Redes powerLine resolvem os pontos cegos do Wi-Fi

dlink.jpg01/11/2016 - A tecnologia PowerLine é uma das soluções para melhorar o sinal Wi-Fi em uma rede de Internet doméstica. Fácil de instalar e segura, ela oferece conexão para ambientes em que o sinal de Internet Wireless é muito fraco ou inexistente. Como muitos consumidores ainda têm dúvidas sobre a tecnologia, Rodrigo Paiva gerente de Produtos da D-Link, explica abaixo o seu funcionamento e tira as principais dúvidas:

O que é, afinal, a tecnologia PowerLine?

A tecnologia se traduz em ter conexão de Internet usando a tomada elétrica como ponto de acesso. É como se cada ponto elétrico na residência pudesse se transformar em um ponto de conexão, seja ele cabeado ou sem fios. Ela é composta por dispositivos que usam a fiação elétrica existente para transmitir e receber dados IP usando uma frequência de 1 a 30MHz, enquanto que a energia elétrica opera na frequência de 50 a 60Hz. E o que isso significa? Que é possível transmitir pacotes de Internet através da fiação elétrica existente sem maiores problemas.

Soluções Powerline são muito convenientes para resolver problemas de sinal Wi-Fi: devido à quantidade de paredes e obstáculos existentes em um dado ambiente, nem sempre o sinal Wi-Fi do roteador chega no local desejado. Com os dispositivos Powerline, este problema é facilmente resolvido: já que ela utiliza a fiação elétrica existente para transmitir e receber dados, levar o sinal Wi-Fi de um ambiente para o outro pode ser feito em minutos por qualquer pessoa.

Qual é o motivo que me faria usar o PowerLine para me conectar?

Usar o PowerLine é uma solução perfeita quando o computador, notebook ou Smart TV que você quer conectar à rede está fora do alcance do roteador Wireless. Por exemplo, se você mora em uma casa com vários andares, seu roteador pode sofrer para enviar o sinal para todos os quartos. Em vez de puxar cabos de rede por toda a casa e quebrar paredes (ou colocá-los nas canaletas), o powerLine aproveita os fios elétricos que já estão instalados para ampliar o alcance da rede.

A preferência por soluções powerline é que elas oferecem maior desempenho e podem resolver problemas de limitação de sinal Wi-Fi mesmo naqueles ambientes que não possuem sinal algum, nos quais seria impossível utilizar um repetidor wireless convencional.

Mas como funciona exatamente?

Comumente um roteador Wireless é instalado onde fica localizada a conexão física de Internet, e este ambiente normalmente é uma sala de estar ou um quarto dormitório. Como a posição física do roteador não privilegia muito a dissipação de sinal Wi-Fi para todos os ambientes, você pode ter dificuldades em obter sinal de Internet em ambientes como dormitórios, banheiros, cozinhas, e principalmente áreas externas.

Para resolver este problema de sinal com a tecnologia powerline basta adquirir um dos modelos "KIT" disponíveis no mercado. Eles são compostos por duas unidades: a primeira é um adaptador que deve ser plugado em uma tomada próxima ao roteador, e então conectado ao mesmo com um cabo de rede comum. Já a segunda unidade é um 'repetidor wireless powerline', que deve ser fisicamente plugado em uma tomada localizada no ambiente em que se deseja ter sinal Wi-Fi.

Depois da instalação física, basta sincronizar os aparelhos apertando seus respectivos botões de conexão e eles começarão a se comunicar através da rede elétrica. Se desejar, é possível também conectar fisicamente Smart TVs ao repetidor powerline por meio de um cabo ethernet.

Quão segura é a rede PowerLine?

Redes powerLine são incrivelmente seguras, pois além da limitação física existente entre ambientes que utilizam diferentes painéis de distribuição elétrica, ela criptografa todos os dados enviados através da rede sincronizada. Isso significa que mesmo que o seu vizinho adquira um adaptador ou repetidor powerline, ele não poderá utilizar a sua estrutura de internet powerline.

Disponível nas principais lojas de varejo e também em lojas segmentadas, a D-Link oferece soluções com preços acessíveis e que resolvem problemas de sinal Wi-Fi. Para conhecer mais, acesse o hotsite https://dlink.com.br/content/powerline

Segue abaixo o portfólio de soluções powerlines da D-Link:

Kit Powerline DHP-W311AV 500 Mbps

http://www.dlink.com.br/sites/default/files/product_image/dhp-w310av_b1_dhp-308av_a1_image-hfront.jpgO Kit Repetidor Powerline DHP-W311AV 500Mbps é composto pelo repetidor Wireless DHP-W310AV e pelo adaptador Powerline DHP-W308AV, que juntos proporcionam a velocidade de até 500Mbps na rede elétrica e taxa de transmissão de até 300Mbps na rede Wi-Fi.

Preço sugerido ao consumidor: R$ 399,00

Kit Powerline DHP-W221AV 200 Mbps

http://www.dlink.com.br/sites/default/files/product_image/dhp-w221av_a1_image-hfront_eu.jpg
O Kit Repetidor Powerline DHP-W221AV 200Mbps é composto pelo repetidor Wireless DHP-W220AV e pelo adaptador Powerline DHP-W208AV, que possuem velocidade de até 200Mbps na rede elétrica e taxa de transmissão Wi-Fi de 150Mbps. É a solução mais econômica disponível no mercado brasileiro – mesmo assim ainda é duas vezes melhor do que a solução de Wi-Fi convencional.

Preço sugerido ao consumidor: R$ 299,00


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Coursera investe em assinaturas mensais

coursera_assinatura250.jpg31/10/2016 - A maior plataforma de cursos online segue o exemplo das ofertas de streaming de filme e música de grupos como Netflix e Spotify e adota um modelo de assinatura mensal, em vez de cobrar por cursos como rivais fazem, explica matéria de hoje do Financial Times.

Coursera faz parte da geração dos chamados Moocs - do inglês Massive Open Online Course, ou Curso Online Aberto e Massivo - e se desenvolve na área de educação a distância.

A versão brasileira da plataforma, a exemplo das estrangeiras, vem sustentada por parcerias com universidades de prestígio, USP e Unicamp. O material das duas universidades. A iniciativa está associada ainda à Fundação Lemann.

Que tipos de cursos o Coursera oferece em português?

Da USP temos "Origens da Vida", "História da Contabilidade", "Fundações da Linguagem de Negócios" e o "Sistema Previdenciário Brasileiro". Já a Unicamp trará aulas relacionadas a empreendedorismo. Estamos muito empolgados com os cursos de negócios, pois sabemos que muitos dos brasileiros têm vontade de começar seu próprio negócio, existe uma cultura de empreendedorismo. É a nossa categoria mais popular no Brasil, mesmo considerando os cursos em língua inglesa, de acordo com Daphne Koller, israelense-americana que atua como presidente Coursera.

A plataforma vai lançar as assinaturas para os consumidores que desejem fazer alguma especialização, e serão divididos em séries de seis a oito cursos sobre assunto. A mensalidade vai variar entre US$ 39 e US$ 89 por mês, dependendo da área e do desenvolvimento pessoal relacionado a ciência de dados. O custo anterior estava entre US$ 19 e US$ 99 ppara cada unidade da especialização.

Plataformas de Moocs

• Veduca
A plataforma brasileira oferece gratuitamente aulas de universidades brasileiras como USP e Unesp, e internacionais, como Harvard, MIT e Yale. Tem aulas de pós-graduação e oferece certificação paga e reconhecida pelo Ministério da Educação.

• NovoEd
O foco da plataforma é na interatividade. O NovoEd foi criado por Amin Saberi, professor da Universidade de Stanford, mas possui cursos de diversas universidades americanas.

• edX
Criada por professores de Harvard e do MIT oferece cursos gratuitos de universidades americanas. A maioria são das áreas de ciências e exatas, especialidade das duas faculdades, e ministrados na língua inglesa.

• Udacity
Da Universidade de Stanford, tem cursos pagos e gratuitos e alguns ministrados por profissionais de grandes empresas como Google e Nvidia.

• Khan Academy
Oferece aulas de conteúdos de diversas áreas para estudantes de todas as idades. Tem cursos preparados pela Nasa e MIT.

Crédito: © AP

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Internet sofre ataque maciço de hackers nos EUA

cyberataques_trend.jpg28/10/2016 - Na última sexta feita, muitos usuários tiveram problemas para acessar websites como CNN, Paypal, Reddit, Spotify, PlayStation Network (PSN) e Twitter. O motivo foi que um grande provedor de internet americano, estava sofrendo um ataque de negação de serviço. Ouça o comentário de Ethevaldo Siqueira na CBN aqui

Na infraestrutura da internet existem servidores chamados de DNS (domain name server) esses servidores são responsáveis por indicar onde um website está. Essa analogia é exatamente igual a uma agenda telefônica. Você procura um nome na agenda e esse nome está associado a um número telefônico. O que aconteceria se você não tivesse acesso ao catálogo? Você sabe que os números estão ali, mas não consegue acessá-los.

O ataque de sexta-feira (21) aconteceu contra os servidores do DNS da DYN e quando alguém tentava acessar qualquer um dos sites ou serviços citados, simplesmente seu computador não sabia onde localizá-los na internet. Esse tipo de ataque é conhecido como DoS, uma sigla em inglês que significa Negação de Serviço. Esse ataque pode ser efetuado diretamente ou de forma distribuída onde ganha a sigla DDoS (ataque de negação de serviço distribuído).

Alguém, ainda não identificado, utilizou o "Mirai", um software que procura equipamentos IoT (internet das coisas) com senhas padrão e se conecta a eles utilizando-os para fins maliciosos.

Sem saber, o usuário doméstico pode também ser uma vítima, fazendo parte da rede dos atacantes. Portanto, trocar a senha de todo e qualquer equipamento é um começo para se prevenir de danos maiores, orienta Fernando Amatte, gerente de cibersegurança da Cipher, empresa brasileira com atuação global, especializada em serviços de cibersegurança.

Campanha capacita usuários contra ciberataques

A CompTIA, associação sem fins lucrativos da indústria de tecnologia, anuncia o seu compromisso com a campanha "Bloqueie o seu Login" da Aliança Nacional de Segurança Cibernética, iniciativa de segurança na Internet para capacitar usuários a protegerem suas contas online, não apenas com senhas.

A campanha, anunciada pela Casa Branca em fevereiro de 2016 como parte de seu Plano de Ação Nacional de Segurança Cibernética, chama usuários a fortalecerem suas contas on-line, disponibilizando as mais fortes ferramentas de autenticações disponíveis para que todos possam desfrutar de uma tranquilidade, sabendo que suas contas on-line estão mais seguras.

Enquanto nenhuma medida de segurança é infalível, existem algumas regras fáceis a serem adotadas, tais como: o uso de um pequeno dispositivo separado, que o usuário tenha em sua posse; verificação da identidade por meio de dados biométricos, como voz, reconhecimento facial, impressão digital ou scanner de íris; ou ainda usar um código uma única vez, por meio de um aplicativo em seu dispositivo móvel. Esses passos irão tornar sua vida digital mais difícil para hackers perturbarem.

Para aprender a fazer suas contas online mais seguras, com autenticação forte, visite www.lockdownyourlogin.com

 



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Brasileiro é muito conectado, diz pesquisa

consumidor-brasileiro.jpg20/10/2016 - Estudo da Deloitte sobre rotina de consumo mostra que mais de um terço deles acorda de madrugada e confere suas mensagens; oito em cada 10 pessoas ouvidas no Brasil possuem smartphones, crescimento de 176% em relação a 2013; 15% dos donos de celulares atravessam ruas teclando; 12% interagem com o aparelho enquanto dirigem; 6% dos pesquisados têm acesso a óculos de realidade virtual e 11% pretendem comprar um nos próximos 12 meses.

Classificado por alguns como "febre", ou até como "vício", o uso intensivo do smartphone por um número considerável de pessoas gera alguns costumes minimamente curiosos, de acordo com o "Global Mobile Consumer Survey – GMCS 2016", estudo da Deloitte que apura o hábito de consumo de equipamentos e serviços de tecnologia móvel em 31 países do mundo. No Brasil, a pesquisa foi realizada com 2.005 pessoas de todas as regiões do país.

Entre os exemplos está o hábito cultivado por 37% dos donos desses equipamentos que participaram do estudo, que afirmam verificar suas mensagens instantâneas em aplicativos como o WhatsApp caso acordem no meio da noite. Já 28% dos pesquisados disseram que chegam a responder às mensagens durante a madrugada. No outro extremo estão 29% dos respondentes que afirmam nunca checar seus aparelhos durante a noite, nem mesmo para conferir o horário no relógio do aparelho.

A intensidade de uso também se estende aos extremos do dia. Pelo menos 32% dos donos de "telefones inteligentes" dizem que a primeira coisa que fazem ao acordar é olhar seu aparelho. Ao final do dia, 48% dos respondentes em 2016 disseram que dão uma última olhadinha no smartphone, cinco minutos antes de ir dormir.

A atividade priorizada por 33% daqueles que checam seu smartphone logo pela manhã é navegar pelas redes sociais. Logo a seguir, vem o costume de teclar nos aplicativos de mensagens instantâneas, que é privilegiado por 28% dos respondentes. Em terceiro, vem o hábito de checar e-mails pessoais, citado por 10% dos respondentes.

"Depois do fenômeno dos videogames, que mudou hábitos de várias gerações, especialmente de jovens, as facilidades proporcionadas pelas tecnologias condensadas em um único smartphone estão transformando o dia a dia de incontáveis pessoas em todo o mundo", avalia Marcia Ogawa, sócia-líder para o atendimento à indústria de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da Deloitte. "Cada vez mais o smartphone torna-se um hub não somente para uso pessoal mas também para aplicações corporativas – o que converge para o fenômeno da transformação digital das empresas", diz Marcia.

Marcia Ogawa, sócia-líder para o atendimento à indústria de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da Deloitte

Teclando ao atravessar a rua

Não é raro vermos hoje em dia pessoas desatentas de olho na tela de seus smartphones realizando tarefas não recomendadas nessa situação. Por exemplo, a GMCS 2016 aponta que 15% dos pesquisados que possuem um smartphone costumam atravessar ruas interagindo com seus aparelhos.

Mais perigoso é saber que 12% dos participantes do estudo que têm telefones móveis frequentemente dirigem veículos usando seus aparelhos. Por outro lado, 44% dos usuários dizem que nunca conduzem seus veículos dividindo a atenção com o smartphone.

E a hora de comer não é mais tão sagrada para uma parte considerável dos usuários de celulares. Trinta e cinco por cento daqueles que têm smartphones sempre, ou quase sempre, usam o telefone enquanto estão fazendo uma refeição em casa. O percentual recua um pouco, para 32%, em relação àqueles que ficam ligados ao aparelho enquanto se alimentam em restaurantes.

Durante o trabalho, 48% dos brasileiros admitem utilizar sempre, ou quase sempre, seus smartphones. Somente 6% afirmam que nunca usam seus aparelhos no horário de serviço. Diante dos aparelhos de TV, 51% dos pesquisados brasileiros conferem também com frequência seus aparelhos móveis. Os brasileiros também se sentem estimulados a estar conectados quando utilizam o transporte público: 46% dos participantes do estudo estão atentos a seus celulares dentro dos ônibus, metrô, trens etc.

Até as relações conjugais vêm sendo afetadas pelos costumes no uso do celular. Conforme apurou a pesquisa da Deloitte, 30% dos respondentes que possuem esse tipo de aparelho relatam pelo menos uma discussão de casal por semana em razão do excesso de uso do equipamento.

Presença extensiva do smartphone

O aumento do uso de telefones móveis foi estimulado com a popularização de acesso aos smartphones. Afinal, oito em cada dez dos brasileiros que participaram da GMCS 2016 já carregam consigo esses aparelhos. O percentual de 80% (quase o mesmo apurado globalmente pela pesquisa: 81%) de pessoas ouvidas em todo o país tendo acesso a esses equipamentos equivale a um crescimento de três pontos percentuais em relação aos 77% apurados em 2015.

A evolução é ainda mais significativa quando lembrada a penetração do smartphone em 2013. Na pesquisa daquele ano, apenas 29% dos participantes brasileiros possuíam ou tinha acesso aos "telefones inteligentes".

A seguir, na preferência dos brasileiros, vêm: os laptops, com 65% dos participantes do estudo dizendo ter no mínimo contato com o equipamento (uma queda de quatro pontos percentuais em relação aos 69% do ano passado); tablets (queda do percentual de 43% em 2015 para 41% neste ano); eReaders (leitores eletrônicos, com alta de 4% para 6% na comparação anual); smartwatches (relógios conectados, também com alta de 4% para 6%); e fitness bands (pulseiras inteligentes, alta de 2% para 4%).

A grande novidade da pesquisa são os VR headsets, óculos de realidade virtual, que não haviam sido citados em 2015 e que aparecem com 6% dos respondentes afirmando já possuir ou, ao menos, ter contato com esse tipo de aparelho.

"O brasileiro, em geral, é reconhecido internacionalmente por ser ávido por novidades. Os lançamentos que ampliam as possibilidades de interação tecnológica são sempre valorizados por aqui", afirma Marcia Ogawa, sócia-líder para o atendimento à indústria de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da Deloitte.

Predomínio das mensagens instantâneas

Perguntados sobre quais os meios de comunicação disponíveis em seus aparelhos foram usados na semana anterior à entrevista, o maior percentual de citações (79%) foi para os aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp. O uso das redes sociais foi lembrando por 73% dos ouvidos, enquanto que 63% também disseram que se comunicaram por e-mail.

Além disso, o smartphone é ainda usado para fazer chamadas de voz pela operadora: 61% das pessoas lembraram terem recorrido a esse meio de comunicação. Também foram citadas as chamadas de voz por protocolo IP (47%) e as videochamadas (26%). Vale lembrar que os participantes puderam escolher múltiplas respostas a este questionamento.

Levando-se em conta a pesquisa de 2013, quando 80% dos usuários de celulares utilizavam as chamadas regulares de voz, a queda chega a 19 pontos percentuais nessa modalidade.

"A redução no uso do aparelho móvel para realizar chamadas de voz tradicionais é um fenômeno que vem sendo acompanhado de perto, e que causa certa preocupação entre as operadoras de telefonia. Em razão dessa mudança de hábitos, e das alternativas de comunicação possibilitadas pelas novas tecnologias, as empresas de telecomunicações têm se dedicado a repensar seus modelos de negócios para enfrentar essas tendências e seguir capitalizadas", explica Solange Carvalho, diretora da Deloitte para o setor de Telecomunicações, Mídia e Tecnologia.

"Isso tudo está diretamente ligado à projeção das chamadas tecnologias OTT, ou 'over the top', que permitem a entrega de conteúdos audiovisuais e de outras mídias por meio da Internet. As operadoras acabam viabilizando o meio (que é a conexão de Internet) pelo qual os entrantes de OTT oferecem seus serviços e abrem concorrência direta com as primeiras", acrescenta a executiva.

WhatsApp é o mais lembrado

Entre os respondentes que usam mensagens instantâneas, interagem em redes sociais ou se comunicam por e-mails, o WhatsApp é o aplicativo mais lembrado, com 85% de citações entre os brasileiros que possuem smartphones.

É interessante perceber que a faixa etária entre os 45-55 anos, formada pelas pessoas mais velhas ouvidas pela pesquisa, é a que utiliza com maior frequência as mensagens instantâneas, chegando a cerca de 90% dos ouvidos, ante pouco mais de 70% entre os jovens de 18 a 24 anos.

Considerando-se a percepção da maior parte dos participantes na GMCS 2016, o uso de todos os principais serviços de comunicação cresceu em relação à utilização relativa a um ano antes da pesquisa. Sobre os aplicativos de mensagens instantâneas, por exemplo, 82% das pessoas consideram que usam mais essa ferramenta do que há um ano. Somente 5% acham que reduziram a utilização.

Mesmo o uso de mensagens de texto (via SMS), que teve o maior equilíbrio entre os que entendem ter ampliado a sua utilização ante os que a reduziram, foi maior para 36% das pessoas, contra 31% dos que estimam uso menos frequente. Até as ligações de voz tradicionais evoluíram para 62% dos respondentes, ante 15% que tiveram impressão de queda na utilização.

Lista de desejos pessoais

A curiosidade e o desejo por novidades eletrônicas pessoais dão algumas dicas de como deve se comportar o consumidor brasileiro no breve futuro. Em relação à expectativa de compra, os smartphones seguem na dianteira, de acordo com a pesquisa, com 59% (mesmo percentual de 2015) dos participantes afirmando querer adquirir esse tipo de equipamento nos próximos 12 meses.

Os tablets aparecem em segundo lugar na lista de desejos, com 28% de citações (ante 32% no ano passado); seguidos pelos laptops, com 27% (também 32% na pesquisa anterior). Os smartwatches surgem em quarto lugar nas preferências (12%, contra 13% um ano antes); seguidos pelos já citados VR headsets (11%); fitness bands (8%, mesmo percentual de 2015); e eReaders (alta de 5% para 7% agora em 2016).

"Essa lista de desejos mostra, basicamente, que o brasileiro busca praticidade e eficiência para se comunicar e se manter conectado às novas tendências. Mas, também, destaca o profundo interesse que tem por equipamentos e novidades que nos propiciam acesso a opções de entretenimento. Serão bem-sucedidas as empresas que estiverem atentas a essas tendências e oferecerem as melhores soluções para suprir as expectativas dos consumidores", diz Marcia Ogawa.

11% de smartphones roubados

Quando decidem trocar seu aparelho de telefonia móvel, menos da metade dos brasileiros acaba ampliando a vida útil de seus aparelhos. Dos 1.743 proprietários de telefones celulares que participaram do estudo, 32% dão o equipamento antigo a parentes ou amigos, enquanto que 9% decidem pela revenda. Vinte e dois por cento daqueles que trocam de telefone mantêm o antigo aparelho como reserva.

O mais interessante é perceber que 11% das pessoas ouvidas disseram que seus celulares foram roubados, ante 3% em relação à amostra global da pesquisa. Outros 9% jogam fora os aparelhos e 5% os perderam.

Compartilhamento de informações

Quase dois terços (65%) das pessoas que usam, ou que estão interessadas em usar, equipamentos conectados estão dispostas a compartilhar informações de utilização geradas pelos aparelhos. Ao contrário do que havia sido apurado no ano passado, os homens surgem em 2016 com maior tendência (69%) a dispor de seus dados do que as mulheres (62%). Em 2015, o público feminino liderava neste questionamento, com 68% de respostas positivas, contra 64% dos participantes do sexo masculino.

No recorte por idade, os jovens de 18 a 24 anos são os que têm menor apego às informações de uso (72%), contra 58% das pessoas entre 45 e 55 anos.

Tecnologia 4G acelera

O acesso a redes de dados de 4G praticamente dobrou em um ano, passando de 25% dos respondentes que contavam com essa tecnologia em 2015, para 48% na atual pesquisa. Dentre os usuários de telefones celulares, 38% dos que ainda não têm acesso à mais recente geração de transferência de dados estão interessados em aderir ao 4G, o que aponta um considerável potencial para a expansão desse mercado.

Com o crescimento das redes de dados em 4G, aumentou também a quantidade de pessoas que valoriza o acesso à internet em conexão móvel.

"O crescimento do acesso a 4G está muito relacionado à expansão da rede das operadoras dessa tecnologia. As pessoas que conhecem suas vantagens tendem a aderir muito rapidamente a ela. O maior empecilho costuma ser a necessidade de troca de aparelho que seja compatível", explica Solange Carvalho.

Smart TV: principal sonho de consumo para a casa

Em relação ao interesse por itens conectados domésticos, pouca mudança foi registrada na atual pesquisa. Vinte e oito por cento dos brasileiros que foram ouvidos pela GMCS 2016 dizem possuir smart TVs, um ponto percentual abaixo do apurado em 2015. Outros 18% tinham acesso a consoles de games (dado abaixo dos 20% de um ano antes). É interessante perceber que os equipamentos voltados ao entretenimento são os que ainda têm mais presença nos lares dos brasileiros.

Os equipamentos que despertam o maior desejo de compra entre os brasileiros pesquisados em 2016 são: a própria smart TV (com 23% de citações); os sistemas de vigilância doméstica eletrônica (14%); smartwatches (12%); caixas de som sem fio (11%); e os equipamentos de streaming de vídeo, consoles de games e sistemas inteligentes de iluminação doméstica (cada um dos três com 10% das preferências).

Espaço para crescer

Um tipo de serviço que ainda tem grande espaço para crescer, por ser rejeitado por alegado temor em relação à segurança, é o de transações financeiras pelo telefone móvel. Quarenta e quatro por cento daqueles que têm um celular afirmaram à pesquisa não ter, nos últimos três meses, acessado pelo aparelho extratos bancários, feito pagamentos de contas ou de serviços, ou realizado transferências de dinheiro local ou internacionalmente.

Entre os que não rejeitam as operações eletrônicas, checar extratos ou saldos financeiros é a mais comum (47%), seguida por pagamento de contas de serviços (como luz ou água, 28%), transferência de recursos no Brasil (23%), pagamento de boletos (17%), enquanto que transferir dinheiro para o exterior é a menos citada (12%).

Também o temor em relação à segurança que envolve as transações financeiras por telefone móvel é a principal justificativa dada pelas pessoas que se negam a fazer pagamentos a lojas por meio do celular (32%). Apesar desse medo, 28% das pessoas não utilizam qualquer sistema de bloqueio por senha, PIN ou reconhecimento de digital em seus smartphones.

Vale lembrar que, segundo a pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2015, realizada pela Deloitte, o uso dos canais digitais no setor bancário segue em consolidação no Brasil, com destaque para a forte expansão registrada no ano passado pelo mobile banking, que registrou 11,2 bilhões de transações bancárias no ano passado, um crescimento de 138% em relação a 2014, quando 4,7 bilhões de operações foram feitas pelos clientes.

Baixar APPs, um novo hábito

As pessoas vêm recorrendo cada vez mais ao acesso a aplicativos (os chamados APPs) para facilitar sua vida, dispor de novos instrumentos de comunicação ou trabalho e contar com variadas opções de entretenimento. Atualmente, 59% dos respondentes estimam ter baixado para seus aparelhos até 20 aplicativos, além daqueles já instalados pelo fabricante.

"Os aplicativos são essenciais para valorizar a capacidade de multiplicadores de tarefas dos smartphones. Por isso, as pessoas que utilizam esses aparelhos estão cada vez mais interessadas em ter acesso a esses softwares para ampliar suas opções de acesso a ferramentas de comunicação, instrumentos de trabalho ou recursos de entretenimento. Esse é um nicho de mercado que está transformado em milionários, ou até bilionários, alguns jovens criativos, por exemplo", afirma Márcia Ogawa.

Navegadores x aplicativos

Quase metade (49%) das pessoas que utilizam smartphones para procurar ofertas de produtos para compra preferem realizar essa tarefa usando navegadores tradicionais. Para essa atividade, os aplicativos são preferidos por apenas 12% daqueles que participaram do estudo.

Pouco mais de metade dos donos de smartphones (52%) tiram fotos com seus aparelhos diariamente, enquanto que 39% do total daqueles que têm esses aparelhos compartilham suas imagens em redes sociais ou em aplicativos de mensagens instantâneas.

Ainda levando-se em consideração aqueles que têm smartphones, 33% deles dizem produzir vídeos pelo menos uma vez por semana.

Outro interessante dado capturado pela pesquisa é o que mostra que os usuários de smartphones mais velhos, da faixa entre 45 e 55 anos, são os que mais fazem upload ou compartilham vídeos com mais frequência. Segundo a pesquisa, 40% deles praticam esse hábito todos os dias. Outros 14% o fazem semanalmente. Para comparar, somente 30% dos jovens entre 18 e 24 compartilham vídeos diariamente, e outros 14% o fazem pelo menos uma vez por semana.

Internet das coisas - IoT

A penetração de aparelhos e equipamentos domésticos ou automotivos conectados (classificados dentro do conceito de IoT – Internet of Things, ou internet das coisas) continua baixa no Brasil, de acordo com a GMCS 2016, mesmo entre os chamados "early adopters" (consumidores que compram todas as novidades tecnológicas, assim que elas são lançadas) e os "early considerers" (aqueles que compram novos aparelhos caso de fato gostem deles).

Lojas físicas são as preferidas

O brasileiro que compra smartphones prefere fazê-lo em lojas físicas. Segundo a pesquisa GMCS 2016, 42% dos donos desses aparelhos recorreram a estabelecimentos tradicionais para adquiri-los. Dentre estes, 46% escolheram lojas de departamentos; 15% optaram por lojas da operadora de telefonia; 10% foram a casas de venda de equipamentos eletrônicos; 8% recorreram a unidades dos próprios fabricantes; 7% adquiriram seu equipamento em lojas de celulares; e 4% fizeram a compra em supermercados.

Já dos 35% que compraram smartphone pela internet, pouco mais de um terço (35%) recorreram a lojas que existem exclusivamente pela Internet; 21% foram a sites de lojas de departamento tradicionais; 17% adquiriram em sites de empresas de venda de eletrônicos diretas ao consumidor; 5% optaram pelo site dos fabricantes; outros 5% fizeram a compra direta de outra pessoa; 2% recorreram a sites de operadoras; e 1% fechou a compra em lojas exclusivas de celulares.

Somadas as duas modalidades de comércio, online e físico, a predominância é de compras feitas em lojas de departamento (35%); seguidas por comércios varejistas de eletrônicos (13%); e em estabelecimentos exclusivamente online (16%).

Mais de 1/3 aprova operadoras

Boa parcela dos usuários de serviços de telefonia móvel demonstra estar contente com os serviços prestados, já que 35% dos participantes da pesquisa afirmam que recomendariam sua operadora a colegas ou familiares. Outros 33% disseram que nem indicariam, nem criticariam a empresa. O menor grupo, formado por 32% dos participantes, desencorajaria as pessoas conhecidas a contratar sua operadora.

Vários serviços contratados

Mais de dois terços dos usuários de celulares pesquisados conta com algum outro serviço adicional oferecido por sua operadora. O mais comum é o telefone fixo, lembrado por 35% dos respondentes. O acesso doméstico à Internet é o segundo mais comum (28%), acompanhado por acesso público por Wi-Fi (em estabelecimentos ou no transporte público, 19%). Este último é justamente o serviço mais desejado por aqueles que não o possuem (com 29% de citações); seguido pelo acesso a programação de TV via streaming (24%); acesso doméstico à Internet e TV a cabo ou via satélite (ambos com 22%).

Ainda segundo a pesquisa, em geral, os usuários de telefones móveis têm uma visão negativa em relação à propaganda divulgada nesses aparelhos. Enquanto 32% dos pesquisados afirma notar propagandas inseridas antes do início de um vídeo, por exemplo, apenas 11% se dizem receptivos a esse tipo de abordagem publicitária.

O estudo "Global Mobile Consumer Survey 2016" foi realizado pela Deloitte com 53.000 consumidores, em 31 diferentes países dos cinco continentes. No Brasil, a pesquisa online ouviu 2.005 pessoas de todas as regiões do país, com idades entre 18 e 55 anos.

Para acessar o infográfico e o conteúdo completo da pesquisa, acesse www.deloitte.com.br

 

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Dispositivos móveis sofrem 77 mil trojans bancários

rojan_1.jpg24/10/2016 - O trojan bancário é um dos mais perigosos tipos de malware, uma vez que seu principal objetivo é roubar dinheiro das contas de suas vítimas sem que elas percebam. Quem usa aplicativos bancários e realizam compras pelo celular, estão ainda mais vulneráveis a este tipo de vírus. A ação é imperceptível, uma vez que a interface do Trojan se parece com a do próprio banco, mas é executada em seu lugar, sendo ativado no momento em que a vítima digita suas credenciais, roubando suas informações.

Atualmente, segundo estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas [1], existem mais usuários de smatphones do que de no tebooks e tablets no Brasil. São cerca de 168 milhões de celulares conectados, contra 160 milhões da segunda categoria. Por ter diferentes utilizações, os dispositivos móveis tornaram-se os devices preferidos para tudo, principalmente transações bancárias.

Para enganar os usuários, os criminosos publicam aplicativos maliciosos em lojas de terceiros, enviam mensagens de texto com URLs de phishing e, às vezes, escondem de forma sútil seus aplicativos em lojas oficiais como a Google Play Store. Segundo a pesquisa da Kaspersky Lab, 98% deste tipo de malware é projetado para o sistema operacional Android, usada por mais de 90% dos brasileiros que possuem smartphones [2]. A ameaça aos dispositivos móveis é denotada por um recente levantamento da Kaspersky Lab que detectou mais de 77.000 trojans bancários nos dispositivos móveis.

Os usuários de iPhone também precisam tomar cuidado. Aqueles que já realizaram um jailbreak em seu telefone estão mais vulneráveis, já que com isso o dispositivo perde a proteção inicial.

"Infelizmente, os usuários são os principais responsáveis pelas infecções em seus aparelhos, já que não têm conhecimento sobre este tipo de ameaça e realizam o download do malware em seus computadores por acreditarem que eles estão instalando aplicativos legítimos", disse Roberto Martinez, analista de segurança da Kaspersky Lab na América Latina. "A melhor forma de proteção contra trojans bancários é instalar uma solução de segurança para todos os dispositivos com acesso à internet e tomar cuidado ao fazer download de aplicativos", acrescentou.

O número de aplicativos maliciosos desenvolvidos para atingir essas plataformas continuarão a aumentar à medida que continuarem representando um enorme potencial de ganho para os cibercriminosos. Para ajudar usuários a protegerem seus dispositivos e suas transações contra esta ameaça, a Kaspersky Lab dá algunas dicas:

1. Ative as notificações de SMS do seu banco. Nem todos os SMS bancários são sequestrados pelos Trojans bancários, e, em geral, esta é uma maneira muito eficaz para controlar sua conta.

2. Faça o download de aplicativos apenas em lojas oficiais: Google Play Store (Android) e App Store (Apple).

3. Olhe atentamente para os termos e condições que cada aplicativo solicita. Aqueles que procuram mensagens de texto de acesso, precisam de uma investigação mais aprofundada.

4. Instale uma solução anti-malware para dispositivos móveis como Kaspersky Security for Android.

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[1] http://eaesp.fgvsp.br/sites/eaesp.fgvsp.br/files/pesti2016gvciappt.pdf
[2] http://www.kantarworldpanel.com/global/smartphone-os-market-share/intro

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Mais velhos e mais sábios? Não na internet

velhos_kasper.jpg29/09/2016 - A pesquisa mais recente da Kaspersky Lab e da B2B International despertou preocupações sobre a segurança on-line dos usuários com mais de 55 anos de idade. As conclusões da pesquisa, mostradas no relatório ‘Mais velhos e mais sábios? Uma visão das ameaças on-line enfrentadas pelos usuários acima dos 55 anos’, demonstram que as pessoas dessa faixa etária podem ter um comportamento on-line inseguro e frequentemente se tornam vítimas de fraudes.

Esses resultados são preocupantes, pois a pesquisa, que envolveu 12.546 usuários da Internet do mundo inteiro, incluindo o Brasil, sugere que a geração mais idosa é realmente um alvo muito atraente para os criminosos virtuais. Quando estão on-line, muitos usuários acima dos 55 fazem compras, usam bancos on-line e se comunicam com as pessoas queridas, mas não se protegem de maneira efetiva contra criminosos virtuais.

Apesar dessa faixa etária ser mais propensa a instalar softwares de segurança em seus computadores, esses usuários tendem a proteger menos seus dispositivos móveis e não corrigem seu comportamento on-line para manter-se em segurança. Por exemplo, eles usam configurações de privacidade alta nas mídias sociais e nos navegadores menos do que as outras faixas etárias (30% vs. 38%). Também é improvável que usem as funções de segurança fornecidas pelos dispositivos (como a ‘localização do dispositivo’) ou a VPN – 28% e 10%, respectivamente, em comparação com 42% e 16% dos usuários de todas as idades. Ao compartilhar informações, apenas 35% conferem as mensagens antes de enviá-las, e somente 16% evitam compartilhar informações quando estão cansados (em contraste com 44% e 31% entre os participantes mais jovens).

Com a utilização da Internet em muitas situações cotidianas, a vulnerabilidade diante de criminosos virtuais aumenta, caso continuem suas atividades on-line sem tomar as devidas precauções. Eles usam a Internet para se comunicar com outras pessoas; 94% dos usuários acima dos 55 anos enviam e-mails regularmente. Eles também ficam on-line para realizar tarefas do dia-a-dia. Essa faixa etária é mais propensa que as outras a realizar transações financeiras pela Internet; 90% dos usuários com mais de 55 anos fazem compras e usam bancos on-line (em comparação com a média de 84% dos usuários de todas as faixas etárias).

Andrei Mochola, chefe de negócios ao consumidor da Kaspersky Lab, diz:  “Por um lado, é ótimo ver tantas pessoas com mais de 55 anos de idade usando a Internet para fazer compras, usar bancos on-line e manter o contato com as pessoas queridas. O relatório mostra claramente que essa geração está abraçando a vida conectada e todas as oportunidades que ela oferece. Por outro lado, porém, é óbvio que esses usuários não fazem o suficiente para se proteger adequadamente. É preocupante que eles nem considerem que podem ser alvo de criminosos virtuais, mas se coloquem em perigo repetidamente. ”

Contudo, apesar disso, apenas metade das pessoas acima dos 55 anos de idade (49%) se preocupa com sua vulnerabilidade ao comprar produtos pela Internet, e a grande maioria (86%) não acredita que pode ser alvo de criminosos virtuais. É preocupante que quatro em cada dez (40%) usuários já correram o risco de compartilhar informações financeiras em domínios públicos (em comparação com 15% de todas as faixas etárias).  

Sua falta de conhecimento cibernético torna os usuários com mais de 55 anos menos preparados para os perigos do mundo conectado. Segundo o relatório, 20% dos usuários da Internet em geral têm parentes mais velhos que já se depararam com software malicioso, e 14% têm parentes mais velhos que foram enganados on-line por sorteios de prêmios falsos. Além disso, 13% têm parentes mais velhos que compartilharam informações pessoais demais na Internet, e 12% têm parentes mais velhos que foram vítimas de golpes on-line, viram conteúdo inadequado/explícito ou se comunicaram on-line com desconhecidos perigosos.

“Nós, da Kaspersky Lab, recomendamos insistentemente que os usuários mais velhos da Internet se informem mais sobre os perigos que correm e ajam de maneira mais consciente. Também incentivamos os usuários mais novos a ajudar seus parentes e amigos mais velhos para se protegerem melhor das ameaças reais impostas pelos criminosos virtuais. Estar sempre alerta on-line, além de instalar soluções de segurança confiáveis e definir configurações de privacidade alta em todos os dispositivos usados para acessar a Internet, garantirá uma vida conectada feliz e saudável”, Andrei conclui.

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