Pesquisa comprova valor do big data

big_data.jpg14/06/2013 - Estudo realizado pelo SAS e pelo IIA destaca a importância do Analytics para transformar dados em valor real para negócios

O SAS, em parceria com o Instituto Internacional de Analytics (IIA), desenvolveu o estudo Big Data in Big Companies, que comprova o valor do Big Data para as grandes corporações. O relatório, que contou com a participação de 20 empresas líderes e apontou histórias de sucesso e depoimentos de grandes empresas do mercado, é o maior estudo sobre big data em múltiplas indústrias já publicado.

"Estamos fazendo uma grande aposta em big data", afirma Bill Ruh, vice-presidente da GE para Software e Analytics. "Os projetos-piloto que implementamos já resolveram alguns dos problemas mais sérios com resultados significantes. Estamos levando agora essa iniciativa para problemas ainda mais complexos e envolvendo este processo em tudo que temos feito."

O Big Data in Big Companies destaca histórias de sucesso de empresas de diversas indústrias em que a utilização do big data é fundamental para acelerar os negócios. Entre os participantes da pesquisa estão AIG, Bank of America, Caesars Entertainment, Carolinas Health Care, CIGNA, Dell, Discover, Fidelity, GE, Macys.com, Schneider Nacional, Sears, T-Mobile, UnitedHealthcare, UPS, Verizon e Wells Fargo.

Big data traz resultados de várias maneiras

"Executivos que participaram deste relatório acreditam que o big data é um recurso revolucionário que proporcionará novos e inesperados usos no futuro", disse Tom Davenport, diretor de pesquisa do IIA e Professor convidado da Harvard Business School. "Mas cada um desses executivos admitiu que não pode se dar ao luxo de fazer do big data um mero exercício acadêmico, pois é necessário gerar valor o quanto antes".

Iniciativas de big data permitem que empresas possam analisar dados estruturados e não estruturados como, por exemplo, registros de call center, blogs e textos de mídias sociais, a partir de fontes internas e externas, e descobrir oportunidades até então escondidas. Executivos de empresas pioneiras no modelo ressaltaram que obtiveram elevado retorno de investimento, criando novas possibilidades de negócios e ajudando suas organizações na condução de processos mais baratos, rápidos e eficazes.

"Big data realmente não era um termo comumente conhecido quando comecei minha carreira", afirmou Kerem Tomak, vice-presidente de marketing analytics da Macys.com. "Com uma taxa de crescimento de dados de 50% ao ano, certamente a demanda por big data na Macys.com só tende a aumentar".

Os executivos entrevistados para a elaboração do estudo confirmaram o valor da combinação de relatórios, análise, pesquisa, proteção e recuperação em uma única plataforma de big data. Ao invés de substituir, ambientes de big data podem coexistir com as infraestruturas de armazenamento dados e de inteligência de negócios existentes.

"O big data serviu para acordar esses executivos. Na medida em que análises de alto desempenho (high-performance analytics) se tornam realidade e a performance é acelerada, as empresas começam a perceber o que já poderia ter sido feito com a adoção de tecnologias de big data. É evidente que as empresas podem utilizar soluções para acelerar processos de negócios complexos, embora a promessa de inovação é o verdadeiro fascínio do big data para executivos. Eles estão voltando sua atenção – e seus investimentos – para novas tecnologias e habilidades", disse Jill Dyche, vice-presidente de melhores práticas do SAS.

O relatório constatou que a transformação das organizações por meio do analytics exige novas habilidades, lideranças, estruturas organizacionais, tecnologias e arquiteturas. A maioria das organizações pesquisadas está aumentando suas equipes de análise existentes, acrescentando posições como cientistas de dados para melhor manipularem tecnologias de big data. Qualidade, profundo conhecimento em arquitetura de dados e centros de gerenciamento de dados são apenas o começo para as empresas que procuram no big data um diferencial de longo prazo, concluiu o relatório.

Para fazer o download gratuito do relatório Big Data in Big Companies, acesse http://www.sas.com/apps/sim/redirect.jsp?detail=SIM109816_4961.

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Senhas? Liberte sua memória

10/06/2013 - Como lembrar de tantas senhas? Para nos libertarmos dessa dependência com tantas senhas em nossa vida, a única solução aceitável talvez seja a instalação de um programa de memorização senha de dedicado (como o RoboForm, KeePass, LastPass, 1Password, e assim por diante).

A sugestão de David Pogue, jornalista do jornal The New York Times, é o uso do aplicativo Dashlane, agora na versão 2.0. Ele é atraente, eficaz, carregado com recursos que economizam tempo e que funciona bem tanto em dispositivos da linha Mac, Windows, iPhone e Android. A instalação é rápida. Dashlane funciona no Safari, Chrome, Internet Explorer e Firefox. E melhor ainda: é grátis.

Se você é assinante do NYT, acesse pelo link: http://www.nytimes.com/2013/06/06/technology/personaltech/too-many-passwords-and-no-way-to-remember-them-until-now.html?ref=technology

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Obama aposta na banda larga

obama.jpg06/06/2013 - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu esta semana levar a banda larga de alta velocidade a 99% das escolas americanas, em atenção ao pedido das escolas fundamentais do país. Mais de 80% dos educadores se queixam de que a velocidade da internet em suas escolas é muito baixa e não atende às suas necessidades.

O projeto já vem sendo implementado desde 2012. A escola Loris Elementary School em Loris, na Carolina do Sul, por exemplo, ficou em 41º no Estado em 2011. Em 2012, subiu para 19º.

Segundo Obama, em plena era digital, é preciso manter nossos alunos tecnologicamente atualizados. Nestes tempos, diz o presidente, "um dos novos desafios para os próximos cinco anos na América será preparar os jovens para o futuro, dotando as salas de aula com banda larga e alta velocidade".

Leia mais: http://news.cnet.com/8301-1023_3-57588152-93/obama-launches-high-speed-internet-program-for-all-schools

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Vídeos do YouTube serão cobrados

YT_1.jpg06/06/2013 - Como sabemos, o Google é dono do YouTube. Esse é um modelo de negócios que decorre da expansão da internet no mundo do audiovisual, e da expansão do número de usuários que veem TV em laptops e tablets.

Além disso, é uma forma de competição com o Netxflix, Hulu e Apple. A cobrança de assinatura, por enquanto, só vai ser introduzida apenas nos Estados Unidos.

YouTube por assinatura

O assinante pagará para um grupo de vídeos que ele escolhe, para ver quando ele quer e onde quiser. O assinante escolherá um determinado de canais, por um preço de 99 centavos de dólar por mês.

É claro que o modelo deverá expandir-se por todo o mundo. O preço de 99 centavos pode parecer muito pouco, mas é bom lembrar que o YouTube é hoje acessado por mais de 1 bilhão de pessoas por dia. Se apenas 10% desse total aderirem, o faturamento já poderá alcançar US$ 100 milhões.

Esse tipo de assinatura do YouTube chegará ao Brasil?

Não tenho dúvida. Só não sei se será um sucesso, mas poderá competir com o Netflix e o iTunes, que já estão aqui.

Por Ethevaldo Siqueira

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A internet na sala de aula

eb_school.jpg30/05/2013 - Por Sofia Costa
Como os meios tecnológicos podem contribuir para o aprendizado? Eis aí uma questão fundamental para a educação moderna. Saber como utilizar a internet de forma positiva para a educação, para o trabalho e pesquisas têm sido um desafio.

Atualmente, todos os alunos, das mais variadas idades, fazem uso da internet de diversas formas, e nos últimos tempos, os professores têm tentado trazê-la através de textos e redações para a sala de aula.

O mundo virtual pode atrapalhar a educação, pois os jovens estão diariamente conectados às redes sociais e jogos online. Para muitos pais a internet tem se mostrado um dispersor quanto ao estudo. Porém, se esses estudantes forem melhor direcionados, poderão dividir seus interesses e usufruir desse universo de informações de maneira a contribuir com seu aprendizado.

Foi com esse intuito que o mestre em Letras, Rafael dos Santos Lazaro desenvolveu a dissertação "Leitura em meios virtuais: uma análise qualitativa do trabalho e desafios docentes." Na pesquisa, ele estudou como a leitura de textos retirados de meios tecnológicos pode ajudar no aprendizado e focou no ensino de Línguas Estrangeiras, no caso, o Espanhol.

O estudo mostra que, apesar da obra escrita não ser substituída pela internet, o formato que chega ao público não é mais o mesmo, e a interação entre os dois passa a ser mediada pelo meio virtual. Sendo a principal fonte para os jovens, o ideal é trabalhar com a web de forma que traga conhecimento e aprendizado.

Em sua dissertação, o autor deixa claro que a internet é uma forma essencial de comunicação e que o grande crescimento de informatização coopera demais para o campo de pesquisa. Ele mostra como o espaço virtual é sempre uma fonte de materiais usados para o ensino, e trabalha como a leitura deles é feita pelo professor e pelos alunos.

Cada vez mais, os professores têm se inserido nesse mundo virtual, com o objetivo principal de trazer materiais retirados da internet para o aprendizado da sala de aula. É necessário convencer os alunos da importância da pesquisa e da leitura, e não há nada mais eficaz que se inserir no mundo deles, e aprender a compartilhar informações de forma que atraia os interesses desses estudantes.

Para acessar a dissertação na íntegra, basta acessar: http://www.bdtd.uerj.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=2881

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Gartner: prioridades para CFOs

gartner.jpg24/05/2013 - A Conferência Gartner BI & Gestão da Informação, a ser realizada nos dias 4 e 5 de junho em São Paulo, mostrará que, até 2014, os diretores financeiros deverão investir em Business Inteligence (BI) e Gestão da Informação)

Os investimentos em Business Intelligence (BI) e sistemas analíticos devem preencher muitas das lacunas tecnológicas dos CFOs, de acordo com um estudo realizado pelo Gartner e pela Financial Executives Research Foundation (FERF), afiliada de pesquisas da Financial Executives International (FEI). A pesquisa aponta que 15 dos 19 principais processos de negócio que os CFOs identificaram como os que precisam de um maior suporte tecnológico são atendidos pelas tecnologias de BI, sistemas analíticos e gestão de performance. Esse é um dos temas que serão discutidos na
Conferência Gartner BI e Gestão da Informação, nos dias 4 e 5 de junho, no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

"As respostas do estudo 2013 Gartner FEI CFO Technology estão em linha com os resultados de anos anteriores e apontam as aplicações de Business Intelligence, sistemas analíticos e comerciais como as principais áreas de investimento e foco", diz João Tapadinhas, chairman da Conferência Gartner BI & Gestão da Informação. Entre as 20 áreas escolhidas pelos CFOs, 12 podem ser atendidas e aprimoradas com investimentos em BI e sistemas analíticos.

A pesquisa também mostrou que a principal área de negócio que precisa de investimentos em tecnologia é a que facilite as análises e a tomada de decisão (59%, acima dos 57% registrados em 2012), seguida pelo monitoramento contínuo da performance dos negócios (50%) e pela colaboração e gestão de conhecimento (45%, abaixo dos 52% registrados em 2012).

Esses resultados permanecem em linha com os obtidos nos últimos cinco anos, mostrando que as empresas ainda estão trabalhando para fazer progressos em BI e sistemas analíticos. Muitas organizações de TI fizeram investimentos iniciais, mas elas tendem a focar nas táticas e não atendem às questões mais fundamentais de qualidade e consistência dos dados, que requerem um trabalho conjunto dos CFOs, das equipes de finanças e dos especialistas em BI.

Do ponto de vista empresarial, as aplicações comerciais e de BI seguem como prioridade dos CFOs para investimentos em TI, embora sejam menores do que em 2012. O Gartner acredita que isto se deve à importância crescente das tecnologias de Nexus, pois essas escolhas aumentaram em 2013.

"Os resultados do estudo sugerem que o CFO priorize as aplicações comerciais mais do que o CIO", afirma Tapadinhas. Caso o CIO não entenda a importância dessa tecnologia, o CFO deve patrocinar suas próprias iniciativas, sem envolver a equipe de TI no processo. Isto demonstra que BI se torna, cada vez mais, uma responsabilidade do CFO e da área de negócio do que do CIO.

De acordo com o estudo, os projetos de gestão da performance corporativa (da sigla CPM, em inglês) são os mais importantes na lista de iniciativas de BI dos CFOs. As quatro principais prioridades dessa área são atendidas pelas suítes de CPM, incluindo performance scorecards, orçamentos, planejamento e previsão, consolidação financeira e gestão da lucratividade.

O estudo também apontou que o nível de entendimento dos CFOs sobre as Forças Nexus está influenciando na priorização de investimentos. As empresas estão enfrentando o desafio de se adaptarem ao uso das forças convergentes (redes sociais, mobilidade, Nuvem e análise de informações), o que resulta o crescimento dessa adoção.

As redes sociais registraram uma adesão inferior em termos de iniciativas tecnológicas, mas a mobilidade, a Nuvem (incluindo software como serviço [SaaS]) e a análise de informações são prioridades.

"Os CFOs têm grande interesse em tecnologias móveis e de Nuvem. O software como serviço (e a entrega baseada em Nuvem) começa a afetar as aplicações comerciais. Muitos CFOs usam dispositivos móveis e estariam interessados em ter acesso a informações chave dos negócios utilizando essas ferramentas", diz Tapadinhas. Os CIOs deveriam usar esse interesse para mostrar como investimentos maiores em tecnologia móvel e Nuvem poderiam trazer benefícios para toda a empresa.

Embora essas capacidades do Nexus serão uma preocupação maior em 2014, é importante que as organizações de TI informem como as plataformas de negócio mais eficazes podem ser alavancadas para fornecerem arquiteturas melhores às aplicações comerciais, que são a principal questão para os CFOs. Dentro deste cenário, seria sensato incluir o CFO na implementação de dispositivos móveis para que eles tenham acesso às informações analíticas e financeiras. Mas, é importante entender que os CFOs são céticos quanto ao potencial das tecnologias sociais, portanto todos os investimentos nessa área devem estar associados às estratégias comerciais.

A influência dos CFOs sobre TI é consistente e está aumentando em muitas empresas. O estudo aponta que um grande número de CFOs têm sua própria função de TI. Além disso, mostra que 39% das organizações de TI se reportam ao CFO atualmente. Esse alto nível de subordinação aos CFOs demonstra a necessidade que as empresas têm de garantir que seus CFOs sejam instruídos em tecnologia, e ressalta o quanto é crítico que CIOs e CFOs tenham um entendimento comum de como alavancar a tecnologia empresarial.

As inscrições para a Conferência Gartner BI e Gestão da Informação podem ser feitas pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo., pelo site www.gartner.com/br/bi ou pelo telefone (11) 5632-3109.

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