Hackathon estimula Open Banking no Brasil

hackaton_tec_ban.jpg01/07/2020 - Maratona online e gratuita reunirá participantes durante 56 horas seguidas a fim de desenvolver soluções voltadas para ecossistema financeiro

A TecBan, administradora do Banco24Horas, promoverá nos dias 24, 25 e 26 de julho o primeiro Hackathon TecBan, que tem como objetivo, nesta edição inaugural, simular as possibilidades do Open Banking no Brasil. Devido ao atual cenário de pandemia e para preservar a saúde e bem-estar de todos os participantes, o evento será 100% online.

Durante a maratona, os integrantes terão a oportunidade de desenvolver soluções e serviços utilizando as transações disponíveis e oferecidas na plataforma de Open Banking da TecBan.

No dia 24, ocorrerá a divisão dos grupos em times com cinco membros, respeitando os seguintes perfis: desenvolvedor, tecnologia, business, marketing e user experience. O desafio consistirá em atuar como uma TPP ‘third party’ (fintechs, startup ou banco), utilizando as APIs da plataforma de Open Banking (consulta de saldo/extrato, pagamentos, localização de agência/ATM, entre outras) para desenvolver novas soluções e serviços inovadores para pequenas e médias empresas, além de pessoas físicas.

Com as equipes formadas, serão 56 horas de ideação, programação e networking, com a supervisão de mentores, que estarão à disposição de forma online, durante todo o processo, para auxiliar e tirar dúvidas dos times. As simulações serão feitas por meio da plataforma de ‘sandbox’, ambiente controlado criado para o desenvolvimento de aplicativos e serviços compatíveis com o Open Banking brasileiro.

No dia 29 de julho acontecerá a live para a divulgação do resultado. Uma equipe será declarada vencedora e cada integrante será premiado com um iPhone 11.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas no website do Hackaton TecBan, até o dia 15 de julho. Ao todo, serão selecionados 200 participantes para a formação das equipes.

Serviço:

Inscrição - até 15/07 às 23h59 -  https://hackathon.tecban.com.br/
Início do Hackathon TecBan - 24/07 às 16h
Submissão dos projetos - 26/07 até 23h59
Avaliação dos jurados - 27 e 28/07
Live de divulgação dos premiados - 29/07 às 18h

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A tecnologia não nos salvou da Covid-19. Por que?

coronavirus_usp.jpg26/06/2020 - O coordenador do MBA em Marketing, Inteligência de Negócios Digitais da Fundação Getulio Vargas (FGV) e editor-chefe da Technology Review Brasil, André Miceli, afirma que a tecnologia não foi a única que falhou no combate ao novo coronavírus. De acordo com ele, o alto índice de mortes revela uma falha profunda e fundamental na maneira como que os países pensam em inovação e a única resposta eficaz foi a quarentena em massa, uma técnica de saúde pública emprestada da Idade Média.

"Não foi só a tecnologia que decepcionou no combate ao coronavírus. Faltou, por exemplo, logística, com a falta de álcool gel e e máscaras no início da pandemia. Houve uma carência também de insumos políticos e financeiros para quem estuda tecnologias para salvar vidas em todos os países, incluindo os Estados Unidos, que deixaram a inovação de longo prazo de lado, priorizando soluções mais simples, orientadas pelo mercado", explica André Miceli.

Miceli ressalta que esse é um problema mundial. "Falta na maioria dos países uma intervenção do governo no ecossistema de inovação outrora saudável, capaz de identificar e criar tecnologias essenciais para o bem-estar mundial. Isso vem se deteriorando há décadas", critica o especialista.

Investimento em invocação - André Miceli alerta que a capacidade de qualquer país de inventar e depois implantar as tecnologias precisa ser moldada por financiamento público e políticas governamentais. "Nos EUA, por exemplo, o investimento público em manufatura, novos materiais, vacinas e diagnósticos não tem sido uma prioridade e quase não existe um sistema de direção do governo, apoio financeiro ou suporte técnico para muitas novas tecnologias de importância crítica", destaca o editor da MIT Technology Review Brasil.

Solução no setor privado? - O especialista esclarece que a solução não está no investimento privado, instância que procura se direcionar a mercados mais lucrativos. "Os maiores usos práticos da Inteligência Artificial (IA) ​​foram otimizados para itens como pesquisa na Web, segmentação de anúncios, reconhecimento de fala e rosto e vendas no varejo."

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Robótica educacional no combate à covid-19

sesi_robotica.jpg22/06/2020 - As inscrições estão abertas para a competição criada pelo SESI, que desafia estudantes de robótica das redes pública e privada a criarem soluções que minimizem os impactos da pandemia

Álcool em gel, distanciamento social, máscaras de pano que precisam ser trocadas de tempos em tempos. Essas são apenas algumas das mudanças que passaram a fazer parte da vida das pessoas, e que, ao que tudo indica, permanecerão entre nós pelos próximos meses, por causa da pandemia de covid-19. Neste novo momento, quase todas as soluções que surgiram vieram da tecnologia. Por isso, o Serviço Social da Indústria (SESI) lançou um desafio para estudantes de robótica de todo o país. O Desafio SESI de Robótica Covid-19 vai selecionar projetos em todo Brasil que proponham respostas para a atual situação de saúde no mundo.
 
“A pandemia interrompeu os eventos presenciais de robótica, mas encontramos uma forma de estimular os estudantes brasileiros com este desafio”, explica Paulo Mól, diretor de Operações do SESI. “O nosso objetivo é continuar incentivando o ensino da robótica no Brasil, como forma de ampliar o interesse dos nossos jovens por áreas como ciências, matemática e tecnologia com desafios que estão diretamente relacionados a temas atuais.”

Para participar, os jovens, preferencialmente já inseridos em competições de robótica, devem montar equipes compostas por quatro a dez estudantes, com idades entre 9 e 18 anos, além de um técnico (maior de 18 anos). As inscrições ficarão abertas de 15 a 30 de junho e deverão ser feitas pelo técnico da equipe na página do Desafio SESI de Robótica Covid-19.

O desafio será todo feito a distância, por causa da pandemia. Na primeira fase, a equipe precisa se inscrever e apresentar sua proposta em um vídeo de, no máximo, dois minutos. Serão selecionadas 30 propostas que passarão para a segunda etapa da competição. Na segunda etapa, será preciso detalhar a proposta, que será avaliada com relação a pesquisa, criatividade e inovação, além de empreendedorismo e impacto social.

Ao todo, sete equipes serão premiadas: 1º, 2º e 3º lugares no geral, e ainda, premiações exclusivas para as categorias: melhor projeto de Pesquisa, melhor projeto em Criatividade e Inovação, melhor proposta de Empreendedorismo e, também, de Impacto Social. Os prêmios não são cumulativos, ou seja, cada equipe selecionada só poderá ser premiada em uma categoria.

Todas as sete equipes vencedoras ganharão medalhas individuais por competidor e um troféu por equipe, da respectiva categoria conquistada.

As três equipes vencedoras, respectivamente, em 1°, 2° e 3° lugares, serão convidadas a expor seus projetos em um stand exclusivo, durante o próximo Festival SESI de Robótica, previsto para ocorrer em março de 2021.

Saiba mais aqui:

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Sky.One anuncia novo Programa de Estágio

sky_one.jpg11/06/2020 - A Sky.One anuncia seu novo Programa de Estágio, em parceria com a Faculdade Impacta. O objetivo é recrutar remotamente cerca de 10 profissionais que devem iniciar suas atividades a partir de agosto de 2020.

De acordo com a Gerente de Recursos Humanos da Sky.One, Aila Rodrigues, para a contratação será levado em consideração o perfil comportamental de cada candidato. "Tecnicamente não há como avaliá-los, já que se tratam de estudantes em início de carreira, por isso, nosso olhar será direcionado ao fit cultural, histórias de vida, postura e valores dos quais não abrimos mão. Temos nossos valores enraizados, que para nós são motivo de muito orgulho.

A vaga inclui benefícios como vale refeição, convênio médico, odontológico, vale transporte, diversos convênios com instituições de ensino, gympass, auxílio idiomas, entre outros. O projeto funcionará seguindo os mesmos processos já existentes na cultura organizacional da Sky.One e as turmas serão divididas entre as áreas técnicas (operações, pré-vendas e desenvolvimento), para que conheçam como funciona a estrutura da empresa. A ideia é que os profissionais realizem um job rotation a cada 3 meses, ganhando propriedade nos processos e conhecimento da empresa como um todo, para definirem as áreas de atuação, posteriormente.

Em função do isolamento social decorrente da pandemia, todo o processo seletivo será inteiramente remoto, onde serão realizados painéis de apresentações trazendo situações do dia a dia para analisar o comportamento dos candidatos. O grupo será avaliado em um comitê formado pela área de recursos humanos, diretorias e gerências das áreas envolvidas.

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Dicas para quem quer investir na carreira de TI

hsm_university_code_school.jpg12/06/2020 - A contínua busca pelo aprimoramento profissional com cursos e pós-graduação, fluência em inglês e definição de seus objetivos são ferramentas importantes para os profissionais

O segmento de tecnologia tem expandido cada vez mais, e, se tornado promissor para quem quer mudar de área e ingressar nas diferentes vertentes dessa profissão. De acordo com dados de uma pesquisa da Korn Ferry, de 2019, empresa norte-americana focada em recursos humanos, aponta que, em 2020, haverá uma carência de 1,8 milhão de pessoas para postos especializados no meio digital, em todo o planeta, com destaque a países em desenvolvimento.

Mesmo em período de crise e desaceleração da economia, o setor continua em plena ascensão, com a busca contínua de profissionais de diferentes especializações desde vagas para manutenções em softwares e hardwares até cuidar de ativos mais delicados como, por exemplo, segurança de dados. Pensado neste cenário, a HSM University Code School, escola de tecnologia digital elencou algumas dicas para ajudar quem quer ingressar nesta área.

Aprimoramento contínuo – Esse é o primeiro passo para quem quer ingressar na carreira. Durante o período de estudo, o profissional terá contato com a base da programação, que será desenvolvida ao longo de toda a sua vida profissional. Além disso, é importante complementar a graduação com cursos e especializações ao longo dos anos. Com as rápidas mudanças do mercado e as novas inovações e tecnologias que surgem todos os dias é essencial que esse profissional esteja sempre antenado e atualizado com tudo o que está acontecendo no mundo.

Perfil de atuação – Cada profissional se identifica com uma linguagem de programação e/ou uma vertente da área, que influenciará na sua vida profissional. Por isso, conhecer a fundo as habilidades, procurar mais informações sobre os diferentes setores e definir onde quer chegar são quesitos imprescindíveis nesta profissão.

Fluência em inglês – Este é um requisito básico para quem quer se destacar na área, além de contribuir em oportunidades na carreira fora do Brasil.

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HSM University lança nova escola de tecnologia

hsm_university.jpg19/05/2020 - A HSM University Code School terá como foco inicial os cursos de programação

A HSM University, plataforma de cursos livres e pós-graduação 100% online, que integra a Ânima Educação, acaba de lançar uma nova escola, a HSM University Code School, que tem como objetivo formar profissionais para o mercado de tecnologia.

A iniciativa conta com a parceria de Silvio Meira, um dos principais nomes de tecnologia do País e Luciano Meira, Ph.D. em educação matemática, mestre em psicologia cognitiva e bacharel em pedagogia.

A HSM University Code School conta com uma metodologia diferenciada e exclusiva, baseada no conceito D³NA, criada por Luciano, que une diversão, diálogo e desafio a uma narrativa que leva o aluno a uma aventura de aprendizagem, e utiliza a plataforma APTA, que por meio do design instrucional única apresenta os conteúdos de maneira gamificada e dinâmica para os estudantes, tornando a jornada mais leve e atrativa. Além disso, durante o curso os alunos terão acesso a tutoria entre pares, uma ferramenta colaborativa que permite que os estudantes se ajudem entre si.

Os estudantes terão acesso a diferentes temas voltados para programação como, por exemplo, Lógica de Programação e OO, HTML+CSS/Sass, JavaScript, Angular, WebServices Client, Noções de UX Design, Data Analysis, Machine Learning e outros.

Os cursos encontram-se em pré-venda e começam em maio com três opções, sendo eles: Dev Full Stack, Dev Back-end, nos quais os alunos aprenderão a desenvolver arquiteturas de servidor, que interagem com aplicações web e aplicações cliente-servidor e o Dev Front-end, focando no desenvolvimento de interfaces web, ricas em visual e interação com o usuário para aplicações cliente-servidor.

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