Mercado de tablets tem queda de 4,4%, revela IDC

tablets.jpg21/01/2019 – No terceiro trimestre de 2018 foram vendidas 982 mil unidades, volume menor do que o registrado no mesmo período de 2017 e maior do que no segundo trimestre de 2018

O mercado de tablets no Brasil teve queda no terceiro trimestre de 2018. Em julho, agosto e setembro do ano passado, foram vendidas 982 mil unidades, 4,4% a menos do que no mesmo período de 2017, quando foram vendidos 1,27 milhão de tablets. Já em relação ao segundo trimestre de 2018, quando foram comercializados 763 mil tablets, houve alta de 26,6%. Os dados fazem parte do IDC Brazil Tablets Tracker Q3, estudo da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

Wellington La Falce, analista de pesquisa da IDC Brasil, aponta o dólar como o principal motivo para a queda nas vendas, já que a alta da moeda americana provocou a elevação nos preços dos modelos de entrada e afetou o abastecimento do varejo de produtos de média e alta performance. “O desempenho no terceiro trimestre só não foi pior por causa dos tablets para o público infantil, adquiridos antecipadamente pelo varejo, que se preparava para o Dia das Crianças, e pelas compras de 25 mil unidades pelo mercado corporativo, 55% a mais do que no mesmo período de 2017”, observa o analista. La Falce lembra, ainda, que a queda nas vendas de tablets no terceiro trimestre de 2018 segue um movimento que vem sendo observado desde a ascensão dos smartphones como dispositivo preferido para acesso à internet.

Quanto ao ticket médio passou de R$ 472 em julho, agosto e setembro de 2017, para R$ 463 nos mesmos meses de 2018, resultado do equilíbrio entre a alta nos preços dos modelos de entrada e a falta de modelos intermediários e premium. A receita foi de R$ 464 milhões, 4,3% a menos em relação a 2017.

Para o último trimestre de 2018, com Dia das Crianças e Natal, a expectativa da IDC é registrar a venda de 1,14 milhão de tablets.

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A CNH Digital pode ser gerada pelo celular ou tablet

cnh_digital_1.jpg19/02/2019 - Nova tecnologia possibilita obter o documento eletrônico pelo celular sem a necessidade do comparecimento ao Detran ou do uso de certificado digital

O Ministério das Cidades junto com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) desenvolveram ferramenta para facilitar a vida dos motoristas. A partir desta quinta-feira (20), a Carteira Nacional de Habilitação Digital (CNH) poderá ser obtida pelo celular ou tablet por meio de aplicativo.

A nova funcionalidade da CNH Digital permite gerar o documento eletrônico remotamente sem a necessidade do comparecimento ao Departamento de Trânsito (Detran) ou do uso de certificado digital. Sendo uma maneira mais fácil, cômoda e prática aos brasileiros.

Para ter acesso à novidade, é necessário ter CNH com QR Code impresso no verso do documento e fazer o download do aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), disponível gratuitamente na Google Play e App Store. Atualmente, mais de 26 milhões de brasileiros possuem o documento com o código de barras bidimensional.

Até o momento, cerca de 620 mil CNHs digitais foram emitidas em todo o país. O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, acredita que essa inovação da CNH Digital vai estimular ainda mais a procura pelo documento digital. “A necessidade de atendimento presencial era uma exigência que limitava a procura do cidadão pelo documento digital. Nem todos os motoristas tinham tempo para ir a um posto de atendimento do Detran. Mas, agora, ficou muito mais rápido e prático, facilitando a vida das pessoas”, destaca Baldy.

Segurança

Existem diferentes camadas no aplicativo que garantem a segurança do processo de emissão do documento. “Primeiro, o dispositivo móvel realiza a leitura e validação do QR Code, impresso na parte interna da CNH em papel. Depois, o cidadão passa por uma etapa de validação biométrica facial, garantindo a correta identificação da pessoa”, explica a diretora-presidente do Serpro, Glória Guimarães.

Como obter

A CNH Digital pode ser utilizada por todos os motoristas que possuem a versão mais recente da carteira em papel, emitidas a partir de maio de 2017, com um QR Code impresso na parte interna.

Para obter o documento eletrônico, é preciso fazer o download do aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), disponível gratuitamente na Google Play e App Store.

Depois, basta fazer o cadastramento no aplicativo. O usuário recebe um e-mail e deve clicar no link para ativar o cadastro. Após a ativação, deve-se fazer login no aplicativo e clicar em “adicionar documento”, que será a CNH Digital.

A CNH Digital poderá ser emitida de três maneiras: “pelo celular”, “com certificado digital” e “sem certificado” (comparecimento ao Detran).

Se a opção for "pelo celular", o usuário deve primeiro usar o seu dispositivo móvel para ler o QR Code, que fica na parte interna da CNH em papel. Depois, ele faz a “prova de vida”, um movimento físico do usuário, lido pela câmera do celular, para garantir que ele é mesmo quem está sendo identificado.

Depois de confirmar a validação, será necessário informar o número de telefone celular. Neste momento, será disponibilizada a CNH Digital no dispositivo móvel.

O aplicativo vai pedir para o usuário criar uma senha de quatro dígitos, uma chave de acesso que deverá ser digitada toda vez que o documento digital for utilizado. A CNH Digital poderá ser acessada pelo dispositivo móvel mesmo off-line, ou seja, sem internet.

 

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Mito ou verdade quando o assunto é celular

smartphone_fix_online.jpg10/12/2018 - Será mesmo que funciona colocar o celular no arroz após ele cair na água? Pasta de dente ajuda a nivelar o vidro quebrado do aparelho? Tela rachada prejudica o uso do smartphone? Para esclarecer de uma vez por todas essas dúvidas, Tatiana Moura, sócia e técnica da Fix Online, apresenta os principais questionamentos dos consumidores e revela o que realmente funciona e o que não passa de mitos populares:

Afundar o celular no arroz depois de deixá-lo cair na água, funciona?

Quem nunca colocou o celular no arroz após deixá-lo cair na água que atire a primeira pedra! Sem julgamentos, é compreensível o desespero para que ele volte a funcionar normalmente. Afinal, apesar de ser um aparelho tão pequeno, carrega uma vida inteira com ele, não é mesmo? O arroz irá absorver apenas a água superficial do aparelho, mas ele não consegue sugar o que entrou nas peças do celular. E é exatamente esta parte que acaba sendo danificada.

Quando o celular cai na água o procedimento correto a ser seguido é simples: Desligue o aparelho e leve-o a uma assistência técnica. Qualquer atitude contrária a essa pode prejudicar o conserto.

Pasta de dente nivela os rachados do vidro do aparelho. Será que é verdade?

Caso o celular não possua nenhum tipo de película protetora, é real o risco de trincar a tela. A queda não é o único responsável por este tipo de dano, ações rotineiras como colocar e retirar o celular do bolso ou o contato com superfícies não lisas também podem gerar alguns arranhões. Para esses pequenos danos, a lenda urbana é que aplicar pasta de dente preenche os riscos, tornando-os imperceptíveis, mas o que realmente pode acontecer é que o verniz protetor do LCD seja danificado ou até mesmo que o produto entre nos pequenos buracos do aparelho.

Felizmente, já existe no mercado uma pasta polidora específica e apropriada para diminuir o dano dos arranhões. O procedimento é simples e pode ser feito em casa. Com o auxílio de um pano macio ou algodão, basta aplicar o produto, deixá-lo agir por aproximadamente três minutos e retirar o excesso. Vale ressaltar a importância do uso das películas protetoras. Com um pequeno investimento, dores de cabeça como essa podem ser evitadas.

Tela rachada prejudica o funcionamento do aparelho. Mito ou verdade?

É bastante comum ver pessoas utilizando o celular mesmo com o vidro rachado, mas o uso do aparelho quebrado não é indicado. Após a queda, mesmo que o aparelho esteja funcionando normalmente, há riscos tanto para o telefone, quanto para quem o está manuseando. Isso porque, com o tempo de uso, o trincado pode vir a aumentar de espessura e profundidade, afetando a funcionalidade do celular. Pequenos farelos de vidros também podem ser soltos, expondo o usuário a cortes.

Quando isso acontece, o consumidor costuma entrar em desespero, achando que terá que trocar tudo e pagar um absurdo pelo serviço. Apesar da grande maioria das assistências trocarem tudo, em 95% dos casos a quebra é apenas do vidro e não do LCD. A troca somente do vidro, gera uma economia de 70% no orçamento.

Carregadores baratinhos podem danificar a bateria do celular. Será mesmo?

Em hipótese alguma deve se comprar um carregador que não seja de boa qualidade ou sem garantia. O item pode causar sérios danos ao celular, como provocar encaixes imperfeitos, inchaço da bateria e superaquecimento do conector de carga, além de colocar a vida do usuário em risco, já que ele não possui sistemas de segurança embutido, podendo causar explosões, choques e incêndios.

Outra questão é a economia a longo prazo que um carregador de boa procedência proporciona. Um carregador de baixa qualidade tem vida curta, então por mais que se pague barato nele, em questão de dias será necessário trocá-lo de novo.

O uso do carregador de baixa qualidade também pode ocasionar na perda de eficiência da bateria do celular. Um bom carregador entende quando a bateria do aparelho está cheia e para, automaticamente, de enviar energia pra ela. Já os outros continuam mandando energia o tempo todo em que o celular estiver conectado na tomada, o que prejudicará a vida útil da bateria.

Dormir com o celular na tomada é perigoso. Mito popular?

Nos tempos atuais, é difícil encontrar quem não dorme com o aparelho ao lado. Seja por cair no sono enquanto navega pelas redes sociais, por preocupação em não ouvir o alarme ou simplesmente pela proximidade da tomada, se tornou hábito. Mas e as histórias de aparelhos explodindo, pode acontecer mesmo? As chances são pequenas, mas todo cuidado é bem-vindo. Os fabricantes de smartphones já evoluíram bastante quanto as baterias, mas ainda podem vir a superaquecer, assim como todo eletrônico.

Não há problema algum em ter o celular por perto enquanto ele recebe as ondas de energia do carregador, mas, para evitar qualquer tipo de problema, algumas medidas sejam tomadas. Utilize um criado-mudo ou posicione o aparelho a uma certa distância do travesseiro. Se alguma falha acontecer, como um problema com o carregador, o celular conseguirá ser ventilado e a temperatura equilibrada.

 

 

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Inteligência artificial Anima conecta médicos e hospitais

mult-connect_vianna_2.jpg*Por Luiz Otavio Vianna
10/10/2018 - A Mult-Connect, empresa de inovação em tecnologia, lança sua plataforma de inteligência artificial focada no mercado de saúde, onde cada segundo conta para salvar uma vida

O Anima é um assistente virtual, que pode ser acionado no celular por comando de voz, dando acesso imediato e em qualquer lugar, às informações que os médicos precisam no seu relacionamento com os hospitais.

Diferentemente de ter que buscar essas informações em diversos locais, esse produto é uma inteligência artificial que conversa com o médico e consulta simultaneamente diversas fontes de informação para entregar a melhor resposta.

A proposta do Anima é transformar a maneira como os hospitais interagem com os médicos. O objetivo é tornar o fornecimento de informações operacionais e sobre procedimentos muito mais ágil e prático, em um ambiente onde a corrida contra o tempo equivale à corrida pela vida, em muitos casos.

Aliado a isso, entrega essas informações de maneira extremamente segura, por meio de recursos como reconhecimento facial, autenticação via celular ou outros meios. Cada hospital decide o nível de checagem para permitir que o médico tenha acesso aos dados.

Recursos de Data Analytics fornecem dados para evoluir a inteligência através de um aprendizado assistido e permitem ao hospital conhecer o comportamento e as demandas dos médicos. Isso ajudará a identificar habilidades que o Anima precisa adquirir para prestar o melhor atendimento.

"O Anima, é o menor atalho entre o médico e a informação. Nossa inteligência artificial certamente ajudará os hospitais a fidelizarem seus médicos com uma experiência única, potencializando o tempo desses profissionais tão valiosos.", completa Luiz Otavio Vianna, CEO da Mult-Connect.

A tecnologia do Anima permite outras possibilidades, como, por exemplo, melhorar a experiência de visitantes e pacientes dentro do hospital, por meio de reconhecimento facial em totens instalados em locais estratégicos.

*Luiz Otavio Vianna é CEO da Mult-Connect

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ONG lança app que ajuda cidadão nas eleições

ranking_politicos.jpg26/09/2018 - Tecnologia auxilia eleitores usando análise de dados sobre o desempenho dos parlamentares brasileiros

Visando mostrar aos eleitores quem é quem no Congresso Nacional, a ONG Ranking dos Políticos acaba de lançar o seu App para smartphones Android. A partir de agora, as informações sobre o desempenho dos atuais parlamentares também podem ser conferidas diretamente pelo aplicativo que gera, analisa e dispõe dados para a população. Para formar o ranking, a plataforma reúne informações técnicas como presença em sessões, utilização de privilégios, processos judiciais e qualidade legislativa de todos os 513 deputados federais e 81 senadores. O App também traz em sua home um mapa segmentado por estados com os respectivos representantes e permite que o eleitor faça uma imagem do parlamentar para obter informações em poucos segundos.

De acordo com Renato Dias, diretor-executivo do Ranking dos Políticos, o lançamento do App visa facilitar a consulta de informações objetivas e simples a respeito da atuação de cada congressista, todas oriundas de fontes oficiais. "Trata-se de uma plataforma extremamente intuitiva e fácil de ser utilizada. Os brasileiros terão condições de avaliar, por exemplo, o político que pretende se reeleger ou até mesmo conhecer o trabalho de outros parlamentares de uma forma muito mais detalhada", explica.

Dias lembra também que o Ranking dos Políticos atua desde 2012, com o objetivo de fornecer subsídios aos cidadãos para eleger representantes honestos, com a ficha limpa e bom desempenho no Congresso. Desde seu lançamento, a plataforma cresce de forma exponencial. No mês de agosto, foram registrados 700 mil acessos e mais de 10 milhões de pageviews, crescimento de 100% em relação à média mensal aferida em 2017. "A tendência é que esses números cresçam ainda mais a medida que as eleições se aproximem. Certamente, o App também irá trazer uma boa quantidade de novos usuários, que ainda não conhecem o nosso trabalho", finaliza Renato Dias.

Clique aqui para baixar o aplicativo.

Sobre o Ranking dos Políticos

Ranking dos Políticos atua na classificação e compliance do setor público por meio de ferramentas tecnológicas compiladas pelo Portal da Transparência e informações públicas de parlamentares brasileiros. Os critérios utilizados pelo Ranking são absolutamente técnicos, levando em conta fatores como assiduidade, gastos da cota parlamentar, processos judiciais e atuação legislativa. Todas as informações publicadas no Ranking são públicas, disponíveis nos sites oficiais do Senado e da Câmara dos Deputados e dos Tribunais de Justiça.


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Aplicativo ajuda deficiente visual a pagar com cartão

cpqd_cartao.jpgPor Ethevaldo Siqueira
16/09/2018 - Entre os principais benefícios do aplicativo móvel Pay Voice, desenvolvido pelo CPqD, estão o aumento da segurança e da autonomia para as pessoas com deficiência visual que utilizam cartões de pagamento - de vários tipos - em lojas, restaurantes e outros estabelecimentos comerciais.

O Pay Voice foi desenvolvido em parceria com a ABECS - Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços, e lançado recentemente, durante o 12.º Congresso de Meios Eletrônicos de Pagamento, realizado em São Paulo.

Disponível para smartphones com sistemas Android e iOS, o Pay Voice é uma ferramenta de acessibilidade da ABECS, que pode ser baixada gratuitamente nas lojas de aplicativos do Google e da Apple.

Sua função principal é permitir que o deficiente visual, ou aquelas pessoas com maior dificuldade de enxergar, confirmem o valor da transação e a forma de pagamento, antes de digitar sua senha na máquina POS (point of sale ou Ponto de Venda).

Após o caixa – ou atendente – inserir o cartão e digitar o valor na máquina, o usuário deve acionar o aplicativo e apontar a câmera do celular para a tela do terminal POS.

Com a utilização da tecnologia de visão computacional (uma área da computação cognitiva), a aplicação “lê” para o usuário as informações que estão na tela – valor e forma de pagamento (crédito, débito, parcelado, refeição, alimentação e voucher) -, por meio da integração com as ferramentas de acessibilidade TalkBack (para Android) e VoiceOver (para iOS) existentes nos smartphones.

Essa é, na verdade, uma solução inovadora, que combina as competências do CPqD nas áreas de visão computacional e processamento de imagens, desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis e de acessibilidade.

O aplicativo é o primeiro resultado de um projeto iniciado em dezembro pelo CPqD e ABECS - entidade que representa o setor de meios eletrônicos de pagamento – e que deverá se estender até o final deste ano.

Para a ABECS, essa solução de acessibilidade é importante, pois vai contribuir para melhorar a qualidade de vida de consumidores que possuem algum tipo grave de deficiência visual – mais de 6 milhões de pessoas no Brasil.

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