Confira o que é e quais os sintomas da nomofobia

nomofobia250.jpg*Por José Roberto Marques
06/12/2016 - A nomofobia é caracterizada pelo medo ou angústia de ficar incapacitado de se comunicar por meio de aparelhos celulares ou computadores.

Ao mesmo tempo em que trouxe muitas facilidades para o dia a dia das pessoas, a internet trouxe uma gama de desafios e consequências prejudiciais à sociedade. A nomofobia é uma doença caracterizada pelo medo e pânico de ficar desconectado e incapacitado de se comunicar por meio de aparelhos celulares e computadores. A doença não está relacionada ao tempo que a pessoa passa utilizando os aparelhos, mas aos prejuízos que o uso acarreta em sua vida.

Em geral, pessoas que sofrem de nomofobia deixam seu celular ligado 24 horas por dia, costumam se sentir rejeitadas quando ninguém telefona e enfrentam síndrome de abstinência quando estão sem o aparelho. Então fique atento: o problema pode estar ligado a outros transtornos, como ansiedade e depressão.

Nomofobia: causas e sintomas

Principais fatores de risco que podem acarretar em nomofobia:

Baixa autoestima;
Dificuldade nos relacionamentos sociais;
Vícios no sistema de recompensa de redes sociais, como likes do facebook, retuítes, views em vídeo do youtube e corações no Instagram.
Incapacidade de desligar o telefone;
Verificar obsessivamente chamadas, e-mails e mensagens de aplicativos;
Preocupação contínua com a duração da bateria;
Incômodos quando a rede não funciona direito;
Preocupação excessiva com a internet;
Tendência a passar cada vez mais tempo online;
Tentativas fracassadas de reduzir o tempo na rede;
Irritabilidade, depressão ou instabilidade de humor quando o uso da internet está limitado;
Usar a internet para escapar de problemas.

Principais sintomas da Nomofobia são:

Incapacidade de desligar o telefone;
Verificar obsessivamente chamadas, e-mails e mensagens de aplicativos;
Preocupação contínua com a duração da bateria;
Incômodos quando a rede não funciona direito;
Preocupação excessiva com a internet;
Tendência a passar cada vez mais tempo online;
Tentativas fracassadas de reduzir o tempo na rede;
Irritabilidade, depressão ou instabilidade de humor quando o uso da internet está limitado;
Usar a internet para escapar de problemas.
Como evitar a nomofobia

Não é preciso abandonar o uso de celular para evitar desenvolver a nomofobia, mas é necessário usar esta tecnologia com cautela e equilíbrio. Saia com seus amigos, fique com seus familiares, frequente festas, saia para fazer uma caminhada, programe uma bela viagem e faça coisas prazerosas que te deixem longe do celular por algumas horas.

* José Roberto Marques é master coach senior e presidente do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC).

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São seguros os pontos de acesso de Wi-Fi?

pontos_de_acesso.jpg02/12/2016 - Ao analisar as informações de mais de 31 milhões de pontos de acesso de Wi-Fi em todo o mundo, a Kaspersky Lab descobriu que um quarto deles (28%) não é seguro e coloca os dados pessoais dos usuários em risco. Isso significa que todo o tráfego transmitido por essas redes, incluindo mensagens, senhas, documentos pessoais e outros dados, pode ser facilmente interceptado e usado por criminosos.

De acordo com a Kaspersky Security Network, 25% das redes Wi-Fi mundiais não usam qualquer tipo de criptografia ou proteção por senha. Em outras palavras, as informações transmitidas por elas ficam totalmente expostas e podem ser lidas por outras pessoas. Além disso, 3% dos pontos de acesso usam o protocolo WEP para criptografar os dados. Porém esse protocolo não é confiável e pode ser decifrado em questão de minutos por ferramentas disponíveis de graça na Internet.

Os outros quase três quartos dos pontos de acesso Wi-Fi usam uma criptografia mais confiável, baseada na família de protocolos WPA (Wi-Fi Protected Access). O empenho necessário para invadir essas redes depende das configurações definidas, incluindo a força da senha utilizada. Por exemplo, se a senha for fraca ou puder ser acessada por qualquer pessoa (como estar disponível publicamente em um café), um criminoso também poderá descriptografar todo o tráfego transmitido.

Vale observar que os 20 países com maior porcentagem de redes Wi-Fi não criptografadas incluem vários destinos turísticos populares, como Tailândia, França, Israel, EUA, etc. Turistas estão entre os usuários mais vulneráveis pois, por muitas vezes, o Wi-Fi mais próximo disponível é a única maneira que eles têm de se conectar. Ao mesmo tempo, um outro estudo sugere que apenas 57% dos usuários da Internet se preocupam com interceptação de dados ao se conectarem ao Wi-Fi.

“Recomendamos que todos os usuários fiquem alertas ao se conectar a redes Wi-Fi. Não usem pontos de acesso sem senhas, nem pontos de acesso públicos para realizar atividades de alto risco, como transações bancárias, fazer compras on-line, se logar em sites ou transferir informações confidenciais. A interceptação desse tipo de tráfego por terceiros pode acarretar problemas sérios, inclusive prejuízos financeiros. E, claro, recomendamos enfaticamente o uso de outras medidas para proteger o tráfego, como a tecnologia de rede virtual privada (VPN, Virtual Private Network)”, explica Denis Legezo, especialista em antivírus da Kaspersky Lab.

Nossas principais soluções, Kaspersky Internet Security e Kaspersky Total Security, contam agora com o recurso integrado de Conexão Segura, que criptografa todos os dados enviados e recebidos pelos canais de comunicação. Dependendo das configurações do usuário, a Conexão Segura pode ser executada automaticamente quando houver qualquer tentativa de conexão a uma rede desprotegida ou ao realizar operações on-line possivelmente vulneráveis


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Netflix libera conteúdo para ser assistido offline

netflix2.jpg30/11/2016 - Agora você pode assistir suas histórias favoritas em qualquer lugar, mesmo sem internet.

O conteúdo da Netflix já pode ser baixado para o seu smartphone e depois assistido off-line. Como a Amazon já disponibiliza este serviço há mais de 1 ano, agora chegou a vez da maior transmissora de conteúdo streaming do mundo oferecer o acesso off-line do catálogo. A boa notícia foi anunciada no twitter oficial da empresa.

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Cinco passos para combater ataques cibernéticos

cyberataques_trend.jpg29/11/2016 - A adoção de estratégias fracas de prevenção antifraude ocorre em função de dois erros críticos: organizações que não conseguem compreender o efeito devastador que um ataque cibernético ou invasão de dados; e organizações que acham que estão preparadas para um ataque, simplesmente porque têm alguma estratégia de prevenção, mesmo que esta estratégia tenha sido implementada apressadamente e ofereça uma proteção ultrapassada.

"Não há dúvidas de que os ciberataques causam problemas normativos, financeiros e à imagem. Pode ser impossível se recuperar de um ataque em larga escala, especialmente para organizações pequenas", afirma Claudio Sadeck, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Easy Solutions no Brasil. Sadeck alerta: "empresas líderes precisam parar de ver as medidas de prevenção contra fraude como gastos inconvenientes e começar a considerá-las como necessárias para o crescimento e a sustentabilidade dos negócios".

Segundo a Easy Solutions, 83% das organizações que sofreram um incidente de fraude experimentaram perda de clientes, reputação ou produtividade. O reflexo natural de "tapar os buracos" durante a crise é priorizado em detrimento dos esforços para descobrir a causa deles, e isso é um problema. A Easy Solutions listou cinco medidas que as empresas preocupadas em evitar ataques de fraude atuais e futuros devem considerar:

Adote uma abordagem multicamada para o combate à fraude. Entenda que não existe uma solução mágica para todos os tipos de ataque. Proteja todos os canais, porque os criminosos tentarão se aproveitar das falhas em cada um deles.

Considere as necessidades e limitações de cada departamento no desenvolvimento da estratégia de prevenção. A fraude afeta toda a empresa, e a estratégia deve proteger cada departamento, segundo suas especificidades.

Implemente um serviço de monitoramento proativo e diligente, que detecte e remova rapidamente as ameaças antes que os usuários finais percebam que algo está errado. É difícil proteger-se contra o desconhecido, por isso, o monitoramento em busca de ameaças e uma crescente visibilidade do espectro de ataques possíveis pode ser fundamental para qualquer estratégia de proteção.

Não esqueça dos clientes: ofereça uma experiência que seja livre de inconvenientes, mas segura. Muitas organizações se esquecem do cliente na hora de desenhar sua estratégia antifraude. Os usuários finais e os clientes acabam se frustrando com métodos de prevenção pesados ou desajeitados.

Tenha em vista o longo prazo. Muitas vezes, em momentos de crise, as empresas tendem a adotar novos elementos como parte do seu arsenal. Estas escolhas apressadas geralmente não são feitas pensando no futuro. Uma estratégia proativa é a base para desenvolvimentos futuros, especialmente nos próximos anos de transformação digital contínua e crescimento exponencial das transações online.

As empresas líderes devem se perguntar se o risco de fraude justifica a alocação de mais tempo e recursos no desenvolvimento de uma estratégia de prevenção mais robusta. E devem refletir se estão dispostas a pôr a confiança do cliente em risco. "Está na hora de os líderes entenderem que as decisões tomadas hoje sobre as estratégias de proteção contra a fraude afetarão a saúde da empresa amanhã", conclui Sadeck.

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Cisco prevê aumento de ataques virtuais

eset_ciber.jpg17/11/2016 - Dados da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (câmara-e.net) destacam que, em 2015 houve um aumento de 76% no volume de vendas pelo comércio eletrônico. Em contrapartida a Cisco, revela que este mesmo cenário também foi responsável pelo aumento no volume de ataques virtuais.

Datas como essa favorecem um ambiente para campanhas de phishing – fraude eletrônica para roubo de arquivos - e malvertising – anúncios mal-intencionados que injetam vírus no computador. Para este ano a Cisco prevê um pico no volume de crimes virtuais, principalmente nos malvertising em links para compras e promoções.

Por isso, segundo Fernando Zamai, Consultor Especialista em Segurança da Cisco Brasil, é necessário que o mercado corporativo, principalmente segmentos como o varejo, invistam em soluções que previnam ataques nesta data. É o mesmo caso para o consumidor final, que devem adotar tecnologias que barrem, de forma simples e rápida, campanhas de phishing desse tipo, com soluções de proteção, além de anti-spam e e-mail security, como o caso da Open DNS, que usa inteligência preditiva para gerar bloqueios de malwares, bots e arquivos de phishing que quebram a barreira dos antivirus e firewalls.

Dados do Miydear Cybersecurity Report da Cisco de 2016, quando os injetores de anúncios desenvolvem uma publicidade mal-intencionada através de tráfego criptografado HTTPS, os usuários e as equipes de segurança não podem confiar nas informações enviadas pelo URL para identificar a ameaça potencial. Sabendo disso, os invasores estão aumentando seu uso de tráfego criptografado para esconder sua atividade na web e expandir seu tempo de operação.

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Internautas brasileiros preferem Hillary Clinton

bra_hilary250.jpg03/11/2016 - Esse número está acima da média mundial de intenção de votos na democrata, segundo pesquisa realizada em 45 países

Se tivessem que escolher entre Hillary Clinton e Donald Trump para presidente, a maioria dos brasileiros votaria na candidata democrata. Uma pesquisa feita pelo CONECTA em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN) mostra que 76% dos internautas brasileiros escolheriam Hillary Clinton se fossem votar na eleição presidencial norte-americana.
Esse resultado deixa o país bem acima da média mundial de Hillary, já que 59% declaram que votariam na candidata democrata. Consequentemente, em relação à Trump, o Brasil fica abaixo da média da pesquisa: enquanto 25% da população global votaria no republicano, no Brasil esse percentual cai para 11%.

Dentre as 45 nações pesquisadas, apenas na Rússia Trump teria mais votos do que Hillary (33% x 10%), embora 57% não respondem ou não sabem em quem votariam. Em todos os outros países, a candidata é mais citada, sendo popular principalmente nos países da Europa ocidental, América Latina e África.

Países mais favoráveis a Hillary

O candidato republicano é mais popular somente na Rússia, mas é na China onde obtém sua maior intenção de votos.

Países mais favoráveis a Trump

Independente da preferência por candidato, 82% no Brasil e 69% na média mundial consideram alto o impacto que a eleição presidencial nos Estados Unidos terá no restante do mundo.

Qual é o impacto que o presidente norte-amwricano tem no meu país?

O próximo presidente norte-americano deve, na opinião de 59% dos internautas brasileiros, dar a mesma prioridade para os interesses dos Estados Unidos e do mundo, percentual que recua para 47% quando observada a média global.

Os brasileiros que acham que os interesses locais (norte-americanos) devem ser priorizados frente aos interesses mundiais somam 28%, enquanto que a média mundial é de 16%.

Apenas 10% dos brasileiros acham que os interesses globais devem estar acima das prioridades dos Estados Unidos, enquanto no mundo 31% pensam dessa forma.

Recomendação para o próximo presidente dos EUA nas prioridades globais x locais

Obama – Após oito anos governando os Estados Unidos, 73% dos internautas brasileiros consideram que Barack Obama deixou a influência norte-americana mais forte no mundo, contra 9% que acham que ficou mais fraca. Na média dos demais países, 47% acreditam que Obama aumentou a influência americana nos outros países e 18% acham que ficou mais fraca.

Na comparação do atual presidente com os dois candidatos, para 47% dos internautas brasileiros (39% no mundo), se Hillary Clinton se tornar a próxima presidente dos Estados Unidos, seu governo será igual ao de Obama, 27% acham que será melhor (30% no mundo) e 12%, pior (14% no mundo).

Em relação a Trump, 62% acham que o republicano faria um governo pior do que Obama (34% no mundo), 14% acreditam que seria igual (21% no mundo) e 10%, melhor (27% no mundo).

Terrorismo - No combate ao terrorismo, 40% dos internautas brasileiros recomendam ao próximo presidente dos Estados Unidos aumentar os recursos investidos, 33% aconselham manter o mesmo nível de investimento e 15%, diminuir. Na média mundial, esses percentuais são mais altos: 45% aconselham o aumento dos investimentos, 35% recomendam manter os níveis atuais e 14%, diminuir.

Sobre a pesquisa

A pesquisa ouviu 44.194 pessoas, em 45 países, entre agosto e setembro. No Brasil, foram entrevistados 1.000 internautas entre os dias 10 e 26 de agosto.


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