O Big Data chegou para ficar

big_data.jpgPaulo Roberto Bonucci Ribeiro
18/10/2013 - Em 2013, a lei que regulamenta e fixa normas gerais sobre o Serviço de Atendimento ao Consumidor - SAC por telefone completou 4 anos, mudando, de uma vez por todas, a rotina de trabalho das empresas que prestam serviço de call centers. As redes sociais e o rápido crescimento do número de informações no banco de dados das empresas fizeram com que este cenário de análise de informações relevantes, em diversos canais, se tornasse ainda mais difícil para as empresas. Diante da complexa situação, as companhias encaram o novo desafio com uma única certeza: O Big Data chegou para ficar.

O sucesso da exploração do Big Data está fortemente ligado a objetividade dos resultados que a empresa pretende atingir, quais fontes de dados pretende usar e, principalmente, qual o potencial das ferramentas de análise das informações disponíveis. Por isso, atualmente, o maior desafio das companhias é entender quais ferramentas podem, de fato, não só expor as informações nos mais diversos formatos como integrar dados oriundos de múltiplas fontes e apresentar conclusões úteis dentro do contexto do negócio.

Com o alto volume de informações coletadas, o diferencial de cada empresa será a sua capacidade de alavancar os dados e torná-los "inteligentes". À medida que mais organizações adotam estratégias analíticas de dados para pautar suas decisões e ações, também vemos um movimento crescente exponencial de empresas com o objetivo de entrarem neste mercado e garantirem sua sobrevivência. Tudo indica que, em um futuro muito próximo, a adoção de uma tecnologia de análise dessas informações será uma ferramenta padrão na implementação de call centers, assim como hoje é a gravação e retenção das interações.

Mesmo com toda agitação do mercado em torno do Big Data, seu processo de implementação está acontecendo de forma gradativa. Ainda existe uma incerteza quanto aos resultados esperados. A estratégia envolve investimentos que requerem total suporte da liderança executiva da organização. É um momento em que as empresas têm compreendido onde e como explorar as informações de forma que possam obter o máximo retorno sobre os dados.

Esse ano, as empresas começam a observar o movimento estratégico de seus competidores. E esse período certamente irá definir o planejamento dos investimentos dessa área e, em paralelo, as soluções analíticas fortalecerão o reconhecimento de importantes instrumentos para a transfomação dos dados em informações estratégicas para as companhias.

Paulo Roberto Bonucci Ribeiro é Country Manager para divisão de EIS da Verint

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'BuzzFeed Brasil' estreia na próxima sexta-feira, 18

images/buzzFeed.jpg14/10/2013 - Segundo o Estadão, um dos sites mais populares da internet dos últimos tempos, o BuzzFeed, ganhará versão em português a partir dessa sexta-feira, 18. O site estreará com conteúdo em português feito por usuários de curso online feito por crowdsourcing, o Duolingo (veja palestra do fundador do Duolingo, Luís von Ahn no link: http://www.ethevaldo.com.br/portal/index.php/principal-blog/373-colaboracao-online-em-escala-massiva)

O nome não é novidade para quem usa o Twitter e o Facebook e se depara com posts bem humorados e virais com listas, notícias, charges, vídeos e GIFs animados com títulos como "29 coisas subestimadas sobre estar chegando aos 30″ ou "10 fantasias de última hora para o Halloween", sempre em um formato ágil, com ênfase em imagens e pouco texto.

Uma novidade curiosa é que o conteúdo do site norte-americano será vertido do inglês para o português não por profissionais ou por robôs, mas sim por alunos do site Duolingo, dedicado ao ensino de idiomas grátis online. Além do BuzzFeed, a CNN entrou na parceria, e também contará com as traduções, explica o fundador do Duolingo, Luís von Ahn, em comunicado à imprensa.

"Ao combinar diversas versões de traduções de frases criadas por alunos, a nossa tecnologia é capaz de produzir traduções tão precisas quanto as feitas por profissionais, atendendo aos padrões de qualidade de duas grandes editoras", diz ele.

Veja abaixo um exemplo de tradução feita por um usuário do Duolingo para um post original do BuzzFeed.

 

 

Por Bruno Capelas Estadão

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Ascensão do marketing digital: como se adaptar

11/10/2013 - Enquanto os diretores de marketing lideram as iniciativas de crescimento projetadas para levar as empresas para a era digital, os fornecedores focados em serviços de marketing e consultoria tradicional de negócios estão expandindo suas marcas para provar que podem ajudá-los a tirar estas iniciativas do "papel". A liderança no mundo digital é o tema chave do Symposium ITxpo 2013, evento do Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, que acontece de 4 a 7 de novembro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

A ascensão do marketing digital permite ao setor de serviços atuar na transformação dos negócios. Os players tradicionais e as organizações de consultoria estratégica com habilidades de indústria, gestão e análise, que têm dominado o mercado de consultoria de negócios durante anos, também estão muito aprofundados neste espaço. Mas, os grandes players de serviços de marketing estão acirrando a concorrência.

A demanda por estes serviços estão se movendo rapidamente, além das áreas de mídia, varejo e serviços financeiros – setores que estão vivendo uma ruptura. O crescimento por parte de todos os segmentos está se acelerando, na medida em que surgem oportunidades da inovação na entrada no mercado, da "Internet de Todas as Coisas" e dos modelos de negócios virando software.

O atual aumento na demanda vem das pressões por automatizar a linha de frente, abrindo ainda mais as portas para o setor de marketing, especialmente aqueles serviços já reconhecidos como marketing estratégico, serviços criativos e design de experiência do usuário (UX, na sigla em inglês). A demanda por profissionais especializados em UX, com profundos conhecimentos cognitivos, de mobilidade e de gamificação continuarão crescendo, devido a uma infinidade de iniciativas de transformação na linha de frente.

Outra grande mudança na transformação moderna é a influência da juventude. A geração atual tem mais experiência em computação, é mais conectada e está mais nas redes sociais do que qualquer outra. Como resultado, suas expectativas de trabalho e entretenimento são completamente diferentes das anteriores. Os executivos experientes percebem que o conhecimento demandado pelos líderes de negócios do amanhã não será compartilhado, ao menos que seja sutilmente integrado à história da marca, que cria um resultado positivo do qual valha a pena falar.

Recomendações antes da contratação de uma consultoria

Conheça seu negócio antes de transformá-lo – Em um mundo que a transformação acontece rápido, os fornecedores têm conhecimento de que devem trazer a expertise do setor para qualquer engajamento. Mas, isso não significa renunciar do seu conhecimento para os consultores. Os diretores de marketing devem desenvolver os próprios cenários sobre a mudança da experiência do cliente antes de se engajarem com especialistas.

Teste os conhecimentos dos consultores antes de assinar contrato – Os diretores de marketing não devem assinar um contrato antes de se certificarem que as habilidades dos consultores tenham sido testadas, por meio de referências e sessões de trabalho interativas. Leve cenários previstos aos fornecedores, sob um acordo de não divulgação, e peça uma avaliação e crítica. Experimente o modo de pensar e a metodologia em primeira mão.

Prepare para se comprometer – O dinheiro gasto com a consultoria de transformação digital terá pouco retorno se não correr algum risco. Os diretores de marketing devem ter vice-presidentes do setor focados no faturamento atual, enquanto eles enfrentam a agitação organizacional que acompanha as iniciativas transformacionais.

Estas e outras análises sobre a era digital serão esclarecidas pelos analistas do Gartner no Symposium ITxpo 2013. As inscrições para o evento podem ser feitas pelos telefones (11) 5632-3109 ou 0800-7441440, ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. Saiba mais em www.gartner.com/br/symposium.

ANOTE EM SUA AGENDA – Gartner Symposium/ITxpo 2013
Site: www.gartner.com/br/symposium
Datas: 4 a 7 de novembro
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Avenida das Nações Unidas, nº 12.551

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Adoção do IPv6: uma questão de tempo

02/10/2013 - O esgotamento de endereços disponíveis na versão 4 do protocolo IP (IPv4) é um fato conhecido por toda a comunidade Internet há muitos anos. Com a aproximação do fim de todos os estoques de IPv4 no mundo, prevista desde a década de 1990, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) alerta mais uma vez a todos para a necessidade de adoção da nova versão do protocolo, o IPv6. A resolução CGI.br/RES/2013/033, sobre a adoção do IPv6 ressalta que assim se garantirá a expansão sustentável da Internet.

O CGI.br enviará ofícios para a Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e para outras instituições relacionadas ao desenvolvimento da Internet no Brasil, com o objetivo de reforçar a urgência da disseminação do IPv6 na rede brasileira. Vídeos explicativos e materiais didáticos sobre o assunto serão desenvolvidos pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) para compor uma campanha ainda mais extensiva de conscientização sobre IPv6. Por fim, o CGI.br apoiará a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, do Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (SLTI/MPOG) na criação de um plano de metas para a
adoção do IPv6 nas entidades do Governo Federal.

Recomendações adicionais serão enviadas à Rede Nacional de Pesquisa (RNP) para apoiar e incentivar gestores de TI dos diferentes campus universitários, na implantação do IPv6 e utilização dos Pontos de Presença existentes. Universidades são convidadas a oferecer cursos de formação, capacitação ou educação continuada em IPv6, assim como seus docentes são incentivados a utilizar em suas aulas estudos de casos, exemplos e laboratórios com IPv6. As instâncias do Governo Federal, Estadual e Municipal também são lembradas a incluir o suporte a IPv6 como requisito na compra de equipamentos e em seu provimento de acesso à Internet, além de estabelecer critérios e cronogramas de implementação em suas redes.

Esgotamento de endereços IPv4

O NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) vem alertando toda a comunidade sobre o esgotamento do IPv4 há vários anos. Desde 2009, o NIC.br promove treinamentos sobre IPv6 gratuitamente para profissionais de operadoras de telecomunicações, provedores Internet e outras instituições. Até agora 103 turmas foram treinadas, num total de 3097 profissionais. Dessas turmas, 14 foram exclusivas para as principais operadoras.

A quantidade de endereços IP é de, aproximadamente, quatro bilhões na versão 4 do protocolo (2³²) e 3.4×1038 na versão 6 (ou 2128). À medida que aumenta o crescimento da rede, esgotam-se os estoques regionais.

Mantido o ritmo de crescimento atual da rede, a previsão é de que os últimos blocos IPv4 alocados ao Brasil sejam delegados, ainda no início de 2013, aos ASNs que os solicitarem. Essa previsão depende do ritmo de crescimento da rede, não do NIC.br, que somente aloca os números solicitados pelas operadoras, mediante justificativa mínima do uso desse recurso.

O NIC.br é o distribuidor oficial de blocos IPv6 para o Brasil desde 2006. Na época, existiam 300 redes (ASNs) que compunham a Internet no Brasil; hoje são mais de duas mil. Mesmo com o crescimento da Internet no Brasil, os prazos para alocação de novos blocos são rigorosamente respeitados normalmente.

Como forma de estimular toda a cadeia de interessados no desenvolvimento da rede no Brasil, o Registro.br isentou de cobrança até julho de 2013 todo e qualquer provedor que solicitasse blocos IPv6. A partir de julho, a cobrança passou a ser realizada somente a ASNs que nunca tivessem realizado pedidos de blocos ao Registro.br.

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Dependência da internet é cada dia maior

web_anatel.jpg24/09/2013 - Uma parcela significativa das organizações brasileiras sem fins lucrativos utiliza o computador em suas atividades, tendo uma presença importante nas redes sociais. Nem todas, entretanto, possuem a infraestrutura necessária para potencializar esse uso. É o que aponta a pesquisa TIC Organizações Sem Fins Lucrativos, realizada pela primeira vez em 2012 e divulgada nesta terça-feira (24), pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br).

O objetivo do estudo foi mapear a infraestrutura, o uso, as capacidades e habilidades necessárias para a incorporação das novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), entre as organizações sem fins lucrativos.

A análise tem abrangência nacional e entrevistou 3.546 organizações não governamentais, associações, fundações, organizações religiosas e sindicatos. Para o estudo foram consideradas as organizações formais, presentes no Cadastro Central de Empresas do IBGE, incluindo tanto as que contam com profissionais remunerados quanto aquelas baseadas em trabalho voluntário.


A TIC Organizações Sem Fins Lucrativos 2012 revela que 72% das organizações utilizaram a Internet nos 12 meses prévios à realização da pesquisa. Entre as organizações mais profissionalizadas e que possuem 10 ou mais funcionários, o acesso à Internet atinge 91%. Já entre as organizações que se baseiam no trabalho voluntário (sem nenhuma pessoa remunerada), apenas 52% têm acesso à Internet.


A forma de conexão à Internet mais utilizada pelas organizações é o modem ADSL (45%), resultado semelhante ao encontrado nas empresas brasileiras. Segundo o gerente do Cetic.br, Alexandre Barbosa, os tipos de conexão à Internet são dimensões do uso das TIC bastante sensíveis à disponibilidade de infraestrutura local. "Este aspecto constitui uma das principais barreiras do uso da Internet enfrentada pelas organizações brasileiras sem fins lucrativos, aliado com as questões relativas ao custo", afirma.


Segundo os resultados, 14% das organizações sem fins lucrativos que não possuíam computador em sua sede são usuárias do equipamento -- o que indica que ainda é relevante a utilização de equipamentos de propriedade pessoal dos membros ou de centros públicos de acesso. Entre as organizações que não têm nenhuma pessoa remunerada, apenas 36% possuem computador, ainda que 59% o utilizem em suas atividades.


Presença na Web e usos das TIC


O estudo aponta que 37% das organizações brasileiras sem fins lucrativos que utilizam computador e Internet possuem website. Este percentual é de 50% entre as organizações com 10 ou mais pessoas remuneradas.


Os resultados da análise também mostram que mais da metade das organizações sem fins lucrativos com acesso à Internet estão presentes em alguma rede social. Este dado é consideravelmente maior do que aquele observado nas empresas brasileiras com 10 ou mais pessoas remuneradas (36%), de acordo com a pesquisa TIC Empresas 2012. "Isso indica a importância que essas ferramentas vêm adquirindo para essas organizações, principalmente, se levarmos em conta a repercussão que as redes sociais podem proporcionar em um cenário de recursos financeiros limitados", afirma Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.


- 52% das organizações sem fins lucrativos com acesso à Internet estão presentes em alguma rede social, blog ou fórum;


- Entre as opções investigadas, a rede social mais utilizada e mencionada por 42% das organizações é o Facebook. O Twitter aparece em segundo lugar, citado por 15% das organizações.


- Dentre as atividades realizadas com o uso de TIC destacam-se o uso de e-mails e a utilização da rede como fonte de consulta e pesquisa.


- 96% das organizações sem fins lucrativos com acesso à Internet utilizam Tecnologias de Informação e Comunicação para acessar e-mails;


- 83% afirmaram usar as TIC para pesquisar informações sobre produtos ou serviços.


Chama a atenção o uso da Internet para ações de governo eletrônico. Em menor proporção aparecem as ações de fiscalização dos órgãos públicos e controle social.


- 71% das organizações com acesso à Internet disseram utilizar as TIC para buscar informações sobre organizações governamentais eautoridades públicas; enquanto 61% afirmam usar a rede para interagir com órgãos governamentais;


- 32% das organizações com acesso à Internet declaram buscar informações sobre gastos públicos/ orçamento público; enquanto 34% afirmam acompanhar/ fiscalizar a execução de serviços públicos (tais como obras e outras políticas públicas).


Capacidades e desafios para a adoção das TIC


As organizações brasileiras sem fins-lucrativos ainda carecem de recursos humanos especializados em tecnologia da informação.


- Pouco mais de um terço das organizações (38%) possuem área de tecnologia da informação;


- 66% das organizações que possuem computador contratam prestadoras de serviço para a manutenção e suporte técnico dos equipamentos;


- O percentual de voluntários que oferecem suporte às organizações também é significativo: 30%.


Ainda que a disponibilidade de recursos e a ausência de infraestrutura sejam as dificuldades mais citadas para o uso das TIC nas organizações, as limitações de capacitação das equipes também são aspectos mencionados com frequência.


- 55% das organizações que possuem computador citam como dificuldade a existência de poucos recursos financeiros para investimento na área de tecnologia;


- 46% mencionam a baixa velocidade na conexão de Internet;


- 40% citam a capacitação insuficiente da equipe no uso de computador e Internet.


Para o gerente do Cetic.br, Alexandre Barbosa, o estudo contribui para gerar informações detalhadas sobre o perfil dessas organizações, que são pouco exploradas em estudos quantitativos. "A pesquisa oferece uma radiografia inédita do setor sem fins lucrativos no Brasil, o que pode contribuir para políticas públicas e investigações acadêmicas sobre o tema", conclui.


A pesquisa TIC Organizações Sem Fins Lucrativos conta com a colaboração de um grupo de especialistas formado por membros da Associação Brasileira de Organizações não Governamentais (ABONG), do Grupo de Institutos Fundações e Empresas (GIFE), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e de pesquisadores de diversas universidades. Para conferir os indicadores completos da pesquisa TIC Organizações Sem Fins Lucrativos 2012 acesse: http://www.cetic.br

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CGI.br se reúne com Dilma Rousseff

web_gestor.jpg16/09/2013 - O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) participou hoje (16) de uma reunião em Brasília com a Presidenta
Dilma Rousseff. O encontro teve o intuito de expressar o apoio do CGI.br ao pedido de urgência feito pela presidenta à aprovação imediata do Marco Civil da Internet pelo Congresso Nacional, de acordo com o texto proposto pelo Deputado Federal Alessandro Molon em seu relatório de julho de 2012, também apoiado pelo CGI.br.

O encontro foi convocado pela presidenta, para abordar questões como a espionagem norte-americana no Brasil e governança da internet. Estiveram presentes todos os conselheiros do CGI.br e alguns ministros de estado.
Os membros do CGI.br reforçaram a importância de conceitos como a neutralidade da rede, a garantia da privacidade dos usuários e a inimputabilidade da rede. "Dilma gostou muito da analogia da carta e do carteiro. Da mesma forma que uma uma carta anônima recebida por alguém na sua caixa de correio tradicional não pode causar a responsabilização dos Correios, ou do próprio carteiro que a entregou, nenhum mensageiro deve ser punido pelo conteúdo da mensagem", explica Demi.
Além do apoio ao Marco Civil da Internet e sua urgência de aprovação pelo Congresso Nacional, o encontro debateu também o apoio ao modelo multissetorial de Governança da Internet no Brasil.

Dilma

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