CGI.br se reúne com Dilma Rousseff

web_gestor.jpg16/09/2013 - O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) participou hoje (16) de uma reunião em Brasília com a Presidenta
Dilma Rousseff. O encontro teve o intuito de expressar o apoio do CGI.br ao pedido de urgência feito pela presidenta à aprovação imediata do Marco Civil da Internet pelo Congresso Nacional, de acordo com o texto proposto pelo Deputado Federal Alessandro Molon em seu relatório de julho de 2012, também apoiado pelo CGI.br.

O encontro foi convocado pela presidenta, para abordar questões como a espionagem norte-americana no Brasil e governança da internet. Estiveram presentes todos os conselheiros do CGI.br e alguns ministros de estado.
Os membros do CGI.br reforçaram a importância de conceitos como a neutralidade da rede, a garantia da privacidade dos usuários e a inimputabilidade da rede. "Dilma gostou muito da analogia da carta e do carteiro. Da mesma forma que uma uma carta anônima recebida por alguém na sua caixa de correio tradicional não pode causar a responsabilização dos Correios, ou do próprio carteiro que a entregou, nenhum mensageiro deve ser punido pelo conteúdo da mensagem", explica Demi.
Além do apoio ao Marco Civil da Internet e sua urgência de aprovação pelo Congresso Nacional, o encontro debateu também o apoio ao modelo multissetorial de Governança da Internet no Brasil.

Dilma

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Marco Civil da Internet: voto com urgência

web_lei.jpg12/09/2013 - Pressionada ou não com as questões referentes à segurança da Internet, a presidenta Dilma Rousseff decidiu pedir o regime de urgência constitucional ao Projeto de Lei 2126/2011, o Marco Civil da Internet*.

A solicitação de urgência ao Congresso, publicada no Diário Oficial nesta quarta, 11, significa que regimentalmente o projeto terá 45 dias para ser votado em cada casa, ou seja, 45 dias para votação na Câmara e depois o mesmo prazo para votação no Senado. Caso esse prazo não seja cumprido, a pauta fica trancada até a votação e todos os demais projetos param. Em tese, a medida sinaliza ao Congresso o empenho do governo em votar a matéria.

Mas, mesmo sendo a vontade do governo, existem questões ainda pendentes. A principal delas é o PMDB, que vinha segurando a votação até aqui, atendendo a um pleito das empresas de telecomunicações. Mas mesmo dentro do PT existem divergências, e o próprio governo gostaria de ver modificações no texto, ainda não acatadas pelo relator Alessandro Molon (PT-RJ). Entre as principais, estão a obrigatoriedade de guarda de dados no território brasileiro para empresas que tenham atividades comerciais no Brasil, a simplificação do texto do artigo referente à neutralidade de rede (retornando a redação original do Executivo, algo que tanto Ministério das Comunicações quanto Justiça concordavam), e garantias mais claras da possibilidade de prática de franquia de dados na comercialização dos acessos (um desejo do Ministério das Comunicações). A redação que será consensuada entre governo e relatoria na Câmara ainda não está pronta, e uma vez concluída, não se sabe se o PMDB aceitará.
Parte do governo também tentava acelerar a legislação de proteção de dados, para fazer com que ela fosse aprovada em conjunto com o Marco Civil, mas ainda havia alguma resistência dentro do próprio Ministério da Justiça nesse sentido, apesar de ser a vontade da Presidência da República. A expectativa é de que a votação na Câmara possa se dar ainda esse mês, ainda que o prazo legal seja até dia 25 de outubro. Mas há outras matérias com urgência constitucional na pauta de votação e elas têm prioridade.

http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/marco-civil-da-internet-sera-votado-em-regime-de-urgencia

*O Marco Civil da Internet é uma iniciativa legislativa, surgida no final de 2009, para regular o uso da Internet no Brasil, por meio da previsão de princípios, garantias, direitos e deveres de quem usa a rede, e da determinação de diretrizes para a atuação do Estado.
Após ser desenvolvido colaborativamente em um debate aberto por meio de um blog em 2011 o Marco Civil foi apresentado como um Projeto de Lei do Poder Executivo à Câmara dos Deputados, sob o número PL 2126/2011 (atualmente apensado ao PL 5403/2001). O texto do projeto trata de temas como neutralidade da rede, privacidade, retenção de dados, a função social da rede e responsabilidade civil de usuários e provedores.

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A NASA entrou para o Instagram

nasa_lua.jpg10/09/2013 - A NASA entrou para o Instagram na última sexta-feira, (6), e já registra mais de 120 mil seguidores na rede social de fotos. Nas primeiras nove horas no ar, o perfil da Agência Espacial dos EUA já tinha atraído cerca de 17 mil fãs no Instagram.

A primeira fotografia publicada pela NASA no serviço mostra a Terra vista da Lua e foi tirada em no dia 20 de julho de 1969 pela Apollo 11 11 e mostra a Terra na mesma perspectiva que vemos a Lua, quando está cheia em nosso planeta.


"Para celebrar o lançamento de hoje à noite da nossa nave LADEE (Lunar Atmosphere and Dust Environment Explorer), é dia da Lua no novo Instagram da NASA, onde trazemos para você fotos do nosso planeta e além", afirma a Agência na legenda da imagem.


A NASA entrou no Facebook no dia 04 de março de 2009 e conta com mais de 2,2 milhões de "likes"


Veja mais:
http://instagram.com/nasa

https://www.facebook.com/NASA

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Google reage contra a espionagem

snooping_2.jpg07/09/2013 - Por Craig Timberg
Segundo o jornal The Washington Post, o Google está correndo para criptografar as informações que fluem entre os seus centros de dados, numa tentativa de impedir a bisbilhotagem da NSA e das agências de inteligência de governos estrangeiros.

A iniciativa aprovada ano passado, foi acelerada em junho porque o gigante da tecnologia luta para proteger a sua reputação como um mordomo de confiança das informações do usuário, em meio à controvérsias sobre seu envolvimento no programa PRISM da NSA, relatada no jornal The Washington Post e no jornal The Guardian este mês.

Criptografar o fluxo de informações entre os centros de dados, não vai tornar impossível para agências de inteligência espionar os usuários de serviços do Google, nem terá qualquer efeito sobre os requisitos legais, caso a empresa seja obrigada a cumprir ordens judiciais ou pedidos de segurança nacional para o fornecimento de dados. Mas os funcionários do Google e especialistas em segurança independentes, disseram que o uso cada vez mais generalizado de tecnologia de criptografia, dificulta a vigilância em massa conduzida por governos ou outros hackers sofisticados.

Veja mais em inglês:
http://www.washingtonpost.com/business/technology/google-encrypts-data-amid-backlash-against-nsa-spying/2013/09/06/9acc3c20-1722-11e3-a2ec-b47e45e6f8ef_story.html?hpid=z1

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Presidente da Síria abre conta no Instagram

Ronaldo Lemos
02/09/2013 - Em meio à profunda crise que assola a Síria, o presidente do país, Bashar al-Assad, tomou uma decisão perturbadora: decidiu criar uma conta no aplicativo Instagram (instagram.com/syrianpresidency). O app, como se sabe, é uma espécie de "coluna social" personalizada da internet. É onde boa parte dos usuários posta fotos das suas férias, viagens, restaurantes, baladas e "looks do dia".

Em meio a tudo isso agora é possível acompanhar o presidente sírio visitando soldados feridos no hospital. Sua mulher servindo sopa para refugiados.

Ou mais bizarro: um post recente condecorando dois estudantes que venceram uma olimpíada acadêmica de química na Rússia. Isso no exato momento em que o governo do país é acusado de ter lançado um ataque com armas químicas em seu próprio território.

A conta no Instagram é uma peça de propaganda que só funciona para o público internacional. A Síria é um dos países que mais censuram a internet no planeta, e acessar o aplicativo internamente é algo praticamente impossível.


Ao contrário, acessar a rede no país virou um pesadelo. O regime tem usado a internet para vigiar e perseguir dissidentes, a ponto de que enviar um e-mail sem proteção criptográfica pode significar risco de vida.


Há alguns dias um grupo chamado "Exército Eletrônico da Síria" (que nega ter relação com o governo) assumiu a autoria de um ataque que tirou do ar o site do "New York Times".

Por tudo isso soa bizarro que justamente o Instagram tenha sido escolhido como uma ferramenta de propaganda pelo regime. Mas, pensando bem, narcisismo é algo que combina com autoritarismo.

Já ERA
 Digitar com todos os dedos da mão


Já É
 Teclado QWERTY ainda usado mesmo em celulares e em tablets


JÁ VEM
 Teclado KALQ, com ordem diferente das letras, para escrever com os dedões

Ronaldo Lemos é diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV e do Creative Commons no Brasil. É professor titular e coordenador da área de Propriedade Intelectual da Escola de Direito da FGV-RJ. Foi professor visitante da Universidade de Princeton. Mestre em direito por Harvard e doutor em direito pela USP, é autor de livros como "Tecnobrega: o Pará Reiventando o Negócio da Música" (Aeroplano). Escreve às segundas na versão impressa do "Tec".

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Vinho com etiqueta inteligente

RFID.jpg06/09/2013 - A tecnologia está cada vez mais presente na cadeia de distribuição do vinho. A tendência agora é apostar na identificação por radiofrequência como forma de acompanhar e controlar o produto desde a produção até a chegada à mesa do consumidor.

Projeto-piloto nesse sentido está em desenvolvimento pela GS1 Itália e GS1 Hong Kong. E não deve demorar a chegar ao Brasil, já que a produção não para de crescer. "Com o aumento da popularidade da bebida e a sua apreciação, o mercado de vinho do mundo mudou muito. Cada vez mais é indispensável ter visibilidade em toda a cadeia de abastecimento para melhorar a eficiência e manter a qualidade do produto", destaca João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

As garrafas de vinho serão identificadas com o EPC, sigla em inglês para Código Eletrônico de Produto, também chamado de etiqueta inteligente. A medida proporcionará mais transparência e eficiência à gestão dos estoques e 100% de precisão em todas as etapas da operação.

No Brasil, mais de 57 mil empresas adotaram o Sistema GS1 como padrão, em 30 anos de trabalho no país. A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil aplica o Sistema de Identificação único e global GS1 em mais de 20 segmentos do mercado, seja para grandes, médios ou pequenos empresários.

DFreire Comunicação e Negócios

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