EMC inova backup na nuvem

nuven_01.jpg16/07/2013 - Mozy, site de backup online, pode ser utilizado por usuários finais e empresas de pequeno porte. Disponibiliza, também, teste gratuito para backup de até 2GB

Usuário final, pequenas e médias empresas podem contar com backup de seus dados fornecido pela EMC, empresa de sistemas de backup e appliance.


A empresa que anunciou, mundialmente, vários produtos para suportar a realidade atual e futura de backup, traz, também, novidades no Mozy, seu site de backup online, para dimensionamento do backup na nuvem com custos reduzidos e fácil utilização.


São três novas funcionalidades: integração com o Active Directory, gerenciamento simplificado do armazenamento e a ativação sem chave.


A nova integração com o software Active Directory reduz a carga administrativa de criar, separadamente, contas de usuários e aprimora o autoatendimento, o que diminui muito o TCO (Total Cost Ownership, custo total de propriedade). Assim, é possível criar e organizar o grupo de usuários com rapidez, simplicidade e eficiência.

O gerenciamento simplificado apresenta novos pools de armazenamento, o que significa menos tempo gasto monitorando cotas de armazenamento por máquina. Já ativação sem chave acelera o processo novos usuários, resultando em maior capacidade de expansão.

O Mozy foi adquirido pela EMC em 2007 e incorporado à divisão da empresa chamada Backup Recovery Systems (BRS) há aproximadamente seis meses. O Mozy é uma opção para as empresas e usuários finais para planejar o melhor serviço de backup e recuperação de dados para atender suas necessidades individuais. É uma solução completa, oferece backup na nuvem simples, automático e seguro para desktops, laptops e servidores.

São disponibilizados diversos planos para empresas e usuários finais a partir de US$5,99 por mês.

O site também oferece teste gratuito de backup online com até 2GB. Acesse http://mozy.com/emc/.

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Internet é empresa jornalística?

lap_top_01.jpg16/07/2013 - Pela primeira vez a lei define o que é empresa jornalística e diz, textualmente, que é "aquela que edita jornais, revistas, boletins e periódicos, ou a distribui noticiário por qualquer plataforma, inclusive em portais de conteúdo da internet".

Essa é a inovação realmente importante que traz o projeto de lei de conversão da Medida Provisória (MP) 620/2013, aprovado no dia 12 de julho de 2013 pelo Congresso.

Segundo observa o jornalista Samuel Possebon, do portal Teletime, a MP 620/2013 é uma daquelas medidas provisórias conhecidas como "MP-trem", em que vários assuntos de relevância para o governo ou congressistas acabam sendo aprovados na esteira de uma proposta que tratava de um assunto específico. No caso, a MP desonera a folha de pagamento de empresas jornalísticas.

O alcance da MP dependerá das interpretações jurídicas que venham a ser dadas daqui para frente, visto que, observa Possebon, "há muitos anos, grupos de mídia nacionais defendem a tese de que empresas de internet também seriam consideradas empresas jornalísticas e, portanto, deveriam obedecer aos princípios estabelecidos na Constituição, sobretudo no Artigo 222, entre eles a limitação de capital estrangeiro". Hoje, alguns portais estrangeiros, como Terra, BBC Brasil, Reuters, Yahoo e outros atuam como empresas jornalísticas no Brasil sem nenhuma limitação.

O assunto já foi discutido no Congresso, em 2005, mas acabou enterrado. Posteriormente, associações ligadas ao setor de mídia (Abert, ANJ e outras) questionaram o Ministério das Comunicações e o Ministério Público sobre o assunto. O Minicom disse que não tinha a função de fazer essa fiscalização e o Ministério Público entendeu que portais de internet não entram na definição de empresas jornalísticas. O assunto está na Justiça.

Advogados ouvidos pela Teletime admitem que a definição estabelecida na MP pode, sim, gerar interpretações mais complicadas, como obrigar que portais jornalísticos obedeçam aos limites impostos pela Constituição em relação ao capital estrangeiro. Mas alguns acham que, se a questão for para a Justiça, o mais provável é que se interprete que esta definição só valeria para a aplicação da desoneração de que trata a MP 620. Mas o tema é controvertido.

Isso porque tanto a Constituição quanto a Lei 10.610/2002, que trata sobre a participação de capital estrangeiro em empresas jornalísticas, não definem o que é uma empresa jornalística. Seria, portanto, a primeira vez que essa definição aparece em uma lei, incluindo Internet.

A MP 620 foi aprovada rapidamente pela Câmara e pelo Senado esta semana. Como muitas alterações no texto acabam acontecendo em plenário, na hora da votação, nenhuma dessas questões foi discutida quanto a suas implicações, nem está justificada pelos relatores. No caso do texto aprovado no Senado, o relator foi Eunício de Oliveira (PMDB-CE). Na Câmara, onde a definição apareceu pela primeira vez, a relatoria foi da comissão mista que analisou a proposta.

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Rede Globo utiliza nuvem da Amazon

aws.jpg16/07/2013 - Com o objetivo de preservar a confiança de milhões de telespectadores que assistem diariamente a programação no Brasil e no mundo, a Rede Globo passa a utilizar a nuvem da Amazon Web Services (AWS).

A parceria entre as empresas surgiu da necessidade da Rede Globo em evitar a compra desnecessária de hardware e software para uso pontual, dimensionado pela demanda de pico, além de melhorar o SLA de implantação aliada à possibilidade de confiabilidade e redundância proporcionada pela nuvem.

A partir de uma pesquisa de mercado, a Rede Globo chegou a conclusão de que o modelo de pagar pelo uso oferecido pela AWS se encaixava muito bem em necessidades pontuais com demanda altamente variável. Do ponto de vista técnico, as soluções oferecidas conseguem suportar, na maioria dos casos, grandes variações de demanda com bastante segurança.


Os serviços implantados foram o EC2, S3, Cloud Front, RDS, DynamoDB, EBS, Elastic Transcoder que atualmente são usados como alternativa para implantação rápida de sites para aplicativos públicos e internos, onde a demanda de consumo pode ser muito variável e precisa ser ajustada continuamente.

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3º Fórum da Internet no Brasil

16/07/2013 - O III Fórum da Internet no Brasil, promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), está com inscrições abertas para todos que desejam participar de debates sobre os desafios atuais e futuros da Internet. Os temas debatidos no evento serão levados para o Internet Governance Forum, na Indonésia.

Este ano, o Fórum será realizado na cidade de Belém, no Pará, entre os dias 03 e 05 de setembro com o lema "Construindo Pontes". O principal objetivo é promover discussões que ajudem a mapear opiniões e preocupações semelhantes, assim como, diversidades que reflitam o caráter multissetorial e multilateral da governança da Internet no Brasil.

O evento contará com cinco trilhas temáticas, pensadas para os diferentes grupos do Fórum, sejam do terceiro setor, dos setores empresariais, acadêmicos e governamentais: a) Universalidade, Acessibilidade e Diversidade; b) Inovação Tecnológica e Modelos de Negócios na Internet; c) Cultura, Educação e Direitos Autorais na Internet; d) Privacidade, Inimputabilidade da Rede; e) Liberdade de Expressão e Neutralidade de Rede. As trilhas temáticas deste ano foram agrupadas de modo a atender as sugestões recebidas das diversas regiões do Brasil e buscam abranger a perspectiva dos diversos setores que compõem o CGI.br, como a sociedade civil organizada, os representantes e pesquisadores da academia, os representantes governamentais e os empresários do setor.


Fórum mundial na Indonésia


Os debates que acontecerão no III Fórum serão preparatórios à participação brasileira no Internet Governance Forum (IGF), um importante encontro que acontecerá em Bali, na Indonésia, de 22 a 25 de outubro, que envolve governos, empresas, organizações da sociedade civil e especialistas do mundo inteiro interessados em discutir e desenvolver políticas públicas relacionadas a Internet.


Outra novidade do Fórum este ano fica por conta do Seminário de Avaliação dos 10 anos da Cúpula Mundial da Sociedade da Informação (WSIS+10). O objetivo é dar início a um processo de avaliação e discussão da Agenda WSIS, de modo a reunir os posicionamentos dos diversos setores da sociedade frente aos temas, perspectivas e desafios relacionados ao desenvolvimento da Sociedade da Informação.


Dessa forma, no momento em que a Unesco e as Nações Unidas iniciam o debate sobre metodologias para medir o avanço dos princípios e metas estabelecidas nas reuniões da Cúpula Mundial para a Sociedade da Informação, o CGI.br decide liderar, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores, essa iniciativa. "Isso permitirá ao Brasil apresentar uma posição que reflita os anseios de diversos setores da sociedade acerca dos temas da Cúpula e outros temas que eventualmente sejam de interesse do país, mas que ainda não foram incorporados às discussões nos fóruns internacionais", diz Carlinhos Cecconi, integrante da Secretaria Executiva do CGI.br, organizadora do Fórum.


"Esperamos que o Fórum da Internet deste ano caracterize-se como o espaço organizado de conversas multissetorial, identificando dissensos, construindo consensos", explica Cecconi.


Para mais informações sobre as trilhas e para acessar o formulário de inscrições do III Fórum da Internet no Brasil, acesse o link: http://www.forumdainternet.cgi.br/.

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TOTVS lança plataforma Fluig

totvs.jpg12/05/2013 - A TOTVS apresenta o Fluig, nova versão de plataforma para gestão de processos, documentos e identidade tem interface colaborativa e hospedagem na nuvem. A novidade traz como principais funcionalidades as tecnologias GED, Workflow, BPM, ESB, IDM, Mall e Analytics, todas integradas com conceitos de rede social, interface colaborativa e hospedagem na nuvem.

A plataforma nasceu global e funciona como interface de qualquer ERP do mercado, tornando a gestão de empresa mais rápida, simples e prática: tudo em um só lugar. O Fluig foi apresentado pela vice-presidente de Negócios da TOTVS, Marilia Rocca, durante o Universo TOTVS, evento anual da companhia, realizado recentemente em São Paulo.

"O Fluig é uma plataforma agnóstica de gestão, com interface única de comunicação colaborativa. Desenvolvida 100% como SaaS (software como serviço), ela armazena todo o conteúdo na nuvem. A mobilidade está no DNA do Fluig. O usuário acessa a informação, com segurança, a qualquer hora, em qualquer lugar e em qualquer tela", explica Marilia.

A nova versão promove o fluxo de informações dentro de uma empresa e permeia toda a sua gestão, por meio de uma única plataforma. Há uma mudança de paradigma: os processos assumem a liderança da gestão corporativa. A padronização de procedimentos garante mais segurança e previsibilidade, pois reduz erros e aumenta a produtividade.

O nome Fluig vem da palavra "fluido" mais "ig", que significa água em tupi. O conceito remete à ideia de um mundo líquido, em constante transformação.

Atuação em segmentos

O lançamento do Fluig culmina em uma reorganização do portfólio da empresa, que agora está dividido entre as ofertas da plataforma Fluig e ofertas especializadas voltadas para os principais segmentos de mercado. Atualmente, são atendidos dez segmentos: Agroindústria, Manufatura, Distribuição e Logística, Varejo, Financial Services, Construção e Projetos, Jurídico, Educacional, Saúde e Serviços.

"A TOTVS trabalha para ser cada vez mais essencial para seus clientes. Hoje temos polos de desenvolvimento voltados exclusivamente para determinados segmentos, o que permite atenção máxima às particularidades dos setores", afirma o vice-presidente de Segmentos da TOTVS, Gilsinei Hansen.

TOTVS e ZeroPaper

A TOTVS Ventures, unidade de corporate venture capital da TOTVS, anunciou também investimento na ZeroPaper, provedora de software de gestão financeira empresarial na nuvem. Com o aporte, a empresa de iniciativas no mercado assume participação minoritária da empresa de Brasília e passa a compor o quadro de investidores da startup, ao lado da aceleradora 21212 e do investidor-anjo Maratea Participações.

A ZeroPaper oferece um software de gestão financeira simples, feito sob medida para profissionais liberais, autônomos e empreendedores individuais. O sistema dá um passo à frente das tradicionais planilhas ao fornecer informações e alertas aos usuários de forma interativa e inteligente, além de trazer educação financeira a seus usuários. Com um modelo de negócios inovador e apenas seis meses de operação, a empresa possui uma base de 45 mil usuários e cresce a uma velocidade de 200 a 300 usuários por dia. A expectativa é de um mercado de 27 milhões de clientes em potencial.

"A maior parte do nosso público faz seu controle financeiro no papel ou por meio de planilhas, e não podemos esquecer também dos que não fazem nenhum tipo de controle financeiro. Ao oferecer uma solução simples, esperamos criar uma grande base de clientes gerando oportunidades de negócios", diz André Macedo, CEO da ZeroPaper.

A partir do investimento, a startup contará com o carimbo e o networking da TOTVS para alavancar sua rede de parceiros e ampliar sua base de usuários.

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Novidades nos serviços de nuvem

nuven_01.jpgEstudo revela que as empresas preferem um provedor único para serviços de nuvem

• 63% dos clientes esperam ter um único provedor de serviços em nuvem para atender às suas necessidades;
• 67% pretendem adquirir uma grande variedade de serviços em nuvem de um único fornecedor e,
• 74% esperam que seu provedor de serviços em nuvem seja capaz de mover uma solução de nuvem de volta para a infraestrutura local, se necessário.

Dados da IDC revelam que as empresas preferem comprar soluções de TI completas de um único fornecedor de nuvem e de uma empresa com a qual já tenham um relacionamento estabelecido.

FSB Comunicações

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