Vídeos do YouTube serão cobrados

YT_1.jpg06/06/2013 - Como sabemos, o Google é dono do YouTube. Esse é um modelo de negócios que decorre da expansão da internet no mundo do audiovisual, e da expansão do número de usuários que veem TV em laptops e tablets.

Além disso, é uma forma de competição com o Netxflix, Hulu e Apple. A cobrança de assinatura, por enquanto, só vai ser introduzida apenas nos Estados Unidos.

YouTube por assinatura

O assinante pagará para um grupo de vídeos que ele escolhe, para ver quando ele quer e onde quiser. O assinante escolherá um determinado de canais, por um preço de 99 centavos de dólar por mês.

É claro que o modelo deverá expandir-se por todo o mundo. O preço de 99 centavos pode parecer muito pouco, mas é bom lembrar que o YouTube é hoje acessado por mais de 1 bilhão de pessoas por dia. Se apenas 10% desse total aderirem, o faturamento já poderá alcançar US$ 100 milhões.

Esse tipo de assinatura do YouTube chegará ao Brasil?

Não tenho dúvida. Só não sei se será um sucesso, mas poderá competir com o Netflix e o iTunes, que já estão aqui.

Por Ethevaldo Siqueira

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A internet na sala de aula

eb_school.jpg30/05/2013 - Por Sofia Costa
Como os meios tecnológicos podem contribuir para o aprendizado? Eis aí uma questão fundamental para a educação moderna. Saber como utilizar a internet de forma positiva para a educação, para o trabalho e pesquisas têm sido um desafio.

Atualmente, todos os alunos, das mais variadas idades, fazem uso da internet de diversas formas, e nos últimos tempos, os professores têm tentado trazê-la através de textos e redações para a sala de aula.

O mundo virtual pode atrapalhar a educação, pois os jovens estão diariamente conectados às redes sociais e jogos online. Para muitos pais a internet tem se mostrado um dispersor quanto ao estudo. Porém, se esses estudantes forem melhor direcionados, poderão dividir seus interesses e usufruir desse universo de informações de maneira a contribuir com seu aprendizado.

Foi com esse intuito que o mestre em Letras, Rafael dos Santos Lazaro desenvolveu a dissertação "Leitura em meios virtuais: uma análise qualitativa do trabalho e desafios docentes." Na pesquisa, ele estudou como a leitura de textos retirados de meios tecnológicos pode ajudar no aprendizado e focou no ensino de Línguas Estrangeiras, no caso, o Espanhol.

O estudo mostra que, apesar da obra escrita não ser substituída pela internet, o formato que chega ao público não é mais o mesmo, e a interação entre os dois passa a ser mediada pelo meio virtual. Sendo a principal fonte para os jovens, o ideal é trabalhar com a web de forma que traga conhecimento e aprendizado.

Em sua dissertação, o autor deixa claro que a internet é uma forma essencial de comunicação e que o grande crescimento de informatização coopera demais para o campo de pesquisa. Ele mostra como o espaço virtual é sempre uma fonte de materiais usados para o ensino, e trabalha como a leitura deles é feita pelo professor e pelos alunos.

Cada vez mais, os professores têm se inserido nesse mundo virtual, com o objetivo principal de trazer materiais retirados da internet para o aprendizado da sala de aula. É necessário convencer os alunos da importância da pesquisa e da leitura, e não há nada mais eficaz que se inserir no mundo deles, e aprender a compartilhar informações de forma que atraia os interesses desses estudantes.

Para acessar a dissertação na íntegra, basta acessar: http://www.bdtd.uerj.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=2881

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Gartner: prioridades para CFOs

gartner.jpg24/05/2013 - A Conferência Gartner BI & Gestão da Informação, a ser realizada nos dias 4 e 5 de junho em São Paulo, mostrará que, até 2014, os diretores financeiros deverão investir em Business Inteligence (BI) e Gestão da Informação)

Os investimentos em Business Intelligence (BI) e sistemas analíticos devem preencher muitas das lacunas tecnológicas dos CFOs, de acordo com um estudo realizado pelo Gartner e pela Financial Executives Research Foundation (FERF), afiliada de pesquisas da Financial Executives International (FEI). A pesquisa aponta que 15 dos 19 principais processos de negócio que os CFOs identificaram como os que precisam de um maior suporte tecnológico são atendidos pelas tecnologias de BI, sistemas analíticos e gestão de performance. Esse é um dos temas que serão discutidos na
Conferência Gartner BI e Gestão da Informação, nos dias 4 e 5 de junho, no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

"As respostas do estudo 2013 Gartner FEI CFO Technology estão em linha com os resultados de anos anteriores e apontam as aplicações de Business Intelligence, sistemas analíticos e comerciais como as principais áreas de investimento e foco", diz João Tapadinhas, chairman da Conferência Gartner BI & Gestão da Informação. Entre as 20 áreas escolhidas pelos CFOs, 12 podem ser atendidas e aprimoradas com investimentos em BI e sistemas analíticos.

A pesquisa também mostrou que a principal área de negócio que precisa de investimentos em tecnologia é a que facilite as análises e a tomada de decisão (59%, acima dos 57% registrados em 2012), seguida pelo monitoramento contínuo da performance dos negócios (50%) e pela colaboração e gestão de conhecimento (45%, abaixo dos 52% registrados em 2012).

Esses resultados permanecem em linha com os obtidos nos últimos cinco anos, mostrando que as empresas ainda estão trabalhando para fazer progressos em BI e sistemas analíticos. Muitas organizações de TI fizeram investimentos iniciais, mas elas tendem a focar nas táticas e não atendem às questões mais fundamentais de qualidade e consistência dos dados, que requerem um trabalho conjunto dos CFOs, das equipes de finanças e dos especialistas em BI.

Do ponto de vista empresarial, as aplicações comerciais e de BI seguem como prioridade dos CFOs para investimentos em TI, embora sejam menores do que em 2012. O Gartner acredita que isto se deve à importância crescente das tecnologias de Nexus, pois essas escolhas aumentaram em 2013.

"Os resultados do estudo sugerem que o CFO priorize as aplicações comerciais mais do que o CIO", afirma Tapadinhas. Caso o CIO não entenda a importância dessa tecnologia, o CFO deve patrocinar suas próprias iniciativas, sem envolver a equipe de TI no processo. Isto demonstra que BI se torna, cada vez mais, uma responsabilidade do CFO e da área de negócio do que do CIO.

De acordo com o estudo, os projetos de gestão da performance corporativa (da sigla CPM, em inglês) são os mais importantes na lista de iniciativas de BI dos CFOs. As quatro principais prioridades dessa área são atendidas pelas suítes de CPM, incluindo performance scorecards, orçamentos, planejamento e previsão, consolidação financeira e gestão da lucratividade.

O estudo também apontou que o nível de entendimento dos CFOs sobre as Forças Nexus está influenciando na priorização de investimentos. As empresas estão enfrentando o desafio de se adaptarem ao uso das forças convergentes (redes sociais, mobilidade, Nuvem e análise de informações), o que resulta o crescimento dessa adoção.

As redes sociais registraram uma adesão inferior em termos de iniciativas tecnológicas, mas a mobilidade, a Nuvem (incluindo software como serviço [SaaS]) e a análise de informações são prioridades.

"Os CFOs têm grande interesse em tecnologias móveis e de Nuvem. O software como serviço (e a entrega baseada em Nuvem) começa a afetar as aplicações comerciais. Muitos CFOs usam dispositivos móveis e estariam interessados em ter acesso a informações chave dos negócios utilizando essas ferramentas", diz Tapadinhas. Os CIOs deveriam usar esse interesse para mostrar como investimentos maiores em tecnologia móvel e Nuvem poderiam trazer benefícios para toda a empresa.

Embora essas capacidades do Nexus serão uma preocupação maior em 2014, é importante que as organizações de TI informem como as plataformas de negócio mais eficazes podem ser alavancadas para fornecerem arquiteturas melhores às aplicações comerciais, que são a principal questão para os CFOs. Dentro deste cenário, seria sensato incluir o CFO na implementação de dispositivos móveis para que eles tenham acesso às informações analíticas e financeiras. Mas, é importante entender que os CFOs são céticos quanto ao potencial das tecnologias sociais, portanto todos os investimentos nessa área devem estar associados às estratégias comerciais.

A influência dos CFOs sobre TI é consistente e está aumentando em muitas empresas. O estudo aponta que um grande número de CFOs têm sua própria função de TI. Além disso, mostra que 39% das organizações de TI se reportam ao CFO atualmente. Esse alto nível de subordinação aos CFOs demonstra a necessidade que as empresas têm de garantir que seus CFOs sejam instruídos em tecnologia, e ressalta o quanto é crítico que CIOs e CFOs tenham um entendimento comum de como alavancar a tecnologia empresarial.

As inscrições para a Conferência Gartner BI e Gestão da Informação podem ser feitas pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo., pelo site www.gartner.com/br/bi ou pelo telefone (11) 5632-3109.

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Apps migram para clouds

nuven_01.jpg21/05/2013 - A terceira plataforma, com a nuvem em seu núcleo, servirá como o principal motor de crescimento da tecnologia da informação e comunicação (TIC) na próxima década, e sera responsável por 75% do crescimento como um todo.

Segundo pesquisa do IDC (International Data Corporation), a despesa mundial em TIC se move dos US $ 3,7 trilhões em 2013 para mais de US $ 5 trilhões em 2020.

Além disto, o aumento das soluções da Terceira plataforma - e as novas expectativas dos clientes - está alterando radicalmente os modelos de negócios de software existentes.

"A terceira plataforma não é apenas uma revolução tecnológica, também é uma revolução no relacionamento com o cliente. Como resultado, espera-se o surgimento de novos modelos de negócio de software que se alinham mais estreitamente com os resultados de negócios e experiências dos clientes", disse Amy Konary, vice-presidente de Pesquisa para Licenciamento de Software. "Os clientes devem esperar por modelos que permitam o acesso e o consumo de aplicativos quando e onde quiser. O preços vão variar de acordo com o consumo, ou necessidade, permitindo que os clientes paguem apenas pelo que usarem."
Análise IDC adicional mostra:

A terceira plataforma possibilita uma ampla proliferação de dois importantes sobreposições geradoras de valor: análise de dados e tecnologias sociais.

A maioria dos aplicativos comerciais - aproxidamadante 82% segundo a IDC - estão sendo desenvolvidos especificamente para entrega via nuvem em 2013. Em 2016, cerca de US $ 1 de cada 6 dólares gastos em software e US $ 1 de cada 5 dólares gastos em aplicativos serão consumidos por meio da as-a-service software (SaaS).

Os clientes querem acesso aos resultados positivos, e os preços de assinatura provaram facilitar esse acesso melhor do que o modelo de licença ao uso.

Start-ups não são os únicos que oferecem modelos de licença de inscrição - 16% dos 100 melhores fornecedores de software têm mais de 50% de sua receita provenientes de subscrição e praticamente todos os fornecedores de software estão em vários estágios de uma transição na forma como eles desenvolvem, vendem e entregam seus produtos como serviços, na esperança de gerar mais receita e melhorar a satisfação do cliente.

"Não mudar radicalmente, leva à substituição por atacado", adverte Konary. "A IDC acredita que enquanto as aplicações de software em pacotes estão sendo lentamente renovadas para uso virtualizado em sistemas convergentes através de datacenters, elas ainda estarão disponíveis para ambientes de computação cliente / servidor (a segunda Plataforma), e o preço e licenciado de acordo com este modelo de negócio. Este modelo será ultrapassado quando os desenvolvedores de software migrarem as inovações apenas para os aplicativos via cloud, a terceira plataforma".

O relatório da IDC, concentra-se no aumento da 3ª Plataforma e as maneiras pelas quais os modelos de negócios de software irão alterar o resultado. Aconselhamento aos clientes sobre os preços e licenciamento de aplicações e serviços baseados em software é fornecido.

Visite: www.idc.com.

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Banda larga: 42,6 milhões

ITE_010C.jpg14/05/2013 - A Cisco do Brasil divulga hoje a nova edição do Barômetro Banda Larga 2.0 com uma análise das conexões fixas e móveis do País até dezembro de 2012 e uma projeção para a internet para os próximos cinco anos.

No ano passado, o Brasil alcançou um total de 25,8 milhões de conexões de banda larga, um crescimento de 18,6% em relação a 2011. Em 2017, o País deve superar 42,6 milhões de conexões.

O Barômetro Cisco aponta que a banda larga 2.0 (acima de 2 Megabits por segundo ou Mbps) cresceu 13,4% nos últimos seis meses do ano, enquanto a chamada Banda Larga 1.0, de 128 quilobits por segundo (Kbps) a 2 Mbps, teve uma leve diminuição, refletindo uma migração do consumidor para conexões com velocidades maiores.

O estudo, conduzido pela consultoria IDC na América Latina, apontou elevação de 9,1% nas conexões fixas nos últimos seis meses de 2012, enquanto as móveis cresceram em um ritmo de 10,6% no mesmo período. A crescente demanda de aplicativos e conteúdos on-line fez com que as duas modalidades (fixo e móvel) crescessem em taxas similares entre julho e dezembro de 2012.

No Brasil já existem 35 conexões móveis para cada 100 fixas. O Barômetro considera tanto o acesso móvel, quanto as conexões para PC e via modem, sem incluir navegação por celular e smartphone.

As conexões de banda larga fixa atendem a 9,7% da população com presença em 32,5% dos lares brasileiros. A chamada banda larga 2.0 (com velocidades de 2 Mbps ou mais) superou 10,98 milhões de conexões, o que significa uma penetração de 5,6% por cada 100 habitantes. Já as assinaturas móveis superaram 6,7 milhões ou 3,4% da população.

Durante o último semestre de 2012 houve uma migração de consumidores para planos de banda larga com velocidades maiores. A Banda Larga 2.0 cresceu 13,4% no período enquanto a chamada Banda Larga 1.0, de 128 Kbps a 2 Mbps, teve uma leve diminuição, de 2,2%. No final do ano passado, 57,6% das conexões de banda larga fixa eram 2.0, sendo que 42,2% eram de 10 Mbps ou mais.

A crescente demanda de aplicativos mais "exigentes" em termos de consumo de comunicações, como vídeo de alta definição, e o aumento da utilização de aplicativos baseados na nuvem, junto com uma crescente oferta de banda por parte dos provedores, principalmente nas cidades mais importantes do país, vêm gerando a queda de conexões 1.0 em favor das 2.0 e, em consequência, um incremento na velocidade média do Brasil. A velocidade média cresceu em 346 Kpbs no último semestre de 2012 e 606 Kbps no último ano, chegando a 4,68 Mbps em dezembro de 2012.

Para 2017 o estudo prevê que a Banda Larga 2.0 represente 73,5% das conexões fixas, enquanto os acessos móveis devem representar 31% do total de conexões. A contínua oferta de maior banda contribuirá positivamente com esse fator.

"A cada edição, o Barômetro 2.0 comprova o aumento da demanda por banda larga de alta velociade no Brasil e confirma a importância de investimentos em infraestrutura de telecomunicações para promover ganhos reais de produtividade, via maior planejamento da inclusão digital, com consequentes reflexos na qualidade de vida da população e atendimento das novas necessidades dos consumidores", destaca Anderson André, diretor de Operadoras da Cisco do Brasil.

Destaques do estudo:

• As conexões xDSL continuam dominando o mercado, representando 63,7% das conexões fixas, com crescimento de 12,8% entre julho e dezembro de 2012.

• As conexões por cabo estão em segundo lugar na preferência dos consumidores, representando 31,1% das conexões fixas.

• As conexões xDSL e cabo, que representam 94,8% do total, devem continuar a dominar o mercado nos próximos anos, embora haja um bom crescimento de outras tecnologias mais avançadas como fibra.

• Entre as conexões móveis, as assinaturas de 3G cresceram 18,7% no ano de 2012, superando 6,7 milhões em dezembro de 2012.

• Com relação ao preço, a exemplo do primeiro semestre de 2012, as operadoras concentraram as ofertas nas velocidades intermediárias (2 Mbps) e superiores (acima de 5 Mbps), sendo R$ 63 o valor médio mensal por acesso.

• A implantação do 4G no País, com início nas cidades-sede da Copa das Confederações (Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Salvador, Recife e Rio de Janeiro) deve impactar no crescimento da base de banda larga móvel e pacotes de dados devido à maior qualidade na oferta de serviços.

• O estudo também destaca que as recentes regulamentações do setor devem contribuir para a inserção de novos competidores, fomentando o mercado de pacotes Triple Play (Internet, telefone e TV) no país, contribuindo assim para o aumento da penetração de banda larga.

• Outro fator que tem contribuído para o avanço da banda larga no Brasil é a mudança de perfil de uso da Internet, impulsionada pelo desejo de uma melhor navegação, pela expansão do B2C na web e também pela popularização de conteúdo e mídias sociais.
O que é o Barômetro Cisco
O estudo Barômetro Cisco de Banda Larga 2.0 tem como objetivo posicionar a importância da banda larga para o desenvolvimento da América Latina e discutir a necessidade de uma infraestrutura adequada. Além do Brasil, o Barômetro 2.0 também é realizado na Argentina, Chile e Colômbia. A Cisco contrata o estudo à consultoria independente IDC, assim como todas as iniciativas necessárias para difundir esta informação. Dessa forma, a opinião pública pode ter uma informação confiável e segmentada sobre o desenvolvimento da banda larga e comparar os resultados com outros países da América Latina.

Por Ethevaldo Siqueira

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Internet e os deputados

censura_na_internet.jpg06/03/2013 - A Procuradoria da Câmara vai tentar um acordo com o Google para facilitar a retirada de vídeos e textos ofensivos a deputados publicados na internet por meio de páginas mantidas pela empresa. O órgão recebe, em média, duas reclamações por mês de parlamentares que são alvos de ofensas, a maioria no Youtube e em blogs da plataforma Blogger, ambas da Google. As informações constam de reportagem de Luiz Cláudio Canuto, da Rádio Câmara.

O procurador da Câmara, deputado Claudio Cajado (DEM-BA), explica que não se trata de tentativa de censura, mas sim de facilitar o trâmite de casos que, judicialmente, teriam como consequência a retirada de vídeos e de textos ofensivos da internet. Ele pretende convidar representantes do Google no Brasil para esclarecer o funcionamento da empresa e a gestão dos conteúdos.

Na Câmara, tramita um projeto (PL 2.126/11) que estabelece o marco regulatório da internet, definindo princípios, garantias, direitos e deveres para uso da rede mundial de computadores no País. A proposta está parada em comissão especial desde junho de 2012.

De acordo com o que anunciou ao tomar posse na procuradoria, Claudio Cajado vai elaborar um plano de ação que visa a garantir direito de resposta de parlamentares na imprensa, abrangendo também ofensas na internet. Ele deve encaminhar o tema ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves.

O direito de resposta está assegurado no artigo 5º, inciso 5 da Constituição, e os juízes decidem se cabe o direito e de que forma é dado, além do tamanho e a forma de publicação. Os crimes contra a honra estão previstos no Código Penal, e os pedidos de indenização por danos morais e materiais são temas do Código Civil.

Na Justiça brasileira, há decisões diversas sobre o assunto. Em uma delas, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) avaliou que os provedores de internet não são obrigados a indenizar usuários prejudicados por conteúdos divulgados na rede, ainda de acordo com a reportagem publicada no site da Câmara. Entretanto, há histórico de decisões que obrigam provedores a retirar conteúdos de páginas.

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