Professor da FGV dá dicas de como evitar ciberataques

cibercrime.jpg14/02/2018 - Um relatório recentemente divulgado pela empresa de segurança digital Norton Cyber Security Insights Report 2017 apresentou dados sobre crimes digitais no Brasil e no mundo. Assim como vinha ocorrendo nos anos anteriores, o país está próximo do topo do ranking. Tivemos mais 60 milhões de brasileiros atacados, o que corresponde a 60% da nossa população conectada.

Para o coordenador do MBA em Marketing Digital da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Miceli, as duas grandes motivações para que esses crimes aconteçam são o desejo de benefício financeiro ou o de manipular informações publicadas em meios digitais. Segundo ele, os tipos mais comuns desses ataques são: a violação de dados, spywares – que são programas instalados para que os criminosos acessem informações pessoais nas máquinas invadidas, além das famosas técnicas de engenharia social.

Ainda segundo o especialista, ambientes praticamente idênticos aos das instituições financeiras reais são criados para que as vítimas coloquem seus dados de forma que acabem passando para os bandidos tudo o que é necessário para que transações ou acessos não autorizados sejam realizados.

"Ao avaliar o comportamento do brasileiro na internet, é possível perceber algumas práticas bastante arriscadas, como compartilhar senhas com outras pessoas, utilizar a mesma chave de acesso em sites diversos e usar redes públicas frequentemente. Para se proteger, além de mudar esses comportamentos de risco, vale usar senhas fortes e mudá-las frequentemente, manter o antivírus atualizado, além de nunca abrir mensagens de desconhecidos ou instalar programas sem que se conheça o fabricante", sugere André Miceli.

WhatsApp – O professor da FGV alerta que a ferramenta tornou-se uma das preferidas pelos hackers para aplicar golpes cibernéticos no Brasil. Miceli diz ainda que os cibercriminosos estão aprimorando suas estratégias por meio de engenharia social. Segundo ele, os hackers estão investindo contra indivíduos por meio de uma rápida e maciça disseminação de links maliciosos em vez de produzir malwares, que são mais complexos de ser criados e têm menor potencial de viralização.

"Tenha em mente que empresas não oferecem cupons de desconto dessa forma (não importa o valor) e nunca pediriam que você faça download de algo só para isso. Caso a oferta pareça bem real, faça uma busca rápida na internet, já que o fato seria obviamente bem noticiado e divulgado. Caso tenha clicado no link, ele lhe direcionará para uma página muito parecida com o site que você conhece. Compare com o original e não registre nada nele", explica o especialista.

Inteligência Artificial – Miceli assegura que, para ajudar no processo de combate ao crime no espaço virtual, as empresas têm usado práticas de inteligência artificial. O uso desse recurso para prevenção de fraudes não é exatamente um conceito novo, de acordo com o professor da FGV, mas tem ganhado bastante em sofisticação e precisão. "Ao rastrear as características de uso do cartão de crédito e do acesso aos dispositivos eletrônicos, os especialistas geram dados de maneira que os computadores possam aprender e prever a maneira através da qual espera-se que um determinado usuário se comporte. Então, esses algoritmos passam a ajudar a detectar padrões fraudulentos em transações e evitar fraudes de cartões", observa o professor da FGV.

Por fim, o professor relata que, se por um lado vemos uma grande discussão sobre todo o estrago que a inteligência artificial pode causar no mercado de trabalho, por outro, muito em breve, temos nela um forte aliado em nossa segurança.

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Cibercrime pode estar fantasiado neste Carnaval

kasper_carnaval.jpg08/02/2018 - Todo brasileiro sabe que o ano começa depois do Carnaval. Uma das festas mais esperadas, com muita folia, risadas e diversão, também traz ótimos dias de folga e de despreocupação com a rotina. Mesmo quem viaja nessa época e fica longe das festas carnavalescas, utiliza seus dias de folga para relaxar e esquecer dos problemas. E é justamente em uma hora tranquila que os cibercriminosos se preparam para atacar sua próxima vítima.

Assim como as escolas de samba, que cumprem uma série de requesitos durante os desfiles para poderem concorrer ao título de campeã do Carnaval, os cibercriminosos também podem ser avaliados da mesma maneira – e, infelizmente, acabam recebendo 10 em todos os quesitos que concorrem.

O enredo é um dos pontos fortes dos criminosos online. Assim como em um desfile de samba, a história do golpe deve ser bem contada, para que seja fácil enganar qualquer um que esteja vulnerável. Para que o enredo faça sentido, é preciso ter harmonia. Os ataques possuem um cenário perfeito, um link aparentemente legítimo e uma mensagem chamativa: tudo para que o usuário não perceba que a mensagem é um golpe. O "conjunto da obra" leva a vítima diretamente para sua rede, conseguindo acesso fácil aos dados que querem roubar – além disso, o quesito fantasia também recebe nota máxima.

"Os golpes podem ser encontrados de diversas maneiras e utilizam diferentes 'adereços' para agradar ao público, como golpes utilizando as marcas Walmart, Uber e Nespresso. Sendo que, na verdade, não se passa de um ataque com o objetivo de extrair seus dados e usá-los da pior maneira possível", diz Fábio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab.

Já o quesito evolução é o que faz os golpes continuarem a acontecer. Cada golpe cresce mais em qualidade e quantidade – como o uso de caracteres unicode, fazendo com que domínios falsos tenham uma aparência muito próxima da URL do site verdadeiro, confundindo o usuário – o que faz com que mais pessoas caiam em suas armadilhas. A comissão de frente está igualmente com nota máxima, já que as exigências mínimas para se fazer um golpe sempre foram cumpridas, como: uma promoção falsa; um link falso; e uma frase pedindo para que a vítima passe essa mensagem para outros usuários – assim ajudando os criminosos.

Proteja-se neste Carnaval! Fique atento para não se enganar pela fantasia tentadora que o ataque do ciberminoso estará usando. Veja as dicas que a Kaspersky Lab selecionou:

1) Cuidado com a rede Wi-Fi pública! Se você for utilizar, não faça login em páginas da web que podem colocar suas informações e identidade sem risco, como Facebook, Twitter, instituições financeiras, etc.

2) Caso precise realizar uma transação bancária, por exemplo, configure uma Rede Privada Virtual (VPN) e a utilize para se conectar a uma rede Wi-Fi – assim, você protege as informações transmitidas a partir do seu dispositivo.

3) Não acesse contas pessoais (bancos, e-mails ou rede sociais) por meio de dispositivos públicos. Tenha cuidado so se conectar, pois esses dispositivos podem ter programas de spyware instalados que monitoram e gravam o que foi digitado nas teclas e podem comprometer informações financeiras pessoais.

4) Se for viajar ou curtir os blocos de Carnaval, utilize o cartão de crédito em vez do de débito. Muitos cartões de crédito têm, embutido no sistema, uma proteção contra a fraude que reembolsa seu dinheiro caso isso aconteça. Soluções como o Safe Money criam um ambiente seguro para qualquer transação online que precise de informações bancárias, de cartão de pagamento ou de compras.

5) Preste atenção na hora da compra e certifique-se que o vendedor devolveu o seu cartão. Ao digitar sua senha, tape os números com sua mão livre e verifique se não há ninguém suspeito por perto tentando ver sua senha (já foram vistos casos de troca de cartões durante blocos de Carnaval de rua nas grandes cidades). Um criminoso experiente precisa menos de um minuto para obter informações essenciais, além de fraudar e clonar dados.

6) Utilize uma solução de segurança completa para seus dispositivos como o Kaspersky Total Security Multidispositivos para Android, iPhone, iPad, Mac e PC, que irá te acompanhar em todos os momentos deste feriado.

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Dia da Internet segura: saiba como evitar ciberataques

HTTP2b.jpg06/02/2018 - Os usuários, principalmente os brasileiros, já perceberam que 2018 começou com diferentes tipos de ataques de phishing e com um número bastante considerável de vítimas que acreditaram nesses golpes. E, hoje, no Dia da Internet Segura, vale lembrar que a segurança online não deve ser baseada em apenas um dia, mas sim, no ano todo. Para se ter uma ideia, segundo levantamento da Kaspersky Lab realizado em 2017, mais de 30% dos brasileiros sofreram ataques online no ano passado.

Para Thiago Marques, analista de segurança da Kaspersky Lab, a Internet pode expor os usuários para diferentes perigos que muitas vezes não imaginam. "É com base no clique no link malicioso que os cibercriminosos conseguem trazer problemas ao usuário, que vão desde ao roubo de senhas de redes sociais até prejuízos financeiros, devido ao furto de dados de acesso à internet banking", reforça.

Não há dúvidas que a Internet tornou-se uma ferramenta fundamental e útil no nosso dia a dia. Ela é utilizada para trabalhar, educar e até mesmo para entreter. No entanto, devido ao nosso uso constante, muitos de nós tendem a diminuir nossa guarda e cometer erros de segurança que podem custar a nossa reputação, privacidade, dinheiro e até danos físicos.

Pensando nisso, a Kaspersky Lab listou 7 principais regras de segurança na Internet que ajudarão a evitar problemas online (e no mundo real):

1. Tenha cuidado com o que você publica nas redes sociais

Qualquer comentário ou foto que você postar na Internet pode permanecer lá para sempre, uma vez que a exclusão do original (por exemplo, do Twitter) não elimina as cópias feitas por outras pessoas. "Não há como "retirar" uma afirmação que você não gostaria de ter feito, e muito menos desconvidar alguém de uma festa", afirma Marques. "Aqui, a regra a seguir é simples: não publique nada que você ache que sua mãe ou um chefe não gostariam de ler."

2. Ative as configurações de privacidade

As pessoas que comercializam produtos gostam de saber tudo sobre você, mas os cibercriminosos também. Ambos podem obter muitos dados de seus hábitos de navegação e uso de redes sociais. No entanto, você pode assumir o controle de sua informação. Tanto os navegadores de Internet quanto os sistemas operacionais móveis oferecem configurações que permitem proteger sua privacidade online. Os principais sites, como o Facebook, também oferecem ajustes para aumentar a privacidade. De acordo com Marques, às vezes, esses ajustes são (deliberadamente) difíceis de encontrar porque as empresas desejam ter acesso às suas informações pessoais por um valor comercial. O especialista recomenda ativar essas proteções de segurança e mantê-las ativas.

3. Navegue de forma segura

Você não caminharia voluntariamente por meio de uma área perigosa, então aplique os mesmos critérios e não visite sites perigosos online. "Os cibercriminosos usam conteúdo mórbido como um gancho. Eles sabem que às vezes as pessoas são tentadas por conteúdos questionáveis e podem deixar a guarda quando a procuram. No submundo da Internet, existem muitas armadilhas difíceis de identificar, nas quais um clique descuidado pode expor dados pessoais ou infectar seu dispositivo com malware ", diz Marques.

4. Verifique se a sua conexão com a Internet é segura

Quando você se conecta a um site público utilizando uma rede Wi-Fi pública, você não possui controle direto sobre sua segurança. Os especialistas corporativos em cibersegurança estão preocupados com os "pontos finais", ou seja, os terminais por meio dos quais uma rede privada se conecta com o mundo exterior. O seu ponto de extremidade vulnerável é a sua conexão local com a Internet. Use uma rede privada virtual (VPN), como o Kaspersky Secure Connection, quando tiver duvidas sobre a segurança da rede Wi-Fi. Esta ferramenta impede a intercepção de informações, pois criptografa todos os dados enviados e recebidos na rede.

5. Tenha cuidado com o que você baixar

Um dos objetivos prioritários dos cibercriminosos é enganá-lo para realizar o download de arquivos maliciosos, ou seja, programas ou aplicativos que contêm malware ou tentam roubar informações. "Este malware pode ser disfarçado como um aplicativo, seja na forma de um jogo popular ou aplicativo que relata tráfego ou clima", alerta Marques. Como regra geral, não baixe aplicativos que parecem suspeitos para você ou provenientes de um site em que você não confia.

6. Crie senhas fortes

As senhas são uma das vulnerabilidades mais importantes de toda a estrutura de segurança da Internet, mas, no momento, não há como substituir este método de identificação. O problema é que as pessoas tendem a escolher senhas fáceis de lembrar (como "senha" e "123456"), que os cibercriminosos podem adivinhar sem muito esforço. Selecione senhas seguras que são difíceis de descobrir pelos cibercriminosos. O software de gerenciamento de senha, como o Kaspersky Password Manager, que pode ajudá-lo a gerenciar várias senhas para que você não as esqueça. "Para que uma senha seja segura, ela deve ser única e complexa; em particular, deve ter pelo menos 15 caracteres de comprimento e combinar letras, números e caracteres especiais", recomenda Marques.

7. Mantenha seu programa antimalware atualizado

Um software de segurança robusto, como o Kaspersky Internet Security multidispositivos, oferece proteção contra todas as ameaças, como a detecção e remoção de malware do seu PC, Mac e dispositivos móveis, desde que esteja atualizado. Tente atualizar o sistema operacional e os aplicativos que você usa regularmente, pois constituem uma camada vital de segurança.

"Vale reforçar que as dicas acima valem para todos os usuários, independentemente do dispositivo que estejam utilizando, seja dentro das empresas ou em casa − principalmente pelo fato de que os roubos de dados de clientes e o hacking de contas corporativas nas mídias sociais têm se tornado cada vez mais comuns", alerta Marques.

Para mais informações sobre navegação online segura, visite o blog: https://www.kaspersky.com.br/blog/

 

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Dicas para navegar com segurança no mundo virtual

dialogando_3.jpg02/02/2018 - A cada dia estamos mais conectados e trocando dados com o mundo todo. A todo instante as pessoas enviam mensagens para quem está perto ou longe, realizam compras, consultam documentos, pagam contas, estudam e trabalham - tudo isso via internet. Um relatório da Cisco Visual Networking Index (2016) estima que até 2020 em torno de 52% da população mundial estará conectada à internet. E por essa tecnologia estar intrínseca ao cotidiano da sociedade, é preciso ter alguns cuidados para evitar transtornos em relação a roubo de dados pessoais e invasão de devices, por exemplo. Pensando nisso, em fevereiro, mês da Internet Segura, o portal Dialogando (dialogando.com.br), iniciativa da Vivo que promove o melhor uso das tecnologias, preparou seis dicas que podem ajudar a todos a estarem mais seguros quando navegarem na internet.

· Tenha e mantenha um bom antivírus atualizado: Todos os dias aparecem novas ameaças virtuais, como vírus, spams e phishings (tentativas de pegar informações de usuários por meio de mensagens falsas). Por isso, é importante que os aparelhos em que você acessa a internet tenham um antivírus de qualidade e atualizado, para que ele possa ajudar a evitar que seu dispositivo seja vítima de alguma dessas ameaças;

· Atualize diariamente seus aplicativos no smartphone: os fabricantes e desenvolvedores disponibilizam atualizações de patches de segurança (correções nos aplicativos) todos os dias. Essas atualizações são correções de vulnerabilidades que podem ser exploradas por ameaças como vírus e códigos maliciosos. Sempre que possível faça o download. Isso ajuda a aumentar a segurança junto com o uso de antivírus;

· Não compartilhe suas senhas: Elas são as portas de entrada para acesso irrestrito a suas informações. Não deixe que outros além de você tenham acesso às senhas;

· Utilize senhas diferentes para cada aplicação: Se, por acaso, sua senha for descoberta e ela for a mesma para e-mails, contas bancárias e redes sociais, seus dados estarão completamente vulneráveis. Com senhas diferentes você diminui os transtornos caso perca uma delas. Utilizar um cofre de senhas é uma saída interessante, assim as senhas ficam armazenadas com segurança e não tem problema se o usuário esquecer uma delas.

· Faça back-ups periódicos: Faça cópia de suas informações sempre que possível. Assim, em caso de perda do dispositivo ou ataque de vírus, por exemplo, você conseguirá recuperar as informações com facilidade;

· Não clique em links desconhecidos: Certifique-se de que o remetente de um link ou arquivo é de uma origem confiável. Os links podem vir por e-mail, rede social, aplicativos de mensagens e ao clicar podem abrir as portas de seus aparelhos. Por isso, todo cuidado é pouco!

Confira outras informações relacionadas ao melhor uso das tecnologias no portal Dialogando

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ANER lança campanha contra notícias falsas

aner.jpg24/01/2018 - Associação quer chamar atenção para o tema que ganha ainda mais importância neste ano eleitoral

Avaliar a credibilidade e a fonte de uma notícia antes de repassá-la não é um hábito comum. As chamadas fake news (notícias falsas) são compartilhadas diariamente em diferentes meios de comunicação e ganharam ainda mais espaço com a expansão das mídias sociais.

Com essa preocupação, a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) lançou nesta terça-feira, 23, a campanha nacional 'Revistas. Eu acredito!'. "Nossa ideia é mostrar a importância de se informar por meio de uma mídia consagrada, que investiga e que vai até a fonte, com um jornalismo sério", diz Maria Célia Furtado, diretora executiva da ANER, sobre a credibilidade do meio.

Uma pesquisa da Kantar IBOPE Media mostra que jovens estão preocupados em receber uma informação correta e que 72% dos brasileiros acreditam mais nas notícias lidas em revistas.

Apesar dos números, o compartilhamento de notícias falsas já se tornou comum e pode causar grandes danos. Em ano de eleição no Brasil, esta preocupação é ainda maior, a julgar pelas fake news que fortaleceram Donald Trump na época das eleições presidenciais americanas.

Campanha

Lançada com outdoors em Porto Alegre, por conta da grande visibilidade que o município está recebendo, a campanha não tem qualquer cunho político. Será veiculada em todas as revistas associadas à entidade, em canais digitais e universidades. Por pelo menos três meses, haverá uma divulgação massiva da mensagem.

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Como acabar com os problemas da internet sem fio

wi-fi_2.jpg*Por José Alves Braga Neto
24/01/2018 - Lembra-se de quando era necessário permanecer preso a um computador enorme, com monitor, torre e teclado para conseguir acessar um simples e-mail? O Wi-Fi, com certeza, contribuiu para a mudança de comportamento das pessoas. Se por um lado essa tecnologia dispensa fios e pode ser acessada até pelos menores dispositivos, como celulares e tablets, por outro, ela é capaz de gerar grandes transtornos quando não estiver em seu perfeito funcionamento.

Se a pessoa mora em uma casa grande, é bem natural que o sinal da internet funcione apenas em um ou dois cômodos do lar. Quanto mais próximo o usuário estiver do modem, melhor será a conectividade. Mas para garantir um bom sinal de Wi-Fi também é importante saber se está tudo certo com o roteador. Muitas vezes, o aparelho pode estar danificado ou desgastado. É possível ainda, adquirir um repetidor de sinal, que conectado a uma tomada, capta o sinal e redistribui pela casa.

Outro elemento que pode prejudicar a navegação é ter uma versão obsoleta do "distribuidor" ligada ao computador. Para atualizar é fácil: entre no site do fabricante do dispositivo, já munido das informações do seu modelo - essa informação, normalmente, está presente em um adesivo colado à superfície do roteador - e verifique se as atualizações estão em dia. Na maior parte das vezes, o próprio site do fabricante alerta se o aparelho estiver desatualizado.

Caso a lentidão persista, chegou a hora de mudar tudo de lugar. Não adianta deixar a rede no quarto, sendo que o lugar da casa em que as pessoas mais ficam conectadas é a sala. Portanto, eleja o local mais adequado. Mas, se o profissional da área alegar que a única solução for a troca do aparelho, fique atento a essas duas dicas: uma ferramenta de 2,5 GHz é perfeita para aqueles que habitam em casas. Já os moradores de apartamentos precisam de uma versão mais potente como os de 5 GHz, pois a quantidade de sinais nas imediações é mais alta e, assim, evita que a internet dos vizinhos cause interferência.

*José Alves Braga Neto é sócio-fundador da plataforma nerd2.me.

 

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