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O fim da era dos apps: sua empresa está preparada?

fernando_steler.jpg*Por Fernando Steler
28/04/2017 - Os aplicativos móveis definitivamente fazem parte de nossas vidas. Desde março de 2008, quando Steve Jobs finalmente deixou de relutar contra a abertura da plataforma do iPhone para a comunidade de desenvolvedores, os apps chegaram para ficar. Vale dizer que Steve Jobs sempre será lembrado por ser um visionário; no entanto, ele também ficará marcado por ser loucamente controlador e temer que, ao abrir a sua plataforma para terceiros, a qualidade dos seus aparelhos começaria a ser questionada.

Com a entrada da Google nesse mercado, os aparelhos Android já nasceram com um apelo mais aberto e mais barato, definindo, de uma vez por todas, a consolidação dos smartphones como "o computador pessoal" mais utilizado do planeta. E o resto é história. De 2008 para cá, os números do mercado de smartphones vêm se mostrando astronômicos, sendo todos na casa dos bilhões: bilhões de usuários, bilhões de aparelhos, bilhões de downloads de aplicativos etc.

Um aplicativo para qualquer coisa

Todo esse cenário fez com que as empresas não ficassem paradas. Agora todo mundo quer ter o seu próprio aplicativo nas mãos dos clientes, desde as maiores instituições financeiras do mundo, até o menor mercadinho de esquina. As grandes empresas estão sonhando com o autoatendimento, já que suas operações de call center consomem centenas de milhões de reais e, ainda por cima, são extremamente criticadas. Afinal, quem gosta de ligar para um telemarketing?

Retenção e engajamento de aplicativos móveis

Vamos a dura realidade das empresas: é muito difícil emplacar um Mobile App! Os clientes até instalam os aplicativos das empresas com que se relacionam, mas acabam não encontrando relevância e deixam de usá-los ao longo do tempo, partindo para a desinstalação. Por outro lado, aplicativos sociais como Facebook e Instagram, ou mesmo Apps de mensagens, como o WhatsApp ou Messenger, permanecem nos smartphones das pessoas e são utilizados todos os dias; quem sabe até todas as horas.

Essa é uma briga perdida para as empresas. E para piorar, os usuários precisam de espaço em seus smartphones para guardar fotos e vídeos. Ah, e não vamos esquecer que os usuários estão sempre buscando por mais recursos para instalar as novidades que não param de surgir, como Snapchat, Pokémon GO, Tinder e afins.

No primeiro trimestre de 2015, de acordo com a BI Intelligence, a utilização dos Apps de Mensagens ultrapassou os de redes sociais.

OS APLICATIVOS DE MENSAGENS INSTANTÂNEAS OU MESSAGING POSSUEM UM ÍNDICE DE QUASE SEIS VEZES MAIS ENGAJAMENTO E FIDELIDADE DO QUE OS APLICATIVOS EMPRESARIAIS.

Aplicativo ajuda a escolher bons restaurantes

20/04/2017 - Com mais de 3.000 restaurantes recomendados em todo o Brasil e 40 mil usuários cadastrados, o WeSeek Food é o novo aplicativo para encontrar bons restaurantes, avaliar e compartilhar descobertas de estabelecimentos e montar o próprio guia gastronômico. Disponível gratuitamente no Google Play e App Store.

O app funciona como uma rede social, permitindo que seus membros cadastrem restaurantes, avaliem os preços, a comida, o serviço, o ambiente e também façam comentários gerais sobre os estabelecimentos. Além disso, à medida que as pessoas vão utilizando a rede social, elas ganham pontos, viram especialistas e até referência em determinado tipo de culinária, tudo baseado em um ranking que avalia o prestígio conquistado pelo usuário dentro da comunidade.

“Em poucos cliques é possível encontrar e seguir o melhor especialista de comida italiana em São Paulo e consultar as suas recomendações, por exemplo. “Por esse motivo, alguns dos maiores foodies das redes sociais estão adotando o WeSeeK Food como plataforma para promoção do seu trabalho”, explica Daniel Silva, sócio-fundador da plataforma.

Por conta da expansão e do crescimento da comunidade, a plataforma lançou o WeSeek Food Club, um benefício diferenciado, acessível a quem aderir à mensalidade de R$ 6,99 por mês. Os assinantes tem até 50% de desconto nos mais de 300 restaurantes parceiros até o momento, em São Paulo e Rio de Janeiro.

Todos os estabelecimentos que estão listados no app são cadastrados e avaliados pelos membros da comunidade.

 

 

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Lucy, o app de ligações que não precisa de internet

23/03/2017 - Lucy Teliggo chega com tarifa fixa para concorrer com WhatsApp, Skype e operadoras convencionais

A partir da próxima semana, os usuários de Iphones já poderão encontrar na Apple Store a versão do aplicativo Lucy Teliggo. A solução permite efetuar chamadas para fixos e móveis, inclusive a longa distância nacional e internacional. O download do aplicativo é gratuito e os usuários iniciais ganharão 10 minutos para degustação.

No Brasil, os usuários poderão contratar um pacote pré-pago de 60 minutos, que não expiram, por 2,99 dólares ou uma assinatura ilimitada por 29,90 dólares por mês.

Caio Fiuza, CEO da empresa, explica que Lucy é uma secretária virtual que procura combinar todos os recursos disponíveis nos smartphones para que os usuários falem mais gastando menos. “Percebemos que grande parte dos usuários de telefonia gasta muito mais do que precisa. E o pior: muitos nem sabem o quanto gastam. Clientes de planos pós-pagos que pagam R$ 250 ou mais por mês podem economizar mais de R$1.000 por ano usando Lucy. Basta reduzir seu plano na sua operadora e contratar um plano ilimitado super barato da Lucy. O número permanece o mesmo, o gasto diminui e as possibilidades de ligações são maiores”, destaca.

O usuário não recebe conta de telefone, porque as compras são realizadas via cartão de crédito e ainda é possível utilizar Lucy no meio empresarial e reduzir as taxas de acordo com as necessidades”, afirma.

A função “No Roaming” é interessante. O usuário pode escolher um número que deseja receber a chamada, digita o destino e a ligação ocorre igual à local, sem taxas adicionais. “Para viajantes e pessoas que tenham familiares e amigos em outros países a vantagem é evidente. Com a Lucy você tem a qualidade de uma ligação de voz pelo preço de VOIP ou menos”, enfatiza Caio.

Merece destaque também o recurso Teliggo Callback. O usuário digita o número que deseja chamar e quando o destinatário for localizado, ocorre o retorno da chamada.

Para saber mais, acesse: http://www.mylucy.io/

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Cuide de seus apps para evitar uma desordem digital

apps_kasper.jpg17/03/2017 - Com a explosão do uso de aplicativos e os avanços da capacidade de armazenamento dos dispositivos, a desordem digital aumenta rapidamente. Porém, a falta de manutenção dos aplicativos deixa os dispositivos vulneráveis a ameaças de segurança. Um novo relatório da Kaspersky Lab mostra a dimensão do problema da desorganização digital entre os usuários da Internet no mundo todo.

O estudo mostrou que, normalmente, os usuários instalam 12 aplicativos Android a cada mês, mas excluem apenas 10. Na prática, são adicionados dois aplicativos por mês. Com mais aplicativos instalados nos dispositivos, é importante gerenciá-los para evitar a desordem digital. Entretanto, descobrimos que apenas metade (55%) dos usuários atualiza e examina regularmente o conteúdo de seus dispositivos, excluindo documentos e aplicativos que não são usados.

Essas conclusões fazem parte de um novo relatório compilado pela Kaspersky Lab: "A desordem digital e seus perigos". O estudo baseia-se em informações obtidas pela combinação única de uma pesquisa online feita em 17 países, análises estatísticas dos dados da Kaspersky Security Network (KSN) e uma experiência de desempenho de aplicativos realizado pelos testadores internos da Kaspersky Lab.

Com o grande aumento da desordem digital, a limpeza e atualização dos aplicativos é mais importante do que nunca para combater os malwares que utilizam vulnerabilidades de aplicativos para invadir os dispositivos. Porém, a pesquisa mostrou que, em um quarto dos casos (28%), os usuários só atualizam os aplicativos dos dispositivos quando são forçados e que, em 10% dos casos, eles tentam nunca fazer isso.

Um dos maiores perigos é que os próprios aplicativos podem colocar em risco os dados e dispositivos do usuário por conta de suas atividades diárias. As conclusões técnicas da Kaspersky Lab mostram que, dentre 100 aplicativos Android que os usuários podem gerenciar (ou seja, instalar e excluir), 83 têm acesso a informações sigilosas do usuário, como contatos, mensagens e dados, e podem até fazer chamadas e enviar mensagens SMS.

Os resultados adicionais da KSN mostram como os aplicativos podem operar sem a permissão do usuário. Em média, os usuários têm 66 aplicativos em seus dispositivos Android. Ao testar uma amostra representativa de 66 dos aplicativos Android mais populares, 54 foram iniciados em segundo plano sem os usuários tocarem neles, consumindo, em média, 22 MB de tráfego por dia sem qualquer interação do usuário.

As configurações dos aplicativos oferecem um certo nível de controle sobre o conteúdo do dispositivo que o aplicativo pode acessar e afetar. Contudo, a pesquisa mostrou que apenas 40% das pessoas ajusta deliberadamente as configurações de cada aplicativo em seus smartphones. Além disso, apenas 32% conseguem recusar a instalação de um aplicativo móvel quando não estão satisfeitos com o contrato de licença.

"Os usuários expõem seus dispositivos e dados pessoais a ameaças de segurança quando deixam de tomar cuidados simples, mas essenciais, como limpar e atualizar o software e os aplicativos, ajustar as configurações e desinstalar os aplicativos que não são mais usados. Com o grande aumento da desordem digital em nossos dispositivos, cada vez mais negligenciamos a manutenção desses aplicativos. Mas fazemos isso por nossa conta e risco, pois podem ocorrer várias falhas, como defeitos do dispositivo, problemas de duração da bateria ou infecção por malware", declarou Andrei Mochola, Diretor de Negócios ao Consumidor da Kaspersky Lab.

Para combater a desorganização e proteger seus dados pessoais, Kaspersky Lab recomenda:

- Entender o que está armazenado e onde – invista um tempo para examinar seus dispositivos e descobrir quais informações estão armazenadas em quais aplicativos e arquivos em cada dispositivo;

- Fazer uma 'faxina completa' nos dispositivos – invista um tempo para colocar sua casa digital em ordem, removendo e atualizando regularmente as informações armazenadas em seus dispositivos;

- Atualizar os aplicativos e o software – devem ser realizadas atualização regulares assim que forem lançadas novas versões;

- Usar softwares específicos – por exemplo, limpadores de software, como o que é integrado às principais soluções de segurança da Kaspersky Lab; verificar todos os aplicativos instalado no dispositivo e marcar os que representam um risco potencial ou que são usados raramente.

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App BMW i Visualiser está na Google Play

bmw_1.jpg15/03/2017 - App de realidade virtual permite que produtos 3-D em tamanho real sejam explorados por meio do smartphone.

A BMW i é a primeira marca automotiva a oferecer uma experiência de realidade 3-D aumentada de seus produtos, por meio do aplicativo BMW i Augmented Reality Visualiser. Utilizando a Tango, a tecnologia de realidade aumentada da Google, os clientes podem explorar e pré-configurar os modelos BMW i3 ou i8, com tamanho real, em uma visualização interativa, em qualquer lugar e hora. Por utilizar uma tecnologia extremamente moderna, o aplicativo (desenvolvido pela Accenture e sua agência de customer experience, a Accenture Interactive) está disponível, a princípio, para os smartphones já compatíveis com a Tango, o Lenovo Phab 2 Pro e o Asus ZenFone AR, o que mostra a visão de vanguarda do BMW Group.

Após um programa piloto bem-sucedido, utilizado em concessionários selecionados no mundo todo, agora os clientes podem visualizar o BMW i3 e BMW i8, utilizando a realidade aumentada para criar uma imagem 3-D que pode ser explorada de forma interativa: é possível abrir o porta-malas ou a porta e até mesmo “entrar” no carro para ver de perto o interior. Também é possível ver diferentes cores, tanto externas quanto internas, e uma variedade de rodas.

“Nós sabemos que nossos clientes são pessoas ocupadas e nós precisamos nos encaixar em suas vidas. Com o BMW i Visualiser disponível no Google Play, nós estamos satisfeitos pois nossos clientes podem agora explorar os nossos produtos de forma totalmente interativa e divertida, quando e onde for conveniente para eles. Nossos veículos são produtos emocionais e para entender este sentimento, é necessário realmente experimentá-los. Durante nosso programa piloto, as pessoas se divertiram bastante explorando o carro, até mesmo abaixando suas cabeças, como se realmente houvesse um teto ali. É esse nível de detalhe mostra que a tecnologia está oferecendo aos clientes um alto valor agregado”, comentou Andrea Castronovo, vice-presidente de Estratégia de Vendas e Future Retail do BMW Group.
 

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Mercado brasileiro de tablets caiu 32% em 2016

tablets.jpg09/03/2017 - Segundo IDC Brasil, foram comercializados cerca de 4 milhões de aparelhos no ano. Para 2017, consultoria prevê nova queda, porém de apenas 7%

Pelo segundo ano consecutivo, o mercado brasileiro de tablets teve queda. Em 2016, foram vendidos aproximadamente 4 milhões de unidades, ou seja 32% a menos do que em 2015, quando foram comercializados cerca de 5,8 milhões de dispositivos. Os dados fazem parte do estudo IDC Brazil Tablets Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Do total de tablets vendidos no ano passado, apenas 26,5 mil foram notebooks com telas destacáveis.

"Em 2016, passado o 'boom' de vendas de tablets, 80% do mercado ficou dominado por três empresas que resistiram ao período de crise e à canibalização destes dispositivos. Isso deixou o setor mais saudável e com produtos que oferecem melhor experiência de uso ao consumidor", diz Wellington La Falce, analista de mercado da IDC Brasil.
Ainda de acordo com o estudo da IDC, os produtos colocados à venda em 2016 ficaram numa faixa de preço apenas 3% maior do que no ano anterior. "Em 2015, os tablets custavam, em média, R$ 500. No ano passado, os preços ficaram na faixa de R$ 513", completa La Falce.

4º trimestre

Entre outubro e dezembro de 2016, foram comercializados 1,2 milhões de unidades, ou seja, 17% a mais do que no terceiro trimestre de 2016 e 11% a menos do que no mesmo período de 2015. "Como o tablet segue na lista de desejos do público infantil, o último trimestre de 2016 manteve o movimento aquecido dos anos anteriores por conta do Dia das Crianças, da Black Friday e do Natal", finaliza o analista da IDC.

Expectativa para 2017
A IDC Brasil estima que o mercado de tablets chegue à marca de 3,7 milhões de dispositivos vendidos em 2017, ou seja, apenas 7% a menos do que em 2016.

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