Lucro operacional da LG cresce em 2016

lg_flag.jpg27/01/2017 - A LG Electronics anunciou que seu lucro operacional em 2016 foi de KRW 1,34 trilhão (US$ 1,16 bilhão), um resultado 12,2% superior ao de 2015 devido, em grande parte, à forte performance de seus eletrodomésticos, soluções de ar condicionado e entretenimento doméstico. No acumulado de 2016, as receitas reportadas pela LG totalizaram KRW 55,37 trilhões (US$ 47,92 bilhões), com lucro operacional de KRW 126,3 bilhões (US$ 109,31 milhões).

As vendas do quarto trimestre de 2016 totalizaram KRW 14,78 trilhões (USD 12,79 bilhões), alta de 11,7% em relação às do trimestre anterior e de 1,5% em relação às do quarto trimestre do ano anterior. Em 2016, as divisões LG Home Entertainment & Air Solutions Company e LG Home Entertainment Company tiveram o maior lucro operacional de sua história. Entretanto, as perdas ocorridas nas áreas de celulares e componentes veiculares levaram a LG a reportar prejuízo líquido de KRW 258,80 bilhões (US$ 223,98 milhões) no quarto trimestre.

A LG Home Appliance & Air Solution Company reportou receita de KRW 17,23 trilhões (US$14,92 bilhões) para o ano de 2016 e KRW 4,04 trilhões (US$ 3,50 bilhões) no quarto trimestre. Isso representa um aumento ano sobre ano de 5,6% impulsionado, em grande parte, pelas fortes vendas nos mercados da Coreia e América do Norte, onde produtos como as lavadoras de roupas TWINWash e os refrigeradores Door-in-Door continuaram populares. O lucro operacional de 2016 foi KRW 1,33 trilhão (US$ 1,15 bilhão), 36% superior ao de 2015 e superior ao de todas as outras empresas da LG.

A LG Home Entertainment Company reportou receita de KRW 4,79 trilhões (US$ 4,15 bilhões) para o quarto trimestre. Esse montante representa alta de 15,7% em relação ao trimestre anterior e é fruto das fortes vendas de TVs OLED e TVs ULTRA HD 4K na América do Norte, Europa e Ásia. Em 2016, a Home Entertainment Company registrou o maior lucro operacional de sua história, KRW 1,24 trilhão (US$ 1,07 bilhão), e a maior receita dentre todas as divisões de negócios da LG, KRW 17,43 trilhões (US$ 15,08 bilhões). A expectativa é que a W7, premiada família de TVs OLED LG SIGNATURE e o portfólio ampliado de TVs OLED da LG, ambos apresentados na CES® 2017, fortaleçam a liderança da empresa no segmento de televisores de altíssimo padrão à medida que a concorrência for lançando outras TVs OLED ainda este ano.

A LG Mobile Communications Company reportou receita de KRW 2,90 trilhões (US$ 2,51 bilhões) no quarto trimestre de 2016, alta de 15,4% em relação ao mesmo período do ano anterior resultante, principalmente, das fortes vendas do novo e emblemático smartphone V20. A lucratividade foi prejudicada pelas fracas vendas do smartphone G5 e pelo aumento dos investimentos em marketing. Os lançamentos da nova família de celulares G Series e de dispositivos voltados ao mercado de massa no segundo trimestre, após o Mobile World Congress, devem melhorar bastante a posição de mercado da LG Mobile Communications Company em 2017.

A LG Vehicle Components Company encerrou o ano com um total de KRW 2,77 trilhões (US$ 2,40 bilhões) em vendas, montante 51% superior ao do ano anterior. A receita de KRW 865,7 bilhões (US$ 749,2 milhões) obtida no quarto trimestre corresponde a um aumento ano sobre ano de 66,4% e resulta, em grande parte, do forte crescimento nas vendas de componentes para veículos elétricos e sistemas de infoentretenimento automotivo. As vendas cresceram regularmente em cada trimestre de 2016, mas os investimentos em P&D afetaram negativamente os lucros da divisão. Com o início da produção do veículo elétrico Chevrolet Bolt, desenvolvido em parceria com a LG, e a crescente demanda por eletrônicos integrados – relacionada a sistemas de infoentretenimento e sistemas de segurança para veículos –, a LG Vehicle Components Company deve fortalecer ainda mais a competitividade de seus produtos em 2017.


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Lucro da Samsung cresce com vendas de chips

samsung_flag2.jpg24/01/2017 - A Samsung Electronics divulgou seu melhor lucro trimestral em mais de três anos, resultado de fortes vendas de chips de memória e displays, colaborando para que o grupo sul-coreano pudesse se recuperar do custoso prejuízo do Galaxy Note 7, de acordo com o Financial Times de hoje, (24).

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Livro Vida Móvel conta a história do telefone móvel

12/01/2017 - Lançamento da BEI Editora reconstrói, a partir de ensaios de texto e imagem, a história do telefone móvel e as transformações por ele determinadas, desde o lançamento do primeiro modelo até os atuais smartphones

Dos primeiros celulares aos modernos smartphones, a telefonia móvel percorreu um longo caminho nas últimas três décadas. Seja para entretenimento e relações pessoais, seja em atividades ligadas à rotina de trabalho das pessoas, os aparelhos celulares fizeram neste período uma transição de equipamento de comunicação móvel voltado à elite para a mais importante e popular ferramenta eletrônica do mundo. Foi a partir dessa transformação que a desejada inclusão digital passou de desejo a possibilidade real, e a partir do protagonismo dos smartphones assistimos à consolidação da chamada "era da informação".

É para investigar como e por que esses aparelhos se transformaram em objetos indispensáveis e infiltraram-se no cotidiano de bilhões de pessoas em todo o mundo que a BEI Editora lança Vida móvel, uma obra que mescla palavras e imagens em uma abordagem tanto científica como esteticamente apurada do tema.

No que tange ao texto, o livro reúne dois ensaios de fôlego: "A maior das ferramentas", do escritor e pesquisador norte-americano Noah Arcenaux, professor da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, que faz uma abordagem universal do tema, fruto de seus principais trabalhos acadêmicos, e "O nascimento de uma nação digital", do jornalista brasileiro Alexandre Matias, que aborda a transformação do Brasil em um país ultraconectado e digital.

Os textos de Arceneaux e Matias são permeados pelas interpretações dos fotógrafos Eduardo Longman e Fernando Laszlo. O primeiro apresenta a presença dos telefones em nossa rotina, a partir de fotografias tiradas nas ruas em diversas localidades e em diferentes situações cotidianas, enquanto o segundo traz um olhar esteticamente surpreendente do design dos aparelhos e de suas peças, em um ensaio de macrofotografia que literalmente desconstrói os aparelhos ao longo das páginas.

A onipresença dos celulares nas sociedades contemporâneas ainda é abordada pela jornalista Lúcia Guimarães, que abre Vida móvel com uma reflexão a respeito dos ganhos e das perdas do mundo ultraconectado, e em uma interessante linha do tempo, que destaca a evolução tecnológica a partir dos aparelhos que se tornaram marcos na história da telefonia móvel.

Vida Móvel

BEI Editora, 224 páginas
Edição bilíngue (português/inglês)
Preço: R$ 75,00

 

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Edward Snowden é um espião? Novo livro diz que sim.

livro_snowden.jpg10/01/2017 - As pessoas que revelam segredos são ou heróis ou traidores, dependendo quais segredos são revelados e as inclinações do público para o assunto em questão. No caso de Edward Snowden, que espiou e depois divulgou uma grande quantidade de dados internos da Agência de Segurança Nacional americana em 2013, seus admiradores fizeram campanha para um perdão de última hora pelo presidente Obama, mas Donald Trump acha que a execução poderia ser mais adequada.

O jornalismo baseado nas revelações de Snowden ganhou o Prêmio Pulitzer para o serviço público em 2014 e o Oscar de melhor documentário em 2015; Por outro lado, muitos funcionários do governo americano pensam que Snowden, que vive na Rússia, deve ser levado para os EUA e ser processado por revelar informações confidenciais, revela matéria de hoje, (10) no The New York Times.

Em 2014, Edward Jay Epstein, o veterano escritor de espionagem, publicou um artigo provocador no The Wall Street Journal propondo uma outra maneira de olhar para Snowden: como um espião. Epstein escreveu que um ex-membro do gabinete do presidente Obama "disse a ele" que há apenas três possíveis explicações para o comportamento de Snowden: 1) Era uma operação de espionagem russa; 2) Era uma operação de espionagem chinesa; 3) Foi uma operação conjunta entre China e Rússia."

Agora Epstein produziu um livro detalhado elaborando melhor sua teoria. Snowden é conhecido por ter revelado que o N.S.A. Estava espionando ilegalmente cidadãos americanos, mas Epstein diz que ele levou quase um milhão de documentos que não tinham nada a ver com isso, e que ele não entregou aos jornalistas. O que aconteceu com eles? Como um não-funcionário relativamente humilde na agência, sem muito acesso oficial, conseguiu obter todo esse material em primeiro lugar? Por que ele escolheu fazer este anúncio ao mundo em Hong Kong, e por que ele ficou em Moscou desde que ele deixou Hong Kong?

Como a America perdeu seus segredos - Edward Snowden, o Homem e o Roubo
Por Edward Jay Epstein
Livro ilustrado com 350 páginas
Alfred A. Knopf. US$ 27,95 (disponível a partir de 17 de janeiro nos EUA)

Saiba mais aqui (se for assinante do The New York Times)

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Bati o recorde: 47 anos de cobertura do CES

ethe_premio_ces2017.jpgPor Ethevaldo Siqueira
04/01/2017 - Vou cobrir nesta semana a 47ª edição do CES em Las Vegas, que completa 50 anos de existência, marca superior à de qualquer outro jornalista que já cobriu o evento – como comprovou nesta terça-feira (3 de janeiro de 2017) a CTA (Consumer Technology Association), entidade organizadora do evento.  Este ano foram 6.500 jornalistas de 81 países que participaram da apresentação das principais novidades da feira.

Por essa razão, recebi os cumprimentos de Gary Shapiro (foto), presidente da entidade.

Acompanhe a partir desta quinta-feira na CBN (às 6:35 da manhã e às 18:25) e neste portal (www.mundodigital.net.br) a cobertura desta edição de 50 anos do CES.

 

 

 

 

 

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Mais novidades apresentadas no CES 2017

ces_2016_1.jpg05/01/2017 - A imprensa em Las Vegas acompanhou ontem, (04) os lançamentos da LG que apresentou o Hub Robot, robôs que utilizam um assistente pessoal como Alexia para residências e aeroportos (Airbot); refrigeradores inteligentes e a terceira geração de TVs LG Super UHD ultra finas. Enquanto isso, a Asus mergulhou na Realidade Aumentada e Realidade Virtual (VR) com o lançamento de novos dispositivos, enquanto a Intel usou sua conferência para apresentar soluções e apostas para 2017.

 

 

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