Dicas para quem quer investir na carreira de TI

hsm_university_code_school.jpg12/06/2020 - A contínua busca pelo aprimoramento profissional com cursos e pós-graduação, fluência em inglês e definição de seus objetivos são ferramentas importantes para os profissionais

O segmento de tecnologia tem expandido cada vez mais, e, se tornado promissor para quem quer mudar de área e ingressar nas diferentes vertentes dessa profissão. De acordo com dados de uma pesquisa da Korn Ferry, de 2019, empresa norte-americana focada em recursos humanos, aponta que, em 2020, haverá uma carência de 1,8 milhão de pessoas para postos especializados no meio digital, em todo o planeta, com destaque a países em desenvolvimento.

Mesmo em período de crise e desaceleração da economia, o setor continua em plena ascensão, com a busca contínua de profissionais de diferentes especializações desde vagas para manutenções em softwares e hardwares até cuidar de ativos mais delicados como, por exemplo, segurança de dados. Pensado neste cenário, a HSM University Code School, escola de tecnologia digital elencou algumas dicas para ajudar quem quer ingressar nesta área.

Aprimoramento contínuo – Esse é o primeiro passo para quem quer ingressar na carreira. Durante o período de estudo, o profissional terá contato com a base da programação, que será desenvolvida ao longo de toda a sua vida profissional. Além disso, é importante complementar a graduação com cursos e especializações ao longo dos anos. Com as rápidas mudanças do mercado e as novas inovações e tecnologias que surgem todos os dias é essencial que esse profissional esteja sempre antenado e atualizado com tudo o que está acontecendo no mundo.

Perfil de atuação – Cada profissional se identifica com uma linguagem de programação e/ou uma vertente da área, que influenciará na sua vida profissional. Por isso, conhecer a fundo as habilidades, procurar mais informações sobre os diferentes setores e definir onde quer chegar são quesitos imprescindíveis nesta profissão.

Fluência em inglês – Este é um requisito básico para quem quer se destacar na área, além de contribuir em oportunidades na carreira fora do Brasil.

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HSM University lança nova escola de tecnologia

hsm_university.jpg19/05/2020 - A HSM University Code School terá como foco inicial os cursos de programação

A HSM University, plataforma de cursos livres e pós-graduação 100% online, que integra a Ânima Educação, acaba de lançar uma nova escola, a HSM University Code School, que tem como objetivo formar profissionais para o mercado de tecnologia.

A iniciativa conta com a parceria de Silvio Meira, um dos principais nomes de tecnologia do País e Luciano Meira, Ph.D. em educação matemática, mestre em psicologia cognitiva e bacharel em pedagogia.

A HSM University Code School conta com uma metodologia diferenciada e exclusiva, baseada no conceito D³NA, criada por Luciano, que une diversão, diálogo e desafio a uma narrativa que leva o aluno a uma aventura de aprendizagem, e utiliza a plataforma APTA, que por meio do design instrucional única apresenta os conteúdos de maneira gamificada e dinâmica para os estudantes, tornando a jornada mais leve e atrativa. Além disso, durante o curso os alunos terão acesso a tutoria entre pares, uma ferramenta colaborativa que permite que os estudantes se ajudem entre si.

Os estudantes terão acesso a diferentes temas voltados para programação como, por exemplo, Lógica de Programação e OO, HTML+CSS/Sass, JavaScript, Angular, WebServices Client, Noções de UX Design, Data Analysis, Machine Learning e outros.

Os cursos encontram-se em pré-venda e começam em maio com três opções, sendo eles: Dev Full Stack, Dev Back-end, nos quais os alunos aprenderão a desenvolver arquiteturas de servidor, que interagem com aplicações web e aplicações cliente-servidor e o Dev Front-end, focando no desenvolvimento de interfaces web, ricas em visual e interação com o usuário para aplicações cliente-servidor.

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É seguro trabalhar com o assistente de voz ligado?

eset_assistente_voz_2.jpg13/05/2020 - Começar o dia perguntando ao assistente de voz sobre o clima na cidade pode trazer riscos à privacidade durante o trabalho? A popularização dos dispositivos de assistente de voz em casa, seja Amazon Alexa, Google Assistant, Siri da Apple ou Microsoft Cortana, oferece uma série de facilidades para a rotina. A ESET faz um alerta sobre essa função e dá dicas sobre como usuários podem manter a segurança de informações pessoais ao mesmo tempo em que desfrutam dessa tecnologia.

Apenas diga as palavras

Um estudo recente realizado pelo Imperial College London juntamente com a Northeastern University examinou quantas vezes os assistentes de voz são ativados sem que a palavra ativadora seja usada. Os dispositivos foram submetidos a 125 horas de conteúdo da Netflix, e o conteúdo verbal foi analisado através do texto da legenda fechada do programa para eliminar os momentos em que um ator poderia ter usado a palavra de ativação real. Os dispositivos interpretaram erroneamente uma palavra e foram ativados até 19 vezes por dia.

O experimento foi repetido 12 vezes com o mesmo conteúdo e o resultado mostrou pouca ou nenhuma consistência: menos de 9% de todos os diálogos "mal interpretados" conseguiram ativar novamente o mesmo dispositivo em 75% ou mais das repetições. Alguns dispositivos foram ativados por padrões específicos de palavras ou sons de letras; por exemplo, o Alexa foi ativado em palavras que contêm um "k" e soam semelhantes ao Alexa, como "exclamation" (exclamação) ou "Kevin’s car" (carro do Kevin). Ao não ser capaz de replicar o mesmo resultado do teste, percebe-se que há um nível de aleatoriedade nas ativações indesejadas.

Quando o assistente digital acorda e ganha vida, o dispositivo captura as interações para que possam ser analisadas e, em seguida, aplicadas de acordo com as instruções. Alguns sistemas mantêm uma gravação de voz ou transcrição de texto das interações até o momento em que sejam removidas pelo usuário ou pela política do fornecedor, dependendo do tempo ou de outros critérios.

Exclua o histórico

Para evitar qualquer ativação inesperada ou que ativações sejam armazenadas, o assistente pode excluir a última interação. Por exemplo, se durante um programa de TV o dispositivo despertar por engano, uma resposta sua como "Alexa: exclua o que acabei de dizer" removerá a última interação. Para os mais preocupados com a privacidade, dizer "Alexa: exclua tudo o que eu disse hoje" pode fazer parte da rotina antes de ir dormir.

Caso o assistente digital tenha sido apresentado a amigos digitais adicionais, como um sistema de automação residencial, a interação será analisada e a instrução ou solicitação será transferida para os outros dispositivos. O tipo de dado compartilhado dependerá da funcionalidade dos serviços ou dispositivos adicionais.

Portanto, é bom lembrar que o dispositivo ouve constantemente, sendo ativado sob demanda ou aleatoriamente e potencialmente armazenando a interação para sempre. E, em algumas circunstâncias, talvez converse com outros amigos digitais para atender às solicitações deles.

Escolha bem o espaço de trabalho

Para quem trabalha regularmente em casa, a primeira atividade do dia pode ser participar de uma videoconferência com a equipe da empresa. Se, em circunstâncias normais, existe um espaço de escritório aberto e colaborativo, provavelmente um espaço privado deve ser utilizado para participar de videoconferências mais confidenciais, a fim de evitar o compartilhamento inadvertido de informações.

Entretanto, quando o colaborador está trabalhando em casa com a presença de um assistente digital que está constantemente ouvindo tudo o que é dito no ambiente e não é um colaborador da empresa vinculado a qualquer contrato de confidencialidade, é melhor ter um cuidado extra, até mais do que no escritório.

Desligue a câmera e o microfone

Ao fazer uma videoconferência confidencial enquanto trabalha em casa, é recomendado que se desligue o microfone e a câmera do assistente digital para evitar o compartilhamento de informações confidenciais. Se for difícil desconectar o assistente, a dica é alterá-lo para um modo operacional "conforme necessário" enquanto estiver trabalhando.

O risco não é apenas o compartilhamento excessivo de informações com o fornecedor do assistente digital, também existe o risco de um criminoso obter acesso à conta do usuário ou gerar uma brecha de dados que afeta o fornecedor e, consequentemente, ter acesso a todas as interações anteriores.

Para saber mais sobre segurança da informação, entre no portal de notícias da ESET: http://www.welivesecurity.com/br/2020/04/22/teletrabalho-seu-assistente-de-voz-deve-estar-ligado-ou-desligado

 

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Revista do MIT chegará ao Brasil em outubro

mit_technology_review.jpg07/05/2020 - Professor da FGV e diretor-executivo da Infobase, André Miceli, será o editor-chefe de revista do MIT Technology Review com mais de 120 anos

O diretor-executivo da Infobase e coordenador do MBA em Marketing, Inteligência de Negócios Digitais da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Miceli, será o editor-chefe da Technology Review Brasil. A revista, que será trimestral, chega ao país em outubro com a chancela do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).

A proposta da publicação é produzir conteúdos acadêmicos com uma linguagem prática voltadas para o viés dos negócios e sob a ótica brasileira."No Brasil temos muitos conteúdos só de tecnologia ou só de negócios, mas não temos uma publicação juntando ambos os assuntos. Nosso conteúdo contemplará as principais pesquisas internacionais, mas voltadas para o nosso mercado. Tudo para gestores, profissionais e amantes de tecnologia", diz Miceli.

Os interessados já podem entrar no site para se cadastrar e receber as newsletters e acompanhar as novidades nos seus perfis nas principais redes sociais. "Os informativos serão semanais e quem se cadastrar terá acesso exclusivo sobre temas atuais como Inteligência Artificial, Biotecnologia, Computação, Cidades Inteligentes, Inovação, Negócios e Economia, Governança, e Natureza e Espaço", explica André Miceli.

Acesse e recebe as novidades: http://mittechreview.com.br/

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Samsung Ocean disponibiliza cursos online e gratuitos

samsung_ocean.jpg07/05/2020 - Agendas de São Paulo e Manaus seguem unificadas e apresentam novidades para o mês de maio, como o foco em realidade aumentada e financiamento de startups

O Samsung Ocean anuncia a segunda onda de cursos remotos, antes oferecidos exclusivamente nas sedes de São Paulo e Manaus. A iniciativa, que oferece capacitação tecnológica à comunidade e fomenta a criação de empresas de base tecnológica, está desde abril com uma agenda nacional disponível de forma gratuita e online, e agora apresenta novas temáticas.

Entre essas novidades estão cursos como “Fundamentos de Realidade Virtual e Realidade Aumentada”, que oferece uma base para os alunos desenvolverem soluções neste contexto, e a palestra “As Startups e os Mecanismos de Financiamento”, voltada para educação financeira e melhor compreensão das modalidades de financiamento na hora de investir em inovação.

As inscrições estão abertas no site www.oceanbrasil.com e no aplicativo Samsung Ocean, disponível para download na Play Store. O cronograma atualizado das atividades está listado abaixo, com início no dia 7 e término no dia 29 de maio. Os cursos são ministrados por professores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e dão direito a certificados de participação.

Confira a programação dos cursos e atividades confirmados, no horário de Brasília:

7/5 - 17h
Fundamentos de Realidade Virtual e Realidade Aumentada

12/5 - 19h
Introdução ao Desenvolvimento de Jogos com Unity

13/5 - 17h
Inteligência Artificial: entenda o que é e como está presente no seu dia-a-dia

14/5 - 19h30
Introdução a Internet das Coisas (IoT)

15/5 - 17h
Usando Dados de Redes Sociais para Análises Urbanas

15/5 - 19h30
Introdução ao Blockchain

19/5 - 17h
Assistente Virtual de Voz em Bixby - Trazendo Inteligência à Interface

20/5 - 11h
Fundamentos da Análise de Dados

20/5 - 18h
Fundamentos da Indústria 4.0

26/5 - 17h
Assistente Virtual de Voz em Bixby - Trazendo Inteligência à Interface

27/5 - 17h
Introdução à Ciência de Dados com Orange Canvas

28/5 - 14h
Utilizando ambientes digitais para a criação de produtos, serviços e empreendimentos

29/5 - 11h
As Startups e os Mecanismos de Financiamento

29/5 - 19h
Fundamentos de Realidade Virtual e Realidade Aumentada

29/5 - 19h30
Introdução ao Tizen

https://news.samsung.com/br/samsung-ocean-chega-a-segunda-onda-de-cursos-online-e-gratuitos

 

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Como a ciência responde à pandemia

coronavirus_usp.jpg*Por Maurício Antônio Lopes
28/04/2020 - Essa pandemia é a primeira crise verdadeiramente global da história, com um organismo invisível afetando aproximadamente ao mesmo tempo praticamente todas as pessoas no planeta, ignorando raça, credo, status social ou limites físicos de qualquer ordem. A humanidade está em guerra, mas ao contrário das guerras travadas com tanques, armas pesadas e combates que agridem todos os sentidos e pressionam as pessoas a buscar abrigo e proteção, a guerra contra um inimigo invisível não provoca os sentidos da mesma forma e intensidade. O que torna difícil garantir que todos se protejam como devem, mesmo que cientistas e médicos alertem que o perigo ronda por todos os lados.

Em uma guerra como essa, a melhor arma que temos é a ciência. Pela simples razão de que esse minúsculo organismo, capaz de produzir apenas 29 proteínas, está evoluindo há milhões de anos e aprendeu, na sua aparente e enganosa simplicidade, a se proteger contra ataques. Em comparação, uma bactéria, que produz centenas ou milhares de proteínas, opera uma maquinaria biológica muito mais complexa, mas que dá à ciência um número muito maior de alvos para ataque e controle. É por causa desse inimigo poderoso e elusivo que cientistas do mundo inteiro estão unindo esforços de maneira nunca vista, compartilhando descobertas que possam apontar as vulnerabilidades para combatê-lo e derrotá-lo.

E a batalha da ciência contra um inimigo tão singular nem sempre é facilmente compreendida. Não é incomum numa situação como esta surgirem estudos científicos que aparentemente se contradizem, como tem acontecido, por exemplo, com a avaliação de medicamentos ou princípios ativos para combate e cura da COVID-19. Quando faltam respostas definitivas ou absolutas, muitos pensam que os cientistas são confusos ou incapazes de tratar o problema. E muita incompreensão ou desapontamento decorre do desconhecimento da forma como se faz ciência ou dos limites para se responder a questões complexas em tempos muito curtos.

O método científico é a principal ferramenta que os cientistas possuem para chegar a novos conhecimentos. A credibilidade da ciência depende de atenção a esse conjunto de regras, que começa com a definição de um problema e a formulação de uma hipótese – ou o que os cientistas assumem ser possível acontecer. Experimentos são realizados para produzir informações que indiquem se a hipótese estava ou não correta. Novos experimentos podem ser necessários, para refinar os resultados e se chegar a conclusões que são relatadas em artigos científicos, que revisados e aprovados por especialistas são publicados para amplo conhecimento de todos. É através dos artigos publicados que os cientistas dizem "isso é o que sabemos".

Acontece que, para cada ampliação do nosso conhecimento também existe um "isto é o que não sabemos", pois nenhum estudo consegue abarcar todas as dimensões de um problema. É por isso que, ao depararmos com estudos cujas conclusões aparentemente se chocam, é prudente não assumir de pronto que alguém está errado. Os espaços onde a ciência atua podem ser vastos e multifacetados, e uma análise mais cuidadosa poderá indicar que diferentes grupos de pesquisadores centraram esforços em partes diferentes dessa realidade maior, daí a razão de muitas aparentes incongruências, que podem levar a análises precipitadas ou desinformação, que se amplificam causando desnecessária confusão e perplexidade.

Infelizmente, as ferramentas que a ciência usa para tratar incertezas ainda são pouco compreendidas. Como não existem bolas de cristal, ou máquinas do tempo, para se descobrir que direção tomará a pandemia, a ciência usa modelos matemáticos, para definir futuros possíveis e reduzir incerteza nos processos de decisão. São esses modelos que geram os gráficos que vemos diariamente nos noticiários, antecipando a trajetória da pandemia. Os meteorologistas usam esse recurso para nos indicar diariamente como ficará o tempo, e nós já sabemos que modelos não são ferramentas perfeitas. Mas, ainda assim, é esse recurso que retira tomadores de decisão do escuro completo, lhes dando referências substanciadas no melhor conhecimento disponível para calibrar ações e decisões com menores chances de erro.

Em síntese, cientistas ao redor do mundo estão tentando compreender a pandemia sem ter à mão um molde ou fotografia prévia – como aqueles que aparecem estampados na caixa de onde se tira as peças para montar um quebra-cabeças. Por isso é que muitos grupos precisam experimentar com um complexo conjunto de peças, explorando possibilidades, errando muitas vezes, mas revendo e revisitando suas conclusões, até que as peças se encaixem e o quadro mais completo comece a tomar forma. É do somatório de esforços de grupos de pesquisa ao redor do globo que o quebra-cabeças eventualmente começará a tomar forma, produzindo alternativas seguras para a superação da pandemia, na forma de medicamentos para a cura e uma vacina contra a COVID-19.

E no fim da crise a sociedade compreenderá que, apesar de falível e passível de erros, é a ciência que melhor nos habilita a enfrentar perigo tão grave. E o futuro certamente premiará com respeito e admiração aqueles que, em posição de liderança e decisão, tiveram a sabedoria e a grandeza de se guiarem pelo melhor conhecimento científico disponível, buscando fazer, no tempo certo, a coisa mais prudente para proteger a vida e o bem estar da sociedade, acima de quaisquer outros interesses.

*Maurício Antônio Lopes é pesquisador da Embrapa

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