Apps de namoro podem ser alvos de cibercriminosos

app_paquera_1.jpg15/08/2017 - Especialistas da Trend Micro infiltram-se em apps de namoro e comprovam: usuário podem sofrer desde ataques maliciosos phishing a roubo de dados

O tipo (e quantidade) de informações divulgadas - sobre os usuários, local de trabalho e onde passeiam ou vivem - não são informações úteis apenas para aqueles à procura de um namorado(a), mas também para hackers que utilizam estas informações para conseguir se infiltrar em uma organização. Para descobrir os riscos, a Trend Micro decidiu testar várias redes sociais de namoro, que inicialmente incluíam o Tinder, Plenty of Fish, Jdate, OKCupid, Grindr, Coffee meets Bagel, e LoveStruck.

A primeira etapa da pesquisa consistia em responder algumas perguntas:

· Já com um alvo em mente (por exemplo, um chefe de departamento de TI, um oficial do governo), seria possível encontrar a conta dessa pessoa em algum aplicativo de namoro (assumindo que a pessoa tenha uma conta)?

· E para uma determinada conta em um aplicativo de namoro, seria possível rastrear esta conta até seus outros perfis em redes sociais - como o Facebook, LinkedIn ou páginas corporativas?

A resposta para estas perguntas é: sim.

GPS e links maliciosos

Em quase todos os aplicativos de namoro explorados pela Trend Micro, é possível que você filtre as pessoas usando uma ampla variedade de critérios - idade, localização, nível escolar, profissão, salário, sem contar os atributos físicos como altura e cor dos cabelos. O Grindr foi uma exceção, pois solicita muito menos informações pessoais.

A localização é bastante poderosa, especialmente quando se utilizam os Emuladores do Android que permitem programar o GPS em qualquer lugar do planeta. A localização pode ser colocada bem no endereço da empresa alvo, configurando o raio o mais próximo possível dos perfis correspondentes aos critérios de busca.

Da mesma maneira, a Trend Micro foi capaz de encontrar uma identidade correspondente a um certo perfil fora do aplicativo por meio da ferramenta de profiling Open Source Intelligence (OSINT).

Basta que algumas dessas pessoas compartilhem informações mais sensíveis que o necessário para que isso se transforme em uma mina de ouro para os hackers. Na verdade, já existe uma pesquisa que triangulou as localizações exata das pessoas em tempo real com base nos aplicativos de namoro instalados em seus celulares.

Com a capacidade de localizar um alvo e ligá-lo a uma identidade real, tudo o que o hacker precisa fazer é explorá-lo. A Trend Micro avaliou isso por meio do envio de mensagens entre as contas de teste com links para sites declaradamente arriscados. Estes links foram entregues sem problemas e não foram marcados como maliciosos.

A conclusão?

Utilizando a engenharia social, é muito fácil enganar o usuário e levá-lo a clicar em um link. Este link pode ser tão comum quanto uma página clássica de phishing para o próprio aplicativo de namoro ou a rede para a qual o hacker está mandando o usuário.

E quando combinado com a reutilização de senha, o hacker pode novamente conseguir se infiltrar na vida de uma pessoa. Uma vez que o alvo está comprometido, o hacker pode tentar sequestrar mais máquinas com o objetivo de acessar a vida profissional da vítima e a rede de sua empresa.

 

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iMoving, o Uber das mudanças, chega ao Brasil

imoving2.jpg27/07/2017 - Com uso de inteligência artificial, big data e machine learning, a plataforma oferece gratuitamente a comparação de preços de mudanças, melhores rotas, rastreamento e facilidade na contratação de seguro.

A plataforma foi lançada em 2011 nos Estados Unidos, onde chegou a intermediar a realização de 70 milhões de mudanças em 11 meses. Seu fundador, o brasileiro Roger Madeira, está investindo R$ 3 milhões no desenvolvimento da versão nacional para atender um mercado com 1,74 milhão de mudanças ao ano, de acordo com dados da Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT).

As empresas de mudanças interessadas em receber clientes e participar do processo de seleção de orçamentos da plataforma podem se cadastrar no site, sem qualquer custo. E o cliente que desejar usar a plataforma web, pode acessar pelo site http://www.imoving.com.br. Para conseguir orçamentos de várias transportadoras e realizar uma pesquisa de mercado mais ampla do que pelo método tradicional, basta clicar em “receber orçamentos”. No ambiente, o usuário é orientado a responder perguntas que revelam a característica da mudança desejada e aguardar os orçamentos chegarem por e-mail.

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App facilita compra de medicamentos manipulados

13/07/2017 - O Farmácias APP, aplicativo que reúne redes de varejo de saúde e beleza, acaba de lançar uma nova funcionalidade que permite aos usuários enviar receitas médicas via smartphone para solicitação de orçamento e compra de medicamentos ou cosméticos manipulados.

"A nova funcionalidade do aplicativo permite às farmácias de manipulação e homeopatia aumentarem o seu leque de clientes. Além disso, facilita todo o processo de gerenciamento dos pedidos recebidos", ressalta Robson Parzianello, diretor de tecnologia do Farmácias APP.

Enquanto as farmácias de manipulação e homeopatia ganham um novo canal de vendas, os usuários passam a ter uma gama de estabelecimentos e, consequentemente, maior oferta de para cotação de preços, de maneira rápida, simples e segura. Segundo a Anfarmag, é possível economizar de 30% a 40%, dependendo de fatores como as substâncias utilizadas e a quantidade prescrita.

 

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App denuncia violência contra mulheres

musa2.jpg11/07/2017 - O cenário da violência contra a mulher no Brasil é alarmante. Dados oficiais mostram que mais de 200 mulheres são agredidas diariamente pelo país – uma a cada sete minutos. E, dentre esses casos, mais de 80% são originados no próprio ambiente doméstico, sendo o agressor, na maioria das vezes, um familiar: companheiro, parente ou colega.

Buscando ajudar as mulheres a se protegerem da violência, a JMMTech, startup sediada no Vale do Jequitinhonha - MG, lança nesta terça-feira (11) o MUSA (Mulher Salva), uma ferramenta digital que permitirá denunciar em tempo real ameaças ou agressões a pessoas próximas e até policiais.

O MUSA é totalmente gratuito e funciona por meio de dois aplicativos interligados: um destinado à potencial vítima e outro ao Anjo da Guarda, que são pessoas convidadas pela própria usuária para receber os chamados de emergência.

Quando a vítima pressiona o botão de alerta, um chamado é enviado imediatamente aos Anjos da Guarda, informando o local e momento da agressão. O app ainda permite preencher dados adicionais do agressor – que, na maioria das vezes, é alguém conhecido – como nome, idade, onde mora e histórico processual. Somente os denunciantes e os Anjos terão acesso a esses dados.

Policiais de todo o Brasil também poderão se inscrever como Anjos da Guarda e receber todos os chamados de sua região de atendimento. Para isso, basta que a sua unidade aceite participar do Sistema e autorize a inscrição de cada agente em uma plataforma WEB. Esta plataforma permite, inclusive, que cada unidade da Polícia Militar monitore todos os agentes que estejam cadastrados no sistema, assim como os seus chamados e dados estatísticos.

Mais informações em: http://jmmtech.com.br

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Falta legislação para baterias de lítio no Brasil

batery_litio2.jpg03/07/2017 - Mesmo com o grande número de casos de acidentes registrados nos últimos anos, a aplicação de baterias de lítio segue crescendo. De laptops a smartphones, passando por tablets, brinquedos (como o hoverboard), power banks e outros gadgets eletrônicos, este tipo de componente está presente nos mais diversos equipamentos. E, em diversos países, seu uso está sendo ampliado para novos segmentos como a mobilidade (carros elétricos) e residencial (baterias domésticas para energia solar).

“Com a popularização, temos um forte impulso por modelos cada vez menores, mais leves, com maior capacidade de armazenamento de energia e carregamento rápido”, contextualiza Jose Antonio de Souza Junior, gerente de operações da divisão Consumer Technology da UL do Brasil, uma das empresas líderes globais em ciências da segurança. “Se, por um lado, esta tendência estimula o desenvolvimento técnico, por outro gera um desafio para a questão de confiabilidade destes equipamentos”, complementa Junior.

A equipe de técnicos da UL, que há mais de 30 anos atua no segmento de baterias, participou do estudo de casos recentes de acidentes causados por este componente, como dos hoverboards, do Boeing 787 entre outros.

O que gera os acidentes - A bateria é um dispositivo que armazena e gera energia elétrica mediante reações eletroquímicas de oxidação (perda de elétrons) e de redução (ganho de elétrons). Sua unidade básica é a célula, formada por dois eletrodos (placas positiva e negativa) separados fisicamente por material isolante elétrico. A transferência dos elétrons de uma placa para a outra, que ocorre no circuito elétrico externo, gera a corrente elétrica.

A maioria dos acidentes ocorre quando há aquecimento excessivo da bateria ou pressão mecânica sobre sua área externa, levando o isolante térmico que separa os dois eletrodos a se romper e gerar um curto circuito. “O risco é causado não apenas pelo fogo, que se propaga de uma célula para toda a bateria e em alguns casos pode gerar explosões, mas também pela emissão de gases tóxicos”, explica Junior.

Normas no Brasil e no exterior - Para evitar esses problemas, as baterias devem ser projetadas e construídas com materiais que resistam ao calor e à pressão física, além de contarem com circuitos de proteção para evitar a sobrecarga. Normas desenvolvidas com participação da UL nos Estados Unidos definem padrões rígidos incluindo a composição da bateria (avaliação dos materiais), morfologia e propriedades químicas/físicas fundamentais. Para receberem a marca de conformidade norte americana, as baterias passam por diversos ensaios, entre eles de reação a altas temperaturas, reação física a incêndios (se vai ou não explodir) e impacto.

No Brasil, apenas as baterias destinadas a telefones celulares são obrigadas a passar por testes para serem certificadas pela Resolução 481/2007 da Anatel. As demais, instaladas em laptops, tablets, brinquedos e outros equipamentos podem ser produzidas e comercializadas no país sem qualquer restrição. “Este é um cenário que causa preocupação. Com a popularização de produtos como os power banks, por exemplo, que tem um grande potencial de risco, o ideal seria termos uma normatização que garantisse a segurança do consumidor e um padrão para o desenvolvimento da indústria local”, avalia Junior.

Alguns cuidados podem ser tomados pelos consumidores para minimizar o risco de acidentes com equipamentos que possuem baterias de lítio:

- Evitar exposição a altas temperaturas;

- Evitar mantê-las em ambientes úmidos

- Carregar a bateria sempre em local arejado

- Não provocar curto circuito (ligando as duas polaridades com material condutor, como um fio) ou aplicar polaridade reversa

- Não submetê-las a esforços mecânicos (esmagamento, impactos, mutilação, penetração) e não desmontá-las

- Evitar descargas completas

- Utilizar baterias certificadas

 

 

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App converge serviços de mobilidade urbana

app_mobqi.jpg26/06/2017 – O sistema traz aplicativo com informações sobre transporte, serviços e pessoas, e é totalmente gratuito

Tudo o que você precisa saber para andar pela sua cidade está reunido agora num único aplicativo. O MOBQI é uma plataforma digital que facilita a mobilidade urbana ao convergir informações úteis sobre transporte, serviços e pessoas. Nele, será possível encontrar as melhores opções de ônibus, taxis, rotas para carros, bike ou pedestres, estabelecimentos próximos, eventos, amigos e até mesmo uma paquera.

O MOBQI também terá funções para chamadas de emergência, com conexões diretas para a Polícia, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil ou SAMU.

"Cada cidade poderá utilizar o serviço para um ou mais órgãos de emergência ou segurança, de acordo com o cadastro realizado (cada órgão deverá receber um cadastro próprio)", explica Ernani Machado, fundador da MOBQI. "O mesmo vale para o transporte. Cada cidade poderá fornecer os dados de um ou mais meios – taxis, mototaxis, metrô, trem, barcas, ônibus, vans, etc.", acrescenta o executivo.

Apresentado nesta sexta-feira (23), em evento realizado na sede da Microsoft – apoiador do projeto –, o MOBQI já está disponível para download em todo o Brasil. É totalmente gratuito e possui versões para web(www.mobqi.com) e aplicativo para dispositivos móveis, compatível com os sistemas Android e iOS.

Neste primeiro momento, o MOBQI está funcionando integralmente no modal de transportes coletivos nas cidades de São Paulo – SP, Rio de Janeiro – RJ e Belo Horizonte – MG.

Dados exclusivos para órgãos públicos e empresas

O MOBQI possui uma plataforma que fornece um levantamento de dados sobre mobilidade urbana, ocorrências policiais e chamadas de emergência para municípios e órgãos públicos parceiros.

Essas informações são recolhidas por meio de apps ou mini rastreadores instalados nos veículos cadastrados – ônibus, trem, taxis, viaturas, etc. – e distribuídas aos parceiros por meio de um software, em tempo real. Os dados também ficarão disponíveis para acesso dos usuários.

"Cidades que não possuam um banco de dados sobre mobilidade urbana terão muitos benefícios com as informações reunidas pelo nosso serviço", destaca Machado.

No caso das chamadas de emergência, as informações são levadas a unidades de gerenciamento específicas, que poderão ser interligadas à sala comando de cada órgão.

Para as empresas, o MOBQI disponibiliza ainda serviços de monitoramento de frotas por um custo baixíssimo. As companhias que aderirem ao serviço poderão receber informações em tempo real sobre localização, rota percorrida, abastecimento e manutenção da frota, entre outros.

Brasileiro genuíno

Fundada pelo empresário Ernani Machado, a startup do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, já está em testes em outros cinco países (Alemanha, Estados Unidos, França, Reino Unido e Suíça). O Brasil será o primeiro país a disponibilizar o MOBQI para usuários.

O MOBQI tem apoio da Microsoft, do Governo da Inglaterra, da INOVATIVA - SEBRAE e da Fiemg Lab Comunity.

Como funciona

Funciona da seguinte forma: os veículos de transporte público (ônibus, barcas, trens, táxis, etc.) são conectados a dispositivos móveis por meio do APP e, automaticamente, o sistema começa a operar utilizando inteligência artificial.

A plataforma ainda mapeia os pontos de transporte público, além de possibilitar a chamada de táxis, ambulâncias, acionar a polícia e até os bombeiros, utilizando um sistema que integra vários serviços para empresas, usuários e governos.

Mais informações em: https://www.mobqi.com

 


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