Zuckerberg: internet acessível

face_internet.jpg22/08 – Nesta quarta-feira, 21 Mark Zuckerberg, o CEO do Facebook, anunciou um ambicioso plano para levar acesso à Internet a 60% da população da Terra. Zuckerberg reforça que vai trabalhar em direção à sua meta de acesso à Internet com a ajuda de fabricantes de hardware de smartphones - incluindo Nokia, Qualcomm e Samsung – cujo objetivo é desenvolver smartphones mais baratos e implementar e incentivar o acesso mais barato à internet.

Não foi detalhado custos ou tecnologias específicas para implementar o projeto "internet.org", disse apenas que deseja "oferecer a todas as pessoas ao redor do mundo o poder de se conectar", disponibilizando o acesso à internet para os 4,4 bilhões de pessoas.


Para promover internet.org, Zuckerberg fez um discurso pesadamente editado para dar seriedade a um vídeo de propaganda vazia. E disse o seguinte: "Por quase 10 anos, o Facebook tem tido a missão de tornar o mundo mais aberto e conectado ... Conectar o mundo é um dos maiores desafios de nossa geração. Este é apenas um pequeno passo para alcançar esse objetivo. "


Veja o vídeo em inglês, no youtube:

http://www.youtube.com/watch?v=NdWaZkvAJfM

Zuckerberg gosta de dizer coisas como "não é sobre o dinheiro", e hoje, o Facebook não fez um aceno para os seus próprios motivos de lucro na tentativa de conectar o mundo. Foi, reveladora, o cuidado de nunca se referir a "internet.org" como uma organização sem fins lucrativos, mas como um "projeto de tecnologia a longo prazo."

O fato é que "internet.org" pode ser crucial para ajudar Facebook a aumentar seus números nos próximos anos. O crescimento dos usuários do Facebook virá dos mercados internacionais no futuro, uma vez que a rede social americana está saturada. E o crescimento do uso de celular também está desacerelando nos EUA.


Por exemplo, o Facebook cresceu sua base de usuários ativos mensais de 6 por cento em os EUA no ano passado, contra 32 por cento na Ásia e 29 por cento na África, América do Sul e no resto do mundo fora os EUA, Canadá, Europa, e na Ásia. Enquanto a receita disparou 43% em relação ao mesmo período, subiu de 46 por cento na Ásia e 88 por cento na África, América do Sul, e os outros municípios mencionados.


Sim, os usuários do terceeiro mundo não são grandes fontes de receita no momento. Um usuário na África, América do Sul, por exemplo valiam apenas 63 centavos de dólar em receitas no último trimestre, contra 4,32 dólares para um usuário dos EUA ou do Canadá. Mas para uma empresa olhando para o futuro, essa discrepância se parece mais como uma oportunidade de negócio, especialmente se a referida empresa pode crescer através de um maior acesso à Internet nos países em desenvolvimento.


E sim, o terceiro mundo poderia usar mais acesso à internet. Também poderia usar mais água potável, as vacinas contra doenças como o HIV e a malária, controle de natalidade e serviços de saúde pré-natal e assistência alimentar e agricultura. Curiosamente, você não vai encontrar as palavras "internet", "net", ou "Wi-Fi" na lista de prioridades para os esforços filantrópicos de Bill Gates e sua esposa.


Veja mais em:

http://www.wired.com/business/2013/08/facebooks-selfish-gift/

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Internet 4G da SKY chega a Franca

sky.jpg22/08/2013 - A SKY, operadora de TV por assinatura via satélite, está oferecendo desde o dia 1º de agosto aos habitantes de Franca, cidade do interior paulista, o SKY Banda Larga, serviço de internet sem fio de alta velocidade, que utiliza a tecnologia 4G TD-LTE (Time Division Duplex Long Term Evolution). A primeira cidade do País a receber esse serviço no Brasil foi Brasília, em dezembro de 201. Franca é, portanto, a segunda cidade a contar com o serviço internet 4G SKY Banda Larga.

O acesso à rede de quarta geração da SKY é feito através de um modem 4G, pequeno aparelho sem fio (wireless) que capta o sinal da internet e o redistribui, permitindo que o usuário baixe filmes, músicas e jogos por meio de uma conexão estável e para todos os aparelhos da residência como notebooks, PCs, tablets e celulares. "Embora transparente para o usuário, a tecnologia LTE se torna perceptível no extremo ganho de velocidade, robustez de sinal e na consistência e estabilidade da conexão", explica Luís Otavio Marchezetti, Diretor de Engenharia e Banda Larga da SKY.


O SKY Banda Larga oferece duas opções de velocidades – 2 MB e 4 MB – com instalação simples e rápida. Computadores e outros dispositivos poderão ser conectados sem fio, via WiFi, ou com cabo Ethernet. O cliente poderá optar por um combo de TV por assinatura mais banda larga ou apenas o serviço avulso. A lista completa com as opções de combinações do SKY Banda Larga está disponível em www.sky.com.br/banda-larga.

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Anatel reduz preços dos pacotes

web_anatel.jpg09/08/2013 - As empresas de telecomunicações que quiserem ofertar simultaneamente internet, telefonia fixa e TV paga, os chamados pacotes multisserviços ou combos, agora podem obter a outorga dos três serviços em um único procedimento e pagar bem menos por isso.

A Agência aprova revisão do Regulamento sobre Áreas Locais. O Conselho Diretor da Anatel aprovou a proposta de revisão dos anexos I (municípios que formam uma área local) e II (localidades com tratamento local) do Regulamento sobre Áreas Locais para o Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC). As alterações entram em vigor 120 dias após a publicação no Diário Oficial da União.

As novas configurações permitirão a realização de chamadas telefônicas a custo de ligação local entre todos os municípios de uma mesma área local ou entre localidades com tratamento local.

Entre as alterações propostas estão a criação e ampliação de áreas locais decorrente da emancipação de municípios; e de novas situações que se enquadrem na definição de Áreas com Continuidade Urbana.


O Regulamento sobre Áreas locais estabelece que as novas situações que se enquadrem na definição de Áreas com Continuidade Urbana ou em decorrência de solicitação fundamentada por parte da concessionária de telefonia fixa na modalidade do serviço local, serão revistas anualmente. As revisões de configuração da área local resultante da criação ou da alteração de regiões metropolitanas ou de Região Integrada de Desenvolvimento (Rides) ocorrerão junto com as revisões quinquenais dos Contratos de Concessão.

A definição de áreas locais, abranger o conjunto de municípios pertencentes a uma região metropolitana ou região integrada de desenvolvimento (Ride) que tenham continuidade geográfica e pertençam a um mesmo código nacional de área (DDD).

Região Metropolitana - grupamento de municípios limítrofes, instituída legalmente, que tem como finalidade integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum

Região Integrada de Desenvolvimento - complexo geoeconômico e social, instituído legalmente, que tem o objetivo de articular a ação administrativa da União visando seu desenvolvimento e a redução das desigualdades regionais

Área com Continuidade Urbana - resultado da fusão de duas ou mais localidades, que constitui um todo continuamente urbanizado, podendo, entretanto, ocorrer descontinuidades de até 1000 (mil) metros ou por motivo de acidente aquático, como rio, lago, baía ou braço oceânico

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Computação em nuvem: riscos

nuven_01.jpgMundo digital, quinta-feira, 01 de agosto de 2013

MILTON – Ethevaldo, em sua opinião, quais são os maiores riscos da computação em nuvem?

ETHEVALDO – Vamos falar aqui dos problemas para as empresas, Milton. Como todo sistema de armazenamento, a nuvem traz dois grandes riscos potenciais ou problemas de segurança da informação.

O primeiro deles é o da violação da privacidade.
O segundo grande risco potencial da computação em nuvem é o das fraudes.

MILTON – E que pode ser feito para reduzir esses riscos?


ETHEVALDO – Fiz essa mesma pergunta a um grande especialista nessa área, o vice-presidente de pesquisa do grupo Gartner, Gene Phifer, que me deu uma boa entrevista sobre o tema.

Em resumo, esse especialista recomenda que as empresas adotem três grandes providências:

• Analisar bem o conteúdo de suas informações que serão armazenadas na nuvem,

• Avaliar rigorosamente a confiabilidade e a capacidade do provedor, e

• Criar uma estratégia de segurança para a computação em nuvem em todos os níveis da empresa.

MILTON – Mas tudo isso não parece nada fácil para a maioria das empresas.

ETHEVALDO – Você tem razão, Milton. Dificilmente as corporações conseguem, sozinhas, resolver esses problemas de segurança.

Daí a necessidade que as corporações têm de recorrer a empresas especializadas em computação em nuvem, a consultorias de segurança e a todo um arsenal tecnológico de proteção de sua infraestrutura digital.

MILTON – E no caso específico das empresas brasileiras, que aconselham os especialistas?


ETHEVALDO – Além de toda a ajuda de consultoria e da orientação de especialistas, é preciso que seus profissionais de Tecnologia da Informação se atualizem em cursos especiais e em eventos especializados.

Um desses eventos, que cobre tudo sobre a nuvem, redes sociais, mobilidade e Big Data, será a Conferência Arquitetura de Aplicações, Desenvolvimento e Integração, do Gartner, que se realiza em São Paulo nos dias 13 e 14 de agosto, nos dias 13 e 14 de agosto em São Paulo.

Informações no site www.gartner.com/br/aadi

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NIC.br escolhe tecnologia Cisco

cisco_data_center_4.png02/08/2013 – A Cisco informa que o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), entidade civil sem fins lucrativos que implementa as decisões e projetos do CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil), instalou tecnologias IP e IP/DWDM Cisco® 100 Gbps (gigabits por segundo) para expandir a maior unidade de PTT.br (Ponto de Troca de Tráfego).

A rede expandida que abrange São Paulo e outras grandes cidades incluirá VPLS (Virtual Private LAN Services) e tecnologias de 100 Gbps para ajudar a assegurar que a infraestrutura de Internet do Brasil esteja apta a acompanhar a crescente demanda de tráfego gerada pelos grandes eventos esportivos internacionais e pelo crescimento econômico do País.

Como parte desses planos de crescimento, o NIC.br também implantará o roteador Cisco da série ASR 9000, que proporciona conectividade IP altamente resiliente e redundante e suporte robusto para IPv6.


Originalmente projetado para serviços de 10 Gbps, o backbone "São Paulo NIC.br PTT.br", que conecta mais de 400 sistemas autônomos de estados brasileiros e outros países, registrou um aumento significativo em demandas por largura de banda, impulsionado pelo crescimento do serviço de Internet de alta velocidade e pela elevação do número de assinantes no mercado brasileiro. O Cisco ASR 9000 com VPLS e IP sobre tecnologia DWDM atendeu ao requisito do NIC.br de uma solução de instalação rápida que possa atender à sua crescente necessidade de capacidade de Protocolo de Internet sem forçar um upgrade para qualquer infraestrutura de fibra existente.


Segundo a Cisco, a solução também possibilitará uma topologia de rede nova e redundante para ajudar o NIC.br a melhorar sua disponibilidade, o que reduz significativamente as perdas de tráfego na rede IP quando há falhas na camada de transporte óptico.


Como uma solução escalável, a tecnologia instalada Cisco permitirá que o NIC.br acrescente uma capacidade de mais de 100 Gbps com facilidade, conforme a demanda, assim como ultrapasse os 100 Gbps. De acordo com o mais recente estudo Cisco Visual Networking Index (VNI), espera-se que o tráfego global de IP triplique entre 2012 e 2017 por conta do crescimento no uso de aplicativos de vídeo, celular e em nuvem.


In Press Porter Novelli

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GI.br condena ações da NSA

censura_na_internet.jpg15/07/2013 - O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil, publicou nesta segunda-feira (15) uma resolução sobre a coleta indevida de dados que violam direitos básicos de cidadania. O documento condena a prática da National Security Agency (NSA) dos EUA com o monitoramento e armazenagem de dados de usuários finais de provedores de aplicações da Internet e de operadoras de telecomunicações.

Através da resolução 2013/20, o CGI.br reforça a necessidade de garantir a proteção aos direitos básicos dos cidadãos tal como expressos na Declaração Universal de Direitos Humanos da ONU, entre eles, o direito à privacidade, clausula pétrea na Constituição Federal do Brasil e um dos pilares do Estado Democrático de Direito.

Além disso, ressalta a importância dos 10 Princípios para a Governança e Uso da Internet no Brasil, aprovados pelo CGI.br em 2009 e que constituíram um fundamental ponto de partida para a proposta do Marco Civil da Internet.


O Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil, coordena e integra todas as iniciativas de serviços Internet no País, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados.

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