Explosão M2M na América Latina

m2m.jpg26/06/2013 - Até 2016, serão 1,3 bilhão de aparelhos conectados – entre celulares, tablets e outros equipamentos machine-to-machine (M2M) – tanto nas áreas urbanas quanto nas rurais na América Latina.

Essa é a previsão de estudo da Frost & Sullivan, que identifica mais de dez fatores que aceleram o crescimento da economia da América Latina a uma taxa de 6,5% por ano até 2025. A expectativa é de que esse e outros fatores contribuam para que a América Latina se torne um dos mercados globais mais importantes, atingindo PIB de US$ 15,14 trilhões em 12 anos.

"A proliferação desses aparelhos será intensificada pelo aumento da penetração de banda larga na região e o início das operações de redes móveis de quarta geração", destaca a chefe de pesquisa da Frost & Sullivan, Lorena Isla. A consultoria também indica que o crescimento robusto do setor de telefonia móvel, que chegará a 705 milhões de usuários em 2016, incentivará a criação de novos modelos de negócios voltados para um novo mercado consumidor emergente.

Já a digitalização de setores como governo, educação, comércio e medicina também ajudará a impulsionar a conectividade regional. Espera-se que até 2019, as seis maiores economias latino-americanas terão desligado seus sinais de TV analógica, por exemplo. O crescimento dessas indústrias diversas, por sua vez, atrairá investimentos também para setores mais atrasados, como infraestrutura. Aeroportos, usinas elétricas e operadoras de telecomunicações também se beneficiarão desse interesse renovado de investidores.

A pesquisa também aponta crescimento das classes médias (461 milhões de habitantes), da urbanização (567 milhões de habitantes vivendo em áreas urbanas) e aumento nos gastos com infraestrutura (US$ 1,5 trilhão) e saúde (US$ 580 bilhões já em 2015).

Foto: http://www.proactiveinvestors.co.uk

Comentário (0) Hits: 451

Adobe lança Creative Cloud

internet/adobe.jpg18/06/2013 - Em evento realizado hoje em São Paulo, a Adobe anunciou a Creative Cloud para compra no Brasil. Ao contrário do que acontecia até então, agora só existe um produto, a Creative Cloud, que será constantemente atualizada através de uma assinatura mensal.

Os recursos de armazenamento em nuvem e atualização de arquivos permitem compartilhar ideias e acessar os arquivos em qualquer lugar, até mesmo no dispositivo móvel. Os serviços em nuvem permitem criar e publicar sites, aplicativos móveis, publicações do iPad e conteúdos para qualquer meio ou dispositivo. E, com a integração ao Behance®, publicar um portfólio personalizado com seu próprio URL.

Possibilitar fluxos de trabalho baseados em nuvem é um dos principais focos desse lançamento e o objetivo é facilitar o trabalho em várias máquinas e dispositivos, além de permitir a colaboração e a descoberta dentro da comunidade criativa.

A versão Creative Cloud dos softwares mais famosos, como Photoshop, Illustrator, Premiere Pro, After Effects e InDesign receberam pelo menos 5 updates significativos, segundo a empresa. Como se trata de um programa de assinaturas, as atualizações ficarão disponíveis assim que estiverem prontas e o usuário pode escolher baixá-las ou não, novidades que já foram anunciadas na Adobe MAX deste ano em Los Angeles, feira voltada para profissionais produtores de conteúdo.

Veja mais: http://www.adobe.com/br/products/creativecloud.html?kw=p&sdid=JSYWP&skwcid=AL!3085!3!30737511702!e!!g!!adobe&ef_id=C4lOZoXnwFQAAMEL:20130618182031:s 

Comentário (0) Hits: 390

Steve Wozniak e as redes sociais

wosniak.jpg11/06/2013 - Aos 13 anos de idade, Steve Wozniak criou o primeiro computador. Mais tarde, aos 25, conheceu Steve Jobs e criou, com ele, os primeiros computadores pessoais. Visionário, o gênio parecia prever o surgimento das redes sociais já em 1984.

Clique no link e assista o Programa Ciência e Tecnologia da GloboNews:
http://g1.globo.com/globo-news/ciencia-e-tecnologia/videos/t/todos-os-videos/v/cofundador-da-apple-steve-wozniak-nao-liga-muito-para-redes-sociais/2627041/

Comentário (0) Hits: 492

Novidades no Facebook

facebook_2.jpg17/06/2013 – Há rumores de que o Facebook está planejando para esta quinta feira, dia 20 o lançamento de um serviço de vídeo semelhante ao Vine do Twitter

Segundo relatório do TechCrunch, o Facebook está planejando adicionar a postagem de vídeos de curta duração para o seu serviço de Instagram, porém a empresa não confirmou esta informação.

Vine tem sido um sucesso no Twitter desde o seu lançamento em janeiro de 2013, sucesso reforçado desde que a empresa lançou este mês uma versão para o Android.

Oferecer este serviço é importante ao Facebook, principalmente se os usuários puderem contar com os filtros do Instagram, uma vez que estimularam tantas pessoas a se tornarem fotógrafos casuais a se tornarem também videomakers.

Veja mais: http://www.washingtonpost.com/business/technology/facebook-may-be-planning-vine-like-service-for-instagram-report-says/2013/06/17/808d703e-d75f-11e2-a016-92547bf094cc_story.html

Comentário (0) Hits: 719

Protestos via web

protesto.jpg17/06/2013 - Se você está acompanhando os protestos espalhados pelo país, deve estar pensando como este movimento foi mobilizado pela rede. Veja como acompanhar e compartilhar:

Twitter

Por ser a mais imediata e atualizada, é a melhor maneira de acompanhar o movimento. Exitem pequenos truques para encontrar o que há de mais importante em termos de informação. Dê importância às hashtags #protestosp, #vemprarua e #sp17j.

Siga alguns perfis: Bruno Torturra, jornalista e ativista, tem acompanhado de perto todos os protestos, assim como Eduardo Roberto, da Vice, Amanda Previdelli, da Exame, Piero Locatelli, da Carta Capital, Caio Maia e tantos outros.

Se não quiser seguir tanta gente assim, um coletivo de jornalistas independentes criou o Repórter da Internet, que pretende passar um pente fino nas informações que chegam pelo Twitter e ainda reportar direto do local tudo o que está acontecendo.

Filtrar, aliás, é importante: como o Twitter é muito veloz, as chances de notícias não confirmadas circularem é enorme. Neste caso, usar a Busca Avançada pode ser bem útil. Você pode fazer buscas apenas de imagens do protesto, divulgadas em vários serviços de hospedagem. Basta fazer, por exemplo, uma busca assim:

"#protestosp" twitpic OR yfrog OR post.ly OR twitgoo OR pikchur filter:links

Facebook

O Facebook tem sido uma ótima fonte para encontrar mais detalhes sobre os protestos. Alexandre Rosas, por exemplo, compilou um ótimo quinhão de informações importantes para quem pretende ir ao protesto – desde questões legais até o que fazer caso o gás lacriomgêneo entre em seus pulmões.

Max Machado fez um guia gráfico interessante sobre o que levar e como se proteger e se portar nas ruas lotadas.

A página Mobilizados também será atualizada com altíssima frequência, usando algumas hashtags diferentes: #mobilizados, #passelivre e #mobajuda, específico para ajudar pessoas que possam vir a se ferir no protesto. O coletivo Repórter de Internet também está na rede social, e pode ajudar.

Instagram

Registrar é preciso, e fotos muitas vezes falam mais do que um punhado de palavras. Por isso a velocidade do Instagram é muito bem-vinda em momentos como esse. Aqui, novamente, busque e use hashtags importantes.

YouTube

Grande parte das cenas mais fortes da violência policial e do abuso de poder surgiu no YouTube, filmados do meio do protesto ou do alto de prédios adjacentes ao caminho da passeata. Apesar de não usarmos hashtags no YouTube, você pode procurar algumas palavras-chave e ir em busca do que foi publicado na última hora. Veja mais: http://www.youtube.com/results?search_type=videos&search_sort=video_date_uploaded&filters=a&lclk=hour&search_query=passe+livre

Veja mais:
http://trivela.uol.com.br/blog/caio/hoje-sairemos-mais-cedo

Comentário (0) Hits: 567

Pesquisa comprova valor do big data

big_data.jpg14/06/2013 - Estudo realizado pelo SAS e pelo IIA destaca a importância do Analytics para transformar dados em valor real para negócios

O SAS, em parceria com o Instituto Internacional de Analytics (IIA), desenvolveu o estudo Big Data in Big Companies, que comprova o valor do Big Data para as grandes corporações. O relatório, que contou com a participação de 20 empresas líderes e apontou histórias de sucesso e depoimentos de grandes empresas do mercado, é o maior estudo sobre big data em múltiplas indústrias já publicado.

"Estamos fazendo uma grande aposta em big data", afirma Bill Ruh, vice-presidente da GE para Software e Analytics. "Os projetos-piloto que implementamos já resolveram alguns dos problemas mais sérios com resultados significantes. Estamos levando agora essa iniciativa para problemas ainda mais complexos e envolvendo este processo em tudo que temos feito."

O Big Data in Big Companies destaca histórias de sucesso de empresas de diversas indústrias em que a utilização do big data é fundamental para acelerar os negócios. Entre os participantes da pesquisa estão AIG, Bank of America, Caesars Entertainment, Carolinas Health Care, CIGNA, Dell, Discover, Fidelity, GE, Macys.com, Schneider Nacional, Sears, T-Mobile, UnitedHealthcare, UPS, Verizon e Wells Fargo.

Big data traz resultados de várias maneiras

"Executivos que participaram deste relatório acreditam que o big data é um recurso revolucionário que proporcionará novos e inesperados usos no futuro", disse Tom Davenport, diretor de pesquisa do IIA e Professor convidado da Harvard Business School. "Mas cada um desses executivos admitiu que não pode se dar ao luxo de fazer do big data um mero exercício acadêmico, pois é necessário gerar valor o quanto antes".

Iniciativas de big data permitem que empresas possam analisar dados estruturados e não estruturados como, por exemplo, registros de call center, blogs e textos de mídias sociais, a partir de fontes internas e externas, e descobrir oportunidades até então escondidas. Executivos de empresas pioneiras no modelo ressaltaram que obtiveram elevado retorno de investimento, criando novas possibilidades de negócios e ajudando suas organizações na condução de processos mais baratos, rápidos e eficazes.

"Big data realmente não era um termo comumente conhecido quando comecei minha carreira", afirmou Kerem Tomak, vice-presidente de marketing analytics da Macys.com. "Com uma taxa de crescimento de dados de 50% ao ano, certamente a demanda por big data na Macys.com só tende a aumentar".

Os executivos entrevistados para a elaboração do estudo confirmaram o valor da combinação de relatórios, análise, pesquisa, proteção e recuperação em uma única plataforma de big data. Ao invés de substituir, ambientes de big data podem coexistir com as infraestruturas de armazenamento dados e de inteligência de negócios existentes.

"O big data serviu para acordar esses executivos. Na medida em que análises de alto desempenho (high-performance analytics) se tornam realidade e a performance é acelerada, as empresas começam a perceber o que já poderia ter sido feito com a adoção de tecnologias de big data. É evidente que as empresas podem utilizar soluções para acelerar processos de negócios complexos, embora a promessa de inovação é o verdadeiro fascínio do big data para executivos. Eles estão voltando sua atenção – e seus investimentos – para novas tecnologias e habilidades", disse Jill Dyche, vice-presidente de melhores práticas do SAS.

O relatório constatou que a transformação das organizações por meio do analytics exige novas habilidades, lideranças, estruturas organizacionais, tecnologias e arquiteturas. A maioria das organizações pesquisadas está aumentando suas equipes de análise existentes, acrescentando posições como cientistas de dados para melhor manipularem tecnologias de big data. Qualidade, profundo conhecimento em arquitetura de dados e centros de gerenciamento de dados são apenas o começo para as empresas que procuram no big data um diferencial de longo prazo, concluiu o relatório.

Para fazer o download gratuito do relatório Big Data in Big Companies, acesse http://www.sas.com/apps/sim/redirect.jsp?detail=SIM109816_4961.

Comentário (0) Hits: 475

newsletter buton