Average annual growth rate (2000-2011): 2.3%
- Education expenditure as pct. of GDP: 6.6% (10th highest)

As of 2011, about one in four Canadian adults — the highest proportion in the OECD — had attained a career-oriented, skill-based education. In 2010, Canada spent $16,300 for post-secondary schooling per student annually, second only to the United States, which spent well over $20,000 per student. As a percentage of GDP, Canada spent nearly double the OECD average on the equivalent of a bachelor's degree.

3. Japan

- Pct. population with tertiary education: 46.4%
- Average annual growth rate (2000-2011): 3.0% (14th lowest)
- Education expenditure as pct. of GDP: 5.1% (6th lowest)

Japan spent a smaller percentage of its GDP on education than the average country measured by the OECD. But the country still has one of the most educated populations in the world. Additionally, nearly 23% of Japanese adults were proficient at the highest levels of literacy, roughly double the U.S. proportion. High school graduation rates were also among the best in the world in 2011. According to the OECD, average yearly spending per tertiary student in 2010 was considerably higher than the OECD average, and it is expected to increase.

4. Israel

- Pct. population with tertiary education: 46.4%
- Average annual growth rate (2000-2011): n/a
- Education expenditure as pct. of GDP: 7.5% (5th highest)

In Israel, 18- to 21-year-old men and 18- to 20-year-old women are required to enlist in the military. According to the OECD, this has resulted in much lower levels of enrollment for residents in this age group. The average graduate from a tertiary program in Israel also tends to be older than in much of the OECD. Annual spending per student for primary through tertiary education is considerably lower than other well-educated countries. With two American chemists who emigrated from Israel winning the Nobel Prize recently, the country may attempt to boost tertiary funding in the future, according to The Wall Street Journal.

5. United States

- Pct. population with tertiary education: 42.5%
- Average annual growth rate (2000-2011): 1.4% (the least)
- Education expenditure as pct. of GDP: 7.3% (6th highest)

Public spending increased by 5% on average among OECD countries between 2008 and 2010. In the United States, however, spending decreased by 1% during that time. Still, the U.S. spent more than $22,700 per student in 2010 across all levels of education, by far the most among countries reviewed. Once they have 10 years of experience under their belt, American secondary school teachers earn some of the highest salaries for their profession among developed nations. Yet, on average, 16- to 24-year-olds in the U.S. display the lowest mathematical proficiency out of all the countries assessed by the OECD.

6. Korea

- Pct. population with tertiary education: 40.4%
- Average annual growth rate (2000-2011): 4.9% (6th highest)
- Education expenditure as pct. of GDP: 7.6% (3rd highest)

Koreans have a relatively good chance of finding a job after receiving an education. Just 2.6% of adults in the country with the equivalent of a bachelor's degree were unemployed. This was less than any country reviewed by the OECD with the exception of Norway. Korean teachers have among the best salaries among countries reviewed by the OECD. As a percentage of GDP, spending on tertiary education and advanced research programs in 2010 was the highest among countries reviewed. Most of this did not come from the Korean government. Private expenditure accounted for 72.74% of post-secondary institutions funding, third highest in the OECD.

7. United Kingdom

- Pct. population with tertiary education: 39.4%
- Average annual growth rate (2000-2011): 4.0%
- Education expenditure as pct. of GDP: 6.5% (12th highest)

About three-quarters of tertiary education in the United Kingdom was funded by private sources in 2010, second only to Chile among countries reviewed by the OECD. This share of private expenditure on tertiary education has more than doubled since the year 2000. Overall spending on education has gone up in the U.K. According to the OECD, that investment has paid off, as evidenced by the country's increased tertiary graduation rates. Additionally, since 2000, the U.K. has become a preferred destination for international students, second only to the United States.

8. New Zealand

- Pct. population with tertiary education: 39.3%
- Average annual growth rate (2000-2011): 2.9%
- Education expenditure as pct. of GDP: 7.3% (7th highest)

After completing secondary school, many New Zealanders pursue technical, skill-based educations. Of the country's adults, well over 15% had attained this kind of college education, among the highest proportions among nations reviewed by the OECD. Spending on education in New Zealand amounted to 7.28% of national GDP in 2010, about the same proportion as the United States. An estimated 21.2% of the New Zealand government's total spending went to education, nearly double the OECD average.

9. Finland

- Pct. population with tertiary education: 39.3%
- Average annual growth rate (2000-2011): 1.7%
- Education expenditure as pct. of GDP: 6.5% (11th highest)

Based on the performance of Finland's secondary school students on international tests, the country has a very effective education system. Finland's investment in education continues past secondary school. The Finnish government spent nearly 2% of its GDP on bachelor's degree equivalent programs, higher than every country reviewed excepting Korea. Finland's higher education system is almost entirely government-run. Public funding accounted for nearly 96% of all tertiary spending in the country in 2010, more than every other country except for Norway. The OECD average was just 68%.

10. Australia

- Pct. population with tertiary education: 38.3%
- Average annual growth rate (2000-2011): 3.1%
- Education expenditure as pct. of GDP: 6.1% (15th lowest)

Australia has been a popular destination for international students for some time. In 2009, more than 25% of the total population in Australia was foreign-born, the highest percentage of any country reviewed by the OECD. According to The Wall St. Journal, however, foreign students' interest in Australian tertiary education is declining, and Australian universities have restructured their programs to better compete for international students. Recipients of advanced degrees in Australia have a relatively high chance of finding a job. In 2011, Australian adults who completed advanced research programs had among the lowest unemployment rates in the world.
Between 2010 and 2011, the percentage of adults with a college degree in the United States remained unchanged at 42%. Since 2000, the proportion of college graduates has grown at one of the slowest rates among developed countries. At the same time, the country continues to score worse than most developed nations in high-level math and reading skills.

According to the Organization for Economic Co-operation and Development's latest report, as of 2011, an estimated 53.5% of Russian adults held a tertiary degree, which is the equivalent of a college degree in the United States. It was the highest proportion among the developed countries considered by the OECD. While the U.S. has failed to improve recently, it still did far better than most, ranking fourth overall. 24/7 Wall St. reviewed the 10 countries with the highest proportion of adults holding a college degree.

The most educated populations tend to be in countries where spending on all levels of education is among the highest. The United States, for example, spent 7.3% of its gross domestic product (GDP) on education in 2010, the sixth highest among the countries reviewed by the OECD. Eight of the 10 most educated countries spent more than the OECD average on education, both as a percentage of GDP and in dollars per capita.

Russia and Japan are exceptions to this trend. In Russia, per student spending on education was just 4.9% of GDP, or barely more than $5,000 per student. Both figures were among the lowest among all countries reviewed. In the United States, spending per pupil was more than three times as much.

In most of the countries with high levels of tertiary education, private spending accounts for a much larger proportion of total spending. Of the 10 countries with the highest tertiary education levels, nine had very high levels of total education spending coming from private sources. In the U.S., for example, nearly three-quarters of all education spending came from non-public sources, compared to the OECD average of 32%.

Many of the best educated countries tend to have higher levels of advanced skills. Japan, Canada and Finland — countries with very well-educated populations — were among the highest performing countries in literacy and math proficiency exams. The U.S. is a notable exception to this rule.

Those higher skills appear to have paid off for residents in these countries. Across OECD countries in 2011, unemployment rates were lower for young adults who had completed upper secondary or post-secondary education. The top educated countries were no exception. In the United States, the unemployment rate for residents was 6.5%, compared to an 8.1% rate overall.

According to OECD analyst Gara Rojas González, tertiary education is crucial not just for individuals' success, but also for countries to weather poor economic conditions. "After the strong impact of the financial crisis, not surprisingly, unemployment rates increased at each level of education, but the increase has been smaller among higher-educated people. At higher levels of attainment, people are less exposed to unemployment and have better chances to keep participating actively in the economic system, for the benefit of both individuals and society."

To identify the most educated countries in the world, 24/7 Wall St. reviewed the 10 countries with the highest proportions of residents aged 25 to 64 with a tertiary education in 2011. These data were included as part of the OECD's Education at a Glance 2013 report. The countries considered by the report included the 34 OECD member countries, and eight non-OECD nations. Included in the report were data on the proportion of adults completing various levels of education, unemployment levels, as well as public and private expenditure. We also reviewed data from the OECD's recently-released Survey of Adult Skills, which included advanced adult proficiency in both math and reading. The most current figures for education expenditure by country are from 2010. All ranks are out of the countries with available data reviewed by the OECD. All figures are the most recent available at the time the report was assembled.

These are the 10 most educated countries in the world.

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Sites e aplicativos alteram a rotina nas escolas

devices_kids.jpgDebra Donston-Miller
15/10/2013 - A tecnologia da informação tornou-se tão comum em nossa rotina de trabalho e na vida pessoal que é difícil imaginar a vida sem ela.

Somos orientados no trânsito pelo GPS, lemos livros em e-readers, colaboramos com colegas em documentos na nuvem, nos conectamos com amigos em redes sociais e muito mais. E fazemos tudo de nossos smartphones e tablets.

A tecnologia também está modificando a forma como os professores ensinam e os alunos aprendem. O Plano Nacional de Educação Tecnológica americano exige mudanças revolucionárias na educação, utilizando a tecnologia. "Aprendizagem baseada em tecnologia e sistemas de avaliação serão fundamentais para melhorar a aprendizagem dos alunos e gerar dados que podem ser usados para melhorar continuamente o sistema de ensino em todos os níveis ", diz o plano. "A tecnologia nos ajudará a executar estratégias de ensino colaborativos, combinados com aprendizagem profissional para se preparar e melhorar as competências e conhecimentos dos educadores ao longo de suas carreiras. Para encurtar a nossa curva de aprendizado, devemos observar empresas e negócios que têm usado a tecnologia para melhorar resultados e aumentar a produtividade." Em outras palavras, o que funciona para o mundo dos negócios deve funcionar em sala de aula.

Isso é verdade agora mais do que nunca, as normas estaduais núcleo comum forão adotadas em todo o país. Qualquer tecnologia recomendada hoje será ultrapassada em cinco anos ou menos, à medida que novas tecnologias devem aparecer.

A boa notícia é que existem muitas opções para escolher. Plataformas de blogs, quadros eletrônicos, tablets, smartphones.

A má notícia é que a maioria das escolas não estão preparadas para avaliar e implementar novas tecnologias. Além disso, ainda há um nervosismo geral sobre o uso da mídia social na sala de aula, especialmente no ensino fundamental. Continua a dúvida de como as escolas devem observar e aprender com os modelos no mundo dos negócios, incluindo a possibilidade de os alunos trazerem seu seu próprio dispositivo (BYOD).

A seguir, selecionamos 10 ferramentas que podem ajudá-lo a criar um ambiente de aprendizagem envolvente, bem como acomodar os orçamentos da educação apertados. Algumas das ferramentas, como Twitter e Facebook, vão exigir fiscalização dos professores.

Olhe para esses sites como uma oportunidade de ensinar aos alunos não só com o currículo na mão, mas também com o uso seguro e eficaz da tecnologia.

Twitter

Nos EUA os professores usam usam o Twitter para manter os pais informados sobre o que está acontecendo na sala de aula e a rede oferece aos alunos uma saída para a escrita criativa. Os alunos mais responsáveis devem assumir o comando do Twitter, antes que qualquer informação seja ostada.

Facebook

Tal como acontece com o Twitter, o Facebook fornece aos alunos uma audiência instantânea. Além disso, o recurso do Timeline mantém o conteudo aprendido nas salas de aula ao longo do ano. Ele também oferece aos pais e encarregados da educação, a oportunidade de comentar sobre o trabalho do aluno, facilitando os envolvidos na educação de seus filhos.
Alguns professores estão usando o Facebook para apresentar obras de literatura clássica, para que os alunos postem e comentem sobre personagens de um romance ou uma peça de Shakespeare. A página de Educação do Facebook oferece dicas e histórias de sucesso. Visite Facebook in Education em ingles https://www.facebook.com/education

Pinterest

Quadros de avisos têm sido associados com salas de aula, tanto para postar notícias como para mostrar o trabalho do aluno. Agora as salas de aula estão usando o Pinterest para compartilhar seus trabalhos. Criar quadros para as diferentes disciplinas, de diferentes classes, diferentes unidades - as possibilidades são infinitas. E os professores podem encontrar uma série de idéias no Pinterest.

Skype

Skype pode ser usado em sala de aula com várias funções, mas o melhor é manter contato com pessoas que nunca poderiam ter acesso. Muitos autores americanos fazem apresentações via Skype. Nas salas de aula pode-se fazer conexões com os cientistas, matemáticos, líderes comunitários e crianças da sua idade de diferentes comunidades ou até mesmo países. O Skype oferece idéias e projetos. Visite Skype in the classroom no link em ingles: https://education.skype.com

Blogs educativos

Sites como Twitter e Facebook proporcionam aos alunos uma audiência mundial e uma plataforma na qual eles podem colaborar e se comunicar. Mas alguns os sites também podem introduzir segurança e privacidade sem preocupações. Edublogs é um exemplo de publicação colaborativa e ambiente de comunicação, que permite criar e gerenciar blogs de estudantes e professores, personalizar rapidamente projetos, incluir vídeos, fotos e podcasts. Visite o site Edublogs em ingles: http://edublogs.org

Prezi

Para se preparar para a faculdade e começar uma carreira, cada aluno deve ser capaz de criar e fazer apresentações. Google Apps inclui algumas ferramentas colaborativas de produtividade do escritório para a educação, incluindo uma ferramenta de apresentação. A Microsoft PowerPoint também faz um bom trabalho, mas para ferramentas gratuitas de criação, apresentação e colaboração, tente o Prezi serviço gratuito online. Visite o site em ingles: http://prezi.com
http://prezi.com/fjo8xytivhkh/shepard-the-giant/

Armazenamento em nuvem

Serviços de armazenamento baseados em nuvem, tais como Box, Dropbox, Google Drive e Microsoft SkyDrive oferecem aos alunos e professores uma maneira de armazenar e acessar dados de qualquer lugar, usando qualquer dispositivo. Armazenamento baseado em nuvem se torna especialmente atraente para educadores que enriquecem suas aulas com palestras e outros recursos para aprender fora da sala de aula, reservando o tempo de aula para projetos colaborativos.

Smartphones

Cada vez mais, os dispositivos digitais pessoais dos alunos, os seus smartphones, são mais poderosos do que qualquer coisa que uma escola pode fornecer. Muitas escolas americanas liberaram alunos e professores para usarem em sala de aula seus smartphones, uma versão educacional do modelo (BYOD), ou seja trazer seu próprio dispositivo. Evidentemente, isso traz  uma dupla de preocupações: a segurança e equidade. Muitas escolas não se sentem capazes de garantir o uso seguro dos alunos com tantos dispositivos diferentes, nem todos os alunos podem trazer um dispositivo móvel para a escola.

Tablets

Tablets são um divisor de águas para muitas escolas. Eles são relativamente baratos, rápidos para iniciar, de longa duração com uma única carga da bateria e divertido de usar com alunos de todas as idades. Em um mundo perfeito, cada sala de aula será equipada com seus próprios tablets. Entretanto, alguns alunos estão trazendo seus próprios tablets para a escola, enquanto outras escolas com orçamentos limitados, não conseguem aproveitar esta tecnologia.

Aplicativos educativos

Aplicativos educativos cobrem vários tópicos, ajudam os alunos a melhorar a sua leitura e colabora com as crianças que estão lutando com a matemática. Isso não quer dizer que todos os aplicativos são bons, na verdade, muitos são realmente ruins. Os educadores devem acompanhar cuidadosamente todos os aplicativos que eles recomendam para seus alunos.

http://www.informationweek.com/education/instructional-it/10-tech-tools-to-engage-students/240158352?pgno=1

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