Retrato de um buraco negro gigante

super_blackhole.jpgPor Ethevaldo Siqueira
06/04/2016 - Esta imagem simulada por computador mostra um buraco negro supermassivo no centro de uma galáxia. No exemplo, a massa do buraco negro equivale a 17 bilhões a massa de nosso Sol. A região de preto no centro representa o horizonte de eventos do buraco negro, em que a atração gravitacional é tão grande que dela nem a luz pode escapar.

Uma força de gravidade tão poderosa quanto essa dos buracos negros distorce o espaço à sua volta como um espelho de parque de diversões. A luz de estrelas de fundo é esticada e manchadas como as estrelas que estãoo mais próximas do buraco negro.

Situado no centro de uma galáxia em uma área pouco povoada do universo, em um lugar não determinado, o buraco negro supermassivo hipotético com massa estimada de quase 17 bilhões de sóis, usado como modelo para a simulação em computador, foi escolhido a partir de observações feitas por dois telescópios especiais, o Hubble e o telescópio Gemini, no Havaí, os quais podem indicar que monstruosos objetos dessas dimensões podem ser mais comuns do que se pensava.

Crédito: Nasa, ESA, D. Coe, J. Anderson, e R. van der Marel (STScI)

Saiba mais:

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Foguete SLS levará três homens a Marte

sls_marte.jpgPor Ethevaldo Siqueira
30/03/2016 - Esta concepção artística mostra como será o SLS (Sistema de Lançamento Espacial), o mais poderoso foguete já projetado pelo homem, visto aqui a rolar para fora do edifício de montagem de veículos do Centro Espacial Kennedy.

É provável que um foguete SLS como este seja utilizado depois de 2030 para levar três astronautas da Nasa, em uma cápsula Orion, ao planeta Marte. Tanto o foguete SLS como a Orion já estão em fase de testes.

Créditos: Nasa/Marshall Space Flight Center

Saiba mais:
http://www.nasa.gov/press-release/nasas-spaceport-of-the-future-reaches-another-milestone

 

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Degelo do Ártico bate recorde em 2016

degelo_artico.jpgPor Ethevaldo Siqueira
30/03/2016 - A extensão do gelo do mar Ártico parece ter atingido sua menor área no inverno, um recorde de degelo pelo segundo ano consecutivo, segundo os cientistas do Centro Nacional de Dados sobre Neve e Gelo (NSIDC) da Nasa.

A área no inverno de 2016 se reduziu para 14,52 milhões de km quadrados, que é a menor desde que se iniciou o registro via satélite do processo de redução da capa de gelo do Ártico e 1,12 milhão de km quadrados menor do que da média do período 1981-2010.
Crédito: Nasa Goddard Scientific Visualization Estúdio/C. Starr

Saiba mais:
https://www.nasa.gov/feature/goddard/2016/2016-arctic-sea-ice-wintertime-extent-hits-another-record-low

Veja o vídeo-animação aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=ferqrZi4WF4

 

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Em busca dos ingredientes da vida no Cosmos

vida_cosmos.jpgPor Ethevaldo Siqueira
28/03/2016 - O que você verá no vídeo de apenas 3:46 minutos anexo a esta notícia da Nasa são as conclusões das pesquisas feitas por cientistas que utilizam os recursos do Suzaku, um satélite japonês de raios-X, em cooperação com a Nasa, descobriram os chamados "ingredievida_cosmopntes da vida" – ou seja, os elementos químicos existentes em planetas semelhantes à Terra (os chamados Earth-like Planets) no aglomerado de galáxias da Constelação de Virgem.

Os cientistas partem da conclusão universalmente aceita de, que, em nosso planeta, os elementos químicos predominantes e responsáveis pela vida são relativamente poucos: carbono, oxigênio, hidrogênio, ferro, magnésio, silício e enxofre.

Esses ingredientes da vida na Terra estão presentes nos vastos céus azuis, nas brancas nuvens, nas praias de águas mornas, nas plantas, florestas e animais de todos os tipos.

Assim, em lugar de procurar planetas potencialmente capazes de abrigar seres vivos, como faz o telescópio espacial Kepler, da Nasa, cientistas japoneses buscam localizar planetas e estrelas que contenham esses chamados "ingredientes da vida" conhecidos na Terra.

Segundo a cientista Aurora Simionescu, da agência espacial japonesa JAXA (Japan Aerospace Exploration Agency), as pesquisas feitas com o satélite Suzaku partiram da detecção de um gigantesco aglomerado de mais de duas mil galáxias situado a 58 milhões anos-luz da Terra, na direção da Constelação de Virgem como uma das áreas mais interessantes para essa busca dos ingredientes da vida. E mais uma curiosidade: muitas dessas galáxias se parecem com a Via Láctea.

O relatório das conclusões dessas pesquisas foi publicado recentemente no periódico científico "The Astrophysical Journal Letters", para mostrar os elementos químicos identificados pelo satélite de raios-X Suzaku, na escala periódica dos elementos.

Os trabalhos do satélite Suzaku estão sendo complementados por outro satélite japonês, o Hitomi, cujos instrumentos são tão avançados que permitirá aos cientistas pesquisarem galáxias muito mais distantes do que as da Constelação de Virgem.

Acesse o vídeo aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=iP-AVvfmcRc

 

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Imagem do Hubble mostra a maior estrela do Universo

estrela_big.jpgPor Ethevaldo Siqueira
A Nasa divulgou semana passada esta imagem do Hubble que mostra a região central da nebulosa de Tarântula na Grande Nuvem de Magalhães, onde se situa um dos mais densos aglomerados (ou cluster) de estrelas jovens, o R136, que pode ser visto no canto inferior direito da imagem. Esse cluster contém centenas de jovens estrelas azuis, entre as quais a estrela de maior massa já detectada no universo.

Nesse aglomerado globular R136, o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA detectou nove estrelas de tamanho descomunal, apelidadas pelos astrônomos de estrelas-monstro, por abrigar massas mais de 100 vezes superiores à massa do Sol.

Graças aos recursos especiais das frequências de ultravioleta, Hubble identificou o aquela que pode ser considerada a maior amostra de estrelas maciças já identificadas até hoje.

Crédito: Nasa, ESA, P. Crowther (Universidade de Sheffield)

Saiba mais aqui:

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Eis a maior estrela já detectada no Universo

central_nebulosa.jpgPor Ethevaldo Siqueira
18/03/2016 - A Nasa divulgou hoje esta imagem do Hubble que mostra a região central da nebulosa de Tarântula na Grande Nuvem de Magalhães, onde se situa um dos mais densos aglomerados (ou cluster) de estrelas jovens, o R136, que pode ser visto no canto inferior direito da imagem. Esse cluster contém centenas de jovens estrelas azuis, entre as quais a estrela de maior massa já detectada no universo.

Nesse aglomerado globular R136, o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA detectou nove estrelas de tamanho descomunal, apelidadas pelos astrônomos de estrelas-monstro, por abrigar massas mais de 100 vezes superiores à massa do Sol.

Graças aos recursos especiais das frequências de ultravioleta, Hubble identificou o aquela que pode ser considerada a maior amostra de estrelas maciças já identificadas até hoje.

Crédito: Nasa, ESA, P. Crowther (Universidade de Sheffield)

Saiba mais:

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