Empresas devem focar na otimização dos custos de TI

gartner_.jpg06/09/2013 - De acordo com o Gartner, após anos de redução de custos, muitas empresas terão o desafio de otimizar os gastos de TI. Este será o tema da palestra "Otimizando o Nível dos Gastos da TI", apresentada pela vice-presidente do Gartner, Barbara Gomolski, durante o Symposium/ITxpo 2013, a maior reunião de CIOs e executivos seniores de TI, nos dias 4 a 7 de novembro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

Uma pesquisa global, com mais de 2.000 CIOs, aponta que 65% dos executivos afirmam que a principal barreira para otimização de custos está relacionada à habilidade dos recursos trabalharem com um mesmo objetivo. Os CIOs entendem que, se as organizações forem motivadas e quiserem atingir uma meta em comum, conseguirão um grande impacto em economia.

"Os CIOs devem considerar incorporar cinco princípios-chave para formar a base da otimização contínua: transparência, agilidade, responsabilidade, simplificação e disciplina", afirma Barbara.

1. Transparência: Há benefícios adicionais, como um melhor gerenciamento de demandas, identificação do valor do projeto, habilidade de conduzir a TI como um negócio, melhores capacidades de estimativas em TI e um "marketing" mais eficiente da área.

2. Agilidade: Ao adotar a agilidade como um princípio-chave para a otimização, a empresa vai avaliar as iniciativas de modo a classificá-las, mantendo os custos ativos. Quando elas estiverem implementadas, o foco se voltará à gestão das demandas – o que garante que a TI leve o negócio a consumir apenas o necessário e proporcione opções para conduzi-lo por um caminho consistente e otimizado.

3. Responsabilidade: Para que a TI seja continuamente otimizada, os líderes precisam tomar para si o futuro de seus departamentos. Eles devem, no mínimo, engajar-se ao negócio para gerir capacidade, recursos e funções. Se puderem prever as demandas para a TI, a área terá condições de fornecer os serviços da melhor maneira.

4. Simplificação: Em termos de otimização de custos, a simplificação significa diminuir a complexidade para reduzir custos. Os sistemas de tecnologia são complexos, mas a falta de plataformas padronizadas, os processos de negócios inconsistentes e os serviços e SLAs de TI mal definidos levam ao aumento dos custos da TI.

5. Disciplina: É essencial gerenciar a otimização de custos de maneira proativa e pensar nos objetivos a longo prazo, com painéis e métricas que meçam os aprimoramentos, ao invés de esperar por metas da "alta cúpula" a serem entregues.

O detalhamento sobre esta pesquisa e os conceitos de base para obter economia a longo prazo com corte de custos em TI serão debatidos durante o Gartner Symposium/ITxpo. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou telefones (11) 5632-3109 / 0800 744 1440. Até o dia 27 de setembro, o desconto é de R$ 775,00. Saiba mais em www.gartner.com/br/symposium.

ANOTE EM SUA AGENDA – Gartner Symposium/ITxpo 2013
Site: www.gartner.com/br/symposium
Datas: 4 a 7 de novembro
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Avenida das Nações Unidas, nº 12.551
Horário: dia 4/11, a partir das 12h, e de 5/11 a 7/11, a partir das 9h

Nas mídias sociais:
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Facebook: www.facebook.com/GartnerSummitsBrazil
Grupo do Gartner Symposium ITxpo no Linkedin: Gartner Symposium/ITxpo
Hashtag: #GartnerSym

Sobre o Gartner Symposium/ITxpo
Os eventos Symposium/ITxpo do Gartner são componentes chave do planejamento anual dos participantes. Os executivos de TI confiam no Symposium para obter a visão sobre como suas organizações podem usar a TI para resolver os desafios de negócios e aprimorar a eficiência operacional.

PLANIN – Assessoria de Imprensa e Comunicação do Gartner

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5G: 100 vezes mais rápido que o 4G

ITE_010C.jpg29/08/2013 - A tecnologia 5G de banda larga móvel poderá oferecer velocidade de navegação até 100 vezes maior do que a da 4G (quarta geração), e alcançar até 10 gigabites (Gbps), contra os atuais 100 megabites (Mbps) registrados pelo 4G, segundo prevê Ken Hu, vice-presidente do conselho da Huawei, maior fabricante chinesa de telecomunicações. A empresa planeja implementar redes comerciais da tecnologia de quinta geração (5G) até 2020. Para alcançar esse objetivo, a Huawei conta com o trabalho de numerosa equipe de engenheiros e pesquisadores.

Conforme dados divulgados pela Associação Global de Fornecedores Celulares, atualmente existem 200 redes 4G operando comercialmente em 75 países. Outras 200 estão em desenvolvimento. Para a Huawei, metade da população mundial terá acesso às redes 4G até 2018.

As frequências e padrões a serem utilizados pela tecnologia 5G ainda precisam ser regulamentados pela União Internacional de Telecomunicações (UIT).

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Titans Group cria laboratório de inovação

titans_group.jpg27/08/2013 - O Titans Group, desenvolvedor e distribuidor de serviços para operadoras e provedores de Internet, anuncia sua área exclusiva para pesquisa e desenvolvimento de novas soluções, o Titans Lab, uma incubadora de soluções para a vida digital. O Titans Lab foi criado com o objetivo de apontar tendências, pesquisar novas tecnologias e ajudar o Titans Group na missão de desenvolver produtos inovadores para seus parceiros,

Segundo a empresa, o Titans Lab trabalha de forma integrada com as equipes de desenvolvimento e produtos, com base em pesquisas de usabilidade, participação em congressos no Brasil e no exterior, relatórios de mercado e processos rápidos de prototipação e melhor experiência para o usuário.

Este ano, o Titans Lab já desenvolveu um cliente de Sync, único produto de armazenamento brasileiro, para smart TVs, dashboards para produtos digitais, protótipos de geladeiras com abertura por NFC, além de iniciar as pesquisas para uma interface de programação (API) para a 'Internet das Coisas'.

Para Carlos Freitas, diretor do Titans Lab, a união da criatividade de seu time e o foco em inovação do Titans Group são a fórmula perfeita para o processo de desenvolvimento de novos negócios e futuros produtos. "O Titans Lab trabalha em sintonia com outras áreas do Titans Group, mas com uma visão à frente. Buscamos tendências e novidades do mercado para nossos parceiros", diz Freitas.

PLANIN

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Crescem acessos de banda larga

web_anatel.jpg27/08/2013 - Segundo levantamento da Telebrasil, o Brasil ultrapassou os 110 milhões de conexões banda larga ao final de julho, número 39% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado, considerando tanto acessos fixos quanto móveis. No acumulado de 2013, o País somou 24 milhões de novos acessos, o que representa um ritmo de 1,3 nova conexão em banda larga por segundo.

O desempenho das adições de acessos móveis continuou sendo o destaque da associação das operadoras. Segundo a Telebrasil, eram 88,7 milhões de acessos de banda larga móvel em julho (alta de 47,6% em relação a julho de 2012), das quais 73,8 milhões eram acessos de conexões de celulares, incluindo os smartphones, e 14,9 milhões eram terminais de dados, entre eles modems de acesso à Internet e chips de conexão máquina-máquina (M2M).

Nos últimos 12 meses, 374 municípios ganharam cobertura móvel 3G e agora essas redes de dados móveis chegam a 3.414 municípios e cobrem 89% do PIB brasileiro. A associação destaca ainda os mais de 250 mil acessos com tecnologia 4G e a cobertura LTE em 32 cidades.

Na banda larga fixa, o Brasil registrou ao final de julho 21,4 milhões de acessos. Foram 2,4 milhões de novos acessos apenas em 2013 e agora a banda larga fixa chega a cerca de 39% dos domicílios brasileiros urbanos.

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Apple compra desenvolvedora de apps

embark.jpg27/08/2013 - A Apple comprou a Embark, desenvolvedora de aplicativos de navegação em transporte público. O valor da transação não foi divulgado, mas a fabricante confirmou a aquisição para o Wall Street Journal.

Os aplicativos da Embark têm informações sobre o sistema de trânsito e transporte público de algumas cidades do Estados Unidos, como Nova York, Chicago e São Francisco. Segundo o jornal, a tecnologia da empresa deve ser integrada diretamente aos mapas da Apple.

Neste ano, a Apple já realizou outras duas aquisições: a da HopStop, desenvolvedora de apps de navegação no trânsito, e a da Locationary, start-up colaborativa que fornece dados sobre estabelecimentos locais e pontos de interesse. Essas decisões confirmam os esforços da empresa em melhorar seu serviço de mapas e alcançar o rival Google Maps.

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Facebook tem mensagens escondidas

facebook_2.jpg*Ronaldo Lemos
23/08/2013 - Milhões de usuários conectam-se ao Facebook várias vezes ao dia para ver se há novidades no seu painel de notificações.

Os pequenos números vermelhos são tão sedutores a ponto de serem imitados por outros sites para chamar a atenção do usuário.

Só que existe um tipo de mensagem que você recebe pelo Facebook e nenhum numerozinho vermelho acende.

São mensagens que ficam acumuladas em uma pasta "secreta", que pouquíssimos usuários já descobriram. Basta fazer o teste. Clique no tradicional ícone de mensagens. No topo aparecerá em negrito sua "caixa de entrada".

Ao lado dela haverá em cinza bem claro, quase imperceptível, um texto escrito "Outras". Ao clicar, lá vem a surpresa. Dependendo do usuário, pode haver dezenas de mensagens nunca lidas, entre as quais muitas inúteis, mas outras não (no meu caso, havia pelo menos cem mensagens).


Como apontado pelo jornalista David Pogue, do "New York Times", a pasta misteriosa tem explicação.
Ela faz parte do programa "US$ 1 por mensagem" que está sendo implementado pelo Facebook.

Funciona assim: se você quiser escrever para alguém que não faz parte dos seus amigos, há duas opções: pagar US$ 1 e a mensagem ir para a caixa de entrada usual da pessoa.


Ou decidir não pagar e a mensagem ir direto para a pasta "Outras", que pouquíssima gente lê.


Se por um lado isso evita "spam", por outro mostra o poder do design: é fácil conduzir a atenção dos usuários para um lugar e ocultar outro. Mesmo que você acesse o site várias vezes, todos os dias.

*Ronaldo Lemos é diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV e do Creative Commons no Brasil. É professor titular e coordenador da área de Propriedade Intelectual da Escola de Direito da FGV-RJ. Foi professor visitante da Universidade de Princeton. Mestre em direito por Harvard e doutor em direito pela USP, é autor de livros como "Tecnobrega: o Pará Reiventando o Negócio da Música" (Aeroplano).

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