App denuncia violência contra mulheres

musa2.jpg11/07/2017 - O cenário da violência contra a mulher no Brasil é alarmante. Dados oficiais mostram que mais de 200 mulheres são agredidas diariamente pelo país – uma a cada sete minutos. E, dentre esses casos, mais de 80% são originados no próprio ambiente doméstico, sendo o agressor, na maioria das vezes, um familiar: companheiro, parente ou colega.

Buscando ajudar as mulheres a se protegerem da violência, a JMMTech, startup sediada no Vale do Jequitinhonha - MG, lança nesta terça-feira (11) o MUSA (Mulher Salva), uma ferramenta digital que permitirá denunciar em tempo real ameaças ou agressões a pessoas próximas e até policiais.

O MUSA é totalmente gratuito e funciona por meio de dois aplicativos interligados: um destinado à potencial vítima e outro ao Anjo da Guarda, que são pessoas convidadas pela própria usuária para receber os chamados de emergência.

Quando a vítima pressiona o botão de alerta, um chamado é enviado imediatamente aos Anjos da Guarda, informando o local e momento da agressão. O app ainda permite preencher dados adicionais do agressor – que, na maioria das vezes, é alguém conhecido – como nome, idade, onde mora e histórico processual. Somente os denunciantes e os Anjos terão acesso a esses dados.

Policiais de todo o Brasil também poderão se inscrever como Anjos da Guarda e receber todos os chamados de sua região de atendimento. Para isso, basta que a sua unidade aceite participar do Sistema e autorize a inscrição de cada agente em uma plataforma WEB. Esta plataforma permite, inclusive, que cada unidade da Polícia Militar monitore todos os agentes que estejam cadastrados no sistema, assim como os seus chamados e dados estatísticos.

Mais informações em: http://jmmtech.com.br

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Falta legislação para baterias de lítio no Brasil

batery_litio2.jpg03/07/2017 - Mesmo com o grande número de casos de acidentes registrados nos últimos anos, a aplicação de baterias de lítio segue crescendo. De laptops a smartphones, passando por tablets, brinquedos (como o hoverboard), power banks e outros gadgets eletrônicos, este tipo de componente está presente nos mais diversos equipamentos. E, em diversos países, seu uso está sendo ampliado para novos segmentos como a mobilidade (carros elétricos) e residencial (baterias domésticas para energia solar).

“Com a popularização, temos um forte impulso por modelos cada vez menores, mais leves, com maior capacidade de armazenamento de energia e carregamento rápido”, contextualiza Jose Antonio de Souza Junior, gerente de operações da divisão Consumer Technology da UL do Brasil, uma das empresas líderes globais em ciências da segurança. “Se, por um lado, esta tendência estimula o desenvolvimento técnico, por outro gera um desafio para a questão de confiabilidade destes equipamentos”, complementa Junior.

A equipe de técnicos da UL, que há mais de 30 anos atua no segmento de baterias, participou do estudo de casos recentes de acidentes causados por este componente, como dos hoverboards, do Boeing 787 entre outros.

O que gera os acidentes - A bateria é um dispositivo que armazena e gera energia elétrica mediante reações eletroquímicas de oxidação (perda de elétrons) e de redução (ganho de elétrons). Sua unidade básica é a célula, formada por dois eletrodos (placas positiva e negativa) separados fisicamente por material isolante elétrico. A transferência dos elétrons de uma placa para a outra, que ocorre no circuito elétrico externo, gera a corrente elétrica.

A maioria dos acidentes ocorre quando há aquecimento excessivo da bateria ou pressão mecânica sobre sua área externa, levando o isolante térmico que separa os dois eletrodos a se romper e gerar um curto circuito. “O risco é causado não apenas pelo fogo, que se propaga de uma célula para toda a bateria e em alguns casos pode gerar explosões, mas também pela emissão de gases tóxicos”, explica Junior.

Normas no Brasil e no exterior - Para evitar esses problemas, as baterias devem ser projetadas e construídas com materiais que resistam ao calor e à pressão física, além de contarem com circuitos de proteção para evitar a sobrecarga. Normas desenvolvidas com participação da UL nos Estados Unidos definem padrões rígidos incluindo a composição da bateria (avaliação dos materiais), morfologia e propriedades químicas/físicas fundamentais. Para receberem a marca de conformidade norte americana, as baterias passam por diversos ensaios, entre eles de reação a altas temperaturas, reação física a incêndios (se vai ou não explodir) e impacto.

No Brasil, apenas as baterias destinadas a telefones celulares são obrigadas a passar por testes para serem certificadas pela Resolução 481/2007 da Anatel. As demais, instaladas em laptops, tablets, brinquedos e outros equipamentos podem ser produzidas e comercializadas no país sem qualquer restrição. “Este é um cenário que causa preocupação. Com a popularização de produtos como os power banks, por exemplo, que tem um grande potencial de risco, o ideal seria termos uma normatização que garantisse a segurança do consumidor e um padrão para o desenvolvimento da indústria local”, avalia Junior.

Alguns cuidados podem ser tomados pelos consumidores para minimizar o risco de acidentes com equipamentos que possuem baterias de lítio:

- Evitar exposição a altas temperaturas;

- Evitar mantê-las em ambientes úmidos

- Carregar a bateria sempre em local arejado

- Não provocar curto circuito (ligando as duas polaridades com material condutor, como um fio) ou aplicar polaridade reversa

- Não submetê-las a esforços mecânicos (esmagamento, impactos, mutilação, penetração) e não desmontá-las

- Evitar descargas completas

- Utilizar baterias certificadas

 

 

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App converge serviços de mobilidade urbana

app_mobqi.jpg26/06/2017 – O sistema traz aplicativo com informações sobre transporte, serviços e pessoas, e é totalmente gratuito

Tudo o que você precisa saber para andar pela sua cidade está reunido agora num único aplicativo. O MOBQI é uma plataforma digital que facilita a mobilidade urbana ao convergir informações úteis sobre transporte, serviços e pessoas. Nele, será possível encontrar as melhores opções de ônibus, taxis, rotas para carros, bike ou pedestres, estabelecimentos próximos, eventos, amigos e até mesmo uma paquera.

O MOBQI também terá funções para chamadas de emergência, com conexões diretas para a Polícia, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil ou SAMU.

"Cada cidade poderá utilizar o serviço para um ou mais órgãos de emergência ou segurança, de acordo com o cadastro realizado (cada órgão deverá receber um cadastro próprio)", explica Ernani Machado, fundador da MOBQI. "O mesmo vale para o transporte. Cada cidade poderá fornecer os dados de um ou mais meios – taxis, mototaxis, metrô, trem, barcas, ônibus, vans, etc.", acrescenta o executivo.

Apresentado nesta sexta-feira (23), em evento realizado na sede da Microsoft – apoiador do projeto –, o MOBQI já está disponível para download em todo o Brasil. É totalmente gratuito e possui versões para web(www.mobqi.com) e aplicativo para dispositivos móveis, compatível com os sistemas Android e iOS.

Neste primeiro momento, o MOBQI está funcionando integralmente no modal de transportes coletivos nas cidades de São Paulo – SP, Rio de Janeiro – RJ e Belo Horizonte – MG.

Dados exclusivos para órgãos públicos e empresas

O MOBQI possui uma plataforma que fornece um levantamento de dados sobre mobilidade urbana, ocorrências policiais e chamadas de emergência para municípios e órgãos públicos parceiros.

Essas informações são recolhidas por meio de apps ou mini rastreadores instalados nos veículos cadastrados – ônibus, trem, taxis, viaturas, etc. – e distribuídas aos parceiros por meio de um software, em tempo real. Os dados também ficarão disponíveis para acesso dos usuários.

"Cidades que não possuam um banco de dados sobre mobilidade urbana terão muitos benefícios com as informações reunidas pelo nosso serviço", destaca Machado.

No caso das chamadas de emergência, as informações são levadas a unidades de gerenciamento específicas, que poderão ser interligadas à sala comando de cada órgão.

Para as empresas, o MOBQI disponibiliza ainda serviços de monitoramento de frotas por um custo baixíssimo. As companhias que aderirem ao serviço poderão receber informações em tempo real sobre localização, rota percorrida, abastecimento e manutenção da frota, entre outros.

Brasileiro genuíno

Fundada pelo empresário Ernani Machado, a startup do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, já está em testes em outros cinco países (Alemanha, Estados Unidos, França, Reino Unido e Suíça). O Brasil será o primeiro país a disponibilizar o MOBQI para usuários.

O MOBQI tem apoio da Microsoft, do Governo da Inglaterra, da INOVATIVA - SEBRAE e da Fiemg Lab Comunity.

Como funciona

Funciona da seguinte forma: os veículos de transporte público (ônibus, barcas, trens, táxis, etc.) são conectados a dispositivos móveis por meio do APP e, automaticamente, o sistema começa a operar utilizando inteligência artificial.

A plataforma ainda mapeia os pontos de transporte público, além de possibilitar a chamada de táxis, ambulâncias, acionar a polícia e até os bombeiros, utilizando um sistema que integra vários serviços para empresas, usuários e governos.

Mais informações em: https://www.mobqi.com

 


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TIM incentiva a prática de exercícios com app

tim_fitness.jpg26/06/2017 - Vamos malhar? Essa é a proposta do TIM Fitness by BTFIT, aplicativo fruto de uma parceria entre a TIM e Bodytech que traz uma nova opção para quem quer ficar em forma e não ter desculpas na hora do exercício. O app já está disponível para download em smartphones iOS e Android e oferece atividades personalizadas para praticar em qualquer lugar, com vídeos de aulas diárias inéditas e assessoria de especialistas da Bodytech. Todos os clientes TIM podem contratar o serviço enviando um SMS com a palavra FIT para o número 7000.

"A TIM e a Bodytech uniram o que fazem de melhor para impulsionar ainda mais a democratização das atividades físicas e hábitos de vida saudáveis. Com essa versão especial do app BTFIT, nossos clientes poderão contar com um programa completo de exercícios com mais mobilidade, cobrança direto no celular e preços acessíveis", explica Claudio Luiz da Silva, head de VAS da TIM Brasil.

O BTFIT é um aplicativo que reúne, pela primeira vez, três serviços em uma única plataforma: personal trainer online, aulas coletivas desenvolvidas por especialistas e perfil de desempenho. Na versão exclusiva para clientes TIM, a assinatura sai por R$ 3,99 semanais, cobrados na fatura do cliente pós-pago ou descontado do saldo de créditos do cliente pré-pago. O usuário pode cancelar o serviço no momento em que quiser, sem comprometer sua renda por um longo período. Além disso, não há a necessidade de um cartão de crédito para cobrança.

Como funciona

O TIM Fitness by BTFIT possui três plataformas. Na seção Aulas Coletivas, o usuário encontra uma programação diversificada, com treinos a partir de 15 minutos e vídeos inéditos, atualizados de segunda a sexta-feira. As aulas são idealizadas por especialistas e incluem Dança, Mat Pilates, Yoga e Abdominal. Um treino de 21 minutos de Mat Pilates, por exemplo, permite queimar até 233 calorias, dependendo do condicionamento físico e da intensidade dos exercícios.

Na parte Personal Trainer Online, é possível montar um treino personalizado, com ou sem equipamentos, a partir das respostas do usuário e criar atividades para exercício na academia, com acompanhamento do professor, ou ao ar livre ou em casa, por meio de vídeos. Com base no interesse e objetivo de cada aluno, é possível perder peso e gordura, ganhar condicionamento físico, força e massa muscular, entre outros objetivos. O programa conta, ainda, com a explicação correta de execução do exercício, além de dicas para melhorar o desempenho e manter o aluno motivado.

Na aba Meu Perfil, todas as informações ficam disponíveis para o usuário acompanhar sua própria evolução, a partir dos resultados obtidos com os treinos até o momento. Nela estarão dados de monitoramento do tempo de treino semanal, o gasto calórico, a evolução e o acompanhamento das medidas corporais e o desempenho nos exercícios. O app é integrado ao MyFitnessPal, maior aplicativo gratuito contador de calorias do mundo, e conectado aÌ?s redes sociais, permitindo compartilhar experieÌ?ncias e desafios com os amigos.

Para assinar, o cliente TIM deve enviar um SMS com a palavra FIT para o número 7000. A renovação da assinatura será recorrente, a cada semana (no caso do pré-pago, caso haja saldo suficiente). É possível experimentar o serviço por sete dias gratuitamente.

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No celular Vivo, as partidas amistosas da Seleção

selecao_1.jpg05/06/2017 - A empresa de telecomunicações Vivo anunciou nesta segunda-feira, 5 de junho, que dois jogos da Seleção Brasileira serão exibidos por meio de um site e aplicativo exclusivos para os assinantes do serviço de internet móvel da empresa.

“Patrocinamos a Seleção Brasileira há 12 anos e estamos felizes em tornar a tecnologia uma aliada para ampliar as alternativas de mídia para quem é fã de futebol”, diz o vice-presidente de estratégia digital e inovação da Vivo, Ricardo Sanfelice. Para a parceria, Vivo e CBF irão transmitir um jogo contra a Argentina na sexta-feira, 9, e outro contra a Austrália, na próxima terça-feira, 13. A produção da transmissão, como captação de imagem e narração, ficarão a cargo da CBF.

De acordo com a empresa, para assistir os jogos, o usuário precisará entrar no site Vivo Futebol. Se a pessoa estiver usando uma rede móvel da Vivo, a transmissão começará automaticamente. E se estiver usando uma rede Wi-Fi, basta informar número do telefone celular e inserir a senha que será enviada por mensagem de texto ao número particular do assinante da Vivo. A partir daí, basta inserir a senha e assistir gratuitamente as partidas. Se preferirem, ainda, usuários podem usar o aplicativo Vivo Futebol, disponível para Android e iOS.

Os dois jogos acontecerão às 07h05 numa sexta-feira e numa terça-feira. É um momento que as pessoas estão se deslocando para o trabalho e, por isso, usar plataformas móveis facilitará para que os fãs de futebol assistam suas partidas. Para Sanfelice, o futuro dos esportes também estará nos celulares. Devemos ver, cada vez mais, diversas opções de mídias para assistirmos esportes", finalizou.

Fonte: Vivo

 

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Plataforma gratuita identifica crianças fora da escola

books.jpg01/06/2017 - No Brasil, 2.802.258 crianças e adolescentes de 4 a 17 anos estão fora da escola, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2015. Pensando nisso, UNICEF, Instituto TIM, Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas) e União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) lançam nesta quinta, 1º de junho, a Busca Ativa Escolar. A plataforma ajudará a localizar essas crianças e adolescentes, identificar as causas da exclusão e tomar as medidas necessárias para a (re)matrícula e a permanência na escola.

A exclusão escolar afeta principalmente meninos e meninas das camadas mais vulneráveis da população, já privados de outros direitos constitucionais. Do total fora da escola, 53% vivem em domicílios com renda per capita de até ½ salário mínimo.

Encontrar cada uma dessas crianças e adolescentes, retirá-las desse contexto de exclusão e trazê-las para a escola, garantindo a permanência e a aprendizagem, só é possível por meio de uma ação intersetorial, envolvendo diferentes áreas – Educação, Saúde e Assistência Social, dentre outras. "Os fatores de exclusão escolar são diversos e ultrapassam os muros da escola. Para saná-los, é essencial que as mais diversas áreas do poder público assumam um compromisso pelo direito de aprender desses meninos e meninas", explica Gary Stahl, Representante do UNICEF no Brasil.

A Busca Ativa Escolar é uma plataforma gratuita para auxiliar os munícipios no enfrentamento da exclusão escolar. A proposta visa oferecer, em um mesmo ambiente digital, conteúdos e ferramentas tecnológicas para que representantes de diferentes áreas do poder público possam identificar crianças e adolescentes fora da escola e tomar as providências necessárias para sua (re)matrícula e permanência no ambiente escolar.

O fluxo da plataforma é todo feito pela internet. Ela pode ser acessada em qualquer dispositivo, como computadores, tablets, celulares (SMS ou smartphones). "A plataforma foi criada em software livre – ou seja, pode ser adotada gratuitamente por qualquer município, sem custo algum. Ela contribui para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação e o enfrentamento da exclusão escolar utilizando Tecnologias da Informação e Comunicação", explica Manoel Horacio, presidente do Instituto TIM. "Além disso, sempre nos preocupamos com a escalabilidade do projeto. A solução foi pensada de maneira com que as enormes diferenças entre os municípios brasileiros não sejam impeditivas para a realização da busca ativa", afirma.

O processo começa com um alerta sobre uma criança ou adolescente que esteja fora da escola. Ao encontrar um desses meninos e meninas, o agente comunitário envia o alerta, por meio de SMS, aplicativo e site. A partir daí, um grupo intersetorial de profissionais inicia uma série de ações, que vão desde uma conversa com a família, para entender as causas da exclusão, até o encaminhamento do caso para as áreas responsáveis por garantir a (re)matrícula dessa criança ou adolescente, bem como pelo acompanhamento da sua vida educacional.


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