CGI.br lança Guia para combater a desinformação

cgi_internet.jpg14/08/2018 - Lançado nesta terça-feira (14/8), o Guia busca incentivar o combate à desinformação e servir como referência para gestores públicos, empresas e usuários de Internet

Resultado de debates promovidos pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) em abril deste ano com especialistas da comunidade científica e tecnológica, terceiro setor, setor empresarial e setor governamental, o Guia "Internet, Democracia e Eleições" traz diretrizes para o combate à desinformação e dicas práticas para que os usuários não sejam vítimas ou compartilhem notícias falsas. Lançada pelo CGI.br nesta terça-feira (14/8), antes do início da propaganda eleitoral, a publicação está disponível para download gratuito no sítio do CGI.br.

O material tem como objetivo informar a população e servir como referência para formuladores de políticas públicas, membros do Judiciário e representantes das empresas de Internet. A iniciativa reflete as preocupações do CGI.br com recentes escândalos envolvendo a disseminação de desinformação de forma coordenada, além da multiplicação de agressões direcionadas a grupos específicos. "A importância que a Internet assumiu para a política vem suscitando intensos debates nacional e internacionalmente. É essencial que o CGI.br contribua com essa discussão por meio do Guia, buscando o fortalecimento da democracia no País e um processo eleitoral transparente por meio da Internet", ressalta Maximiliano Martinhão, coordenador do CGI.br.

O Guia "Internet, Democracia e Eleições" está dividido em cinco partes e inclui uma explicação sobre o funcionamento das redes sociais e o modelo de negócios adotado por várias empresas de Internet; questões relativas às eleições, a propaganda eleitoral e aos fenômenos de desinformação on-line; diretrizes que devem ser observadas pelos agentes empenhados no combate à desinformação; dicas para não ser vítima ou compartilhar notícias falsas, além da compilação de fontes de informação adicionais.

Como combater a desinformação?

Preocupado com propostas que buscam regular a publicidade e a comunicação on-line, o CGI.br elencou diretrizes para o combate à desinformação durante as eleições. São elas: liberdade de expressão; privacidade; proteção de dados pessoais; observância do Marco Civil da Internet; transparência; manutenção de uma Internet livre e aberta; e educação para os meios. "É importante que todos os esforços por coibir a desinformação em todas as suas formas e proteger o exercício democrático durante as eleições – e para além dela – observem diretrizes que garantam a circulação livre de informações e ideias na rede", reforça Sergio Amadeu, conselheiro do CGI.br e coordenador do Grupo de Trabalho Internet e Eleições. Acesse os detalhes de cada uma das diretrizes.

O que os usuários podem fazer?

O Guia apresenta ainda os cuidados necessários para não alimentar a desinformação ou ser vítima dela. Entre as recomendações fornecidas, estão o cuidado com títulos bombásticos, a verificação de fontes, entre outras. Veja mais dicas para se proteger e não propagar notícias falsas. A publicação do CGI.br também reúne outras indicações de materiais para quem quer se aprofundar nos temas apresentados. Acesse o Guia na íntegra em: https://cgi.br/publicacao/guia-internet-democracia-e-eleicoes/.

 

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Berghem lança soluções de segurança

berghem.jpg13/08/2018 - Automação customizada de testes de segurança no desenvolvimento de aplicativos móveis e verificação da segurança de cartões EMV são os lançamentos da empresa na Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco

A Berghem - Smart Information Security lança dois produtos na Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco 2018 durante o evento no estande #203 do Sheraton WTC, em São Paulo, nos dias 14 e 15 de agosto, quando ocorre a conferência do Gartner.

Projetados nos laboratórios de desenvolvimento, pesquisa e inovação da empresa, o Ratel e o APPSafe prometem tornar mais seguros o ecossistema de meios de pagamento e os aplicativos móveis, respectivamente.

"Com a proliferação de apps, dispositivos móveis e novas plataformas de pagamento ao redor do mundo, em que inúmeras transações acontecem todos os segundos, as equipes de segurança acabam ficando ainda mais pressionadas, sobrecarregadas e ávidas por ferramentas inteligentes que não só as auxiliem em suas rotinas, mas também as libere para atividades mais estratégicas", contextualiza Matteo Nava, CEO da Berghem.

Transações mais seguras

Voltado a organizações do ecossistema de pagamentos, o Ratel é uma solução que permite a emissores, processadores, autorizadores, entre outros entes do setor financeiro, executar um processo completo de teste para verificar se realmente oferece, nas transações que executa, segurança contra as principais fraudes eletrônicas.

A ferramenta permite examinar todos os elementos envolvidos no processo de pagamento com cartões com chip, sejam eles de débito ou crédito, e também aqueles com apenas tarja magnética. E ainda:

- Validar a efetiva implementação do processo de autorização, inclusive da operação full grade, verificando os campos do criptograma que ela envolve;
- Executar atividades em uma interface que suporta os principais terminais de mercado – POS e mPOS, ATM e TEF;
- Replicar de maneira simples os testes regressivos, de modo a assegurar que não surjam novas falhas em componentes e sistemas anteriormente analisados;
- Manipular qualquer parâmetro do cartão, simulando ataques do tipo Java Card, Wedge, CVM Downgrade, entre outros.

Nava lembra que o padrão EMV surgiu para auxiliar na redução das perdas em transações, porém, “quando não é devidamente implementado, ele possibilita a realização de fraudes muito comuns no Brasil”, que é o segundo no ranking mundial de fraudes financeiras. “Daí a importância de instrumentos como o Ratel para o mercado de meios de pagamento”, conclui o CEO da Berghem.
 
APPSafe: DevSecOps com inteligência

A fusão das equipes de desenvolvimento, segurança e operações – o chamado DevSecOps – vem sendo apontada como a saída mais eficaz para que uma aplicação alcance de forma mais rápida os requisitos de segurança esperados contra ameaças cibernéticas.

A grande vantagem dessa prática está no equilíbrio do trabalho de cada grupo, para que a segurança não impacte as atividades dos times de desenvolvimento e operação. E, nesse contexto, são especialmente necessárias as ferramentas inteligentes de automação, uma vez que o processo de testes de segurança deve se encaixar perfeitamente em um cronograma de produção.

O APPSafe é uma plataforma de identificação e correção de vulnerabilidades a partir de base de conhecimento tendo como ponto de força a avaliação da lógica de negócio – que pode ser customizada e enriquecida de forma constante pelo analista, a partir dos desafios que enfrenta no dia a dia.

A solução desenvolvida pela Berghem contempla tanto testes estáticos (SAST) quanto dinâmicos (DAST) e interativos (IAST), além de testes regressivos previamente gravados.

“Um dos grandes diferenciais da ferramenta”, explica Raphael Schneider, à frente da área de Desenvolvimento Seguro da Berghem, “é a possibilidade de conectar o dispositivo móvel (smartphone ou tablet) diretamente ao APPSafe. Com isso, os resultados tendem a ser muito mais assertivos – pois, ao contrário do que acontece com testes realizados por meio de emuladores, identificamos pequenas diferenças comportamentais do aplicativo em seu próprio habitat”.

Schneider conclui: “O APPSafe acelera os testes de segurança em esteiras de desenvolvimento ágil, como a Scrum, reforça o nível de confiabilidade e segurança dos aplicativos e potencializa o trabalho das equipes envolvidas nas atividades de DevSecOps – valorizando, assim, o capital humano das organizações”.

Anote em sua agenda

Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco 2018
Quando: 14 e 15 de agosto (terça e quarta-feira)
Onde: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559
Estande da Berghem: #203

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Veja a lista de vazamentos de dados de junho

searchInform_dados.jpg10/07/2018 - SearchInform destaca os maiores vazamentos de marcas mundiais, coleta ilegal de dados biométricos, foldering para a comunicação entre cúmplices e ainda multas por vazamentos de dados antes e depois da entrada em vigor do GDPR

Serviço Britânico de Impostos coleta dados biométricos ilegalmente

Desde janeiro de 2017, o Serviço Britânico de Impostos e Alfândegas coletou 5,1 milhões de amostras para identificação de voz de seus contribuintes através da autenticação de usuário Voice ID. Durante o lançamento do serviço, foi dito que os clientes poderiam escolher o meio pelo qual seria feita a confirmação de sua identidade. No entanto, a organização de direitos humanos Big Brother Watch descobriu que, ao ligar para o call-center, não há opção: é solicitada aos clientes uma gravação de voz.

No site do serviço não há instruções sobre como recusar essa gravação. Funcionários da Big Brother Watch descobriram através de testes que a única maneira, é dizendo "não" três vezes durante a ligação. Para formalizar a recusa do uso da identificação de voz, é necessário passar por um procedimento demorado, mas mesmo depois disso, o serviço continua armazenando a gravação de voz.

Defensores dos direitos humanos exigiram explicações, mas o serviço se recusou a informar como a gravação de voz poderia ser excluída do banco de dados. De acordo com a Big Brother Watch, o serviço viola as regulamentações sobre proteção de dados do GDPR. Após a publicação da organização de direitos humanos, o Gabinete do Comissário da Informação Britânico (ICO) interveio.

Ex-chefe da sede eleitoral de Donald Trump usava foldering para se comunicar com cúmplices

O ex-chefe da campanha presidencial dos EUA, Paul Manafort, recebeu novas acusações. O consultor político é acusado de pressionar testemunhas. Ele lhes enviava mensagens através dos aplicativos Telegram e WhatsApp, e também usava o método foldering para sua comunicação. Durante o segundo semestre de 2017, Paul Manafort foi indiciado em 12 acusações, incluindo lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, conspiração contra os EUA, corrupção e tentativas de envolver membros do Congresso dos EUA e políticos europeus em esquemas criminosos. Desde então, ele estava em prisão domiciliar.

As tentativas de Paul Manafort de intervir no depoimento de testemunhas no processo criminal sobre o lobby dos interesses da Ucrânia nos Estados Unidos tornaram-se motivo para uma nova acusação e mudança da medida preventiva de prisão. A investigação sugere que o consultor político tentou convencer as testemunhas a dar falso testemunho. Para as negociações, os membros do conluio usavam uma única caixa de e-mail. As informações nele contidas eram transmitidas através do um método chamado foldering: os participantes do diálogo salvavam os e-mails na pasta de rascunhos em uma caixa compartilhada. Os investigadores confirmaram o conluio com a ajuda de registros de chamadas telefônicas e mensagens encontradas no armazenamento em nuvem de Paul Manafort.

"Os agentes infiltrados que usam este método acreditam que é suficiente excluir o e-mail da pasta de rascunhos depois de sua leitura. No entanto, se um sistema DLP estiver instalado na empresa, a mensagem criada será interceptada, independentemente de ter sido excluída ou não", – disse Vladimir Prestes, Sócio-diretor da SearchInform no Brasil.

Empresa francesa Optical Center é multada em 250 000 euros por vazamento de dados

Em 7 de junho de 2018, a agência francesa de proteção de dados CNIL (Comissão Nacional de Informática e Liberdade), anunciou oficialmente sua decisão pela aplicação da multa de 250 000 euros à empresa Optical Center, já que a mesma não poderia garantir a proteção dos dados de seus clientes.

Durante a verificação, os profissionais da CNIL descobriram que era possível acessar contas de clientes inserindo várias URLs na barra de endereços do navegador. Entre as informações comprometidas estão nomes e endereços de clientes, endereços postais, informações sobre o quadro de saúde (correção oftalmológica), e também números do seguro social. No momento do incidente, o banco de dados da empresa continha mais de 300.000 documentos.

Os representantes da CNIL salientaram que era necessário divulgar sua decisão, já que o número de vazamentos de dados aumentou significativamente nos últimos anos e é preciso aumentar a conscientização. O incidente ocorreu antes da entrada em vigor do GDPR, por isso a Optical Center foi multada em conformidade com a lei da França n.º2016-1321 de 07 de outubro de 2016 "Sobre a república digital".

Junho sob a vigência do GDPR

Não importa o quão foram alarmadas, nem todas as empresas tiveram tempo para se preparar para a entrada em vigor das regras de proteção de dados pessoais do GDPR. Entre as vítimas está a gigante Jaguar Land Rover. A empresa permitiu o vazamento de dados sobre as demissões planejadas, e informações sobre o assunto chegaram à mídia algumas horas antes de os regulamentos entrarem em vigor.

Foram divulgadas informações sobre 647 funcionários que trabalham na empresa Jaguar Land Rover, na Inglaterra. Um dos documentos continha os nomes dos funcionários, dados da folha de pagamento, notas sobre violações disciplinares e a duração de afastamentos médicos. Em outra lista, eram fornecidas informações sobre lesões e deficiências. Em outro arquivo, centenas de nomes estavam marcados em vermelho, e ao lado de alguns havia datas específicas.

Após a publicação no HuffPost UK, o Gabinete do Comissário da Informação Britânico (ICO) disse que iria realizar sua própria auditoria. É muito provável que a Jaguar Land Rover seja a primeira empresa a ser sancionada pelo GDPR.

Serviço genealógico MyHeritage admitiu o vazamento de 92 milhões de contas

MyHeritage, serviço de genealogia e testes de DNA, permitiu o vazamento de dados pessoais, endereços de e-mail, e senhas com hash de mais de 92 milhões de clientes. As informações se aplicam exclusivamente aos usuários que se cadastraram na empresa MyHeritage antes de 26 de outubro de 2017.

Segundo o chefe do departamento de segurança da informação, um pesquisador de SI independente notificou que um arquivo foi encontrado com o nome da empresa no servidor fora dos perímetros da MyHeritage.

A empresa iniciou uma investigação sobre o incidente. O representante da MyHeritage acredita que nenhum outro tipo de dado de usuários foi comprometido, uma vez que as informações sobre cartões de crédito são processadas por terceiros, como PayPal e BlueSnap, e os dados de DNA do usuário são armazenados em sistemas separados.


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Como lidar com as fake news - seja filtro e não esponja!

fake_news.jpg"Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade" - Joseph Goebbels

*Por Cristiane Santana
20/06/2018 - Hoje em dia tem se falado muito nas fake news. Ao interagirmos nas mais variadas mídias sociais nos deparamos com este tema e a preocupação da sociedade em como defender-se desses golpes têm sido uma constante.

As Fake News, traduzidas para português "notícias falsas", são notícias escritas e publicadas com a intenção de enganar. Ao considerarmos a prática no âmbito da segurança da informação, os desdobramentos vão além.

Existem cibercriminosos que se autodenominam militantes filosóficos e idealistas, mas a grande maioria utiliza desses recursos com o intuito de obter retorno financeiro. Na maioria das vezes, o valor pago é astronômico, variando de acordo com a finalidade do ataque.

As Fake News são disseminadas através das mídias de massa, em sua maioria redes sociais como Facebook e WhatsApp, não se limitando a elas. Geralmente, esses criminosos utilizam-se de big data e dos "rastros" que os usuários deixam na internet. A partir disso, traçam sua rota de ataque.

O grande propósito, muito mais do que tornar a mentira uma verdade, é disseminar e legitimar a dúvida acerca do assunto ou da pessoa que se quer atacar, deixando o agente do ataque vulnerável ao tema proposto.

Como exemplo recente temos o caso da Cambridge Analytica que, após utilizar-se de dados coletados do Facebook através de uma pesquisa feita com seus usuários dizendo ser para fins acadêmicos (pedindo para que eles respondessem questões cotidianas), na verdade estavam traçando e catalogando a personalidade (análise psíquica) e as inclinações políticas daqueles usuários-eleitores. Verificava-se quais eram seus hábitos, gostos, medos e outros aspectos relevantes. A partir das informações coletadas nessa pesquisa foi gerado um "catálogo" com dados do perfil desses mais de 50 milhões de usuários. Para essas pessoas, com base no perfil de dados, foram disseminados materiais em prol do então candidato à presidência dos EUA – Donald Trump - bem como mensagens e notícias falsas sobre sua adversária Hillary Clinton, interferindo no resultado das eleições do país. Ataques direcionados e precis

Outro caso recente envolveu a vereadora Marielle Franco, indicando que ela teria sido casada com um traficante e eleita pelo comando vermelho. Informação falsa e com motivos escusos, mas que imediatamente foi noticiada e propagada. No entanto, como seu assassinato tomou proporções de abrangência internacional, rapidamente tal notícia foi desmentida e sua distribuição barrada.

Tem-se discutido muito acerca da responsabilidade jurídica e legal desses cibercriminosos que disseminam as Fake News. A esses crimes de "mão limpa" cominam sanções penais e cíveis. No entanto, em nosso país não há uma legislação específica que trate do tema. Dispomos apenas de legislações esparsas, como por exemplo o código penal que é de 1940, que define temas como calunia, injuria e difamação; Lei 5250/67 que em seu artigo 16º criminaliza a disseminação de notícia falsa; o Código Eleitoral de 1960; o Código de Segurança Nacional de 1980 que está bem defasado no quesito crimes virtuais; e o Marco Civil que não traz nada de muito concreto no que concerne ao auxílio às investigações.

Cabe ressaltar que o tema Fake News tem sido debatido também em nosso Congresso, mas o texto ainda carece de discussões. Como o Brasil ainda está muito imaturo [falta legislação que trate de forma aprofundada o tema] e, se comprado a outros países, está despreparado para atuar em casos de crimes virtuais, as sanções ainda vagam pelo universo da impunidade e poucos pagam pelo crime cometido.

Neste contexto, como usuários e cidadãos, dotados de direitos e responsabilidades, devemos nos munir de cuidados, analisando tudo o que recebemos, olhando de forma crítica para tudo que lemos e compartilhando somente aquilo que de fato confirmarmos e "acreditamos", para não incorrermos no grave erro de disseminar inverdades - colaborando para o cibercrime e podendo, inclusive, responder cível e criminalmente.

Cada cadastro, cada compartilhamento e cada click que damos são muito importantes e valiosos. Não à toa somos bombardeados por assuntos que vão direto aos nossos interesses. O seu click diz muito sobre você!

Por isso, checar as informações recebidas e não passá-las adiante sem antes confirma-las, é a maior forma de combate.

A IFLA - International Federation of Library Associations and Institutions, órgão internacional líder que representa os interesses dos serviços de biblioteca e informação, organizou um checklist de como identificar Fake News:

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Como manter um relacionamento (online) seguro

kasper_namoro_2.jpg11/06/2018 – Privacidade em relacionamentos e os limites do espaço pessoal foi tema de uma pesquisa drealizada pela Kaspersky lab, que concluiu que 78% dos brasileiros acreditam que os casais precisam ter um espaço privado tanto online quanto offline

Quando os relacionamentos começam, as vidas digitais individuais tornam-se um pouco confusas e os limites online podem ser comprometidos – ameaçando a privacidade pessoal. Segundo a pesquisa global realizada pela Kaspersky Lab e a Toluna, apesar da esmagadora maioria das pessoas afirmar que consideram seus relacionamentos mais importantes que sua privacidade, parcerias infelizes podem alimentar receios em relação à privacidade, e a falta de respeito aos limites muitas vezes leva a discussões.

Com grande parte de nossas vidas diárias ligadas ao mundo online e a dispositivos digitais, o papel da privacidade e da transparência nos relacionamentos está mudando. A pesquisa mostrou que, no Brasil, três a cada dez pessoas (78%) acreditam que os casais devem ter seu espaço privado, tanto online quanto offline, e 66% valorizam seus relacionamentos mais do que sua privacidade. Metade dos parceiros (54%) compartilha com o outro os códigos de acesso e as senhas de seus dispositivos, e um quarto (25%) das pessoas têm sua impressão digital cadastrada no dispositivo do parceiro.

No entanto, quando compartilhamos abertamente o acesso a nossa vida digital, nossos rastros digitais ficam expostos e todos os segredos, sejam eles bons ou ruins, são revelados. Quase metade (49%) dos usuários da Internet pesquisados no Brasil admite espionar seus parceiros online para ver o que eles estão fazendo, e esse número aumenta para 54%, quando analisado os dados da América Latina, entre aqueles que descrevem seus relacionamentos como instáveis ou que não têm certeza sobre seu futuro. Cerca de 29% dos brasileiros que consideram ter uma relação infeliz, alegam que seu parceiro coloca sua privacidade em risco; já para os brasileiros que consideram ter uma relação satisfatória, apenas 15% concordam com essa afirmação.

Para os brasileiros que consideram sua relação infeliz, cerca de 74% não estão dispostos a revelar nenhuma de suas atividades; mas novamente as diferenças foram encontradas comparação com aqueles que têm um relacionamento feliz (54%). As principais coisas que escondem incluem o conteúdo das mensagens que enviam para outras pessoas, como gastam seu dinheiro, alguns de seus arquivos pessoais e os sites que visitou. A questão da privacidade e do sigilo em torno de atividades online também pode levar a brigas: 39% dos brasileiros discutiram depois que um dos dois viu algo que o outro não queria compartilhar.

Quando se estabelece um relacionamento, surgem dúvidas quanto aos limites da privacidade online e também até onde as pessoas estão preparadas para que seus parceiros conheçam e tenham acesso a suas vidas online. Com tantos parceiros usando os dispositivos uns dos outros ou bisbilhotando seus amados, os limites da privacidade podem acabar sendo ignorados. Isso pode ameaçar possíveis datas como o Dia dos Namorados ou aniversários e impedir que alguém mantenha segredos para seus parceiros”, diz Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab. “É importante ter um equilíbrio entre um relacionamento sincero e transparente e a segurança de sua vida digital. Conversar abertamente com o parceiro e definir os limites da privacidade são um bom início; os recursos de privacidade dos produtos da Kaspersky Lab podem ajudar nisso.”

É possível colocar o amor e a privacidade lado a lado adotando algumas medidas simples para proteger sua vida digital pessoal, mesmo que você abra seu mundo online para seu parceiro.

Para manter seus segredos em segurança, o recurso File Shredder, uma espécie de fragmentador de arquivos dentro do Kaspersky Total Security, promete excluir arquivos de modo permanente para garantir que eles não possam ser restaurados. O recurso de Proteção de Privacidade oculta mensagens e chamadas em dispositivos Android; e, para esconder os sites visitados de curiosos, o Privacy Cleaner apaga o histórico de navegação e remove todos os vestígios de atividades do Windows.

O recurso de Navegação Privada bloqueia o rastreamento de sites e todas as tentativas de coleta de dados, impedindo a exibição de anúncios relacionados e ajudando a guardar qualquer segredo sobre presentes e planos para o Dia dos Namorados dos parceiros curiosos. Além disso, nada substitui o uso de senhas fortes em todas as contas, especialmente se você acha que precisa compartilhá-las com o parceiro, pois isso aumenta o risco delas caírem em mãos erradas. Além de ajudar a gerar senhas fortes, o Kaspersky Password Manager também as mantém protegidas e deixa as suas contas em segurança.

Para obter mais informações sobre como os produtos da Kaspersky Lab podem ajudar a manter seu relacionamento no caminho mais seguro, visite https://www.kaspersky.com.br/home-security.


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VPN HideMyAss! promete navegação mais segura

vpn.jpg07/06/2018 - Objetivo da nova versão é manter a navegação privada em sigilo e com mais rapidez

Recente versão (4.0) da HideMyAss! inclui um novo Modo de Localização (Location Mode), IP Aleatório (IP Shuffle) e um Interruptor de Emergência (Kill Switch) que facilitam a gestão da segurança e o anonimato online. Além disso, novos servidores nos data centers aumentaram os picos de desempenho em cerca de 200%, em 25% das sessões de VPN.

Novas funcionalidades

Dentre as novidades está o IP Shuffle*, que periodicamente randomiza o endereço IP do usuário. Funciona como um teletransporte na internet, de forma que o usuário salta de um local para o outro, dificultando o rastreamento do seu paradeiro. A HMA! conta com mais de 890 servidores, em mais de 280 localidades de mais de 190 países.

O IP Shuffle se integra perfeitamente com uma outra melhoria importante: o Kill Switch. Agora disponível em todas as plataformas Windows e Mac, o Kill Switch corta imediatamente a conexão do usuário com a internet caso o servidor VPN caia. É um mecanismo de segurança contra possíveis falhas do produto.

Adicionalmente, o Modo de Localização** também foi completamente reformulado para facilitar que o usuário escolha a melhor localização global do servidor, para as suas atividades VPN preferidas como streaming ou P2P. Além disso, a versão 4.0 vem com uma nova conexão chamada Trusted Networks***. Nas situações em que o usuário estiver navegando em uma conexão doméstica que confia, esta função permite que ele selecione as redes com as quais não deseja que a VPN se conecte.

“A tecnologia permite vigilância em massa contra o cibercrime, em uma escala sem precedentes. Por outro lado, também protege os consumidores que precisam de maior privacidade e segurança online, beneficiando-os com uma boa tecnologia como uma VPN. Novas legislações como a Lei dos Poderes Investigativos e o GDPR têm gerado confusão, pânico e até uma certa raiva. Porém, têm ajudado a aumentar a conscientização sobre os direitos humanos com relação às atividades na internet. A privacidade e a segurança digital ainda são prejudicadas por organizações que compartilham ou armazenam informações pessoais e atividades online, às vezes sem o conhecimento do usuário. As novas atualizações da versão 4.0 agregam uma camada extra de privacidade e segurança para ajudar os consumidores a se protegerem contra espiões e cibercriminosos", disse Brad Poole, porta-voz da HideMyAss!
 
Servidores altamente criptografados

Todos os servidores da HMA! são totalmente criptografados, com um recurso chamado Full Disk Encryption. Tecnicamente, isso não faz parte do HideMyAss! versão 4.0, mas é igualmente relevante. Isto porque oferece proteção contra um eventual roubo físico das unidades de servidor VPN e o uso indevido de dados confidenciais. Essas unidades de disco altamente criptografadas impedem potenciais ameaças, como a duplicação obscura de terceiros, a instalação secreta de escutas telefônicas e a modificação de dados por cibercriminosos.
 
A versão 4.0 da HMA! está disponível em 27 idiomas em plataformas selecionadas, incluindo Windows, MacOS, iOS e Android. O preço do produto é de US$ 6,99 por mês para o plano de 12 meses, permitindo conexões para até cinco dispositivos simultaneamente. Informações técnicas, incluindo o suporte da plataforma, podem ser encontradas na página de suporte da HMA!
 
*IP Shuffle está disponível atualmente nas plataformas Windows, Mac e Android. Não está disponível para iOS devido às limitações técnicas do sistema operacional móvel.
 
**O Modo de Localização está atualmente disponível para os produtos Windows e Mac. A versão para plataformas Android e iOS estará disponível em breve.
 
***Trusted Networks está atualmente disponível para os produtos Mac. O lançamento para outras plataformas (computadores e dispositivos móveis) acontecerá em breve.

Sobre a HideMyAss!

HideMyAss! possui mais de 890 servidores, em mais de 280 locais de mais de 190 países. É uma empresa global com sede em Londres, escritórios no Reino Unido e na Sérvia.
Em 2016, a HideMyAss! foi adquirida pela Avast, que adicionou a HMA! Pro VPN em seu portfólio de software e serviços de segurança.

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