Uber lança plano de assinatura mensal no Brasil

uber_pass.jpg12/08/2020 - Com atuação em todo o território nacional, Uber Pass custa R$ 25 por mês

Chegou ao Brasil o novo e mais abrangente plano de assinatura da Uber até hoje. O Uber Pass reúne todos os serviços de intermediação digital que compõem a plataforma da Uber.

Por R$ 24,99 por mês, o assinante do Uber Pass recebe:
• Entrega grátis em todos os pedidos de Uber Eats de mais de R$ 30;
• Entrega grátis em todos os pedidos de Cornershop de mais de R$ 100;
• 10% de desconto em todas as viagens de UberX, em qualquer cidade do país;
• Atendimento preferencial nos canais de suporte da Uber.

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Aplicativo Zello sofre incidente de segurança

dados_pessoais.jpg10/08/2020 - Após um comunicado do Zello, um aplicativo de mensagens de voz com mais de 140 milhões de usuários, sobre ter sido alvo de um incidente de segurança, a ESET alerta para uma possível exposição de informações sobre usuários do aplicativo e traz dicas para manter as contas protegidas.

O app de mensagens de voz que funciona como um walkie-talkie, confirmou que em 8 de julho a empresa foi vítima de um incidente de segurança depois de descobrir atividades incomuns em um de seus servidores. Isso pode ter resultado em um acesso não autorizado aos endereços de e-mail usados ​​pelos usuários para invadir suas contas, bem como senhas hasheadas.

Embora não haja evidências de que alguma das contas tenha sido acessada inadequadamente e que os nomes de usuários tenham sido afetados por esse incidente, os endereços de e-mail, com certeza, foram. Nessa situação e por precaução, o Zello está pedindo aos usuários que redefinam as senhas que usam para acessar o aplicativo.

"Por que é tão arriscado reutilizar senhas? Credential stuffing é um termo usado para se referir a vulnerabilidades expostas nas credenciais de acesso e exploradas pelos atacantes. Isso pode se tornar um problema sério, não apenas quando um invasor usa credenciais de acesso roubadas ou vazadas, mas quando o acesso a essa primeira conta permite que o criminoso acesse outras contas - geralmente de maior valor - graças à realização de testes de combinação usuário/senha que permitem aos cibercriminosos acessar outras contas a baixo custo", explica Camilo Gutierrez, chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina.

Nesse sentido, é recomendado a criação de uma frase para ser utilizada como senha e, sempre que possível, a implementação do duplo fator de autenticação, que fornece uma camada adicional de defesa. Essa estratégia também resolve alguns pontos fracos que podem estar presentes na senha escolhida. Por sua vez, se for difícil lembrar todas as senhas exclusivas que foram criadas, recomenda-se o uso de um gerenciador de senhas, para lembrar apenas uma senha, mas robusta o suficiente para manter o restante das contas protegidas.



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O que esperar da legislação para Telemedicina?

docway_telemedicina.jpg*Por Fábio Tiepolo
03/08/2020 - Após anos de debate, o Projeto de Lei 696/20, proposto pela Deputada Federal Adriana Ventura, autorizou em caráter emergencial a prática da telemedicina por conta da epidemia do novo coronavírus no Brasil, e do isolamento social adotado na tentativa de evitar a propagação do vírus. Essa liberação ainda não é uma regulamentação em definitivo, visto que esse tipo de atendimento só está autorizado enquanto a saúde pública estiver em colapso por conta da pandemia. Mas, podemos entender essa medida como um avanço em uma prática cada vez mais condizente com o mundo em que vivemos.

A telemedicina é um termo que engloba a utilização de ferramentas tecnológicas para facilitar o acesso e o atendimento à saúde para a população. De acordo com o artigo "Telehealth", do The New England Journal of Medicine, existem quatro objetivos a serem alcançados pelo sistema de saúde que podem ser auxiliados por esse método: melhorar a experiência do paciente durante o atendimento; melhorar a saúde da população; reduzir o custo per capita de cuidados com a saúde; e melhorar a experiência em serviços de saúde.

Médicos e pacientes podem se comunicar por videochamadas para realizar o atendimento, tendo como ferramentas aplicativos especializados. A inserção da telemedicina na rotina das pessoas tem benefícios econômicos e sociais. Da mesma forma como reduz o gasto de operadoras de saúde, influenciando em menores custos para o usuário final, também será possível levar atendimento a locais com maior dificuldade de acesso à saúde. Assim, existem maneiras de conciliar tratamento com prevenção de doenças de baixa complexidade, ajudando a evitar que as pessoas posterguem os cuidados com a saúde.

É inegável que se trata de um avanço necessário para a medicina brasileira. Aliás, os principais países do mundo já usam o modelo como uma forma de acesso à saúde e para a redução de custos. Além disso, é uma excelente ferramenta para viabilizar os sistemas de saúde e otimizar o tempo médico, gerando benefícios para todos os envolvidos e colocando o Brasil em linha com as boas práticas adotadas por outras nações.

Espera-se que esse primeiro "teste" do uso da telemedicina acelere a sua autorização de maneira definitiva, já que foi possível perceber vários benefícios de sua prática. Com essa nova percepção sobre a telemedicina, ganham-se diversas vantagens, e alguns outros setores precisarão se adaptar a essa nova realidade. Por exemplo, as operadoras de serviço de internet vão sentir a necessidade de entregar seus serviços com mais qualidade, dado que será indispensável para a comunicação entre médico e paciente. Isso também vai influenciar a disputa com a concorrência.

No entanto, não se trata somente de regulamentar e esperar que o sistema funcione de forma adequada. O conceito de telemedicina e suas variações é muito amplo e é necessário atenção para o entendimento e desempenho adequado dessa modalidade de serviço, para que seja realizado pelos médicos com ética. Vale lembrar que é um início, e que a Frente Parlamentar do Congresso, junto ao Conselho Federal de Medicina, está em constante discussões de temas sensíveis como este.

*Fábio Tiepolo é CEO da Docway, empresa brasileira de inovação com foco em saúde.

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App une pacientes sem plano de saúde a médicos

dr_app.jpg31/07/2020 - DrApp conecta pessoas sem plano de saúde a médicos da Associação Paulista de Medicina por preço acessível, para consultas presenciais e online

Com o reconhecimento da validade e eticidade pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e com autorização do Ministério da Saúde, o uso da telemedicina foi permitido entre profissionais e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), assim como da saúde suplementar (ANS) e privada (atendimentos particulares).

Viabilizado o atendimento primário à saúde pela "teleconsulta plena", com emissão de documentos como receitas, orientações e pedidos de testes e exames de diagnóstico, tornou-se possível a realização de atendimentos por meio da tecnologia da informação, inclusive por telefone celular.

Essas providências oficiais vêm garantindo adequações aos usuários, principalmente de planos de saúde. Porém, o lançamento do aplicativo DrApp, em 31 de julho, promete atender milhões de pessoas que não possuem ou perderam o acesso ao plano de saúde durante a pandemia, devido ao desemprego e/ou à redução drástica da capacidade financeira, e não querem depender do Sistema Único de Saúde (SUS).

A plataforma de marcação de consultas e exames chancelada pela Associação Paulista de Medicina (APM), opera desde 2018 e, agora, lança seu serviço de telemedicina para a realização de consultas digitais à distância, pelo computador ou celular, com toda a segurança e confidencialidade. No total, a startup investiu R$ 3 milhões na implantação da plataforma, desenvolvida pela empresa APF INFORMÁTICA, fundada em 1984.

O app possibilita o agendamento de consultas com 3.428 médicos da APM, em 55 especialidades, para 108 municípios do estado de São Paulo. Entre eles, toda a Grande SP, Campinas, Ribeirão Preto, Sorocaba, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Santos e Guarujá. Para a telemedicina, os médicos são treinados e certificados especificamente para esse tipo de atendimento.

Caso o médico indique um exame de diagnóstico ao paciente, ele terá acesso a 190 unidades laboratoriais de excelência, distribuídas em 68 cidades do estado de São Paulo, com reduções de preço de até 80%. O Grupo Fleury, por exemplo, com sua rede a+ Medicina Diagnóstica, faz parte desse atendimento. São mais de 2 mil tipos de exames disponíveis.

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Brasil cresce 55% em número de instalações de apps

apps_flyer.jpg03/07/2020 - De acordo com a AppsFlyer, em 2020 apps brasileiros representam 18% das instalações de apps em LATAM, contra 8% em 2018

Brasil cresce 55% em instalações de apps em dois anos, adota globalização e dobra seus investimentos fora do país em seus aplicativos. É o que mostra estudo da AppsFlyer, empresa que atua em análise de dados para aplicativos.

O mercado de apps na LATAM cresceu em investimento em publicidade para aquisição de usuários e em adoção. Aplicativos latino americanos gastaram na região em 2019, U$3,1 bilhões em campanhas para instalação de apps, e até 2022, esse gasto deve alcançar U$6,9 bilhões. Somente o Brasil foi responsável em 2019 por US$1,8 bilhão em gasto com instalações.

O Brasil assumiu a sua posição como um dos grandes mercados globais de apps, e lidera o mercado LATAM, não só como o maior mercado consumidor, mas também, como o mercado com maior e mais rápido crescimento na região, seguido por México e Colômbia.

Apps chineses perderam gás. Em 2018 chegaram a 48% dos apps presentes em LATAM, mas em 2020, vemos uma maior distribuição de apps globais. Apps Brasileiros aumentaram significativamente a sua parcela de participação no mercado latino americano, mostrando a força do ecossistema de apps brasileiros. De acordo com o estudo, em 2020 apps brasileiros representam 18% das instalações em LATAM, contra 8% em 2018.

Durante a pandemia, o crescimento da receita dos apps no Brasil com publicidade subiu 50%. Brasil lidera o mercado da região LATAM em todos os aspectos: em instalações, em uso e em receita. Aplicativos de games lideram a lista brasileira, seguido por compras e em terceiro lugar apps de finanças.

Dentre outros levantamentos, nota-se um aumento na adoção de retargeting para atrair usuários (18% no Brasil em 2020) e a permanência de fraudadores no mercado de publicidade mobile com bots mais sofisticados.

O estudo avaliou um total de 2,9 bilhões de instalações, com levantamentos de: investimentos em campanhas e investimento total, projeção até o fim do ano, instalações na região e no Brasil, representação de apps nacionais na região, entre outros.

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Mercado de EAD cresce desde o início da pandemia

ead.jpg03/07/2020 - Com quase todas as instituições de ensino com aulas online, a educação a distância se tornou o meio mais utilizado para os estudos e consolida a previsão do crescimento da modalidade entre os brasileiros

O ano de 2020 sofre muitas mudanças por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19) e o mercado EAD também. Desde o início do isolamento social, mais de de 1,5 bilhões de estudantes foram impactados por instituições de ensino fechadas e 188 países com suspensão em nível nacional, segundo dados da Unesco. No Brasil, 56 milhões de estudantes estão matriculados em uma instituição de ensino e tendo que estudar em casa por conta da pandemia. Essa mudança fez com que todas as escolas e faculdades tivessem de se adaptar a aulas online e a produção de conteúdo digital. Isso reforça o crescimento constante desse setor e acelera o processo de transformação digital na educação. Uma pesquisa feita pelo Censo da Educação Superior, realizado pelo Inep/MEC, indica que em 2018 houve, pela primeira vez, mais vagas ofertadas a distância do que em cursos presenciais. Esse estudo confirma a previsão que o ensino a distância está conquistando o mercado brasileiro, consolidando sua importância, aceitação e eficácia para os estudantes.

Com a maioria das pessoas em casa por conta do isolamento social, a adaptação à nova rotina possibilitou que elas tenham mais "tempo livre", o que resultou no aumento do estudo online. Esse crescimento foi comprovado na P a s s e i D i r e t o , maior rede de estudos do País, em que registrou o aumento de dez vezes o número de acesso aos materiais da rede. Em janeiro, aproximadamente quatro milhões materiais eram vistos; em maio, esse número passou para mais de 50 milhões.

"A pandemia acelerou a necessidade da transformação digital em todos os mercados e na educação não foi diferente. Agora, praticamente de um dia para o outro, milhões de estudantes brasileiros precisaram passar a estudar de casa. Estamos vivendo o maior experimento mundial de educação a distância da história e entendo que isso deve servir de catalisador para a educação buscar soluções mais inovadoras", conta Rodrigo Salvador, CEO da Passei Direto.

Apesar de esperada, tal transformação traz desafios. É o que aponta uma pesquisa realizada com mais de mil usuários da rede, em abril. O estudo mostrou que o foco tem sido a maior dificuldade para estudar em casa. E mais: a maioria dos estudantes usou a palavra "preocupado" em relação à pandemia, o que também pode afetar os estudos.

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