Apps migram para clouds

nuven_01.jpg21/05/2013 - A terceira plataforma, com a nuvem em seu núcleo, servirá como o principal motor de crescimento da tecnologia da informação e comunicação (TIC) na próxima década, e sera responsável por 75% do crescimento como um todo.

Segundo pesquisa do IDC (International Data Corporation), a despesa mundial em TIC se move dos US $ 3,7 trilhões em 2013 para mais de US $ 5 trilhões em 2020.

Além disto, o aumento das soluções da Terceira plataforma - e as novas expectativas dos clientes - está alterando radicalmente os modelos de negócios de software existentes.

"A terceira plataforma não é apenas uma revolução tecnológica, também é uma revolução no relacionamento com o cliente. Como resultado, espera-se o surgimento de novos modelos de negócio de software que se alinham mais estreitamente com os resultados de negócios e experiências dos clientes", disse Amy Konary, vice-presidente de Pesquisa para Licenciamento de Software. "Os clientes devem esperar por modelos que permitam o acesso e o consumo de aplicativos quando e onde quiser. O preços vão variar de acordo com o consumo, ou necessidade, permitindo que os clientes paguem apenas pelo que usarem."
Análise IDC adicional mostra:

A terceira plataforma possibilita uma ampla proliferação de dois importantes sobreposições geradoras de valor: análise de dados e tecnologias sociais.

A maioria dos aplicativos comerciais - aproxidamadante 82% segundo a IDC - estão sendo desenvolvidos especificamente para entrega via nuvem em 2013. Em 2016, cerca de US $ 1 de cada 6 dólares gastos em software e US $ 1 de cada 5 dólares gastos em aplicativos serão consumidos por meio da as-a-service software (SaaS).

Os clientes querem acesso aos resultados positivos, e os preços de assinatura provaram facilitar esse acesso melhor do que o modelo de licença ao uso.

Start-ups não são os únicos que oferecem modelos de licença de inscrição - 16% dos 100 melhores fornecedores de software têm mais de 50% de sua receita provenientes de subscrição e praticamente todos os fornecedores de software estão em vários estágios de uma transição na forma como eles desenvolvem, vendem e entregam seus produtos como serviços, na esperança de gerar mais receita e melhorar a satisfação do cliente.

"Não mudar radicalmente, leva à substituição por atacado", adverte Konary. "A IDC acredita que enquanto as aplicações de software em pacotes estão sendo lentamente renovadas para uso virtualizado em sistemas convergentes através de datacenters, elas ainda estarão disponíveis para ambientes de computação cliente / servidor (a segunda Plataforma), e o preço e licenciado de acordo com este modelo de negócio. Este modelo será ultrapassado quando os desenvolvedores de software migrarem as inovações apenas para os aplicativos via cloud, a terceira plataforma".

O relatório da IDC, concentra-se no aumento da 3ª Plataforma e as maneiras pelas quais os modelos de negócios de software irão alterar o resultado. Aconselhamento aos clientes sobre os preços e licenciamento de aplicações e serviços baseados em software é fornecido.

Visite: www.idc.com.

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Banda larga: 42,6 milhões

ITE_010C.jpg14/05/2013 - A Cisco do Brasil divulga hoje a nova edição do Barômetro Banda Larga 2.0 com uma análise das conexões fixas e móveis do País até dezembro de 2012 e uma projeção para a internet para os próximos cinco anos.

No ano passado, o Brasil alcançou um total de 25,8 milhões de conexões de banda larga, um crescimento de 18,6% em relação a 2011. Em 2017, o País deve superar 42,6 milhões de conexões.

O Barômetro Cisco aponta que a banda larga 2.0 (acima de 2 Megabits por segundo ou Mbps) cresceu 13,4% nos últimos seis meses do ano, enquanto a chamada Banda Larga 1.0, de 128 quilobits por segundo (Kbps) a 2 Mbps, teve uma leve diminuição, refletindo uma migração do consumidor para conexões com velocidades maiores.

O estudo, conduzido pela consultoria IDC na América Latina, apontou elevação de 9,1% nas conexões fixas nos últimos seis meses de 2012, enquanto as móveis cresceram em um ritmo de 10,6% no mesmo período. A crescente demanda de aplicativos e conteúdos on-line fez com que as duas modalidades (fixo e móvel) crescessem em taxas similares entre julho e dezembro de 2012.

No Brasil já existem 35 conexões móveis para cada 100 fixas. O Barômetro considera tanto o acesso móvel, quanto as conexões para PC e via modem, sem incluir navegação por celular e smartphone.

As conexões de banda larga fixa atendem a 9,7% da população com presença em 32,5% dos lares brasileiros. A chamada banda larga 2.0 (com velocidades de 2 Mbps ou mais) superou 10,98 milhões de conexões, o que significa uma penetração de 5,6% por cada 100 habitantes. Já as assinaturas móveis superaram 6,7 milhões ou 3,4% da população.

Durante o último semestre de 2012 houve uma migração de consumidores para planos de banda larga com velocidades maiores. A Banda Larga 2.0 cresceu 13,4% no período enquanto a chamada Banda Larga 1.0, de 128 Kbps a 2 Mbps, teve uma leve diminuição, de 2,2%. No final do ano passado, 57,6% das conexões de banda larga fixa eram 2.0, sendo que 42,2% eram de 10 Mbps ou mais.

A crescente demanda de aplicativos mais "exigentes" em termos de consumo de comunicações, como vídeo de alta definição, e o aumento da utilização de aplicativos baseados na nuvem, junto com uma crescente oferta de banda por parte dos provedores, principalmente nas cidades mais importantes do país, vêm gerando a queda de conexões 1.0 em favor das 2.0 e, em consequência, um incremento na velocidade média do Brasil. A velocidade média cresceu em 346 Kpbs no último semestre de 2012 e 606 Kbps no último ano, chegando a 4,68 Mbps em dezembro de 2012.

Para 2017 o estudo prevê que a Banda Larga 2.0 represente 73,5% das conexões fixas, enquanto os acessos móveis devem representar 31% do total de conexões. A contínua oferta de maior banda contribuirá positivamente com esse fator.

"A cada edição, o Barômetro 2.0 comprova o aumento da demanda por banda larga de alta velociade no Brasil e confirma a importância de investimentos em infraestrutura de telecomunicações para promover ganhos reais de produtividade, via maior planejamento da inclusão digital, com consequentes reflexos na qualidade de vida da população e atendimento das novas necessidades dos consumidores", destaca Anderson André, diretor de Operadoras da Cisco do Brasil.

Destaques do estudo:

• As conexões xDSL continuam dominando o mercado, representando 63,7% das conexões fixas, com crescimento de 12,8% entre julho e dezembro de 2012.

• As conexões por cabo estão em segundo lugar na preferência dos consumidores, representando 31,1% das conexões fixas.

• As conexões xDSL e cabo, que representam 94,8% do total, devem continuar a dominar o mercado nos próximos anos, embora haja um bom crescimento de outras tecnologias mais avançadas como fibra.

• Entre as conexões móveis, as assinaturas de 3G cresceram 18,7% no ano de 2012, superando 6,7 milhões em dezembro de 2012.

• Com relação ao preço, a exemplo do primeiro semestre de 2012, as operadoras concentraram as ofertas nas velocidades intermediárias (2 Mbps) e superiores (acima de 5 Mbps), sendo R$ 63 o valor médio mensal por acesso.

• A implantação do 4G no País, com início nas cidades-sede da Copa das Confederações (Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Salvador, Recife e Rio de Janeiro) deve impactar no crescimento da base de banda larga móvel e pacotes de dados devido à maior qualidade na oferta de serviços.

• O estudo também destaca que as recentes regulamentações do setor devem contribuir para a inserção de novos competidores, fomentando o mercado de pacotes Triple Play (Internet, telefone e TV) no país, contribuindo assim para o aumento da penetração de banda larga.

• Outro fator que tem contribuído para o avanço da banda larga no Brasil é a mudança de perfil de uso da Internet, impulsionada pelo desejo de uma melhor navegação, pela expansão do B2C na web e também pela popularização de conteúdo e mídias sociais.
O que é o Barômetro Cisco
O estudo Barômetro Cisco de Banda Larga 2.0 tem como objetivo posicionar a importância da banda larga para o desenvolvimento da América Latina e discutir a necessidade de uma infraestrutura adequada. Além do Brasil, o Barômetro 2.0 também é realizado na Argentina, Chile e Colômbia. A Cisco contrata o estudo à consultoria independente IDC, assim como todas as iniciativas necessárias para difundir esta informação. Dessa forma, a opinião pública pode ter uma informação confiável e segmentada sobre o desenvolvimento da banda larga e comparar os resultados com outros países da América Latina.

Por Ethevaldo Siqueira

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Internet e os deputados

censura_na_internet.jpg06/03/2013 - A Procuradoria da Câmara vai tentar um acordo com o Google para facilitar a retirada de vídeos e textos ofensivos a deputados publicados na internet por meio de páginas mantidas pela empresa. O órgão recebe, em média, duas reclamações por mês de parlamentares que são alvos de ofensas, a maioria no Youtube e em blogs da plataforma Blogger, ambas da Google. As informações constam de reportagem de Luiz Cláudio Canuto, da Rádio Câmara.

O procurador da Câmara, deputado Claudio Cajado (DEM-BA), explica que não se trata de tentativa de censura, mas sim de facilitar o trâmite de casos que, judicialmente, teriam como consequência a retirada de vídeos e de textos ofensivos da internet. Ele pretende convidar representantes do Google no Brasil para esclarecer o funcionamento da empresa e a gestão dos conteúdos.

Na Câmara, tramita um projeto (PL 2.126/11) que estabelece o marco regulatório da internet, definindo princípios, garantias, direitos e deveres para uso da rede mundial de computadores no País. A proposta está parada em comissão especial desde junho de 2012.

De acordo com o que anunciou ao tomar posse na procuradoria, Claudio Cajado vai elaborar um plano de ação que visa a garantir direito de resposta de parlamentares na imprensa, abrangendo também ofensas na internet. Ele deve encaminhar o tema ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves.

O direito de resposta está assegurado no artigo 5º, inciso 5 da Constituição, e os juízes decidem se cabe o direito e de que forma é dado, além do tamanho e a forma de publicação. Os crimes contra a honra estão previstos no Código Penal, e os pedidos de indenização por danos morais e materiais são temas do Código Civil.

Na Justiça brasileira, há decisões diversas sobre o assunto. Em uma delas, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) avaliou que os provedores de internet não são obrigados a indenizar usuários prejudicados por conteúdos divulgados na rede, ainda de acordo com a reportagem publicada no site da Câmara. Entretanto, há histórico de decisões que obrigam provedores a retirar conteúdos de páginas.

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Banda larga móvel

banda_1.jpg03/05/2013 - Claro e Vivo são as líderes em banda larga móvel no Brasil, segundo análise de seis indicadores feita pela consultoria Teleco, especializada em telecomunicações. A Claro lidera no total de acessos em banda larga móvel, em acessos via aparelhos 3G e em acessos via aparelhos 4G. Já a Vivo é líder em terminais de banda larga, receita de dados e cobertura.
Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil terminou março com 68,3 milhões de acessos em banda larga móvel, sendo 61,3 milhões via aparelhos 3G (WCDMA), 6,9 milhões de terminais banda larga (na maior parte modems) e 14,7 mil via aparelhos 4G (LTE). São acessos em banda larga móvel 28,6% dos celulares do Brasil.

A Claro é também a operadora celular, entre as quatro principais, que está mais adiantada no processo de conversão de sua base de aparelhos GSM para 3G. Do total de acessos via aparelhos da Claro (excluídos terminais de dados) 42,6% são 3G.

A Claro lidera em total de aparelhos 3G, com 25,9 milhões no primeiro trimestre, seguida pela TIM (14,4 milhões), Vivo (14,3 milhões) e Oi (6,3 milhões). Embora não esteja incluída nesta avaliação, a Teleco lembra que 58% dos acessos via aparelhos da CTBC são 3G. A Claro saiu na frente no lançamento de 4G no Brasil e no primeiro trimestre possuía 14,7 mil acessos via aparelhos LTE.

Em market share de terminais de dados banda larga a Vivo é a líder isolada. Em terminais de dados (modems) sua participação é de 47,4% primeiro trimestre, seguida pela Claro (29,3%), TIM (11,2%) e Oi (10,9%). A Vivo lidera também no quesito receita líquida de dados, com R$ 1,6 bilhão no último trimestre de 2012. Claro e Oi não divulgam este indicador. No mesmo período, o faturamento de dados representou 28,6% da receita de serviços da Vivo, contra 20,5% da TIM.

Finalmente, a Vivo é a líder em cobertura 3G, atendendo a 3.121 municípios (nos quais vivem 86,4% da população) em março de 2013. O gráfico que ilustra esta matéria foi reproduzido do site da Teleco.

 

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