App traduz sinais de Libras para português

logo_claro_net_embratel.jpg16/04/2019 – O Brasil conta com 9,7 milhões de deficientes auditivos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Partindo desse princípio, três estudantes gaúchos inovaram e criaram a primeira plataforma para auxiliar quem não conhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) a se comunicar.  O app Charles Tradutor foi idealizado e está sendo concluído por Anderson Maia e Virgilius Santos, estudantes de computação na PUC-RS, e Luisa Scaletsky, estudante de design na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). 

“Basta executar os sinais em frente à câmera que a tradução aparece por escrito na tela”, comenta Luisa Scaletsky. Para aprimorar o conteúdo e o modelo de aprendizagem, os estudantes criaram uma área no app para que os usuários possam enviar vídeos com sinais para complementar o banco de dados do Charles Tradutor, sendo recompensados pela ajuda. 

A ferramenta desenvolvida pelos estudantes tem como objetivo estimular a comunidade surda a buscar por sinais conhecidos, para que o próprio aplicativo faça a tradução, ajudando na comunicação e na escrita. “Existem diversos softwares que fazem a tradução de português para Libras, porém, não existem programas que façam o contrário”, comenta Luisa.

Segundo relato dos estudantes, no dia a dia, as pessoas com deficiência encontram dificuldades de inclusão, principalmente quando se deparam com a necessidade de escrever. “Nossa ideia foi criar uma plataforma colaborativa, para que a comunidade surda  possa filmar seus sinais e receber a tradução por escrito”, comenta Luisa. 

Viagem ao Vale do Silício – O aplicativo dos estudantes concorre com outros dois projetos na categoria Diversidade do Campus Mobile. Os vencedores do concurso serão premiados pelo Instituto NET Claro Embratel com uma viagem ao Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, para uma imersão nas principais empresas de tecnologia do mundo, como Google, Facebook, Twitter e até mesmo a Universidade de Stanford, para finalizarem os projetos. O resultado final, com a indicação dos vencedores, será divulgado no dia 6 de maio. 

Na sétima edição, o Campus Mobile é um concurso de ideias e soluções para telefonia móvel do Instituto NET Claro Embratel, em parceria com a Associação do Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC/USP) e o apoio da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. O projeto incentiva a formação de talentos do ensino técnico e universitário para atuação no mercado de conteúdos e novos serviços de telefonia móvel. 

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Yellow lança bikes elétricas em São Paulo

bike_eletrica_yellow_2.jpg11/03/2019 - A partir de segunda-feira, 11/03, as bikes elétricas estarão disponíveis com o preço de R$5,00 para o desbloqueio, mais R$ 0,40 a cada minuto de uso, e podem ser usadas das 8 às 21 horas.

A empresa de mobilidade urbana Yellow disponibiliza todas as manhãs as bicicletas elétricas nos pontos privados parceiros; já o usuário pode encerrar a corrida em um desses pontos ou em qualquer local da área de atendimento, em locais onde o estacionamento de bicicletas é permitido (paraciclos e vagas comum de veículos, perpendicularmente ao sentido da via). No final do dia a Yellow recolhe as bicicletas para recarga, manutenção e limpeza. E na manhã seguinte, os disponibiliza novamente para uso nos pontos privados.

As bikes elétricas não têm acelerador, mas possuem pedal assistido, um sensor que ativa o auxílio do motor conforme detecta as pedaladas. “O ciclista vai sentir o pedal mais leve e a velocidade será alcançada com facilidade. Será, com certeza, um processo tão fácil como andar nas nossas outras bikes ou nos nossos patinetes elétricos”, explica Lambrecht.

A velocidade máxima das bikes elétricas é de 25 km/h e os equipamentos possuem campainha, sinalização noturna dianteira, traseira e lateral e espelhos retrovisores, conforme resolução do Contran. Diferente das bicicletas comuns, o uso de capacete é obrigatório para as bicicletas elétricas.
 
Assim como em todas as cidades onde a Yellow atua, as corridas podem ser pagas com cartão de crédito e dinheiro. Os créditos para uso das bicicletas poderão ser comprados em dinheiro em bancas de jornal e lojas, entre outros estabelecimentos parceiros espalhados pela cidade, como lanchonetes, que vão receber o valor em espécie e transferir, na hora, o montante para o app do usuário, como já acontece com as recargas de celular.

Bicicleta elétrica da Yellow / Crédito Yellow/Divulgação

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Aplicativo monitora perfil de consumo de celular

app_meu_plano.jpg28/02/2019 - Segundo a Proteste, 60% dos usuários de telefonia móvel pagam por planos acima do seu perfil de consumo. Por isso, a associação se une à empresa de tecnologia "Meu Plano" e cria aplicativo para ajudar o consumidor de telefonia móvel

Nesta quinta-feira, 28, a Proteste, Associação de Consumidores, anuncia uma nova parceria em favor dos consumidores de telefonia móvel. Em conjunto com a empresa de tecnologia "Meu Plano", a PROTESTE investiu em um aplicativo que permite que o consumidor saiba qual é o seu real consumo de dados, podendo comparar e escolher o plano de celular mais adequado com o seu perfil.

Segundo dados divulgados pela ABR Telecom, entidade administradora da portabilidade numérica no país, só no segundo semestre de 2018, cerca de 1,5 milhões de pessoas trocaram de operadora, sendo 78% entre usuários de telefonia móvel e 22% de telefonia fixa.

Além disso, desde que a portabilidade numérica foi aprovada no Brasil, em setembro de 2008, até o primeiro semestre de 2018, 43,96 milhões de migrações entre operadoras foram realizadas, diz a entidade.

De acordo com dados disponibilizados pela "Meu Plano", 60% dos usuários estão com planos de celular acima do seu real perfil de consumo, o que acarreta em um desperdício de dinheiro para o consumidor que paga, ainda segundo o aplicativo, 47% mais caro quando comparado ao plano que realmente se encaixa ao seu padrão de consumo.

Além disso, o aplicativo também registrou que 45% das pessoas usam menos da metade a franquia da internet contratada. Esses usuários gastam em média R$ 35,00 por mês sem necessidade, o que representa R$ 420,00 ao ano.

Como funciona o aplicativo?

O aplicativo monitora mais de mil planos de celular, de 11 operadoras diferentes. Confira como ele funciona:

1 O aplicativo verifica seu perfil de consumo e indica o plano ideal
2 O app permite que o consumidor faça a portabilidade para um plano mais adequado
3 Analisa a fatura do consumidor para ver se tem alguma cobrança errada

Confira essa novidade e baixa o aplicativo no site: http://www.proteste.org.br/meu-plano/

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App informa onde podem ocorrer enchentes

11/02/2019 - Aplicativo capaz de fornecer aos usuários de smartphones informações precisas sobre a ocorrência de chuvas intensas é o vencedor do Prêmio Péter Murányi 2019, edição Ciência & Tecnologia, conforme decisão do júri, realizado na última terça-feira (5). Coordenado por Luiz Augusto Machado e Luiz Eduardo Guarino, o App "SOS Chuva" oferece aos usuários acesso a radares meteorológicos que monitoram todo o território brasileiro, em tempo real.

Iniciado em 2013, o projeto foi criado para reduzir a vulnerabilidade de moradores da região de Campinas (interior de São Paulo) a eventos climáticos extremos, dando-lhes a oportunidade de planejar ações para que sejam reduzidos danos materiais e físicos a essa população. Posteriormente, o alcance da ferramenta tornou-se nacional.

Integrado a estações responsáveis pela previsão do tempo em todo o Brasil, o serviço permite o monitoramento do clima, visualização de satélites e o compartilhamento de informações sobre as condições meteorológicas em determinadas regiões e como os moradores destas localidades devem agir em caso de enchentes, além de avisar quantos raios caíram em um determinado perímetro em um espaço de cinco minutos.

Além da solução, o trabalho dos pesquisadores originou um sistema de previsão imediata, voltado a meteorologistas operacionais, e que permite a esses profissionais prever tempestades.

"A previsão imediata é algo novo e se faz cada vez mais necessária diante de tantas mudanças climáticas repentinas. É importante que a população tenha acesso a essas informações, para que ela possa tomar decisões corretas em situações como essas", contam Machado e Guarino. O projeto levou dois anos para ser concluído.

Autossuficiência em aveia e anti-inflamatório tópico foram os finalistas

O desenvolvimento de um programa de melhoramento genético da aveia, permitindo o cultivo desse cereal em áreas do Sul do Brasil, ficou em segundo lugar no Prêmio Péter Murányi 2019. Iniciado em 2000 e coordenado pelos professores Luiz Carlos Federizzi e Marcelo Teixeira Pacheco, o projeto nasceu com objetivo de adaptar as sementes da aveia ao clima subtropical e tornando-as resistentes às pragas comuns em território nacional e que costumam inviabilizar as colheitas, tornando seu cultivo sustentável. Os resultados colhidos permitiram que o Brasil deixasse de ser um importador de aveia, para tornar-se um exportador.

O terceiro colocado foi um trabalho inédito que resultou no desenvolvimento de um medicamento cujo princípio ativo é constituído por plantas que fazem parte da biodiversidade brasileira. Coordenado pelo professor João Batista Calixto, a pesquisa deu origem ao medicamento mais prescrito entre os anti-inflamatórios tópicos, o Acheflan. O medicamento foi registrado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em 2004, e teve sua comercialização liberada em junho de 2005.

Por dentro do Prêmio Péter Murányi 2019

O Prêmio Péter Murányi é realizado anualmente, com temas que se alternam a cada edição: Saúde, Ciência & Tecnologia, Alimentação e Educação. Cada tema é revisitado a cada quatro anos. O valor total é de R$ 250 mil, divididos entre o vencedor (R$ 200 mil), o segundo colocado (R$ 30 mil) e o terceiro (R$ 20 mil). A entrega ocorrerá em abril, durante a festa de premiação.

 

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Mercado de tablets tem queda de 4,4%, revela IDC

tablets.jpg21/01/2019 – No terceiro trimestre de 2018 foram vendidas 982 mil unidades, volume menor do que o registrado no mesmo período de 2017 e maior do que no segundo trimestre de 2018

O mercado de tablets no Brasil teve queda no terceiro trimestre de 2018. Em julho, agosto e setembro do ano passado, foram vendidas 982 mil unidades, 4,4% a menos do que no mesmo período de 2017, quando foram vendidos 1,27 milhão de tablets. Já em relação ao segundo trimestre de 2018, quando foram comercializados 763 mil tablets, houve alta de 26,6%. Os dados fazem parte do IDC Brazil Tablets Tracker Q3, estudo da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

Wellington La Falce, analista de pesquisa da IDC Brasil, aponta o dólar como o principal motivo para a queda nas vendas, já que a alta da moeda americana provocou a elevação nos preços dos modelos de entrada e afetou o abastecimento do varejo de produtos de média e alta performance. “O desempenho no terceiro trimestre só não foi pior por causa dos tablets para o público infantil, adquiridos antecipadamente pelo varejo, que se preparava para o Dia das Crianças, e pelas compras de 25 mil unidades pelo mercado corporativo, 55% a mais do que no mesmo período de 2017”, observa o analista. La Falce lembra, ainda, que a queda nas vendas de tablets no terceiro trimestre de 2018 segue um movimento que vem sendo observado desde a ascensão dos smartphones como dispositivo preferido para acesso à internet.

Quanto ao ticket médio passou de R$ 472 em julho, agosto e setembro de 2017, para R$ 463 nos mesmos meses de 2018, resultado do equilíbrio entre a alta nos preços dos modelos de entrada e a falta de modelos intermediários e premium. A receita foi de R$ 464 milhões, 4,3% a menos em relação a 2017.

Para o último trimestre de 2018, com Dia das Crianças e Natal, a expectativa da IDC é registrar a venda de 1,14 milhão de tablets.

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A CNH Digital pode ser gerada pelo celular ou tablet

cnh_digital_1.jpg19/02/2019 - Nova tecnologia possibilita obter o documento eletrônico pelo celular sem a necessidade do comparecimento ao Detran ou do uso de certificado digital

O Ministério das Cidades junto com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) desenvolveram ferramenta para facilitar a vida dos motoristas. A partir desta quinta-feira (20), a Carteira Nacional de Habilitação Digital (CNH) poderá ser obtida pelo celular ou tablet por meio de aplicativo.

A nova funcionalidade da CNH Digital permite gerar o documento eletrônico remotamente sem a necessidade do comparecimento ao Departamento de Trânsito (Detran) ou do uso de certificado digital. Sendo uma maneira mais fácil, cômoda e prática aos brasileiros.

Para ter acesso à novidade, é necessário ter CNH com QR Code impresso no verso do documento e fazer o download do aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), disponível gratuitamente na Google Play e App Store. Atualmente, mais de 26 milhões de brasileiros possuem o documento com o código de barras bidimensional.

Até o momento, cerca de 620 mil CNHs digitais foram emitidas em todo o país. O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, acredita que essa inovação da CNH Digital vai estimular ainda mais a procura pelo documento digital. “A necessidade de atendimento presencial era uma exigência que limitava a procura do cidadão pelo documento digital. Nem todos os motoristas tinham tempo para ir a um posto de atendimento do Detran. Mas, agora, ficou muito mais rápido e prático, facilitando a vida das pessoas”, destaca Baldy.

Segurança

Existem diferentes camadas no aplicativo que garantem a segurança do processo de emissão do documento. “Primeiro, o dispositivo móvel realiza a leitura e validação do QR Code, impresso na parte interna da CNH em papel. Depois, o cidadão passa por uma etapa de validação biométrica facial, garantindo a correta identificação da pessoa”, explica a diretora-presidente do Serpro, Glória Guimarães.

Como obter

A CNH Digital pode ser utilizada por todos os motoristas que possuem a versão mais recente da carteira em papel, emitidas a partir de maio de 2017, com um QR Code impresso na parte interna.

Para obter o documento eletrônico, é preciso fazer o download do aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), disponível gratuitamente na Google Play e App Store.

Depois, basta fazer o cadastramento no aplicativo. O usuário recebe um e-mail e deve clicar no link para ativar o cadastro. Após a ativação, deve-se fazer login no aplicativo e clicar em “adicionar documento”, que será a CNH Digital.

A CNH Digital poderá ser emitida de três maneiras: “pelo celular”, “com certificado digital” e “sem certificado” (comparecimento ao Detran).

Se a opção for "pelo celular", o usuário deve primeiro usar o seu dispositivo móvel para ler o QR Code, que fica na parte interna da CNH em papel. Depois, ele faz a “prova de vida”, um movimento físico do usuário, lido pela câmera do celular, para garantir que ele é mesmo quem está sendo identificado.

Depois de confirmar a validação, será necessário informar o número de telefone celular. Neste momento, será disponibilizada a CNH Digital no dispositivo móvel.

O aplicativo vai pedir para o usuário criar uma senha de quatro dígitos, uma chave de acesso que deverá ser digitada toda vez que o documento digital for utilizado. A CNH Digital poderá ser acessada pelo dispositivo móvel mesmo off-line, ou seja, sem internet.

 

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