CES 2021 mostra os desafios das transformações tecnológicas

Ethevaldo Siqueira, com CES 2021

Nesta edição totalmente virtual, o CES 2021 nos mostra, acima de tudo, o poder de transformação da tecnologia a cada minuto em nosso mundo e como ela tem sido a base para a solução de nossos mais difíceis desafios globais. Diante dessa nova realidade, ficam algumas perguntas a todos nós, usuários dos novos produtos e tecnologias que nascem no mundo da eletrônica e das comunicações.

• Primeira questão: “Que poderá acontecer nos próximos 10 anos, segundo a previsão dos maiores pensadores e especialistas?” Uma das respostas possíveis a essa pergunta foi dada por Gary Shapiro, presidente da Consumer Technology Association e a presidente executiva do CES, Karen Chupka. Para ambos, ao longo de 2020, passamos a ter uma visão mais clara das tendências tecnológicas que moldam nosso futuro.

• Mesmo em sua edição virtual, o CES 2021 teve aspectos fascinantes, com a participação de quase duas mil empresas, que lançaram seus produtos durante o evento.

• É surpreendente que um evento totalmente digital, possa reunir quase 700 startups de 37 países. Entre os grandes expositores, estão empresas como a Intel, a LG Electronics, a Panasonic, a Samsung Electronics e a Sony. Mas há também empresas de tecnologia de outras áreas, com pouca tradição em eletrônica, como Bridgestone, Caterpillar, John Deere, L'Oréal, a Moen e a Procter & Gamble, a ASUS, a BioIntelliSense, a Bose e a Volvo.

• Karen Chupka, a presidente-executiva do CES, diz que “o formato digital traz novas vozes ao diálogo tecnológico. Mas, na realidade, essa foi a única forma capaz de reunir a indústria de eletrônica de entretenimento mundial, e, em especial, o único meio pelo qual as empresas pudessem fazer seus anúncios, lançamentos de produtos e conectar-se com suas audiências”.

O que disseram os Keynotes

Gary Shapiro, presidente e CEO da CTA, e Karen Chupka, vice-presidente executiva da CES, falaram a abertura do CES 2021. Eles discutiram as tendências tecnológicas que moldam nosso futuro, bem como a inovação que vem se acelerando no último ano. E, em especial, como aproveitar ao máximo sua experiência digital no CES 2021.

Por meio do link Karen Chupka & Gary Shapiro, o leitor pode assistir às palestras desses líderes setoriais. Em seguida, falaram representantes de grandes corporações, que fizeram previsões sobre as grandes tendências da eletrônica para o futuro próximo.

Verizon: O presidente e CEO da Verizon, Hans Vestberg, demonstrou o que é o 5G imersivo no mundo dos esportes, na educação, nas comunidades conectadas e na música ao vivo, e anunciou as parcerias com a NFL (National Football League), a UPS, a Live Nation Clubs and Theaters, The Met e a Instituição Smithsoniana (Smithsonian Institution).

Vale lembrar que a Smithsonian Institution é o maior complexo de museus, educação e pesquisa do mundo, uma comunidade de aprendizado e abertura de portas.

General Motors: Mary Barra, chairman e CEO General Motors (GM), lançou novas linhas de produtos, inclusive o Cadillac e eVtol. Como se sabe, eVTOL é uma aeronave que decola e pousa verticalmente, para no ar, graças a um sistema de propulsão elétrica. Ainda são poucos os projetos desse tipo que usam motores de combustão ou células de combustível para gerar a energia elétrica necessária.

AMD: A Dra. Lisa Su, presidente e CEO da AMD, revelou a nova série Rysen 5000 de processadores móveis com duas categorias: as da série-H, para laptops destinados a gaming e criação de conteúdo, e a série-U, para notebooks ultraportáteis.]

Microsoft: Brad Smith, presidente da Microsoft, deu sua visão sobre como assegurar cibersegurança e proteger a privacidade do cliente, e discutiu a responsabilidade da indústria em exercitar nossa consciência nessas áreas.

• A Transformação do entretenimento pós-pandemia foi o tema de vários executivos, que discutiram como os profissionais de marketing e marcas estão se ajustando e criando no cenário atual, entre os quais os da MediaLink, da WarnerMedia Studios e do Networks Group, da NIKE e da General Motors.

• Assista à apresentação de Gary Shapiro na abertura do CES 2021 pelo link: CES 2021 - Session detail

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As surpreendentes novidades do CES 2021

Por Ethevaldo Siqueira

Embora seja um evento virtual e sem a presença física de público, não há nada que supere a importância do CES 2021, maior acontecimento mundial de eletrônica, que entra hoje no seu terceiro dia, em Las Vegas.

Por mais surpreendente que possa parecer, a audiência desse evento alcança este ano milhões de pessoas, que, além de assistir às palestras pela internet, passaram a ter acesso a todos os seus lançamentos, inclusive dos gigantes LG, Samsung, Sony e outros grandes fabricantes do setor de eletrônica de consumo.

A imagem da TV MicroLED de 110 polegadas da Samsung pode ter um grande impacto entre os usuários. 

Na área de telefones celulares, a LG anunciou o lançamento de um celular que se enrola e que desenrola. Com isso, sua tela se amplia e fica do tamanho de um tablet. Um vídeo da LG mostra esse recurso, mas a empresa não explica como funciona essa tecnologia. Talvez seja preciso apertar um botão. 

Além desses avanços, a LG fez novamente lançamentos muito interessantes neste CES 2021. Um deles foi a nova linha de TVs Premium Evo, OLEDs e QNEDs, com imagens fascinantes, de até 83 polegadas.

A Asus, empresa de Taiwan, surpreendeu com seu novo laptop 2 em 1, o Rog Flow X13, que pesa apenas 1,3 kg e se conecta a uma unidade gráfica de processamento externo móvel.

A cada ano, os robôs domésticos se tornam mais avançados e atraem ainda mais a atenção dos visitantes dessa grande exposição. Um dos destaques nessa área neste CES 2021, são os modelos de robôs da Samsung, que limparão nossas casas e poderão até nos servir uma taça de vinho. E o primeiro deles já deverá estar disponível nos EUA este ano:

— É um aspirador de pó robótico que funciona como um dispositivo de monitoramento doméstico. Nessa área, a Samsung, como quase todas as grandes empresas de tecnologia, mostra diversas aplicações domésticas de robótica e de inteligência artificial.

Para muitos especialistas, os robôs serão o grande sucesso da próxima geração, na mesma linha da computação. E deverão ter papel relevante na maneira como interagimos com nossos aparelhos domésticos num futuro próximo.

Além de comandar esses robôs por meio de botões ou controle remoto, falaremos diretamente com esses dispositivos. E mais: haverá microfones distribuídos por nossas casas e escritórios.

Para ver mais produtos, acesse: www.ces.tech ou
https://digital.ces.tech/home

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CES, um evento incrível pelos produtos que lançou

Por Ethevaldo Siqueira

Esta foto mostra a entrada do CES 2020. Esse evento não será realizado este ano, de forma presencial. É uma pena, em especial para aqueles, jornalistas ou não, que têm participado desse evento nos últimos anos. Em meu caso pessoal, fico mais triste ainda, porque tenho coberto o CES de Las Vegas, desde 1970.
São 50 anos de acompanhamento não apenas dos lançamentos dos grandes produtos de eletrônica desse período, como da própria evolução da eletrônica de consumo e entretenimento nesse longo período. Embora o evento tenha nascido no hotel Hilton Nova York em 1967, ele cresceu tanto que passou a ser realizado semestralmente, alternadamente, em Chicago, em junho, e em Las Vegas, em janeiro. Depois passou a ser anual, sempre em Las Vegas.

Lembro-me que o nome original do CES era Las Vegas Consumer Electronics Show, mas, desde os anos 90, o evento passou a ser simplesmente identificado pela sigla CES, por ter sido aberto a outros produtos, como os da casa inteligente, da internet, drones e de outras áreas.

Curiosamente, a Apple não aderiu de imediato ao CES e preferiu fazer seus lançamentos em eventos exclusivos da empresa. Na história de seus produtos, o maior sucesso da Apple foi, sem dúvida, o Macintosh. Tanto assim que lançou o primeiro Macintosh no dia 24 de janeiro de 1984, em evento ainda conduzido por Steve Jobs.

Lembro-me do sucesso desse computador não apenas nas primeiras semanas após seu lançamento, mas, também, nos anos seguintes. Na verdade, o Mac revolucionou a computação pessoal.

O primeiro CES, realizado em junho de 1967 em Nova York, como um spin-off do Chicago Music Show, servia até então como palco para a principal exibição de eletrônicos de consumo. A primeira edição do evento contou com 17,5 mil pessoas e pouco mais de 100 expositores. E seu palestrante principal (keynote speaker) foi Bob Galvin, então presidente da Motorola.
Nos primeiros tempos, de 1978 a 1994, o evento era realizado duas vezes por ano: com uma edição em janeiro, o Winter Consumer Electronics Show (WCES) e outra em junho, em Chicago, o Summer Consumer Electronics Show (SCES).

As duas primeiras edições do evento que cobri foram as de 1970 e 1971, em companhia de Eugênio Staub, da Gradiente, que tinha um bom pavilhão no evento. Nos anos seguintes, como enviado especial do Estadão, passei a cobrir o evento e a registrar as novidades lançadas.

O CES foi, sem dúvida, uma espécie de escola de eletrônica de entretenimento, tanto para mim como para muitos jornalistas. Além da grande exposição, tivemos a oportunidade de assistir a palestras incríveis de Steve Jobs e Bill Gates, numa época em que eles surgiam como líderes de um novo tempo, no mundo da tecnologia.

O CES 2021, totalmente virtual

Infelizmente, no próximo janeiro, nem eu nem ninguém estará fisicamente presente no CES 2021, em Las Vegas, porque o evento será totalmente virtual. Vale lembrar que, nas últimas décadas, praticamente todos os grandes lançamentos de eletrônica de entretenimento e de tecnologia pessoal de lá para cá foram feitos nesse evento.

Em 2021, segundo a CTA (Consumer Technology Association), organizadora do evento, a feira e seu congresso serão totalmente virtuais, para não impactar a segurança de todos os frequentadores.

Os amigos mais velhos talvez se recordem do que era o Brasil e o mundo de 1970, quando o Brasil ganhou pela terceira vez a Copa do Mundo, realizada no México.
Pois bem, naquele ano, a humanidade não dispunha de computadores pessoais, nem de CDs, de TV digital, de DVDs, de Blu-rays, de celulares, de internet, de tomografia computadorizada ou de imagens de vídeo de alta definição. Tudo isso intriga os garotos e jovens de hoje, que nos perguntam, admirados: “Como era viver num mundo sem computador, celular e internet?

• Em 1974, a Philips holandesa lançou o Laserdisc Player – o reprodutor dos bolachões prateados com leitura de áudio digital e imagens analógicas. Não pegou.

• Em 1981, nasceu o CD player ou Compact Disc Player, o aparelho que tocava CD, desenvolvido pela Philips, sistema de gravação digital que foi sucesso até a primeira década do século 21.

• Em 1990, explodiu as variantes da tecnologia digital de áudio (Digital Audio Technology) com diversas opções de gravações digitais, em fita, em CDs graváveis, em pastilhas de silício.

• Em 1991, é lançado o Compact Disc interativo – CDI.

• Em 1996, ou seja, surgia o DVD (sigla de Digital Versatile Disk). O nome versátil se referia à sua capacidade de gravar áudio, vídeo, fotos, textos, dados ou software.

• Em 1998, surge a tecnologia da Televisão de Alta Definição (High Definition Television ou HDTV). O sucesso foi lento porque o mundo tinha que migrar das redes de TV analógica para as de TV digital (coisa ainda está por ser concluída no Brasil de hoje).

• Em 1999, surge aquele sistema de gravação digital que usamos mais sobre nossa TV, o Gravador Digital em Disco (para programas de TV ou de Vídeo). É também conhecido como Hard-disc VCR ou PVR.

• Fornecedores e mídia também se referem às unidades com estes nomes: gravador de vídeo digital (DVR); Receptor de TV pessoal (PTR); Estação de vídeo pessoal (PVS); E gravador de disco rígido (HDR).

• No ano 2000, surge o primeiro serviço de rádio digital via satélite (Satellite Radio).

• Em 2001, a Microsoft lança seu primeiro Xbox. E surgem os primeiros televisores de plasma.

• Em 2002, todos os tipos de mídia digital se integram no primeiro servidor doméstico de mídia (Home Media Server). Embora seja um grande avanço funcional, não pegou. Só os mais antenados em eletrônica e tecnologia gostam desse tipo de integração: áudio, vídeo, rádio, TV (broadcast e Pay TV) etc.

• Em 2003, um grande salto na qualidade dos DVDs, com o lançamento de seu sucessor: o Blu-Ray DVD e o gravador pessoal de vídeo de alta definição, o HDTV PVR.

• Em 2004, chega o Rádio de Alta Definição.

• Em 2005, a TV via internet ou IP TV. (Internet Protocol Televison).

• Em 2007, há diversas demonstrações da convergência de conteúdo e de tecnologias em sua fase mais avançada.

• Em 2008, é apresentada a primeira TV OLED de grandes dimensões.

• Em 2009, a TV de alta definição em 3D (com óculos).

• Em 2010, surgem os novos tablets, netbooks e os dispositivos Android.

• Em 2011, há uma montanha de lançamentos de TVs conectadas (via web), Aparelhos Domésticos Inteligentes, o Carro Ford Elétrico Focus, o smartphone Motorola Atrix, um Android simples, mas com funcionalidades completas, embora não ofereça funcionalidades para lazer e diversão. E ainda o Microsoft Avatar Kinect (com aqueles bonequinhos vivos e móveis).

• Em 2012, surgem os Ultrabooks, uma ideia de marketing para dar nova vida aos notebooks, com sucesso relativo. Nasce a TV de OLED 3D e os tablets Android 4.0.

• 2013 é o ano do lançamento da Ultra HDTV (ou 4K), do OLED flexível, e da tecnologia dos Carros Autônomos (Driverless Cars).

• Em 2014, começam a popularizar-se as Impressoras 3D, a tecnologia dos sensores, as TVs curvas de Ultra HD e as Tecnologias dos Vestíveis (Wearable Technologies).

• Em 2015, surgem no mercado os primeiros televisores 4K UHD, os produtos de Realidade Virtual e os Sistemas não tripulados (como drones e outros).

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Autodesk University, um grande evento virtual

Por Ethevaldo Siqueira

Assisti, virtualmente, nesta tarde desta terça-feira, 17 de novembro, à magnífica palestra de Andrew Anagnost — CEO da Autodesk, proferida na Califórnia — com 5 fusos horários atrás da hora de Brasília, na Sessão de Abertura da Autodesk University. Para todo o mundo, o grande evento da Autodesk deste ano está sendo realizado de forma virtual.

Em sua palestra, o presidente e CEO da Autodesk, Andrew Anagnost, lembrou que tem mais de 20 anos de casa e que “faz parte deu uma subcultura da empresa — a equipe de design e engenharia de produtos.”

Em sua visão, “este ano que está acabando permitiu à Autodesk ir além do canteiro de obras, do chão de fábrica e do estúdio de produção. Seja orquestrando nossas equipes e nosso trabalho digitalmente, criando coisas virtualmente ou personalizando nossos produtos para atender à demanda em constante mudança, a tecnologia é algo que todos nós tivemos que abraçar.”

Quem acompanha a edição 2020 da Autodesk University, virtualmente, sente-se privilegiado. Graças à rede mundial, a rigor, não importa o local em que o palestrante esteja. A barreira das distâncias é superada, como comprovei hoje. Como este ano, não pude viajar aos EUA para participar do evento que este ano está sendo realizado virtualmente. A utilidade da internet é inegável como avanço nessa área, mas, é claro, não tem a emoção da participação pessoal, ao vivo, e, mais ainda, estar fisicamente em Las Vegas.

A apresentação de Andy MacAfee sobre as implicações dessa era de que estamos falando foi emocionante. Mais recentemente, ele escreveu o livro “More from Less”, que também se relaciona estreitamente com as coisas que mais nos preocupam.

Em “More from Less”, McAfee argumenta que, para resolver nossos problemas ecológicos, devemos fazer o oposto do que sugere uma década de sabedoria convencional. Em vez de reduzir e conservar, devemos confiar na consciência de custo embutida no capitalismo e nos milagres de racionalização da tecnologia para criar um mundo mais eficiente.

E lembra que o livro tem uma história muito específica: pois, um dia, enquanto ele “desperdiçava seu tempo na internet”, viu um título que dizia: “Como a Tecnologia Liberta o Meio Ambiente”. E, em particular, afirma, que “nosso uso global dos recursos como país, não per capita, mas nosso uso global de alguns recursos muito importantes, tem decrescido com o tempo inclusive em momento em que a economia tem crescido.”

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Magalu tem mais de 100 vagas na área de tecnologia

job.jpg17/08/2020 - No Luizalabs há posições abertas para diversos níveis que podem ser ocupadas em regime remoto ou híbrido, sendo alguns dias presenciais e outros remotos. Esse modelo flexível será aplicado após o retorno aos escritórios que está previsto após outubro.

O Magalu está contratando mais de 100 profissionais para trabalhar no Luizalabs, área de tecnologia da empresa. Os contratados poderão optar pelo modelo de trabalho 100% remoto, híbrido ou presencial, por isso, interessados de todo o Brasil terão a oportunidade de se candidatar.

O Magalu busca profissionais de diversos níveis de senioridade para atuar nas áreas de desenvolvimento de software, nas linguagens: Python, Node, .Net, Java, PHP, GO, React, Desenvolvimento Mobile (Android e iOS), Product Owner, Product Manager, DevOps para Infraestrutura) e Segurança da Informação. E, ainda, estão abertas posições de liderança como Squad Lead (coordenador) do time de desenvolvimento e de segurança.

Um dos traços da cultura do Magalu é a flexibilidade e rápida adaptação às mudanças. No início da pandemia, umas das ações com grande repercussão foi o lançamento do Parceiro Magalu, plataforma digital de vendas que tem o intuito de ajudar micro e pequenos varejistas e profissionais autônomos a manter seus negócios e obter renda durante o período de isolamento social imposto pela pandemia de COVID-19. A empresa também se manteve ativa na campanha pela não-demissão de funcionários durante esse período, mantendo algumas áreas com colaboradores trabalhando em esquema 100% home-office e com projeto de continuidade em alguns setores, já que o modelo se mostrou eficiente. Além disso, o Magalu realizou doações para o combate à pandemia e é uma das marcas mais lembradas durante esse momento.

Para conhecer as oportunidades e obter mais informações, os interessados devem acessar a página de carreiras: http://carreiras.magazineluiza.com.br/times/Luizalabs

 

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Temas de destaque do AUTOCOM Digital Summit

autocom_digital_2020.jpg14/08/2020 - Com o objetivo de discutir as indiscutíveis mudanças causadas pela pandemia da COVID-19 e apresentar as evoluções do ecossistema de tecnologia para o comércio, a AFRAC e a Francal Feiras realizam o AUTOCOM Digital Summit, iniciativa inédita que reunirá fornecedores e usuários do setor em um ambiente 100% digital. O evento, totalmente gratuito, acontecerá nos dias 17,18 e 19 de agosto de 2020, no período de 10h às 18h. Veja os temas de destaque das palestras:

“O Novo Consumidor Omnichannel”

Essa nova realidade impulsionou a aceleração da transformação digital pelas empresas, fortaleceu o e-commerce que se tornou o único canal de vendas para praticamente todos os varejistas B2C registrando um aumento de 51% nas vendas online segundo pesquisa da Conversion em maio de 2020. Esse movimento levou ao surgimento de um novo consumidor, mais exigente, seletivo e digital. Em suas interações com as marcas, ele cada vez mais demanda customização e produtos sob medida que atendam suas preferências pessoais e as facilidades da compra por meio do Omnichannel que vem deixando de ser um diferencial para se transformar em um requisito de sobrevivência das empresas.

No painel, Alfredo Soares, reconhecido especialista em e-commerce e vendas apresentará uma visão atualizada sobre o Universo Omnichannel, a nova realidade de fusão entre os mundos físico e virtual no relacionamento entre vendedor e comprador. Soares também será moderador de outros painéis importantes no evento. Dia 18/08 às 10h.

“Meios de Pagamentos Instantâneos PIX”

Destacamos também o painel que discutirá sobre a entrada em vigor do PIX, Sistema de Pagamentos Instantâneos do Brasil, que permitira transferências e pagamentos entre pessoas, empresas e governos de maneira mais simples e barata com funcionamento 24x7. Conheça como o PIX criará oportunidades para uma série de inovações tecnológicas que certamente terão um forte impacto no ecossistema de meios de pagamento e no comércio online e off-line. Dia 17/08 às 10h.

A programação contará também com painéis patrocinados por empresas Expositoras da Autocom: Celer – Gertec – Moderniza – Tectoy Sunmi sobre temas relevantes para o setor, como: IOT aplicada ao varejo e o novo normal dos consumidores, Soluções em omnichannel para pequenos lojistas, Pensando em soluções e não em produtos como também apresentações de soluções de tecnologia para o Comércio.

No portal do evento foi montado um Marketplace Digital, um espaço com estandes virtuais onde os expositores da Autocom poderão potencializar ações de networking e negócios.

O evento contará com ambientação em cenários virtuais com Chroma Key e será transmitido ao vivo por meio de uma Plataforma de Live Streaming e no Canal da Autocom no YouTube.

Serviço:

AUTOCOM Digital Summit
Data: 17,18 e 19 de Agosto de 2020 - Horário: das 10hs às 18hs
Mais informações sobre o Summit, acesse: http://feiraautocom.com.br/summit/index.html

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