10 motivos para implementar Cloud Computing

28/10/2013 - A integração com a nuvem permite que os desenvolvedores criem estratégias de negócio eficazes para conquistar o mercado, aprimorando os recursos. A computação na nuvem representa uma enorme mudança para as organizações por oferecer novas oportunidades de trabalho aos profissionais de TI, possibilitando diferentes tipos de implementações.

Larry Ellison, CEO da Oracle, destacou os dez motivos pelos quais as empresas devem implementar o Cloud Computing:

1. reduz tempo e custos na integração de soluções de TI. Com isso, as empresas dedicam mais recursos à inovação;
2. é fácil e rápido migrar processos de negócios e funções na nuvem, o que aumenta a eficiência operacional e reduz o investimento de capital;
3. as interações sociais entre as empresas e seus clientes, bem como os relacionamentos internos, podem ser aperfeiçoados e fortalecidos sem aumentar o orçamento destinado para a área de TI;
4. a solução permite que as equipes de Marketing e Vendas explorem de maneira mais eficiente com monitoramento contínuo das informações disponíveis nas redes sociais;
5. integração sem dificuldades e de forma otimizada com os serviços de plataforma da empresa para reduzir tempo de implementação e desgastes de recursos humanos;
6. oferece maior autonomia e agilidade nas tomadas de decisão;
7. implementação representa menos risco, tempo de integração e reduz a realização de testes comportamentais;
8. flexibilidade em relação às decisões sobre quando e como atualizar as soluções de TI;
9. oferece às empresas todos os meios necessários para alinhar e operar suas soluções na nuvem, sem precisar investir tempo e recursos em treinamento e testes.
10. os clientes não precisam atuar como integradores de sistemas.

Agenda: Oracle CloudWorld Brasil
Data: 11 de dezembro de 2013
Horário: das 9h - 19h.
Local: WTC Event Center – Golden Hall – São Paulo
Inscrições gratuitas: acesse aqui.

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Cresce uso de Wi-Fi fora de casa

23/10/2013 - Os europeus adotaram o Wi-Fi para acessar dados móveis, com mais de 55% escolhendo essa opção em vez do celular fora de casa, de acordo com pesquisa sobre experiências de dados móveis realizada pela On Device Research.

A pesquisa mostra até que ponto os usuários móveis procuram redes Wi-Fi mesmo fora de casa e do local de trabalho. Mais de 55% dos europeus utilizam conectividade Wi-Fi regularmente em seus telefones quando estão longe de casa. No Reino Unido, a porcentagem aumenta para quase 65%, o que mostra que usuários com conhecimento de tecnologia evitam tarifas ou limites de dados das operadoras.

Para obter melhor controle sobre quando assinantes escolhem Wi-Fi, as operadoras precisam aprimorar os métodos usados para identificar localidades específicas onde questões de capacidade, cobertura ou qualidade possam levar os assinantes a passar para o Wi-Fi. Utilizar a plataforma ActixOne para localizar e analisar chamadas e conexões de dados permite que a operadora entenda melhor a localização dos assinantes e sua experiência de rede.

A capacidade de correlacionar essas informações com registros de negócios também lhes permite identificar assinantes de alto valor. Como resultado, as operadoras podem mirar com precisão atividades de otimização, priorizando os locais onde precisam implantar LTE ou células pequenas para oferecer melhor serviço e maior capacidade, a custo menor, estimulando usuários valiosos a permanecer na rede móvel.

"Se os usuários adotarem o hábito de reverter para a rede móvel somente quando não conseguirem um sinal de Wi-Fi, as operadoras perderão controle da experiência de seu assinante. Elas precisam medir melhor a experiência de seus clientes, para ficar cientes de onde e por que a passagem para Wi-Fi ocorre, e precisam estabelecer métodos para garantir que isso não aconteça mais por acaso", afirma Coleman.

No Brasil, quase metade dos assinantes (45%) nunca usam conectividade Wi-Fi fora de casa. Isso sugere que gerenciar a passagem para Wi-Fi, embora ainda não seja uma questão essencial, acabará se tornando uma tendência crescente e um grande desafio para mercados de rápido crescimento. Operadoras móveis capazes de aprimorar e automatizar suas redes para gerenciar melhor a experiência do cliente poderão, então, ser capazes de evitar que assinantes queiram, ou precisem, passar para Wi-Fi no futuro.

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Banda Larga impacta vida familiar

25/10/2013 - Estudo da Ericsson quantifica o impacto da velocidadeda banda larga no orçamento familiar, mostrando que o aumento de 4 para 8 Mbps eleva renda familiar em US$ 120 ao mês nos países participantes da Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD). No trio de países emergentes – Brasil, Índia e China (BIC) – o aumento de 0,5 para 4 Mbps eleva em US$ 46 mensais o orçamento familiar.

O estudo da Ericsson, feito em parceria com a consultoria Arthur D. Little e com a Universidade de Tecnologia Chalmers, focaliza seus objetivos no nível de renda doméstico (microeconomia) e revela limites para o aumento mínimo necessário de velocidade para proporcionar estatisticamente um impacto financeiro significativo no orçamento familiar. Esses limites são diferentes para os BICs e o países da Organização para a Cooperação Econômica e o Desenvolvimento, entidade internacional que integra 34 países.


Foram encontrados níveis de retorno maiores na economia dos países da OECD, o que reforça a ideia de que os ganhos provenientes da banda larga aumenta se serviços avançados estão disponíveis.


Os pontos fundamentais, após o controle dos fatores que influenciam a renda (como idade, sexo/gênero, nível educacional, tamanho da residência, habilidades e tipo de profissão) são:


• A renda média familiar aumenta em US$ 120 ao mês com o aumento da velocidade de banda larga de 4 para 8 Mbps, nos países da OECD

• Os lares nos BIC aumentam sua renda em US$ 46 mensais ao elevar a velocidade de 0.5 para 4 Mbps

André Gildin da Ericsson, diz: "Os resultados estão em linha com nosso estudo prévio que quantifica o impacto da velocidade da banda larga no PIB de 33 países, assim como uma série de outros estudos que nós revisamos. Tudo indica que o acesso a banda larga tem um efeito positivo na economia. Nós sabemos que a velocidade importa e essa elevação tem um impacto positivo. Mas mostrarmos isso quantitativamente utilizando grandes amostras de dados, tanto na economia dos países da OCDE quanto no BIC, até mesmo no nível familiar, reforça nossa comunicação".


Martin Glaumann, sócio da Arthur D. Little diz: "A evidência está baseada na velocidade de banda larga como um fator de crescimento da economia. Mesmo em muitos países, não somente na União Européia, medidas regulatórias estão atrasando o potencial total de crescimento. Os reguladores precisam repensar e reorganizar a banda larga de alta velocidade como uma prioridade nacional para os países do BIC. A banda larga fornece às famílias meios de melhorar sua produtividade por meio de e-learnings e serviços de negócios, e também de obter acessos a novos locais de consumo".


Erik Bohlin, professor da Universidade de Tecnologia Chalmers diz: "Este é um dos primeiros estudos que tratam dos impactos da velocidade da banda larga na renda familiar. Baseada em um rigoroso método científico e em dados abrangentes, o estudo pode mostrar como o aumento da velocidade de banda larga pode elevar a renda familiar, que tem um número importante de implicações políticas e estratégicas".


Há diversas fontes para este estudo, incluindo os dados provenientes de pesquisa de 2010 do ConsumerLab da Ericsson, com a participação de mais de 19 mil residências de 9 países do OECD (Reino Unido, França, Alemanha, Espanha, Itália, Espanha, Suécia, Japão e Estados Unidos), assim como Brasil, Índia e China.


*Todos os resultados foram ajustados para a Paridade do Poder de Compra, do inglês Purchasing Power Parity (PPP), para refletir o nível absoluto de retorno.

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Gartner: 64% das empresas investem em Big Data

big_data2.jpg22/10/2013 - De acordo com o Gartner, empresa de pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, os investimentos globais em Big Data continuam a crescer, em 2013. Pesquisa revela que 64% das empresas ouvidas estão investindo ou planejam investir nestas tecnologias e, menos de 8% já as implantaram.

Estas tendências e o mercado de Big Data no Brasil e na América Latina serão analisados no Symposium ITxpo 2013, que acontece entre os dias 4 e 7 de novembro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

Um estudo realizado pelo Gartner, em junho de 2013, com 720 organizações ao redor do mundo, examinou os planos de investimento em tecnologia das companhias em Big Data, estágios da adoção, problemas dos negócios solucionados, dados, tecnologia e desafios. "O hype sobre Big Data continua conduzindo o aumento nos investimentos, mas há solidez por trás disso. Esta pesquisa destaca empresas de vários setores e lugares enxergando oportunidades e o real valor de negócios", explica Donald Feinberg, vice-presidente de pesquisa e analista distinto do Gartner.

Neste ano, os setores que mais investem em Big Data são mídias e comunicações, bancos e serviços. O levantamento revela que 39% das empresas de mídias/comunicações disseram que já investiram em Big Data, seguidas por 34% dos bancos e 32% das empresas de serviços. Os investimentos planejados durante os próximos dois anos são mais altos para os setores de transporte (50%), saúde (41%) e seguros (40%). Porém, todos os segmentos mostram investimentos nesta tecnologia.

Regionalmente, a América do Norte continua a liderar os investimentos, com 38% das empresas dizendo que investiram na tecnologia específica para o desafio de Big Data. Na região da Ásia/Pacífico, 45% das companhias indicam que planejam investir dentro dos próximos dois anos. De acordo com a experiência do Gartner, América Latina, Europa, Oriente Médio e África (EMEA) sempre ficam para trás na adoção das tecnologias, e com o Big Data não será diferente.

"Independente da localidade, os investimentos têm diferentes estágios. Começam com a aquisição de conhecimento, passam para a definição da estratégia, seguido por um experimento ou teste de conceito. Após a primeira fase ser bem sucedida, a implantação acontece e o investimento aumenta. No passar do tempo, a operação de negócios começa a confiar nas implementações e os investimentos passam a administrar os sistemas", explica Feinberg.

Para Big Data, 2013 é o ano da experimentação e das primeiras implantações. Menos de 8% dos participantes da pesquisa indicam que as empresas já implantaram soluções de Big Data, 20% estão em fase piloto/experimentação, 18% estão desenvolvendo a estratégia e 19% estão obtendo conhecimento. As demais companhias não têm planos.

Há uma ampla gama de problemas de negócios a serem resolvidos usando Big Data. No topo do ranking dos estudos do Gartner de 2012 e 2013, estão a eficiência de processos e a experiência do cliente. Na pesquisa deste ano, 55% das empresas afirmam que já estão conseguindo melhorar a experiência do cliente usando Big Data, enquanto 49% usam para a eficiência de processos.

Algumas atividades de Big Data somam às atuais práticas de negócios, como, por exemplo, entender melhor as necessidades dos clientes, aumentar a eficiência de processos, reduzir ainda mais os custos ou detectar melhor os riscos. Algumas empresas estão se engajando em atividades mais "inovadoras": 42% estão desenvolvendo novos produtos e modelos de negócios e 23% estão lucrando diretamente com a informação. O Gartner acredita que as grandes oportunidades estão nestas áreas.

Algumas atividades de Big Data somam às atuais práticas de negócios, como, por exemplo, entender melhor as necessidades dos clientes, aumentar a eficiência de processos, reduzir ainda mais os custos ou detectar melhor os riscos. Algumas empresas estão se engajando em atividades mais "inovadoras": 42% estão desenvolvendo novos produtos e modelos de negócios e 23% estão lucrando diretamente com a informação. O Gartner acredita que as grandes oportunidades estão nestas áreas. O cenário e o futuro de Big Data e Analíticos, até 2020, serão apresentados por Donald Feinberg durante o Gartner Symposium ITxpo 2013.

Na ocasião, os participantes contarão com as palestras de Max Gehringer, administrador, autor e apresentador, no dia 7/11 (quinta-feira), às 16h30, sobre o desafio pessoal do profissional brasileiro, e de Silvio Meira, engenheiro, autor e PhD em Ciências da Computação, no dia 6/11 (terça-feira), às 17h, sobre o papel da inovação no Brasil.

O Symposium ITxpo vai oferecer ainda reuniões one-on-one com os analistas do Gartner, mesas redondas e workshops. As vagas para estas atividades são limitadas. Para se inscrever o quanto antes e garantir presença, entre em contato pelos telefones (11) 5632-3109 ou 0800-7441440, ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

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Bernardo propõe mudanças na internet

web_anatel.jpg22/10/2013 - O Brasil propôs ontem (21), em Bali, na Indonésia, a mudança dos status quo da internet. Ao participar do evento Internet Governance Forum (IGF), o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, falou no pré-evento, denominado "Encontro de líderes de alto nível".

Para o ministro brasileiro, "se é verdade que a Internet é o lugar onde novas formas de participação democrática são colocadas em prática, acreditamos que é chegada a hora de agregarmos mais democracia à Internet" – conforme registra o portal Teletime.


Paulo Bernardo relembrou as denúncias de espionagem praticadas pela Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos contra o governo e cidadãos brasileiros, principal argumento para justificar a proposta brasileira de mudança da governança da internet para um modelo multissetorial (multistakeholder), semelhante ao adotado pelo Comitê Gestor da Internet (CGI) no Brasil.


Para o ministro, o uso da internet "para fins ilegais de obtenção de informações ou para o cerceamento das liberdades fundamentais dos seres humanos, como se observa de maneira cada vez mais frequente, já produz efeitos nefastos sobre a unicidade e globalidade da rede".


E concluiu: "Diante do imenso desafio que é lidar com este tema, nenhum Estado será bem-sucedido na administração da internet de forma isolada, enclausurado em sua própria perspectiva".


O modelo perseguido pelo Brasil, segundo Bernardo, é aquele defendido pela presidente Dilma Rousseff em seu discurso na Assembleia Geral da ONU deste ano. Modelo que está baseado na liberdade de expressão, privacidade e respeito aos direitos humanos.


Paulo Bernardo disse que recebeu orientação da presidente Dilma Rousseff para defender a posição brasileira na mesma linha do modelo multistakeholder, adotado há quase 20 anos, por intermédio do Comitê Gestor da Internet.


Outro princípio, mencionado por Paulo Bernardo, é o da neutralidade da rede que, "ao respeitar apenas critérios técnicos e éticos, torna inadmissível restrições por motivos políticos, comerciais, religiosos ou de qualquer outra natureza".


Por fim, Paulo Bernardo deixou o convite para que os líderes globais participem de um encontro global sobre governança da Internet a ser realizado no Brasil. "Desafios globais requerem tratamento global.
Precisamos ampliar nosso campo de ação e trazer mais atores e visões de mundo para este debate. Para tanto, propomos realizar no Brasil, no primeiro semestre de 2014, um grande encontro mundial sobre a governança da internet", disse ele.

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Constituição é atual no que diz respeito à internet

web_lei.jpgRonaldo Lemos
18/10/2013 - É tempo de celebrar 25 anos da Constituição. Em várias reflexões levantadas sobre o tema, fica sempre uma pergunta: qual a relação da Constituição com a internet?


Nossa lei máxima é surpreendentemente atual sobre isso. Protege direitos essenciais para a rede como poucas outras. Elencou no mesmo patamar princípios como a privacidade, o acesso à cultura e à ciência, a liberdade de expressão e o incentivo ao avanço tecnológico. Não é pouca coisa.


Ao olhar de perto a Constituição, nota-se, no entanto, que não foi ela que ficou defasada com relação à rede. Ao contrário, ganhou novos significados com seu surgimento. A impressão que fica é outra. É o Executivo, o Legislativo e o Judiciário que estão em dívida com a Constituição em face da internet.


Essa dívida manifesta-se de várias formas. Por exemplo, na ausência de leis para proteger a privacidade dos usuários; na falta de políticas sofisticadas para promover a inovação tecnológica no país, como manda o artigo 218 da Carta.


Ou ainda quando o Judiciário cerceia a liberdade de expressão, em qualquer nível, removendo conteúdos da rede sem critério, mandando tirar sites do ar, ou mesmo recolhendo biografias.

A Constituição estabelece também um princípio precioso: o da participação direta do cidadão nas decisões públicas. Ela abre caminho para o exercício da democracia direta. Em tempos digitais, as possibilidades desse tipo de participação são ilimitadas. Hoje somos todos desafiados pela Constituição a criar formas mais abertas de participação, indo além do sistema político atual, que fica cada vez mais distante das novas aspirações da cidadania.

Ronaldo Lemos é diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro e do Creative Commons no Brasil. É professor de Propriedade Intelectual da Faculdade de Direito da UERJ e pesquisador do MIT Media Lab. Foi professor visitante da Universidade de Princeton. Mestre em direito por Harvard e doutor em direito pela USP, é autor de livros como "Tecnobrega: o Pará Reiventando o Negócio da Música" (Aeroplano) e "Futuros Possíveis" (Ed. Sulina).

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